<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>vazio &#8211; Vera Luz</title>
	<atom:link href="https://veraluz.pt/tag/vazio/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://veraluz.pt</link>
	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 Jan 2021 21:07:37 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.1.10</generator>
	<item>
		<title>Cansa-te! Cansa-te o mais depressa possível!</title>
		<link>https://veraluz.pt/cansa-te-o-mais-depressa-possivel/</link>
					<comments>https://veraluz.pt/cansa-te-o-mais-depressa-possivel/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2016 21:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[ego]]></category>
		<category><![CDATA[vazio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://veraluz.pt/?p=1088</guid>

					<description><![CDATA[Todos percebemos a diferença entre energias positivas e energias negativas. Entre o que é bonito e o que não é. Entre o que faz sentido e é confortável e o que não faz sentido nenhum e faz disparar todos os alarmes das nossas resistências. O nosso sentir é como se fosse uma bússola, é a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos percebemos a diferença entre energias positivas e energias negativas. Entre o que é bonito e o que não é. Entre o que faz sentido e é confortável e o que não faz sentido nenhum e faz disparar todos os alarmes das nossas resistências.</p>
<p>O nosso sentir é como se fosse uma bússola, é a bengala do cego que dependente apenas dos seus sentidos, se orienta lá fora no mundo. Se tivéssemos sido ensinados a respeitar o nosso sentir e se sentirmo-nos bem fosse a nossa prioridade, todas as nossas escolhas passadas teriam sido diferentes. Talvez não perfeitas claro, mas sem duvida que teriam mais qualidade e consciência.<br />
Ou seja, de escolhas a partir do sentir “leve e positivo” teríamos felizes consequências assim como escolhas a partir do sentir “resistência e negatividade” teriam obviamente consequências menos felizes.</p>
<p>A realidade é que a agenda social que nos é imposta desde que nascemos ignora por completo este principio.</p>
<p>Para a agenda social não interessa se estamos felizes e realizados ou infelizes e deprimidos. Não é uma prioridade percebermos se o que estamos a fazer “faz sentido” ou não. Arranjámos até drogas que nos permitem suportar aquilo que o nosso sentir já teria rejeitado há muito. Para a agenda social é muito mais importante o que conquistamos fora do que o estado em que estamos dentro. Desde que tenhamos um emprego, uma família, uma imagem, um carro decente e dinheirinho para tralhas no shoping, o nosso lado social está tranquilo.<br />
Mas quando nos atrevemos a ouvir ou para os corajosos, questionar e sentir, afinal serei mesmo feliz com o que conquistei? É esta afinal a vida que sonhava viver?, o sentir não mente e somos confrontados com a realidade interna que na maior parte dos casos é um imenso e doloroso vazio..</p>
<p>Para fugir a este vazio o ser humano inventa tarefas, ocupações e exageradas responsabilidades que o venham distrair do desconforto. Porque este vazio é uma das maiores dores que o ser humano pode sentir e porque não sabemos lidar com ele, usamos mecanismos de manipulação e fuga tais como a projecção, a ameaça ou a vitimização. Onde houver vazio haverá esta dança.</p>
<p>Um dia cansamo-nos.</p>
<p>Desiludidos e desgastados com a velha crença social de vidinha perfeita, algures no nosso caminho o espírito atreve-se a lembrar-nos que a nossa viagem tem um propósito muito maior e mais sagrado do que isso. Sem dó nem piedade, a vida relembra-nos o abandonado sentir e confronta-nos se as nossas escolhas tiveram afinal consequências “leves e positivas” ou pelo contrário nos levaram a becos sem saída?</p>
<p>Mais cedo ou mais tarde o cansaço ganha, atiramos com a espada e admitimos que a nossa fórmula não funciona. Só depois desta rendição começamos a testar novas maneiras de responder à vida.<br />
Mas entretanto muitas coisas aconteceram;</p>
<p>Já não temos mais ninguém para culpar.<br />
Pela primeira vez assumimos a responsabilidade pelo estado da nossa vida.<br />
Já gastámos milhões em tralhas que a maior parte acaba no lixo.<br />
Já não há energia para manter a nossa máscara perfeita Já fomos provavelmente confrontados com uma força maior do que a nossa arrogância.<br />
Já não nos apetece agradar ninguém nem ouvir falar das palavras “frete ou sacrifício”.<br />
Já testámos infinitas “boas e más” escolhas e já vivemos ambas as consequências para aprendermos a escolher com qualidade.<br />
Já aprendemos a dar prioridade ao sentir e por isso deixámos ir o que já não confere e abrimos a porta ao que nos preenche.</p>
<p>Estas e muitas outras pequenas e invisíveis mas também difíceis escolhas diárias começam aos poucos a mudar a nossa energia e se antes o esforço que investíamos na máscara era gigante, cansativo e sem resultados positivos, agora sem esforço quase nenhum as novas escolhas trazem a tão desejada abundância das mais variadas maneiras.</p>
<p>Para muitos dos que nos rodeiam, será apenas sorte. Nós próprios iremo-nos surpreender variadíssimas vezes como afinal o funcionamento das leis da vida são tão acessível a todos e funcionam sem duvida a favor da nossa abundância. Ficamos chocados como vivemos na ignorância tanto tempo, como ninguém nos ensinou leis tão básicas como a lei da atracção que nos faz materializar e atrair para as nossas vidas o estado em que está a nossa energia interior.</p>
<p>A partir do momento em que mudamos a nossa energia, toda a realidade muda connosco. As frequências baixas que atraíamos antes idênticas à nossa antiga já lá não estão e começamos a perceber que as novas atrações trazem uma qualidade nunca antes imaginada.<br />
A vontade de partilhar tais “sentires” com o mundo é enorme. Temos vontade que todos possam sentir o que estamos a descobrir. Mas quando nos lembramos das dores que passámos, dos caminhos tortuosos, das desilusões amargas, das solidões, abandonos e rejeições que vivemos para finalmente nos cansarmos, percebemos que tudo afinal foi essencial. Percebemos que tal como nós tivemos que cansar a nossa resistência que todos algures se irão também cansar. E esse dia, no fim da luta, no dia da rendição e entrega, será o dia em que a tua vida irá verdadeiramente começar. É o primeiro passo na estrada da abundância e será o dia em que iremos finalmente perceber o verdadeiro significado da frase; “É a dar que recebemos”.</p>
<p>Só te posso então aconselhar, cansa-te!<br />
Cansa-te o mais depressa possível!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/engin_akyurt-3656355/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2603545">Engin Akyurt</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2603545">Pixabay</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://veraluz.pt/cansa-te-o-mais-depressa-possivel/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
