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	<title>vítima &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>As desilusões das nossas ilusões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 18:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Têm-me chegado muitas pessoas ultimamente em estado de profundo sofrimento, cansadas, zangadas, desiludidas com a vida, com Deus, com o próximo, não raramente medicadas para a sua &#8220;depressão&#8221;, da qual, não raras vezes também, se sentem vítimas de lhes ter calhado tão penoso fado. Normalmente pouca ou nenhuma consciência de que o seu estado actual [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Têm-me chegado muitas pessoas ultimamente em estado de profundo sofrimento, cansadas, zangadas, desiludidas com a vida, com Deus, com o próximo, não raramente medicadas para a sua &#8220;depressão&#8221;, da qual, não raras vezes também, se sentem vítimas de lhes ter calhado tão penoso fado.</p>
<p>Normalmente pouca ou nenhuma consciência de que o seu estado actual é uma responsabilidade sua, consequência das suas próprias escolhas passadas. Estes trânsitos de Saturno são o &#8220;reality check&#8221; necessário.</p>
<p>Quando lhes peço para me contarem um pouco da sua história, relações com pais, parceiros, filhos e trabalho, é comum a postura passiva/vitimizadora perante a sua própria vida, culpando as pessoas que as desiludiram e julgando como azares e injustiças as coisas más* que lhes foram acontecendo.</p>
<p>A grande maioria ainda acredita que a criação de uma vida perfeita é a fórmula da felicidade. A ignorância quanto às leis universais e dinâmicas inteligentes da vida é ainda muito assustador.</p>
<p>A ideia de que a vida é a busca da perfeição nos estágios tradicionais de escola, trabalho, casamento, filhos e amigos, não leva em conta que a nossa existência é muito mais complexa do que isso.</p>
<p>Aliás, dizem os antigos sábios desde o princípio dos tempos que a verdadeira viagem da vida é a viagem de evolução do espírito que usa sim as dinâmicas terrenas acima citadas para fazer as suas aprendizagens. Ou seja, a nossa realidade é uma projeção inconsciente da nossa própria energia, palco perfeito onde se desenrola o nosso processo de evolução e tudo e todos os que lá estão, fazem parte.</p>
<p>Viver apenas o plano social sem consciência do plano espiritual, é, pela minha observação, a grande causa do estado de depressão actual. Ou seja, viver sem significado ou propósito maior, torna-nos incapazes de confiar na vida, de crescer e aprender com cada situação, seja ela mais fácil ou mais desafiante. Vivemos cegos para a magia da vida, incapazes de ler sinais, fazer aprendizagens e evoluir.</p>
<p>Muitos são os que sentem uma enorme culpa porque o que têm a nível social ou exterior, embora seja abundante, como bons empregos, boas casas e carros, filhos saudáveis e dinheiro no banco, nunca parece preencher o doloroso vazio interior. Mas o vazio tem a sua razão de existir e a frustração é apenas a vida a mostrar-nos que um vazio energético não se preenche com pessoas ou tralhas.</p>
<p>É geral a ilusão de que o curso perfeito irá dar o emprego perfeito, colegas e patrões perfeitos, a relação romântica perfeita, os filhos perfeitos na escola perfeita &#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>Vivemos em permanente desilusão das nossas próprias ilusões.</p>
<p>A frustração de não sermos capazes de integrar a experiência exterior com as aprendizagens interiores, faz-nos viver desconectados do nosso mundo interior, do propósito da nossa alma, acabando normalmente por culparmos o exterior de nos desiludir na busca da sensação de felicidade.</p>
<p>É triste o estado em que a maioria ainda está e sei o que dói pois um dia também já o senti. Mas aprendi também que se a minha ilusão na forma de escolhas inconscientes, ideias erradas, crenças limitadoras, valores distorcidos, filosofias castradoras criaram as minhas desilusões, só mudando essas mesmas escolhas, ideias, crenças, valores e filosofias poderia alguma vez criar novos e mais positivos desfechos na minha vida.</p>
<p>Depois de feita minha transformação, esse é hoje o propósito do meu trabalho. Ajudar a tirar os óculos da ilusão, reaprender a ver a magia que nos rodeia, perceber porque as coisas nos acontecem, porque atraímos determinadas pessoas para a nossa realidade pessoal, libertar velhos moldes e padrões sobreviventes de vidas passadas que precisam de actualização e que já não devolvem a qualidade desejada.</p>
<p>Temos na nossa mão o poder de mudar a nossa vida. A educação que nos deram falhou com o como e por isso a maioria se sente presa, frustrada e impotente.</p>
<p>A fórmula que nos deram não funciona e só depois de esgotadas todas as tentativas, estamos preparados e abertos para receber uma nova visão do mundo onde viveremos conscientes do nosso poder interior e onde seremos responsáveis pela nossa felicidade.<br />
Cá te espero quando sentires que estás pront@ para fazer a tua mudança e reclamares o teu poder pessoal!</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/spirit111-5026413/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3014605">beate bachmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3014605">Pixabay</a></p>
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		<title>Choque de Gerações &#8211; Uma visão espiritual​</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 08:39:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O choque de gerações é uma realidade quase sempre intensa e algo desconfortável​ na vida de quase todas as famílias​. Não é apenas a questão de idade que nos afasta aos poucos daqueles que um dia foram o nosso porto seguro. E também não é apenas a questão da maturidade que impede a saudável relação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O choque de gerações é uma realidade quase sempre intensa e algo desconfortável​ na vida de quase todas as famílias​. Não é apenas a questão de idade que nos afasta aos poucos daqueles que um dia foram o nosso porto seguro. E também não é apenas a questão da maturidade que impede a saudável relação quando os nossos filhos chegam à ​desafiante ​adolescência. O que realmente dói, são as projeções que fazemos​ e​ as desilusões das expectativas idealistas que temos tanto em relação aos pais como aos filhos. É o estado de ignorância que nos incapacita de percebermos porque afinal a lei da atração nos juntou a todos na mesma família.<br />
​<br />
Não é raro sentirmo-nos deslocados, que não fazemos parte, que não tivemos sorte com a familia que nos calhou​. Ralhamos e rogamos pragas ao que nem sempre parece fazer sentido ​quando apenas precisamos aprender a analisar estas dinâmicas pelos olhos da espiritualidade;</p>
<p>Projeção: A projeção é um mecanismo de defesa no qual os atributos pessoais inaceitáveis ou indesejados são atribuídos a outra pessoa mantendo-se o próprio em negação dos mesmos. A Projeção psicológica ocorre quando culpamos outros do que ainda não aceitamos em nós.</p>
<p>Ilusão: A ilusão é uma confusão dos sentidos que provoca uma distorção da percepção. Na nossa língua, &#8220;iludir&#8221; significa ter a esperança de algo desejável. É a busca do que gostaríamos que fosse e a não aceitação daquilo que é. E não estamos todos iludidamente à procura do mundo/vida/pessoa/casa/filhos/pais perfeitos? e não serão as nossas dores apenas a constatação de que os outros não são o que gostaríamos?</p>
<p>A viagem da vida obedece a um propósito de evolução que tanto acontece dentro de nós a nível individual como nas dinâmicas da própria família. A lei do karma, a lei da atração e a lei da vibração criam antes de encarnarmos o cenário perfeito para que o projeto individual de evolução possa acontecer. Nesse projeto estão já a família e cada membro da mesma, a cultura, ​a ​forma de pensamento, ideologias, crenças, hábitos, circunstância​s​ diversas que farão parte da história​ e do que precisamos viver para nos cumprirmos​. Na maior parte das vezes ela não será o que gostaríamos mas o nosso trabalho é procurar que lições pessoais o nosso espírito está a fazer com ela.</p>
<p>Tal como na preparação de uma peça de teatro, tudo o que está presente, foi escolhido com um propósito; usar a encarnação presente para fechar e curar os padrões negativos ​do passado ​de onde viemos e ter a coragem de abrir novo padrões que definam as experiências que desejamos algures no futuro para onde vamos.</p>
<p>Deste ponto de vista, a geração seguinte (os filhos) traz sempre a responsabilidade e potencial energético de ir mais além do que ​a geração ​dos pais foram capazes. ​A família escolhida é precisamente a que lhe permite rever ou relembrar de onde vem pois antes de abrir um novo padrão, há que fechar o velho em estado de amor e gratidão pelas aprendizagens feitas. ​E esta é normalmente a parte mais desafiante pois velhas mágoas e ressentimentos podem sem dúvida adiar o processo.</p>
<p>Mas precisamente porque vêm preparados para transcender os velhos padrões, não percebem, durante algum tempo, que também os carregam dentro de si​, projetando assim o seu velho passado, nos pais que ainda o estão a viver.</p>
<p>E se a projeção já é um mecanismo violento de rejeição da própria sombra, a idealização ainda torna estas vivências mais complexas pois condiciona-nos a vermo-nos a nós e a esperar dos outros nada menos do que a visão ideal de perfeição. ​Precisamente porque não entendemos a razão de atraírmos uns pais desafiantes, sofremos com a ideia de que são tudo menos perfeitos. Que &#8220;deveriam&#8221; estar a comportar-se de forma ideal. Que se fossem ​ideais e ​o que gostaríamos que eles fossem, a nossa vida seria tão mais fácil​ e seríamos tão mais felizes​.</p>
<p>Tanto a projeção como a idealização são mecanismos de defesa inconscientes que apenas são usados enquanto a verdade nua e crua não vem ao de cima. Enquanto não nos atrevermos a olhar para nós próprios e a termos a coragem de assumirmos em nós o que até ali projetávamos facilmente nos outros. Até ganharmos a responsabilidade de termos nós mesmos escolhido a família em que estamos. Escolhida não para ser a familia perfeita que queremos mas sim porque JÁ É a família perfeita que precisamos.</p>
<p>Aprender a reconhecer quem é quem é essencial para sabermos como agir de acordo com cada um, que aprendizagens diferentes cada pessoa nos vem propor e como aproveitar a presença de cada um para a nossa própria evolução pessoal.<br />
Do ponto de vista da lei da atração há uma intenção positiva e aprendizagens valiosas que leva a juntar determinados elementos na mesma família. Ou seja, filhos saberão ver nos pais sombras de si mesmos que precisam ser transformadas e pais verão nos filhos novos caminhos e formas de ser, um potencial futuro, normalmente só realizável numa futura encarnação.</p>
<p>Se soubermos reconhecer estas ligações e aprendizagens pelo olho da alma, temos tudo a ganhar, desenvolvemos a compaixão pelos que representam o passado e gratidão pelos que representam o nosso potencial. Pelo olho do ego caímos no julgamento e na infantil projeção e idealização que nos impede de evoluir e nos prende a violentas e dolorosas dinâmicas familiares.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>Leia mais sobre o tema aqui:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="9rtOLJhjN3"><p><a href="https://veraluz.pt/o-choque-de-geracoes/">O choque de gerações</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;O choque de gerações&#8221; &#8212; Vera Luz" src="https://veraluz.pt/o-choque-de-geracoes/embed/#?secret=ySzpPpnnCL#?secret=9rtOLJhjN3" data-secret="9rtOLJhjN3" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/sasint-3639875/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1807515">Sasin Tipchai</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1807515">Pixabay</a></p>
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		<title>Viagem eterna</title>
		<link>https://veraluz.pt/viagem-eterna/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2019 20:12:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não é raro aparecerem pessoas que ainda resistem à ideia da existência de vidas passadas. Para quem não cresceu com o conceito é natural que ainda haja resistência a esta tão diferente visão da vida que nos obrigada a mexer nas nossas ideias, nas nossas crenças e a vermo-nos de maneiras completamente novas. A ideia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-block="true" data-editor="64q4r" data-offset-key="a0n1b-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="a0n1b-0-0"><span data-offset-key="a0n1b-0-0">Não é raro aparecerem pessoas que ainda resistem à ideia da existência de vidas passadas. Para quem não cresceu com o conceito é natural que ainda haja resistência a esta tão diferente visão da vida que nos obrigada a mexer nas nossas ideias, nas nossas crenças e a vermo-nos de maneiras completamente novas. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="64q4r" data-offset-key="f5bga-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="f5bga-0-0"><span style="font-size: 14px;">A ideia de que um dia já vivemos antes leva-nos a pensar quem teríamos sido, se fomos boas ou más pessoas e isso, pelo que tenho observado, é o que a maioria ainda mais resiste. Ou seja, a ideia de sermos vitimas das circunstâncias de uma vida única ainda consegue ser mais apelativa do que vermos as condições da vida presente e as pessoas que atraímos, como consequências de ações passadas.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="64q4r" data-offset-key="d2esg-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="d2esg-0-0"><span data-offset-key="d2esg-0-0">Ao fim de 20 anos de estudos e observações de regressões a vidas passadas, posso dizer que já não tenho qualquer dúvida de que a vida é sagrada, que a nossa alma é eterna, que a nossa existência é muito mais inteligente do que imaginamos, e que cada encarnação poderia estar a ser muito mais produtiva e melhor aproveitada se soubéssemos porque estamos cá.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="64q4r" data-offset-key="dch9n-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="dch9n-0-0"><span data-offset-key="dch9n-0-0">Bem estudada, a teoria da reencarnação tem mais pontos a favor do que contra, além de que responde positivamente a um dos maiores dilemas do ser humano; o medo da morte e a capacidade de dar sentido à nossa existência. Quando aceite, a nossa história passa a ter um &#8220;passado&#8221; em outras existências explicando as condições presentes das nossa encarnação e oferece um propósito atingível de evolução e libertação de karmas passados através da mudança de padrões no presente. Libertamos definitivamente a ideia de vítimas.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="64q4r" data-offset-key="89din-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="89din-0-0"><span data-offset-key="89din-0-0">Tenho visto muitas pessoas que aos poucos se vão rendendo à ideia, principalmente depois de regressões e de feitos os mapas karmicos tanto astrológicos como numerológicos. Eu própria fiz há muitos anos imensos estudos e pesquisas que me mostraram na reencarnação, um caminho cheio de respostas, lógica e sentido que não havia encontrado antes ou sequer num filosofia alternativa, pois a explicação religiosa nunca me convenceu e a ideia de universo caótico e injusto muito menos.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="64q4r" data-offset-key="3fk6d-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3fk6d-0-0"><span data-offset-key="3fk6d-0-0">Aos muitos que já aceitaram esta inteligente e superior visão da vida pude observar mudanças maravilhosas, resgates de poder pessoal extraordinários, curas pessoais e familiares que de outra forma iriam levar séculos a acontecer. Cada um deles apenas reforçou a minha crença que mudou também o meu mundo há muitos anos atrás.<br />
</span><span style="font-size: 14px;">Aos que ainda resistem por completo à ideia, gosto sempre de perguntar:</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="64q4r" data-offset-key="ctcgj-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ctcgj-0-0"><span data-offset-key="ctcgj-0-0">&#8211; Qual a sua filosofia de vida? como explicam as diferentes condições de nascimento de cada um? como lidam com a dualidade da vida? o que é Deus para ti? como se vêm a si mesmos? qual o propósito da sua existência para além da família/emprego/filhos? sentes-te realizad@?, és feliz?</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="64q4r" data-offset-key="bb06-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bb06-0-0"><span data-offset-key="bb06-0-0">Se as respostas não foram fáceis talvez tenhas chegado o tempo de abrires a mente e considerares uma nova maneira de olhar o mundo e de descobrires a magia da vida e como tudo afinal faz sentido&#8230;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="64q4r" data-offset-key="213pt-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="213pt-0-0"><span style="font-size: 14px;">Bem hajam!<br />
</span><span style="font-size: 14px;">Vera Luz</span></div>
</div>
<div data-offset-key="213pt-0-0"></div>
<div data-offset-key="213pt-0-0">Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/spiritbunny-16389/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1254298">Glauco Gianoglio</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1254298">Pixabay</a></div>
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		<title>Desempregado ou desconectado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jan 2019 18:01:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A mentalidade antiga dizia: ⭐️Quanto eu encontrar um trabalho vou sentir-me realizada e receber um bom ordenado. Neste molde antigo projectávamos a felicidade de fora para dentro, ficávamos presos e dependentes de um qualquer emprego que garantisse um cheque ao fim do mês, vivíamos à espera que os outros ou a sociedade nos dessem algo, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mentalidade antiga dizia:<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2b50.png" alt="⭐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Quanto eu encontrar um trabalho vou sentir-me realizada e receber um bom ordenado.<br />
Neste molde antigo projectávamos a felicidade de fora para dentro, ficávamos presos e dependentes de um qualquer emprego que garantisse um cheque ao fim do mês, vivíamos à espera que os outros ou a sociedade nos dessem algo, correndo o risco de o perder e de vivermos frustrados sem saber o que fazer ao enorme vazio interno.</p>
<p>A mentalidade nova pede:<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2b50.png" alt="⭐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Quando eu descobrir o que me torna único e especial, onde está o meu entusiasmo e talento natural, eu irei realizar-me a investir nele e a colocá-lo ao serviço do mundo, o qual me irá pagar maravilhosamente pela minha dádiva.<br />
Neste molde há uma responsabilidade pela nossa existência, pela consciência de quem somos e pela nossa contribuição individual, por contribuirmos com os nossos talentos únicos e esforços para uma sociedade e um mundo melhor. Neste molde a realização depende de nós, do nosso esforço, da qualidade da nossa dádiva à qual a Lei do karma responde sempre com justiça. (emanamos amor, recebemos amor. Emanamos frustração, recebemos frustração).</p>
<p>Assusta-me ver pessoas que se assumem como &#8220;desempregadas&#8221;. &#8220;Desempregado&#8221; não é uma identidade mas sim e apenas um estado temporário de falta de emprego. A passividade com que algumas pessoas se assumem como desempregadas faz parecer que o mundo lhes deve algo ou que são vítimas de uma sociedade injusta e que não são nada até que um emprego as defina.<br />
O olho superior das leis universais descarta a palavra injustiça e substitui pela Lei do Karma pois o que cada pessoa está a viver foi co-criado e faz parte da sua própria história. Seja um emprego milionário, seja o desemprego.</p>
<p>Pior do que a passiva vitimização no estado de desempregado é ver pessoas cheias de potencial, detentoras de qualidades e talentos dos quais vivem completamente inconscientes. Sem dúvida que nem os pais nem a escola, principalmente das gerações mais velhas, foram incentivadas a descobrirem o seu mundo interior, aplaudidas nos seus talentos ou apoiadas no que as tornava excepcionalmente e extraordinariamente diferentes. Pelo contrário, muitos foram ridicularizados, abafados, proibidos de seguir, investir e expressar livremente a sua essência. Mas se em crianças estávamos condicionados pelos pais, em adultos temos a liberdade de questionar e cada dia é uma oportunidade nova de nos alinharmos com quem somos e com o potencial que trazemos de criarmos um mundo melhor. De investirmos no nosso desenvolvimento pessoal e consciência individual para que possamos verdadeiramente brilhar e levar luz ao mundo.<br />
Todos somos um. Cada um de nós faz parte de um puzzle cósmico que ficará incompleto se não assumirmos a nossa &#8220;peça&#8221; individual. Seja ela a nível pessoal, familiar ou colectivo.</p>
<p>Por isso pergunta-te a ti mesmo:<br />
&#8211; Onde me sinto capaz de fazer coisas que outros não são?<br />
&#8211; O que para mim é fácil e óbvio e que para os outros é um desafio?<br />
&#8211; O que é a minha paixão?<br />
&#8211; Como posso criar o trabalho de sonho?<br />
&#8211; Que ideias tenho para criar um mundo melhor?<br />
&#8211; Que tipo de contribuição pessoal faria se fosse chamada a fazê-lo?<br />
&#8211; Que qualidades minhas são reconhecidas e comentadas regularmente por quem me rodeia?<br />
&#8211; Quem mais me inspira e porquê?<br />
&#8211; Que ideias e sonhos de criar algo novo já tive que poderia por em prática?<br />
&#8211; O que a Astrologia e Numerologia dizem dos meus talentos e qualidades?</p>
<p>Nunca tivemos tantas oportunidades como o presente para nos alinharmos internamente.<br />
A nossa vontade é poderosa, o nosso livre arbítrio é uma dádiva da vida para ser usada positiva e criativamente para cumprirmos a nossa viagem pessoal e contribuirmos para um mundo melhor. Mas tal como a luz só se manifesta com dois polos, a nossa abundância acontecerá sem esforço quando Personalidade e Alma se harmonizarem e se encontrarem mais vezes para decidirem como agir e aproveitar da melhor maneira estes &#8220;vazios&#8221; da vida, seja um despedimento, uma mudança radical ou um fim relacional.<br />
Se não formos nós a dizer à Vida que queremos criar algo novo, ela irá recriar mais do mesmo respondendo à vibração em que estamos.</p>
<p>&#8220;Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país. &#8211; John F. Kennedy&#8221;</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/pixel2013-2364555/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4335710">S. Hermann &amp; F. Richter</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4335710">Pixabay</a></p>
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		<title>A vitimização é uma doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 09:54:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um dos trabalhos mais desafiantes e importantes da terapia é ajudar a pessoa a encontrar a aprendizagem em cada evento. A jóia no meio da lama. Encontrar o enquadramento positivo que permita ajudar a perceber que sem aquele desafio, não teríamos crescido, não teríamos evoluído, não sairíamos da zona de conforto rumo a novas aventuras. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos trabalhos mais desafiantes e importantes da terapia é ajudar a pessoa a encontrar a aprendizagem em cada evento. A jóia no meio da lama. Encontrar o enquadramento positivo que permita ajudar a perceber que sem aquele desafio, não teríamos crescido, não teríamos evoluído, não sairíamos da zona de conforto rumo a novas aventuras.<br />
A Astrologia e a Numerologia mostram bem que não só os eventos e desafios já estão assinalados no nosso mapa natal muito antes de acontecerem, como foram preparados por nós, antes da nossa encarnação, como perfeitos para que pudéssemos cumprir o nosso propósito. Ou seja, quem quer ou o que quer nos desafie, faz parte do plano e está apenas a cumprir a sua parte do acordo.<br />
Levamos algum tempo em consulta primeiro a assumir a responsabilidade pelo que afinal andamos a atrair e aprender a olhar esses desafios como propostas pessoais pois a tendência é a projeção do mal no outro, a desresponsabilização pessoal que acaba sempre em vitimização.<br />
Depois de tantos anos de terapia a acompanhar pessoas, atrevo-me mesmo a dizer que a vitimização e a ignorância da projeção do mal nos outro, são as grandes doenças do Ocidente.<br />
Do ponto de vista da espiritualidade e das leis universais, a vitimização e a culpa NÃO EXISTEM. A cura ou superação de energias densas só é possível quando ganhamos responsabilidade pela nossa existência, pelo estado da nossa energia, por tudo o que ela cria e já criou e que está representado em tudo e todos que atraímos. Não teremos poder pessoal enquanto estivermos a dar corda ao &#8220;coitadinho&#8221; interno, a vermo-nos como vítimas pois assim não acederemos ao Herói em nós.<br />
Aprendamos então a olhar para os eventos com um olho inteligente de quem sabe ser resiliente e é capaz de se transformar a cada momento:</p>
<p>&#8211; É na rejeição que voltamos ao nosso centro de onde nos desconectámos.<br />
&#8211; É na solidão que aprendemos a ser a nossa melhor companhia e a descobrir o que temos de melhor para dar ao mundo.<br />
&#8211; É no abandono que descobrimos que somos mais fortes e capazes do que alguma vez imaginámos.<br />
&#8211; É na perda que corrigimos apegos e dependências que nos impedem de cumprir a nossa história.<br />
&#8211; É na revolta que acionamos a nossa forte e aprendemos a lutar pelo que merecemos.<br />
&#8211; É no medo que aprendemos que não controlamos tudo mas controlamos a nossa ação, a nossa resposta ao próprio medo.<br />
&#8211; É na sensação de &#8220;injustiça&#8221; que podemos perceber o que provavelmente um dia já lançámos à vida e que agora retorna.</p>
<p>Estes a tantos outros exemplos ajudam a mostrar a uma mente caótica que ignorantemente julga os eventos e pessoas como bons e maus, como se reconectar com a Ordem Maior onde TUDO tem uma razão de ser.<br />
Estamos rodeados de magia que, embora infelizmente ninguém nos tenha ensinado a ver, está lá à espera que tu te reconectes com ela e a aproveites para viver o teu maior potencial.</p>
<p>Bem Hajam!<br />
Vera Luz</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Q9aPVrGd57"><p><a href="https://veraluz.pt/informacoes/">Informações</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://veraluz.pt/informacoes/embed/#?secret=Q9aPVrGd57" data-secret="Q9aPVrGd57" width="600" height="338" title="&#8220;Informações&#8221; &#8212; Vera Luz" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/foundry-923783/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=863686">Foundry Co</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=863686">Pixabay</a></p>
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		<title>O nosso trabalho é&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Oct 2017 21:34:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O nosso trabalho não é procurar a luz pois nós já somos a luz. O nosso trabalho é retirar o que a esconde, o que nos impede que ela brilhe dentro de nós. O nosso trabalho não é descobrir o amor pois nós já somos amor puro. O nosso trabalho é aprender a expressar o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso trabalho não é procurar a luz pois nós já somos a luz. O nosso trabalho é retirar o que a esconde, o que nos impede que ela brilhe dentro de nós.</p>
<p>O nosso trabalho não é descobrir o amor pois nós já somos amor puro. O nosso trabalho é aprender a expressar o amor que já somos.</p>
<p>O nosso trabalho não é procurar a nossa missão. A nossa vida já é a nossa missão. O nosso trabalho é recordar como iremos colocar os nossos dons e talentos ao serviço do mundo.</p>
<p>O nosso trabalho não é criar um mundo perfeito. O nosso trabalho é perceber que o mundo já é perfeito quando estudadas e percebidas as leis universais.</p>
<p>O nosso trabalho não é criar uma sociedade equilibrada baseada em valores superiores. O nosso trabalho é encontrar equilíbrio dentro de nós e vivermos à altura do nosso potencial individual. O social será sempre um espelho do individual.</p>
<p>O nosso trabalho não é encontrar uma profissão. O nosso trabalho é seguir a nossa paixão e integrá-la numa profissão.</p>
<p>O nosso trabalho não é sair da cama em busca de materializar a vida perfeita. O nosso trabalho é sair da cama e sermos capazes de expressar a mais bela versão de nós mesmos.</p>
<p>O nosso trabalho não é procurarmos um bom emprego e um bom salário. O nosso trabalho é confiarmos que o que de melhor e com amor dermos ao mundo, iremos ser bem pagos por isso.</p>
<p>O nosso trabalho não é criar a vida que queremos. O nosso trabalho é fazermos as pazes com a vida que temos.</p>
<p>O nosso trabalho não é exigir o melhor dos outros. O nosso trabalho é conseguirmos o melhor de nós mesmos.</p>
<p>O nosso trabalho não é julgar o outro. O nosso trabalho é perceber porque o outro está na nossa realidade.</p>
<p>O nosso trabalho não é resolver problemas e evitar desafios. O nosso trabalho é aprender e evoluir com os problemas e desafios.</p>
<p>O nosso trabalho não é atingir a felicidade. O nosso trabalho é ser feliz aqui e agora.</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/candiix-7097598/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3012744">CANDICE CANDICE</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3012744">Pixabay</a></p>
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		<title>Passos essenciais para a cura interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2017 09:51:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Recebo tantas mensagens a perguntar se os meus &#8220;tratamentos&#8221; funcionam, se com uma sessão ficam curadas, se os ataques de pânico desaparecem, se o medo se evapora, se depois já conseguem isto e aquilo, etc. Ou seja, a era do click chegou ao mundo da terapia! Admito que é uma tentação a ideia de que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recebo tantas mensagens a perguntar se os meus &#8220;tratamentos&#8221; funcionam, se com uma sessão ficam curadas, se os ataques de pânico desaparecem, se o medo se evapora, se depois já conseguem isto e aquilo, etc. Ou seja, a era do click chegou ao mundo da terapia!<br />
Admito que é uma tentação a ideia de que possa haver fast-healing tal como há fast-food, mas obviamente há que separar as águas&#8230;</p>
<p>1º Eu não faço &#8220;tratamentos&#8221;. Aplico ferramentas, exercícios, técnicas que têm como objectivo levar a pessoa a tomar consciência da sua história, perceber que energias carrega e como pode transformá-las. Cada um fará os devidos ajustes e mudanças na sua vida lá fora de acordo com o que percebeu em consulta.</p>
<p>2º Nada irá mudar se TU não mudares também. Quando não fazemos mudanças, a realidade à nossa volta mantém-se, os padrões repetem-se e o que origina queixume, vitimização e tendência a culpar os outros, mantêm-se até que a mudança interior aconteça. Cada um terá a disciplina mental interior ou não para mudar estes padrões dentro de si.</p>
<p>3º Não somos vítimas de sorte ou azar, de bons ou maus pais, de ter ou não emprego, de ter bons ou maus relacionamentos, de ter filhos mais ou menos difíceis. Tudo o que nos rodeia é um espelho da relação que temos connosco próprios. Cada um irá ou não aproveitar os espelhos para corrigir em si os seus próprios desequilíbrios.</p>
<p>4º Responsabiliza-te pela tua cura. A cura não se faz numa sessão ou com um livro. Ela é a viagem da nossa vida, implica trabalho permanente a nível fisico, mental, emocional e espiritual. Implica respeitar os ciclos da vida, tanto naturais como astrológicos e numerológicos. Implica ir fluindo com a vida fazendo do nosso equilíbrio interior, uma prioridade. Cada um irá ser capaz de aplicar esta visão ou não.</p>
<p>5º Não controlamos seja o que for. Apenas temos o poder de responder aos eventos da vida e de colocar em acção determinadas forças. Não controlamos o impacto que elas irão ter ou a que nos irão chegar. Saber isto ajuda-nos a desactivar a ansiedade e os medos e a aprender a confiar no movimento inteligente das energias. Cada um irá manter ou não esta consciência e fará ou não este trabalho.</p>
<p>6º Temos TUDO dentro de nós. &#8220;sou insegura, não tenho auto-estima, estou presa no medo&#8221; estas e outras são afirmações falsas que acreditamos erradamente. Cada um de nós traz TODAS as energias embora obviamente, desequilibradas que por isso precisam de novos movimentos nossos para se poderem equilibrar. O medo precisa de coragem. O pânico precisa de fé. A tristeza precisa de alegria. A raiva precisa de criatividade. A frieza precisa de amor, etc. Cada um irá ou não responsabilizar-se pelos novos movimentos que contrariem os velhos excessos ou faltas.</p>
<p>7º O amor é um estado de SER e não um estado de ter. São muito poucos os que já perceberam o conceito de amor próprio. A maioria tem apenas noção de amor em termos românticos a dois e por isso a rejeição, abandono, solidão, violência, cobrança e julgamento abundam dentro das relações. Antes de chegarmos ao outro temos que fazer a nossa parte para que depois então não haja nem submissão nem exigência. Cada um irá ou não fazer este resgate de amor próprio.</p>
<p>8º Adivinhação e futurismo&#8230;. Sim ainda há quem pague, e muito, para ouvir alguém que lhes dizer quando vão casar, ter filhos, ser promovidos, etc. Pior do que viverem enganados é viverem inconscientes do poder que têm de mudar as suas vidas. Cada um irá lá fora investir o seu tempo e dinheiro onde bem entende.</p>
<p>Poderia dar infinitos exemplos de como podemos cair no erro de achar que uma consulta pode &#8220;curar&#8221; seja o que for. O trabalho de crescimento interior e desenvolvimento pessoal é e será sempre um trabalho interno, pessoal, individual que terá quando assim o entendermos, a ajuda de um facilitador, terapeuta ou simplesmente um agente de transformação disfarçado que nos irá empurrar para o nosso equilíbrio. É o trabalho de uma vida inteira que se vai fazendo com muita humildade, responsabilidade e amor próprio.</p>
<p>Todo o meu trabalho tem como base a responsabilidade que cada um tem pela sua existência, pelo estado da sua energia, pelas energias que traz do passado e como aceder ao potencial a que se propôs.<br />
Foi inspirada por estes princípios que mudei a minha vida e encontrei o trilho da minha existência e logo são estes mesmos principios que acredito irão fazer magia na vida de quem os aplicar.<br />
Tenho perfeita consciência que há infinitos caminhos para a luz e que o primeiro passo tem que acontecer dentro de nós. Não pretendo por isso indicar caminhos, apenas ajudar quem se perdeu a voltar ao seu.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/geralt-9301/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4153925">Gerd Altmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4153925">Pixabay</a></p>
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		<title>Tens consciência da tua história de evolução pessoal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2017 15:38:01 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A nossa realidade é como uma bola de espelhos; cada pessoa que nela entra, espelha algo em nós. Ou seja, os outros devolvem-nos partes de nós, que por viverem inconscientes em nós, precisam ser trazidas à luz.<br />
A nossa verdadeira energia é muito mais profunda e complexa do que possamos imaginar e nada tem a ver com a pseudo auto-imagem perfeccionista que cada um de nós gosta de alimentar de si mesmo.<br />
Para acedermos à dualidade que DE FACTO somos ou carregamos em nós, representada na imensa bagagem inconsciente que trazemos de vidas passadas, temos que nos disponibilizar para aceitar o que temos de positivo mas principalmente o que carregamos de negativo e que precisa evolução.</p>
<p>Temos uma frequência própria, única, resultado precisamente desse passado e por isso iremos atrair outros, com energias idênticas, que nos trazem a proposta de sabermos mais sobre a nossa energia e sobre a nossa história pessoal. Tanto sobre as coisas maravilhosas que já fizemos e fomos como onde e como um dia ainda agimos sem luz e sem amor.<br />
Para conseguirmos aceder a esta visão inteligente e mágica da vida, é essencial fazermos um trabalho interno de reformulação de crenças de maneira a permitirmo-nos ver Ordem onde antes víamos caos.<br />
Ao contrário do ego pessoal e social que apenas se quer focar no positivo, rejeitando e condenando o pólo negativo, a visão energética e a linguagem científica implica a aceitação dos dois pólos como complementares e essenciais a qualquer noção de equilíbrio.<br />
É precisamente a falta de visão Cósmica que leva ainda muitos a acreditar que o mundo é um caos, que os outros ou as pessoas são más, que somos todos vítimas da sociedade ou de pessoas violentas.</p>
<p>Infelizmente o Deus do medo ainda tem mais poder do que o Deus do Amor e como é um dilema de crenças do ser humano, cabe a cada um fazer a sua evolução interna neste aspecto. E enquanto não há consciência, não há evolução.<br />
Para que esse trabalho interno possa começar, precisamos sair da visão do caos e aprender a ver a ordem. Precisamos parar de nos iludirmos a olhar para fora e começar a ver a verdade de quem somos. Precisamos libertar a frequência do medo e aceder à frequência do amor. Precisamos trocar conceitos de sorte/azar ou coincidência pelas leis universais que fazem movimentar inteligentemente a nossa realidade, como por exemplo a Lei do Karma ou a Lei da Atracção ou a Lei do Equilíbrio ou a Lei da Ressonância.</p>
<p>Porque não fomos ensinados a ver a Ordem e o Amor regidos por estas leis, ficamos iludidos na visão da desordem e do caos e por isso a vibração do medo domina a maioria.<br />
A violência, o egoísmo, o materialismo, a ignorância, a depressão, a revolta/frustração, a falta de energia ou ânimo e a necessidade de controle são a consequência da visão distorcida que temos do mundo, ou seja de ver o mundo com os olhos do medo. E porque não sabemos ler a realidade pelos olhos do amor e nem a percebemos como proposta de evolução pessoal, ela mantém-se, prendendo-nos a padrões velhos aguardando pela nossa evolução. Algo que só será possível com os olhos do amor.<br />
Quando a energia do amor circula em nós, quando os nossos olhos conseguem ver Ordem e Amor, quando o nosso Deus é um Deus de amor e equilíbrio, a nossa expressão energética será a paz, o espírito humanitário, a sensibilidade, a sabedoria, a alegria, a aceitação e a capacidade de confiarmos na Ordem Maior.</p>
<p>Não é propriamente o mundo que precisamos curar mas sim o ser humano que sofre da pior das doenças; a desconexão com a sua essência de Amor permitindo que o medo se instale.<br />
Embora esta mudança pareça difícil ou tarefa quase impossível, tenho comprovado que não só não é, como é mais acessível do que parece.<br />
O primeiro passo e talvez o mais desafiante a superar seja mesmo a resistência a aceitar uma nova visão do mundo.<br />
Por exemplo, não é fácil viver uma vida inteira a acreditar que fomos vítimas de uma infância miserável ou de pais sem amor que julgamos e condenamos até hoje e que culpamos pelo nosso estado infeliz e um dia sermos convidados a aceitar a visão de que na nossa vida passada tivemos o mesmo comportamento que julgamos no presente e que a presença dos pais, tal como são, obedece às dinâmicas kármicas que nos convidam a experienciar as nossas escolhas passadas.<br />
É tão mais fácil ser vítima do que ganhar responsabilidade!<br />
Mas enquanto que a vitimização nos prende ao padrão, a responsabilidade liberta.<br />
Aprender a ver a Ordem e o Amor obriga a mudanças internas profundas sim, mas quando há disponibilidade, são feitas de maneira tranquila e amorosa ao contrário da resistência que, essa sim, provoca a perda violenta.<br />
Não é novidade que todo o Ocidente está a sofrer de uma gigante crise existencial, atingindo aqueles a quem muitos ainda recorrem em busca de respostas; padres e psicólogos. Estamos aos poucos a aprender que a verdade de quem somos reside dentro de nós. A Astrologia e Numerologia são ferramentas valiosas na busca de quem somos. Os outros são apenas espelhos para que esse trabalho de autodescoberta possa ser mais fácil.<br />
O nosso processo de amadurecimento e evolução pessoal é interno e somos nós os únicos capazes de o fazer. Não passa por seguir cegamente rituais religiosos ou crenças desatualizadas, não se trata de alimentar uma filosofia perfeccionista e muito menos está numa caixa de comprimidos receitada por alguém que quantas vezes está sujeito à mesma crise do seu paciente, salvo, claro, casos extraordinários.<br />
O processo de evolução implica um movimento duplo e inteligente em nós de sabermos identificar o que já passou de data, o que já não confere, o que está desactualizado na nossa viagem pessoal e de abraçarmos o novo, o que vem trazer mais luz, o que nos leve mais perto da liberdade de sermos quem somos e do amor próprio.</p>
<p>Mais ou menos conscientes, mais depressa ou mais devagar, com mais violência ou mais amor, todos estamos a fazer a mesma viagem. Quanto mais conscientes dela, mais maravilhosa se torna&#8230;</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/photos/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1023340">Free-Photos</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1023340">Pixabay </a></p>
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		<title>O tempo da Liberdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2016 10:28:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de séculos a viver numa energia escura de medo, pecado, vitimização, culpa e desmerecimento perante um Deus pai castrador e julgador, implacável com o seu castigo infernal perante qualquer pecado maior ou menor, começamos aos poucos a sentir que a nossa pena pesada está à beira de ser cumprida e que já começamos a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de séculos a viver numa energia escura de medo, pecado, vitimização, culpa e desmerecimento perante um Deus pai castrador e julgador, implacável com o seu castigo infernal perante qualquer pecado maior ou menor, começamos aos poucos a sentir que a nossa pena pesada está à beira de ser cumprida e que já começamos a ouvir abrir os grilhões das portas que nos mantiveram condicionados no escuro por tanto tempo.<br />
A esperança e a excitação de sentir a luz do sol e a alegria de viver começam a tomar conta&#8230;</p>
<p>No entanto, as consequências emocionais e mentais desse longo tempo de cativeiro cósmico são visíveis em cada um de nós, de várias maneiras diferentes;</p>
<p>• Perdemos a fé num Deus de amor pois passámos a acreditar num Deus punidor.</p>
<p>• Perdemos a valorização pessoal pois Deus exigia-nos pobreza, humildade e submissão.</p>
<p>• Perdemos o amor próprio pois a culpa impedia-nos de nos amarmos e obrigava-nos a amar quem o coração não gostava.</p>
<p>• Perdemos o contacto com a nossa alma pois passamos a dar ouvidos aos livros, rituais, mandamentos e gurus que nos foram apresentados.</p>
<p>• Perdemos a noção de que somos merecedores de amor incondicional pois ensinaram-nos que somos pecadores e culpados e só merecedores caso tenhamos uma vida perfeita e imaculada.</p>
<p>• Perdemos a noção de equilíbrio interior da nossa luz e da nossa sombra pois fizeram-nos acreditar que a luz é dos bons e a sombra é dos maus e nós queremos sempre acreditar que somos os bons&#8230;</p>
<p>• Perdemos a noção de Sabedoria e com ela os conceitos de Luz Interior, Fonte de Amor, Universo Inteligente, Leis Cósmicas, Karma, Evolução Espiritual sendo substituídas por ostentação, poder material, leis terrenas, espírito de competição e materialismo.</p>
<p>• Perdemos a liberdade de poder escolher o que nos faz bem à alma e ao coração pois corríamos o risco de estar a enfrentar e furioso e ameaçador Deus que parecia apenas ficar feliz com a nossa desgraça, doença e miséria.</p>
<p>Embora tenha sido uma experiência longa e pesada para não dizer dolorosa, uma densidade que cada um de nós carrega na memória das suas células, ela não foi um azar ou sequer uma injustiça.<br />
Cada experiência faz parte do plano maior da experiência de Tudo* e por isso também a experiência das trevas é essencial para que os polos opostos dentro de nós se possam equilibrar.<br />
Agora, após um intensivo curso do que é a ausência de luz, estamos prontos, disponíveis e abertos para reconhecer a verdadeira sabedoria e abraçar a verdadeira luz.</p>
<p>Aos poucos teremos que ir mudando e ajustando os nossos conceitos de liberdade, felicidade, amor, respeito, fé&#8230;<br />
As regras de sobrevivência e rotina dentro das catacumbas não serão as mesmas lá fora.</p>
<p>Livres dos grilhões já não precisamos competir, reagir violentamente, mentir ou manipular ninguém para nos mantermos vivos ou superiores. Podemos simples e livremente afastar-nos de quem não nos tratar bem.<br />
Já não precisamos “vender a alma ao diabo” submetendo-nos seja a quem for pois agora sabemos que o Universo apoiará todas as nossas iniciativas de amor próprio.<br />
Passaremos a ver os desafios não como punições divinas mas como oportunidades de evolução que nos levarão mais perto do Deus do Amor.<br />
Deixaremos de fugir, esconder ou abafar as nossas sombras pois agora sabemos que a liberdade só acontece quando as integramos.<br />
Deixaremos de sentir vergonha ou medo de mostrar o nosso melhor e desenvolver os nossos potenciais pois agora sabemos que foram presentes do céu.</p>
<p>Sejamos então tolerantes e pacientes connosco próprios dando-nos o tempo que precisarmos para nos ajustarmos a tantas novas regras. Levará o seu tempo para nos equilibrarmos e sentirmos merecedores de uma nova história que será com certeza muito mais feliz do que aquela que conhecemos até agora.</p>
<p>Lembremos apenas que com esta nova liberdade vem a responsabilidade de escolhermos bem, de escolhermos de acordo com a nova energia do amor e não mais com a velha energia do medo.<br />
A qualidade da nossa vida dependem apenas disso&#8230;</p>
<p>Bem Hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/roonz-nl-17511/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5033708">Melk Hagelslag</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5033708">Pixabay</a></p>
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		<title>Os 4 medos básicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2016 10:41:06 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A escala emocional mostra-nos a viagem do medo para o amor.<br />
Até chegarmos ao amor máximo e incondicional, o medo irá sempre fazer parte da equação em todas as situações. Não há como evitá-lo ou fingir que não existe pois ele é afinal, o grande teste que a alma vem superar. Ou seja, é a conquista do medo que nos permite subir mais um pouco rumo ao amor.</p>
<p>Porque não nos ensinaram que o medo é para ser superado, vivemos seus prisioneiros. Vidas inteiras inconscientemente condicionadas para nos mantermos ilusoriamente seguros, falsamente poderosos e iludidamente protegidos, verdadeiras teias de aranha emaranhadas e pegajosas dificílimas de nos libertarmos delas. São poderosos os infinitos e deprimentes esquemas e jogos que fazemos para evitar enfrentar o medo.</p>
<p>A partir do momento em que o medo se apodera da nossa mente, iremos enfrentar os mais variados esquemas de sobrevivência que nos irão impedir de seguir viagem rumo ao amor.<br />
Através da dúvida, da descrença, do pânico, do stress, o medo irá congelar-nos e impedir a nossa evolução.<br />
Embora sejam infinitos os medos dentro do ser humano, eu tenho observado ao longo dos anos serem 4 os que estão na raiz de todos os outros.<br />
Trabalhando estes 4, acredito que muitos outros se irão dissolver por si.</p>
<p><strong>* Medo de não ser aceite por quem sou.</strong><br />
<strong> Mostro a alma e atrevo-me a ser quem sou ou vivo para alimentar a máscara e viver a altura das expectativas dos outros?</strong></p>
<p><strong>* Medo de perder segurança que normalmente gera apego a bens materiais ou pessoas.</strong><br />
<strong> A segurança interior é um estado de ter ou um estado de SER?</strong></p>
<p><strong>* Medo da rejeição e solidão tanto romântica como social.</strong><br />
<strong> É mais importante a ilusão do &#8220;juntos para sempre&#8221; ou investir na autonomia emocional e no amor próprio?</strong></p>
<p><strong>* Medo de não encontrar sentido para a nossa vida.</strong><br />
<strong> É mais importante ter sucesso profissional ou resgatar os anseios da nossa alma e evoluir espiritualmente?</strong></p>
<p>O medo alimenta-se principalmente da nossa cobardia, da nossa inconsciência, ou seja da nossa ignorância quanto ao papel que ele representa na nossa evolução.<br />
Acredito que todos nós temos muitos ramos em cada um destes medos básicos, que depois se escondem nas nossas rotinas e condicionam a nossa liberdade de festejarmos a vida. Mas tal como a árvore, se acabarmos com a raiz, todos acabam por morrer.</p>
<p>Como restaurar então a raiz da nossa árvore para que ela viva apenas de amor, fé e coragem? Investindo nas energias capazes de superar o medo; a coragem, a sabedoria e a responsabilidade. Só a partir destas posturas poderemos então afirmar;</p>
<p><em><strong>&#8211; Eu aceito-me como sou, valorizo os meus talentos e celebro a minha diferença. Rodeio-me de quem me aceita e faz sentir bem e rejeito quem me rouba energia e coloca o meu equilíbrio em causa.</strong></em></p>
<p><em><strong>&#8211; Eu sou responsável pela minha segurança interior cuidando com respeito das minhas emoções e também da minha independência material.</strong></em></p>
<p><em><strong>&#8211; Eu sou um ser completo e maravilhoso e não dependo de ninguém para me sentir completa ou feliz pois essa é uma responsabilidade minha.</strong></em></p>
<p><em><strong>&#8211; Eu tenho a liberdade de ser quem sou e de seguir o coração e o que me faz sentido, rejeitando abafar-me atrás de papéis variados, status social ou poder financeiro.</strong></em></p>
<p>Procura em cada área da tua vida em que estado está cada um destes medos assim como os esquemas que te mentêm presa a ele. Reforça dentro de ti que tens o que precisas para mudar a tua vida e enfrentar os teus medos, começando primeiro com a mudança interior de os veres como um adversário a enfrentar e não como algo a evitar.<br />
Questionar a nossa vida e predispormo-nos a enfrentar os nossos medos para sermos quem somos é um acto de coragem que por vezes espera anos ou mesmo vidas para acontecer. É o momento mágico em que finalmente dizemos corajosamente, eu enfrento os meus medos com coragem porque mereço chegar mais perto da luz. É precisamente da perspectiva da luz que iremos perceber como o medo afinal era ridiculo!</p>
<p>Coragem e Determinação!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/kellepics-4893063/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2231796">Stefan Keller</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2231796">Pixabay</a></p>
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