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	<title>yin-yang &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>O que fazes reflecte o que sentes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2020 13:37:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
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					<description><![CDATA[Alguém me dizia há uns dias que sempre se sentiu frustrada nos trabalhos todos que teve. (sector comercial de várias fábricas) Que embora as coisas se fossem desenrolando e tudo acabasse sempre por &#8220;correr bem&#8221;, havia sempre aquele sabor agri-doce de que algo não estava certo. Mas como as coisas acabavam por &#8220;correr bem&#8221;, ela [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém me dizia há uns dias que sempre se sentiu frustrada nos trabalhos todos que teve. (sector comercial de várias fábricas) Que embora as coisas se fossem desenrolando e tudo acabasse sempre por &#8220;correr bem&#8221;, havia sempre aquele sabor agri-doce de que algo não estava certo. Mas como as coisas acabavam por &#8220;correr bem&#8221;, ela deixava-se ficar, arrastando assim esse sentimento desconfortável dentro de si e adiando o entendimento e cura dessa sua relação estranha nos postos de trabalho que ia tendo.</p>
<p>A primeira pergunta que lhe fiz foi; &#8220;corre bem&#8221; para quem?</p>
<p>Quando ela deu a resposta, percebeu imediatamente onde estava o problema; &#8220;corre bem&#8221; para os patrões que têm em mim alguém de confiança, dedicado e extremamente profissional mas não corre bem de todo para mim que não me identifico em nada com aquele tipo de ambiente nem com aquele tipo de trabalho.</p>
<p>Esta conversa não é rara de acontecer nas consultas de terapia.<br />
A maioria de nós não foi ensinada sobre a responsabilidade pessoal que temos sobre a nossa própria felicidade e capacidade de escolhermos o que nos &#8220;faz sentido&#8221;.</p>
<p>Ensinaram-nos a portar bem, a obedecer, a respeitar o próximo, a ajudar os necessitados, a sermos profissionais, a agradar os outros e a cumprirmos as nossas responsabilidades perante quem nos rodeia.</p>
<p>Mas não fomos educados a cuidar de nós próprios, a ouvir a nossa intuição, a seguir a nossa verdade, a cumprir o nosso propósito, a reconhecer e a usar os nossos dons, talentos e recursos internos, a distinguir o que nos faz ou não sentido, o que nos dá ou não prazer e paixão.</p>
<p>Ou seja, aprendemos a interagir com os outros e com o mundo exterior, mas pouco ou nada sabemos de nós mesmos ou do nosso mundo interior. Usamos e treinamos bem a cabeça e preparamo-nos para o TER, mas não sabemos gerir as emoções e necessidades do coração e por isso não sabemos SER.</p>
<p>Resultado; o equilíbrio entre mente e coração, entre pensar e sentir, entre ter e ser, entre interior e exterior, entre personalidade e alma, raras vezes acontece, já para não dizer que é mesmo um objectivo desconhecido para muita gente.</p>
<p>Esta desconexão interna é o princípio da depressão, da ansiedade, do apego, do materialismo, da dependência e de tantos outros desequilíbrios que vemos no nosso dia a dia.</p>
<p>Enquanto não nos sentirmos inteiros, sentimo-nos incompletos.</p>
<p>Sem percebermos que o bem estar, a plenitude e a realização é uma responsabilidade pessoal, teremos uma tendência a ir buscar o que nos falta das mais variadas maneiras. Seja em apegos e dependências emocionais aos outros na forma de relações, filhos ou pais, seja em apegos e dependências materiais diversas, desde dinheiro, bens materiais, títulos, comidas, etc.</p>
<p>Qual o segredo então da abundância e da plenitude; fechar o ciclo dentro de nós honrando sempre o que ambas as partes que nos compõe precisam. Que o que escolhemos no mundo exterior, seja um espelho do nosso mundo interior. Que o que o mundo exterior nos devolve como experiencia, seja curado e integrado no nosso mundo interior.</p>
<p>Enquanto não nos responsabilizarmos por atingirmos sozinhos este bem estar interior, todas as fugas e corta-matos de ir buscá-lo ao exterior, estarão destinadas ao fracasso.</p>
<p>Para trabalharmos a arte de saber escolher, de gerar abundância, de manter o nosso equilíbrio, precisamos-nos conhecer bem. Precisamos descobrir o que é ou não para nós, o que nos faz ou não sentido, o que nos repele ou apaixona, o que nos permite ou impede de cumprirmos o propósito para que nos nascemos.</p>
<p>Sem este conhecimento, as nossas escolhas perdem qualidade, deixam de ter critério pessoal, não reflectem quem nós somos, de onde viemos e para onde vamos.</p>
<p>Os mapa astrológico e numerológico são fontes inesgotáveis de informação valiosa, capaz de nos relembrar as lições que preparámos aprender na encarnação presente e a partir dessa informação percebermos porque certos eventos, empregos ou relações fluem e devolvem qualidade e porque outros só geram densidade e sofrimento.<br />
Para saberes mais sobre a tua história Karmica, marca a tua consulta enviando email para; veraluz@veraluz.pt</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/silviarita-3142410/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2827304">silviarita</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2827304">Pixabay</a></p>
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		<title>A Magia do Caminho do Meio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 11:53:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[abundância]]></category>
		<category><![CDATA[consciência]]></category>
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					<description><![CDATA[Acho graça quando as pessoas dizem que são muito racionais, ou que têm uma mente científica, ou que são cépticas quanto a certos temas mais abstractos como se me quisessem fazer acreditar que não possuem os seus opostos. Nestes casos então estas pessoas não seriam emocionais, não teriam uma mente criativa ou rejeitariam o invisível [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acho graça quando as pessoas dizem que são muito racionais, ou que têm uma mente científica, ou que são cépticas quanto a certos temas mais abstractos como se me quisessem fazer acreditar que não possuem os seus opostos. Nestes casos então estas pessoas não seriam emocionais, não teriam uma mente criativa ou rejeitariam o invisível mundo do oculto e seriam apenas &#8220;ver para crer&#8221;.</p>
<p>A falta de consciência da nossa essência dual, que sempre nos convidou a integrar esses dois mundos tão opostos e a ignorância de como reconhecê-los no nosso mundo interior e exterior, levou-nos a separar as duas partes, criando a ilusão de que ou somos uma ou outra. Que uma está certa e a outra está errada ou até que temos de escolher entre elas.</p>
<p>Dizem os antigos Orientais que o Caminho da Evolução acontece pela rendição à Vida. Quando nos rendemos ao plano maior Cósmico. Quando reconhecemos que a Vida é inteligente. Que este caos aparente que vemos, são afinal as Duas Forças Sagradas Yin Yang em permanente movimento, regidas por leis sagradas, a dançar infinitas danças.<br />
Os 4 Elementos são 4 janelas pelas quais a Natureza nos mostra como esta Sagrada Dualidade se expressa através do Fogo, Terra, Ar e Água.</p>
<p>Esta antiga mas sábia visão oriental do mundo pede equilíbrio, integração, responsabilidade pessoal, respeito pela Vida, sabedoria e muita consciência de viver desperto para a magia tanto do mundo físico como do mundo espiritual a cada momento.</p>
<p>Só aos poucos o nosso Ocidente vai acordando do sono da ignorância religioso, em que caiu durante tantos séculos. Ao contrário da filosofia Oriental da integração da dualidade e do equilíbrio das duas partes, a visão Ocidental do mundo ainda separa, rejeita, critíca partes, sem perceber que as partes são partes do Todo. Que cada um de nós é um mini-cosmos e logo o que rejeitamos fora rejeitamos dentro. O que rejeitamos no outro, rejeitamos em nós. O que julgamos no outro é o que ainda não está consciente em nós.</p>
<p>Podemos ver isto na separação que ainda hoje criamos entre ciência e espiritualidade. Entre racional e emocional. Entre criativo e científico. Entre concreto e abstracto. Entre real e simbólico. Entre energia feminina e energia masculina. Entre inteligência e lógica e intuição e sensibilidade. Debates e discussões inúteis pela razão quando ambas as partes têm razão de existir e um lugar importante no nosso sistema, macro ou micro.</p>
<p>Esta visão da dualidade gerou no Oriental o Princípio do Equilíbrio, base de quase todos os sistemas e filosofias de cura, de abundância, de saúde, de força interior e física; Yoga, Feng Shui, Acupunctura, Artes Marciais, Ayurveda, citando apenas algumas que já nos são relativamente familiares. O Ocidente está a viver uma crise espiritual, uma crise de valores, as consequências da obsessão material devido à desconexão espiritual do fim do século passado.</p>
<p>É essencial recuperarmos a visão do Todo. Trocar o Deus religioso do medo pela visão Divina do Amor. Ensinar às nossas crianças que elas já são completas. Que elas, tal como os adultos, têm o direito a expressar a sua dualidade de forma única e original. Que o caminho do equilíbrio para uns é diferente para outros e que TODOS são válidos.</p>
<p>Depois da derrocada do velho mundo que o vírus veio propor, começa a chegar aos poucos a tão ansiada Nova Era. A Era da Consciência Sagrada. A Era da Unidade e da visão HUmanitária ou Sistémica, ou seja, que o Cosmos é um sistema organizado e inteligente e nós, não só fazemos parte dele, como somos individualmente responsáveis pelo equilíbrio do todo.</p>
<p>Enquanto continuarmos a olhar o mundo, os comportamentos das pessoas, a nossa história pelos olhos da ignorância, iremos manter-nos doentes, cheios de emoções densas, em permanente litígio com o que nos rodeia. Só o entendimento da visão Oriental permite dar sentido à diferentes realidade de cada um e através das lentes da sabedoria, descobrir como tudo e todos encaixam maravilhosamente no nosso sistema tanto pessoal como colectivo.</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/tama66-1032521/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3024773">Peter H</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3024773">Pixabay</a></p>
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		<title>As Teorias de Conspiração #coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 16:16:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Circulam por aí algumas &#8220;teorias da conspiração&#8221;, habituais em tempos difíceis. O que todas têm em comum é precisamente o medo que provocam e de se tornarem mais presentes em épocas de fragilidade humana, onde o pânico e o estado de impotência dominam. Ou seja, o perigo deste tipo de informação é desconectar-nos da nossa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="d33sm-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="d33sm-0-0"><span data-offset-key="d33sm-0-0">Circulam por aí algumas &#8220;teorias da conspiração&#8221;, habituais em tempos difíceis. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="dvsab-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="dvsab-0-0"><span data-offset-key="dvsab-0-0">O que todas têm em comum é precisamente o medo que provocam e de se tornarem mais presentes em épocas de fragilidade humana, onde o pânico e o estado de impotência dominam. Ou seja, o perigo deste tipo de informação é desconectar-nos da nossa luz, da nossa fé e da confiança que os desafios têm uma razão amorosa para acontecer, que escondem uma maravilhosa oportunidade de crescimento e que são condição essencial da evolução a que estamos sujeitos no momento presente. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="fp892-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="fp892-0-0"><span style="font-size: 14px;">Os factos e ideias de uma conspiração muitas vezes tentadoramente credíveis, fazem-nos duvidar da inteligência cósmica e empurram-nos para o polo oposto do medo e da impotência de estarmos na mão de um caos desgovernado ou da República das Bananas aproveitada e controlada por meia dúzia de mentes diabólicas que não se importam de dizimar a população a troco de estatuto e de poder financeiro.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="8ln4f-0-0">
<blockquote class="modern-quote full">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8ln4f-0-0"><span style="color: #ff6600;">Mas perguntas tu;<br />
<span style="font-size: 14px;">&#8211; O que faço quando essas ditas teorias da conspiração começam a fazer sentido?<br />
</span><span style="font-size: 14px;">&#8211; Como lido com informações que parecem ter a sua lógica ou até provas da sua veracidade?<br />
</span><span style="font-size: 14px;">&#8211; Será mesmo o povo uns ratinhos de laboratório, num esquema gigante e inimaginável que nos usa de acordo com os seus jogos perversos?</span></span></div>
</blockquote>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="2ddjq-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2ddjq-0-0"><span data-offset-key="2ddjq-0-0">Segundo o Wikipédia; </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="8dkqg-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8dkqg-0-0"><span style="font-size: 14px;">&#8220;Paranoia é um instinto ou processo de pensamento que se acredita ser fortemente influenciado pela ansiedade ou medo, muitas vezes ao ponto de delírio ou irracionalidade. O pensamento paranóico geralmente consiste na crença de que a pessoa está a ser alvo de perseguição ou de uma conspiração.&#8221;<br />
</span><span style="font-size: 14px;">&#8220;Pronoia por sua vez é um estado oposto à paranóia que nos leva a acreditar que tudo conspira a favor do indivíduo.&#8221;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="bnb5n-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bnb5n-0-0"><span style="font-size: 14px;">Claro que qualquer um dos polos em exagero está sujeito a beirar o disparate e é capaz de nos afastar do tão saudável meio termo ou Caminho do Meio, como lhe chamava Buda.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="ark8l-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ark8l-0-0"><span data-offset-key="ark8l-0-0">Se conheces o meu trabalho sabes que não há um texto, um livro ou em consulta que eu não fale sobre a dualidade da vida e sobre a busca do equilíbrio das várias formas a que estamos sujeitos no nosso dia a dia. Sobre a forma como estamos expostos aos aspectos da sombra e da Luz, como reconhecê-los nos nossos mapas natais e que só conscientes desta dualidade poderemos agir positivamente; ou seja, resistindo aos aspectos da sombra e escolhendo sempre corajosamente o caminho da Luz e do Amor.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="1c506-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1c506-0-0"><span data-offset-key="1c506-0-0">Se realmente confias na Vida, na Lei do Equilíbrio, na Intelgiência Cósmica, na Lei do Karma, num Deus de Amor, na tua Fé interna de que a Vida é Sagrada e será sempre maior do que qualquer mente humana, mantém o teu foco na Luz;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="apcf8-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="apcf8-0-0"><span data-offset-key="apcf8-0-0">Irás então ser capaz de te reconectar com a Luz e não permitir que a sombra te invada mental, emocional e espiritualmente. Confia que todos os movimento são inteligentes e geridos pelas Leis Herméticas que para quem conhece, falam de equilíbrio, justiça e amor. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="8lrnb-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8lrnb-0-0"><span data-offset-key="8lrnb-0-0">Irás conseguir sentir compaixão pelo estado de perdição dessas almas, caso existam mesmo, que vivem ainda na escuridão e as condições miseráveis em que irão viver numa futura encarnação de acordo com as escolhas egoístas, inconsequentes e desiluminadas feitas na vida presente. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="3u2re-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3u2re-0-0"><span style="font-size: 14px;">Irás resistir à visão da &#8220;injustiça&#8221;, aceitando como cada pessoa irá ser atingida de acordo com o seu plano espiritual. Umas mais no plano emocional (medo), outras mais no plano mental (controle), outras mais no plano espiritual (Fé), outras mais no plano físico (saúde ou morte). Seja qual for o impacto, ele é um alerta para um RE-equilíbrio.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="6bvs6-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="6bvs6-0-0"><span data-offset-key="6bvs6-0-0">Irás ser capaz de aceitar que um plano superior irá acelerar o plano de evolução da humanidade fazendo partir com o vírus quem chegou o seu tempo e irá provavelmente em breve reencarnar mais aberto e mais consciente, mais disponível para cumprir o seu plano de evolução espiritual e contribuir para a construção do novo mundo. Como dizia Einstein; &#8220;A cabeça que cria o problema nunca é a mesma que o resolve&#8221;. Para muitos a cura irá precisar de uma nova encarnação, de novas energias numerológicas e astrológicas.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="7k2g7-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="7k2g7-0-0"><span data-offset-key="7k2g7-0-0">Irás ser capaz de te render à ideia de que este momento, embora pareça catastrófico, esconde um imenso potencial de cura pessoal e social que pode ser bem aproveitado se tivermos com esse foco. O medo irá impedir que vejamos a jóia no meio da lama. Sê um foco de realismo positivo na tua vida mas também na vida de quem te rodeia.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="9pj90-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9pj90-0-0"><span data-offset-key="9pj90-0-0">Irás ganhar humildade e lembrar que a morte faz parte da vida, que o excesso de controle de nada vale perante a vontade superior do espírito, que cada um irá lidar com o desafio de acordo com o seu estado de consciência no momento. Como diz uma famosa frase, &#8220;Só tem medo da morte, quem ainda não aprendeu a Viver.&#8221; Que grande oportunidade estamos a ter de RE-aprender a Viver!</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="1islc-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1islc-0-0"><span data-offset-key="1islc-0-0">Irás aproveitar este momento limite de emergência e paragem extrema para olhar para dentro, para questionar a tua existência, para limpares e mudares o que já não serve, para mudar padrões e situações limitadoras, para desativares medos e reaprenderes a confiar no natural, espiritual e inteligente desenrolar da Vida. Precisamos para de fugir de nós próprios e reconectar com o &#8220;PRAZER DE VIVER&#8221;.</span></div>
<div data-offset-key="1islc-0-0"></div>
<div data-offset-key="1islc-0-0">Irás, perante a sombra (medo), ter a oportunidade perfeita para transcender a ilusão do mundo material e escolher viver o conceito de Pronoia; a fé, a confiança, a visão divina, o optimismo, a positividade, a capacidade de ver a jóia no meio da lama e de descobrir as aprendizagens e propostas de superação no meio do desafio.</div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="c095l-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="c095l-0-0"><span data-offset-key="c095l-0-0">Irás conseguir então sentir que, mesmo que todas as teorias da conspiração sejam verdadeiras, mesmo que haja alminhas tão perdidas ao ponto de elaborar tais planos, mesmo que te revolte a inconsciência de tantos, a tua fé será mais forte, o teu compromisso com a Luz e o Amor irão prevalecer, que um dia que vires este momento delicado como um teste, irás sentir orgulho da tua fidelidade à Luz e ao Amor.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="47gsm-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="47gsm-0-0"><span data-offset-key="47gsm-0-0">Claro que a escolha onde colocas o teu foco, irá ditar a qualidade da tua energia.</span></div>
</div>
<div data-offset-key="47gsm-0-0">Isto tudo não quer dizer que não devas dar atenção ao que se passa. Que não devas ler, estudar, ouvir visões e opiniões diferentes que possam abalar as tuas ideias e crenças e até mostrar-te como a luz e a sombra se manifestam no mundo. Mas em última análise as tuas pesquisas devem apenas servir para ajudar-te a decidir e a fazeres escolhas inteligentes  e que defendam os teus interesses e a tua dignidade e não a alimentar medos em excesso.</div>
<div data-offset-key="47gsm-0-0">Neste altura em que as forças estão mais expostas do que nunca, o mais difícil não é acreditar ou rejeitar teorias de conspiração. O mais difícil é manter o centro, é filtrar informação, é aceitar a ideia de que em muitos aspectos nos deixámos enganar e iludir durante muito tempo. Que quem tomámos por bons, fidedignos e respeitosos que é o caso dos telejornais, jornalistas, médicos e políticos, nem sempre têm os nossos interesses em consideração. E que os rebeldes defensores das teorias da consipração nem sempre estão errados ou loucos.</div>
<div data-offset-key="47gsm-0-0">Ou seja, acabou o tempo de nos regularmos pelo que está fora, de procurarmos autoridade, segurança e proteção no exterior e de resgatarmos o nosso poder interior e de seguirmos a nossa verdade interna, apoiada na segurança pessoal.</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="ak73p-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ak73p-0-0"><span style="font-size: 14px;">O medo, caso seja alimentado, irá baixar o teu sistema imunitário, enfraquecer a tua vibração e inconscientemente tornar-te co-responsável pelo pior cenário.<br />
</span><span style="font-size: 14px;">Tens neste momento, um teste cósmico à tua Fé!</span></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ak73p-0-0"><span style="font-size: 14px;">Uma oportunidade de viver à altura do que acreditas.<br />
</span><span style="font-size: 14px;">Um convite que te permite escolher entre a paranóia ou a pronoia.<br />
</span><span style="font-size: 14px;">Entre o medo e o amor.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="bn6sl-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bn6sl-0-0"><span data-offset-key="bn6sl-0-0">Confiemos Positivamente na Ordem Maior </span><span class="_3gl1 _5zz4" data-offset-key="bn6sl-1-0"><span class="_ncl"><span data-offset-key="bn6sl-1-0">☯️</span></span></span><span class="_3gl1 _5zz4" data-offset-key="bn6sl-2-0"><span class="_ncl"><span data-offset-key="bn6sl-2-0"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f497.png" alt="💗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></span></div>
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<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="cfjcr-0-0"><span class="_247o" spellcheck="false" data-offset-key="cfjcr-0-0"><span data-offset-key="cfjcr-0-0">Vera Luz</span></span></div>
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<div data-offset-key="cfjcr-0-0"></div>
<div data-offset-key="cfjcr-0-0">Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/geralt-9301/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3452582">Gerd Altmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3452582">Pixabay</a></div>
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		<title>A busca da Felicidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 15:05:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que é o amor próprio? Como se define auto estima? O que significa gostar de mim? O que preciso fazer para ter confiança? Estas e outras questões idênticas são familiares a todos nós e comuns em ambiente de consulta. E por serem temas abstractos, que nos remetem ao nosso mundo interior, emocional, espiritual, existencial, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="modern-quote full"><p><span style="color: #ff6600;">O que é o amor próprio?</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">Como se define auto estima?</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">O que significa gostar de mim?</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">O que preciso fazer para ter confiança?</span></p></blockquote>
<p>Estas e outras questões idênticas são familiares a todos nós e comuns em ambiente de consulta. E por serem temas abstractos, que nos remetem ao nosso mundo interior, emocional, espiritual, existencial, nem sempre são fáceis de entender e muito menos de vivenciar.</p>
<p>Sabemos dentro de nós o que representam, sabemos que ansiamos por experienciá-los, mas nem sempre são fáceis de incorporá-los na nossa vida e no nosso dia a dia.</p>
<p>Todos os dias me sinto frustrada de ver pessoas maravilhosas, com mapas poderosos, cheios de potencial que não chega a ser manifestado em grande parte devido à ignorância em que vivemos sobre a nossa existência e propósito de evolução!</p>
<p>Já diziam os antigos sábios que a vida é uma viagem.</p>
<p>No entanto, a maior parte de nós aqui no Ocidente foi educado ou condicionado a acreditar que a felicidade é um objetivo final que resulta de algumas condições. Por um lado, por seguir as velhas regras de conduta moral/religiosa que todos aprendemos na catequese e por outro por um acumular de coisas tais como: curso superior, um bom emprego, uma boa casa, um bom casamento e um casal de filhos saudáveis. Conseguidas estas propostas, ficamos à espera que a felicidade magicamente se manifeste como um prémio devido.</p>
<p>A crise existencial instala-se, o mundo parece desmoronar quando percebemos que mesmo atingindo elevados patamares de abundância material e de conduta moral, o doloroso vazio teima em não desaparecer e as mais profundas crenças a que nos agarrámos quase meia vida, são abaladas ao limite.</p>
<p>Ao contrário da nossa ideia de felicidade, a filosofia oriental baseia-se na ideia de que Deus é a expressão da dualidade dentro e fora de nós. É a manifestação no mundo visível e invisível, da luz e da sua sombra que mais comumente aprendemos a chamar de bem e mal. Dentro da pior pessoa está o bem assim como dentro da melhor pessoa está o mal.</p>
<p>A Iluminação (estado de felicidade) é então a rendição à dualidade, é a aceitação de ambas as suas vertentes e expressões e a transcendência da mesma de nos vermos como seres Unos, completos e inteiros depois de integrada a sombra e a luz.</p>
<p>Por esta razão, a palavra <span style="color: #ff6600;"><strong><em>Equilíbrio</em></strong></span> no Oriente é significado de Felicidade, de Saúde, de Poder, de Sabedoria, de Mestria.</p>
<p>Ou seja, Iluminar é levar luz ao que não está iluminado, todos os dias, todos os momentos, das mais variadas maneiras, através de todos com quem nos cruzamos no nosso dia a dia. Ser feliz é então manter este equilíbrio, ser capaz de gerir opostos, de flutuar pela dualidade tal como um rio flui pela encosta abaixo.</p>
<p>E gerir opostos implica reconhecer onde há tristeza, levemos alegria. Onde há medo levemos coragem. Onde há violência levemos paz. Onde há julgamento levemos compaixão. Onde há ignorância levemos sabedoria, etc.</p>
<p>Porque não fomos ensinados quanto ao processo de Dualidade e Iluminação, vivemos inconscientes da nossa dualidade, incapazes de iluminarmos as nossas sombras interiores, mas em permanente julgamento das sombras exteriores. Vivemos inconscientes de que o estado da felicidade é um estado de SER e não um estado de TER e por isso vivemos em permanente desilusão da nossa própria ilusão.</p>
<p>De acordo com esta visão Oriental que subscrevo totalmente, não acederemos à nossa luz e aos nossos potenciais sem antes integrarmos os seus opostos do lado sombra. O bem que tanto ansiamos implica a integração do mal que insistentemente rejeitamos. Quando admitirmos que a felicidade é um estado de ser interno, da nossa única e exclusiva responsabilidade, acredito que as nossas escolhas terão critérios diferentes e serão feitas a partir do nosso equilíbrio interior, como sempre deveria ter sido.</p>
<p>Se quiseres saber mais sobre a tua dualidade individual e as propostas do teu mapa astrológico e numerológico, envia email para <a href="mailto:veraluz@veraluz.pt">veraluz@veraluz.pt</a></p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/indi75ecu-2111956/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1221063">Indira Andrade</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1221063">Pixabay</a></p>
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		<title>Escolhe evoluir!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 13:36:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O livre arbítrio é um conceito muito mais complexo do que possa parecer. Não se trata de simplesmente termos o poder de fazermos o que queremos. Se assim fosse, o mundo seria um sítio caótico que mais pareceria a república das bananas, o que não é. Todas as ecolhas que todos os dias fazemos e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O livre arbítrio é um conceito muito mais complexo do que possa parecer.<br />
Não se trata de simplesmente termos o poder de fazermos o que queremos. Se assim fosse, o mundo seria um sítio caótico que mais pareceria a república das bananas, o que não é. Todas as ecolhas que todos os dias fazemos e vemos fazer, são apenas experiências que fazem parte da nossa viagem de evolução. E para nos ajudar a aprender a distinguir entre as energias do amor e do medo, a Lei do Karma devolve-nos as consequências de cada escolha.</p>
<p>As notícias que invadem as televisões não são mais do que a visão desse fenómeno da roda karmica onde podemos ver o que andamos a fazer e o que andamos a colher.</p>
<p>O livre arbítrio só faz sentido a partir do conceito Oriental da dualidade e serve precisamente para nos permitir fazer as nossas escolhas a partir da energia do amor ou da energia do medo. E se durante séculos sempre associámos amor ao outro, a viagem espiritual ensina que antes de chegar ao outro, temos uma responsabilidade pessoal pela nossa própria manutenção. Precisamente porque ninguém nos ensinou sobre esta responsabilidade pessoal, sofremos todos da mais triste das doenças; A falta de amor próprio.</p>
<p>O amor próprio não nos pode ser dado por ninguém, comprado numa farmácia ou ganho com o Euromilhões. Ele é o resultado da ação amorosa, da capacidade de escolher o amor, de criteriosamente escolhermos antes de mais, o que nos mantêm nessa vibração elevada.</p>
<p>Então como sabemos se estamos a escolher pelo medo ou pelo amor?</p>
<p>Tanto o medo como o amor são energias, tal como combustível, são o que nos impulsiona e tanto uma como a outra se disfarçam de infinitas formas no nosso dia a dia.<br />
Por exemplo:</p>
<p>Medo é:<br />
Resistência à mudança<br />
Controle de pessoas e circunstâncias<br />
Autoritárismo sobre os outros<br />
Manter-se na ignorância<br />
Julgar os outros<br />
Crença na sorte e azar<br />
Apego a pessoas e bens materiais<br />
Vitimização<br />
Conservadorismo<br />
Violência<br />
Submissão<br />
Necessidade de agradar<br />
Perfeccionismo<br />
e outras &#8230;.</p>
<p>Amor é:<br />
Arriscar novas experiências<br />
Tolerância<br />
Sair da zona de conforto<br />
Optimismo<br />
Compaixão<br />
Espirito humanitário / igualdade<br />
Responsabilidade pessoal<br />
Amor próprio<br />
Aceitação pessoal<br />
Coragem<br />
Assertividade<br />
Aceitação da diferença<br />
Liberdade<br />
Humildade<br />
e outras&#8230;.</p>
<p>Obviamente que a pessoa que ainda vive na densidade do medo, sujeitando os seus campos espiritual, físico, mental e emocional a essas baixas vibrações, irá co-criar uma realidade pessoal cheia de pessoas e circunstâncias que estão na sua vibração negativa.<br />
Para quê?<br />
Para que aprenda pela experiência que a escolha do medo nunca gera felicidade ou abundância. Em qualquer momento o seu livre arbítrio pode escolher pelo amor e começar o seu processo de elevação.</p>
<p>Pelo contrário, a pessoa que já aprendeu a respeitar a sua dualidade, a iluminar e transformar os seus aspectos mais sombrios e a dignificar os seus aspectos mais positivos, terá uma vibração mais elevada.<br />
Esta será já capaz de inspirar pois já descobriu o segredo da evolução e já aprendeu a fazer escolhas de qualidade e como tal já começou a atrair circunstâncias de qualidade.</p>
<p>Costumo durante a primeira sessão fazer um exercício onde vamos perceber as pessoas que nos rodeiam, porque estão lá, qual o seu papel, o que têm para nos ensinar que nós precisamos aprender. É durante este trabalho que percebemos também o desperdício de energia diária que fazemos sem nos darmos conta. Vamos perceber que tipo de escolhas fizemos no passado que precisam vir à luz para que sejam transformadas e libertas.</p>
<p>Sem esta consciência corremos o risco de desperdiçar energia pois ou ela está a ser gasta a manter ou velho ou a criar o novo, nós escolhemos!</p>
<p>Bem hajas! &lt;3<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/jillwellington-334088/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=570881">Jill Wellington</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=570881">Pixabay</a></p>
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		<title>O julgamento como resistência à Luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 12:00:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8220;Bom, mau, bonito, feio, certo, errado, bem, mal&#8221;, estes e outros julgamentos são usados por nós todos os dias como expressões das nossas crenças e do que acreditamos ser a nossa verdade. Mas nós não definimos o mundo como ele é, mas sim como cada um de nós é capaz de o ver. Perante uma [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Bom, mau, bonito, feio, certo, errado, bem, mal&#8221;, estes e outros julgamentos são usados por nós todos os dias como expressões das nossas crenças e do que acreditamos ser a nossa verdade. Mas nós não definimos o mundo como ele é, mas sim como cada um de nós é capaz de o ver.</p>
<p>Perante uma mesma paisagem da natureza, alguém pode focar-se na harmonia do que a compõe, na beleza da estação do ano e nas cores envolvidas que tão bem se misturam umas com as outras enquanto que a outra pessoa apenas vê apenas o lixo no chão, as ervas daninhas e o desconforto das temperaturas exageradas da época. É o nosso grau de consciência mais ou menos iluminada que serve como filtro para a nossa mais ampliada ou curta visão do mundo.</p>
<p>Os orientais dizem que tudo é expressão do Divino, que o mundo material é uma expressão física da dualidade energética que o compõe e que as coisas são como são. Somos nós que as carregamos com as nossas observações e julgamentos. E quantas vezes essas observações pessoais estão tão longe da visão divina, da simplicidade que elas representam e das mensagens que elas escondem. A lei da correspondência por exemplo convida-nos a percebermos mais de nós a nível interior, observando o exterior e os orientais são maravilhosos a fazer isto através da sua prática da meditação e contemplação.</p>
<p>O julgamento fácil que fazemos das coisas e das pessoas impede-nos de as observar e analisar a sua existência, de aceitarmos que fazem parte do todo e de questionarmos porque afinal estão na nossa realidade pessoal.<br />
Esta incapacidade de simplesmente observarmos, de neutramente contemplarmos a vida, leva-nos a movimentos intensos que oscilam entre o exagerado apego do que consideramos &#8220;bom&#8221; ou uma violenta rejeição do que julgamos como &#8220;mau&#8221;, fazendo-nos perder a oportunidade de integrarmos aqueles aspectos que em última análise, fazem parte de nós próprios. A luz e a sombra estão presentes em todos nós por isso, na maior parte das vezes, o nosso julgamento dos outros ou mesmo de nós próprios, está condicionado pelo quanto já reconhecemos de luz e sombra em nós próprios. Daí a frase de Wayne Dyer; &#8220;Quando julgas o outro não o defines mas defines-te a ti próprio.&#8221;</p>
<p>Tanto a Astrologia como a Numerologia ensinam-nos que o último estágio de evolução, seja da vida em geral ou de qualquer evento em particular, implica sempre rendição, aceitação e libertação. Que todos os eventos a que estamos sujeitos, depois de serem experienciados e as lições retidas, irão convidar-nos a rendermo-nos ao facto de os termos atraído, à aceitação das lições e aprendizagens que trouxeram e à libertação dos mesmos de maneira a dar lugar a novos ciclos e experiências.<br />
Esta aceitação e rendição não é uma rendição passiva ou sequer uma aceitação submissa de exercermos ou permitirmos abusos seja de quem for. É um processo interno e pessoal que só o próprio consegue identificar e que se foca na viagem de evolução pessoal e não em eventos exteriores como empregos ou relações.</p>
<p>Por isso, a próxima vez que te apanhares a usar as palavras do início do texto, expande a tua mente questionando;<br />
&#8211; E se não for assim?<br />
&#8211; E se houver outras maneiras de ver esta realidade?<br />
&#8211; E se o que eu acho que está certo está afinal errado e vice-versa?<br />
&#8211; O que a vida me quer ensinar através deste evento ou pessoa?<br />
&#8211; Já identifiquei em mim o que rejeito no outro?<br />
&#8211; Já identifiquei em mim porque me apego a coisas e pessoas?</p>
<p>Precisamos reaprender a ver a vida e toda a existência como um processo sagrado. A ciência e o materialismo afastaram-nos exageradamente deste lado sagrado da vida, do mundo invisível e as consequências estão à vista na desconexão que temos do nosso mundo interior, no stress, na depressão, na violência e na desorientação em que a maioria vive.<br />
Precisamos de nos desipnotizar de ver o mundo material como um fim em si e reaprender a vê-lo como um meio por onde a energia sagrada e as leis que a regem se manifesta inteligentemente nas nossas vidas. O desenvolvimento pessoal e o estudo da nossa história karmica é essencial para que possamos aprender a reconhecer as mensagens dos eventos e das pessoas na nossa vida e sejamos capazes de cumprir os nossos ciclos, desde que os abrimos até que sejamos capazes de os fechar em amor. Enquanto houver julgamento, a luz não se manifestará.</p>
<p>Bem Hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/geralt-9301/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2944065">Gerd Altmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2944065">Pixabay</a></p>
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		<title>&#8220;Já devo ter feito muito mal para sofrer tanto nesta vida!&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jul 2018 17:35:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A partir do momento em que começamos a abraçar a teoria da reencarnação e a imaginar as várias vidas que já vivemos, tomamos finalmente consciência da nossa dualidade, que se expressa na personalidade exterior e na alma no nosso interior. Começamos finalmente a darmo-nos conta que se o corpo é efémero, a alma é eterna [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do momento em que começamos a abraçar a teoria da reencarnação e a imaginar as várias vidas que já vivemos, tomamos finalmente consciência da nossa dualidade, que se expressa na personalidade exterior e na alma no nosso interior. Começamos finalmente a darmo-nos conta que se o corpo é efémero, a alma é eterna e é a ela que devemos dar atenção e prioridade pois é através dela que iremos experienciar a vida, é nela que se esconde a bagagem trazida de outras vidas, e é ela que irá sobreviver à vida presente levando consigo as consequências criadas no presente, tanto positivas como negativas.</p>
<p>O estado de felicidade que todos ansiamos jamais acontecerá com o egoísta e agressivo acumular de bens materiais ou de procurar o amor em relações perfeitas.  A felicidade e abundância serão facilmente atraídas a partir do equilíbrio interior entre as duas partes. Ou seja, quando personalidade e alma aprenderem a cooperar e a agir em estado de amor.<br />
Esta proposta de equilíbrio, ensinada desde sempre no Oriente, como por exemplo no Caminho do Meio como ensinava Buda há mais de 2500 anos atrás, ou no antigo símbolo Taoísta Yin Yang, implica o conhecimento e a experiência dos polos opostos. Precisamos então conhecer a fórmula sagrada de 1+1=3 que nos sugere que só da aceitação e integração de cada polo oposto poderemos transcendê-las e criar uma terceira realidade.<br />
Por exemplo frio+quente=morno, medo+coragem=ação, tristeza+alegria=pazinterior, ignorância+sabedoria=consciência, etc.  Ou seja, não há evolução sem integração dos opostos. Não há transcendência sem a experiência dos polos. Não há acesso à luz enquanto não amarmos a sombra.<br />
Deste ponto de vista, o mundo é então um gigante palco onde cada um de nós, regidos e apoiados por leis universais justas e pelo relógio astrológico, estamos em plena experimentação da nossa dualidade sempre ansiando pela próxima transcendência.  Os movimentos planetários mais não fazem do que gerir a balança cósmica, boicotando e incentivando excessos e faltas, propondo a cada momento, oportunidades de equilíbrio pois é nesse ponto mágico que resgatamos o nosso poder e manifestamos a nossa abundância.</p>
<p>A ignorância sobre estes movimentos faz-nos resistir à inteligente fluidez das energias entre os polos, fazendo de nós tantas vezes, os nossos piores inimigos, impedindo ignorantemente o equilíbrio de acontecer.<br />
O mundo é então esse laboratório atómico onde cada um de nós, em níveis de frequência diferentes, em vibrações próprias, vamos fazendo experiências com a nossa dualidade interna através do exterior, sempre em busca do novo elixir só acessível pela transcendência.</p>
<p>Esta visão convida-nos então a aceitar que todas as experiências são válidas e que cada um de nós irá experienciar o mundo de maneiras diferentes que estão diretamente alinhadas com o seu interior. Socialmente não é fácil lidar com a polaridade pois perdemos a visão da unidade. Num momento gostamos de acreditar no amor, na amizade, na justiça, na responsabilidade e em todos os outros valores universais. Mas logo a seguir somos confrontados com os aspectos negativos dos mesmos na forma de medo, agressividade, violência, e tantos outros. Incapazes de ver que a vida nada mais é do que uma dança permanente entre opostos, acabamos por nos iludirmos com as partes, julgando erradamente umas de boas e outras de más quando mais não são do que dois lados da mesma moeda.</p>
<p>A proposta é então aprendermos a olhar para o mundo sem julgamento, aprendendo a reconhecer sim o que são expressões dos polos. Focarmos a nossa energia e procuramos curar a parte que nos toca. Descobrirmos a polaridade dentro de nós assim como maneiras de a transcender.<br />
Não é raro ouvir o desabafo; &#8220;Já devo ter sido muito mázinha na vida passada para sofrer tanto nesta vida!&#8221;.<br />
E cabe-me a mim a difícil resposta de dizer que sim, que todos trazemos conosco uma sombra onde se esconde as consequências de experiências desiluminadas, onde foi necessário ir ao polo negativo para gerar o equilíbrio com o polo positivo. Este tipo de desabafo ainda esconde a velha medieval visão de castigo divino que perante a visão da polaridade/equilíbrio não faz sentido nenhum.</p>
<p>Por isso para quem ainda tem dúvidas, sim, todos já fomos muito mauzinhos mas também bonzinhos. Todos já agimos por medo e por amor. Todos precisamos da experiência dos polos para os podermos transcender. Sejamos então mais observadores da magia do que julgadores do que não entendemos. Foquemos mais no que podemos mudar (nós próprios) do que gastemos energia a comentar os desiquilíbrios dos outros. Aprendamos sim a perceber e a rendermo-nos à magia que nos rodeia.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/18121281-18121281/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5533487">18121281</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5533487">Pixabay</a></p>
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		<title>A Vida é Maravilhosa!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jun 2018 11:23:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida é uma viagem, é uma frase muito comum. Mas nem sempre percebemos o que esse conceito de permanente mudança que uma viagem implica. Sempre que saímos de férias num qualquer pacote organizado, experienciamos esse fenómeno. Nos dias de férias, estamos entusiasmados com o tempo que vamos viver de experiências diferentes. Estamos mais despertos e atentos a cada momento do que nunca, sabendo que alguém anda por ali a organizar o tour. Temos como objectivo o bem estar interior e por isso mesmo estamos mais observadores do que intervenientes e vamos lidando com os pequenos desafios do dia a dia sem drama, com a consciência de que quanto mais depressa os superarmos e colocarmos a atenção no nosso prazer e bem estar, melhor será para nós. Sabendo que existe um &#8220;organizador&#8221; estamos atentos aos sinais e chamadas pois assim garantimos que a viagem flui melhor.</p>
<p>Não seria maravilhoso conseguirmos manter esta visão, prioridades e atitude o ano inteiro?<br />
Claro que o dia a dia, o trabalho e as responsabilidades diárias tendem a roubar-nos muita energia e repetir todos os dias a mesma rotina rouba o entusiasmo e o deslumbramento a qualquer um. Mas a verdade é que se nem sempre podemos mudar o que está fora, temos sempre uma escolha sobre o que está dentro.</p>
<p>Dizia a Anais Nin que nós não vemos o mundo como ele é mas sim como nós somos. Partindo deste princípio podemos então muito facilmente encontrar provas disto onde na mesma casa, família ou empresa, perante os mesmos dilemas, pessoas e desafios, encontramos pessoas com uma atitude positiva, optimistas, sorridentes e gratas, capazes de ver o mais fino fio dourado à volta da nuvem mais negra da mesma maneira que vemos pessoas pessimistas, ressentidas, cobradoras e negativas incapazes de reconhecer a abundância e a beleza de que estão rodeadas.</p>
<p>Qual então a diferença entre elas para além da óbvia?<br />
Como conseguem essas pessoas manter essa atitude tão positiva?<br />
E porque não vemos o bem que nos rodeia quando ele supera o negativo?</p>
<p>Ao longo dos anos de consulta fui percebendo que as lentes com que vemos o mundo estão completamente ligadas à nossa crença sobre o que é a vida e por tabela à nossa visão pessoal, individual de Deus.<br />
Teremos na verdade sequer uma relação com Deus?<br />
É o nosso Deus o Deus do medo, do castigo, do inferno e da punição que nos culpa pela nossa imperfeição?<br />
Ou será o nosso Deus o Deus cósmico do amor, da dualidade e da responsabilidade karmica sobre tudo o que nos acontece?<br />
A cura terá que acontecer a partir daqui. Os positivos, felizes e optimistas, aqueles que parecem já ter feito as pazes com a vida / Deus e que sentem que a vida é maravilhosamente perfeita são precisamente os que já se renderam à visão do Deus cósmico que nos ensina que a realidade é a manifestação física da dualidade Yin Yang, regida por leis justas e amorosas que incentivam a nossa volta à Luz através da exeperimentação desses mesmos polos.<br />
Para simplificar e nomear apenas alguns, podemos separá-los entre:</p>
<p>Amor e medo<br />
Consciência e inconsciência<br />
Sabedoria e ignorância<br />
Fé e resistência<br />
Ordem e caos<br />
Luz e escuridão</p>
<p>Através da experimentação permanente entre as duas energias, a nossa evolução irá sempre pedir-nos para transcendermos o medo escolhendo o amor. Curando a inconsciência escolhendo a consciência. Transcendendo a ignorância escolhendo a sabedoria, etc.<br />
Confiar que este &#8220;aparente&#8221; caos que vemos lá fora é na verdade uma maravilhosa ordem e que nos cabe apenas fazer a nossa pequena parte na contribuição para o nosso bem pessoal e para o bem maior, deixa-nos livres para podermos então disfrutar do momento, brincar com as situações, agradecer cada movimento como inteligente e correto e sermos capazes de os libertar com humildade e leveza sabendo que tiveram o seu papel na nossa vida.</p>
<p>Que as férias de Verão te permitam ajustar as tuas lentes com o amor, a sabedoria e a consciência superior de maneira a seres também tu uma expressão dessas energias.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/photos/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=690034">Free-Photos</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=690034">Pixabay</a></p>
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		<title>O fenómeno dos espelhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2017 23:53:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O fenómeno dos espelhos vai aos poucos sendo entendido, embora claro está, ainda faz muita confusão principalmente a quem ainda não o entende correctamente. Se por exemplo eu sou uma pessoa pacífica e insegura que nunca levantou a voz ou a mão para ninguém, é de facto desafiante entender porque tive uns pais que foram [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fenómeno dos espelhos vai aos poucos sendo entendido, embora claro está, ainda faz muita confusão principalmente a quem ainda não o entende correctamente.<br />
Se por exemplo eu sou uma pessoa pacífica e insegura que nunca levantou a voz ou a mão para ninguém, é de facto desafiante entender porque tive uns pais que foram autoritários, agressivos, ditadores que me criaram um ambiente instável e de violência logo desde a infância.</p>
<p>O fenómeno dos espelhos revela-se na materialização da nossa energia no mundo e nas pessoas à nossa volta. A lei da atração diz que somos magnéticos e logo responsáveis pelo que atraímos. A lei da ressonância diz que vibrações idênticas se atraem. E a lei do karma diz que nos serão devolvidas as consequências das ações passadas. A lei do equilíbrio diz que iremos atrair não o que queremos mas o que precisamos para o nosso equilíbrio.</p>
<p>Estas e outras leis universais, regem a nossa encarnação e toda a viagem espiritual, quer estejam conscientes delas ou não. Não conhecê-las faz-nos acreditar que vivemos num mundo aparentemente caótico, cheio de injustiças onde vivemos à mercê da sorte e do azar. No entanto, conhecer as leis universais, permite-nos observar que a realidade material é muito mais inteligente e ordenada do que possamos imaginar.</p>
<p>Mas para sermos capazes de ver essa magia, teremos que tirar os velhos óculos da vítima impotente perante as &#8220;injustiças&#8221; do mundo e trocar pelas lentes da sabedoria capazes de ver em todos os movimentos lá fora, as leis universais em pleno funcionamento. O fenómeno dos espelhos, quando compreendido, tem o poder de nos mostrar mensagens sagradas, memórias do passado, visões do futuro, consciência de quem somos, pistas essenciais para que possamos cumprir o nosso caminho pessoal.</p>
<p>Sabendo que a nossa existência não começou na vida presente e que já nascemos com uma bagagem, o fenómeno dos espelhos ajuda-nos a perceber o nosso passado e o nosso futuro, ou seja, torna mais nítida a rota pessoal e única, escolhida pelo nosso espírito. Por estar exageradamente focado na realidade presente, sem sabedoria própria e habituado a lidar com o imediato, o olho do ego ilude-se facilmente e é por isso incapaz de observar esses movimentos espirituais, inteligentes e evolutivos da vida. Independentemente se conseguimos perceber o fenómeno ou não, ele irá acontecer na mesma, ou seja, iremos sempre materializar e fazer atrair as energias que carregamos em nós.</p>
<p>Só dando início ao processo de desenvolvimento pessoal e espiritual é que começamos a perceber o quanto somos e sempre fomos regidos pelas leis universais. O quanto já tivemos infinitas experiências tanto positivas como negativas, conscientes ou inconscientes que geraram as suas respectivas consequências. O quanto somos responsáveis por tudo o que atraímos para a nossa realidade. O quanto a nossa história não começou na vida presente e já trazemos connosco energias do passado e são precisamente essas que irão alimentar o fenómeno dos espelhos.</p>
<p>Somos seres duais a fazer a experiência dos opostos. Procurar o equilíbrio dessas duas energias em nós é uma das grandes propostas da viagem terrena e o que irá um dia permitir que possamos materializar essa mesmo equilíbrio lá fora no mundo num mundo mais equilibrado do que o que temos no momento. As várias vidas irão permitir então que experienciemos esses opostos pois só dessa maneira poderemos ansiar e encontrar o equilíbrio. É muito natural então que oscilemos entre vidas de abusos e faltas. De excessos e carências. De exageros e ausências. De apegos e solidão. De imaturidade e maturidade. De fragilidade e violência. De medo e coragem, e muitos mais outros opostos que poderia assinalar. Se fores dentro de ti com consciência, estão lá todos. Com os olhos certos poderemos vê-los em manifestação o tempo todo lá fora no mundo, nas notícias diárias, na nossa realidade pessoal.</p>
<p>O mundo material é um palco de experiências para o espírito. É um imenso laboratório onde viemos experimentar a nossa dualidade, ou seja, TUDO, luz e sombra. Para isso a vida deu-nos a mais bela e poderosa das ofertas; o nosso Livre Arbítrio. Para que o livre arbítrio não gere caos, as leis universais trazem ordem às experiências pessoais de cada um e acompanham a viagem do espírito ao longo das suas várias vidas de maneira a que as aprendizagens sejam feitas.</p>
<p>Deste ponto de vista o exemplo acima da pessoa pacífica e insegura que nunca levantou a voz ou a mão para ninguém,<br />
irá um dia perceber que o desempoderamento que sente no presente se deve a um abuso de poder no passado. A agressividade atraída é a lei do karma a devolver as consequências das acções passadas. A lei da atração fê-la atrair quem melhor a podia ajudar no seu processo de consciência. A lei do equilíbrio veio pedir-lhe que harmonizasse o excesso de poder do passado com a falta de poder do presente. Que mesmo nascendo na vida presente com uma proposta nova, a energia de poder do passado ainda lá está, projetada e espelhada na vida presente pelos pais.</p>
<p>O desafio é então percebermos o fenómeno dos espelhos. Tornarmo-nos responsáveis por criá-lo. Aprender a reconhecê-lo na nossa vida. Usá-lo com as pessoas à nossa volta. Pô-lo em prática com quem nos rodeia. Distinguir o espelho positivo do negativo e descobrir o papel de cada um em cada qual. Este é um dos caminhos para a consciência de quem és e para a responsabilidade pessoal, caso estejas de facto comprometido com a tua evolução espiritual.<br />
Caso contrário, é muito mais simples vitimizarmo-nos constantemente e projetarmos a &#8220;culpa&#8221; nos outros..</p>
<p>Embora o fenómeno dos espelhos seja desafiante de aceitar por si só, a Astrologia Karmica e a Numerologia ajudam na confirmação das informações dos espelhos, mostrando por exemplo no mapa da pessoa acima referida, uma vida passada de abuso de autoridade.<br />
A proposta é então mantermos uma mente aberta. Considerarmos novas visões da mesma realidade onde possamos aprender a ver a magia que nos rodeia e onde seja possível libertarmos-nos das velhas, deprimentes, vitimizadoras e julgadoras visões do mundo.</p>
<p>Bam hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/n-y-c-8156946/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3179182">N-Y-C</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3179182">Pixabay</a></p>
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		<title>O Oriente como fonte de Orientação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Nov 2017 14:02:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Todas as pessoas à nossa volta, que de alguma maneira estão dentro da nossa realidade, seja em que área de vida for, têm uma razão para lá estar. Magneticamente atraídos pela nossa própria energia, cada um deles tem diferentes intenções para o fazer. Uns estão a devolver-nos algo de nós tal como espelhos fazem com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as pessoas à nossa volta, que de alguma maneira estão dentro da nossa realidade, seja em que área de vida for, têm uma razão para lá estar. Magneticamente atraídos pela nossa própria energia, cada um deles tem diferentes intenções para o fazer. Uns estão a devolver-nos algo de nós tal como espelhos fazem com o nosso corpo. Estão a activar energias em nós que sem esse impacto externo se manteriam inconscientes cá dentro. Estão a trazer as consequências de acções passadas a que demos vida há muito tempo. Tanto tempo que já caíram no esquecimento e por isso mesmo precisamos desses lembretes.</p>
<p>Quando não temos ainda consciência deste movimentos iremos lidar com eles reactivamente. Ou seja, sem entendimento, iremos naturalmente correr para perto de quem nos faz sentir bem e fugir ou julgar quem nos provoca dor. No entanto para a nossa história, ambos são valiosíssimos! Ambos estão a fazer um papel de amor. Ambos são necessários no nosso processo de cura e consciência de quem somos.</p>
<p>Há muito que me rendi ao conceito de dualidade de que é feito o Universo e cada manifestação do divino, incluíndo nós próprios. A nossa evolução dá-se sempre que o equilíbrio dentro de nós acontece e isso só é possível quando estamos conscientes dessas duas partes em nós. Infelizmente a maioria no Ocidente vive em doente negação da sua dualidade, numa miopia crónica que apenas lhe permite ver uma distorcida visão perfeccionista de si mesmo.</p>
<p>Ninguém nos educou sobre a luz e a sombra. Não vimos ninguém à nossa volta a lidar positivamente com elas. Não tivemos Mestres ou Professores que nos falassem sobre as suas caratirísticas, nos mostrassem o que fazer quando elas se desequilibram ou o que teríamos a ganhar quando elas se equilibram. E porque vivemos em profunda ignorância sobre o nosso mundo interior, projetamos a dualidade no mundo exterior. Alguém irá então fazer o papel da luz e alguém irá fazer o papel da sombra. Na nossa linguagem mais corrente, uns irão ser os bons e os outros irão ser os maus. Com uns iremos tentar que nos devolvam ilusoriamente o amor que ainda não sabemos sentir em nós. Com outros iremos projectar a as sombras que nos recusamos a assumir.</p>
<p>De facto a filosofia espiritual do Ocidente foi incapaz de dar sentido à nossa existência, condicionando por isso a nossa paz interior e qualidade de vida. Muitos são os que ainda estão mais confortáveis com a ideia de inferno e diabo do que reencarnação, a maioria ainda não conhece as leis universais, o sentido de responsabilidade Karmica é quase inconsciente na maior parte das pessoas, sofremos todos de crises profundas de valores onde já não conseguimos distinguir valor e dinheiro, confundimos amor com apego, conhecimento com sabedoria, responsabilidade com autoridade, enfim, a lista é longa e mostra porque o Ocidente tem as taxas ridículas que tem no que toca ao consumo de antidepressivos e ansiolíticos.</p>
<p>Por sermos incapazes de perceber a dualidade e de ver o quanto o mundo é apenas uma projecção da dualidade interna de cada um, a nossa visão da vida torna-se caótica. Os julgamentos são a forma como vamos tabelando o que não entendemos. O medo toma conta, o sentido de injustiça bloqueia-nos e a o nosso discurso fica preso entre a ladaínha da vitimização e da acusação acerca do que ainda não entendemos. A única boa notícia é que finalmente uma nova energia está a trazer um novo entendimento que aos poucos vai descristalizando as velhas energias e permitindo que aos poucos a luz vá invadindo, tanto as nossas mentes, o nosso coração, o corpo e o espirito.</p>
<p>Tenho tido a benção de ser testemunha das mais maravilhosas transformações de que o ser humano é capaz quando se permite por em causa e libertar do sistemas de crenças, valores e prioridades que lhe gerou os maiores desiquilíbrios e colocou em causa o sentido da sua existência. As mais belas e puras filosofias do Oriente, falam uma linguagem universal e espiritual capaz de dar directrizes ao espírito para que ele consiga atingir o seu equilíbrio. A própria medicina tradicional chinesa trabalha com o mesmo princípio do equilíbrio das energias há mais de 5000 anos e já deu provas de que tem o poder de curar profundos desequilíbrios internos de que todos sofremos.</p>
<p>A era da fé cega e do Deus do medo chegou ao fim.<br />
A Nova Era pede consciência, entendimento, responsabilidade, liberdade para reclamarmos o nosso poder pessoal e equilíbrio interno.<br />
O mundo lá fora não é um fim em si onde iremos encontrar a abundância e a felicidade mas apenas um meio para que ela se possa experienciar dentro de nós.<br />
Esse é o caminho da luz interior e é esse que será capaz de inspirar e iluminar quem nos rodeia e o mundo em que vivemos.</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/katjafiona-3595265/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2109894">Katja Graf</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2109894">Pixabay</a></p>
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