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	<title>mudança &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
	<lastBuildDate>Tue, 25 Jun 2024 07:59:37 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Tudo, mas tudo mesmo, vem por um bem maior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Jun 2024 11:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[consciência]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudança, transformação, alteração radical da realidade, convite de sair da zona de conforto, flexibilidade para lidar com o desconhecido, enfrentar os mais recônditos medos e inseguranças como o medo de não ser capaz, o medo de não estar à altura, o medo de falhar, o medo de nos vermos em novas situações que não dominamos, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mudança, transformação, alteração radical da realidade, convite de sair da zona de conforto, flexibilidade para lidar com o desconhecido, enfrentar os mais recônditos medos e inseguranças como o medo de não ser capaz, o medo de não estar à altura, o medo de falhar, o medo de nos vermos em novas situações que não dominamos, o medo de perder o “seguro e confortável”, o medo da exclusão, da rejeição, da provocação desafiadora de todas as nossas feridas e traumas, o empurrão para uma nova realidade sem sequer direito a convite, são tudo termos que fazem arrepiar qualquer pessoa mais sensível.</p>
<p>Mas se ainda acreditamos que podemos resistir durante algum tempo, a mudança ou o convite de transformação profundo, venha ele de dentro ou de fora, é algo que realmente não podemos controlar. Podemos adiar, mas não podemos evitar.</p>
<p>E porquê?<br />
Porque não podemos afinal ter uma vidinha arrumada, emprego, relação, família e uma rotina agradável sem grandes ondas, desafios e complicações?</p>
<p>– Porque a Vida serve um propósito de movimento evolutivo e parar é morrer, é não evoluir. Viver implica um processo de transmutação de quem éramos para quem ansiamos vir a ser. Porque há experiências que já deram as suas aprendizagens e já não fazem sentido ou devolvem ânimo que irão ser substituídas por outras que nos irão fazer sentir vivos, renovados e mais conscientes de quem somos.</p>
<p>Da perspectiva da Alma, a mudança é ansiada, desejada como um trampolim que nos levará mais perto de quem somos, mais perto da luz, da abundância e da consciência pessoal.</p>
<p>Da perspectiva do ego, a mudança é terrível, temida, sentida como prenúncio de morte e por isso evitada a todo o custo através da ilusão do medo e do controle.</p>
<p>Todos os dias o tema da mudança é abordado nas minhas sessões.<br />
Tanto vejo pessoas a sofrer imensamente sempre que a Vida aparece com um qualquer convite que vai implicar uma qualquer mudança. Como também vejo pessoas conformadas nas suas zonas de conforto, sejam elas relacionais, familiares ou profissionais, mas afundadas em angústia, vazio e frustração.</p>
<blockquote><p><em>Ou seja, a paz podre é o preço que pagamos por resistirmos à mudança, por viver com medo, por matarmos os nossos sonhos internos e por nos acomodarmos ao socialmente correto e financeiramente seguro, mas que não devolve entusiasmo, superação, a Vida a correr nas veias e alegria pura.</em></p></blockquote>
<p>Claro que destas enormes generalizações, há excepções. Por exemplo, pessoas com muito Ar e Fogo no mapa, enfrentam estes momentos de mudança como uma aventura, atirando-se corajosamente para o novo. Mas as Águas e as Terras não vêm a mudança com bons olhos e muito menos como uma experiência positiva e são essas as que mais acabam por resistir e por isso, sofrer e por isso vir parar às terapias.</p>
<p>São várias as razões que nos levam a resistir à mudança, a maioria por razões óbvias de desconforto físico, material, financeiro, logístico, mas também a mudança mental e emocional, que condicionam as nossas crenças, valores e ideias baseadas no medo, criam inúmeras resistências.</p>
<blockquote><p><em>Os budistas falam nos 3 venenos da humanidade que advêm da ilusão de buscar no exterior o que ainda não resgatámos no interior. Seja o amor, a segurança, o controle, a paz ou a harmonia. Agimos por CARÊNCIA, procuramos no outro por ILUSÃO e aprisionamo-nos por APEGO.</em></p></blockquote>
<p>É precisamente destes três movimentos tóxicos que iremos depois atrair e experienciar a perda, a desilusão e o desapego forçado nas formas de morte, doença, despedimento, aborto, rejeição, traição, abandono, violência.</p>
<p>Precisamos aprender a ver estes eventos como avisos, como sinais, como propostas de mudança radical e não nos deixarmos prender à velha ideia de castigo divino e vitimização.</p>
<p>Ainda não são muitos os que já se renderam à ideia de que a mudança que aparece na nossa vida é a proposta de evolução espiritual perfeita para o momento, prevista e identificada temporalmente no mapa natal, no mapa dos trânsitos e no mapa numerológico. É a forma como iremos curar o nosso passado e abrir espaço para um novo futuro. É o convite cósmico de libertar o velho e arriscar crescer com o novo. É o teleférico da Vida a levar-nos para novas e mais belas experiências onde iremos conhecer partes de nós desconhecidas até ali. É a oportunidade de encontrarmos dentro de nós o que até ali estava projetado em algo ou alguém.</p>
<blockquote><p><em><strong>O que mais nos custa na realidade, não são propriamente as mudanças pois qualquer um de nós se prontaria a mudar tudo, caso tivéssemos assegurado como prémio uma vida muito melhor.</strong></em></p></blockquote>
<p>O que nos faz resistir e temer a mudança é a ignorância sobre a nossa própria história espiritual e os desafios e propostas que ela implica. É a falta de fé nos movimentos e Leis da Vida. É a ilusão de que a felicidade vem de TER coisas e pessoas. É a prisão a estilos de vida que se tornam fechados, rígidos e inflexíveis cheios de apegos, ilusões e dependências.</p>
<p>Sempre defendi que a felicidade ou a cura é fazer as pazes com a vida, tal como ela é, tal como ela se apresenta a cada momento, sejam os temas/traumas do passado, seja o que irá surgir no futuro.</p>
<p>É a harmonia entre o que se passa dentro de nós e o exterior. Simples, desafiante, mas possível se nos abrirmos a novas formas de ver o mundo. Eu como terapeuta, puxo por mim, tanto ou mais do que puxo pelos meus clientes. Aplico na minha vida, aquilo que depois e com confiança sugiro para as vidas deles.</p>
<p>Com a partida do meu Pai em Março deste ano, fui convidada pela Vida a largar a minha tranquila rotina de escritora e terapeuta, para abraçar todos os assuntos, empresas, exigências e assuntos do meu Pai e assumir as responsabilidades da minha Mãe.<br />
Entre assuntos legais pendentes urgentes, burocracias obrigatórias como herdeira, responsabilidades financeiras, e já nem falo na componente emocional da perda de um Pai e de ter de cuidar de uma Mãe que não sabe estar sozinha ou lidar com finanças, há quatro meses que não sei o que é rotina, poucas vezes vi o meu sofá, abandonei todos os meus amigos, deixei de lado cursos e projetos com que estava comprometida e estou num grau de exaustão gigantesco.</p>
<p>Mas todos os dias agradeço a possibilidade de viver a vida com consciência das suas inteligentes e previsíveis propostas. Sim porque longe vai o tempo em que não fazia a mínima ideia do que era viver, (des)iludia-me facilmente e tudo e todos serviam para esconder o enorme vazio emocional e inconsciência espiritual com que nasci.</p>
<p>Se nos últimos 20 anos andei a estudar para compreender a Vida, finalmente começo a aprender como por todas as ferramentas maravilhosas que fui recebendo em prática e hoje posso dizer que fiz finalmente as pazes com ela.</p>
<p>Por conhecer bem o meu mapa, há muitos anos que sabia que a uma mudança radical viria por esta altura e que iria alterar por completo a minha. rotina.</p>
<p>Embora a proposta presente não seja de todo o estilo de vida que anseio e preciso para mim, sei que estou num ciclo karmico, a saldar dívidas do passado, a superar-me em áreas que ainda não tinha investido, essenciais para que possa mais tarde seguir em frente mais completa.</p>
<p>Sem conhecer o meu mapa ou ter a consciência que tenho sobre a minha história desta vida e padrões a que vim presa, estaria provavelmente num poço emocional profundo, incapaz de dar resposta positiva à mudança, revoltada por ter de abandonar o meu trabalho que me levou 20 anos a construir, vítima das circunstâncias, incapaz de agradecer a oportunidade de evolução ou sequer de atrair as pessoas certas para me ajudar neste momento.</p>
<p>A verdade é que estou em paz e rendida ao processo que me está a ser proposto. Os primeiros sinais apareceram o ano passado com a 1ª entrada de Plutão em Aquário. Sei que a mudança está nas propostas dos meus mapas o que me ajuda a “espreitar” para o presente e futuro próximo e perceber o desenrolar dos eventos.</p>
<p>Agradeço e reconheço todos os Anjos no Céu e na Terra que se apresentaram a socorrer-me em assuntos que não domino. Estou a aprender a gerir e equilibrar as responsabilidades de que não posso fugir com os anseios e paixão da minha alma escritora e terapeuta.</p>
<p>Sei e sinto que tudo está como tem que estar, tudo certo no tempo e da forma certa. E é no desejar que as coisas sejam diferentes, que se dá o litígio com a Vida e que o sofrimento se manifesta. Este é o poder de Plutão, de saber melhor do que nós o que tem que sair para que a viagem continue e a proposta de evolução se cumpra.</p>
<p>Não deixa de ser curioso observar como todo o ser humano anseia, deseja e até reza por uma vida melhor. Mas poucos são guerreiros para enfrentar e pagar o preço da mudança. Querem uma vida melhor sem largar a velha. Querem uma vida melhor sem pagar o preço. Querem uma vida melhor sem fazer nada por isso. Querem um renascimento sem ter que lidar com a morte.<br />
Jamais estes esquemas infantis terão sucesso perante as inteligentes e exigentes leis da vida.</p>
<p>Por estas e outras razões, e mesmo estando exausta de uma rotina intensa, não posso trair quem sou, o que me dá ânimo, o que me devolve Vida e propósito e por isso enquanto eu conseguir, e mesmo bastante reduzidas nos dias de hoje, haverá sempre espaço para escrita e atendimentos.</p>
<p>Se ainda te sentes em litígio com a tua vida, a temer mudanças e queres conhecer a tua história Karmica, a tua missão e padrões nesta vida, envia email para veraluz@veraluz.pt ou liga 967988990 para marcares a tua consulta</p>
<p>Feliz Verão a tod@s!<span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x3jgonx x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2600.png" alt="☀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span><br />
<span class="xv78j7m" spellcheck="false">Vera Luz</span><br />
<a href="https://www.facebook.com/groups/veraluz"><span class="xv78j7m" spellcheck="false">Vera Luz * Clube de Evolução Espiritual para Ovelhas Negras</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Image by <a href="https://pixabay.com/users/alexas_fotos-686414/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=758926">Alexa</a> from <a href="https://pixabay.com//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=758926">Pixabay</a></p>
<div class="tooltipTriggerWrapper--Afzn1"></div>
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		<title>Atreve-te a ser diferente!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jan 2024 12:18:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[Criatividade não é apenas arte expressiva, canto, pintura, escultura, dança, música, culinária ou mestria em instrumentos musicais. Criatividade é a capacidade de criar, inventar, imaginar, intuir algo novo que tenha utilidade, beleza e principalmente, importância. Depende da forma como usamos a criatividade, ela é maravilhosa quando é prática, útil, capaz de criar mudanças positivas na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Criatividade não é apenas arte expressiva, canto, pintura, escultura, dança, música, culinária ou mestria em instrumentos musicais.</p>
<p>Criatividade é a capacidade de criar, inventar, imaginar, intuir algo novo que tenha utilidade, beleza e principalmente, importância. Depende da forma como usamos a criatividade, ela é maravilhosa quando é prática, útil, capaz de criar mudanças positivas na vida de todos, seja em que área for.</p>
<p>Qualquer um dos nossos 5 sentidos sabem reconhecer o sabor agradável, a vista bonita, o toque prazeiroso, o cheiro maravilhoso, o som harmonioso e são infinitas as possibilidades de sermos deslumbrados por cada uma delas.</p>
<p>E se juntarmos o mundo das ideias e o campo das emoções, quem não gostaria de se libertar dos seus pensamentos negativos e das suas emoções pesadas? Se repararmos, normalmente tal só é possível quando nos expomos a ideias novas e a sensações diferentes, capazes de destronar o velho e permitir que o novo passe a ser uma realidade.</p>
<p>Podemos então resumir que a criatividade é a capacidade de encontrar soluções, de criar mudanças, de intuir novas abordagens, de experimentar novas fórmulas, de revelar o novo, o diferente, o orginal. Ou seja, a criatividade precisa de liberdade, genialidade, atrevimento, experimentação, pensar e agir fora da caixa e por isso, vai contra o tradicionalismo, o conservadorismo, a rigidez, a mente fechada que tende a julgar tudo o que é diferente.</p>
<p>Vemos este fenómeno a acontecer o tempo todo nas mais variadas áreas de vida, seja ela relacional, familiar, profissional, financeira, legal, política. Mas pouco vemos ou usamos a criatividade na sua mais importante expressão; na forma como escolhemos viver a nossa vida.</p>
<p>A sociedade patriarcal, conservadora, religiosa, julgadora, conservadora que tivemos nos últimos séculos e que sobrevive até hoje, não deu espaço à criatividade. A própria arte, até há cerca de 100/200 anos atrás, estava quase exclusivamente ao serviço da realeza e do clero e por isso o boom do último século na diversidade artística. A verdade é que não houve liberdade, irreverência, originalidade e sabemos bem que quem se atreveu a fazer, pensar, acreditar ou escrever diferente, não teve a vida fácil.</p>
<p>Infelizmente, esse tempo castrador e dogmático deixou em nós uma natural resistência a tudo o que é novo, diferente, original e fora da caixa.</p>
<p>Para nós, a criatividade é algo que acontece, está em aulas ou cursos de arte ou nos museus. A maior parte dos trabalhos e profissões estão formatadas e fechadas a qualquer opinião divergente, mas pior do que isso, vivemos as nossas vidas pessoais, como que também a seguir moldes feitos de relação, parentalidade, rotinas diárias, formas de vestir, pensar e até de lidar com emoções.</p>
<p>Mas nós não somos robots, não nescemos para ser cópias, não viemos repetir padrões de vida, ou imitar estilos impostos do exterior, mas sim reclamarmos o direito de viver à nossa maneira e de sermos a pessoa que nascemos para ser, de cumprirmos a missão traçada pela nossa Alma, de assumirmos a nossa diferença, de celebrarmos os nossos talentos.</p>
<p>É a sociedade é que nos vende um molde universal que condiciona o que pensamos, o que vestimos, o que comemos, em que acreditamos, que Deus seguimos, o que é bonito e feito, certo e errado. E assim acabamos por nos condicionar a tentar ser o que o exterior espera de nós quando o ideal seria precisamente o contrário.</p>
<p>O objetivo é olharmos para nós, conhecermo-nos muito bem, percebermos como podemos superar e curar as nossas resistências e medos internos, celebrar os nossos dons, talentos e qualidades únicas e depois então, colocá-los ao serviço da nossa estrutura pessoal, dos outros e do coletivo.</p>
<p>Claro que num tempo entre o velho julgamento e culpa de ser diferente e a nova proposta de liberdade e irreverência, pagam-se preços altíssimos das duas partes; o velho porque já não consegue que a vida seja controlada e imprevisível e o novo porque terá que soltar as cordas dos apegos e da segurança, superar a rejeição e o julgamento e aventurar-se sozinho no seu caminho pessoal.</p>
<p>É no nosso mapa natal que iremos começar a entender no que a nossa proposta difere das dos outros à nossa volta. É no nosso mapa natal que iremos confirmar se os sonhos e anseios internos que sentimos, têm razão de ser. É no nosso mapa natal que iremos também perceber que resistências e medos trazíamos do passado e que algures teremos que superar. É no nosso mapa natal que iremos perceber que preços precisamos pagar para sermos fiéis a nós próprios ou que karma iremos gerar se não o fizermos.</p>
<p>Só deste auto conhecimento poderás então lembrar que tu és @ Artista e a tua Vida, a tua obra de arte!</p>
<p>Se queres perceber melhor a tua pessoa, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento actual, desafios passados e oportunidades presentes, envia email para veraluz@veraluz.pt, liga 967988990 ou ou encaminha para alguém que precise de ajuda.</p>
<p>Bem hajas e até já!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/darkmoon_art-1664300/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3204064">Dorothe</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3204064">Pixabay</a></p>
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		<title>Depressão é um convite à mudança!</title>
		<link>https://veraluz.pt/depressao-e-um-convite-a-mudanca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jun 2023 19:21:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
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		<category><![CDATA[solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[Infelizmente não são poucas as pessoas que, com o ar mais natural do mundo confessam que estão há anos! medicadas e que há anos! que fazem psicoterapia. À parte de algumas excessões que sei precisarem de acompanhamento permanente ou até de internamento, o que vejo na maioria é desconexão consigo mesmo, falta de foco e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente não são poucas as pessoas que, com o ar mais natural do mundo confessam que estão há anos! medicadas e que há anos! que fazem psicoterapia.<br />
À parte de algumas excessões que sei precisarem de acompanhamento permanente ou até de internamento, o que vejo na maioria é desconexão consigo mesmo, falta de foco e sentido na vida, fraco amor próprio e noção de merecimento que leva à aceitação de relações compensatórias tóxicas e uma vida medíocre sem objectivos maiores ou sonhos, ignorância sobre si mesmo, desconhecimento sobre as inteligentes dinâmicas que fazem o mundo funcionar e que explicam as diferentes realidades de cada um de nós..</p>
<p>Mas ao contrário dessas pessoas que há anos! procuram respostas nas mesmas pessoas, nas mesmas fórmulas e nas mesmas caixas de comprimidos, vejo no caminho de cura espiritual, transformação interior e desenvolvimento pessoal, transformações maravilhosas, despertares extraordinários, mudanças incríveis onde o &#8220;antes &amp; depois&#8221; inspira qualquer um a dar início à sua própria mudança.</p>
<p>Há uma razão gigante para que tal aconteça. A via do comprimido como pílula mágica e a expectativa de que anos sem fim de Psicólogo ou Psiquiatra vão mostrar resultados, revelam muita imaturidade e irresponsabilidade pessoal no que toca à responsabilidade sobre a nossa felicidade. Pior ainda, a pessoa fica presa ao papel de vítima e a uma expectativa de que a cura irá acontecer sem grande esforço da sua parte.</p>
<p>A verdade é que a Felicidade é uma dança entre os anseios e evolução da alma e as dinâmicas que vamos atraindo no exterior e cabe-nos a nós exclusivamente gerir esse delicado equilíbrio.</p>
<p>Por exemplo, alguém nasce com uma missão de explorar a criatividade, o mundo da arte e nasce &#8220;estrategicamente&#8221; numa família de chefs onde vê nos pais uma maravilhosa forma de ver a criatividade a ser explorada, passando toda a sua infância deslumbrada com as criações na cozinha.<br />
Idealmente para que a missão da alma se harmonizasse com a carreira, esta pessoa iria seguir a carreira de Chef como a inspiraram os pais e o seu próprio entusiasmo.<br />
Mas por influência de colegas acaba por ir parar a Direito e tira um curso de advocacia que abraça com orgulho até que começam a surgir os primeiros sinais de desgaste poucos anos depois.<br />
A crise dos 40, a depressão, a falta de ânimo, a tristeza, a vontade de fugir ou mudar tudo, são apenas alguns dos sinais óbvios de que algo tem que mudar. Ou seja, a personalidade tem o seu estatuto como Advogada mas a alma foi ignorada e enquanto não houver mudanças de forma a ouvi-la e respeitá-la, não há remédio ou tratamento que ajude esta pessoa a sentir-se bem sem fazer as mudanças que implicam ouvir este chamamento interno.</p>
<p>Se te sentes em baixo, deprimid@, sem energia, cansad@ dos embates com desafios &#8220;aparentemente&#8221; sem sentido e já esgotaste as fórmulas externas da busca de felicidade e bem estar, chegou o tempo de procurar o equilíbrio onde sempre esteve e estará; Dentro de Ti <span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></p>
<p>Se queres perceber melhor a tua pessoa, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento actual, desafios passados e oportunidades presentes, envia email para veraluz@veraluz.pt ou ou encaminha para alguém que precise de ajuda.</p>
<p>Bem hajas e até já!<br />
Vera Luz</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/heungsoon-4523762/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3758120">HeungSoon</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3758120">Pixabay</a></p>
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		<title>A Mudança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2019 10:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[apego]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
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		<category><![CDATA[propósito]]></category>
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					<description><![CDATA[A mudança. Essa realidade tão temida mas tão certa na nossa viagem. Quem nunca viveu mudanças que ponha o dedo no ar. É curioso como a maioria das pessoas teme ou pelo menos fica desconfortável perante a ideia de mudança mas, internamente, todos a desejamos. Mas paradoxalmente se a ideia de mudança assusta, a ideia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mudança.</p>
<p>Essa realidade tão temida mas tão certa na nossa viagem.<br />
Quem nunca viveu mudanças que ponha o dedo no ar.<br />
É curioso como a maioria das pessoas teme ou pelo menos fica desconfortável perante a ideia de mudança mas, internamente, todos a desejamos. Mas paradoxalmente se a ideia de mudança assusta, a ideia de não mudança por vezes assusta ainda mais.<br />
&#8211; Desde que sejam mudanças positivas e para melhor, elas não me assustam, pensas tu.<br />
E eu respondo: As mudanças são sempre para melhor. Elas trazem sempre a intenção da superação. A mudança existe como oportunidade de crescimento e evolução.<br />
A questão é que nem sempre percebemos isso e por isso mesmo lhe resistimos e nos recusamos a fazer todo o processo que ela implica.</p>
<p>Passar de uma situação boa directamente para outra melhor é uma ilusão. Seria negar a lei dos opostos, a lei do equilíbrio, a lei da polaridade, a lei do género, a lei do karma, o processo de transformação e outras.</p>
<p>A mudança faz-se necessária quando o estado actual já cumpriu o seu objectivo de experimentação. Quando as aprendizagens do estado de coisas actual já foram feitas e estamos entretanto disponíveis para novas experiências que implicam um novo estado de coisas cheio de potencia e com elas novas aprendizagens.</p>
<p>Cada palco entre mudanças esconde variadíssimas experiências que irão ser trabalhadas tanto ao nível da alma onde iremos trabalhar o nosso mundo interior, como ao nível da personalidade onde iremos experienciar, testar e superar as questões do nosso mundo interior lá fora no mundo.</p>
<p>Aqui começa o nosso dilema; a nossa alma está sempre disponível para as mudanças pois é através delas que ela irá resgatar o seu potencial de luz mas a personalidade e os seus medos oferece resistência, agindo inclusive contra a mudança de maneira a manter sempre um velho estado de coisas em busca de uma ilusória segurança.</p>
<p>Este esforço é inútil pois o Cosmos age sobre o nosso espírito e os movimentos energéticos irão levar a mudança a cabo quer queiramos quer não. Resistir irá sempre criar mais sofrimento do que rendermo-nos à sua proposta e nos deixarmos fluir com ela.</p>
<p>Perceber então em que consiste o processo de mudança ajuda-nos a cooperar com ele pois como disse antes, passar directamente de uma situação boa para outra melhor é uma ilusão.<br />
A mudança implica sempre então alguns passos para que se cumpra de forma consciente e construtiva:</p>
<p>1- Reconhecer a realidade actual e que em última análise foi um dia desejada e materializada.</p>
<p>2- Validar o que ela ensinou e despertou em nós. Seja um potencial positivo escondido seja a transformação de aspectos negativos que há muito pediam cura.</p>
<p>3- Abrir mão dessa realidade em estado de amor e gratidão por tudo o que ela representou e ensinou.</p>
<p>4- Dar os primeiros passos já sem essa velha realidade de maneira a reconectarmos com a nossa essência e relembrarmos o nosso próprio equilíbrio. Depois de anos a viver com bengala há que aprender a caminhar sem ela.</p>
<p>5- Estarmos disponíveis para escolhermos conscientemente uma nova realidade, um novo palco de experiências, ir rejeitando lições aprendidas que não precisam ser repetidas mas estarmos abertos a novas experiências que tragam lições novas.</p>
<p>6- Entrar na nova experiência com a consciência que algures no tempo, também irá ser questionada e iremos ser convidados a seguir em frente.</p>
<p>Assim começou o meu ano. A mudança perante um velho estado de coisas que ainda parecia tão válido e confortável mas que internamente já tinha sido explorado ao limite e pedia agora uma nova realidade, novas emoções, um diferente estado de espírito.<br />
Muitas vezes resistimos à mudança justificando que a velha realidade ainda serve, ainda &#8220;funciona&#8221;, ainda está boa para durar mais tempo, mas são apenas desculpas para abafarmos e escondermos o nosso medo de mudar. É dessas pequenas mas poderosas mentiras pessoais, desse desalinhamento entre alma e personalidade, que nasce a frustração diária, o vazio, a depressão que tão bem poderiam ser curados se estivéssemos abertos ao processo de mudança e transformação permanente. Admito que nem sempre é um processo confortável, mas é sem dúvida essencial à busca da felicidade e realização interior.<br />
A mudança é uma realidade inescapável. A questão é então se és tu a criá-la ou se estás à espera que o Universo a crie por ti. O meu conselho é, empodera-te e cria-a tu!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/alberto68a-2593919/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5157176">alberto agostini</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5157176">Pixabay</a></p>
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		<title>Momentos mágicos de mudança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 15:36:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[Adiar, empurrar, deixar para amanhã, fazer mais logo, depois do almoço, desculpas que nos fazem resistir ao que tem que ser feito&#8230; são momentos vividos entre a preguiça do adiar e culpa de o fazer&#8230; é um pesado estado de dormência e ausência de energia que por vezes nos dificulta a mais simples tarefa. Embora [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Adiar, empurrar, deixar para amanhã, fazer mais logo, depois do almoço, desculpas que nos fazem resistir ao que tem que ser feito&#8230; são momentos vividos entre a preguiça do adiar e culpa de o fazer&#8230; é um pesado estado de dormência e ausência de energia que por vezes nos dificulta a mais simples tarefa. Embora estes momentos, do ponto de vista cósmico, tenham o seu propósito evolutivo, nem sempre são fáceis. Por ex. parar para processar uma dor, fechar um ciclo, aceitar o convite a enfrentar um medo ou tomarmos consciência que a ausência de energia se deve a escolhas e rotas erradas não é fácil.</p>
<p>Mas também conhecemos o momento em que de repente, no momento certo em que a pressão atinge o limite, o planeta faz o ângulo certo, um impulso poderoso faz-nos levantar, arregaçar as mangas e não só nos apanhamos a fazer o que já andava por fazer há muito tempo mas ainda fazemos muito mais.. verdade?</p>
<p>Todos vivemos esta dualidade permanentemente. Todos andamos a resistir, a adiar, a evitar o que o nosso ego mais teme; reconhecermos a nossa verdade dual, tanto na vertente sombra como na vertente luz.</p>
<p>Todas as tensões internas do ser humano vão parar à nossa dualidade interna. O que o ego quer vs o que a Alma anseia. O que queremos vs o que atraímos. O nosso lado seguro vs o nosso lado aventureiro.</p>
<p>Sempre mergulhados na dualidade.<br />
Uma morte para que era velho e para o que era familiar mas já tão desconfortável.<br />
Um renascimento para o novo e para o que é desconhecido mas tão apelativo.</p>
<p>O que queremos deixar ir.<br />
O que queremos abraçar.</p>
<p>Procura sinais na tua vida que te estejam há muito a confirmar estas duas mensagens poderosas. É o nosso livre arbítrio que coloca as energias em movimento</p>
<p>Usa o impulso de energia responsavelmente canalizando-a para honrar estes dois chamamentos cósmicos.</p>
<p>Se usas a energia para o que não serve estes propósitos ela irá desperdiçar-se&#8230; o velho irá manter-se .. o novo não terá ponte construída para lá chegares&#8230;</p>
<p>Temos, sempre tivemos e sempre teremos o poder de escolher na mão.<br />
Felizes e Livres os que sabem usá-lo!</p>
<p>Bem Hajam!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/congerdesign-509903/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1469244">congerdesign</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1469244">Pixabay</a></p>
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		<title>Sem desconforto, não há mudança!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2017 12:39:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[propósito]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[transformação]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais cedo ou mais tarde a rotina superficial começa a esgotar-nos e a necessidade de profundidade e de dar sentido à nossa existência toma conta, e uma insatisfação terrível irá levar-nos a abrir portas até aí fechadas. Mestres, gurus, sábios, estudantes e místicos ao lingo da história, seguindo o seu apelo por transcendência, dedicaram as [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais cedo ou mais tarde a rotina superficial começa a esgotar-nos e a necessidade de profundidade e de dar sentido à nossa existência toma conta, e uma insatisfação terrível irá levar-nos a abrir portas até aí fechadas. Mestres, gurus, sábios, estudantes e místicos ao lingo da história, seguindo o seu apelo por transcendência, dedicaram as suas vidas à metafísica em busca de respostas e sinais que comprovassem esse “algo mais”, que viesse explicar quem somos, de onde viemos e o que estamos cá a fazer. Hoje em dia esse apelo está mais vivo do que nunca e todos nós, um por um, num momento mágico da nossa história, iremos sentir esse chamamento.</p>
<p>Quase todas as antigas sabedorias através das várias religiões ou mesmo correntes esotéricas nos falam de mensagens idênticas; existe uma energia inteligente que mantém o mundo físico. Ou seja o que é um aparente caos esconde uma ordem maravilhosa. Essa força, commumente designada por Deus ou simplesmente Energia é dual, ou seja, composta de dois polos opostos que buscam o seu equilíbrio permanentemente. Nas nossas vidas essas forças são conhecidas por ego e alma, razão e emoção ou personalidade e espírito e é delas que nascem as nossas tensões internas.</p>
<p>Sem essas tensões não haveria evolução. Faz parte da proposta de evolução fazer bom uso do nosso livre arbítrio por isso tanto o espírito como a personalidade vão viver as suas experiências, que não raras vezes nos desconectam desse propósito. Tudo faz parte. Até porque para validarmos a luz e o que nos faz sentido, precisamos ter em nós referência da escuridão e do que não faz sentido, certo?</p>
<p>Quando começa o caminho de volta a casa, perdidos algures no meio de um deserto onde fomos parar sem consciência alguma, vamos precisar de pistas, sinais, mapas, e principalmente, religarmos a nossa bússola interna que melhor do que algo ou alguém, sabe o caminho de volta.</p>
<p>A intenção do meu trabalho é precisamente apoiar e incentivar esta viagem de evolução espiritual, tanto na sua vertente interior como na proposta de a reconhecermos e vivermos no exterior. Ou seja, é dentro de nós que a cada momento vamos processando as nossas vivências externas e as vamos usando, ou não, para chegarmos mais perto de quem somos e também do Divino.</p>
<p>Evoluir não é um processo fácil, limpo, previsível ou linear. É uma viagem complexa, por vezes maravilhosa e por vezes violenta, que implica transformações profundas que têm como objectivo o resgate ou reconhecimento do nosso espírito e do seu propósito de experienciar e reconhecer Deus em tudo. Uma das maiores frustrações do ser humano é viver ainda na ilusão de que seguir certos rituais e comportamentos lhes garante a felicidade ou um lugar no céu e obviamente que é uma questão de tempo até descobrirem e se renderem às verdadeiras regras do jogo.</p>
<p>Por essa razão, o processo de evolução não é tanto o que viemos conquistar lá fora no mundo que foi assim que nos perdemos do nosso caminho, mas muito mais o que temos de libertar que nos impede de perceber o que afinal já somos; Luz. Representantes do Grande Espírito numa contínua viagem de experimentação. É dessa permanente experimentação que vamos integrando a dualidade e reencontrando o caminho de volta a casa. Quando alinhados e conscientes do nosso caminho percebemos que a abundância facilmente se atrai, desde que mantenhamos a nossa energia equilibrada e elevada.</p>
<p>Deste ponto de vista, todos os planos e desejos da nossa personalidade tornam-se secundários, para não dizer obsoletos, perante a grande intenção de evolução do espírito e das mecânicas energéticas. Por não ter consciência dessas mecânicas, o formato antigo levava-nos a lutar, a sofrer e a controlar as situações de maneira a criar abundância unicamente material, que depressa se perde por ser materializada da maneira errada e desalinhada com as intenções do espírito.</p>
<p>Só pela visão do espírito podemos então entender que os sinais, ajudas, sincronias e eventos que iremos atrair irão sempre trabalhar a favor da intenção do espírito mesmo que para isso tenham de ir contra os planos da personalidade. A abundância é quem somos e temos o poder de a materializar, mas teremos de aprender a fazê-lo de dentro para fora e não o contrário.</p>
<p>Se vivemos inconscientes em relação à intenção maior da vida e se ainda oferecemos resistência, por ignorância, às suas propostas de evolução, mais cedo ou mais tarde esses movimentos irão ser sentidos como caóticos, frustrantes, dolorosos e até injustos como se fossem castigos e injustiças de Deus ou pragas de azar.</p>
<p>Infelizmente a ignorância impede-nos de ver a verdadeira, maravilhosa, inteligente e amorosa intenção que se esconde por trás do aparente caos e até que haja uma abertura e mudança de consciência, a vitimização irá tomar conta e iremos projectar as nossas dores em Deuses e bodes expiatórios à nossa volta.</p>
<p>Tal como um dia o ser humano acreditou que os trovões resultavam da zanga dos Deuses, aos poucos vamos também percebendo que os movimentos da vida, tanto no que nos chega como no que nos é levado, e a sua constante proposta de mudança, obedece afinal a planos inteligente e amoroso muito maiores, não só individuais como globais.</p>
<p>Claro que para os vermos e percebermos temos que trocar as lentes, tal como o fazemos para ver ao longe ou ao perto. Não são os olhos da personalidade e dos seus interesses egoístas que vão entender e aceitar as intenções do espírito. Mas cabe-nos a nós e ao nosso livre arbítrio a quem vamos ouvir e seguir.</p>
<p>Para entendermos esses planos do Grande Espírito, precisamos então usar as lentes certas, reaprender as linguagens ancestrais simbólicas, precisamos reconectar com a nossa sabedoria interna e estudar os grandes mestres que nos foram deixando pistas para a nossa viagem.</p>
<p>A Natureza, a Numerologia, a Astrologia, a Mitologia, a Simbologia são fontes maravilhosas de informação, capazes de contar muito sobre a história do nosso espírito e das suas intenções presentes. Sobre o que já trazemos connosco para a vida presente e que energias viemos desenvolver e resgatar ao longo da nossa vida.</p>
<p>Quando estudados a fundo, percebemos que estas “ciências” ou mensagens simbólicas acompanham o movimento dos tempos, dando-nos então não só informação valiosa sobre quem fomos no passado, quem somos no presente e como aproveitar os ciclos para nos tornarmos quem viemos ser.</p>
<p>Todas estas informações, valiosíssimas para quem já despertou para a sua viagem pessoal e já se responsabilizou pela sua história e estado da sua energia, podem ser estudadas e percebidas tanto na Astrologia no estudo do mapa astrológico na posição dos planetas e seus trânsitos como na Numerologia através do mapa numerológico onde está codificada a proposta de evolução e os ciclos em que essa evolução irá acontecer.</p>
<p>Estudar, observar e sentir a informação escondida em toda a simbologia destas ciências permite-nos aceder a uma visão verdadeiramente mágica da vida onde percebemos que o mundo invisível esconde uma inteligência maior do que alguma vez poderíamos pensar. Aliás é por lhe ser inacessível que a nossa mente nos leva a duvidar e a rejeitar certos conceitos, o que obviamente não os torna irreais por isso.</p>
<p>O lado negro da ciência trouxe com ele a arrogância do cepticismo, a pseudo-sabedoria do ego, o controle e obsessão com a matéria, a resistência ao invisível e a perda de significado espiritual da nossa existência e as consequências estão à vista; violência, stress, abusos de poder de toda a espécie, desconexão interior e com a fonte divina, materialismo, crise de valores, depressão, etc.  O mais maravilhoso é percebermos que tudo, inclusive este lado negro, faz parte do plano maior.</p>
<p>Cada um de nós, independentemente do lado da balança em que se encontra, mantém consigo as duas maiores dádivas cósmicas; o livre-arbítrio e a consciência. A capacidade de escolher o rumo da sua história. A possibilidade de evoluir e libertar o que já não faz sentido. A liberdade de poder seguir o que apenas a si lhe faz sentido. Mas obviamente e tal como tudo, tem um preço. Envolve uma troca. Exige de nós um trabalho interior profundo. Se a proposta não é percebida de maneira a ser feita de maneira fluida, acaba por ser feita à força, pela violência e muito mais demoradamente do que seria ideal.</p>
<p>A vida tem tanto para nos dar, mas pede também muito em troca; humildade, consciência, coragem, poder pessoal, compromisso, rendição, sabedoria, amor incondicional&#8230;<br />
Se tivéssemos consciência que temos o potencial de manifestar abundância, pagaríamos de bom agrado esses preços e lá chegará o dia em que com essa consciência iremos viver o tão ansiado paraíso na Terra.<br />
Enquanto a crença na escassez for mais forte do que a crença na abundância, enquanto o egoísmo ganhar perante a dádiva, enquanto a ignorância nos distorcer a realidade e nos impedir de ver a magia que nos rodeia e as leis universais, enquanto o medo se esconder por trás do amor, não conseguiremos manifestar a abundância de que somos capazes.</p>
<p>Abençoemos então a perda, a dor, a mudança, a pressão, o desconforto, o medo, os empurrões e tropeções que nos obrigam a sair das zonas de (des)conforto e a procurar algo melhor, ou seja, evoluir. Sem isso, viveríamos numa eterna paz podre, sempre aquém do nosso potencial.</p>
<p>Bem hajam<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/activedia-665768/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1384758">Okan Caliskan</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1384758">Pixabay</a></p>
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		<title>Mudanças nos relacionamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 12:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[O assunto dos relacionamentos, a nível espiritual é complexo e fascinante, ou seja, faz-nos ver a mecânica dos relacionamentos de uma maneira completamente nova daquela a que estamos habituados. Para entender melhor esta nova postura, temos que relembrar que somos espíritos em evolução habitando temporariamente um corpo e que a grande meta final é encontrar [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O assunto dos relacionamentos, a nível espiritual é complexo e fascinante, ou seja, faz-nos ver a mecânica dos relacionamentos de uma maneira completamente nova daquela a que estamos habituados.</p>
<p>Para entender melhor esta nova postura, temos que relembrar que somos espíritos em evolução habitando temporariamente um corpo e que a grande meta final é encontrar a harmonia e equilíbrio interior e recuperar o nosso brilho original. Ou seja pouco ou nada tem a ver com a presença ou não de alguém.</p>
<p>O outro, seja ele ou ela quem for, tem um papel sim, mas não aquele a que estamos habituados. O outro vem apenas servir de espelho para facetas ou partes de nós que ainda se encontram totalmente inconscientes, vêem fazer disparar em nós emoções que de outra maneira apenas ficariam abafadas e vêem também dar-nos a oportunidade maravilhosa de expressar aquilo que temos de melhor. Amor incondicional, tolerância, respeito, amizade, carinho, sinceridade, humildade e muitas muitas outras facetas maravilhosas do ser humano mas que infelizmente ainda estão longe de ser postas em prática nos dias que correm.</p>
<p>Acredito que a relação verdadeiramente amorosa e baseada em amor incondicional que nos é proposta, é a relação connosco próprios.</p>
<p>Só depois desta plenamente vivida, nos é aberta a porta da partilha com alguém que vem espelhar essa mesma vibração de amor próprio, de respeito, de harmonia interior que todos tanto procuramos. No entanto todos sabemos que são raros os casos de relacionamentos bonitos e harmoniosos e isso só demonstra o quanto ainda andamos perdidos e o quanto ainda precisamos aprender a amar, primeiro a nós e depois aos outros. Nada tenho contra o relacionamento amoroso com alguém, mas ele nunca terá sucesso se à partida PRECISARMOS dele.</p>
<p>Numa primeira fase, as carências, o vazio e as frustrações que carregamos dentro do nosso passado pessoal, fazem-nos acreditar que, algures, existe alguém que passamos a chamar de “cara-metade” ou de “alma-gémea” que, um dia, nos irá preencher e trazer-nos a felicidade que tanto procuramos. Tudo não é mais do que uma enorme ilusão, e que mais tarde ou mais cedo apenas irá dar lugar a uma, também enorme, desilusão.</p>
<p>Aliás, não existe desilusão, sem ilusão primeiro, e dessas, nós somos os únicos responsáveis por elas. Mais ainda, quando aprendermos a desenvolver primeiro dentro de nós, afinal o que tanto procuramos no outro, para assim atrairmos a energia semelhante, toda a mecânica dos relacionamentos mudará para sempre. E aí sim, o relacionamento com alguém será apenas uma livre escolha de ir partilhar com alguém o que temos de melhor. Nunca para ir buscar seja o que for.</p>
<p>Como disse Gandhi um dia “sê a mudança que queres ver no mundo” Como queremos ter parceiros perfeitos com todas as qualidades do mundo, os chamados príncipes e princesas, ou os chamados “cara-metade” ou “almas-gémeas”, quando nós próprios sabemos tão bem estarmos longe da perfeição ou pelo menos da harmonia interior ? como podemos exigir respeito, tempo, sensibilidade, carinho, ou seja lá qual for a lista que fizermos, se tudo isso ainda não conseguimos dar a nós próprios ou mesmo demonstrá-los aos outros ?</p>
<p>Mais uma vez, estamos ilusoriamente a buscar fora aquilo que ainda não nos demos a nós próprios, aquilo que ainda não somos.</p>
<p>A lei da atracção diz-nos que atraímos o que somos, o que temos dentro, o que emanamos. O ditado “diz-me com quem andas dir-te-ei quem és” nunca fez tanto sentido como nos dias que correm em que podemos facilmente observar esta mecânica. Claro que numa primeira fase, nos recusamos a aceitar ou a admitir que aquela pessoa que mais detestamos, mais nos irrita e que afinal mais julgamos, está na nossa vida apenas com a função de nos relembrar que “aquilo” que estamos a projectar nela, também existe dentro de nós. São as sombras negras dos nossos demónios escondidos e só depois de um processo espiritual iniciado e interiorizado, podemos começar a desenvolver a humildade que nos permite ver, o que durante tanto tempo, nos recusamos a ver. Pelo contrário, temos aquelas pessoas que nos provocam entusiasmo e admiração, são as nossas sombras brancas que nos vem lembrar potenciais escondidos ainda por resgatar.</p>
<p>Num mundo actual, onde as aparências são o mais importante, tudo fazemos para ter então uma aparência perfeita. Mostrar ou mesmo reconhecer os nossos demónios não é algo que façamos de animo leve. E no entanto é a única coisa que nos trará liberdade. Basta sairmos à rua e observar como são raras as expressões livres de amor, alegria, fragilidade, surpresa ou encantamento. Acabamos por nos acomodar a uma mascara que desenvolvemos para estar à altura das expectativas dos outros ou para sobressair numa sociedade competitiva, sem percebermos que dentro dela está também escondida a nossa Luz.</p>
<p>Identificamo-nos de tal maneira com essa mascara que passamos maior parte do tempo a engrossá-la mais ou a julgar as mascaras dos outros. E pior, aqueles que algures já iniciaram o seu processo de retirar esta mascara, de resgatar a sua verdadeira essência, e que nos mostram o bom e o bonito que é a expressão livre das emoções, são normalmente o primeiro alvo, visto estarem a espelhar o quão ridículas são as máscaras que insistimos em manter.</p>
<p>Mas reconhecer e deixar cair esta mascara, ou seja, o nosso Ego, é talvez um dos desafios mais antigos da Humanidade. Mas é realmente a moeda de troca que o Universo nos pede por uma vida livre, abundante e feliz.</p>
<p>No fundo, o processo é relativamente simples; reconhecer e sair da mascara arrogante e orgulhosa que nos faz acreditar que somos donos da verdade e da razão, desenvolver uma atitude de humildade e de tolerância para com os nossos erros e os dos outros, resgatar a sensibilidade e a fragilidade há muito perdidas aprendendo a demonstrar emoções livremente e a reconhecer que temos a responsabilidade de vir a ser aquilo em que tanto acreditamos e esperamos dos outros. Simples ? sim &#8230; mas moroso. Moroso, porque é um processo que envolve que assumamos responsabilidade por tudo o que nos acontece. E infelizmente ainda não interiorizamos bem essa ideia. Somos o produto final de todas as experiencias e vidas acumuladas. Somos também a oportunidade constante de mudança.</p>
<p>Carregamos nas nossas células 2000 anos de conceitos como culpa, julgamento e medo. Não vai ser de um dia para o outro que vamos viver conceitos novos como amor incondicional, responsabilidade, amor-próprio ou consciência. Mas só o saber que estamos no meio dessa transição, que cada um de nós é responsável por tornar essa transição mais rápida, é já por si maravilhoso.</p>
<p>Está nas nossas mãos, abandonar conceitos antigos que nos faziam girar em torno do outro, das suas vontades, caprichos, manipulações e desejos. Enquanto não houver mudança, somos ainda eternos parasitas energéticos e emocionais numa procura constante e inconsciente de alguém que nos preencha tal como o drogado procura a sua droga.</p>
<p>Novas regras de relacionamento irão surgir, superadas pelas antigas tão falhadas.</p>
<p>1o Relacionamento amoroso é antes de mais connosco próprios. Para isso é importante saber quem sou ? de onde venho ? o que estou cá a fazer ? e haver espaço para auto conhecimento através da Astrologia, meditação ou qualquer tipo de actividade que mantenha o foco no próprio.</p>
<p>2o Tomar consciência do que carregamos dentro de nós. O outro é apenas um espelho das nossas sombras. As sombras brancas mostram o nosso potencial, o que de melhor trazemos mas que ainda nem sabemos, a sombra negra o que em nós precisa de cura, transformação, perdão e amor e que maior parte das vezes é inconsciente. Conseguir observar as características das pessoas que atraímos para a nossa vida é tomar consciência de quem somos e só aí poderemos saber livremente o que escolhemos vir a ser.</p>
<p>3o Assumir responsabilidade por todos os eventos que nos acontecem como uma segunda oportunidade que a Vida nos está a dar para que lidemos com eles de maneiras mais amorosas e criativas.</p>
<p>4o Perceber que tristeza, solidão, medo, angustia, revolta são nossas e precisam de ser honradas e limpas e não escondidas ou disfarçadas. Por outro lado, a alegria, o entusiasmo, o deslumbramento, a gratidão e a tolerância, devem existir primeiro dentro de nós e não as exigirmos de ninguém.</p>
<p>5o Relacionamentos serão o palco aberto da interacção amorosa, da expressão livre de afecto, do reconhecimento que o outro é igual a nós, que tem os mesmos dramas, inseguranças, medos e sonhos, do respeito pela liberdade dele ser como é e pela nossa liberdade de estar junto enquanto nos sentirmos bem. Humilhações, maus tratos, perdas, serão sinal de desconexão espiritual do próprio e muita falta de auto estima e valor próprio. Não haverá lugar para vitimização.</p>
<p>6o Reconhecer que a Vida não colocou amarras em ninguém e que até o casamento é uma criação do homem. Quando sentimos que a nossa história com alguém terminou devemos assumir isso e deixar o espaço e tempo que ocupámos com esse alguém, o mais limpo possível. Saber retirar as lições dessa aprendizagem.</p>
<p>7o Palavras ou esquemas mentais que envolvem manipulação, exigência, culpa, critica, orgulho, julgamento irão ser trocadas actos ou gestos de paciência, tolerância, amor, incentivo, carinho, respeito.</p>
<p>8o Vivencias de rejeição, abandono, culpa, projecções, crítica, julgamento, solidão, humilhação, traição, obsessão, cobrança são sinal de que o outro ainda é mais importante do que nós próprios. Que viramos parasitas sem perceber. Que saímos do nosso trilho e estamos a viver o trilho do outro.</p>
<p>9o Fidelidade ? Sim, claro ! mas primeiro a quem somos, ao que precisamos, aos nossos sonhos e principalmente a tudo o que nos faz pular o coração de alegria, entusiasmo e amor próprio. Fidelidade ao que e a quem nos faz sentir bem.</p>
<p>10o Liberdade, será uma palavra com novo significado. Um relacionamento será a partilha comum de dois seres que estão em pleno desenvolvimento da sua individualidade e da sua evolução espiritual. O outro será apenas alguém que nos acompanha, que nos incentiva a superar positivamente o que a Vida nos vai apresentando, que nos relembra a Luz que somos e que nos apoia nas escolhas que vamos fazendo a cada momento. A palavra companheiro/a será muito mais bonita do que marido ou esposa.</p>
<p>Estas regras são apenas alguns exemplos daquelas que acredito, irão fazer parte no futuro, de novas regras de conduta nos relacionamentos. Muitas mais haverá com certeza. E cada um adoptará para si próprio aquelas que mais lhe fizerem sentido e que mais paz lhe tragam a cada momento. Por enquanto e enquanto ainda esperamos essa Nova Era Relacional, comecemos aos poucos a interiorizar as mudanças que terão que acontecer para que todos comecemos a viver Verdadeiras Relações de Amor.</p>
<p>Este é apenas um humilde contributo.<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/95839-95839/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2343828">Somchai Chitprathak</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2343828">Pixabay</a></p>
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		<title>A Nova Era do Amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 12:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[A última passagem de Saturno por Balança entre 2009 e 2012 foi um desafio no que toca a relacionamentos. Todos foram passados pela mais fina das redes e pela mais precisa das lentes. E se todas as áreas da nossa vida envolvem algum tipo de relacionamento, acabámos assim por sentir este fenómeno em todas elas. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A última passagem de Saturno por Balança entre 2009 e 2012 foi um desafio no que toca a relacionamentos. Todos foram passados pela mais fina das redes e pela mais precisa das lentes. E se todas as áreas da nossa vida envolvem algum tipo de relacionamento, acabámos assim por sentir este fenómeno em todas elas. Todos, de uma maneira ou outra, fomos surpreendidos com o inesperado, com o impossível, com o que mais temíamos ou até com o que mais ansiávamos.</p>
<p>Desde Outubro de 2009 que o Planeta Saturno esteve na Constelação da Balança. Este posicionamento veio propor a todos nós, a um nível global, um crescimento, maturidade e tomada de consciência de todos os nossos antigos padrões de comportamento e atitude, dentro de qualquer relacionamento. Dependendo do mapa natal de cada um, podemos saber em que área de vida sentimos esse impacto com mais intensidade. E se todo o tipo de relacionamento esteve debaixo de lupa, todos sabemos que os que mais nos afectam acabam por ser os relacionamentos amorosos ou românticos. Ao ser nestes relacionamentos que projectamos as nossas maiores expectativas, acabam por ser os mesmos que nos criam as maiores desilusões.</p>
<p>Estes últimos três anos foram assim uma proposta de crescimento, de amadurecimento, de assumirmos a responsabilidade pela nossa felicidade dentro de nós e dentro dos nossos relacionamentos. Foi-nos dada uma maravilhosa oportunidade de trazermos a nossa verdade ao de cima perante o outro.</p>
<p>Através dos mais “curiosos” acontecimentos, eventos, circunstâncias, todos tivemos um convite da vida a mudar o que já não nos devolvia uma imagem maravilhosa de quem nos viemos tornar, ou de quem queremos Ser, dentro de um relacionamento. Todas as nossas fundações, as estruturas que criámos no tempo, acreditando que nos devolviam estabilidade, segurança e conforto, foram violentamente abanadas e postas em causa tal como o faríamos com qualquer máquina antiga que ainda insistimos em manter. Para a mantermos, precisamos primeiro saber se ainda funciona ou se vale a pena reparar.</p>
<p>No entanto, nada disto é ou foi fácil&#8230;</p>
<p>Não é fácil admitir que aquelas que foram um dia, as mais bonitas histórias de amor, hoje já não o são. Não é fácil de admitir que aquela pessoa a quem um dia demos o nosso coração, hoje é a fonte das nossas maiores dores. Não é fácil assumir perante todos, inclusive os nossos filhos, que em prol da nossa felicidade pessoal, paz interior e respeito próprio, tivemos que abdicar de uma aparente estabilidade exterior e deitar abaixo uma estrutura que só quem está dentro sabe o quanto estava a ruir. E tudo isto sem sequer a garantia ou segurança de que algo melhor nos espera é bem melhor a não ser uma profunda e invisível intuição.</p>
<p>Muito são os mecanismos do nosso ego que constantemente nos impedem a nossa evolução e boicotam as tentativas da Alma em trazer mudanças que são sempre para o nosso bem. Nosso bem no sentido de crescimento, de auto consciência e em última analise, da nossa evolução. Acredito mesmo que para cada convite da Alma a uma saída da zona de conforto, o ego tem um milhão de mecanismos de recusa e defesa.</p>
<p>Digo, escrevo e repito várias vezes nos meus livros que esta evolução que todos tanto queremos, apenas acontece fora da zona de conforto. Logo, mais cedo ou mais tarde, e porque a nossa evolução é inevitável, surgem estes convites da vida a que mudemos o que for preciso para chegarmos mais perto da maior versão que temos de nós próprios.</p>
<p>A bem ou a mal&#8230;</p>
<p>Raras são ainda as vezes que o fazemos por escolha. Lá havemos de chegar um dia. Por enquanto, o ego, lá no alto do seu trono, tudo faz para manter as coisas sob controle, previstas e certas do desfecho que mais lhe convém. Mas nem ele pode travar essa maravilhosa máquina inteligente chamada Universo que simplesmente tudo empurra para que essa evolução aconteça. E como tal, essas velhas realidades, essas bolhas “pseudo perfeitas”, mantidas sob elevadíssimos preços emocionais, começam a rebentar sob a pressão dos mais variados e impensáveis acontecimentos.</p>
<p>De repente, sem aviso prévio, cruzamo-nos com alguém que já não víamos há 20 ou há 200 anos, mensagens secretas são apanhadas sem querer, emails que nos fazem chegar a mais crua e nua verdade e claro, o Facebook a servir de base de reconexão entre nós e os nossos novos ou antigos laços Kármicos. Saturno em Balança veio-nos abrir a tampa de todos esses relacionamentos antigos, não só para que possam ser reconhecidos mas também para que possamos reflectir sobre quem fomos no passado, quem somos hoje e como os vamos levar uma oitava acima. Através desta plataforma social, muitos foram os que resgataram antigos relacionamentos que nos vieram testar a todos nos níveis. Durante este tempo de Saturno em Balança, as sensações de Dejá vu foram mais que muitas, a realidade passada e a presente misturaram-se o que levou muitos de nós ao desespero para entender o porquê de tantas sensações fortes.</p>
<p>Saturno sai da Constelação da Balança em Outubro de 2012 para voltar à mesma Constelação só daqui a cerca de 30 anos. O desafio agora é olhar para trás e analisarmos estes três anos que passaram. O que mudou, o que fomos nós a mudar ou onde foi a vida a mudar por nós. E mais importante ainda, como reagimos e o que aprendemos. Serão essas conclusões, decisões e a adopção de novas atitudes e regras no jogo dos relacionamentos que irá ditar daqui para a frente a qualidade dos relacionamentos que iremos atrair.</p>
<p>Estamos por isso a viver ainda um momento nostálgico, algo triste pelo que “perdemos” mas excitante por pôr estas novas regras em práctica e viver o que já vivemos antes, mas agora numa oitava acima.</p>
<p>Sob os olhos do ego, os nossos relacionamentos acabam, mais cedo ou mais tarde, por se basear numa troca de bens e emoções, numa necessidade imensa de reconhecimento por parte do outro, de que o outro nos complete nas nossas carências, numa exigência constante de que o outro seja o que mais nos convém. É um disfarçado pseudo negócio emocional que funciona com base em energias de medo, manipulação, cobrança, culpa, sejam elas óbvias ou convenientemente negadas.</p>
<p>Sob os olhos da Alma temos relacionamentos livres onde o respeito pela individualidade de cada um é uma prioridade. O outro é, através da expressão da sua individualidade, alguém que desperta em nós não só as nossas sombras que precisam de vir à luz como o nosso maior potencial. Neste tipo de relacionamento não há devedores ou credores. O outro está presente livremente, por escolha própria e não por obrigação ou medo. É o entusiasmo e deslumbramento pela presença de alguém diferente que tanto vem acrescentar à nossa vida pela sua simples existência.</p>
<p>Como seres duais que somos, iremos sempre ser apanhados nas duas dinâmicas. Mas pelo menos já sabemos que são dinâmicas, que não somos vitimas, que o facto de sabermos que elas existem dá-nos o poder de escolher entre o que sentimos ser melhor para nós ou não.</p>
<p>Desejo sinceramente que os desafios destes últimos três anos tenham trazido grandiosas lições, que tenhamos aprendido a grandiosa lição de sermos verdadeiros com os nossos sentimentos e com os dos outros e que possamos viver daqui para a frente cenários mais bonitos e elevados no que toca ao Amor&#8230;</p>
<p>Namaste<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/thedigitalway-3008341/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2894318">TheDigitalWay</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2894318">Pixabay</a></p>
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