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	<title>sombra &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>Uma proposta Sistémica para o Natal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2024 13:59:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Natal cheira a canela mas principalmente a Amor, convida à Paz, pede espírito de Tolerância e Boa Vontade, normalmente junto da família, para que a mais verdadeira Alegria e Inocência possam ser vividas e partilhadas. Como é óbvio todos gostaríamos de poder sentir todos estes grandes valores e nobres emoções… Mas o que fazer [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Natal cheira a canela mas principalmente a Amor, convida à Paz, pede espírito de Tolerância e Boa Vontade, normalmente junto da família, para que a mais verdadeira Alegria e Inocência possam ser vividas e partilhadas.<br />
Como é óbvio todos gostaríamos de poder sentir todos estes grandes valores e nobres emoções…</p>
<p>Mas o que fazer quando não conseguimos estar bem? Como furar a bolha onde a maioria se sente presa de emoções densas e pesadas? O que fazer com a tristeza, a solidão, o rancor, o medo, o ressentimento, a culpa ou um simples mas assustador vazio que sugam qualquer grama de energia positiva?</p>
<p>A tendência que o ser humano tem, na sua maioria, de culpar o outro para justificar o seu mal, revela que somos ainda tremendamente ignorantes e ingénuos no manuseio das leis da Vida, e como por consequência, tornamo-nos o nosso maior inimigo. Ao invés de fazermos escolhas que nos libertam, curam e empoderam, as reações e esquemas de fuga aprisionam-nos mais do que nunca a emaranhamentos energéticos complexos e logo afastados do nosso lugar de força e poder.</p>
<p>Num ano que dediquei ao estudo do trabalho de Bert Hellinger, partilho dois excertos do livro “Um Lugar para os Excluídos – Bert Hellinger” que se aplicam na perfeição a esta altura do ano e que servem de convite à sua aplicação nos encontros familiares de Natal..</p>
<p><strong><em>“&#8230;O quarto círculo (do amor) ultrapassa os limites da consciência. Nele eu concordo com todas as pessoas de minha família como elas são, inclusive os excluídos e os difamados. Aqui se trata da plenitude interna, isto é, todos os que pertencem à minha família ganham um lugar em minha alma, inclusive os que foram rejeitados, desprezados e esquecidos. Sem eles eu me sentia incompleto, no corpo e na alma. Somente quando os incluo em minha alma e em meu amor é que me sinto pleno e inteiro….” “…dou, com amor, um lugar em meu coração à pessoa com quem eu estava enredado. Então já não estou separado, mas ligado a essa pessoa &#8211; não, porém, enredado. Essa ligação me faz crescer….”</em></strong></p>
<p>Antes que alguém reaja já com frases tais como;<br />
Como posso concordar, sentir-me ligado, dar um lugar na alma e coração a quem me abandonou, ofendeu, roubou, agrediu, lembro que a cura, a transformação e a libertação só acontecem quando permitimos que o amor volte a fluir.</p>
<p>São precisamente estas projeções de sombra do nosso ego que nos levam a fechar o coração e sem querer, a aprisionarmo-nos àqueles que mais julgamos e rejeitamos.<br />
Pelo contrário, abrir o coração é um processo interno, pessoal e profundo da alma onde aliviamos tensões e permitimos que a energia do amor volte a fluir, ou seja, raramente para não dizer nunca, tem a ver com reatar relações, perdoar ou fazer pazes seja quem for ou sequer envolver contacto com alguém físico, vivo ou morto.</p>
<p>Segundo Hellinger, a paz acontece quando todos os elementos da nossa família têm um lugar de amor no nosso coração. Este amor representa apenas a aceitação de que o outro existe, que faz parte da nossa história, que tem uma função espiritual no nosso clã que normalmente é desconhecida para a nossa personalidade e por isso tendemos a julgar e excluir.</p>
<p>No entanto, para a alma todos fazem parte e a Alma Maior não nos dará descanso enquanto não aprendermos a integrar cada uma das partes. Tal como num jogo de Xadrez, nem todas as peças têm o mesmo poder ou importância, mas sem uma delas é impossível jogar corretamente. É o nosso ego ou personalidade que separa, julga, compara e condena baseado em moralismos pessoais que diferem e chocam de pessoa para pessoa, excluindo quem quer que não viva à altura deles, sem qualquer espaço para a compreensão.</p>
<p>Sei que não são conceitos fáceis de entender e ainda menos de pôr em prática. Qualquer bom terapeuta pode comprovar que a cura não se aprende num curso académico mas é sim uma viagem de busca que dura uma vida inteira e que implica muita abertura mental e espiritual.<br />
Há por essa razão, todo um contexto terapêutico em que estas frases se inserem que precisam de ser levado em conta, para fazerem sentido e terem aplicação prática.</p>
<p>Infelizmente a cura e a gestão das emoções não fazem parte da educação básica da nossa sociedade e por isso certos conceitos são desconhecidos para a maioria. Mas posso comprovar, pessoal e profissionalmente, serem o caminho da cura e da libertação de padrões tóxicos e repetitivos, às vezes herdados de vidas passadas e ancestrais familiares e perpetuados por gerações futuras, sem necessidade.</p>
<p>Aliás, se a cura fosse fácil ou confortável, já todos estaríamos curados. Mas os números da depressão mostram que é uma área cada vez mais perigosa em que vale a pena investir se ansiamos por qualidade de vida.<br />
Basta olhar para o mundo para perceber que nunca estivemos tão doentes a nível emocional, mental e espiritual, precisamente porque nos afastámos demasiado do que é afinal essencial, humilde e humano. Nos dias que correm, com a variedade de terapias e acesso à informação, já não tem que ser assim.</p>
<p>Deixo por isso uma proposta sistémica &#8220;relativamente simples&#8221; para os dias de encontros familiares ou simplesmente para dedicares aos teus ancestrais.<br />
A proposta é aprender a olhar para os outros com o coração aberto, sem julgamento, de humano para humano, permitindo que o amor volte a fluir e afirmar internamente;</p>
<blockquote class="modern-quote full"><p><span style="color: #ff6600;">&#8220;Com o coração cheio de amor e humildade eu agradeço,</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Meus queridos Pais, Avós, Familiares e Ancestrais,</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Eu vejo-vos e honro a vossa existência pois assim honro a minha vida e as minhas raízes.</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Lamento muito as vezes que culpei, exigi, cobrei, acusei sem saber ainda agradecer a maior dádiva que recebi que é a minha Vida.</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Eu sinto com vocês as dores, frustrações e ressentimentos assim como as paixões, alegrias e celebrações que fizeram e fazem parte desta família.</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Essa é a vida que nos une, embora sejamos todos diferentes.</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Nem melhores, nem piores, apenas diferentes.</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Ninguém fica de fora, todos têm o direito de pertencer.</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Somos todos humanos e por isso todos amamos e todos sofremos.</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Eu não sei o que é estar no teu lugar assim como tu não sabes o que é estar no meu.</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Por essa razão não te julgo nem à tua vida nem à tua pessoa nem às tuas escolhas</span><br />
<span style="color: #ff6600;">assim como liberto agora julgamentos, expectativas, pesos e lealdades inconscientes que me foram dirigidos.</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Cada um fica no seu lugar, com o que é seu, que é afinal onde pertence o seu lugar de poder.</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Tu e eu pertencemos ao mesmo clã e por isso eu, no meu lugar, honro a minha e a tua existência, no lugar e na hierarquia que nos pertence.</span><br />
<span style="color: #ff6600;">Com amor, deixo as tuas escolhas contigo e livre e leve, sigo para a frente com a minha vida.&#8221; </span></p></blockquote>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-5718" src="https://veraluz.pt/wp-content/uploads/2022/12/love-1925742_1920.jpeg" alt="" width="422" height="281" srcset="https://veraluz.pt/wp-content/uploads/2022/12/love-1925742_1920.jpeg 1920w, https://veraluz.pt/wp-content/uploads/2022/12/love-1925742_1920-300x200.jpeg 300w, https://veraluz.pt/wp-content/uploads/2022/12/love-1925742_1920-1024x683.jpeg 1024w, https://veraluz.pt/wp-content/uploads/2022/12/love-1925742_1920-768x512.jpeg 768w, https://veraluz.pt/wp-content/uploads/2022/12/love-1925742_1920-1536x1024.jpeg 1536w" sizes="(max-width: 422px) 100vw, 422px" /></p>
<p>Se queres aproveitar melhor o Natal, perceber melhor a tua pessoa, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento presente, marca a tua consulta enviando email para veraluz@veraluz.pt</p>
<p>Bem hajas e até já!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/jillwellington-334088/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1909797">Jill Wellington</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1909797">Pixabay</a></p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/monfocus-2516394/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1925742">Monfocus</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1925742">Pixabay</a></p>
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		<title>A perfeição não existe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2020 12:05:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A perfeição que tanto procuramos, está disfarçada de imperfeição. Está escondida em cada desafio, em cada problema, em cada proposta que nos convida a sair da zona de conforto. Mas que perfeição é essa? perguntas tu? Para responder precisamos rever a palavra perfeição e o que a torna tão apelativa. Acredito que todos concordamos com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A perfeição que tanto procuramos, está disfarçada de imperfeição. Está escondida em cada desafio, em cada problema, em cada proposta que nos convida a sair da zona de conforto.</p>
<p>Mas que perfeição é essa? perguntas tu?</p>
<p>Para responder precisamos rever a palavra perfeição e o que a torna tão apelativa.</p>
<p>Acredito que todos concordamos com a ideia de que SER é mais importante do que TER, certo?</p>
<p>Sentir harmonia interior, paz, amor-próprio, coragem, liberdade, saúde ou qualquer outro valor essencial, é sem dúvida o grande objetivo do ser humano.<br />
Mas o que fazer quando sentimos revolta, frustração, medo, insegurança, tristeza, rejeição, abandono, doença, estados dos quais não podemos fugir?</p>
<p>Os princípios da DUALIDADE e do EQUILÍBRIO mostram-nos que iremos sempre flutuar entre o pólo positivo e negativo assim como oscilar entre mundo interior e exterior.</p>
<p>De nada nos serve negar o negativo e querer apenas o positivo ou viveremos sempre em desequilíbrio. De nada nos serve também querermo-nos sentir bem sem fazer por isso exteriormente ou querer apenas uma vida exterior perfeita, sem um trabalho profundo interior de confronto com as nossas sombras.</p>
<p>E é aqui que a busca da perfeição nos trai.</p>
<p>Ingénua e imaturamente, tal como crianças, continuamos a iludir-nos com o lado belo da vida e a fazer birras violentas quando somos confrontados com o lado negro.</p>
<p>Segundo os Orientais, o processo de iluminação não se trata apenas de nos elevarmos e atingirmos a Luz, uns kilómetros acima, deixando a realidade terrena para tras. Não são raras as pessoas que sonham com a ideia de não precisar de reencarnar novamente ou mesmo da vontade de irem embora mais cedo, cansadas e frustradas com a incapacidade de atingir a felicidade neste plano. Ou seja, desiludidas da sua própria ilusão.</p>
<p>O processo de iluminação começa sim com a consciência de que nós já somos a luz em plena experimentação da dualidade. Começa com o uso consciente e responsável do livre arbítrio de forma a que cada escolha nossa represente dignamente a divindade e o amor incondicional. Começa com a responsabilização sobre a co-criação da realidade de cada um, geridas pelas leis superiores, como palco de crescimento pessoal. O processo de iluminação passa por &#8220;iluminar&#8221; o que ainda não tem luz, através da nossa presença e das nossas escolhas feitas com essa mesma consciência e intenção.</p>
<p>Da mesma maneira que uma lanterna jamais fará magia num dia de sol, mas apenas na escuridão ela será valiosa e importante, assim somos nós, lanternas permanentes sendo chamadas para realidades sem luz onde teremos sempre a oportunidade de levar a luz que somos.</p>
<blockquote class="modern-quote full"><p>Deste ponto de vista, precisamos aprender a observar melhor a realidade em vez de estarmos sempre a julgá-la. Precisamos estar disponíveis para a expressão da dualidade de forma a sermos sempre uma presença &#8220;equilibradora&#8221;, capaz de levar a consciência da luz à expressão da escuridão, assim como levar a consciência da escuridão, a quem insiste em só querer ver a luz.</p></blockquote>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/pexels-2286921/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1851165">Pexels</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1851165">Pixabay</a></p>
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		<title>A busca da Felicidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 15:05:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que é o amor próprio? Como se define auto estima? O que significa gostar de mim? O que preciso fazer para ter confiança? Estas e outras questões idênticas são familiares a todos nós e comuns em ambiente de consulta. E por serem temas abstractos, que nos remetem ao nosso mundo interior, emocional, espiritual, existencial, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="modern-quote full"><p><span style="color: #ff6600;">O que é o amor próprio?</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">Como se define auto estima?</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">O que significa gostar de mim?</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">O que preciso fazer para ter confiança?</span></p></blockquote>
<p>Estas e outras questões idênticas são familiares a todos nós e comuns em ambiente de consulta. E por serem temas abstractos, que nos remetem ao nosso mundo interior, emocional, espiritual, existencial, nem sempre são fáceis de entender e muito menos de vivenciar.</p>
<p>Sabemos dentro de nós o que representam, sabemos que ansiamos por experienciá-los, mas nem sempre são fáceis de incorporá-los na nossa vida e no nosso dia a dia.</p>
<p>Todos os dias me sinto frustrada de ver pessoas maravilhosas, com mapas poderosos, cheios de potencial que não chega a ser manifestado em grande parte devido à ignorância em que vivemos sobre a nossa existência e propósito de evolução!</p>
<p>Já diziam os antigos sábios que a vida é uma viagem.</p>
<p>No entanto, a maior parte de nós aqui no Ocidente foi educado ou condicionado a acreditar que a felicidade é um objetivo final que resulta de algumas condições. Por um lado, por seguir as velhas regras de conduta moral/religiosa que todos aprendemos na catequese e por outro por um acumular de coisas tais como: curso superior, um bom emprego, uma boa casa, um bom casamento e um casal de filhos saudáveis. Conseguidas estas propostas, ficamos à espera que a felicidade magicamente se manifeste como um prémio devido.</p>
<p>A crise existencial instala-se, o mundo parece desmoronar quando percebemos que mesmo atingindo elevados patamares de abundância material e de conduta moral, o doloroso vazio teima em não desaparecer e as mais profundas crenças a que nos agarrámos quase meia vida, são abaladas ao limite.</p>
<p>Ao contrário da nossa ideia de felicidade, a filosofia oriental baseia-se na ideia de que Deus é a expressão da dualidade dentro e fora de nós. É a manifestação no mundo visível e invisível, da luz e da sua sombra que mais comumente aprendemos a chamar de bem e mal. Dentro da pior pessoa está o bem assim como dentro da melhor pessoa está o mal.</p>
<p>A Iluminação (estado de felicidade) é então a rendição à dualidade, é a aceitação de ambas as suas vertentes e expressões e a transcendência da mesma de nos vermos como seres Unos, completos e inteiros depois de integrada a sombra e a luz.</p>
<p>Por esta razão, a palavra <span style="color: #ff6600;"><strong><em>Equilíbrio</em></strong></span> no Oriente é significado de Felicidade, de Saúde, de Poder, de Sabedoria, de Mestria.</p>
<p>Ou seja, Iluminar é levar luz ao que não está iluminado, todos os dias, todos os momentos, das mais variadas maneiras, através de todos com quem nos cruzamos no nosso dia a dia. Ser feliz é então manter este equilíbrio, ser capaz de gerir opostos, de flutuar pela dualidade tal como um rio flui pela encosta abaixo.</p>
<p>E gerir opostos implica reconhecer onde há tristeza, levemos alegria. Onde há medo levemos coragem. Onde há violência levemos paz. Onde há julgamento levemos compaixão. Onde há ignorância levemos sabedoria, etc.</p>
<p>Porque não fomos ensinados quanto ao processo de Dualidade e Iluminação, vivemos inconscientes da nossa dualidade, incapazes de iluminarmos as nossas sombras interiores, mas em permanente julgamento das sombras exteriores. Vivemos inconscientes de que o estado da felicidade é um estado de SER e não um estado de TER e por isso vivemos em permanente desilusão da nossa própria ilusão.</p>
<p>De acordo com esta visão Oriental que subscrevo totalmente, não acederemos à nossa luz e aos nossos potenciais sem antes integrarmos os seus opostos do lado sombra. O bem que tanto ansiamos implica a integração do mal que insistentemente rejeitamos. Quando admitirmos que a felicidade é um estado de ser interno, da nossa única e exclusiva responsabilidade, acredito que as nossas escolhas terão critérios diferentes e serão feitas a partir do nosso equilíbrio interior, como sempre deveria ter sido.</p>
<p>Se quiseres saber mais sobre a tua dualidade individual e as propostas do teu mapa astrológico e numerológico, envia email para <a href="mailto:veraluz@veraluz.pt">veraluz@veraluz.pt</a></p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/indi75ecu-2111956/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1221063">Indira Andrade</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1221063">Pixabay</a></p>
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		<title>Os pais não são heróis, são apenas humanos..</title>
		<link>https://veraluz.pt/os-pais-nao-sao-herois-sao-apenas-humanos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 19:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Não falo com a minha mãe há anos.&#8221; &#8220;Preferia não falar da minha mãe.&#8221; &#8220;A minha mãe é culpada da minha infância miserável.&#8221; &#8220;Se não fosse a minha mãe eu era feliz.&#8221; &#8220;Não me identifico de todo com a minha mãe&#8221;. e quem diz mãe, diz pai ou não raras vezes, os dois. Sempre o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não falo com a minha mãe há anos.&#8221;<br />
&#8220;Preferia não falar da minha mãe.&#8221;<br />
&#8220;A minha mãe é culpada da minha infância miserável.&#8221;<br />
&#8220;Se não fosse a minha mãe eu era feliz.&#8221;<br />
&#8220;Não me identifico de todo com a minha mãe&#8221;.<br />
e quem diz mãe, diz pai ou não raras vezes, os dois.</p>
<p>Sempre o julgamento a impedir que vejamos nos nossos criadores (pais), os mesmos dilemas que se escondem na criatura (sim, nós próprios)!</p>
<p>Sempre a projeção no outro, daquilo que nos recusamos a ver em nós.</p>
<p>Sempre o idealismo que espera do outro a perfeição, a santidade, o sacrifício, o exemplo ou modelo daquilo que &#8220;EU QUERO!&#8221; que o outro seja.</p>
<p>Sempre a ilusão e respetivas desilusões de olharmos para o mundo como gostaríamos que ele fosse, mas incapazes de o ver perfeito como ele é pela lente das leis universais e das aprendizagens que cada um de nós vem fazer.</p>
<p>Sempre a ignorância sobre a lei da atracção que nos fez nascer na família que temos e a do Karma que nos fez viver através da mãe ou do pai ou de ambos, consequências de velhos formatos de conduta que vêm agora ser curados e transformados.</p>
<p>Sempre a incapacidade de reconhecer que atraímos o que precisamos e não o que queremos. O que os pais não deram, cabe-nos a nós encontrar.</p>
<p>Sempre a deprimente vitimização que continua a ter mais aplauso e atenção do que o trabalho de terapia, consciência, responsabilidade e transformação pessoal.</p>
<p>Sempre a falta de consciência e responsabilidade pessoal sobre o estado da nossa energia pessoal e de tudo o que ela atrai, manifesta e precisa manifestar para libertar a densidade que carrega e atrai.</p>
<p>Sempre a cegueira quanto aos padrões que nos rodeiam e que nos impedem de ver que o pior que vejo no outro também está em mim.</p>
<p>Sempre o julgamento a impedir que percebamos que quem admiramos nos mostra os nossos padrões já curados e quem nos desafia representa os nossos padrões por curar.</p>
<p>Todos os dias lido com uma ou várias destas vertentes quando ouço as pessoas a relatarem a sua realidade, principalmente na sua relação com os pais.</p>
<p>Independentemente se estão vivos ou já partiram, se estão presentes ou distantes, se há violência ou não há contacto nenhum, a cura acontece não propriamente com os pais mas sim com as representações internas que temos deles.<br />
Com as ilusões e expectativas irrealistas que tivemos em relação a eles de serem os pais perfeitos. Com os espelhos que eles representam que nos levam à nossa própria cura. Com a nossa incapacidade de os vermos como humanos com o seu próprio percurso evolutivo.</p>
<p>Não é raro ouvir pessoas dizerem que precisam de perdoar ou que já perdoaram os pais.<br />
Perdoar implica que alguém falhou.<br />
Perdoar é querer ficar como superior.<br />
No entanto, a antiga sabedoria oriental diz que:<br />
&#8220;Tudo está certo, no tempo certo, com a pessoa certa.&#8221;</p>
<p>A cura não acontece de fora para dentro, mudando os outros ou as circunstâncias. Tudo o que te aconteceu, estava pre-destinado, está escrito no teu mapa desde a primeira respiração.</p>
<p>A cura é a pacificação com a realidade, partindo do princípio que a realidade é inteligente e representa as condições perfeitas, os eventos e pessoas que irão incentivar a nossa evolução.</p>
<p>Deixo então a questão;</p>
<p>&#8220;- Já fizeste as aprendizagens e as pazes com a realidade que atraíste?&#8221;</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/skalekar1992-7886055/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3120717">skalekar1992</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3120717">Pixabay</a></p>
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		<title>Halloween, um festival às nossas trevas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2019 08:21:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estamos no mês de Escorpião, o signo das trevas, da escuridão, do DarkSideofLife que quer queiramos quer não, mais ou menos escondido, existe, está cá, faz parte da experiência humana e está representado como Arquétipo em todos os mapas pessoais com mais ou menos intensidade. Na sua vertente negativa ele representa o que está escondido, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos no mês de Escorpião, o signo das trevas, da escuridão, do DarkSideofLife que quer queiramos quer não, mais ou menos escondido, existe, está cá, faz parte da experiência humana e está representado como Arquétipo em todos os mapas pessoais com mais ou menos intensidade.</p>
<p>Na sua vertente negativa ele representa o que está escondido, a mentira, o segredo, a manipulação. Do outro em relação a nós e em última análise de nós próprios e das nossas emoções. Oposto ao Signo dos valores por excelência, Touro, Escorpião  é também a dependência de valorização dos outros que começa sempre por uma enorme desvalorização pessoal. E quantos de nós de nós não têm também dentro de si aquela vozinha deprimente a cantar-nos constantemente o quanto estamos sozinhos, o quanto somos incapazes, o quanto não prestamos ou somos suficientemente bons para sermos amados e aceites que levante o dedo e se acuse!</p>
<p>Por tudo isto, e só depois deste energia ser vivida ao extremo nas suas mais dolorosas vertentes, externas e internas, o Escorpião em nós, ou a área de vida regida pelo mesmo nos nossos mapas, cansado destes padrões doentios e do desgaste e perdas que os mesmos provocam, busca, mais cedo ou mais tarde a Luz, a Verdade, a Transparência, o Valor Próprio, a Libertação desse depressivo ego inferior e enganador e escolhe viver a partir da Alma, da Verdade, da Luz e da Transparência.<br />
E só a partir deste patamar temos acesso aos dois pólos e à pacificação das duas energias. Abracemos então as duas. Aceitemos as duas. Acarinhemos as duas pois esse será o inicio do equilíbrio tão essencial à felicidade que procuramos. Até lá, até conseguirmos atingir esse brilho interior espelhado apenas nos olhos dos que se permitiram sentir as dores ao limite, tudo faremos para manter o brilho exterior, a acumulação de tralha, a ilusão exterior do que ainda não foi atingido no mundo interior.</p>
<p>No mês de Escorpião onde as trevas são trazidas ao de cima como parte essencial da experiência humana, celebramos o Halloween, festival que comemora o outro lado, o invisível, o que está para além do véu e por isso também chamado do dia dos mortos. Façamos então não só uma homenagem aos mesmos que foram e ainda são queridos na nossa vida, mas também às nossas trevas interiores, às nossas mentiras, à nossa escuridão, ao nosso passado do qual não temos orgulho mas que serviu de degrau na busca da Luz e que nos trouxe até aqui.<br />
Que este momento do ano seja um &#8216;reminder&#8217;, um lembrete do mundo escondido que carregamos todos os dias, do que espera pacientemente pela nossa atenção e pela Luz da transformação de todo um passado escuro imprimido em todas as nossas células.<br />
Festejemos então o lado melhor e mais belo de Escorpião. A profundidade e a capacidade de ver para além da máscara, a empatia com o nosso mundo emocional e do outro, a paixão e intensidade com que vivemos o dia a dia, a coragem com que enfrentamos o desconhecido e a tranquilidade com que lidamos com a morte porque sabemos que a vida é eterna.<br />
Quando nos ligamos a esta energia em nós, quando sabemos o significado deste Arquétipo, dá-se uma reverência, um sentimento de respeito, não só pela capacidade que temos de nos transformar, de continuamente morrer e renascer e por isso podermos sempre esperar por algo melhor. Depois de integrado e honrado o Arquétipo de Escorpião, temos acesso então ao seguinte de Sagitário que nos irá dar a Esperança, o Optimismo e a Sabedoria tão essenciais no nosso dia a dia.<br />
Desejos de muita profundidade, muita intensidade e lembrança que a vida é muito mais do que aquilo que a nossa limitada mente nos dá a entender.<br />
Que as tuas sombras sem honradas e que a tua Luz as supere sempre!</p>
<p>Happy Halloween!!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/myriams-fotos-1627417/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2893710">Myriams-Fotos</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2893710">Pixabay</a></p>
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		<title>Escolhe evoluir!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 13:36:05 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O livre arbítrio é um conceito muito mais complexo do que possa parecer.<br />
Não se trata de simplesmente termos o poder de fazermos o que queremos. Se assim fosse, o mundo seria um sítio caótico que mais pareceria a república das bananas, o que não é. Todas as ecolhas que todos os dias fazemos e vemos fazer, são apenas experiências que fazem parte da nossa viagem de evolução. E para nos ajudar a aprender a distinguir entre as energias do amor e do medo, a Lei do Karma devolve-nos as consequências de cada escolha.</p>
<p>As notícias que invadem as televisões não são mais do que a visão desse fenómeno da roda karmica onde podemos ver o que andamos a fazer e o que andamos a colher.</p>
<p>O livre arbítrio só faz sentido a partir do conceito Oriental da dualidade e serve precisamente para nos permitir fazer as nossas escolhas a partir da energia do amor ou da energia do medo. E se durante séculos sempre associámos amor ao outro, a viagem espiritual ensina que antes de chegar ao outro, temos uma responsabilidade pessoal pela nossa própria manutenção. Precisamente porque ninguém nos ensinou sobre esta responsabilidade pessoal, sofremos todos da mais triste das doenças; A falta de amor próprio.</p>
<p>O amor próprio não nos pode ser dado por ninguém, comprado numa farmácia ou ganho com o Euromilhões. Ele é o resultado da ação amorosa, da capacidade de escolher o amor, de criteriosamente escolhermos antes de mais, o que nos mantêm nessa vibração elevada.</p>
<p>Então como sabemos se estamos a escolher pelo medo ou pelo amor?</p>
<p>Tanto o medo como o amor são energias, tal como combustível, são o que nos impulsiona e tanto uma como a outra se disfarçam de infinitas formas no nosso dia a dia.<br />
Por exemplo:</p>
<p>Medo é:<br />
Resistência à mudança<br />
Controle de pessoas e circunstâncias<br />
Autoritárismo sobre os outros<br />
Manter-se na ignorância<br />
Julgar os outros<br />
Crença na sorte e azar<br />
Apego a pessoas e bens materiais<br />
Vitimização<br />
Conservadorismo<br />
Violência<br />
Submissão<br />
Necessidade de agradar<br />
Perfeccionismo<br />
e outras &#8230;.</p>
<p>Amor é:<br />
Arriscar novas experiências<br />
Tolerância<br />
Sair da zona de conforto<br />
Optimismo<br />
Compaixão<br />
Espirito humanitário / igualdade<br />
Responsabilidade pessoal<br />
Amor próprio<br />
Aceitação pessoal<br />
Coragem<br />
Assertividade<br />
Aceitação da diferença<br />
Liberdade<br />
Humildade<br />
e outras&#8230;.</p>
<p>Obviamente que a pessoa que ainda vive na densidade do medo, sujeitando os seus campos espiritual, físico, mental e emocional a essas baixas vibrações, irá co-criar uma realidade pessoal cheia de pessoas e circunstâncias que estão na sua vibração negativa.<br />
Para quê?<br />
Para que aprenda pela experiência que a escolha do medo nunca gera felicidade ou abundância. Em qualquer momento o seu livre arbítrio pode escolher pelo amor e começar o seu processo de elevação.</p>
<p>Pelo contrário, a pessoa que já aprendeu a respeitar a sua dualidade, a iluminar e transformar os seus aspectos mais sombrios e a dignificar os seus aspectos mais positivos, terá uma vibração mais elevada.<br />
Esta será já capaz de inspirar pois já descobriu o segredo da evolução e já aprendeu a fazer escolhas de qualidade e como tal já começou a atrair circunstâncias de qualidade.</p>
<p>Costumo durante a primeira sessão fazer um exercício onde vamos perceber as pessoas que nos rodeiam, porque estão lá, qual o seu papel, o que têm para nos ensinar que nós precisamos aprender. É durante este trabalho que percebemos também o desperdício de energia diária que fazemos sem nos darmos conta. Vamos perceber que tipo de escolhas fizemos no passado que precisam vir à luz para que sejam transformadas e libertas.</p>
<p>Sem esta consciência corremos o risco de desperdiçar energia pois ou ela está a ser gasta a manter ou velho ou a criar o novo, nós escolhemos!</p>
<p>Bem hajas! &lt;3<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/jillwellington-334088/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=570881">Jill Wellington</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=570881">Pixabay</a></p>
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		<title>As desilusões das nossas ilusões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 18:45:00 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Têm-me chegado muitas pessoas ultimamente em estado de profundo sofrimento, cansadas, zangadas, desiludidas com a vida, com Deus, com o próximo, não raramente medicadas para a sua &#8220;depressão&#8221;, da qual, não raras vezes também, se sentem vítimas de lhes ter calhado tão penoso fado.</p>
<p>Normalmente pouca ou nenhuma consciência de que o seu estado actual é uma responsabilidade sua, consequência das suas próprias escolhas passadas. Estes trânsitos de Saturno são o &#8220;reality check&#8221; necessário.</p>
<p>Quando lhes peço para me contarem um pouco da sua história, relações com pais, parceiros, filhos e trabalho, é comum a postura passiva/vitimizadora perante a sua própria vida, culpando as pessoas que as desiludiram e julgando como azares e injustiças as coisas más* que lhes foram acontecendo.</p>
<p>A grande maioria ainda acredita que a criação de uma vida perfeita é a fórmula da felicidade. A ignorância quanto às leis universais e dinâmicas inteligentes da vida é ainda muito assustador.</p>
<p>A ideia de que a vida é a busca da perfeição nos estágios tradicionais de escola, trabalho, casamento, filhos e amigos, não leva em conta que a nossa existência é muito mais complexa do que isso.</p>
<p>Aliás, dizem os antigos sábios desde o princípio dos tempos que a verdadeira viagem da vida é a viagem de evolução do espírito que usa sim as dinâmicas terrenas acima citadas para fazer as suas aprendizagens. Ou seja, a nossa realidade é uma projeção inconsciente da nossa própria energia, palco perfeito onde se desenrola o nosso processo de evolução e tudo e todos os que lá estão, fazem parte.</p>
<p>Viver apenas o plano social sem consciência do plano espiritual, é, pela minha observação, a grande causa do estado de depressão actual. Ou seja, viver sem significado ou propósito maior, torna-nos incapazes de confiar na vida, de crescer e aprender com cada situação, seja ela mais fácil ou mais desafiante. Vivemos cegos para a magia da vida, incapazes de ler sinais, fazer aprendizagens e evoluir.</p>
<p>Muitos são os que sentem uma enorme culpa porque o que têm a nível social ou exterior, embora seja abundante, como bons empregos, boas casas e carros, filhos saudáveis e dinheiro no banco, nunca parece preencher o doloroso vazio interior. Mas o vazio tem a sua razão de existir e a frustração é apenas a vida a mostrar-nos que um vazio energético não se preenche com pessoas ou tralhas.</p>
<p>É geral a ilusão de que o curso perfeito irá dar o emprego perfeito, colegas e patrões perfeitos, a relação romântica perfeita, os filhos perfeitos na escola perfeita &#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>Vivemos em permanente desilusão das nossas próprias ilusões.</p>
<p>A frustração de não sermos capazes de integrar a experiência exterior com as aprendizagens interiores, faz-nos viver desconectados do nosso mundo interior, do propósito da nossa alma, acabando normalmente por culparmos o exterior de nos desiludir na busca da sensação de felicidade.</p>
<p>É triste o estado em que a maioria ainda está e sei o que dói pois um dia também já o senti. Mas aprendi também que se a minha ilusão na forma de escolhas inconscientes, ideias erradas, crenças limitadoras, valores distorcidos, filosofias castradoras criaram as minhas desilusões, só mudando essas mesmas escolhas, ideias, crenças, valores e filosofias poderia alguma vez criar novos e mais positivos desfechos na minha vida.</p>
<p>Depois de feita minha transformação, esse é hoje o propósito do meu trabalho. Ajudar a tirar os óculos da ilusão, reaprender a ver a magia que nos rodeia, perceber porque as coisas nos acontecem, porque atraímos determinadas pessoas para a nossa realidade pessoal, libertar velhos moldes e padrões sobreviventes de vidas passadas que precisam de actualização e que já não devolvem a qualidade desejada.</p>
<p>Temos na nossa mão o poder de mudar a nossa vida. A educação que nos deram falhou com o como e por isso a maioria se sente presa, frustrada e impotente.</p>
<p>A fórmula que nos deram não funciona e só depois de esgotadas todas as tentativas, estamos preparados e abertos para receber uma nova visão do mundo onde viveremos conscientes do nosso poder interior e onde seremos responsáveis pela nossa felicidade.<br />
Cá te espero quando sentires que estás pront@ para fazer a tua mudança e reclamares o teu poder pessoal!</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/spirit111-5026413/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3014605">beate bachmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3014605">Pixabay</a></p>
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		<title>Choque de Gerações &#8211; Uma visão espiritual​</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 08:39:30 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O choque de gerações é uma realidade quase sempre intensa e algo desconfortável​ na vida de quase todas as famílias​. Não é apenas a questão de idade que nos afasta aos poucos daqueles que um dia foram o nosso porto seguro. E também não é apenas a questão da maturidade que impede a saudável relação quando os nossos filhos chegam à ​desafiante ​adolescência. O que realmente dói, são as projeções que fazemos​ e​ as desilusões das expectativas idealistas que temos tanto em relação aos pais como aos filhos. É o estado de ignorância que nos incapacita de percebermos porque afinal a lei da atração nos juntou a todos na mesma família.<br />
​<br />
Não é raro sentirmo-nos deslocados, que não fazemos parte, que não tivemos sorte com a familia que nos calhou​. Ralhamos e rogamos pragas ao que nem sempre parece fazer sentido ​quando apenas precisamos aprender a analisar estas dinâmicas pelos olhos da espiritualidade;</p>
<p>Projeção: A projeção é um mecanismo de defesa no qual os atributos pessoais inaceitáveis ou indesejados são atribuídos a outra pessoa mantendo-se o próprio em negação dos mesmos. A Projeção psicológica ocorre quando culpamos outros do que ainda não aceitamos em nós.</p>
<p>Ilusão: A ilusão é uma confusão dos sentidos que provoca uma distorção da percepção. Na nossa língua, &#8220;iludir&#8221; significa ter a esperança de algo desejável. É a busca do que gostaríamos que fosse e a não aceitação daquilo que é. E não estamos todos iludidamente à procura do mundo/vida/pessoa/casa/filhos/pais perfeitos? e não serão as nossas dores apenas a constatação de que os outros não são o que gostaríamos?</p>
<p>A viagem da vida obedece a um propósito de evolução que tanto acontece dentro de nós a nível individual como nas dinâmicas da própria família. A lei do karma, a lei da atração e a lei da vibração criam antes de encarnarmos o cenário perfeito para que o projeto individual de evolução possa acontecer. Nesse projeto estão já a família e cada membro da mesma, a cultura, ​a ​forma de pensamento, ideologias, crenças, hábitos, circunstância​s​ diversas que farão parte da história​ e do que precisamos viver para nos cumprirmos​. Na maior parte das vezes ela não será o que gostaríamos mas o nosso trabalho é procurar que lições pessoais o nosso espírito está a fazer com ela.</p>
<p>Tal como na preparação de uma peça de teatro, tudo o que está presente, foi escolhido com um propósito; usar a encarnação presente para fechar e curar os padrões negativos ​do passado ​de onde viemos e ter a coragem de abrir novo padrões que definam as experiências que desejamos algures no futuro para onde vamos.</p>
<p>Deste ponto de vista, a geração seguinte (os filhos) traz sempre a responsabilidade e potencial energético de ir mais além do que ​a geração ​dos pais foram capazes. ​A família escolhida é precisamente a que lhe permite rever ou relembrar de onde vem pois antes de abrir um novo padrão, há que fechar o velho em estado de amor e gratidão pelas aprendizagens feitas. ​E esta é normalmente a parte mais desafiante pois velhas mágoas e ressentimentos podem sem dúvida adiar o processo.</p>
<p>Mas precisamente porque vêm preparados para transcender os velhos padrões, não percebem, durante algum tempo, que também os carregam dentro de si​, projetando assim o seu velho passado, nos pais que ainda o estão a viver.</p>
<p>E se a projeção já é um mecanismo violento de rejeição da própria sombra, a idealização ainda torna estas vivências mais complexas pois condiciona-nos a vermo-nos a nós e a esperar dos outros nada menos do que a visão ideal de perfeição. ​Precisamente porque não entendemos a razão de atraírmos uns pais desafiantes, sofremos com a ideia de que são tudo menos perfeitos. Que &#8220;deveriam&#8221; estar a comportar-se de forma ideal. Que se fossem ​ideais e ​o que gostaríamos que eles fossem, a nossa vida seria tão mais fácil​ e seríamos tão mais felizes​.</p>
<p>Tanto a projeção como a idealização são mecanismos de defesa inconscientes que apenas são usados enquanto a verdade nua e crua não vem ao de cima. Enquanto não nos atrevermos a olhar para nós próprios e a termos a coragem de assumirmos em nós o que até ali projetávamos facilmente nos outros. Até ganharmos a responsabilidade de termos nós mesmos escolhido a família em que estamos. Escolhida não para ser a familia perfeita que queremos mas sim porque JÁ É a família perfeita que precisamos.</p>
<p>Aprender a reconhecer quem é quem é essencial para sabermos como agir de acordo com cada um, que aprendizagens diferentes cada pessoa nos vem propor e como aproveitar a presença de cada um para a nossa própria evolução pessoal.<br />
Do ponto de vista da lei da atração há uma intenção positiva e aprendizagens valiosas que leva a juntar determinados elementos na mesma família. Ou seja, filhos saberão ver nos pais sombras de si mesmos que precisam ser transformadas e pais verão nos filhos novos caminhos e formas de ser, um potencial futuro, normalmente só realizável numa futura encarnação.</p>
<p>Se soubermos reconhecer estas ligações e aprendizagens pelo olho da alma, temos tudo a ganhar, desenvolvemos a compaixão pelos que representam o passado e gratidão pelos que representam o nosso potencial. Pelo olho do ego caímos no julgamento e na infantil projeção e idealização que nos impede de evoluir e nos prende a violentas e dolorosas dinâmicas familiares.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>Leia mais sobre o tema aqui:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="9rtOLJhjN3"><p><a href="https://veraluz.pt/o-choque-de-geracoes/">O choque de gerações</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;O choque de gerações&#8221; &#8212; Vera Luz" src="https://veraluz.pt/o-choque-de-geracoes/embed/#?secret=ySzpPpnnCL#?secret=9rtOLJhjN3" data-secret="9rtOLJhjN3" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/sasint-3639875/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1807515">Sasin Tipchai</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1807515">Pixabay</a></p>
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		<item>
		<title>Chegou o tempo da cura e da verdade</title>
		<link>https://veraluz.pt/chegou-o-tempo-da-cura-e-da-verdade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 11:48:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A espiritualidade, ou seja, a consciência das leis universais e da viagem de evolução pessoal, acordam-nos para cumprirmos o nosso propósito e para a responsabilidade sobre tudo o que vamos colhendo como consequências de ações passadas e também sobre o que vamos semeando através das nossas escolhas presentes. Enquanto este Despertar para o nosso mundo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A espiritualidade, ou seja, a consciência das leis universais e da viagem de evolução pessoal, acordam-nos para cumprirmos o nosso propósito e para a responsabilidade sobre tudo o que vamos colhendo como consequências de ações passadas e também sobre o que vamos semeando através das nossas escolhas presentes.</p>
<p>Enquanto este Despertar para o nosso mundo interior não acontece, vivemos adormecidos presos à Matrix, ou seja, às realidades exteriores e materiais, sejam elas objectivos e metas profissionais, sociais, familiares ou mesmo românticas.</p>
<p>Este estado de inconsciência espiritual impede-nos de percebermos o que nos acontece, porque nos acontece, quando nos acontece e quem nos rodeia e faz-nos acreditar que somos impotentes e que estamos sujeitos ao caos, à sorte e ao azar.</p>
<p>O Despertar faz-nos perceber que a realidade exterior é afinal um holograma da realidade interior. Que o Universo é um espaço cheio de Magia. Que TODOS os movimentos são inteligentes e apoiados por leis, que uma máquina cósmica muito mais avançada do que o melhor dos nossos relógios ou computadores, rege o processo de evolução espiritual de cada um de nós ao longo das nossas encarnações, através das propostas sincrónicas que vamos atraindo a cada momento. É tão avançada e inteligente que, mesmo rodeados de tecnologia avançada, se torna difícil de concebermos a inteligência e potencial desta máquina cósmica, capaz de levar a cada um de nós, propostas únicas e diferentes que fazem parte do caminho individual de cada um.</p>
<p>São muitos os filósofos e cientistas que começaram a perceber que a fonte de energia do cosmos é uma só, que é inteligente, que é dual, que é intemporal e que se manifesta tanto no plano físico (ciência) como no plano metafísico (espiritual).</p>
<p>Tenho reparado que ainda há muita gente que vê o caminho espiritual como um caminho de amor, alegria e paz interior. Um caminho onde os testes se tornam mais leves e os desafios são cada vez menores. A ilusão de só querermos ver e experienciar a luz, a paz e o amor é uma das ratoeiras do caminho espiritual.</p>
<p>A consciência do caminho espiritual é precisamente a capacidade de ver o mundo pelos olhos da dualidade, de a reconhecermos em tudo lá fora no mundo e dentro de nós próprios. De sermos capazes de substituir o velho julgamento e resistência perante a sombra e de sermos a luz e o amor perante a mesma. Ou seja, o caminho espiritual pede de nós a atitude do Mestre que enfrenta e ilumina a sombra quando ela se manifesta e não do velho conceito de &#8220;santo&#8221; que nos ilude na busca da perfeição.</p>
<p>É por esta razão que muitos sentem o fenómeno de atraírem ainda mais sombra na forma de desafios, quando despertam e se começam a iluminar por dentro. Quanto mais luz resgatarmos dentro mais preparados estamos para iluminar a sombra.</p>
<p>Enquanto vivemos inconscientes da nossa dualidade, luz e sombra são projetados nos outros e por isso tanto amamos, como odiamos. A consciência de que os outros são apenas projeções das nossas próprias energias e que nos cabe a nós curá-las no nosso interior, é uma das mais poderosas e libertadoras propostas do caminho espiritual.</p>
<p>Porque temos o livre arbítrio, muitas vidas se passarão em que iremos escolher a resistência e a projeção, adiando assim a tão ansiada cura e evolução e, claro, acumulando assim situações karmicas por resolver e iluminar.<br />
Não é de estranhar por isso que, de vez em quando, o Cosmos se organize precisamente para &#8220;arrumarmos a casa&#8221;, ou seja, para pormos em dia todas essas cargas acumuladas.</p>
<p>Tenho observado muitas histórias em que a encarnação presente parece ter sido tirada para isso mesmo. Ou anos como foi por exemplo o de 2010 ou o de 2018 e que ainda temos a viver até 2020. Embora desafiantes, são tempos muito mágicos e que muitas vezes fazem por nós, o que não conseguíamos fazer sozinhos. Muito exigentes a todos os níveis pois escondem curas de vidas passadas nem sempre fáceis de reconhecer no presente, mas cheias de potencial de cura e libertação que nos irá finalmente permitir aceder a experiências com muito mais qualidade e amor.</p>
<p>Temos assim pela frente dois anos de intensidade, de cura, cheios de oportunidade de trazer à consciência velhos padrões que já não fazem sentido manter para que possamos estar livres para a abundância que temos em potencial e que irá aparecer lá mais à frente.</p>
<p>Caso queiras aproveitar este tempo mágico para entenderes os teus padrões e cooperares na resolução dos mesmos, clica no<br />
link abaixo, envia email para veraluz@veraluz.pt ou liga 967988990.</p>
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<p>Bem hajas! &lt;3<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/geralt-9301/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5144249">Gerd Altmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5144249">Pixabay</a></p>
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		<title>Estarei apenas a imaginar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Mar 2018 15:30:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muitas pessoas me perguntam, depois das sessões de terapia através de meditações guiadas, se tudo o que estiveram a “ver” não foi apenas imaginação. Para tirarmos bom partido deste poderoso processo que é a visualização, é preciso entendê-lo, pois caso contrário, caímos no risco de não o valorizar e logo impedir que ele faça a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas me perguntam, depois das sessões de terapia através de meditações guiadas, se tudo o que estiveram a “ver” não foi apenas imaginação.<br />
Para tirarmos bom partido deste poderoso processo que é a visualização, é preciso entendê-lo, pois caso contrário, caímos no risco de não o valorizar e logo impedir que ele faça a sua magia.</p>
<p>Foi no meu primeiro livro “Regressão a vidas passadas” já em 2010 que abordei esta questão da imaginação onde expliquei que a imaginação, visualização ou capacidade de criarmos imagens mentais, é uma habilidade do nosso corpo, infelizmente ainda não entendida e explorada o suficiente para a levarmos mais a sério. Aliás, seria muito estranho acreditar como é que numa máquina tão perfeita como é o corpo humano, a imaginação ter sido um erro ou falha de construção, certo?<br />
O nosso mundo interior, memórias, emoções, intuições funciona muito à base de simbologia e associação. Seja uma imagem, um tom de voz ou mesmo uma música tem o poder de despertar em nós emoções fortes precisamente porque associamos as mesmas a estados de espirito que já experienciámos. O cheiro a bolo que nos leva para a infância, a musica romântica que nos remete para um encontro especial, uma palavra azeda que nos relembra um velho trauma que nos causou dor. Este mundo interior vive para além da mente, não se preocupa que idade temos, apenas vai flutuando de associação em associação em busca de harmonia, aceitação e cura do que quer que nos cause mau estar ou sofrimento.<br />
Embora a nossa história e as coisas que nos vão acontecendo estejam dentro de um plano superior traçado pelo espirito, e nunca nada virá à nossa realidade que não faça parte desse plano, nem sempre a nossa personalidade vai entendendo esses movimentos. E é precisamente dessa incapacidade de entender e responder positivamente aos acontecimentos, que nasce a resistência aos mesmos.</p>
<p>Por exemplo, vamos imaginar alguém que numa vida passada foi muito agressivo e autoritário e ainda não aprendeu sobre empatia e respeito pelo próximo. Na vida presente é muito natural que ele vá atrair logo na infância um pai agressivo e autoritário, que lhe irá retornar a consequências das suas ações passadas, e a proposta de ele mudar a sua energia, de maneira a aprender sobre a empatia e o respeito pelo próximo. Para lhe ensinar sobre empatia ele escolhe uma mãe sensível, doce, empática que tem por todos um enorme respeito. Por falta de entendimento das razões que o fizeram atrair aqueles pais, ele vai criar resistência, vai apontar o dedo e julgar o pai como mau, inconsciente das aprendizagens escondidas que tanto o pai como a mãe têm para si. Esta resistência é um nó, é um bloqueio energético que impede a energia de fluir e que não deixa as aprendizagens serem feitas.<br />
Incapaz de entender e aceitar o seu passado, todos os episódios em que o pai foi agressivo, ficaram registados na sua energia e vão passar continuamente pelo seu campo de memória em busca de luz e da cura.</p>
<p>Mais tarde, com outra maturidade, esta pessoa começa a ser capaz de observar os seus próprios padrões, reconhece que também é agressiva e já se apanhou a ser autoritária várias vezes e quando alguém lhe explica a lei do karma e a lei da atração, ela finalmente reconhece a razão de ter atraído aqueles pais. Percebe ebtão o seu padrão no pai e a sua cura na mãe. Este entendimento de que afinal os pais eram apenas o espelho que ela precisava para se curar a si mesma, permite ver finalmente que o “abusador” é na verdade o mestre, alguém que escolhemos para a nossa vida porque a sua energia servia o nosso propósito. Percebemos finalmente que não somos responsáveis pelas ações do pai, nem nos compete julgar o que ele faz com a sua energia, mas sim e apenas curar a nossa energia.<br />
A partir do momento em que vemos a mesma realidade pelas lentes do amor, já mudámos a nossa frequência energética. Já conseguimos curar aquela criança em nós que ainda não percebia porque tinha aquele pai.</p>
<p>Essa é então a proposta da terapia. Fazer uma simbólica viagem interna ao passado, ir ao encontro da criança ou jovem ou mesmo adulto em nós, que ainda está inconsciente da magia que o rodeia e preso ao julgamento ao outro. Este encontro entre a parte de nos que já curou e a parte de nós que ainda vive doente é maravilhoso e imensamente libertador. Embora seja um encontro simbólico dentro de nós, ele é válido para o nosso espirito que o encara tão real como qualquer encontro físico.<br />
O novo entendimento, a visão karmica, a libertação do julgamento, a gratidão pelo papel que os pais representaram, são o desatar do nó, são o desbloquear da energia e o que irá permitir que a cura aconteça.</p>
<p>Precisamos que considerar e lembrar que temos vários planos de existência, espiritual, mental, emocional e físico. A dimensão em que este encontro se dá é diferente da que estamos acostumados e por isso mesmo ficamos confusos do poder que tem. Este trabalho é feito entre os três primeiros planos espiritual, mental, emocional e só depois conseguimos então materializar essa cura no físico. Neste caso seria a capacidade desta pessoa dar um abraço ou simplesmente pensar no pai sem dor ou ressentimento.<br />
Embora o resgate seja um processo relativamente fácil, ele exige que seja feita antes o entendimento da história karmica pois é dessa visão inteligente que se dá a cura que iremos depois levar aos vários episódios que temos bloqueados dentro de nós.</p>
<p>Porque é um processo tão profundo e pessoal, quase impossível de explicar o que na verdade é sentido, agradeço testemunhos de quem sabe bem e já vivenciou o que acabei de explicar. Caso queiram manter o anonimato, avisem por favor. Podem enviar por Messenger ou para veraluz@veraluz.pt</p>
<p>Grata a todos os que se atrevem a curar as suas mazelas e me dão a oportunidade de fazer parte desse processo mágico.</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/kellepics-4893063/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3846432">Stefan Keller</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3846432">Pixabay</a></p>
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