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	<title>Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Jul 2026 17:08:56 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Dicas para lidar com a imaturidade emocional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[A imaturidade emocional continua a ser uma pandemia invisível, não reconhecida e que, ao contrário da que nos foi imposta nos últimos anos, esta é real, muito mais devastadora e não há v@cina para ela. Então o que define afinal a imaturidade emocional? &#8211; É fácil, olhemos para uma criança entre o seu primeiro e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A imaturidade emocional continua a ser uma pandemia invisível, não reconhecida e que, ao contrário da que nos foi imposta nos últimos anos, esta é real, muito mais devastadora e não há v@cina para ela.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Então o que define afinal a imaturidade emocional?</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; É fácil, olhemos para uma criança entre o seu primeiro e o quarto ano de idade. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Agir inconsequentemente, culpar os outros, fugir de responsabilidades, incapacidade de lidar com as suas emoções, reações a frustrações desproporcionais, falta de consciência do seu impacto no mundo dos outros, birras quando não tem o que quer, desobediência e provocação, desrespeito por regras e autoridade, falta de autonomia, jogos de manipulação e obviamente, falta de maturidade e responsabilidade pessoal sobre si mesma, sobre a sua vida interior e exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo isto é permitido e pode até ter gracinha quando se trata de crianças destas idades a quem toleramos estes comportamentos por serem normais para a idade. Mas quando o ambiente não é ideal ao processo de maturidade emocional, quando não se aprenderam as bases da disciplina, da responsabilidade e consciência pessoal, a criança corre o risco de ficar presa nas dinâmicas desta fase. Ou seja, o tempo vai passar no relógio, o corpo vai crescer, mas emocionalmente mantém-se infantil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quais são então as consequências disso? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os problemas causados pela imaturidade emocional na vida adulta começam logo na infância quando somos criados por pais imaturos, pais que não amadureceram, pais que não souberam o que são limites, pais que não desenvolveram o sentido de responsabilidade e disciplina pessoal, pais que não passaram a noção de causa e efeito, pais que não aprenderam a reconhecer e gerir as suas próprias emoções e logo, não estão habilitados a apoiar ou educar saudavelmente o crescimento de uma criança. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim também há muitas almas que já nascem amadurecidas, já desenvolveram um bom sentido de responsabilidade que se revela logo cedo, que tanto pode vir de trabalho já feito em vidas passadas como ter aspectos planetários que a ajudam a amadurecer mais depressa. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Mas basta olharmos para o estado do mundo, para as prioridades do ser humano, para os comportamentos das pessoas para percebermos que essas almas maduras não são a maioria, antes pelo contrário.</span><span style="font-weight: 400;"></p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">Pela Lei do Equilíbrio, Lei do Karma e Lei da Atração, as almas imatura vão atrair para a sua vida, por vezes outras as almas imaturas para que vejam o seu proprio problema no outro, ou pelo contrário, vão sentir-se atraídas pelas almas maduras que vão representar a solução.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Por chegarem à idade adulta sem terem ainda desenvolvido a sua estrutura emocional e psicológica, estas pessoas não conseguem ser o adulto consciente, saudável, equilibrado, empático, respeitador, amoroso, responsável que todos temos a capacidade de ser. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
<span style="font-size: 14px;"><br />
Consequências; adultos infantis cheios de traumas e memórias de infâncias mal vividas, adultos que não cresceram saudavelmente, que não cumpriram o processo de maturidade interna, que não aprenderam a lutar por si mesmos, a conquistar o seu lugar no mundo, a pagar as suas contas, a contribuir positivamente para o mundo à sua volta. </span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes adultos imaturos, apanham-se de repente na idade adulta, no mundo dos grandes, nas exigências da sociedade onde irão viver desajustados, desconfortáveis, cheios de problemas, a depender de alguém, a sentirem-se desenquadrados do mundo e pior do que tudo sem perceberem porquê, culpando e projetando os seus problemas em tudo e em todos. Ou seja, sem reconhecerem que são eles próprios a causa dos seus problemas, dos seus “azares e injustiças” e que está dentro deles também o poder de iniciar o processo de maturidade, da mudança e da sua cura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem qualquer consciência do seu dilema interno, e sem apoios, incentivos e referências sociais saudáveis que mostrem o problema e a solução, estes adultos infantis vão acabar por casar e viver em relação, estudar, ter empregos, desempenhar papéis na sociedade e ter filhos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem a maturidade necessária para uma vida de qualidade, estas pessoas vão entrar nas relações românticas numa postura idealista, com a atitude da criança, esperando amor, dedicação e segurança do outro que lhes falhou na infância com os seus pais imaturos e que não foi ainda trabalhada por si mesmo.  As relações estão cheias de ilusões em que vemos mulheres infantis à procura do papá no marido e homens também infantis à procura da mamã nas mulheres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O curso, trabalho ou a profissão, não raras vezes não foi bem escolhido e por isso vai causar frustração e servir de área de compensação ao vazio interior através de relações tóxicas com colegas, de abusos ou desrespeito às figuras de autoridade (não as reconhece porque nunca as teve e ainda não é autoridade da sua própria vida), de problemas com dinheiro e numa busca exagerada por controle, tralhas, poder, estatuto, cursos académicos como ilusões de valor próprio, de ser poderoso, de se sentir adulto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os filhos destes pais imaturos são normalmente crianças cheias de traumas, crianças educadas por &#8220;pais amigos&#8221; ou “pais submissos” ou “pais tiranos”. Infelizmente nenhum deles representa os pais maduros e adultos que a criança precisava e por isso estas crianças vão crescer sem consciência de si mesmos, sem limites saudáveis, sem referências e valores nobres, sem sentido de responsabilidade pessoal ou respeito pela autoridade, sem amor próprio, sem referências do que é afinal um adulto maduro, saudável e equilibrado. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Num instante estas crianças tornam-se jovens imaturos, sabichões, desafiadores, rebeldes que, numa idade muito jovem mas importante, vão tomar más decisões que lhes vão criar problemas graves a nível relacional / romântico, profissional, social e familiar. </span><span style="font-weight: 400;"></p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">Estas relações entre pais imaturos e filhos são altamente desafiantes para ambos os lados, pois os pais infantis e imaturos estão sob esforço, não desenvolveram a consciência de si mesmos, não têm ferramentas ou sabedoria de vida, não têm referências externas ou capacidades para a enorme tarefa de educar um filho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado as crianças, filhos destes pais imaturos, cedo percebem que não existe segurança, validação ou amor maduro e por isso desde tenra idade desenvolvem mecanismos de sobrevivência tais como agradar em exagero, aprender a ficar calados, a revoltar-se e a ser rebeldes, a fugir para os grupos de amigos, a ser a criança perfeita que não dá trabalho, a ser obediente, a engolir as suas dores e desconfortos pois sabem e sentem que os pais não lhes irão dar o que precisam.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Preocupadas em manter estes mecanismos a funcionar, estas crianças passam a sua infância e juventude a sobreviver e logo, não há espaço, tempo, condições ou oportunidade de crescer saudavelmente, de lidar com os seus traumas, de aprender sobre amor próprio, de descobrirem quem são e quais os seus talentos, de gerir as suas emoções, deixando normalmente esse trabalho para a fase adulta, quando assim acontece pois infelizmente a maioria irá viver sem nunca saber o que é terapia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante frisar que estas infâncias e estes encontros não são injustos, não são obra do azar, não são um erro divino, antes pelo contrário. Estes encontros karmicos mais pesados fazem parte da história dos envolvidos, as pessoas foram escolhidas como as certas antes da encarnação, as lições são as que precisamos pois estão bem impressas no mapa de nascimento de ambas as partes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem estes encontros difíceis, não cresceremos, não haveria palco de amadurecimento e evolução espiritual para todos os envolvidos. Ou seja, a alma imatura nunca sentir necessidade de crescer e a alma adulta e responsável não teria relação com a sua criança interior.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Mas até que a cura seja feita, até que a alma encontre o tempo e circunstâncias certas para o amadurecimento, para a limpeza e transformação, o nosso ego irá manter este estado interno, projetando o problema no exterior, nas circunstâncias e pessoas e arrastá-lo o mais tempo que puder, quantas vezes a vida inteira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mapa astrológico é muito claro a mostrar estes padrões de imaturidade mas quem não fala essa linguagem pode reconhecer facilmente as pessoas que sofrem de imaturidade emocional pois representam duas atitudes problemáticas;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">1- O inseguro, o tímido, o envergonhado, o medroso que ficou no lugar da criança, que vai submeter-se a toda a gente em busca de colo, apoio, validação e orientação ao ponto do desrespeito próprio e humilhação pessoal. Estas pessoas vão-se aprisionar a relações tóxicas, sujeitar a empregos sem vida, permitir a manipulação de familiares, tudo em troca de migalhas que nunca alimentam. Porque nunca foi apoiado ou fez qualquer tipo de terapia porque nem sequer reconhece o seu problema, esta pessoa vai, neste estado lastimável, casar com alguém, vai ter filhos, vai ser um chefe ou colega de trabalho, vai abrir negócios, vai ser irmão ou irmã de alguém, fazendo tudo o que pode para esconder a verdade e drama interno.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2- O &#8220;bully&#8221;, o arrogante, o popular, o narcisista que tal como o anterior, também ficou no lugar da criança, também carrega o mesmo vazio e as mesmas dores, mas expressa-se pelo pólo oposto, impondo-se, rebelando-se, violentando tudo e todos, exigindo reconhecimento, levantando bandeiras de causas que nem conhece, reclamando valor, direitos, atenção, respeito a todos a à sua volta, tomando decisões que prejudicam a vida dos outros, sem qualquer consciência disso. Também este, porque nunca foi apoiado ou fez qualquer tipo de terapia porque nem sequer reconhece o seu problema, esta pessoa vai, neste estado lastimável, casar com alguém, vai ter filhos, vai ser um chefe ou colega de trabalho, vai abrir negócios, vai ser irmão ou irmã de alguém, fazendo tudo o que pode para esconder a verdade e drama interno.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por não termos um sistema social / médico / espiritual que leve a sério a saúde mental, psicológica, emocional e espiritual do ser humano, a medicina tradicional ficou presa no físico como se fosse parte separada das outras, sem noção nenhuma ainda que o físico é onde se somatizam os bloqueios emocionais, mentais e espirituais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conclusão, todos estamos sujeitos a um processo de maturidade emocional, mental, espiritual e física. Nascer, crescer e morrer faz parte da vida tal como  vemos nas plantas e nos animais. Mas infelizmente por razões de falta de educação,  de inconsciência e prioridades erradas da nossa sociedade, acabamos por nos iludir e separar o crescimento biológico exterior do nosso corpo com o amadurecimento interno das outras partes. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Estamos todos a pagar um preço muito caro por essa ignorância sobre a necessidade imperativa humana de amadurecer. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Se adulto não é apenas pagar contas, ter filhos e levá-los à escola, comprar casa e carro, ir ao supermercado e ter uma profissão. Isso são tudo conquistas maravilhosas e importantes mas que não irão trazer paz e harmonia se não são acompanhadas pelo amadurecimento emocional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A vida, na sua maravilhosa sabedoria, não irá permitir que sejamos adultos realizados, saudáveis e equilibrados se não passámos pelas dores do crescimento, se não pagámos o preço de nos tornarmos adultos responsáveis. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Então afinal em que consiste um adulto maduro e responsável?</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Chaves de Ouro do Amadurecimento</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aceita a realidade antes de tentares mudá-la. Cuidado com a resistência.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Assume a responsabilidade pela tua vida. Cuidado com as dependências.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Assume o preço das tuas escolhas, boas e menos boas. Cuidado quem culpas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Faz escolhas das quais te vais orgulhar daqui a 10 anos. Cuidado com as más escolhas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Faz o que tem de ser feito, mesmo quando não te apetece. Cuidado com a preguiça. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Agradece a vida que recebeste e trabalha com o que ela te deu. Cuidado com a ingratidão.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pára de culpar. Começa a construir. Cuidado com a vitimização.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não esperes que os outros te deem aquilo que cabe a ti conquistar. Cuidado com expectativas alheias.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não esperes respeito se não te respeitas a ti mesmo. Cuidado com arrogância.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aprende a ouvir um &#8220;não&#8221; como sinal e redireção. Cuidado com a teimosia. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fala menos dos problemas e mais das soluções. Cuidado com a negatividade.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Queixa-te menos. Age mais. Cuidado com o medo de tomar decisões.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Troca a necessidade de ter razão pela vontade de aprender. Cuidado com mente fechada.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tudo o que a vida te envia contém uma oportunidade de crescimento. Cuidado com a falta de fé.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Faz escolhas as quais te farão orgulhar de ti mesmo. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Se queres perceber melhor as tuas relações, a tua pessoa, os teus desafios passados e oportunidades presentes, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento actual, envia email para veraluz@veraluz.pt ou ou encaminha para alguém que precise de ajuda.</p>
<p>Mais sobre este tema aqui:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="TsAwo0VZSX"><p><a href="https://veraluz.pt/a-praga-social-que-e-a-imaturidade-ou-o-padrao-da-crianca/">A praga social que é a imaturidade ou “o padrão da criança”.</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;A praga social que é a imaturidade ou “o padrão da criança”.&#8221; &#8212; Vera Luz" src="https://veraluz.pt/a-praga-social-que-e-a-imaturidade-ou-o-padrao-da-crianca/embed/#?secret=JdbFySI3oz#?secret=TsAwo0VZSX" data-secret="TsAwo0VZSX" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais informações consulta</span><a href="https://linktr.ee/veraluz_?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTAAYnJpZBExWHdGNW9XT2plamRGTnZuNgEepmyZWhE7nKP3e8PMTQ6PKYq3tsOULVWQYFZqvjASll1RLPfz0x9rqBsGy9Q_aem_giatWykZVrrIvVuotwzkeg"> <span style="font-weight: 400;">https://linktr.ee/veraluz_</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bem hajas e até já!</span></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/veraluzterapias?__cft__[0]=AZWMpObfw2RBPIpVQKU64LhBefdsRD43r32MCp88gwo20ah449mCp-Y59y1UM6ccKAZT6p-z1kk3AKchZVDl-R6CDjt-IVPgOtul_RikCT6dDL5dri8IZ1poxE_ybwkYOku6INV6QSuLNYN750AHbXXaEv2qkHQSLpraNtLseAaFoGueRMXXUA-OGq1qhTK8vMoKeg3_gVyaaVCknp3M_R82&amp;__tn__=-]K-R"><span style="font-weight: 400;">Vera Luz</span></a></p>
<p>Image by <a href="https://pixabay.com/users/ritae-19628/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2416718">-Rita-&#x200d; und  mit <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a> from <a href="https://pixabay.com//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2416718">Pixabay</a></p>
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			</item>
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		<title>Porque levamos tanto tempo a tomar decisões?</title>
		<link>https://veraluz.pt/porque-levamos-tanto-tempo-a-tomar-decisoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 11:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Perdi pessoas importantes, sofri rejeições dolorosas, tive de sobreviver sem ajuda, faltou amor na infância, não tive respeito, fui abandonad@. Perdemos tanta energia a falar sobre as dores que os processos de transformação causam&#8230; Na filosofia sistêmica, todos estes desabafos significam que estamos no lugar da criança à espera de ser salva pelo outro, que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Perdi pessoas importantes, sofri rejeições dolorosas, tive de sobreviver sem ajuda, faltou amor na infância, não tive respeito, fui abandonad@.</p>
<p>Perdemos tanta energia a falar sobre as dores que os processos de transformação causam&#8230;<br />
Na filosofia sistêmica, todos estes desabafos significam que estamos no lugar da criança à espera de ser salva pelo outro, que estamos de costas para o futuro e a olhar para o passado e por isso incapazes de seguir e fluir com a vida.</p>
<p>A chave de libertação dessas dores revela-se quando nos focamos nos aspectos positivos do nosso EU e reconhecemos o quanto perdemos tempo a tentar preencher os nossos vazios com o OUTRO.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa é a razão porque levamos tanto tempo a sair de situações dolorosas e a fazer mudanças positivas!</span></p>
<p><span style="font-size: 14px;">Tal como fizemos na infância, a maioria de nós ainda vive na ilusão de que a vida se vive de fora para dentro e não de dentro para fora. Uma simples, invisível e discreta crença que nos tira do nosso lugar de poder, que nos aprisiona às vezes uma vida inteira e que nos custa dores e sofrimento sem necessidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o que é que isso quer dizer?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Viver de fora para dentro é esperar ingenuamente que o mundo, as pessoas, as coisas, as circunstâncias nos alimentem a todos os níveis e nos façam sentir bem, nos dêem o amor e o respeito que merecemos e nos devolvam a paz e a harmonia que ansiamos. Essa postura submissa torna-nos vulneráveis e por isso acabamos sem querer, por nos sujeitar e pôr a jeito da dor, da violência, do abandono, do desrespeito, da rejeição de que o ser humano também é capaz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste formato a vida não flui, abandonamo-nos a nós próprios, mantemo-nos infantis e passamos a esperar de fora o que nos falta dentro. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Ou seja, ficamos presos ao que o OUTRO faz, ao que o OUTRO diz, ao que o OUTRO pensa, ao que o OUTRO devia ter feito, ao que o OUTRO talvez faça, ao que o OUTRO faz mal, ao que o OUTRO podia fazer melhor. Desta forma somos reféns, crianças infantis e irresponsáveis que projetam no outro todas as suas necessidades e carências.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escusado será dizer que só um bebé de berço tem a regalia de viver desta maneira e mesmo assim irá sentir muitas frustrações.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Viver de dentro para fora é antes de mais assumir que existe um EU, que esse EU tem necessidades e vontades próprias que não devem depender de ninguém e muito menos numa fase adulta. Esse EU está sujeito a um processo de maturidade social e evolução espiritual e logo precisa ter as rédeas da sua vida nas mãos, aprender a tomar responsabilidade pelo seu bem estar, equilíbrio e saúde a todos os níveis e principalmente a tomar decisões que dignifiquem o seu EU. Esse Eu vai precisar aprender a pensar pela própria cabeça, a tomar decisões de acordo com as suas ideias e valores, assim como fazer a gestão das suas emoções e investir em terapia e autoconhecimento. Por viver na matéria e ter um corpo esse EU precisa ter uma relação saudável com a sociedade onde vive, pagar as suas próprias contas e gerir as suas finanças, ir atrás dos seus sonhos, ser flexível suficiente para fazer mudanças sempre que esteja desconfortável. Cuidar do EU é ter muito consciente o que funciona para nós e o que não funciona, é ser livre o suficiente para não cair em apegos, ilusões e dependências desnecessárias que carregam o risco de nos tirar do nosso EU e de nos fazer cair na enorme tentação que é o OUTRO. </span><span style="font-weight: 400;"></p>
<p>Curiosa e infelizmente, a nossa sociedade não educa para a evolução do EU, não empodera o EU, não incentiva a autonomia do EU, não investe na saúde emocional, psicológica, espiritual ou financeira do EU e por isso a maioria não só tem um EU fraco como cai na ratoeira de buscar no OUTRO o que afinal temos em nós.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deixo assim o convite para procurares analisar no teu discurso, se falas mais no EU ou no OUTRO. Se ages mais por conta própria ou se alimentas expectativas em relação ao outro. Se ainda julgas, condenas, te revoltas, temes, esperas, comentas, atacas ou mesmo idealizas o outro, ou se simplesmente te foca no teu EU aqui e agora e em providenciar o que esse EU quer e precisa. Se tens resistência em estar sozinh@, se o OUTRO é sempre desculpa, prioridade ou razão, é sinal que o eu EU está abandonado e estás a viver de fora para dentro.<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Investe então e analisa o que o teu EU quer, o que o teu EU gostava, o que o teu EU precisa, o que o teu EU sente, o que o teu EU intui, o que o teu EU não gosta, o que o teu EU não aceita, o que o teu EU gostava de fazer mas ainda não teve o o teu apoio, coragem ou iniciativa, os sonhos do teu EU e depois então age então de dentro para fora.<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se queres perceber melhor a tua pessoa, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento actual, desafios passados e oportunidades presentes, envia email para veraluz@veraluz.pt ou ou encaminha para alguém que precise de ajuda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais informações consulta</span><a href="https://linktr.ee/veraluz_?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTAAYnJpZBExWHdGNW9XT2plamRGTnZuNgEepmyZWhE7nKP3e8PMTQ6PKYq3tsOULVWQYFZqvjASll1RLPfz0x9rqBsGy9Q_aem_giatWykZVrrIvVuotwzkeg"> <span style="font-weight: 400;">https://linktr.ee/veraluz_</span></a></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Image by <a href="https://pixabay.com/users/bniique-15567443/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5248678">Bruno Henrique</a> from <a href="https://pixabay.com//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5248678">Pixabay</a></span></p>
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		<title>A magia que se esconde nas sessões de Hipnoterapia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 09:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 5000 consultas de Hipnoterapia ensinaram-me muita coisa sobre o homem, Deus e o Universo, desabaram com muitas crenças ingénuas que tinha e proporcionaram-me ser testemunha da beleza e perfeição da vida. Em cada uma delas senti uma enorme gratidão por estar a ser testemunha de algo muito maior e muito mais belo e [...]]]></description>
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<p>Mais de 5000 consultas de Hipnoterapia ensinaram-me muita coisa sobre o homem, Deus e o Universo, desabaram com muitas crenças ingénuas que tinha e proporcionaram-me ser testemunha da beleza e perfeição da vida.</p>
<p>Em cada uma delas senti uma enorme gratidão por estar a ser testemunha de algo muito maior e muito mais belo e inteligente do que possamos imaginar sobre a nossa existência e sobre o processo de evolução espiritual a que todos estamos sujeitos. Embora a maioria, pela pela mente julgadora e resistente, insista em viver adormecido e resistir a qualquer tentativa de acordar para a sua responsabilidade sobre a sua vida e a sua evolução, a magia existe para quem tenha a coragem de sair da zona de conforto e aventurar-se numa experiência extraordinária.</p>
</div>
<div dir="auto"></div>
<p>Por estar neste lugar de facilitadora e como testemunha, deixo então aqui algumas observações curiosas sobre estas maravilhosas sessões.</p>
<p>Antes de mais, há que esclarecer que Hipnoterapia trabalha com um estado de transe perfeitamente natural no ser humano e que todos sentimos quando focamos a nossa atenção em algo, passando para segundo plano tudo o que nos rodeia, como por exemplo ver um filme no cinema, assistir a um jogo de futebol ou ler um livro que nos absorva. Ou seja, continuamos a ser nós, mantemos a consciência mas estamos focados numa determinada prioridade.</p>
<p>A técnica usada na hipnoterapia faz exatamente isto, tira o foco do mundo exterior, da mente racional e crítica e leva o foco para o mundo interior, o plano emocional, as memórias, os bloqueios, os traumas e também os sonhos não vividos, a melhor visão de nós próprios. Sem a mente racional que adora julgar, criticar, resistir, ridicularizar, negar, podemos assim aceder a partes de nós que se manteriam no inconsciente a condicionar negativamente a nossa vida.</p>
<p>A mente inconsciente, onde a Hipnoterapia consegue aceder, não conhece o mundo exterior, não percebe conceitos de tempo e  espaço, não diferencia mundo interior ou mundo exterior. Ou seja, seu for a uma praia ou imaginar uma praia, a mente apenas regista praia. Por essa razão quando hoje em adultos pensamos/lembramos/revisitamos uma memória traumática que vivemos aos 10 anos, as emoções disparam como se estivéssemos lá. Aproveitando-se então desse mecanismo, a terapia tem a intenção de incentivar mudança a essas memórias e bloqueios levando cura, compreensão, alívio, prazer, alegria e dando finais felizes a esses eventos.</p>
<p>Deixo então algumas curiosidades sobre o que acontece quando afastamos a mente crítica e acedemos à nossa essência;</p>
<div>
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<ul>
<li class="html-div xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x1gslohp x14z9mp x12nagc x1lziwak x1yc453h x126k92a xyk4ms5" dir="auto">Mesmo com as normais dúvidas e resistências iniciais típicas do nosso ego, a grande maioria faz a sua sessão sem dificuldade, acabando sempre com o mesmo deslumbramento pela descoberta de um mundo &#8220;novo&#8221; totalmente desconhecido até ali. Na verdade é uma viagem à nossa verdadeira essência ou às nossas várias partes, sejam elas maravilhosas sejam elas traumáticas e dolorosas, mas o reencontro com elas costuma ser sempre maravilhoso.</li>
<li dir="auto">Livre dos limites da 3D, a nossa consciência fica livre para revisitar experiências passadas não apenas como curiosidades mas sim para dar sentido às vivências actuais e percebermos de onde vêem emoções e sensações fantasma, ou seja que não têm razão de ser na vida presente.</li>
<li dir="auto">O trabalho de resgate da Criança Interior é curiosamente idêntico na maioria das pessoas. Depois de anos a viver na ilusão da mente que nos faz acreditar que o amor está nos outros, a pessoa vive pela primeira vez, um estado de amor consigo mesma, nasce o sentido de responsabilidade e cuidado com a sua própria criança interior. Qualquer culpa, raiva e dor projetada nos pais, é facilmente dissolvida pela perspectiva superior que o processo permite.</li>
<li dir="auto">A regressão a vidas passadas é feita de forma fluída e sem resistências, mesmo em pessoas que antes da sessão revelavam a sua hesitação quanto à veracidade da reencarnação, precisamente porque a mente racional é posta em segundo plano. A pessoa acaba por lidar com as memórias e personagens que surgem com a mesma naturalidade com que cruzamos com alguém na rua. Desses encontros surgem emoções profundíssimas que acabam por ser a prova no pós sessão de que algo novo e diferente foi realmente vivido e não apenas imaginado.</li>
<li dir="auto">A capacidade de sentimos que somos capazes de lembrar quem somos mas ao mesmo tempo de estar a viver as memórias de quem fomos noutras vidas, permite fazer essa ponte mágica e curadora de percebermos a lei do karma da perspectiva certa. Ou seja, conseguimos sentir e ver que o que quer que tenha acontecido no passado, está ligado vida presente, que somos a proposta de cura dessas velhas memórias, que temos uma responsabilidade pessoal em transformar e curar essas velhas dores ou elas ficarão presas dentro de nós em estado de sofrimento.</li>
<li dir="auto">Há uma pacificação natural com a ideia de que fomos nós que escolhemos as condições, pessoas e desafios da vida presente pois com o ego ausente, alma relembra-nos que estamos numa viagem de evolução e a nossa vida é o palco onde estão as oportunidades de evoluir.</li>
<li dir="auto">Se fosse o nosso ego a conduzir a experiência de regressão, ele iria sempre imaginar-se poderoso, perfeito, boa pessoa. Mas a verdade é que a maioria das pessoas consegue reconhecer vidas onde aconteceu o contrário, onde fizeram más escolhas, onde mataram, roubaram e no entanto observam essas experiências sem julgamento e com muita humildade e maturidade.</li>
<li dir="auto">A viagem &#8220;para cima&#8221;, usando um termo que a nossa mente racional compreende, é uma experiência maravilhosa pois volto a lembrar que sem a mente crítica, racional ancorada no medo, ficamos livres de aceder a frequências elevadas de consciência e amor puro. Por isso a ligação ao Eu Superior permite-nos o encontro relativamente fácil com Seres de Luz, com entes queridos que já partiram, com o nosso Mestre Interno onde teremos uma visão de quem realmente somos, seja na nossa essência divina de amor puro, seja nas nossas sombras e consequências das escolhas ancoradas no medo. Esta visão superior, sem os condicionamentos e julgamentos da mente inferior, dissolvem só por si muitos dos nossos medos, ilusões, apegos e resistências infundados.</li>
<li dir="auto">É maravilhosa a capacidade que temos de reconhecer almas desta vida com quem já nos cruzámos em vidas passadas, assim como sentir um amor profundo por alguém na regressão que sabemos não estar pesente na vida actual.</li>
<li dir="auto">Estamos tão habituados e condicionados pela nossa mente limitada, que vive em estado de sobrevivência, com a qual aprendemos a vermo-nos a nós, aos outros e ao mundo por essa lente estreita, que só mesmo a experiência de nos afastarmos dela um pouco, permite ver quem realmente somos, as ligações karmicas que temos uns aos outros, a Ordem Maior que tudo e todos liga.</li>
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<p>É difícil pôr por palavras toda a magia sentida numa sessão de Hipnoterapia, as revelações conseguidas, a perspectiva divina, a rendição a um Universo Inteligente, o alívio de velhos pesos, a libertação de velhas mágoas, a segurança e gratidão pelo que foi vivido e sentido, a certeza de que somos muito mais do que conhecíamos de nós até ali.  Fica o convite a uma experiência capaz de mudar a tua visão de ti mesmo e da vida.<br />
<span style="font-weight: 400;"><br />
Se queres perceber melhor a tua pessoa, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento actual, desafios passados e oportunidades presentes, envia email para veraluz@veraluz.pt ou ou encaminha para alguém que precise de ajuda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais informações consulta</span><a href="https://linktr.ee/veraluz_?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTAAYnJpZBExWHdGNW9XT2plamRGTnZuNgEepmyZWhE7nKP3e8PMTQ6PKYq3tsOULVWQYFZqvjASll1RLPfz0x9rqBsGy9Q_aem_giatWykZVrrIvVuotwzkeg"> <span style="font-weight: 400;">https://linktr.ee/veraluz_</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bem hajas e até já!</span></p>
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<p>Image by <a href="https://pixabay.com/users/s_sopian-12528857/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=9815606">Sopan Sopian</a> from <a href="https://pixabay.com//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=9815606">Pixabay</a></p>
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		<title>Maya &#8211; a ilusão do mundo</title>
		<link>https://veraluz.pt/maya-a-ilusao-do-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:52:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há uma tendência que as pessoas têm nas consultas de separar áreas de vida; amor, trabalho, dinheiro, saúde, filhos. E sim, são realmente áreas diferentes, que pedem atitudes diferentes, que originam emoções diferentes, que envolvem formas de relacionamento diferentes. Mas facilmente esquecemos que somos o denominador comum a todas elas. Todos temos uma tendência em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma tendência que as pessoas têm nas consultas de separar áreas de vida; amor, trabalho, dinheiro, saúde, filhos. E sim, são realmente áreas diferentes, que pedem atitudes diferentes, que originam emoções diferentes, que envolvem formas de relacionamento diferentes.</p>
<p>Mas facilmente esquecemos que somos o denominador comum a todas elas.</p>
<p>Todos temos uma tendência em separar cada área de vida ou analisá-las isoladamente, mas acabamos por adoptar duas posturas erradas que não nos ajudam em nada.</p>
<p>1ª Ver as áreas de vida pelo olho da carência e da ilusão, onde um Génio da Lâmpada irá usar coisas e pessoas que irão satisfazer todos os nossos desejos, vazios, dores e frustrações, coisa que obviamente não irá acontecer.</p>
<p>2ª Usar umas áreas de vida como compensação das frustrações causadas pelas dores das outras.</p>
<p>Por exemplo, a ilusão de ter um filho para sentir amor, ou ganhar mais dinheiro para sentir poder, ou casar para fugir à solidão. Ou se temos problemas amorosos, solidão, traição, abandono nos amores, vamos compensar com atenção e energia extra com filhos. Ou, ausência de amor de infância leva frequentemente a compensações com pessoas, comida, tabaco, álcool, jogo, compras, ou a falta de dinheiro leva a compensações com vícios, etc, etc.</p>
<p>Estas obsessões com o mundo exterior impedem-nos de aceder ao EU Alma no nosso interior que é afinal onde está a plenitude.<br />
Mas o que é isso da plenitude e como chego a ela, perguntamos todos?<br />
A plenitude é o estado de consciência de que já somos perfeitos na nossa diferença. Que não temos nada a mais ou a menos. Que não precisamos de nada ou de nos livrarmos de nada mas sim e apenas de nos rendermos ao que já somos.</p>
<p>Na prática são dois movimentos que estão interlaçados e que dependem um do outro;</p>
<p>1- precisamos abraçar as nossas sombras e dores, fazer as pazes com o lado pesado, difícil e doloroso da vida, mas, de onde vieram as mais valiosas e necessárias lições.</p>
<p>2- reconhecer a nossa luz, a nossa origem divina na forma de talentos, qualidades e características maravilhosas e únicas que todos carregamos em nós.</p>
<p>Por não sabermos ainda fazer essa gestão, reconhecer esses dois lados, aceder a esse potencial, a esse estado inteiro, Uno e Sagrado de quem realmente somos, por vivermos ainda em negação, resistência e inconsciência desse mundo interno, vamos projetar no exterior não ainda a beleza e luz que carregamos mas sim uma manta de retalhos do estado real em que estamos.</p>
<p>Por essa razão todos temos na nossa realidade pessoas e experiências maravilhosas que reflectem o que já reconhecemos de melhor, mas também pessoas e experiências negativas e pesadas do que ainda não foi reconhecido.</p>
<p>A tendência natural do ser humano é abrir o coração e ansiar pelo positivo e negar e rejeitar o negativo. No entanto, é precisamente essa ilusão que mantém o problema e nos impede a pacificação com a realidade, a aceitação dos dois lados, a integração das duas forças.</p>
<p>Não só precisamos então de aprender a ver todas as experiencias pelo olho da alma como válidas e nossas como compreender que somos o grande projector do mundo exterior e logo, pessoas e circinstnacias não são ocasionais mas sim reflexo do que não vemos ainda dentro de nós.</p>
<p>É esta a chamada visão divina, capaz de ver “the big picture”, que lições e aprendizagens se repetem em todas as áreas, capaz de observar padrões curiosos e inteligentes que ligam umas áreas às outras, capaz de reconhecer que as coisas não acontecem por “culpa” dos outros, por sorte ou azar ou por obra e graça do espírito santo, mas sim porque estão alinhadas com o processo de evolução do EU Alma interno e logo, a proposta não é evitá-las mas sim estudá-las, usá-las como forma de auto-conhecimento.</p>
<p>Precisamos olhar a árvore sim e analisar o seu funcionamento pois obviamente cada área de vida implica experiências, posturas, emoções diferentes, mas é na visão da floresta que todas as pequenas peças de unem, onde tudo faz sentido, onde percebemos perfeitamente como elas se ligam umas às outras.</p>
<p>Por essa razão, em TODAS as consultas, falamos da herança de vidas passadas, que padrões accionámos no passado, que más e boas escolhas fizemos pois esta vida é apenas mais um episódio dessa longa telenovela que é a nossa história Karmica, onde somos o grande protagonista.<br />
Por essa razão também, muito antes de irmos olhar para cada uma das áreas de vida, vamos olhar para os Pais, essa fonte inesgotável de informação sobre nós, sobre o nosso passado e sobre o nosso futuro.<br />
E para validar essa visão mágica e inteligente da vida, temos os mapas Astrológico e Numerológico que não só darão uma visão das áreas de vida mas principalmente a sagrada visão do TODO onde tudo se une e faz sentido. Essa é, para mim, a verdadeira visão do amor de nós próprios e da nossa vida e por consequência de tudo à nossa volta.</p>
<p>Quando aprendemos que o exterior é apenas uma tela de projecção do nosso interior, saímos das emoções baixas e pesadas com que o ego nos condiciona, julga, resiste, condena e vitimiza-se e acedemos à visão sagrada de que tudo o que nos rodeia são as lições a que nos propusemos, da função das pessoas à nossa volta como reflexo das dinâmicas karmicas a que viemos presos, dos problemas e desafios que afinal mais não são do que emaranhamentos que precisamos libertar. É na visão do TODO que iremos então descobrir como essas pessoas, circunstâncias e lições são curiosamente idênticas em todas as áreas de vida.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Independentemente das brigas entre egos em que nos deixamos arrastar com determinadas pessoas em que os laços são mais intensos ou mesmo dolorosos, no nível da alma todos fazem parte, todos são portadores de lições valiosas, todos espelham algo de nós que se bem integrado, nos irá devolver mais consciência de nós próprios e só por isso já lhes devemos gratidão. </span></p>
<p>Se queres perceber melhor a tua pessoa, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento actual, desafios passados e oportunidades presentes, envia email para veraluz@veraluz.pt ou ou encaminha para alguém que precise de ajuda.</p>
<p>Mais informações consulta <a class="x1fey0fg xmper1u x1edh9d7" href="https://linktr.ee/veraluz_">https://linktr.ee/veraluz_</a><br />
Bem hajas e até já!<br />
Vera Luz</p>
<p>Image by <a href="https://pixabay.com/users/tungart7-38741244/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=9046436">Tung Lam</a> from <a href="https://pixabay.com//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=9046436">Pixabay</a></p>
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		<title>A ilusão da vítima e do carrasco</title>
		<link>https://veraluz.pt/a-ilusao-da-vitima-e-do-carrasco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 18:54:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Muita gente se pergunta;  “Como é possível alguém tão bom e puro ter atraído uma pessoa tão má e diabólica?” ou “Como é que uma pessoa tão doce e paciente ter casado com um homem tão frio e egoísta?” ou “Como é que aqueles pais tão responsáveis e amorosos foram ter um filho tão infantil [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Muita gente se pergunta; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Como é possível alguém tão bom e puro ter atraído uma pessoa tão má e diabólica?” ou “Como é que uma pessoa tão doce e paciente ter casado com um homem tão frio e egoísta?” ou “Como é que aqueles pais tão responsáveis e amorosos foram ter um filho tão infantil e irresponsável?”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos ainda caímos um pouco na ilusão de separar o carrasco e a vítima. Ilusão porque na realidade a energia opera de forma inteligente e por isso atraímos espelhos e vibrações do que em nós vive inconsciente. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Essa velha ideia de separar bons e maus, vítimas e carrascos não se aplica na Nova Era. mais cedo ou mais tarde todos iremos aceitar a realidade de que o pior carrasco esconde em si a energia da luz e do amor assim como a mais inocente vítima esconde em si a energia do medo e da violência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Livre Arbítrio é o mecanismo que permite a cada um de nós fazer escolhas positivas ou negativas, escolhas essas que nos serão devolvidas pela Lei do Karma através das pessoas fáceis e difíceis que vêm parar à nossa vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes princípios orientais ancestrais, inteligentes, amorosos e sagrados, regem a nossa realidade e trazendo e levando das nossas vidas, o que permite que o plano de evolução aconteça. No entanto, mesmo sendo conceitos e leis relativamente simples de compreender, a maoria das vezes, ignoramos esta visão e caímos nas enormes tentações humanas do julgamento e da vitimização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É o nosso ego que insiste em nos manter iludidos de que somos sempre a vítima na mão de infinitos carrascos. Na crença de que somos sempre bons, que estamos sempre certos, que fizemos sempre a boa escolha e que o outro é sempre o mau, o errado, o carrasco. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas a verdade é que a Lei da Atração nunca se engana na porta e a realidade mostra que esta postura não raras vezes atrai precisamente o oposto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para além da ilusão a que estamos sujeitos, a dualidade que nos habita mostra o que a maioria ainda resiste a ver;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro do pior carrasco, está alguém com uma história de dor, de sofrimento, de trauma não integrado que age a partir da dor e que um dia, levado ao extremo, perderá a força e cairá na postura da vítima onde então terá então a oportunidade de se curar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro da “inocente” vítima esconde-se a raiva, o rancor, o ressentimento, a impotência, a vontade de vingança que aos poucos, levadas ao extremo conduzirão a posturas de carrasco. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, resposta a todas as questões iniciais?</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ambos estão na mesma vibração, atraídos pela Lei da atração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então mas o que têm em comum a vítima e o carrasco?</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Falta de consciência pessoal, falta de amor próprio, ilusões de procurar alimento no outro, carências emocionais profundas, ignorância espiritual, apegos e dependências exageradas, falta de autonomia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como diz o ditado, é preciso dois para dançar o tango. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas relações tóxicas, precisamente porque consistem de dois inconscientes e dois dependentes, há uma tendência a procurar a solução no outro, a precisar do outro para estar bem, a tentar que o outro mude, a usar jogos de manipulação para que o outro faça ou seja o que gostaríamos que fizesse ou fosse, usando ambos não raras vezes posturas de vítima e carrasco como vimos no início. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, tudo isto será em vão pois a cura jamais estará no outro mas sim no retorno individual e consciente de cada um à sua própria polaridade e depois então, ao seu próprio equilíbrio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A velha forma de ver as relações tóxicas fazia-nos perguntar; “Porque o outro é assim? Ou porque faz o que faz? Ou porque não é como eu gostava? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova forma consciente e saudável de observar as relações tóxicas deverá fazer-nos questionar; “ Porque atraí esta pessoa? O que tenho a aprender com ela? O que é que eu estou aqui a fazer? O que me prende a esta pessoa? O que ela mostra de mim que eu não sei e preciso conhecer?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">A educação religiosa dos últimos vinte séculos, levou-nos a acreditar que a postura da vítima é válida e aceite e o carrasco é sempre julgado e mau. Por essa razão, mantemo-nos ignorantes quanto à polaridade, arrastando estes padrões durante vidas seguidas. Ou seja, a vítima continua a projectar a sua sombra no carrasco e o carrasco continua desligado da sua luz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesses velhos tempos de ignorância espiritual, dogmas religiosos e verdades absolutas, havia razão para mantermos esta ignorância e adiar a cura do ser humano. Mas hoje, num tempo de informação, conhecimento e sabedoria em que vivemos, acessíveis a todos, manter a postura julgadora e separatista de vítima e carrasco, é viver na cegueira, é resistir ao óbvio, é escolher a postura infantil e não madura, adulta e responsável sobre si mesmo e sobre a vida.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Deixo-te um convite para observares, onde, com quem, de que forma é que ainda julgas alguém e te sentes vítima do seu comportamento, escolhas ou atitudes.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tens tido bom resultado?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sentes-te livre dessa pessoa?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Como lidas com o ressentimento, raiva ou rancor?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Já reparaste que tens mais do que uma pessoa assim na tua vida?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Provavelmente Mãe, Pai ou algum dos irmãos?</span></li>
<li aria-level="1">Sabias que outro é apenas espelho de uma sombra tua que rejeitas em ti mesm@?</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sabias que o teu julgamento é o que te prende a essa energia?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sabias que essa pessoa faz parte do teu Karma pessoal?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sabia que há formas de te libertares desses padrões e evitar repetir essa dor?</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Se queres perceber melhor a tua pessoa, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento actual, desafios passados e oportunidades presentes, envia email para veraluz@veraluz.pt ou ou encaminha para alguém que precise de ajuda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais informações consulta</span><a href="https://linktr.ee/veraluz_?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTAAYnJpZBExWHdGNW9XT2plamRGTnZuNgEepmyZWhE7nKP3e8PMTQ6PKYq3tsOULVWQYFZqvjASll1RLPfz0x9rqBsGy9Q_aem_giatWykZVrrIvVuotwzkeg"> <span style="font-weight: 400;">https://linktr.ee/veraluz_</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bem hajas e até já!</span></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/veraluzterapias?__cft__[0]=AZWMpObfw2RBPIpVQKU64LhBefdsRD43r32MCp88gwo20ah449mCp-Y59y1UM6ccKAZT6p-z1kk3AKchZVDl-R6CDjt-IVPgOtul_RikCT6dDL5dri8IZ1poxE_ybwkYOku6INV6QSuLNYN750AHbXXaEv2qkHQSLpraNtLseAaFoGueRMXXUA-OGq1qhTK8vMoKeg3_gVyaaVCknp3M_R82&amp;__tn__=-]K-R"><span style="font-weight: 400;">Vera Luz</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/magwood_photography-6599853/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3777403">Nick Magwood</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3777403">Pixabay</a></p>
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		<title>Iluminação; o acto de Iluminar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 14:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Fugimos da dor com todas as forças que temos. Evitamo-la a qualquer custo. Julgamos o seu poder destruidor de forma exclusivamente negativa. Fingimos que a dor não existe e contornamos pessoas e situações que ameaçam magoar-nos. Agredimos, atacamos e evitamos quem representa dor na nossa vida. Responsabilizamos infantilmente as nossas dores com o comportamento do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fugimos da dor com todas as forças que temos.<br />
Evitamo-la a qualquer custo.<br />
Julgamos o seu poder destruidor de forma exclusivamente negativa.<br />
Fingimos que a dor não existe e contornamos pessoas e situações que ameaçam magoar-nos.<br />
Agredimos, atacamos e evitamos quem representa dor na nossa vida.<br />
Responsabilizamos infantilmente as nossas dores com o comportamento do outro.<br />
Manipulamos pessoas e circunstâncias numa tentativa vã de evitar a dor.</p>
<p>Tanta energia desperdiçada tentando fugir da inevitável experiência da dor que é afinal tão importante como a alegria e o prazer pois ambas são sinais importantes do nosso GPS interno que nos orientam no nosso caminho.</p>
<p>Tal como o prazer e a alegria nos fazem sentir bem, validam quem somos, servem de benção entre nós e a vida ou Deus, incentivam à humildade, fé e gratidão, também a dor tem mensagens valiosas para nós que desperdiçamos quando insistimos em evitar e fugir dela.</p>
<p>A dor, o desconforto, a resistência, o medo são tudo sinais de que a energia não flui, seja com determinada pessoa ou em determinados ambientes e tarefas. Claro que o primeiro impulso de sobrevivência é fugir e evitar dor e sofrimento ou mesmo negá-la. Mas essa atitude só mantém o problema. A dor não vem para castigar mas sim para acordar. Ela não pede repetição mas sim consciência, reorientação, mudança, transformação.</p>
<p>O conceito de confiar e fluir com a Vida tem precisamente como base uma fé inabalável e incondicional na inteligência da vida, uma confiança completa nas Leis Cósmicas do Amor que garantem que todos os movimentos são inteligentemente sustentados pela justiça divina. Sejam os mais belos e amorosos, sejam os mais negros e diabólicos.</p>
<p>O nosso grande desafio é viver a filosofia do equilíbrio que reconhece que as duas experiências, positiva e negativa, luz e sombra, fazem parte da vida. São apenas duas faces da mesma moeda. Duas experiências complementares e essenciais uma à outra. Tal como água fria e quente permitem o morno quando as duas integradas.</p>
<p>A filosofia do equilíbrio não tem nada a ver com ser bonzinho, dar tudo ao outro ou perdoar seja quem for. Tem a ver antes de mais com o reconhecimento da importância e função das duas energias na nossa vida. Qual afinal a proposta de cada uma.</p>
<p>Com a Luz, somos lembrados da mensagem do amor e da Ordem inteligente da vida. Somos testemunhas da Luz quando vemos tolerância, beleza, humildade, carinho e sentimos verdadeira alegria de viver. Quando sentimos a luz reforçamos a nossa fé através de pessoas maravilhosas que nos rodeiam, das oportunidades que nos chegam, da fácil ou leve resolução de problemas. A Luz é a experiência de que a vida pode ser bela, simples, leve e feliz. Com a Luz temos a oportunidade de viver os os desafios com consciência, de olhar para a vida com humildade e respeito, de viver com coragem e liberdade a gigante proposta de evolução individual.</p>
<p>Seria maravilhoso que fosse só assim, mas a proposta da Terra assemelha-se a uma escola exigentíssima onde a par com as experiências maravilhosas que ela tem para nos dar, teremos uma espécie de BootCamp da Alma, ou seja as experiências de crescimento e de superação.</p>
<p>Com a sombra somos então convidados a lidar com os pesos da vida, a amadurecer e aceitar a responsabilidade sobre velhas questões Karmicas que atraímos, ou seja, velhas experiências que não respeitaram as Leis do Amor e por isso, nos aprisionaram à dor e à sombra. É-nos proposto identificar e transmutar padrões negativos que nos mantêm no escuro. É na sombra que se esconde difícil proposta de rendição à Lei do Karma e de aceitarmos responsabilidade por más escolhas do passado. É a sombra que nos mantém numa vibração baixa, que nos empurra para velhas circunstâncias e relações pesadas ou problemáticas com quem andamos presos há muito tempo em busca de Luz. Não como castigo mas como oportunidade de cura. A dor, a frustração, a impotência, a perda são apenas sinais do que ainda não foi olhado, compreendido e iluminado com a Luz do amor.</p>
<p>Viver iluminado não é então viver apenas a Luz e negar ou fugir das experiências da sombra pois essa é uma postura infantil que só irá gerar problemas. Muito menos é acharmos que nós já somos a luz e os outros ou o mundo é são a sombra.</p>
<p>Como a própria palavra diz, iluminação é o acto de iluminar. Pressupõe a existência da sombra.</p>
<p>É a escolha consciente de iluminar o que está na sombra e só conseguimos fazer isso quando temos consciência da nossa sombra, de como ela se esconde, como ela sobrevive e dos passos que teremos que dar para transformá-la e iluminá-la.</p>
<p>Tenho observado ao longo de muitos anos que a maioria não leva a sério este trabalho por uma sismples razão; IGNORÂNCIA!<br />
Razão completamente ridícula no século XXI quando temos tanto conhecimento e sabedoria acessível na ponta dos dedos.</p>
<p>Desperdiçamos metade da nossa encarnação, sem perceber quem somos, porque estamos cá e qual a razão da nossa existência, repetindo cegamente os padrões da sombra que trazemos do passado e outra metade a projetá-la nas pessoas e circunstância à nossa volta, ficando reféns da vitimização gerando assim ainda mais sombra.</p>
<p>As experiências da dor e da perda servem o propósito de nos acordar e responsabilizar a dar uma positiva, curadora e amorosa resposta aos velhos desafios. Mas a verdade é que não precisamos sofrer tanto quando o conhecimento e a sabedoria são o caminho mais leve e fácil para o mesmo fim.</p>
<p>Se queres perceber melhor a tua pessoa, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento actual, desafios passados e oportunidades presentes, envia email para veraluz@veraluz.pt ou ou encaminha para alguém que precise de ajuda.<br />
Mais informações consulta <a class="x1fey0fg xmper1u x1edh9d7" href="https://linktr.ee/veraluz_">https://linktr.ee/veraluz_</a><br />
Bem hajas e até já!<br />
<span class="xv78j7m" spellcheck="false">Vera Luz</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Image by <a href="https://pixabay.com/users/jandenouden-923102/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=716342">Jan den Ouden</a> from <a href="https://pixabay.com//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=716342">Pixabay</a></p>
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		<title>Dia da Mãe</title>
		<link>https://veraluz.pt/dia-da-mae/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 12:18:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Criança Interior]]></category>
		<category><![CDATA[espelho]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[reencarnação]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[À beira de mais um dia da Mãe, acordei hoje a pensar como era vivido este papel há 100 anos atrás, tanto na forma de filhos como de mães.  100 anos parece muito tempo, mas a verdade é que para alguns ainda vivos, estamos a falar dos pais, para outros dos avós e dos mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">À beira de mais um dia da Mãe, acordei hoje a pensar como era vivido este papel há 100 anos atrás, tanto na forma de filhos como de mães. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">100 anos parece muito tempo, mas a verdade é que para alguns ainda vivos, estamos a falar dos pais, para outros dos avós e dos mais novos, os bisavós. Ou seja, cronologicamente, 100 anos parece muito tempo, mas a herança invisível a nível de tradições, comportamentos, hábitos, emoções, crenças, valores, dores, traumas e tendências está mais viva do que pensamos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em todas as linhagens, irá então sempre haver o conhecido choque de gerações que resulta entre o peso e a herança dessas memórias do passado com que nascemos, quase sempre representadas nos pais e as novas oportunidades de liberdade, crescimento e evolução que a sociedade mais moderna em que nascemos nos oferece. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, nós somos memória ambulante, somos o produto final de todas as experiências que já vivemos em vidas passadas, e iremos manter-nos presos às dinâmicas e prisões do passado até que a vida, na sua inteligência cósmica evolutiva, nos empurre para as circunstâncias certas que nos convidam a libertar e transformar esse passado em novas e mais actualizadas versões de nós próprios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas se hoje, esta visão espiritual, Karmica e evolutiva já começa a ser normal e estes conceitos orientais compreendidos pela maioria e aceites como saudáveis e válidos, há 100 anos atrás, principalmente aqui no Ocidente, o conceito do Eu, do indivíduo, das suas dores, da busca da felicidade e do seu papel no Universo estavam condicionados pela religião e seus dogmas de perfeição, culpa, julgamento e medo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As bases da espiritualidade e do desenvolvimento pessoal que conhecemos hoje tais como consciência pessoal, responsabilidade Karmica, amor próprio, respeito pessoal, livre arbítrio, Hermetismo, equilíbrio emocional, liberdade criativa, evolução espiritual não tinham lugar numa sociedade onde o indivíduo estava ainda muito preso aos papéis que representava no mundo exterior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mundo interior e suas normais flutuações psicológicas, espirituais e emocionais era tema tabu, ignorado, abafado e até ridicularizado, levando a maioria a identificar-se com o exterior, com os papéis familiares, com os bens materiais, com máscaras e comportamentos sociais, criando por compensação mecanismos de defesa, negação e proteção a qualquer sinal de desconforto interno. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Eu só existia em referência com o exterior, em relação com algo ou alguém. Ou seja, nos papéis familiares principalmente no papel de filhos, nos papéis relacionais de esposo ou esposa, no papel de mãe e pai, nos papéis profissionais e financeiros ou através de títulos e cargos, papéis religiosos, desportivos, artísticos, mas sempre papéis exteriores. Não é difícil então de perceber que essa exagerada identificação originava enormes ilusões quanto à nossa identidade e ao papel do outro na nossa vida, enormes dependências que nos levaram a dominar ou ser dominados nas relações e enormes apegos que nos condicionaram ou mesmo impediram o processo de amadurecimento e identidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O EU, suas necessidades, resistências e vontades pessoais, seus gostos e aversões, suas emoções e estados de espírito, suas dúvidas e questões intelectuais, sua vontade de ser livre e viver à sua maneira simplesmente não estavam presentes, não tinham espaço para existir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Penso que hoje em dia seja muito difícil para nós, principalmente os mais jovens, imaginar esta forma de viver e estar na vida. Mas muitos ainda vivem fiéis a esse passado, leais às dores dos seus antepassados, repetindo inconscientemente esses padrões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seguindo o tema de hoje do dia da Mãe, tenho observado que os papéis que representamos como filhos e como pais, carregam até hoje muitas memórias de tempos onde eram vividos de forma intensa demais, com ilusões, apegos e dependências em exagero que impediram o EU de se formar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vemos este fenômeno nos mapas astrológicos onde as Casas 4, 5 e 10, aspectos Karmicos à Lua e ao Sol e os arquétipos de Leão e Caranguejo estejam exacerbados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em todos, mas principalmente nestes mapas, o papel de mãe dominou a encarnação. Era através desse papel que se desenvolvia a identidade pessoal, familiar e social, era neste papel que a mulher ia buscar a razão de viver, o amor que precisava, o objeto da sua autoridade ou manipulação, o espelho das suas frustrações e idealizações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As relações eram vistas como uma espécie de uma empresa onde o Pai providenciava o dinheiro e a segurança e a Mãe era a responsável pela gestão da casa, pela educação dos filhos que ia até ao casamento dos mesmos, e mais tarde, pelo papel de avó. A lealdade ao passado era total através do orgulho em manter tradições vivas e repetir padrões herdados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A liberdade de ser, pensar ou fazer diferente não existia para a maioria e quem se atrevia a ser diferente era excluído, excomungado, rejeitado, posto de parte e dado como louco sem dó nem piedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isto tudo para dizer que, todas nós mulheres / mães, filhas e netas de mães e avós, carregamos dentro de nós este passado que, como vimos, está cheio de prisões, condicionantes, traumas e dores que nunca foram olhadas, honradas ou transformadas. Quem sabe, daqui a 7 anos com a entrada de Urano em Caranguejo, todos tenhamos a oportunidade de limpar essa área de vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é raro ser testemunha em consulta, das dores da mãe que não deu amor, da mãe ausente, da mãe que abandonou, da mãe fria, da mãe violenta, da mãe ocupada com os outros, da mãe que morre no parto, da mãe imatura e submissa, da mãe que viveu exclusivamente para o marido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Precisamos sair da cadeira da criança cobradora e cheia de direitos para a cadeira do adulto que compreende que ninguém dá o que não tem para dar. Que as nossas mães foram também elas vítimas de um tempo onde não se falava em emoções, onde ninguém queria saber da felicidade e bem estar delas, onde eram obrigadas a parecer bem mesmo que não estivessem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Convido-te por isso neste dia especial da Mãe, a agradecer a vida que ela te deu e a reconhecer que nunca deveu mais do que isso.<br />
Convido-te a desenvolver compaixão pelas dores dela que não duvides, são muito maiores do que a tua.<br />
Convido-te a fazeres as pazes com a pessoa que ela é ou foi e lembrar que a escolheste por te servir no teu propósito evolutivo. Se ainda não percebeste qual é, incentivo-te a fazer essa pesquisa pois é libertadora!<br />
Convido-te a aceitar todos os erros e falhas que ela cometeu e a aceitar a simples humanidade e estado real evolutivo dela que apenas foi e deu o que conseguiu.<br />
Convido-te a rejeitar a ideia de que o teu sofrimento se deve a ela, o que não é verdade pois cada um carrega as suas próprias dores do seu próprio Karma. Tu escolheste-a por ela representar as dores inconscientes do teu passado como um espelho conveniente e necessário.<br />
Convido-te a fechar os olhos e imaginar-te a dares-lhe um abraço agradecendo a vida que ela te deu, aceitando que as dores que as duas sentiram ao longo da vida como pertencendo ao Karma de cada uma.<br />
Convido-te a aceitar e a respeitar os limites dela, a incapacidade de te dar o amor, a liberdade e o respeito que achas que mereces pois já percebeste que ela também não os teve.<br />
Convido-te a fazer as pazes com a ideia de que não és responsável pela felicidade dela e se ela não está bem, ou nada faz para mudar, deve-se às suas escolhas e condicionantes da vida presente.<br />
Convido-te a não teres pena dela ou das dores que viveu. Lembra que também ela tem o seu Karma que não raras vezes por não ser transmutado é repetido e vive as consequências das suas velhas escolhas e terá como tu, oportunidade de reencarnar, corrigir e atingir um novo patamar de evolução.<br />
Convido-te a ires ao teu coração imaginar o laço de amor que te liga a ela e limpá-lo de qualquer ressentimento, rancor, raiva, tristeza, deixando-o leve, brilhante e cheio de amor a fluir em ambas as direções.<br />
Convido-te a ires para além da mãe que ela é e veres todas as camadas que ela carrega dentro tal como tu; a sua criança interior, a filha que também foi, traumas e frustrações de infância, sonhos não realizados, rejeições e dores amorosas, desiluões sociais, inseguranças várias, prisões intelectuais, filosóficas, emocionais e espirituais que não teve oportunidade de curar.<br />
Convido-te a não quereres salvá-la por mais que te doa o estado em que ela está, caso ela não queira mudar. Lembra que é resultado das suas escolhas e ela merece respeito pelos seus limites. O futuro lhe trará, tal como te trouxe a ti, oportunidades de crescimento e evolução.<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Por isso, esteja a Mãe presente ou ausente, seja ela perfeita ou um desafio, desejo-te um dia da Mãe vivido em Amor e com a presença dela no teu Coração </span></p>
<p>Vera Luz</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="g5e4N8sYZX"><p><a href="https://veraluz.pt/dia-da-mae-uma-visao-terapeutica/">Dia da Mãe &#8211; uma visão terapêutica</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Dia da Mãe &#8211; uma visão terapêutica&#8221; &#8212; Vera Luz" src="https://veraluz.pt/dia-da-mae-uma-visao-terapeutica/embed/#?secret=lAlYwXxK0c#?secret=g5e4N8sYZX" data-secret="g5e4N8sYZX" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Resistência &#8211; o grande obstáculo da nossa evolução</title>
		<link>https://veraluz.pt/a-resistencia-o-grande-inimigo/</link>
					<comments>https://veraluz.pt/a-resistencia-o-grande-inimigo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:40:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Olá Vera! Tenho de lhe contar que depois da consulta fiquei bastante desconfortável. Agora, depois de ter ouvido a gravação mais do que uma vez, depois de ter processado, tenho de lhe contar que estou entusiasmada, estou diferente, tenho um propósito, inscrevi me num curso profissional para terapeutas!! Vejo algo novo a surgir na minha [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Olá Vera!<br />
Tenho de lhe contar que depois da consulta fiquei bastante desconfortável.<br />
Agora, depois de ter ouvido a gravação mais do que uma vez, depois de ter processado, tenho de lhe contar que estou entusiasmada, estou diferente, tenho um propósito, inscrevi me num curso profissional para terapeutas!!<br />
Vejo algo novo a surgir na minha vida e estou lhe muito muito grata!!<br />
Obrigada e bem haja!<br />
Abraço &#8221;</p>
<p>Este testemunho não fala apenas do quanto uma consulta de Astrologia Karmica pode ser desconfortável numa primeira fase. Há muitos anos que estou habituada a esse tipo de feedback e até já escrevi um texto sobre esse assunto que deixo abaixo.</p>
<p>Este testemunho fala também sobre um dos maiores obstáculos, se não mesmo, o maior obstáculo que o ser humano precisa superar para para viver de forma consciente, autêntica, corajosa, disciplinada e alinhada com o seu propósito pessoal e com a inteligência da vida; a Resistência.</p>
<p>O medo tem muitos disfarces e a Resistência é um deles.<br />
Se não tivermos consciência do quanto ela nos pode condicionar, sem nos darmos conta que ela se disfarça das mais variadas maneiras, viveremos aquém do nosso potencial.</p>
<p>Para entendermos melhor a resistência, precisamos perceber porque ela existe e afinal a que é que ela está a oferecer resistência.</p>
<p>Todo o ser humano carrega em si a dualidade cósmica à qual atribuímos os mais variados nomes e conceitos. Yin e Yang, Feminino e Masculino, Dia e Noite, Verão e Inverno, Quente e Frio, etc.</p>
<p>Hoje vou usar, Amor e Medo.</p>
<p>A parte do Amor tem como propósito viver consciente da sua essência espiritual por isso sabe que é livre, sagrada, eterna e que cada experiência virá perfeita no tempo certo. Irá então ser capaz de compreender e fluir pelas experiências, manter-se positiva e disponível para a vida, ir em frente, agir com coragem e sensibilidade, desbravar território, superar obstáculos, confiar na vida, ser um portador da mensagem e experiência do Amor para si mesmo e para os outros. Consciente das infinitas experiências que o Planeta Terra oferece, a energia do Amor não se agarra a nada nem ninguém, concentrando e investindo o seu foco no seu processo de maturidade e no que tem a aprender com cada momento.</p>
<p>A parte do Medo tem como propósito a sobrevivência do corpo, da nossa identidade física, que como sabemos tem um prazo curto de cerca de 100 anos. Irá por isso agir como defesa permanente de qualquer tipo de perigo que possa colocar a sua existência / identidade / segurança em causa. Evitar encontros e experiências, arranjar desculpas, pôr a culpa nos outros, vitimizar-se, agredir, mentir a si mesmo e aos outros, fingir, manipular, controlar pessoas e experiências das mais variadas maneiras, normalmente com cenários negativos ou catastróficos, mais não são do que mecanismos de sobrevivência que servem o propósito de nos ajudar a evitar o &#8220;perigo&#8221; e nos manter numa hipotética &#8220;segurança&#8221;.</p>
<p>Pelo peso energético que tem, e pelo excesso de atenção (energia) que lhe damos, na balança entre o amor e o medo, o medo ganha, sem sombra de dúvida, na maioria das pessoas e vai reflectir-se na forma como RESISTIMOS a todo e qualquer convite de sair do controle e da zona de conforto.</p>
<p>Por isso, para quem nem nunca sequer meditou sobre estas questões, podemos imaginar a facilidade com que permitimos que o medo domine a nossa vida e escolhas, sem que tenhamos consciência disso.</p>
<p>Momentos importantes de tomar decisões, alimentar os nossos sonhos, fazer escolhas, considerar planos de futuro, processar experiências do passado, viver o presente, darão obviamente resultados francamente diferentes entre uma pessoa ancorada na energia do amor ou na energia do medo.</p>
<p>Claro que todos acreditamos que já estamos ancorados na energia do amor, mas apenas porque estamos profundamente inconscientes do poder do medo e das suas infinitas amarras e condicionantes tanto internas como externas.</p>
<p>Então, mas como posso tomar consciência de como estou pres@ ao medo, perguntas tu?</p>
<p>&#8211; Observando-te a ti mesmo e a todos os momentos em que a resistência / medo te levam a evitar mudanças e a manter as coisas como estão.</p>
<p>&#8211; Tomando consciência onde, como e com quem ainda controlas pessoas e experiências, queres previsibilidade e garantias, exerces força e lutas com a realidade para além do bom senso e do que é confortável.</p>
<p>&#8211; Estudando o teu mapa astrológico que te mostrará inclusivé com que resistências já nasceste e qual o caminho da libertação e do amor.</p>
<p>&#8211; Procurando nas pessoas difíceis à tua volta, espelhos do que ainda vive negado dentro de ti.</p>
<p>&#8211; Identificando onde, como e com quem dás desculpas, dizes que não quando gostavas de dizer, SIM.</p>
<p>&#8211; Vivendo em função dos outros , seja a exigir ou a dar demais, fazendo dos outros uma prioridade, acreditando ser importante ou mesmo insubstituível na vida dos outros, usando os outros para fugir de si mesmo, agindo como salvador da pátria ou mártir, manipulando os outros para se manter no lugar de vítima e assumir as rédeas da sua vida.</p>
<p>&#8211; Percebendo que pior do que mentir aos outros, é mentirmo-nos a nós próprios, fingindo que estamos bem e que não precisamos mudar nada quando na verdade há um vazio, há toxidade, há frustração, há depressão.</p>
<p>&#8211; Reconhecendo que sempre que a vida te empurra para fora da zona de conforto e te convida a confiar no novo e no desconhecido, tu arranjas um milhão de razões para alimentar o medo e prever desfechos catastróficos que mais não são do que níveis ainda mais profundos de resistência.</p>
<p>O Caminho Espiritual não é nenhuma rota geográfica, nem está preso a nenhuma verdade absoluta ou sequer a religião nenhuma. É sim um Caminho de Consciência interior na descoberta de quem somos. Não quem somos; nome, morada, idade e profissão, mas sim de onde viemos, para onde vamos, quem somos quando estamos sozinhos, longe dos papéis e máscaras sociais que mantemos.</p>
<p>Levei muitos anos de muito estudo e observação de milhares de consultas, inclusive do meu próprio percurso, a ser capaz de resumir de forma simples, em que consiste afinal esse Caminho Espiritual. Embora ele pareça simples de explicar, irão perceber nos 3 passos o quanto ele é exigente e imensamente desafiante de cumprir.</p>
<p>&#8211; Integrar, pacificar e libertar com amor e gratidão todas as experiências, pessoas e circunstâncias que fizeram parte do teu passado, incluíndo o que herdámos de vidas passadas. Precisamente porque nem sempre lembramos o passado, essas energias reaparecem no presente noutras pessoas e circunstâncias para que possamos então fechar os nossos ciclos com elas.<br />
Neste passo, a resistência dificulta-nos a integração do passado, colocando-nos no lugar da vítima, recusando a responsabilidade Karmica pelas pessoas e eventos que atraímos, julgando e projetando essas velhas sombras nos outros, impedindo-nos de as libertar e aprender valiosas lições com essas experiências e pessoas.</p>
<p>&#8211; Tomar consciência das aprendizagens e propósito evolutivo da vida presente e alinhar as escolhas de hoje com esse objetivo, libertando tudo o que não está alinhado e pagando os preços que essas escolhas implicam. Seja a consciência que já tens da mensagem do teu mapa astrológico, seja simplesmente o teu coração a falar mais alto e a mostrar-te o que lhe é importante, este passo exige coragem, foco e determinação em seguir o que nos faz sentido.<br />
Aqui a resistência leva-nos a manter zonas de conforto mesmo que desconfortáveis, a evitar terapias e livros de auto-conhecimento, a desacreditar qualquer fonte de consciência que possa pôr em causa a resistência na forma de apegos, ilusões, dependências todas ancoradas no medo.</p>
<p>&#8211; Reconhecer que o presente mais não é do que o palco onde as duas forças, passado e futuro se cruzam e por essa razão a proposta do Caminho é aprender a viver com humildade, sem qualquer resistência, com mente e coração abertos, em total confiança e fé de que o que nos chega faz parte da nossa história e precisa ser recebido com amor e honrado.<br />
Aqui que a resistência em controlar a realidade, em idealizar cenários de como gostávamos que a vida fosse, impedindo-nos de ver a vida como ela é, de ler os sinais que nos vão mostrando como fechar o passado e como identificar os convites para avançar para o novo futuro.</p>
<p>Como vês, não são fáceis. No entanto, a Terapia Espiritual e a Astrologia Karmica ajudam a lidar com cada uma destas três desafiantes questões existenciais. Não lidar com elas, permitir que a rotina nos engula e adormeça, é permitir que o medo nos governe e nos aprisione num presente ancorado no medo, vazio e sem sentido.</p>
<p>Por isso, se queres perceber melhor as tuas relações, a tua pessoa, os teus desafios passados e oportunidades presentes, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento actual, envia email para veraluz@veraluz.pt ou ou encaminha para alguém que precise de ajuda.</p>
<p>Mais informações consulta <a class="x1fey0fg xmper1u x1edh9d7" href="https://linktr.ee/veraluz_">https://linktr.ee/veraluz_</a><br />
Bem hajas e até já! &lt;3<br />
<span class="xv78j7m" spellcheck="false">Vera Luz &#8211; Astrologia Karmica &amp; Regressão a Vidas Passadas</span></p>
<p>Image by <a href="https://pixabay.com/users/arc-fotos-808229/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=652628">ARC</a> from <a href="https://pixabay.com//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=652628">Pixabay</a></p>
<p><a class="x1fey0fg xmper1u x1edh9d7" href="https://veraluz.pt/perigos-de-uma-consulta-de-astrologia-karmica/">https://veraluz.pt/perigos-de-uma-consulta-de-astrologia-karmica/</a></p>
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		<title>Perigos de uma consulta de Astrologia Karmica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 10:28:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Não é raro ouvir estas frases no início de uma primeira consulta de astrologia: Estou um bocadinho nervosa Há anos que estou para cá vir, mas tinha medo Estou com receio do que vou ouvir Depois de muito adiar, lá segui os sinais e cá estou eu Tenho medo que me vá dizer coisas horríveis  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Não é raro ouvir estas frases no início de uma primeira consulta de astrologia:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Estou um bocadinho nervosa</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Há anos que estou para cá vir, mas tinha medo</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Estou com receio do que vou ouvir</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Depois de muito adiar, lá segui os sinais e cá estou eu</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tenho medo que me vá dizer coisas horríveis </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas e outras formas de resistência, tais como corpos tensos, vozes trêmulas, ataques de pânico, calores súbitos são normais para quem se aventura pela primeira vez numa consulta de Astrologia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas será que há assim tanta razão para temer esta experiência?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A verdade é que há sim. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não que os astrólogos façam mal a alguém obviamente. Mas sim pelo poder que a informação tem de despertar a nossa consciência, de revolucionar a nossa visão do mundo e de ser activadora de mudanças radicais na nossa vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas então porque umas pessoas se aventuram nesse mundo, viveram a experiência das suas consultas pessoais e até se tornaram astrólogos, enquanto que outros resistem, evitam, negam e até desacreditam do seu poder?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os que se aventuraram alimentam-se da liberdade, aprenderam a reconhecer os seus desconfortos e crises e vão em busca de cura, libertação e orientação quando se sentem perdidos. Não se conformam com vidas medíocres de dependências e submissão aos outros, não se resignam com o sofrimento ou vitimização, antes vêm-no como prisões Karmicas das quais nasceram para se libertar. Os aventureiros acreditam nas Leis do Amor e na Ordem do Universo e por isso sabem que as mudanças fazem parte da vida e confiam que são sempre guiadas por deus para patamares melhores e mais felizes. Os conscientes confiam na mensagem das estrelas como oráculo de consciência espiritual que revela a razão evolutiva por trás dos desafios da vida, confiam na Inteligência da vida e por isso estão abertos a tudo, a todos como fontes de sinais divinos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os que resistem, alimentam-se do medo, aprenderam a controlar a vida, iludem-se com pessoas e circunstâncias, atacam qualquer referência diferente pois acreditam que as coisas devem ser como eles querem ou acham certo, fechando-se a si mesmos em bolhas de ilusão e apegos. Desconectados das suas emoções ou da sua bússola interna, vivem a vida sob esforço, agarrados a falsas seguranças, quantas vezes em sofrimento inútil, apenas porque resistem a questionarem-se a si mesmos e a fugir de qualquer proposta de mudança, seja ela física, emocional ou mental. Por viverem em permanente estado de tensão e controle da sua realidade, não percebem o conceito de fluir com a vida e evitam a qualquer custo experiências que os façam desabar, que desconstruam as suas crenças, que lhes façam ver que são os grandes causadores do seu próprio sofrimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora os tempos estejam a mudar e cada vez mais vemos pessoas de mente aberta e com a coragem de questionar tudo à sua volta, a verdade é que a nossa sociedade vive predominantemente em estado de medo, resistência a qualquer ameaça à sua “segurança” e violência quando essa segurança é posta em causa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Claro que cada um viverá o seu estágio nos seus tempos de evolução. A polaridade do medo/resistência e do amor/coragem vivem dentro de cada um de nós e está na nossa escolha decidir qual dessas forças iremos seguir, sabendo que cada escolha irá gerar consequências. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, uma consulta de astrologia trás o perigo da pessoa perceber que todos os carrascos com quem lutou a vida toda, são afinal projecções da sua sombra, e enquanto não se pacificar com ela e com os seus carrascos, ela manter-se-á viva. É natural que sinta um enorme  desconforto quando compreender que todas as escolhas que está a fazer na sua vida, não estão sustentadas no amor próprio nem estão alinhadas com o seu propósito evolutivo. Antes pelo contrário, estão a aprisioná-la a pessoas e circunstâncias que não lhe dizem nada e a manter e repetir padrões tóxicos do passado. Há também o perigo de a pessoa perceber que está exclusivamente nas suas mãos, fazer mudanças, fechar, curar e libertar tudo o que não esteja alinhado com a vibração do amor, do respeito, da harmonia. Também nunca é um momento fácil quando descobrimos que a infância e os pais foram escolhidos a dedo como perfeitos para a nossa história e que têm um papel importantíssimo no nosso auto-conhecimento. Há uma enorme possibilidade de chorar quando a pessoa se apercebe que a sua falta de amor próprio foi a causadora da dor que sofreu quando procurou o amor no outro. Não raras vezes a pessoa revela a posteriori que andou algum tempo perdida e desorientada depois da consulta mas que foi desse desconforto que se encontrou a si mesma e aprender a fazer novas escolhas. É muito comum atender pessoas 6 meses, 1 ano, 5 anos, 10 anos depois e ouvir; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Vera, depois da sua consulta, nunca mais fui a mesma! A minha vida mudou completamente e nunca estive tão bem.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Resumindo, uma consulta de Astrologia Karmica pode ser desconfortável sim, pode fazer desabar totalmente a pessoa que éramos, a nossa visão do mundo, os nossos sonhos e anseios, mas, falo por mim e por todos os que assisti ao longo destes anos, é dessa destruição do que não tinha sustento de qualidade, que nasce a versão de quem realmente somos, de uma visão espiritual e evolutiva do mundo, de sonhos e anseios reais que estão alinhados com quem viemos ser.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deixo assim uma palavra de encorajamento a todos os resistentes;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A vida é uma viagem, resistir é viver contra-natura e tal como a água destrói barragens, também a vida destruirá toda e qualquer resistência. A vida é inteligente e vai desenrolar ao longo da nossa vida, as experiências e desafios propostos no nosso mapa, não vale a pena insistir, controlar ou resistir aos mesmos pois eles irão repetir-se até que a lição seja aprendida.  A vida é mágica e guia-nos quando sabemos ler sinais, internos ou externos, não vale a pena negá-los e fingir que não são reais pois pagaremos o preço pela nossa teimosia. A vida é um processo de transformação, tal como a larva chega a borboleta, também nós precisamos deixar a velha pele das dores do passado e vestir a mais bela e evoluída versão de nós mesmos. A resistencia e o controle impedem esse processo de acontecer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como já disse, numa consulta pode haver desconforto sim mas mais dores e perda sofremos da vida quando vivemos presos ao medo e a controlar a realidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se queres perceber melhor a tua pessoa, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento actual, desafios passados e oportunidades presentes, envia email para veraluz@veraluz.pt ou ou encaminha para alguém que precise de ajuda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais informações consulta</span><a href="https://linktr.ee/veraluz_?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTAAYnJpZBExWHdGNW9XT2plamRGTnZuNgEepmyZWhE7nKP3e8PMTQ6PKYq3tsOULVWQYFZqvjASll1RLPfz0x9rqBsGy9Q_aem_giatWykZVrrIvVuotwzkeg"> <span style="font-weight: 400;">https://linktr.ee/veraluz_</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bem hajas e até já!</span></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/veraluzterapias?__cft__[0]=AZWMpObfw2RBPIpVQKU64LhBefdsRD43r32MCp88gwo20ah449mCp-Y59y1UM6ccKAZT6p-z1kk3AKchZVDl-R6CDjt-IVPgOtul_RikCT6dDL5dri8IZ1poxE_ybwkYOku6INV6QSuLNYN750AHbXXaEv2qkHQSLpraNtLseAaFoGueRMXXUA-OGq1qhTK8vMoKeg3_gVyaaVCknp3M_R82&amp;__tn__=-]K-R"><span style="font-weight: 400;">Vera Luz</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Image by <a href="https://pixabay.com/users/arc-fotos-808229/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=652639">ARC</a> from <a href="https://pixabay.com//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=652639">Pixabay</a></p>
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		<title>A chave para aceder ao mundo superior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 14:42:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Na sociedade materialista em que vivemos passámos a acreditar que o amor, o poder, a abundância, a paz, a segurança, a coragem ou resumindo, o conceito de felicidade pessoal que todos ansiamos sentir, encontra-se no acumular, no possuir, em comprar, em conquistar, em TER.  Sejam títulos, verdades absolutas, bens materiais, bebés, famílias perfeitas, cargos superiores, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na sociedade materialista em que vivemos passámos a acreditar que o amor, o poder, a abundância, a paz, a segurança, a coragem ou resumindo, o conceito de felicidade pessoal que todos ansiamos sentir, encontra-se no acumular, no possuir, em comprar, em conquistar, em TER. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sejam títulos, verdades absolutas, bens materiais, bebés, famílias perfeitas, cargos superiores, estatutos, pessoas, razão, tudo mais não são do que tentações e ilusões típicas do plano terreno que encantam o nosso ego e nos aprisionam às vibrações tóxicas do medo de perder, do julgamento da diferença e da comparação inútil de superior/inferior ou certo/errado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A verdade é que jamais os valores universais do amor, da justiça, da liberdade, da responsabilidade pertencem a alguém ou são exclusivos de alguma religião e nunca irão  depender exclusivamente da experiência humana pois existem no plano da alma, numa vibração espiritual muito acima da matéria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O preço para aceder a esses valores está então diretamente ligado à capacidade que temos de relativizar as ilusões do mundo material e priorizar o plano emocional e espiritual. Tal como um balão de ar quente precisa de libertar pesos para subir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde sempre os grandes mestres da história nos mostraram e ensinaram este princípio vivendo vidas humildes, simples e solitárias, libertando-se de pessoas e apegos terrenos e investindo no mundo interior, na pacificação consigo mesmos e na reconexão com o divino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos então afirmar que SER cada vez mais, implica TER cada vez menos. Que ao contrário do ego que luta, julga, resiste, controla, a alma percorre o Caminho Sagrado através da leveza, do desapego, da rendição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas temos que largar tudo para sermos espirituais? </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Obviamente que não! A proposta sempre foi o equilíbrio, algo que como sociedade ocidental, nunca soubemos gerir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que vemos hoje na nossa sociedade é um imenso desequilíbrio entre a realidade espiritual e material, para não dizer mesmo inconsciência a nível espiritual. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A verdade é que a maioria vive vidas inteiras sem qualquer consciência espiritual ou gestão emocional, procurando a igreja para alimento moral mas vivendo uma vida inteira de vazio espiritual, ignorante das Leis Divinas, da sua história karmica, do seu Karma pessoal, das suas aprendizagens de vida, da razão dos enredos familiares, da sua missão de evolução e do verdadeiro sentido da vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa fórmula desequilibrada de vida vai originar o famoso e desconfortável vazio interior que infelizmente a todos assiste, responsável por problemas graves que se revelam tanto na falta de poder pessoal, amor próprio, submissão e dependências exageradas, como pelo contrário, na violência e abuso verbal e físico, na arrogância e ilusão de superioridade e narcisismo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É conhecida a lei da complementaridade na ideia de que os opostos se atraem e por isso encontramos sempre dentro das famílias e principalmente nas relações amorosas, representações destas duas frequências que inconscientemente se atraem, precisamente porque sofrem do mesmo desequilíbrio e porque têm lições idênticas entre si. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto um padrão como o outro são altamente tóxicos, geram dor e sofrimento para si mesmos e quem os rodeia e irão encontrar no mundo exterior, formas infinitas de compensação através de apegos e ilusões a pessoas, acumulação de bens materiais, prisões mentais de crenças e valores distorcidos, aprisionado-nos em rodas Karmicas que vazam e repetem-se de vida em vida até que a consciência e a cura aconteçam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como diziam os antigos, a dor é alquímica e a perda necessária, pois é através delas que interrompemos padrões tóxicos e repetitivos, que largamos pessoas e bens materiais e reaprendemos ou relembramos que o caminho do amor é para dentro, é pessoal, emocional, individual, autónomo, não dependente de algo ou alguém.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É nos primeiros passos dessa viagem para dentro que percebemos que o mundo exterior vai continuar a existir mas não como fim em si onde antes nos drogávamos com a energia dos outros e da densidade emocional e material, mas é sim um espelho de nós mesmos, um mapa cheio de sinais que nos guiam ao nosso interior, de volta à nossa Alma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Precisamos então aprender a estar atentos aos sinais da vida, ser mais observadores e menos intervenientes, evitar julgar e aprender a “ler” a realidade e as pessoas que atraímos, manter a visão da floresta e não nos perdemos com uma árvore, intuir a razão e as lições por trás de  perdas e frustrações, ou a mensagem por trás de um desafio. Precisamos reaprender a reconhecer que a vida é sábia nos seus movimentos, que nada acontece por acaso, que leis invisíveis regem os eventos da nossa vida, trazendo e levando de acordo com o plano evolutivo. Precisamos reaprender a ouvir o coração e disciplinar o caprichoso ego que nada sabe das leis do amor. Precisamos reaprender a fluir, a permitir que a vida nos revele o que os nossos olhos não vêem e mente limitada não compreende. </span><span style="font-weight: 400;">É a partir dessa leveza que nos é permitido aceder ao mundo superior. </span></p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Image by <a href="https://pixabay.com/users/sciencefreak-97947/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=737275">Karin Henseler</a> from <a href="https://pixabay.com//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=737275">Pixabay</a></p>
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