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	<title>solidão &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>Depressão é um convite à mudança!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jun 2023 19:21:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Infelizmente não são poucas as pessoas que, com o ar mais natural do mundo confessam que estão há anos! medicadas e que há anos! que fazem psicoterapia. À parte de algumas excessões que sei precisarem de acompanhamento permanente ou até de internamento, o que vejo na maioria é desconexão consigo mesmo, falta de foco e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente não são poucas as pessoas que, com o ar mais natural do mundo confessam que estão há anos! medicadas e que há anos! que fazem psicoterapia.<br />
À parte de algumas excessões que sei precisarem de acompanhamento permanente ou até de internamento, o que vejo na maioria é desconexão consigo mesmo, falta de foco e sentido na vida, fraco amor próprio e noção de merecimento que leva à aceitação de relações compensatórias tóxicas e uma vida medíocre sem objectivos maiores ou sonhos, ignorância sobre si mesmo, desconhecimento sobre as inteligentes dinâmicas que fazem o mundo funcionar e que explicam as diferentes realidades de cada um de nós..</p>
<p>Mas ao contrário dessas pessoas que há anos! procuram respostas nas mesmas pessoas, nas mesmas fórmulas e nas mesmas caixas de comprimidos, vejo no caminho de cura espiritual, transformação interior e desenvolvimento pessoal, transformações maravilhosas, despertares extraordinários, mudanças incríveis onde o &#8220;antes &amp; depois&#8221; inspira qualquer um a dar início à sua própria mudança.</p>
<p>Há uma razão gigante para que tal aconteça. A via do comprimido como pílula mágica e a expectativa de que anos sem fim de Psicólogo ou Psiquiatra vão mostrar resultados, revelam muita imaturidade e irresponsabilidade pessoal no que toca à responsabilidade sobre a nossa felicidade. Pior ainda, a pessoa fica presa ao papel de vítima e a uma expectativa de que a cura irá acontecer sem grande esforço da sua parte.</p>
<p>A verdade é que a Felicidade é uma dança entre os anseios e evolução da alma e as dinâmicas que vamos atraindo no exterior e cabe-nos a nós exclusivamente gerir esse delicado equilíbrio.</p>
<p>Por exemplo, alguém nasce com uma missão de explorar a criatividade, o mundo da arte e nasce &#8220;estrategicamente&#8221; numa família de chefs onde vê nos pais uma maravilhosa forma de ver a criatividade a ser explorada, passando toda a sua infância deslumbrada com as criações na cozinha.<br />
Idealmente para que a missão da alma se harmonizasse com a carreira, esta pessoa iria seguir a carreira de Chef como a inspiraram os pais e o seu próprio entusiasmo.<br />
Mas por influência de colegas acaba por ir parar a Direito e tira um curso de advocacia que abraça com orgulho até que começam a surgir os primeiros sinais de desgaste poucos anos depois.<br />
A crise dos 40, a depressão, a falta de ânimo, a tristeza, a vontade de fugir ou mudar tudo, são apenas alguns dos sinais óbvios de que algo tem que mudar. Ou seja, a personalidade tem o seu estatuto como Advogada mas a alma foi ignorada e enquanto não houver mudanças de forma a ouvi-la e respeitá-la, não há remédio ou tratamento que ajude esta pessoa a sentir-se bem sem fazer as mudanças que implicam ouvir este chamamento interno.</p>
<p>Se te sentes em baixo, deprimid@, sem energia, cansad@ dos embates com desafios &#8220;aparentemente&#8221; sem sentido e já esgotaste as fórmulas externas da busca de felicidade e bem estar, chegou o tempo de procurar o equilíbrio onde sempre esteve e estará; Dentro de Ti <span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></p>
<p>Se queres perceber melhor a tua pessoa, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento actual, desafios passados e oportunidades presentes, envia email para veraluz@veraluz.pt ou ou encaminha para alguém que precise de ajuda.</p>
<p>Bem hajas e até já!<br />
Vera Luz</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/heungsoon-4523762/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3758120">HeungSoon</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3758120">Pixabay</a></p>
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		<title>3 nomes do medo; Vitimização, Julgamento e Ansiedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Dec 2022 13:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
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					<description><![CDATA[O leque de emoções que o ser humano pode sentir é gigante, uma régua onde todas fazem parte e que vai do medo, tristeza e desespero até ao pólo oposto da alegria, amor e gratidão. Obviamente não as iremos sentir todas numa única encarnação e podemos para isso agradecer às Leis Cósmicas que mantêm ordem [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O leque de emoções que o ser humano pode sentir é gigante, uma régua onde todas fazem parte e que vai do medo, tristeza e desespero até ao pólo oposto da alegria, amor e gratidão.<br />
Obviamente não as iremos sentir todas numa única encarnação e podemos para isso agradecer às Leis Cósmicas que mantêm ordem no Universo e através da vibração em que cada um de nós está, apenas nos chegam aquelas que vibram na mesma frequência em que estamos e que por isso, temos a capacidade de gerir. Se ainda tens dúvidas sobre quais são, faz uma lista das emoções positivas e negativas das pessoas que te rodeiam, pois é lá que elas estarão inteligentemente representadas.</p>
<p>No entanto, ao contrário de uma criança de 2/3 anos que é pura e sem filtro e expressa sem resistência a emoção que está a sentir, o adulto vai desenvolvendo mecanismos de disfarce, estratégias de sobrevivência emocional, normalmente socialmente aceites, mas que apenas adiam o tão desejado processo de maturidade e responsabilidade pessoal.</p>
<p>Infelizmente a nossa sociedade, escola, religião, psicologia não aposta na saúde e desenvolvimento emocional e espiritual e sem referências saudáveis e inspiradoras, o adulto do Ocidente resiste inconscientemente ao seu trabalho de maturidade, transformação e responsabilidade emocional sobre o seu bem estar e felicidade pessoal.<br />
Embora estes mecanismos de disfarce das emoções sejam todos doentios e tóxicos, eles sobrevivem por imitação, por repetição, por “normalização” dos mesmos mas principalmente, por ignorância sobre como e de que forma podemos aceder à saúde emocional e espiritual.</p>
<p>Por exemplo, imagina que és a única pessoa num grupo que se vitimiza, que se queixa da vida e das pessoas, que culpa, critica e julga negativamente todos à sua volta. Imagina também que nesse grupo estás apenas rodead@ de pessoas sem qualquer negatividade, positivas, optimistas, que só vêm o bem nos outros, a beleza no que as rodeia, que falam com compaixão, que revelam tolerância, compreensão e paciência pelas falhas do ser humano, que vêm beleza e magia no processo de evolução do ser humano.<br />
Provavelmente ao fim de pouco tempo irias sentir-te mal contigo mesm@ assim como também irias ser inspirad@ a relembrar a tua origem divina de amor e luz que apenas teve muito tempo inconsciente, coberta de sombra e toxidade.</p>
<p>É um pouco o que se passa no mundo moderno; explorámos o mundo científico, tecnológico, informático, industrial ao limite mas continuamos a não saber nada sobre emoções e felicidade.<br />
Para facilitar, vamos polarizar as emoções entre <strong>AMOR e MEDO</strong> pois são as raízes de todas as emoções positivas e negativas. Dos vários mecanismos, esquemas e jogos de manipulação e sobrevivência psicológica e emocional, deixo-vos então 3 muito comuns, bem identificados em quase todos nós, se não nos dias de hoje, algures num passado não muito longínquo e que assentam todas no MEDO; Vitimização, Julgamento e Ansiedade.</p>
<p><strong>A Vitimização</strong> está muito relacionada com o passado e a idealização da vida, leva-nos quase à ideia mórbida de que nascer neste planeta desafiante e nas condições /família que temos é uma sentença de desgraça e logo a vida é uma longa pena, uma corrente de sofrimento permanente. A vitimização é uma declaração de medo e resistência à vida, de imaturidade emocional, que tal como uma criança insegura no primeiro dia de escola que quer resistir ao novo, à aventura, à experiência e crescimento individual.<br />
<strong><em><span style="color: #ff6600;">Mantra para resistir à Vitimização; “Tudo está como tem que estar é perfeito para o meu processo de evolução.”</span></em></strong></p>
<p><strong>O Julgamento</strong> está no nosso dia a dia, é quase uma herança cultural religiosa e vem da incapacidade de compreendermos as teias energéticas que nos rodeiam, de rotularmos pessoas e experiências sem consciência alguma das razões das suas existências na nossa vida. O Julgamento, a crítica, a idealização do outro e da vida revelam ignorância espiritual e projecção da própria sombra no mundo.<br />
<span style="color: #ff6600;"><em><strong>Mantra para resistir ao Julgamento; “A Vida devolve-me o que não vejo em mim mesmo. Só vou ver Amor no mundo quando eu vibrar em Amor.&#8221;</strong></em></span></p>
<p><strong>A Ansiedade</strong> está associada com o futuro e mais uma vez o medo a resistir à vida, a falta de fé a querer controlar tudo, todos e desfechos, a incapacidade de confiar na viagem cósmica inteligente que estamos a viver, a resistência manter o coração aberto, disponível para gerir o medo e o amor nas suas infinitas expressões.<br />
<em><strong><span style="color: #ff6600;">Mantra para resistir à Ansiedade; “Tudo se irá desenrolar de acordo com o plano da Alma. não teremos o que queremos mas teremos sempre o que precisamos.”</span></strong></em></p>
<p>São apenas três mecanismos de fuga à vida, mas como vês, dão muito para meditar, observar, reconhecer e transformar ou continuarão a gerar sofrimento pelas gerações futuras. Se realmente queres fazer algum bem pelo mundo e pelos teus descendentes, começa por ti e por inspirares todos coma tua luz à tua volta. Somos mais poderosos do que imaginamos!</p>
<p>Se queres perceber melhor a tua pessoa, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento presente, marca a tua consulta enviando email para veraluz@veraluz.pt</p>
<p>Bem hajas e até já!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/thedigitalartist-202249/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2902537">Pete Linforth</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2902537">Pixabay</a></p>
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		<title>As desilusões das nossas ilusões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 18:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Têm-me chegado muitas pessoas ultimamente em estado de profundo sofrimento, cansadas, zangadas, desiludidas com a vida, com Deus, com o próximo, não raramente medicadas para a sua &#8220;depressão&#8221;, da qual, não raras vezes também, se sentem vítimas de lhes ter calhado tão penoso fado. Normalmente pouca ou nenhuma consciência de que o seu estado actual [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Têm-me chegado muitas pessoas ultimamente em estado de profundo sofrimento, cansadas, zangadas, desiludidas com a vida, com Deus, com o próximo, não raramente medicadas para a sua &#8220;depressão&#8221;, da qual, não raras vezes também, se sentem vítimas de lhes ter calhado tão penoso fado.</p>
<p>Normalmente pouca ou nenhuma consciência de que o seu estado actual é uma responsabilidade sua, consequência das suas próprias escolhas passadas. Estes trânsitos de Saturno são o &#8220;reality check&#8221; necessário.</p>
<p>Quando lhes peço para me contarem um pouco da sua história, relações com pais, parceiros, filhos e trabalho, é comum a postura passiva/vitimizadora perante a sua própria vida, culpando as pessoas que as desiludiram e julgando como azares e injustiças as coisas más* que lhes foram acontecendo.</p>
<p>A grande maioria ainda acredita que a criação de uma vida perfeita é a fórmula da felicidade. A ignorância quanto às leis universais e dinâmicas inteligentes da vida é ainda muito assustador.</p>
<p>A ideia de que a vida é a busca da perfeição nos estágios tradicionais de escola, trabalho, casamento, filhos e amigos, não leva em conta que a nossa existência é muito mais complexa do que isso.</p>
<p>Aliás, dizem os antigos sábios desde o princípio dos tempos que a verdadeira viagem da vida é a viagem de evolução do espírito que usa sim as dinâmicas terrenas acima citadas para fazer as suas aprendizagens. Ou seja, a nossa realidade é uma projeção inconsciente da nossa própria energia, palco perfeito onde se desenrola o nosso processo de evolução e tudo e todos os que lá estão, fazem parte.</p>
<p>Viver apenas o plano social sem consciência do plano espiritual, é, pela minha observação, a grande causa do estado de depressão actual. Ou seja, viver sem significado ou propósito maior, torna-nos incapazes de confiar na vida, de crescer e aprender com cada situação, seja ela mais fácil ou mais desafiante. Vivemos cegos para a magia da vida, incapazes de ler sinais, fazer aprendizagens e evoluir.</p>
<p>Muitos são os que sentem uma enorme culpa porque o que têm a nível social ou exterior, embora seja abundante, como bons empregos, boas casas e carros, filhos saudáveis e dinheiro no banco, nunca parece preencher o doloroso vazio interior. Mas o vazio tem a sua razão de existir e a frustração é apenas a vida a mostrar-nos que um vazio energético não se preenche com pessoas ou tralhas.</p>
<p>É geral a ilusão de que o curso perfeito irá dar o emprego perfeito, colegas e patrões perfeitos, a relação romântica perfeita, os filhos perfeitos na escola perfeita &#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>Vivemos em permanente desilusão das nossas próprias ilusões.</p>
<p>A frustração de não sermos capazes de integrar a experiência exterior com as aprendizagens interiores, faz-nos viver desconectados do nosso mundo interior, do propósito da nossa alma, acabando normalmente por culparmos o exterior de nos desiludir na busca da sensação de felicidade.</p>
<p>É triste o estado em que a maioria ainda está e sei o que dói pois um dia também já o senti. Mas aprendi também que se a minha ilusão na forma de escolhas inconscientes, ideias erradas, crenças limitadoras, valores distorcidos, filosofias castradoras criaram as minhas desilusões, só mudando essas mesmas escolhas, ideias, crenças, valores e filosofias poderia alguma vez criar novos e mais positivos desfechos na minha vida.</p>
<p>Depois de feita minha transformação, esse é hoje o propósito do meu trabalho. Ajudar a tirar os óculos da ilusão, reaprender a ver a magia que nos rodeia, perceber porque as coisas nos acontecem, porque atraímos determinadas pessoas para a nossa realidade pessoal, libertar velhos moldes e padrões sobreviventes de vidas passadas que precisam de actualização e que já não devolvem a qualidade desejada.</p>
<p>Temos na nossa mão o poder de mudar a nossa vida. A educação que nos deram falhou com o como e por isso a maioria se sente presa, frustrada e impotente.</p>
<p>A fórmula que nos deram não funciona e só depois de esgotadas todas as tentativas, estamos preparados e abertos para receber uma nova visão do mundo onde viveremos conscientes do nosso poder interior e onde seremos responsáveis pela nossa felicidade.<br />
Cá te espero quando sentires que estás pront@ para fazer a tua mudança e reclamares o teu poder pessoal!</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/spirit111-5026413/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3014605">beate bachmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3014605">Pixabay</a></p>
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		<title>Estarei apenas a imaginar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Mar 2018 15:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas pessoas me perguntam, depois das sessões de terapia através de meditações guiadas, se tudo o que estiveram a “ver” não foi apenas imaginação. Para tirarmos bom partido deste poderoso processo que é a visualização, é preciso entendê-lo, pois caso contrário, caímos no risco de não o valorizar e logo impedir que ele faça a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas me perguntam, depois das sessões de terapia através de meditações guiadas, se tudo o que estiveram a “ver” não foi apenas imaginação.<br />
Para tirarmos bom partido deste poderoso processo que é a visualização, é preciso entendê-lo, pois caso contrário, caímos no risco de não o valorizar e logo impedir que ele faça a sua magia.</p>
<p>Foi no meu primeiro livro “Regressão a vidas passadas” já em 2010 que abordei esta questão da imaginação onde expliquei que a imaginação, visualização ou capacidade de criarmos imagens mentais, é uma habilidade do nosso corpo, infelizmente ainda não entendida e explorada o suficiente para a levarmos mais a sério. Aliás, seria muito estranho acreditar como é que numa máquina tão perfeita como é o corpo humano, a imaginação ter sido um erro ou falha de construção, certo?<br />
O nosso mundo interior, memórias, emoções, intuições funciona muito à base de simbologia e associação. Seja uma imagem, um tom de voz ou mesmo uma música tem o poder de despertar em nós emoções fortes precisamente porque associamos as mesmas a estados de espirito que já experienciámos. O cheiro a bolo que nos leva para a infância, a musica romântica que nos remete para um encontro especial, uma palavra azeda que nos relembra um velho trauma que nos causou dor. Este mundo interior vive para além da mente, não se preocupa que idade temos, apenas vai flutuando de associação em associação em busca de harmonia, aceitação e cura do que quer que nos cause mau estar ou sofrimento.<br />
Embora a nossa história e as coisas que nos vão acontecendo estejam dentro de um plano superior traçado pelo espirito, e nunca nada virá à nossa realidade que não faça parte desse plano, nem sempre a nossa personalidade vai entendendo esses movimentos. E é precisamente dessa incapacidade de entender e responder positivamente aos acontecimentos, que nasce a resistência aos mesmos.</p>
<p>Por exemplo, vamos imaginar alguém que numa vida passada foi muito agressivo e autoritário e ainda não aprendeu sobre empatia e respeito pelo próximo. Na vida presente é muito natural que ele vá atrair logo na infância um pai agressivo e autoritário, que lhe irá retornar a consequências das suas ações passadas, e a proposta de ele mudar a sua energia, de maneira a aprender sobre a empatia e o respeito pelo próximo. Para lhe ensinar sobre empatia ele escolhe uma mãe sensível, doce, empática que tem por todos um enorme respeito. Por falta de entendimento das razões que o fizeram atrair aqueles pais, ele vai criar resistência, vai apontar o dedo e julgar o pai como mau, inconsciente das aprendizagens escondidas que tanto o pai como a mãe têm para si. Esta resistência é um nó, é um bloqueio energético que impede a energia de fluir e que não deixa as aprendizagens serem feitas.<br />
Incapaz de entender e aceitar o seu passado, todos os episódios em que o pai foi agressivo, ficaram registados na sua energia e vão passar continuamente pelo seu campo de memória em busca de luz e da cura.</p>
<p>Mais tarde, com outra maturidade, esta pessoa começa a ser capaz de observar os seus próprios padrões, reconhece que também é agressiva e já se apanhou a ser autoritária várias vezes e quando alguém lhe explica a lei do karma e a lei da atração, ela finalmente reconhece a razão de ter atraído aqueles pais. Percebe ebtão o seu padrão no pai e a sua cura na mãe. Este entendimento de que afinal os pais eram apenas o espelho que ela precisava para se curar a si mesma, permite ver finalmente que o “abusador” é na verdade o mestre, alguém que escolhemos para a nossa vida porque a sua energia servia o nosso propósito. Percebemos finalmente que não somos responsáveis pelas ações do pai, nem nos compete julgar o que ele faz com a sua energia, mas sim e apenas curar a nossa energia.<br />
A partir do momento em que vemos a mesma realidade pelas lentes do amor, já mudámos a nossa frequência energética. Já conseguimos curar aquela criança em nós que ainda não percebia porque tinha aquele pai.</p>
<p>Essa é então a proposta da terapia. Fazer uma simbólica viagem interna ao passado, ir ao encontro da criança ou jovem ou mesmo adulto em nós, que ainda está inconsciente da magia que o rodeia e preso ao julgamento ao outro. Este encontro entre a parte de nos que já curou e a parte de nós que ainda vive doente é maravilhoso e imensamente libertador. Embora seja um encontro simbólico dentro de nós, ele é válido para o nosso espirito que o encara tão real como qualquer encontro físico.<br />
O novo entendimento, a visão karmica, a libertação do julgamento, a gratidão pelo papel que os pais representaram, são o desatar do nó, são o desbloquear da energia e o que irá permitir que a cura aconteça.</p>
<p>Precisamos que considerar e lembrar que temos vários planos de existência, espiritual, mental, emocional e físico. A dimensão em que este encontro se dá é diferente da que estamos acostumados e por isso mesmo ficamos confusos do poder que tem. Este trabalho é feito entre os três primeiros planos espiritual, mental, emocional e só depois conseguimos então materializar essa cura no físico. Neste caso seria a capacidade desta pessoa dar um abraço ou simplesmente pensar no pai sem dor ou ressentimento.<br />
Embora o resgate seja um processo relativamente fácil, ele exige que seja feita antes o entendimento da história karmica pois é dessa visão inteligente que se dá a cura que iremos depois levar aos vários episódios que temos bloqueados dentro de nós.</p>
<p>Porque é um processo tão profundo e pessoal, quase impossível de explicar o que na verdade é sentido, agradeço testemunhos de quem sabe bem e já vivenciou o que acabei de explicar. Caso queiram manter o anonimato, avisem por favor. Podem enviar por Messenger ou para veraluz@veraluz.pt</p>
<p>Grata a todos os que se atrevem a curar as suas mazelas e me dão a oportunidade de fazer parte desse processo mágico.</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/kellepics-4893063/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3846432">Stefan Keller</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3846432">Pixabay</a></p>
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		<title>Dor vs Sofrimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2018 10:54:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ainda muitos confundem as palavras dor e sofrimento sem perceber a diferença entre as duas. A nossa essência dual sugere que manter o equilíbrio das nossas duas partes, seja ela física, emocional, mental e espiritual, proporciona naturalmente o estado de saúde. Esse estado de equilíbrio é uma responsabilidade nossa. Para que o possamos manter equilibrado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda muitos confundem as palavras dor e sofrimento sem perceber a diferença entre as duas.</p>
<p>A nossa essência dual sugere que manter o equilíbrio das nossas duas partes, seja ela física, emocional, mental e espiritual, proporciona naturalmente o estado de saúde. Esse estado de equilíbrio é uma responsabilidade nossa. Para que o possamos manter equilibrado e para que possamos fazer as devidas correções, tem de haver uma comunicação interna. A dor e o bem-estar ou prazer ajudam-nos assim a perceber como equilibrar e corrigir esses pratos da balança interna.</p>
<p>Antes ainda de chegarmos à Terra e de termos um corpo físico, já somos seres espirituais numa imensa viagem de evolução.<br />
Embora haja mais, podemos dividir a nossa energia em 4 campos básicos; físico, mental, emocional e espiritual. Ou seja, todos são energia em vibrações diferentes e todos estão em permanente interação uns com os outros. Porque uns dependem dos outros, quando qualquer um deles está em desequilíbrio, envia sinais à nossa consciência para que possamos fazer os respectivos ajustes.</p>
<p>Dor é o primeiro impacto que sentimos de desconforto interno. É o aviso óbvio de que há algo a que dar atenção. É a maneira como a nossa energia faz o seu chamamento para que demos atenção a uma determinada &#8220;parte&#8221; do nosso ser. Uma espécie de alarme cósmico que pede a nossa atenção para uma determinada área. A dor, seja ela física, emocional ou psicológica, seja ela criada pelo corpo ou materializada por acidente, é um sinal de desequilíbrio energético, que só poderá ser corrigido e ajudado a retornar ao seu centro, se formos chamados à atenção do que representa. É para isso que a dor serve. Para percebermos o que temos de fazer ou aprender através dela. Para que saibamos onde dar atenção, seja directamente seja através da simbologia do que ela representa no corpo energético. Sem a dor, não saberíamos o estado de desequilíbrio em que estamos. Não teríamos a oportunidade de atender ao desequilíbrio e muito menos de fazer a respectiva correção. Não seríamos capazes de usá-la para fazer as essenciais alquimias e processos de transformação internos, essenciais à nossa viagem de evolução espiritual.</p>
<p>O sofrimento é, pelo contrário, a nossa resistência à dor. É a incapacidade de reconhecermos a dor como convite à mudança. É o estender da dor desnecessariamente pois quando feita a correção interna ela deixa de se fazer sentir. É a desresponsabilização pelo próprio processo de co-criação e cura do próprio desequilíbrio. Quando ainda não conhecemos as leis universais, vivemos cegos para a magia da vida. Não percebemos os movimentos karmicos que levam a cada um retornos das suas escolhas passadas. Ainda não sabemos identificar as vibrações das pessoas que nos rodeiam como presentes dentro de nós próprios. Ainda não aprendemos a percepcionar o fenómeno dos espelhos que devolve a cada um reflexos do que em si vive inconsciente. Ainda estamos inconscientes das exigências que a nossa evolução espiritual nos devolve. O sofrimento é então a consequência da ignorância que por sua vez gera raiva, que por sua vez gera julgamento, que por sua vez causa solidão, que por sua vez causa rejeição, que por sua vez alimenta a vitimização. O sofrimento é a consequência da falta de amor próprio que, incapaz de se auto-nutrir, a todos cobra, exige e violenta. O sofrimento, a vitimização, o queixume e a lamentação são sinais externos de inconsciência interna que só através da exaustão irão procurar ajuda.</p>
<p>Tratada com o devido respeito, analisada em todas as vertentes possíveis, tanto no trato directo como na representação simbólica, a dor é normalmente a escada para um patamar melhor, uma proposta de melhoramento e de retorno ao equilíbrio. Desta perspectiva, o sofrimento é um desperdício de energia. Consciente ou inconsciente é uma escolha visto termos como alternativa aceitar a mensagem da dor e fazer o respetivo ajuste de maneira à cura acontecer.</p>
<p>A maravilhosa Louise Hay foi uma pioneira na tentativa de encontrar significado para a dor. Foi um exemplo quando através do ajuste interno, curou o seu cancro e a dor que ainda estava escondida dentro de si. Martin Brofman, Lise Bourbeau deram-nos também livros maravilhosos e inspiradores e embora não seja a única, a terapeuta Cristina Cairo aprofundou esses ensinamentos dando-nos pistas ainda mais interessantes da representação interna do que chamamos &#8220;dor&#8221; e do poder de cura (equilíbrio e consciência) que temos em nós.</p>
<p>Termino com a famosa frase que condensa toda esta mensagem;</p>
<p>&#8220;A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.”<br />
<span style="font-size: 14px;">Carlos Drummond de Andrade</span></p>
<p>Que todos possamos transcender a limitada mente racional e aceder ao patamar da sabedoria onde seremos capazes de identificar e intuir os nossos desequilíbrios e fazer os respetivos ajustes a favor da nossa saúde interna.</p>
<p>Bem hajam!<br />
<span style="font-size: 14px;">Vera Luz</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/sasint-3639875/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1822702">Sasin Tipchai</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1822702">Pixabay</a></p>
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		<title>Será que eu me amo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 08:31:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A gratidão e as afirmações positivas nem sempre são fáceis de sentir e aplicar. Para uma mente que está habituada a ser negativa, agradecer o que nos rodeia ou sermos capazes de afirmar que somos maravilhosos e perfeitos e nos amamos incondicionalmente, é um esforço imenso que faz muitos inclusive sentirem-se ridículos. Somos nós que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gratidão e as afirmações positivas nem sempre são fáceis de sentir e aplicar.<br />
Para uma mente que está habituada a ser negativa, agradecer o que nos rodeia ou sermos capazes de afirmar que somos maravilhosos e perfeitos e nos amamos incondicionalmente, é um esforço imenso que faz muitos inclusive sentirem-se ridículos. Somos nós que temos que inverter esta visão distorcida dentro de nós, aprender a validar a energia do amor de maneira a que um dia sejamos capazes de dizer; Ridículo é o medo!</p>
<p>Torna-se mais fácil de entender esta dinâmica se percebermos que estamos a falar de duas energias opostas, cada uma delas com uma agenda própria.</p>
<p>&#8211; A voz da mente, normalmente dominada pelo nosso ego, é a voz do medo, é a voz do pessimismo e da negatividade. É a voz que antecipa desfechos catastróficos, que prevê desastres e acidentes, que tudo faz para nos manter ilusoriamente protegidos de um mundo que na sua visão, é caótico e cheio de gente má.</p>
<p>&#8211; A voz da alma é a expressão do amor e é deste canal que somos capazes de sentir empatia, amor próprio, tolerância e aceitação. É no coração que nasce a esperança e a fé de que tudo o que chega a nós tem um propósito superior e inteligente. O coração é então a voz da humildade mas também da coragem, da liberdade e do equilíbrio.</p>
<p>Enquanto a energia do amor não estiver enraizada numa verdade maior, numa consciência de Cosmos Inteligente, a energia do medo supera-a e usa a nossa mente para fazê-lo. Por isso hoje em dia, todos somos testemunhas diárias dos tantos que pregam a luz e o amor mas que emocionalmente ainda estão presos a vidas, rotinas e relacionamentos condicionados pelo medo.</p>
<p>A expressão livre do amor só é conseguida depois de superado o desafio do medo. E todos temos na nossa vida infinitas oportunidades de identificar e superar os nossos medos pessoais. É a enfrentar o medo que nasce a verdadeira e pura energia do amor numa oitava acima. Até sermos capazes de o superar, ele é apenas um pobre conceito mental que nos ilude a nós próprios.</p>
<p>Deixo algumas perguntas que servirão para sentires onde ainda há medo:</p>
<p>Sentes resistência em acreditar que és uma pessoa maravilhosa e imperfeitamente perfeita?</p>
<p>Acreditas que és uma representante cósmica de potenciais extraordinários?</p>
<p>Consegues-te aceitar a abundância em forma de dinheiro, presentes, ajuda e amor e recebê-los em estado de merecimento?</p>
<p>Já és capaz de rejeitar o que sabes não ter qualidade, com a convicção de mereces melhor?</p>
<p>Festejas em alegria e gratidão a pessoa que és e a vida que escolheste?</p>
<p>Usas a tua energia, coragem e iniciativa para materializares os teus sonhos?</p>
<p>Mostras transparentemente a tua verdade? a tua sombra e a tua luz sem resistência?</p>
<p>Consegues afirmação com convicção?; &#8220;Eu aceito-me exactamente como sou, tanto as minhas incapacidades como potenciais!&#8221;</p>
<p>Já agradeceste os desafios que te permitem evoluir?</p>
<p>Se ainda há resistência, ainda há medo. É a voz do amor que tem que expor as ilusões do medo. O amor só por si, sem integração do medo, é ilusão. Descobre então onde está o medo, como é que ele se veste, como é que ele te fala, como é que ele te provoca e diz-lhe de frente;</p>
<p>Eu não tenho medo de ti pois o Amor é muito mais poderoso do que tu!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/kranich17-11197573/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5190672">Kranich17</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5190672">Pixabay</a></p>
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		<title>Qual é o meu futuro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Aug 2017 14:12:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Recebo tantas mensagens a perguntar se os meus &#8220;tratamentos&#8221; funcionam, se com uma sessão ficam curadas, se os ataques de pânico desaparecem, se o medo se evapora, se depois já conseguem isto e aquilo, etc. Ou seja, a era do click chegou ao mundo da terapia! Admito que é uma tentação a ideia de que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recebo tantas mensagens a perguntar se os meus &#8220;tratamentos&#8221; funcionam, se com uma sessão ficam curadas, se os ataques de pânico desaparecem, se o medo se evapora, se depois já conseguem isto e aquilo, etc. Ou seja, a era do click chegou ao mundo da terapia!<br />
Admito que é uma tentação a ideia de que possa haver fast-healing tal como há fast-food, mas obviamente há que separar as águas&#8230;</p>
<p>1º Eu não faço &#8220;tratamentos&#8221;. Aplico ferramentas, exercícios, técnicas que têm como objectivo levar a pessoa a tomar consciência da sua história, perceber que energias carrega e como pode transformá-las. Cada um fará os devidos ajustes e mudanças na sua vida lá fora de acordo com o que percebeu em consulta.</p>
<p>2º Nada irá mudar se TU não mudares também. Quando não fazemos mudanças, a realidade à nossa volta mantém-se, os padrões repetem-se o que origina queixume, vitimização e tendência a culpar os outros. Cada um terá a disciplina mental interior ou não para mudar estes padrões dentro de si.</p>
<p>3º Não somos vítimas de sorte ou azar, de bons ou maus pais, de ter ou não emprego, de ter bons ou maus relacionamentos, de ter filhos mais ou menos difíceis. Tudo o que nos rodeia é um espelho da relação que temos connosco próprios. Cada um irá ou não aproveitar os espelhos para corrigir em si os seus próprios desequilíbrios.</p>
<p>4º Responsabiliza-te pela tua cura. A cura não se faz numa sessão ou com um livro. Ela é a viagem da nossa vida, implica trabalho permanente a nível fisico, mental, emocional e espiritual. Implica respeitar os ciclos da vida, tanto naturais como astrológicos e numerológicos. Implica ir fluindo com a vida fazendo do nosso equilíbrio interior, uma prioridade. Cada um irá ser capaz de aplicar esta visão ou não.</p>
<p>5º Não controlamos seja o que for. Apenas temos o poder de responder aos eventos da vida e de colocar em acção determinadas forças. Não controlamos o impacto que elas irão ter ou a que nos irão chegar. Saber isto ajuda-nos a desactivar a ansiedade e os medos e a aprender a confiar no movimento inteligente das energias. Cada um irá manter ou não esta consciência e fará ou não este trabalho.</p>
<p>6º Temos TUDO dentro de nós. &#8220;sou insegura, não tenho auto-estima, estou presa no medo&#8221; estas e outras são afirmações falsas que acreditamos erradamente. Cada um de nós traz energias desequilibradas que precisam de novos movimentos nossos para se equilibrarem. O medo precisa de coragem. O pânico precisa de fé. A tristeza precisa de alegria. A raiva precisa de criatividade. A frieza precisa de amor, etc. Cada um irá ou não responsabilizar-se pelos novos movimentos que contrariem os velhos excessos ou faltas.</p>
<p>7º O amor é um estado de SER e não um estado de ter. São muito poucos os que já perceberam o conceito de amor próprio. A maioria tem apenas noção de amor em termos românticos a dois e por isso a rejeição, abandono, solidão, violência, cobrança e julgamento abundam dentro das relações. Antes de chegarmos ao outro temos que fazer a nossa parte para que depois então não haja nem submissão nem exigência. Cada um irá ou não fazer este resgate de amor próprio.</p>
<p>8º Adivinhação e futurismo&#8230;. Sim ainda há quem pague, e muito, para ouvir alguém que lhes dizer quando vão casar, ter filhos, ser promovidos, etc. Pior do que viverem enganados é viverem inconscientes do poder que têm de mudar as suas vidas. Cada um irá lá fora investir o seu tempo e dinheiro onde bem entende.</p>
<p>Poderia dar infinitos exemplos de como podemos cair no erro de achar que uma consulta pode &#8220;curar&#8221; seja o que for. O trabalho de crescimento interior e desenvolvimento pessoal é e será sempre um trabalho interno, pessoal, individual que terá, quando assim o entendermos, a ajuda de um facilitador, terapeuta ou simplesmente um anjo disfarçado de agente de transformação que nos irá empurrar para o nosso equilíbrio.</p>
<p>Todo o meu trabalho tem como base a responsabilidade que cada um tem pela sua existência, pelo estado da sua energia, pelas energias que traz do passado e como aceder ao potencial a que se propôs.<br />
Foi inspirada por estes princípios que mudei a minha vida e encontrei o trilho da minha existência e logo são estes mesmos princípios que acredito irão fazer magia na vida de quem os aplicar.<br />
Tenho perfeita consciência que há infinitos caminhos para a luz e que o primeiro passo tem que acontecer dentro de nós. Não pretendo por isso indicar caminhos, apenas ajudar quem se perdeu a voltar ao seu.</p>
<p>Bem hajam<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/thedigitalartist-202249/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2034990">Pete Linforth</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2034990">Pixabay</a></p>
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		<title>Relacionamentos, Solidão e Equívocos by (N)Uno Michaels</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 08:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Astrologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Há dois ou três dias, alguém me perguntou “o que é que se passa com as relações (amorosas) entre as pessoas, que estão todas a acabar? Está toda a gente a discutir, a separar-se, ninguém está feliz…” A resposta, se é que alguém pode ter uma resposta, é que os relacionamentos não existem para as [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<section class="teaser half-vertical-padding">Há dois ou três dias, alguém me perguntou “o que é que se passa com as relações (amorosas) entre as pessoas, que estão todas a acabar? Está toda a gente a discutir, a separar-se, ninguém está feliz…”</section>
<section class="body">A resposta, se é que alguém pode ter uma resposta, é que os relacionamentos não existem para as pessoas serem felizes. Os relacionamentos existem para as pessoas aprenderem grandes lições sobre si próprias, sobre a vida, sobre os valores fundamentais da existência. Como já aqui escrevi uma vez, nós aprendemos a dois aquilo que serve o propósito individual de cada um.A verdade é que nós nascemos sozinhos e a solidão é a nossa condição natural. Antes de aceitarmos até às últimas consequências a nossa condição de seres solitários, não temos como estabelecer relações reais com os outros. Alguém escreveu que “o homem morre como nasce: careca, sem dentes e sem ilusões”. Eu acrescento: e sozinho. O homem nasce e morre sozinho.Mas nós queremos fugir da solidão, em vez de a atravessar. Se ao menos pudéssemos aceitar, abençoar, essa solidão, ela deixaria de ser uma dor. Passaria a ser uma conquista da nossa consciência. E só a partir dessa consciência poderemos ter relações saudáveis uns com os outros, simplesmente porque já não iremos aos relacionamentos para pedir, mas para dar. E essa é a lei do amor humano: amar é dar, é partilhar, é transbordar. Não é pedir, precisar, depender, sentir falta. Não é estabelecer acordos de vampiros (”eu mordo no teu pescoço e tu mordes no meu”), para preenchermos um vazio que vivemos como uma carência.</p>
<p>Por isso nas relações pessoais podemos viver numa de duas posturas: ou somos mendigos, ou imperadores. Quem não atravessa a solidão só pode viver como um mendigo, exigindo atenção, amor, cuidados, cobrando a presença do outro. Orbitando em redor de alguém. Vivendo relacionamentos pouco saudáveis, pouco livres, ou que pouco lhe devolvem de si próprio &#8211; mas que são o preço a pagar para ter alguém do seu lado, o preço a pagar para não se estar só.</p>
<p>Astrologicamente, essa dependência é simbolizada pela Lua. A Lua é um corpo morto, não tem luz própria, não emana nada. Apenas espelha e recebe a luz do Sol. A Lua é satélite da Terra, tal como nós somos satélites daqueles de quem dependemos. Ser dependente é estar lunarizado, é orbitar em redor de alguém que julgamos nos irá fazer felizes. E só há uma única fase na vida humana em que é suposto estarmos lunarizados, que é a infância &#8211; em que dependemos de alguém maior, mais forte, mais apto do que nós para sobreviver (a mãe, ou quem a substituiu).</p>
<p>Mas se carregamos essa dependência emocional imatura e irresponsável pela vida fora, projectando-a para cima de quem julgamos amar, a vida conduz-nos a experiências de sofrimento, de perda, de rupturas amorosas. E é tão-só o Universo, programado que está para a evolução, dizendo-nos</p>
<p>“não podes depender de ninguém, e sempre que o fizeres vais ser recordado, pela dor, que não deves viver como um mendigo, mas como um imperador. Dá o teu melhor aos outros sem depender deles para te sentires alimentado. A tua dádiva é a tua maior riqueza; a tua carência, a causa do teu maior sofrimento”.</p>
<p>E só assim podemos aprender.<br />
Nuno Michaels</p>
<p><a href="https://lifestyle.sapo.pt/amor-e-sexo/relacoes/artigos/%E2%80%9Dhttps://www.nunomichaels.com%E2%80%9D" target="”_blank”" rel="nofollow">www.nunomichaels.com</a></p>
</section>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.pexels.com/es-es/foto/amor-arte-artistico-colgando-160836/">Photo by Pexels</a></p>
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		<title>Muda a tua história mudando a tua energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jul 2017 13:30:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estado de solidão e carência é resultado da falta de validação pessoal e amor próprio e torna-se ainda mais doloroso quando ainda esperamos que seja curado ou preenchido de fora para dentro. Quando estamos vazios acreditamos que nada merecemos, somos incapazes de fazer boas escolhas, aceitamos o que não tem qualidade e permitimos todo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de solidão e carência é resultado da falta de validação pessoal e amor próprio e torna-se ainda mais doloroso quando ainda esperamos que seja curado ou preenchido de fora para dentro. Quando estamos vazios acreditamos que nada merecemos, somos incapazes de fazer boas escolhas, aceitamos o que não tem qualidade e permitimos todo o tipo de abusos.<br />
Infelizmente a maior parte vive inconsciente do seu próprio estado e por isso só mesmo através das experiências da vida vamos percebendo o que funciona e o que não funciona. Se estamos ou não no bom caminho.<br />
Quem nos rodeia e o que a nós chega vai aos poucos contando a história, mostrando em que estado real está a nossa energia.</p>
<p>Quando estamos em estado de carência, ainda acreditando que virá alimento de fonte externa, todo o nosso foco está fora num qualquer exagero que apenas serve de compensação do vazio.<br />
Ou está na comida como fonte de alimento emocional, ou está nos filhos como fonte de amor, ou está numa qualquer relação como fonte de segurança, ou está num emprego como fonte de estabilidade, ou está nos amigos como fonte de aceitação e apoio, ou está nas compras e no dinheiro como fonte de valor pessoal e muitos outros exemplos que poderia dar aqui. Atenção, nada de errado em ter tudo isto. Aliás, tudo o que está fora é essencial a uma viagem maravilhosa que vem colorir as várias áreas de vida que viemos experienciar.<br />
A questão está apenas na maneira como o experienciamos e na direcção em que a energia circula.</p>
<p>Ainda temos a tendência de ir buscar fora o que acreditamos precisar dentro, quando na verdade a energia trabalha ao contrário; primeiro reconhecemos, validamos e sentimos dentro para que depois se manifeste ou materialize fora.</p>
<p>Mesmo em rotinas algo idênticas e tão facilmente nos iludimos com quem connosco se cruza, é muito diferente a experiência interna de alguém que vive vazio e em carência e de alguém que vibra já em amor e se sente preenchido.</p>
<p>Há pouco tempo uma mãe desabafava comigo que todos os dias no carro depois do trabalho, sentia uma imensa vontade de chegar a casa e de dar um enorme abraço ao seu filho de 3 anos. À parte do imenso e incondicional amor que todos temos pelos nossos filhos eu deixo a pergunta;</p>
<p><em>&#8211; Escondida no seu inconsciente, sentes que esta mãe tem na verdade a intenção de ir DAR energia ao filho ou de ir BUSCAR energia ao filho?<br />
</em><br />
Estamos a falar de uma mulher que se sente vazia e numa rotina sem sentido, a viver um relacionamento sem qualidade, presa a um emprego que não gosta e veio para uma consulta em busca de entender porque dá o seu melhor em tudo e se sente cada vez pior, mais vazia e mais perdida.</p>
<p>À parte de todas as questões práticas e externas que obviamente ela terá que enfrentar para equilibrar a sua vida, como mudar a sua rotina, investir numa nova profissão ou trabalho mais preenchedor e decidir como pretende resolver a sua questão relacional, o grande e maior problema desta mulher esconde-se na maneira como ela gere a sua energia. Esconde-se na raiz da sua própria árvore na sua incapacidade de auto-sustento emocional e por isso tudo lá fora é uma expressão da sua própria falta de energia.<br />
Ficou algo chocada embora tenha reconhecido, quando lhe fiz ver que a única fonte de energia do momento era o filho que apenas com 3 anos estava a ter a responsabilidade de dar energia à mãe.</p>
<p>É importante percebermos que este mundo energético e emocional é invisível para nós e logo algo inconsciente para a maioria.<br />
Esta mulher não tinha qualquer consciência do que estava a a acontecer a nível energético.<br />
Neste dia esta mãe percebeu a cura que teria que fazer dentro de si para que conseguisse restaurar a sua energia e ser a mãe que todas queremos ser; a verdadeira fonte de amor, principalmente para uma criança de 3 anos que ainda precisa de sentir esse suporte e é ainda incapaz de autonomia emocional.</p>
<p>É neste acordar, é nesta tomada de consciência que temos o poder de direcionar as nossas energias que passamos então a usá-las inteligente e conscientemente.<br />
Quando reconhecermos o poder que temos de nos valorizarmos e amarmos a nós próprios e passamos a fazer escolhas que o expressem, aprendemos a manifestar a nossa energia de dentro para fora. Aprendemos a valorizar essa mesma energia, a sentir verdadeiro amor e carinho por ela e logo aprendemos a investi-la correctamente.</p>
<p>Por exemplo; se já temos consciência que temos um dom maravilhoso para lidar com crianças, que é com elas que nos sentimos &#8220;em casa&#8221;, que temos uma paciência e tolerância com elas que a maioria não tem, que somos capazes de uma empatia enorme com elas, que elas são o palco perfeito onde a nossa energia flui e aumenta, seria uma má escolha, um desperdício de energia e uma traição ao que nos faz sentido(sentir) esta alma investir por exemplo numa carreira na banca, certo?<br />
Claro que o podemos fazer mas a energia nunca irá fluir naquele ambiente austero e frio da mesma maneira que iria fluir onde temos o coração aberto e a alma feliz.</p>
<p>Quando lemos que somos responsáveis pela nossa energia, há que depois então manifestar essa responsabilidade nas nossas escolhas, sejam elas profissionais como o exemplo acima, sejam elas relacionais, de comida, livros, amigos, tempos livres, etc.</p>
<p>Há muitas maneiras de estudarmos a nossa energia. Nunca antes tivemos tantas ferramentas disponíveis para percebermos quem somos, o que trazemos das vidas passadas, e qual o nosso propósito pois só dessa consciência iremos perceber que padrões negativos ainda vivemos a alimentar impedindo-nos de atingir a nossa abundância.</p>
<p>Deixo-te com uma pequena ferramenta para que possas ir começando o teu processo interno;<br />
&#8211; O nosso discurso revela muitos segredos acerca do funcionamento da nossa energia. Ou seja; Que lógica teria ansiarmos por água e pedirmos água aos outros se temos a nossa garrafa cheia?</p>
<p>Se no teu discurso predominam os outros, a vida dos outros, o que os outros fizeram, disseram, deveriam ter feito ou deveriam ser, se há ainda muito tema e densidade emocional em volta de acontecimentos passados ou mesmo presentes menos felizes, é sinal de que ainda não há responsabilização pelos mesmos e ainda se escondem dependências na forma de crenças de que caso os outros mudassem, a tua vida seria mais feliz.</p>
<p>Se o teu discurso gira à volta de ti e das tuas necessidades, dos investimentos e escolhas que queres fazer, de como queres elevar a tua energia, do que precisas fazer para te sentires bem, da responsabilidade que tens pelo que atrais, de como podes harmonizar as necessidades de quem amas com as tuas próprias, acredito que já estarás no bom caminho.</p>
<p>A nossa cura só pode acontecer de acordo com a consciência que temos do nosso estado. Primeiro precisamos reconhecer que não estamos bem, que não estamos felizes, que as escolhas que fizemos não trouxeram bons resultados, que a nossa rotina é vazia de energia e sentido.<br />
Só desta tomada de consciência virão então as oportunidades de mudar de rumo. A todos os que se atreveram um dia olhar para o espelho e ouvir a alma e resolveram tomar uma atitude, o meu aplauso pela coragem de pedir ajuda e acreditarem que merecem melhor.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p><a href="https://veraluz.pt/informacoes/" target="_blank" rel="noopener">Mais informações aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/stocksnap-894430/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=923882">StockSnap</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=923882">Pixabay</a></p>
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		<title>Só em estado de Amor, podemos Amar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2017 13:22:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Somos feitos de dualidade. Onde quer que vamos, com quem quer que estejamos, o que quer que andemos a atrair, iremos ter provas dessa dualidade. A Natureza expressa-a no frio e no quente, nas estações do ano, no dia e na noite, na doçura e agressividade, no deserto e no Oceano, no homem e na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Somos feitos de dualidade.<br />
Onde quer que vamos, com quem quer que estejamos, o que quer que andemos a atrair, iremos ter provas dessa dualidade.<br />
A Natureza expressa-a no frio e no quente, nas estações do ano, no dia e na noite, na doçura e agressividade, no deserto e no Oceano, no homem e na mulher com o seu mundo interior e exterior, no Céu e na Terra, no medo e no Amor, enfim, TUDO é uma expressão do TODO.<br />
Sabendo então que todos somos feitos da mesma energia, apenas expressa de maneira diferentes, nas suas infinitas manifestações na realidade 3D, torna-se ridículo julgar o outro pelo que afinal também existe em nós. Qual peixe que goza com as escamas do outro&#8230;<br />
O nosso trabalho não é julgar o que é feio ou aplaudir o e que é bonito pois já percebemos então que o feio e o bonito habitam em todos nós e são apenas manifestações do TODO.<br />
O nosso trabalho é escolher.<br />
Constantemente confrontados com ambos aspectos da dualidade, o nosso trabalho é observar e escolher qual parte da dualidade queremos alimentar e dar energia. Que parte da realidade nos encanta e vibra na nossa frequência e que ainda escolhemos dançar com ela. Sim porque há muitas partes da dualidade que no momento actual nada nos dizem, não estão na nossa frequência, não vibram connosco.<br />
Por isso repara que frequências te rodeiam e valida todas e apenas escolhe com qual queres dançar.<br />
E porque onde colocamos energia criamos laços energéticos e Karmicos, analisa bem onde, de que maneira e com quem pretendes investir a tua valiosa energia.<br />
Muitos ainda acreditam que julgar, dizer mal, apontar dedo, criticar ou simplesmente falar mal sobre o que não querem, que os distancia dessa realidade. Estão enganados, pois na verdade, energeticamente falando, ainda estão a dançar com ela sem a consciência que o que mais julgam e condenam também habita dentro de si a um nível inconsciente. E como ao que resistes persiste, e porque o grande objectivo é a harmonização dos opostos, aquilo que mais condenamos irá manifestar-se até que façamos essa integração.</p>
<p>Qual a proposta então perante essas energias que activam e fazem disparar em nós a nossa sombra?<br />
&#8211; Validar. Reconhecer que estão na nossa realidade e que são espelho do que vive inconsciente em nós.<br />
Trabalhar a compaixão. Lembrar que a nossa luta não é com o espelho que aparece fora, mas sim com o respectivo demónio interior. O outro foi apenas o carteiro.<br />
Quando é feito esse trabalho de reconhecimento interno do papel do outro e de cura da respectiva sombra, percebemos e validamos o maravilhoso papel que o outro teve em trazer a sombra à luz para que pudesse ser integrada.<br />
Libertar. É a partir deste processo que estamos então livres de poder escolher energias diferentes. Já não faz mais sentido dançar com aquelas velhas energias pois agora estão pacificadas. Só agora energias novas e mais leves poderão chegar a nós.</p>
<p>Onde quer e com quem quer que ainda sintas negatividade, faz silêncio, observa, considera todo o processo de reconhecimento interno e no fim, quando já não houver julgamento ou crítica mas apenas compaixão e amor, liberta. Não há mais dança, não há mais crítica, não há mais laço, não há mais densidade de medo. Não porque o outro mudou, mas sim porque nós parámos de dançar e de investir energia. Porque desactivámos a energia do medo e nos conectámos com a energia do Amor.<br />
Agora sim estamos livres para ir em busca de energias mais leves e mais amorosas. Agora sim podemos escolher livremente frequências diferentes com as quais escolhemos dançar&#8230; até que um dia deixem de fazer sentido..</p>
<p>Bem hajam &lt;3<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Image by <a href="https://www.wallpapermaiden.com/wallpaper/22216/heart-shape-low-poly-triangles-love/download/1920x1200">Wallpapermaiden</a></p>
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