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	<title>potencial &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>As doenças emocionais / espirituais do nosso tempo..</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 12:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8211; Não há nada mais deprimente do que ver pessoas maravilhosas cheias de potencial que não têm consciência dessa Luz interior se perderem na sombra de alguém que as desvaloriza e tudo faz para as abafar! É bom que tomemos consciência que jamais será o outro, seja ele quem for, que irá fazer o processo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; Não há nada mais deprimente do que ver pessoas maravilhosas cheias de potencial que não têm consciência dessa Luz interior se perderem na sombra de alguém que as desvaloriza e tudo faz para as abafar!</p>
<p>É bom que tomemos consciência que jamais será o outro, seja ele quem for, que irá fazer o processo de resgate do nosso poder, da nossa luz e do nosso equilíbrio interior. Podemos evitar, recusar ou até adiar &#8230; mas mais cedo ou mais tarde teremos que nos render a ele e dar início à nossa aventura pessoal&#8230;</p>
<p>E assim vamos evoluindo, desactivando as energias que nos prendem e activando as que nos libertam&#8230;</p>
<p>Sem dúvida que uma das grandes doenças deste tempo é a falta de autonomia (espiritual, emocional, mental e financeira) e consciência tanto da nossa herança espiritual como do nosso valor pessoal.</p>
<p>É daqui, acredito eu, que surgem todas as mazelas que andam a encher os bolsos às grandes farmacêuticas:</p>
<p>&#8211; A depressão (claro que o nosso espirito anda deprimido e sem &#8220;ânimo&#8221; quando o obrigamos a viver relacionamentos ou eventos sem alma e sem noção nenhuma do que nos faz sentido e do que não faz sentido ou sequer do propósito da nossa existência! Mas se até há bem pouco tempo a ignorância protegia-nos da transformação, hoje em dia não temos desculpa para não irmos em busca de respostas e novas fórmulas que substituam as que nos levaram a tão triste desfecho)</p>
<p>&#8211; A ansiedade (claro que vivemos ansiosos. Quando vivemos para alimentar os caprichos do ego, se iremos conseguir conquistar os seus infinitos desejos e posses e nos prendemos permanentemente ao medo de os perder, a ansiedade é uma das consequências.. Reaprender a confiar na abundância do Universo que nos chega sempre que estamos alinhados com ele, ajuda-nos a reconquistar tanto a responsabilidade pelo nosso equilíbrio interno como a fé num Universo abundante)</p>
<p>&#8211; A insegurança (claro que somos todos inseguros! sendo os piores não raramente os que se escondem por trás das máscaras mais fortes. Quando nos fazem acreditar que temos que ser perfeitos para sermos aceites e amados em vez de nos garantir que já somos maravilhosos tal como somos, claro que ficamos e vivemos inseguros)</p>
<p>&#8211; O medo (claro que temos medo de tudo!. Perdemos a noção da nossa eternidade espiritual, de vivermos num Universo inteligente e justo onde TUDO conspira para o nosso equilíbrio. Sem a sensação de protecção e apoio superior e sagrado, a vida é de facto um filme de terror e tudo e todos uma constante ameaça!)</p>
<p>&#8211; Revolta (claro que temos revolta implodida dentro de nós! ..e ainda bem pois mais cedo ou mais tarde, quando chegarmos ao limite e nos cansarmos de engolir sapos e trair a nossa essência, será a energia que nos fará virar a mesa e lutar pelo que nos alimenta a alma!)</p>
<p>&#8211; Resistência (claro que nos tornamos resistentes a mostrar a nossa vulnerabilidade, sensibilidade e verdade! não é fácil abrir o coração e pagar os preços lá fora no mundo por seguir o que ele nos pede, mas é a moeda de troca para a abundância que tanto ansiamos)</p>
<p>&#8211; Vitimização (claro que ainda nos vitimizamos! depois de 2000 anos em que a Igreja nos ensinou que façamos o que fizermos somos maus, culpados e imperfeitos e que nos espera o inferno após uma vida de sacrifícios, cedências e fretes não haveríamos nós de nos vitimizarmos?!&#8230; mas agora já chega não??)</p>
<p>Grata a cada dia de estar já fora desta velha bolha&#8230;</p>
<p>Grata pela tarefa que escolhi de mostrar a cada um como identificar e sair da bolha&#8230;</p>
<p>Grata a este tempo de consciência, informação e libertação que finalmente permite, a quem se disponibiliza, de rachar o ovo da nossa essência e pela primeira vez fazer nascer o verdadeiro Ser que viemos Ser.</p>
<p>A todos os que comigo se cruzam assim como a todos os que jamais se cruzarão, deixo a minha intenção de cura, de transformação, de disponibilidade de se libertarem, tanto interna como externamente, de todas as mazelas acima citadas e de rendição a uma existência cada vez mais consciente, inteligente, sensível e sagrada pois é esse o caminho da libertação&#8230;.</p>
<p>Ao contrário do que todas as farmacêuticas e a própria ciência nos fazem acreditar, a única maneira que temos de resgatar o nosso equilíbrio e poder interior é a desenvolver todas as energias contrárias e isso é algo que ninguém poderá nunca fazer por nós.</p>
<p>A dependência desses fármacos será então apenas um adiar desse momento em que finalmente resgatamos e assumimos o nosso poder.. sem pressa .. sem culpa &#8230; será o momento sagrado em que finalmente estaremos prontos&#8230;</p>
<p>Assim sendo e para que tenhamos uma orientação mínima, vejamos algumas dicas de como agir de acordo com cada sintoma;</p>
<p>&#8211; A depressão trabalha-se quando reconhecemos que estamos a alimentar o nosso deprimente ego e sua &#8220;birra&#8221; interior de reconhecer que nada controla. A segunda parte do processo é começar a dirigir a nossa energia para o que nos dá prazer e nos alegra sem qualquer sentimento de culpa, medo ou insegurança reconhecendo que só mesmo dessa maneira voltaremos ao nosso trilho.</p>
<p>&#8211; A ansiedade pacifica-se quando adoptamos o Mantra mental</p>
<p>&#8220;Eu confio num Universo inteligente que me trás o que eu preciso e não o que eu quero&#8221;.</p>
<p>Quando finalmente nos rendemos ao mistério da vida e reconhecemos a nossa ignorância perante a sabedoria do Universo e perante as poderosas Leis Universais como a Lei do karma, toda a nossa ansiedade é transformada em rendição à vida, em fé em cada evento e encontro e como último estágio, em comédia! pois bem vistas as coisas, da fonte de amor viemos e depois de todo o drama, à fonte amor iremos voltar e desse ponto de vista, tudo não deixa de ter a sua graça!</p>
<p>&#8211; A insegurança dissolve-se no exercício da criança interior quando o adulto (nós grandes) faz a criança (nós pequenos) sentirmos interiormente que independentemente do que quer que o mundo ou os outros mostrem, ela é amada, protegida e está sempre segura por nós próprios.</p>
<p>&#8211; O medo retêm-nos vitimas do mesmo até ao dia em que aceitamos que a única maneira de nos livrarmos dele, é precisamente enfrentando o que mais nos aterroriza. Tal como um jogo de PlayStation, não passamos de nível sem superarmos os obstáculos do nível anterior. Faz do medo um desafio a superar e o medo deixou de existir na tua vida!</p>
<p>&#8211; A revolta, tal como todas as energias, tem que ser bem direccionada pois tanto tem o poder de destruir algo de bom como de transformar positivamente o que não faz sentido. Não a julgues ou abafes. Não a escondas como se fosse uma vergonha ou algo feio, mas usa-a sim construtivamente para destruires o que te prende e para ires atrás do que te chama. O mundo agradece!</p>
<p>&#8211; A resistência ou mesmo o cepticismo tem sido o que infelizmente mais nos tem afastado do mundo que todos ansiamos viver. Trabalha-se a resistência, a força, a teimosia, a descrença ou indiferença nos pólos opostos ou seja nas crenças de que a fragilidade, a vulnerabilidade, o amor, a fé, a entrega, a desistência e a rendição são tão OU MAIS poderosas na conquista do nosso poder interior.</p>
<p>&#8211; A vitimização começa por se resolver na consciência deprimente da mesma e do que ela representa, ou seja, uma declaração pública de incapacidade de resiliência e de aceitação e superação de provas! A maior inspiração de como se supera e transforma a vitimização é a Madre Teresa de Calcutá que ao invés de ficar presa na lamúria do estado do mundo e na vitimização das injustiças sociais, simplesmente arregaçou as mangas e fez o que podia, onde estava e como sabia!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bem Hajam e até breve!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/graehawk-4550074/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2666433">Grae Dickason</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2666433">Pixabay</a></p>
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		<title>A verdade que escondemos uns dos outros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 12:28:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ainda não conseguimos inventar umas lentes que mostrassem o estado dessa amálgama de pensamentos, ideias, crenças e emoções, tanto positivas como negativas que é afinal a nossa energia. Infelizmente a densidade que ainda carregamos no estágio da nossa evolução não nos permite por enquanto, mas um dia lá chegaremos&#8230; Escondida atrás das nossas roupas, da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda não conseguimos inventar umas lentes que mostrassem o estado dessa amálgama de pensamentos, ideias, crenças e emoções, tanto positivas como negativas que é afinal a nossa energia. Infelizmente a densidade que ainda carregamos no estágio da nossa evolução não nos permite por enquanto, mas um dia lá chegaremos&#8230;</p>
<p>Escondida atrás das nossas roupas, da nossa postura física e das nossas expressões faciais está a verdade de quem somos;</p>
<p>Pacotes de luz, ou seja, energia condensada de maneiras únicas em permanente busca da harmonização dos opostos energéticos que a compõem.</p>
<p>No entanto, logo desde que nascemos a nossa identificação irá focar-se maioritariamente no nosso exterior, no nosso corpo, no nosso nome, no nosso estatuto, nas nossas conquistas, méritos e prémios.</p>
<p>Seremos reconhecidos menos pela nossa energia, frequência e vibração mas mais pelas nossas roupas e posses materiais, pelos nossos comportamentos, atitudes e reações aos outros e ao mundo. Principalmente se elas estão de acordo com a agenda social, pois quando não estão, regra geral seremos rejeitados como doentes, desequilibrados, rebeldes e desajustados.</p>
<p>Aos poucos o nosso imenso mundo interior, a maravilhosa máquina que dá afinal vida à personalidade começa a ser escondida, abafada, negada em prol de mantermos a fachada perfeita.</p>
<p>Por causa deste fenómeno invisível e practicamente inconsciente para a maioria de nós, vivemos confundidos, baralhados e iludidos sempre que nos analisamos a nós próprios e aos outros.</p>
<p>Por exemplo nem sempre é fácil gerir interiormente as sensações advindas de pessoas densas, arrogantes e materialistas que deslumbram o mundo com os seus luxos e posses perante pessoas doces, amorosamente disponíveis, capazes de demonstrações de humanidade e empatia enorme mas a quem tantas vezes tudo falta a nível material.</p>
<p>Chegou o tempo de começarmos a perceber que somos seres duais, que temos um mundo interior e um papel exterior, que tanto somos intuitivos como práticos, tanto somos físicos como energéticos e como tal uns momentos estamos com o foco no nosso papel exterior, outros estamos com o foco no nosso papel interior.</p>
<p>Ideal mesmo seria a harmonia dos dois. Usar o físico para servir o energético pois essa é a definição de paraíso na terra.</p>
<p>Embora a agenda social a que o ego responde seja altamente exigente e nos cobre a liberdade e a alegria de sermos quem na realidade somos em troca de um papel socialmente reconhecido e bem remunerado, será sempre a agenda espiritual que a irá boicotar em prol de uma existência equilibrada e baseada na verdade, na transparência e na fidelidade à nossa história espiritual.</p>
<p>Somos então seres duais servindo dois mestres bem diferentes que lutam por agendas bastante diferentes.</p>
<p>Se tivéssemos as ditas lentes veríamos então nitidamente essa realidade e iriamos perceber como as aparências iludem..</p>
<p>Com as lentes da verdade conseguiríamos ver como atrás das máscaras se escondem verdadeiros e maravilhosos seres humanos, todos a travar as mesmas lutas. Por exemplo;</p>
<p>Atrás da cara mais sorridente esconde-se na maior parte das vezes o coração mais vazio.</p>
<p>A postura mais séria e resistente esconde uma criança perdida.</p>
<p>Disfarçado de agressivo e violento está a pessoa mais rejeitada a sofrer de solidão profunda.</p>
<p>Os luxos e excesso de bens materiais apenas disfarçam a falta de amor próprio e baixa valorização pessoal.</p>
<p>Corpos perfeitos e caras bonitas com que nos cruzamos no ginásio compensam inseguranças e desequilíbrios que tanto oscilam entre o abuso de poder e autoritarismo e a submissão e cobardia.</p>
<p>Figuras publicas, chefes, figuras de autoridade e poder, professores ou políticos, todos estes talvez mais do que a maioria de nós, travam lutas internas com a crença de que não se podem fragilizar ou mostrar qualquer vulnerabilidade.</p>
<p>E quantas vezes umas máscaras têm o poder de influenciar outras.<br />
Por exemplo, a máscara do poderoso autoritário, que afinal apenas esconde uma criança rejeitada e desamada, mas que acaba por influenciar quem o rodeia que não raras vezes identificada com o papel da insegura vitima, sob determinadas situações limite, revela uma força imensa que nem sabia possuir e muito para além do seu ilusório “carrasco”.</p>
<p>Procurar respostas fora é então na maior parte dos casos e numa primeira fase, uma ilusão precisamente porque estamos a ver os outros com os olhos terrenos e limitados que não têm o poder de mostrar o mundo energético que escondemos.</p>
<p>Só depois de iniciado o processo de auto descoberta interior, só depois de percebermos que afinal o outro nada mais é do que um espelho do que ainda não havíamos descoberto em nós, poderemos então descobrir mais de nós através do outro. Ou seja o outro deixa de ser um fim para passar a ser um meio.</p>
<p>Já todos ouvimos algures que o mundo físico é uma manifestação material do nosso mundo energético, certo?</p>
<p>E que o que vem individualmente para à nossa realidade pessoal, trás fortíssimas mensagens pessoais do que ainda circula inconsciente em nós, verdade também?</p>
<p>E também que cada um carrega em si o potencial de mudar a sua vida exterior, simplesmente mudando a sua energia interior, concordas também??</p>
<p>Então sejamos nós próprios o que gostaríamos de encontrar lá fora. Não apenas a pessoa socialmente correcta pois esse papel de alguma maneira já todos fomos preparados desde a infância, mas sejamos sim a mais elevada versão de nós mesmos.</p>
<p>O que o mundo precisa é de referências de sensibilidade, referências de humanidade, referências de abertura e transparência, referências de atitudes nobres, amorosas e humanitárias.</p>
<p>Cada desafio, evento, encontro trás um convite de resposta. Não de reacção automática e reactiva sem inteligência mas sim um convite de resposta ponderada, escolhida com qualidade e amor e consciência das consequências.</p>
<p>Podemos então dividir as respostas em duas formas diferentes:</p>
<p>&#8211; expansiva</p>
<p>&#8211; implodida</p>
<p>Sempre que te for pedida uma resposta considera se estás a fazer um movimento expansivo ou seja, aberto, transparente, fluido, verdadeiro, amoroso, elevado, iluminado e que eleve as energias de ambas as partes envolvidas.</p>
<p>Ou se pelo contrario é ainda um movimento fechado, implodido, controlado, abafado, escondido, tenso, complexo e medroso em que ambas as partes envolvidas serão tentadas a manter a vibração baixa ou a descer ainda mais.</p>
<p>É natural que as diferentes situações provoquem diferentes respostas mas mais do que projectar as nossas dificuldades nos outros é importante reconhecermos a nossa própria dificuldade em abordar ainda certos momentos como gostaríamos.</p>
<p>Repara que tipo de pessoa puxa de ti a resposta positiva e aberta e qual puxa de ti movimentos tensos e controlados?</p>
<p>Questiona a tua própria responsabilidade nessa dança, pergunta-te o que poderias fazer diferente para provocar a mudança no outro e criar uma dança mais aberta?</p>
<p>Independentemente da reação do outro foca-te apenas no que de ti sai pois essa sim é a tua única responsabilidade. Sejamos então tolerantes e persistentes sempre que sabemos não estar ainda à altura do amor incondicional e sejamos entusiastas sempre que já reconhecemos a nossa capacidade de emanar o bem maior.</p>
<p>Sejamos fieis à verdade que somos e tenhamos a coragem de a levar ao mundo.</p>
<p>Bem Hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/analogicus-8164369/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4243189">analogicus</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4243189">Pixabay</a></p>
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