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	<title>perda &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>Dor vs Sofrimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2018 10:54:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ainda muitos confundem as palavras dor e sofrimento sem perceber a diferença entre as duas. A nossa essência dual sugere que manter o equilíbrio das nossas duas partes, seja ela física, emocional, mental e espiritual, proporciona naturalmente o estado de saúde. Esse estado de equilíbrio é uma responsabilidade nossa. Para que o possamos manter equilibrado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda muitos confundem as palavras dor e sofrimento sem perceber a diferença entre as duas.</p>
<p>A nossa essência dual sugere que manter o equilíbrio das nossas duas partes, seja ela física, emocional, mental e espiritual, proporciona naturalmente o estado de saúde. Esse estado de equilíbrio é uma responsabilidade nossa. Para que o possamos manter equilibrado e para que possamos fazer as devidas correções, tem de haver uma comunicação interna. A dor e o bem-estar ou prazer ajudam-nos assim a perceber como equilibrar e corrigir esses pratos da balança interna.</p>
<p>Antes ainda de chegarmos à Terra e de termos um corpo físico, já somos seres espirituais numa imensa viagem de evolução.<br />
Embora haja mais, podemos dividir a nossa energia em 4 campos básicos; físico, mental, emocional e espiritual. Ou seja, todos são energia em vibrações diferentes e todos estão em permanente interação uns com os outros. Porque uns dependem dos outros, quando qualquer um deles está em desequilíbrio, envia sinais à nossa consciência para que possamos fazer os respectivos ajustes.</p>
<p>Dor é o primeiro impacto que sentimos de desconforto interno. É o aviso óbvio de que há algo a que dar atenção. É a maneira como a nossa energia faz o seu chamamento para que demos atenção a uma determinada &#8220;parte&#8221; do nosso ser. Uma espécie de alarme cósmico que pede a nossa atenção para uma determinada área. A dor, seja ela física, emocional ou psicológica, seja ela criada pelo corpo ou materializada por acidente, é um sinal de desequilíbrio energético, que só poderá ser corrigido e ajudado a retornar ao seu centro, se formos chamados à atenção do que representa. É para isso que a dor serve. Para percebermos o que temos de fazer ou aprender através dela. Para que saibamos onde dar atenção, seja directamente seja através da simbologia do que ela representa no corpo energético. Sem a dor, não saberíamos o estado de desequilíbrio em que estamos. Não teríamos a oportunidade de atender ao desequilíbrio e muito menos de fazer a respectiva correção. Não seríamos capazes de usá-la para fazer as essenciais alquimias e processos de transformação internos, essenciais à nossa viagem de evolução espiritual.</p>
<p>O sofrimento é, pelo contrário, a nossa resistência à dor. É a incapacidade de reconhecermos a dor como convite à mudança. É o estender da dor desnecessariamente pois quando feita a correção interna ela deixa de se fazer sentir. É a desresponsabilização pelo próprio processo de co-criação e cura do próprio desequilíbrio. Quando ainda não conhecemos as leis universais, vivemos cegos para a magia da vida. Não percebemos os movimentos karmicos que levam a cada um retornos das suas escolhas passadas. Ainda não sabemos identificar as vibrações das pessoas que nos rodeiam como presentes dentro de nós próprios. Ainda não aprendemos a percepcionar o fenómeno dos espelhos que devolve a cada um reflexos do que em si vive inconsciente. Ainda estamos inconscientes das exigências que a nossa evolução espiritual nos devolve. O sofrimento é então a consequência da ignorância que por sua vez gera raiva, que por sua vez gera julgamento, que por sua vez causa solidão, que por sua vez causa rejeição, que por sua vez alimenta a vitimização. O sofrimento é a consequência da falta de amor próprio que, incapaz de se auto-nutrir, a todos cobra, exige e violenta. O sofrimento, a vitimização, o queixume e a lamentação são sinais externos de inconsciência interna que só através da exaustão irão procurar ajuda.</p>
<p>Tratada com o devido respeito, analisada em todas as vertentes possíveis, tanto no trato directo como na representação simbólica, a dor é normalmente a escada para um patamar melhor, uma proposta de melhoramento e de retorno ao equilíbrio. Desta perspectiva, o sofrimento é um desperdício de energia. Consciente ou inconsciente é uma escolha visto termos como alternativa aceitar a mensagem da dor e fazer o respetivo ajuste de maneira à cura acontecer.</p>
<p>A maravilhosa Louise Hay foi uma pioneira na tentativa de encontrar significado para a dor. Foi um exemplo quando através do ajuste interno, curou o seu cancro e a dor que ainda estava escondida dentro de si. Martin Brofman, Lise Bourbeau deram-nos também livros maravilhosos e inspiradores e embora não seja a única, a terapeuta Cristina Cairo aprofundou esses ensinamentos dando-nos pistas ainda mais interessantes da representação interna do que chamamos &#8220;dor&#8221; e do poder de cura (equilíbrio e consciência) que temos em nós.</p>
<p>Termino com a famosa frase que condensa toda esta mensagem;</p>
<p>&#8220;A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.”<br />
<span style="font-size: 14px;">Carlos Drummond de Andrade</span></p>
<p>Que todos possamos transcender a limitada mente racional e aceder ao patamar da sabedoria onde seremos capazes de identificar e intuir os nossos desequilíbrios e fazer os respetivos ajustes a favor da nossa saúde interna.</p>
<p>Bem hajam!<br />
<span style="font-size: 14px;">Vera Luz</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/sasint-3639875/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1822702">Sasin Tipchai</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1822702">Pixabay</a></p>
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		<title>Da agenda social para a agenda espiritual..</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jan 2018 10:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Finalmente, aos poucos, a velha teoria da reencarnação e o conceito oriental de Karma começam a ser mais do que simples ideias &#8220;New Age&#8221;. Para muitos, estes antigos mas sábios conceitos estão a oferecer o que a psicologia há muito não consegue; responder às questões existenciais com que todos somos confrontados mais cedo ou mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente, aos poucos, a velha teoria da reencarnação e o conceito oriental de Karma começam a ser mais do que simples ideias &#8220;New Age&#8221;.</p>
<p>Para muitos, estes antigos mas sábios conceitos estão a oferecer o que a psicologia há muito não consegue; responder às questões existenciais com que todos somos confrontados mais cedo ou mais tarde nas nossas vidas.</p>
<p>A humanidade em peso está a ser convidada a fazer a tão necessária revisão regular de crenças e de velhos dogmas para um essencial ajuste a novas crenças que ressoem com a energia da Nova Era.</p>
<p>Depois de séculos condicionados por crenças limitadoras de carência, culpa e medo, é a sabedoria ancestral que renasce e refresca o que há muito estava abafado e esquecido.</p>
<p>Um pouco por todo o lado a mudança de paradigma começa finalmente a ser levada mais a sério tanto psicológica como emocionalmente no nosso dia a dia, principalmente por todos aqueles que já se desiludiram com a velha fórmula de sucesso da agenda social:</p>
<p>estudo+emprego+dinheiro+controle+perfeccionismo+familia+estabilidade = Felicidade</p>
<p>Ao longo de tantos anos de partilhas com milhares de pessoas comecei a perceber que só depois de testarmos essa velha fórmula ao limite e comprovarmos que ela é apenas uma enorme experiência de ilusão / desilusão é que estamos então prontos para integrar a agenda espiritual:</p>
<p>consciência+sabedoria+responsabilidade+amor-próprio+equilíbrio+missão = Evolução</p>
<p>Ao contrário da agenda social que apenas se preocupa com a abundância imediata e material, com a imagem exterior e tudo o que é superficial, a agenda espiritual, quando integrada com a social, está preparada para proporcionar ao espírito a abundância a todos os níveis.</p>
<p>Ou seja, regra geral, a primeira metade da nossa vida é passada a tentar cumprir a agenda social e só depois de descobrirmos que ela não garante a felicidade e a abundância prometida, é que nos permitimos ir em busca de outros conceitos de felicidade e de uma nova agenda. E é normalmente nesta altura que despertamos para a agenda espiritual.</p>
<p>Embora ela muitas vezes surja como a tábua de salvação ou a peça do puzzle que nos faltava até ali, aceder a ela não é fácil&#8230;</p>
<p>O momento maravilhoso da nossa história em que tomamos consciência da agenda espiritual e em que recebemos o convite cósmico para poder disfrutá-la é muito mágico e sagrado.</p>
<p>É como entrar numa espécie de clube secreto onde só acedemos por convite e onde nos irão ser dados códigos de acesso, fórmulas sagradas, leis ancestrais, autênticos mapas do tesouro que têm o poder de nos abrir portas até ali desconhecidas.</p>
<p>Viver de acordo com as leis da agenda espiritual é de facto uma bênção. Mas uma das primeiras condições de acesso é que já tenhamos percorrido os passos básicos de desilusão da agenda social pois só dessa maneira estaremos receptivos a uma nova visão.</p>
<p>É neste momento que a famosa frase faz sentido:<br />
“Quando o aluno está pronto, o mestre aparece..”</p>
<p>Nunca observaste como todos fomos educados para cumprir todos os requisitos da agenda social como fórmula infalível para tingir a felicidade, e mesmo depois de cumprirmos todos os passos, a felicidade parece ser sempre adiada?</p>
<p>Conheces alguém que já a tenha atingido por completo cumprindo esses ditos passos?</p>
<p>Se és daqueles que percebe que de facto ninguém a atinge, porque insistimos em acreditar tanto em algo que não é possível atingir? Porque a continuamos a ensinar aos nossos filhos essa mesma agenda como uma certeza absoluta de felicidade sem que tenhamos no entanto um único caso que lhes sirva de referência?</p>
<p>Porque a dualidade em que vivemos precisa de referências do que é e do que não é. Do que funciona e do que não funciona.</p>
<p>Só assim, entre a ilusão, desilusão e a aspiração mantemos viva a viagem da nossa evolução e nos obrigamos a sair do lugar em que estamos.</p>
<p>Caso contrário estaríamos ainda felizes e contentes a viver nas cavernas sem aspiração a mais &#8230;</p>
<p>Todos os dias, a cada momento, a cada evento e a cada encontro, esta mesma proposta de evolução está lá a trazer-nos infinitas oportunidades de sermos mais fortes, mais felizes, mais livres, mais autênticos, mais amorosos, mais capazes, ou seja, cada vez mais nós próprios do que éramos antes.</p>
<p>Mas por mais sentido que esta viagem de evolução faça a todos nós, o processo diário de identificação das propostas ainda é difícil e a aceitação da perda e da desilusão como parte essencial desse processo de crescimento e evolução ainda não é fácil para todos.</p>
<p>Infelizmente ainda precisamos evoluir muito pela dor e pelo sofrimento quando temos como opção fazer pelo entendimento e pela escolha consciente.</p>
<p>Seja de que maneira for, só depois de vermos a imagem do nosso ego estilhaçada pela vida das mais variadas maneiras, e de inutilmente a tentarmos reconstruir pelos moldes antigos é que aos poucos nos começamos a render, a desiludir e a considerar novos caminhos.</p>
<p>No caso da nossa evolução, novos degraus, uma nova agenda que integre o propósito espiritual&#8230;</p>
<p>Os primeiros 40 anos das nossas vidas andamos normalmente tão ocupados a preencher os ditos items da agenda social para atingirmos a tão ansiada felicidade que damos por nós a aturar relacionamentos difíceis, a fazer fretes, a aguentar sacrifícios, a cumprir tarefas aborrecidas e varias vezes a vendermos a alma ao diabo, sempre fieis à crença de que um dia iremos atingir a tão prometida</p>
<p>F e l i c i d a d e !</p>
<p>Só depois dos 40 é que conseguimos identificar o factor ilusão neste conceito pois já todos fomos “des-iludidos”. Antes dos 30 a “des-ilusão” ainda não aconteceu.<br />
E como acontece esta “Des-ilusão”?</p>
<p>Não é difícil nem tem que ser violento, embora para alguns nem possa ser de outra maneira. Basta que o nosso espírito desperte, observe atentamente onde, com quem, de que maneira e com que objectivo temos vivido até ali e nos confronte com as mais desconfortáveis e difíceis perguntas que alguém nos poderia fazer;</p>
<p>&#8211; És Feliz com a agenda que escolheste?<br />
Encontraste a paz interior, a valorização pessoal, a segurança interior, o respeito de quem te rodeia, a liberdade de seres quem és, a plenitude, fé e a alegria no teu dia a dia?<br />
Já te pacificaste com a ideia de que a vida presente é apenas uma de muitas e que és responsável por tudo o que já fizeste de bom e menos bom? Tens já noção das tuas responsabilidades karmicas<br />
Já assumiste a responsabilidade pela tua felicidade e qualidade da tua energia?<br />
Tens noção do estágio da tua evolução espiritual?</p>
<p>Se aos 40 anos não temos respostas para estas questões e a nossa obra se resume a um emprego maçudo, um relacionamento cheio de dilemas, filhos problemáticos e algum dinheiro no banco, a crise existencial instala-se levando-nos à perda e à proposta de transformação.</p>
<p>O objectivo da perda não é que a agenda social não se cumpra. O objetivo da perda é que a agenda social se cumpra ao serviço da agenda espiritual.</p>
<p>Ou seja, cumprir a agenda social com um propósito superior alinhada com a agenda espiritual. Tomar consciência que o emprego, o relacionamento, os filhos e tudo que consideramos importante lá fora no mundo não é um fim em si, mas está a servir um crescimento interior, dilemas kármicos pessoais, transformação pessoal e uma evolução espiritual.</p>
<p>Costuma-se dizer que aos 40 ou começamos a viver ou começamos a morrer. Depende sem duvida se nos ajustamos internamente, ou não à proposta que a vida nos coloca de realinharmos as duas agendas.</p>
<p>Depois de séculos sem noção nenhuma destas dinâmicas, a transição e adopção destes novos conceitos irá levar o seu tempo.</p>
<p>Para além de estarmos sempre tentados a cumprir a dita agenda social, nos últimos dois mil anos a agenda religiosa falou ainda mais alto.</p>
<p>Através da sua exigência de perfeição, pureza, bondade e ameaças de culpa, julgamento e condenação divina, o resultado é o que vemos nos dias de hoje, pessoas com a melhor das boas intenções a tentar de tudo para cumprir agendas que simplesmente não funcionam, nunca funcionaram e jamais funcionarão.</p>
<p>Que agenda devo então seguir, perguntas tu?</p>
<p>A tua, a única, pessoal e intransmissível e normalmente incompreensível ou sequer apoiada pelos outros!<br />
A que te faz SENTIdo com ênfase em sentir.<br />
A que tem o poder de te alinhar com os eventos do mundo e te permite fazer a ponte tanto com as propostas maravilhosas como com as propostas desafiantes como sendo oportunidades de crescimento.<br />
A que te ajuda e convida a ver Deus e a magia da atração e da lei do karma em tudo e em todos.<br />
A que te convida a seguir um caminho não melhor nem pior mas original e diferente de todos os outros<br />
A que te ajuda a reconhecer as tuas sombras e que ao mesmo tempo te reconhece os teus potenciais.</p>
<p>Enquanto não levarmos esta agenda a sério, caímos no risco de sermos engolidos pela agenda social, abdicando assim do poder que temos de viver uma vida plena e consciente, alinhada com a pessoa que planeámos vir à Terra ser&#8230;</p>
<p>Bem Hajas</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/doreen_kinistino-2176825/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2111341">Doreen Sawitza</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2111341">Pixabay</a></p>
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		<title>Tens consciência da tua história de evolução pessoal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2017 15:38:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A nossa realidade é como uma bola de espelhos; cada pessoa que nela entra, espelha algo em nós. Ou seja, os outros devolvem-nos partes de nós, que por viverem inconscientes em nós, precisam ser trazidas à luz. A nossa verdadeira energia é muito mais profunda e complexa do que possamos imaginar e nada tem a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nossa realidade é como uma bola de espelhos; cada pessoa que nela entra, espelha algo em nós. Ou seja, os outros devolvem-nos partes de nós, que por viverem inconscientes em nós, precisam ser trazidas à luz.<br />
A nossa verdadeira energia é muito mais profunda e complexa do que possamos imaginar e nada tem a ver com a pseudo auto-imagem perfeccionista que cada um de nós gosta de alimentar de si mesmo.<br />
Para acedermos à dualidade que DE FACTO somos ou carregamos em nós, representada na imensa bagagem inconsciente que trazemos de vidas passadas, temos que nos disponibilizar para aceitar o que temos de positivo mas principalmente o que carregamos de negativo e que precisa evolução.</p>
<p>Temos uma frequência própria, única, resultado precisamente desse passado e por isso iremos atrair outros, com energias idênticas, que nos trazem a proposta de sabermos mais sobre a nossa energia e sobre a nossa história pessoal. Tanto sobre as coisas maravilhosas que já fizemos e fomos como onde e como um dia ainda agimos sem luz e sem amor.<br />
Para conseguirmos aceder a esta visão inteligente e mágica da vida, é essencial fazermos um trabalho interno de reformulação de crenças de maneira a permitirmo-nos ver Ordem onde antes víamos caos.<br />
Ao contrário do ego pessoal e social que apenas se quer focar no positivo, rejeitando e condenando o pólo negativo, a visão energética e a linguagem científica implica a aceitação dos dois pólos como complementares e essenciais a qualquer noção de equilíbrio.<br />
É precisamente a falta de visão Cósmica que leva ainda muitos a acreditar que o mundo é um caos, que os outros ou as pessoas são más, que somos todos vítimas da sociedade ou de pessoas violentas.</p>
<p>Infelizmente o Deus do medo ainda tem mais poder do que o Deus do Amor e como é um dilema de crenças do ser humano, cabe a cada um fazer a sua evolução interna neste aspecto. E enquanto não há consciência, não há evolução.<br />
Para que esse trabalho interno possa começar, precisamos sair da visão do caos e aprender a ver a ordem. Precisamos parar de nos iludirmos a olhar para fora e começar a ver a verdade de quem somos. Precisamos libertar a frequência do medo e aceder à frequência do amor. Precisamos trocar conceitos de sorte/azar ou coincidência pelas leis universais que fazem movimentar inteligentemente a nossa realidade, como por exemplo a Lei do Karma ou a Lei da Atracção ou a Lei do Equilíbrio ou a Lei da Ressonância.</p>
<p>Porque não fomos ensinados a ver a Ordem e o Amor regidos por estas leis, ficamos iludidos na visão da desordem e do caos e por isso a vibração do medo domina a maioria.<br />
A violência, o egoísmo, o materialismo, a ignorância, a depressão, a revolta/frustração, a falta de energia ou ânimo e a necessidade de controle são a consequência da visão distorcida que temos do mundo, ou seja de ver o mundo com os olhos do medo. E porque não sabemos ler a realidade pelos olhos do amor e nem a percebemos como proposta de evolução pessoal, ela mantém-se, prendendo-nos a padrões velhos aguardando pela nossa evolução. Algo que só será possível com os olhos do amor.<br />
Quando a energia do amor circula em nós, quando os nossos olhos conseguem ver Ordem e Amor, quando o nosso Deus é um Deus de amor e equilíbrio, a nossa expressão energética será a paz, o espírito humanitário, a sensibilidade, a sabedoria, a alegria, a aceitação e a capacidade de confiarmos na Ordem Maior.</p>
<p>Não é propriamente o mundo que precisamos curar mas sim o ser humano que sofre da pior das doenças; a desconexão com a sua essência de Amor permitindo que o medo se instale.<br />
Embora esta mudança pareça difícil ou tarefa quase impossível, tenho comprovado que não só não é, como é mais acessível do que parece.<br />
O primeiro passo e talvez o mais desafiante a superar seja mesmo a resistência a aceitar uma nova visão do mundo.<br />
Por exemplo, não é fácil viver uma vida inteira a acreditar que fomos vítimas de uma infância miserável ou de pais sem amor que julgamos e condenamos até hoje e que culpamos pelo nosso estado infeliz e um dia sermos convidados a aceitar a visão de que na nossa vida passada tivemos o mesmo comportamento que julgamos no presente e que a presença dos pais, tal como são, obedece às dinâmicas kármicas que nos convidam a experienciar as nossas escolhas passadas.<br />
É tão mais fácil ser vítima do que ganhar responsabilidade!<br />
Mas enquanto que a vitimização nos prende ao padrão, a responsabilidade liberta.<br />
Aprender a ver a Ordem e o Amor obriga a mudanças internas profundas sim, mas quando há disponibilidade, são feitas de maneira tranquila e amorosa ao contrário da resistência que, essa sim, provoca a perda violenta.<br />
Não é novidade que todo o Ocidente está a sofrer de uma gigante crise existencial, atingindo aqueles a quem muitos ainda recorrem em busca de respostas; padres e psicólogos. Estamos aos poucos a aprender que a verdade de quem somos reside dentro de nós. A Astrologia e Numerologia são ferramentas valiosas na busca de quem somos. Os outros são apenas espelhos para que esse trabalho de autodescoberta possa ser mais fácil.<br />
O nosso processo de amadurecimento e evolução pessoal é interno e somos nós os únicos capazes de o fazer. Não passa por seguir cegamente rituais religiosos ou crenças desatualizadas, não se trata de alimentar uma filosofia perfeccionista e muito menos está numa caixa de comprimidos receitada por alguém que quantas vezes está sujeito à mesma crise do seu paciente, salvo, claro, casos extraordinários.<br />
O processo de evolução implica um movimento duplo e inteligente em nós de sabermos identificar o que já passou de data, o que já não confere, o que está desactualizado na nossa viagem pessoal e de abraçarmos o novo, o que vem trazer mais luz, o que nos leve mais perto da liberdade de sermos quem somos e do amor próprio.</p>
<p>Mais ou menos conscientes, mais depressa ou mais devagar, com mais violência ou mais amor, todos estamos a fazer a mesma viagem. Quanto mais conscientes dela, mais maravilhosa se torna&#8230;</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/photos/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1023340">Free-Photos</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1023340">Pixabay </a></p>
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		<title>O tempo da Liberdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2016 10:28:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de séculos a viver numa energia escura de medo, pecado, vitimização, culpa e desmerecimento perante um Deus pai castrador e julgador, implacável com o seu castigo infernal perante qualquer pecado maior ou menor, começamos aos poucos a sentir que a nossa pena pesada está à beira de ser cumprida e que já começamos a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de séculos a viver numa energia escura de medo, pecado, vitimização, culpa e desmerecimento perante um Deus pai castrador e julgador, implacável com o seu castigo infernal perante qualquer pecado maior ou menor, começamos aos poucos a sentir que a nossa pena pesada está à beira de ser cumprida e que já começamos a ouvir abrir os grilhões das portas que nos mantiveram condicionados no escuro por tanto tempo.<br />
A esperança e a excitação de sentir a luz do sol e a alegria de viver começam a tomar conta&#8230;</p>
<p>No entanto, as consequências emocionais e mentais desse longo tempo de cativeiro cósmico são visíveis em cada um de nós, de várias maneiras diferentes;</p>
<p>• Perdemos a fé num Deus de amor pois passámos a acreditar num Deus punidor.</p>
<p>• Perdemos a valorização pessoal pois Deus exigia-nos pobreza, humildade e submissão.</p>
<p>• Perdemos o amor próprio pois a culpa impedia-nos de nos amarmos e obrigava-nos a amar quem o coração não gostava.</p>
<p>• Perdemos o contacto com a nossa alma pois passamos a dar ouvidos aos livros, rituais, mandamentos e gurus que nos foram apresentados.</p>
<p>• Perdemos a noção de que somos merecedores de amor incondicional pois ensinaram-nos que somos pecadores e culpados e só merecedores caso tenhamos uma vida perfeita e imaculada.</p>
<p>• Perdemos a noção de equilíbrio interior da nossa luz e da nossa sombra pois fizeram-nos acreditar que a luz é dos bons e a sombra é dos maus e nós queremos sempre acreditar que somos os bons&#8230;</p>
<p>• Perdemos a noção de Sabedoria e com ela os conceitos de Luz Interior, Fonte de Amor, Universo Inteligente, Leis Cósmicas, Karma, Evolução Espiritual sendo substituídas por ostentação, poder material, leis terrenas, espírito de competição e materialismo.</p>
<p>• Perdemos a liberdade de poder escolher o que nos faz bem à alma e ao coração pois corríamos o risco de estar a enfrentar e furioso e ameaçador Deus que parecia apenas ficar feliz com a nossa desgraça, doença e miséria.</p>
<p>Embora tenha sido uma experiência longa e pesada para não dizer dolorosa, uma densidade que cada um de nós carrega na memória das suas células, ela não foi um azar ou sequer uma injustiça.<br />
Cada experiência faz parte do plano maior da experiência de Tudo* e por isso também a experiência das trevas é essencial para que os polos opostos dentro de nós se possam equilibrar.<br />
Agora, após um intensivo curso do que é a ausência de luz, estamos prontos, disponíveis e abertos para reconhecer a verdadeira sabedoria e abraçar a verdadeira luz.</p>
<p>Aos poucos teremos que ir mudando e ajustando os nossos conceitos de liberdade, felicidade, amor, respeito, fé&#8230;<br />
As regras de sobrevivência e rotina dentro das catacumbas não serão as mesmas lá fora.</p>
<p>Livres dos grilhões já não precisamos competir, reagir violentamente, mentir ou manipular ninguém para nos mantermos vivos ou superiores. Podemos simples e livremente afastar-nos de quem não nos tratar bem.<br />
Já não precisamos “vender a alma ao diabo” submetendo-nos seja a quem for pois agora sabemos que o Universo apoiará todas as nossas iniciativas de amor próprio.<br />
Passaremos a ver os desafios não como punições divinas mas como oportunidades de evolução que nos levarão mais perto do Deus do Amor.<br />
Deixaremos de fugir, esconder ou abafar as nossas sombras pois agora sabemos que a liberdade só acontece quando as integramos.<br />
Deixaremos de sentir vergonha ou medo de mostrar o nosso melhor e desenvolver os nossos potenciais pois agora sabemos que foram presentes do céu.</p>
<p>Sejamos então tolerantes e pacientes connosco próprios dando-nos o tempo que precisarmos para nos ajustarmos a tantas novas regras. Levará o seu tempo para nos equilibrarmos e sentirmos merecedores de uma nova história que será com certeza muito mais feliz do que aquela que conhecemos até agora.</p>
<p>Lembremos apenas que com esta nova liberdade vem a responsabilidade de escolhermos bem, de escolhermos de acordo com a nova energia do amor e não mais com a velha energia do medo.<br />
A qualidade da nossa vida dependem apenas disso&#8230;</p>
<p>Bem Hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/roonz-nl-17511/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5033708">Melk Hagelslag</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5033708">Pixabay</a></p>
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		<title>Se cair 7 vezes, levante 8!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 12:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[karma]]></category>
		<category><![CDATA[perda]]></category>
		<category><![CDATA[reencarnação]]></category>
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					<description><![CDATA[Normalmente as pessoas que se rendem à espiritualidade e às terapias alternativas já passaram pela experiência de que nem sempre a medicação, consultas regulares de psicoterapia durante anos ou mesmo a simples passagem do tempo chegam para curar as suas mazelas emocionais. Na maior parte das vezes o camuflar, falar ou tentar perdoar e esquecer [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Normalmente as pessoas que se rendem à espiritualidade e às terapias alternativas já passaram pela experiência de que nem sempre a medicação, consultas regulares de psicoterapia durante anos ou mesmo a simples passagem do tempo chegam para curar as suas mazelas emocionais.</p>
<p>Na maior parte das vezes o camuflar, falar ou tentar perdoar e esquecer não chegam para superar certos eventos dolorosos e muito menos respondem à tão gritante questão do &#8220;Porque é que tive que passar por aquele evento, ou aquela emoção, ou aquela experiência tão difícil??&#8221;</p>
<p>A espiritualidade oferece uma proposta de resposta precisamente à mais difícil pergunta, ou seja, ao que na maioria das vezes é o maior obstáculo à superação da dor, através da sabedoria ancestral, da reencarnação da alma com o seu propósito evolutivo e da dinâmica da Lei do Karma.</p>
<p>Através da perspectiva da reencarnação, ou seja, de que a nossa história não começou aqui, o presente passa a fazer sentido e passa a ser analisado como uma continuação de padrões passados que está a nossa mão manter ou mudar.</p>
<p>Enquanto não analisamos a nossa vida por esta perspectiva, as perdas, doenças, fracassos, dores, etc. são vistas como castigos divinos ou simples azares levando-nos na maior parte das vezes a sentimentos de revolta, injustiça e vitimização.</p>
<p>Se nunca chegamos ao momento de termos uma conversinha com a nossa vitimização onde nos responsabilizamos por termos co-criado a situação menos feliz que atraímos e escolhemos superar e adoptar uma nova postura, iremos viver, ou melhor sobreviver, na mesma energia de vitimização / ressentimento / superficialidade, criando mais do mesmo, sem noção nenhuma da verdadeira alegria, liberdade, coragem, responsabilidade ou amor próprio.</p>
<p>Infelizmente ainda são muitos as que vejo viveram prisioneiros de uma ancestral crença de inconsciência de poder interior em que se auto declaram incapazes ou impotentes de qualquer tipo de mudança numa eterna e vã espera por alguém que as salve e lhes alimente a lamúria!</p>
<p>Quando as sessões começam por;</p>
<p>&#8211; &#8220;Tenho uma depressão há 15 anos por causa de&#8230;.&#8221;</p>
<p>estamos perante alguém que ainda não percebeu as dinâmicas karmicas de atracção, o propósito de evolução espiritual e o poder que tem de mudar a sua energia e por consequência a sua história.</p>
<p>Quando eu pergunto o que têm feito para mudar a sua energia e resgatar a sua alegria e poder pessoal, normalmente a resposta comprova essa postura de impotência interior:</p>
<p>&#8211; Até agora nada nem ninguém me tem conseguido ajudar!</p>
<p>Não é nada fácil o momento em que somos obrigados a deitar fora a projecção dos nossos males nos outros e assumir que somos Co-Criadores dos nossos próprios dramas. Levamos vidas até atingir a maturidade e capacidade de nos responsabilizarmos pela qualidade da nossa energia e pela nossa evolução espiritual mesmo sabendo que ela implica cairmos e levantarmo-nos muitas vezes.</p>
<p>Importante mesmo é nunca mais nos permitirmos chegar à impotência total de acreditarmos que não somos capazes de mudar.</p>
<p>Que tenhamos então sempre a capacidade de dizer;</p>
<p>Nanakorobi Yaoki: Se cair 7 vezes, levante 8!</p>
<p>Bem Hajam</p>
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