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	<title>merecimento &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>A mensagem do Black Friday</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2019 12:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos os anos é a mesma coisa. O Black Friday, o Cyber Monday e o materialismo Natalício a relembrar o nosso eterno dilema; como harmonizar o mundo material com o mundo espiritual. Como valorizar o nosso dinheiro e tirar partido dos prazeres, coisas e experiências que o mundo tem hoje à nossa disposição sem nos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos é a mesma coisa.<br />
O Black Friday, o Cyber Monday e o materialismo Natalício a relembrar o nosso eterno dilema; como harmonizar o mundo material com o mundo espiritual. Como valorizar o nosso dinheiro e tirar partido dos prazeres, coisas e experiências que o mundo tem hoje à nossa disposição sem nos desconectarmos dos nossos valores interiores, da nossa verdade e da responsabilidade de nos sentirmos felizes e em paz com a realidade à nossa volta.</p>
<p>E não é raro vermos posturas radicais de um ou do outro lado da balança. Seja os que estão neste momento apinhados em Shoppings a tentar levar mais uma tralha para casa, seja os que aproveitaram o dia para fugir da &#8220;loucura&#8221;, ambos terão algures na sua vida que integrar e fazer as pazes com o outro lado.</p>
<p>Os que estão nas compras irão, algures no tempo, chegar a casa e humildemente reconhecer que o que está dentro do saco não preenche nem cura o vazio interior, a solidão, a tristeza ou resolve a relação tóxica em que está preso.<br />
Os que fogem e criticam exageradamente os que estão na loja, irão algures humildemente admitir que parte do seu conforto do dia a dia vem das tralhas materiais e reconhecer que seria ideal comprar um computador novo ou renovar o armário por metade do preço.<br />
Como sempre são os exageros que nos afastam do equilíbrio, que nos fazem adoptar posições extremistas, que nos fazem esquecer que cada um de nós está no seu estágio de evolução, a aprender na sua realidade pessoal, as mais valiosas lições. O livre arbítrio de cada um mostrará o estado de consciência em que cada um se encontra e irá trazer-lhe as lições que ainda precisa.</p>
<p>Se uns já aprenderam a passar estes dias no descanso da casa ou num passeio pela Natureza com quem mais amam, óptimo! desfrutem da vossa aprendizagem e escolha do momento. Como já atingiste um estágio saudável, procura então como elevá-lo ainda mais.<br />
Se outros ainda precisam do desgaste e ainda vivem na ilusão do preciso de TER para SER, então deixemo-los estar a aprender as suas lições lá no meio da multidão. A desilusão virá ajudar a restaurar o equilíbrio.</p>
<p>Não é raro ver pessoas e até terapeutas com dificuldade em lidar com as questões do dinheiro e dos valores. O mundo material, seja ele das &#8220;coisas&#8221; ou das &#8220;máscaras&#8221;, é de facto tentador e tem esse magnetismo de nos afastar da nossa essência e consciência pessoal. Mas a verdade é que cá estamos e tanto o corpo como o espírito precisam de alimento. Deixo assim algumas sugestões para nos lembrarmos acredito é de facto importante para qualquer um de nós. Ou melhor dito, o que tem realmente VALOR e onde queremos então investir o nosso dinheiro.</p>
<p>A parte física tem necessidades básicas tais como;<br />
&#8211; Comida e bebida<br />
&#8211; Tecto para viver<br />
&#8211; Roupa para nos protegermos<br />
&#8211; Transporte básico</p>
<p>A parte mental precisa de;<br />
&#8211; Livros<br />
&#8211; Cursos<br />
&#8211; Formular objectivos que nos tirem da zona de conforto<br />
&#8211; Aprender a estar na causa e não no efeito<br />
&#8211; Manter uma mente positiva e optimista<br />
&#8211; e cada vez mais uma boa máquina que nos conecte com os outros e com a informação do mundo</p>
<p>A parte emocional precisa de;<br />
&#8211; Paz e liberdade<br />
&#8211; Respeito e espaço para sentir a emoção de cada momento<br />
&#8211; Terapia e integração de experiências presentes e passadas<br />
&#8211; Alegria pura, sentido de humor<br />
&#8211; Desenvolver o estado de gratidão<br />
&#8211; Sentir amor próprio e compaixão pelos outros<br />
&#8211; Entender o papel de quem nos rodeia</p>
<p>A parte espiritual precisa de;<br />
&#8211; Filosofar / questionar<br />
&#8211; Ter consciência de si mesmo<br />
&#8211; Procurar dar significado à sua vida<br />
&#8211; Aprender Astrologia e Numerologia<br />
&#8211; Estudar as antigas filosofias e leis cósmicas<br />
&#8211; Aprender e evoluir com todas as experiências e encontros</p>
<p>Que seja um tempo feliz e principalmente de consciência individual para cada um &lt;3</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://pixabay.com/ko/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1705604">Pixabay</a>로부터 입수된 <a href="https://pixabay.com/ko/users/mariagullestrup-3418678/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1705604">Maria Gullestrup</a>님의 이미지 입니다.</p>
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		<title>Inconformismo é sinal de amor próprio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2018 12:25:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste mundo dual em que vivemos, saber gerir e respeitar tanto as necessidades internas da nossa missão espiritual, como as necessidades externas da nossa personalidade como membro da sociedade, é essencial para vivermos uma existência de qualidade. Como seria importante os nossos jovens e a maioria dos adultos perceberem este conceito de maneira a ajustarem [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste mundo dual em que vivemos, saber gerir e respeitar tanto as necessidades internas da nossa missão espiritual, como as necessidades externas da nossa personalidade como membro da sociedade, é essencial para vivermos uma existência de qualidade.</p>
<p>Como seria importante os nossos jovens e a maioria dos adultos perceberem este conceito de maneira a ajustarem as suas crenças, valores e prioridades. Principalmente na juventude onde o foco tem tendência a cair mais no exterior do que no interior.</p>
<p>Quando esta dualidade dentro/fora está inconsciente, é muito normal colocarmos mais foco num dos lados correndo o risco de ignorarmos ou até mesmo rejeitarmos o outro criando assim profundos desequilíbrios.<br />
Podemos facilmente perceber essas faltas ou exageros em qualquer mapa astrológico ou numerológico ou por observação, se somos pessoas mais ativas e viradas para fora ou se pelo contrário, mais passivas e viradas para dentro.</p>
<p>Por exemplo, imaginemos uma pessoa com excesso de fogo que está sempre em movimento, sempre a agir, sempre a criar mudanças, sempre a conquistar coisas novas, mas que de nada servem se não forem orientadas e consciencializadas pelo mundo interior e pela validação do que nos faz ou não sentido (ao sentir). Também não será o caminho certo a pessoa que se perdeu no meu mundo interior, afogada nas suas emoções, paralisada pelos seus medos e que se tornou incapaz de responder e agir para equilibrar as suas energias.</p>
<p>Em todas as áreas de vida, todos vivemos este dilema, em maior ou menor grau. Decidir quando ir atrás ou quando largar é talvez uma das mais desafiantes escolhas com que somos frequentemente confrontados.<br />
Ora se só ouvir uma das partes nos coloca frequentemente em problemas, a solução será então harmonizar e criar espaço para que ambas as partes sejam levadas em conta.</p>
<p>Sabendo que tanto a nossa personalidade como o nosso espirito tem cada um a sua agenda, precisamos fazer reuniões regulares para levarmos em conta ambas as necessidades e decidirmos a escolha mais estratégica.<br />
Por exemplo a necessidade de gerar valor, ganhar dinheiro, pagar alimento, viver protegido, sociabilizar e ter prazer é comum a quase todos nós a um nível exterior. A nível interior também não variamos muito pois todos procuramos ser amados, sentir amor próprio, ter a coragem para enfrentar desafios, ter a liberdade de expressar a nossa essência e algumas outras qualidades que tanto nos são comuns.</p>
<p>Mas como se sente uma pessoa lógica, exigente e organizada a trabalhar com crianças pequenas num infantário? Ou como se sente uma pessoa amorosa, criativa, divertida a trabalhar num gabinete de contabilidade? Ou como se sente um curador espiritual a trabalhar como mecânico de automóveis?</p>
<p>Gosto de acreditar que não existem pessoas certas ou pessoas erradas pois todos somos maravilhosamente e imperfeitamente perfeitos, fruto da nossa própria história. Existem sim pessoas que sabem escolher com qualidade o que respeita a sua essência e pessoas que ainda não sabem ou conseguem ser fieis a si mesmas e que por isso se sujeitam a situações que não lhes são favoráveis em troca de um fraco ordenado quando respeitar e seguir o nosso potencial nos daria acesso a uma realidade muito mais positiva tanto a nível interior como material.</p>
<p>Deste ponto de vista o inconformismo é sinal de saúde e a rebeldia essencial para nos ajudar a rejeitar o que não permite o equilíbrio interno e a ir em busca do que nos alimenta a alma e engrandece.<br />
Não é responsabilidade dos outros ou mesmo da sociedade dar-nos de bandeja o mundo ideal. É entre a diversidade de oferta e a nossa própria escolha que se esconde o potencial de vivermos uma vida preenchida e harmoniosa ou pelo contrário de materializarmos numa vida miserável, o nosso próprio desequilíbrio e anulação interior.</p>
<p>Embora a Astrologia e a Numerologia nos falem dos nossos códigos pessoais, não há escola, mestre ou livro que ensine o que está certo ou errado, o que faz sentido ou não para atingirmos esse equilíbrio interior. Será sempre um compromisso pessoal, individual e sagrado entre as condições externas que cada um de nós atrai e a nossa atitude interna perante as mesmas.</p>
<p>Que haja coragem para questionar, para pôr o sentir em cima da mesa, para virar a própria mesa quando é preciso, para desenvolver a atitude estratega que defenda os interesses de ambas as nossas partes, lutemos, não por atingir apenas metas externas mas para salvaguardarmos as nossas necessidades internas, pois mais ninguém o fará por nós.</p>
<p>Bem hajam!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/myriams-fotos-1627417/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2940655">Myriams-Fotos</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2940655">Pixabay</a></p>
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		<title>A Vida é Maravilhosa!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jun 2018 11:23:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A vida é uma viagem, é uma frase muito comum. Mas nem sempre percebemos o que esse conceito de permanente mudança que uma viagem implica. Sempre que saímos de férias num qualquer pacote organizado, experienciamos esse fenómeno. Nos dias de férias, estamos entusiasmados com o tempo que vamos viver de experiências diferentes. Estamos mais despertos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida é uma viagem, é uma frase muito comum. Mas nem sempre percebemos o que esse conceito de permanente mudança que uma viagem implica. Sempre que saímos de férias num qualquer pacote organizado, experienciamos esse fenómeno. Nos dias de férias, estamos entusiasmados com o tempo que vamos viver de experiências diferentes. Estamos mais despertos e atentos a cada momento do que nunca, sabendo que alguém anda por ali a organizar o tour. Temos como objectivo o bem estar interior e por isso mesmo estamos mais observadores do que intervenientes e vamos lidando com os pequenos desafios do dia a dia sem drama, com a consciência de que quanto mais depressa os superarmos e colocarmos a atenção no nosso prazer e bem estar, melhor será para nós. Sabendo que existe um &#8220;organizador&#8221; estamos atentos aos sinais e chamadas pois assim garantimos que a viagem flui melhor.</p>
<p>Não seria maravilhoso conseguirmos manter esta visão, prioridades e atitude o ano inteiro?<br />
Claro que o dia a dia, o trabalho e as responsabilidades diárias tendem a roubar-nos muita energia e repetir todos os dias a mesma rotina rouba o entusiasmo e o deslumbramento a qualquer um. Mas a verdade é que se nem sempre podemos mudar o que está fora, temos sempre uma escolha sobre o que está dentro.</p>
<p>Dizia a Anais Nin que nós não vemos o mundo como ele é mas sim como nós somos. Partindo deste princípio podemos então muito facilmente encontrar provas disto onde na mesma casa, família ou empresa, perante os mesmos dilemas, pessoas e desafios, encontramos pessoas com uma atitude positiva, optimistas, sorridentes e gratas, capazes de ver o mais fino fio dourado à volta da nuvem mais negra da mesma maneira que vemos pessoas pessimistas, ressentidas, cobradoras e negativas incapazes de reconhecer a abundância e a beleza de que estão rodeadas.</p>
<p>Qual então a diferença entre elas para além da óbvia?<br />
Como conseguem essas pessoas manter essa atitude tão positiva?<br />
E porque não vemos o bem que nos rodeia quando ele supera o negativo?</p>
<p>Ao longo dos anos de consulta fui percebendo que as lentes com que vemos o mundo estão completamente ligadas à nossa crença sobre o que é a vida e por tabela à nossa visão pessoal, individual de Deus.<br />
Teremos na verdade sequer uma relação com Deus?<br />
É o nosso Deus o Deus do medo, do castigo, do inferno e da punição que nos culpa pela nossa imperfeição?<br />
Ou será o nosso Deus o Deus cósmico do amor, da dualidade e da responsabilidade karmica sobre tudo o que nos acontece?<br />
A cura terá que acontecer a partir daqui. Os positivos, felizes e optimistas, aqueles que parecem já ter feito as pazes com a vida / Deus e que sentem que a vida é maravilhosamente perfeita são precisamente os que já se renderam à visão do Deus cósmico que nos ensina que a realidade é a manifestação física da dualidade Yin Yang, regida por leis justas e amorosas que incentivam a nossa volta à Luz através da exeperimentação desses mesmos polos.<br />
Para simplificar e nomear apenas alguns, podemos separá-los entre:</p>
<p>Amor e medo<br />
Consciência e inconsciência<br />
Sabedoria e ignorância<br />
Fé e resistência<br />
Ordem e caos<br />
Luz e escuridão</p>
<p>Através da experimentação permanente entre as duas energias, a nossa evolução irá sempre pedir-nos para transcendermos o medo escolhendo o amor. Curando a inconsciência escolhendo a consciência. Transcendendo a ignorância escolhendo a sabedoria, etc.<br />
Confiar que este &#8220;aparente&#8221; caos que vemos lá fora é na verdade uma maravilhosa ordem e que nos cabe apenas fazer a nossa pequena parte na contribuição para o nosso bem pessoal e para o bem maior, deixa-nos livres para podermos então disfrutar do momento, brincar com as situações, agradecer cada movimento como inteligente e correto e sermos capazes de os libertar com humildade e leveza sabendo que tiveram o seu papel na nossa vida.</p>
<p>Que as férias de Verão te permitam ajustar as tuas lentes com o amor, a sabedoria e a consciência superior de maneira a seres também tu uma expressão dessas energias.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/photos/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=690034">Free-Photos</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=690034">Pixabay</a></p>
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		<title>Missão: Equilíbrio!</title>
		<link>https://veraluz.pt/missao-equilibrio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 11:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta semana alguém me dizia que esperava ansiosamente o dia em que encontrava a sua missão para que tudo corresse bem daí para a frente…. Este tipo de pensamento é o que acaba por ainda gerar enormes frustrações pois iremos ver constantemente adiado o encontro com a dita “missão”, acompanhado de dolorosas desilusões quando percebemos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana alguém me dizia que esperava ansiosamente o dia em que encontrava a sua missão para que tudo corresse bem daí para a frente….</p>
<p>Este tipo de pensamento é o que acaba por ainda gerar enormes frustrações pois iremos ver constantemente adiado o encontro com a dita “missão”, acompanhado de dolorosas desilusões quando percebemos que o ideal de atingir no futuro uma hipotética felicidade, é uma enorme ilusão também.<br />
Pior ainda é este tipo de pensamento esconder a pressão medieval que ainda hoje faz muitos acreditar que se investirem todo o seu esforço a tentar atingir uma vida perfeita para agradar o exigente Deus católico, Ele irá reconhecer os seus esforços e recompensá-los com a .. felicidade!<br />
Embora o estado do mundo mostre que esta fórmula não funciona, todos carregamos esta ilusão ….. todos temos esta ferida para curar.</p>
<p>Mas já não são poucos os que, cansados e desiludidos com este velho modelo religioso-ocidental, resolveram abraçar um caminho diferente.<br />
Começam a renascer aqui no ocidente, as ideologias do oriente, noções diferentes de “felicidade”, filosofias de vida que não falam em “perfeição” mas sim em “Equilibrio”, equilibrio esse que apenas é atingido através do resgate dos mais elevados valores universais tais como o amor, respeito, compaixão, liberdade, etc.</p>
<p>Qual é então o novo pensamento?</p>
<p>* Não há nada para atingir lá fora, apenas dentro de nós!</p>
<p>* A perfeição não existe, apenas equilíbrio.</p>
<p>* Não existe futuro, apenas o aqui e agora.</p>
<p>* Não existe o correr bem ou correr mal. Na perspectiva espiritual * TUDO * são experiências validas. Umas devolvem aprendizagens e validação outras devolvem ensinamentos valiosos.</p>
<p>* A nossa missão não é uma qualquer tarefa social mas antes disso um estado de alegria, entusiasmo, excitação que nos diz interiormente que “É o que faz sentido!” mesmo que choque que seja desafiante para quem nos rodeia.</p>
<p>* Felicidade social é diferente de realização pessoal. Na primeira tudo acontece fora, e como tal a validação terá que vir de fora também. Quando não vem, dá-se a desilusão.. Quando o objectivo é a realização pessoal tudo acontece dentro onde o reequilíbrio das energias é uma responsabilidade nossa. Logo a validação é nossa também e não dependente de ninguém. Não há desilusões…</p>
<p>* Duas ferramentas são essenciais para nos alinharmos com a missão; o sentimento que somos MERECEDORES de abundância e a capacidade de usarmos a ESCOLHA focando no que queremos e pacificando-nos com o que já não queremos.</p>
<p>A nossa vida É a nossa missão. A qualidade dos nossos pensamentos e o amor próprio é que dita a qualidade do que iremos co-criar assim como atrair. Não é fora que iremos conquistar o estado de abundância que tanto desejamos. Primeiro terá que ser conquistado dentro de nós…<br />
A pergunta será então “O que estou a fazer na minha vida para criar o paraíso dentro de mim?”</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/silviarita-3142410/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1715385">silviarita</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1715385">Pixabay</a></p>
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		<title>Reconexão</title>
		<link>https://veraluz.pt/reconexao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2018 10:24:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A grande proposta terrena é honrar o plano que a alma traz. Consciente da bagagem que carrega das suas vidas anteriores, a alma define um propósito de evolução que irá ter em conta duas intenções básicas; &#8211; Responsabilizar-se pelos retornos das consequências das suas acções anteriores. &#8211; Aprender uma mais sábia e equilibrada maneira de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A grande proposta terrena é honrar o plano que a alma traz. Consciente da bagagem que carrega das suas vidas anteriores, a alma define um propósito de evolução que irá ter em conta duas intenções básicas;</p>
<p>&#8211; Responsabilizar-se pelos retornos das consequências das suas acções anteriores.<br />
&#8211; Aprender uma mais sábia e equilibrada maneira de viver onde será cada vez mais capaz de ser e expressar amor.<br />
<span class="text_exposed_show"><br />
A proposta é idêntica em todos nós. O que muda são os cenários, as personagens e os enredos de cada um.</span></p>
<p>Quando formos educados num sistema filosófico que nos ensine as leis universais desde pequenos, teremos a humildade necessária para perceber os retornos das nossas próprias acções passadas e seremos capazes de nos responsabilizar por dar a cada evento uma resposta positiva. Será o tempo em que viveremos tranquilos sabendo que uma inteligência maior leva a cada um o que é seu e impede cada um de atrair o que não é para si.</p>
<p>Enquanto não nos rendermos a esse sistema filosófico ou pior, vivermos sob um sistema de crenças que se baseia na sorte e no azar, que não entende as dinâmicas de atracção, que alimenta culpa, julgamento e vitimização, o ser humano irá ficar preso nas baixas energias da violência e do medo, realidade que ainda predomina nas notícias do tempo actual.</p>
<p>Para sobrevivermos, desacreditados e desconectados do poder maior que existe em nós, procuramos a segurança, o amor e o bem estar em algo exterior. Para isso, e em estado de inconsciência, fazemos contractos, arranjamos esquemas, mentimos, manipulamos, compramos, vendemos, matamos, roubamos numa deprimente e ilusória necessidade de sobreviver ao &#8220;caos&#8221; do mundo.</p>
<p>Um dia percebemos que o caos é de facto uma ilusão. Um dia somos finalmente capazes de ler os sinais, de perceber a mensagem das perdas, de ver que afinal as frustrações e o desgaste tinham apenas a intenção de nos religar à nossa verdadeira essência e à ordem maior.<br />
Só depois de esgotarmos as velhas crenças e admitirmos que já não funcionam, estamos prontos para nos rendermos ao poder maior e reaprendermos a confiar na magia da vida.</p>
<p>Todos os dias sou testemunha destes processos na vida de cada um. Uns mais conscientes, outros menos mas todos maravilhosamente já em busca de entendimento da sua realidade.<br />
Todos a lidar com o dilema interno comum a todos nós de termos que escolher entre o medo e o amor. Todos a gerir as suas capacidades de escolher honrar e seguir o que sentem ou ficar nas suas zonas de conforto. A enfrentar as suas sombras ou a manterem-se na ilusão da perfeição. A serem capazes de assumir a responsabilidade pelas suas histórias ou continuamente a culpar o mundo e os outros.</p>
<p>Num dia de Plutão/Vénus e Saturno/Mercúrio apeteceu-me agradecer, louvar, honrar, prestar homenagem e mostrar todo o meu respeito e carinho por todos os que se questionam e põem em causa. Por todos os que têm a coragem de querer saber a verdade de quem são e do que carregam dentro de si. A todos os que saem das suas zonas de conforto e se deslocam para crescer e evoluir. A todos os abertos e pre-dispostos, que pagam consultas, livros, workshops dando assim oportunidade à sabedoria superior de fazer magia nas suas vidas. A todos os que já deixaram ir os conceitos de sorte/azar, injustiça, manipulação e vitimização e que andam em busca da visão maravilhosa da vida onde &#8220;Tudo é Amor&#8221;.</p>
<p>Gratidão a todos os que se questionam e se atrevem corajosamente a por em causa e a querer evoluir &lt;3<br />
<a href="https://www.facebook.com/veraluzterapias" data-hovercard="/ajax/hovercard/user.php?id=100004455123376&amp;extragetparams=%7B%22directed_target_id%22%3Anull%2C%22groups_location%22%3Anull%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Vera Luz</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/mysticsartdesign-322497/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=480985">Mystic Art Design</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=480985">Pixabay</a></p>
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		<title>O coração sabe sempre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Nov 2017 14:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tudo o que está na tua vida, foi atraído pela tua energia. Em algum grau mais profundo e normalmente inconsciente, co-criaste a realidade que tens hoje, seja ela um drama ou uma benção. Sem que te apercebas, ela está a servir uma qualquer necessidade do teu ser num qualquer nível de consciência. Pode ser a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo o que está na tua vida, foi atraído pela tua energia.<br />
Em algum grau mais profundo e normalmente inconsciente, co-criaste a realidade que tens hoje, seja ela um drama ou uma benção.<br />
Sem que te apercebas, ela está a servir uma qualquer necessidade do teu ser num qualquer nível de consciência.</p>
<p>Pode ser a solidão que te vem dar a oportunidade de te conheceres para além da máscara social.</p>
<p>Pode ser a rejeição que te vem mostrar o quanto ainda és carente e dependente da validação exterior.</p>
<p>Pode ser uma doença que te pede para pores todas as tuas escolhas em causa e re-analisares o rumo da tua vida.</p>
<p>Pode ser uma gravidez inesperada que renova contigo a magia da vida.</p>
<p>Pode ser uma pessoa extremamente difícil que pede uma nova visão e resposta mais humilde ou sábia da tua parte.</p>
<p>Pode ser uma declaração de amor que te vem mostrar o potencial de amor que existe em nós.</p>
<p>Seja lá o que for, é teu. Tem um propósito. Existe já uma história ou intenção superior, mesmo que não faça sentido aos nossos olhos 3D.<br />
É o nosso ego social formatado para o perfeccionismo que apenas quer o positivo e julga o negativo. Que insiste em ver apenas o cor de rosa e nega por completo o cinzento e o negro.<br />
No nosso inconsciente, para além da realidade 3D, no campo sagrado da nossa alma, as forças Yin e Yang fazem a sua dança de equilíbrio permanente fazendo atrair não o que o ego quer mas o que é essencial para que a nossa energia possa cumprir esse equilíbrio.<br />
Logo não atraímos o que pensamos ou mesmo o que desejamos mas sim o que somos. O que consciente ou inconscientemente carregamos dentro..<br />
Olhemos então os nossos desafios com a lupa do coração e façamos as perguntas;</p>
<p>&#8211; Que parte de mim precisa deste evento, pessoa ou circunstância?<br />
&#8211; Qual é a aprendizagem da minha alma com esta situação?<br />
&#8211; Qual a resposta mais saudável e amorosa?<br />
&#8211; O que este espelho devolve de mim?</p>
<p>Convenientemente, a cabeça irá dizer que não faz ideia&#8230;<br />
O coração sabe sempre&#8230;<br />
Bem Hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/photomix-company-1546875/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3147976">Photo Mix</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3147976">Pixabay</a></p>
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		<title>Passos essenciais para a cura interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2017 09:51:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Recebo tantas mensagens a perguntar se os meus &#8220;tratamentos&#8221; funcionam, se com uma sessão ficam curadas, se os ataques de pânico desaparecem, se o medo se evapora, se depois já conseguem isto e aquilo, etc. Ou seja, a era do click chegou ao mundo da terapia! Admito que é uma tentação a ideia de que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recebo tantas mensagens a perguntar se os meus &#8220;tratamentos&#8221; funcionam, se com uma sessão ficam curadas, se os ataques de pânico desaparecem, se o medo se evapora, se depois já conseguem isto e aquilo, etc. Ou seja, a era do click chegou ao mundo da terapia!<br />
Admito que é uma tentação a ideia de que possa haver fast-healing tal como há fast-food, mas obviamente há que separar as águas&#8230;</p>
<p>1º Eu não faço &#8220;tratamentos&#8221;. Aplico ferramentas, exercícios, técnicas que têm como objectivo levar a pessoa a tomar consciência da sua história, perceber que energias carrega e como pode transformá-las. Cada um fará os devidos ajustes e mudanças na sua vida lá fora de acordo com o que percebeu em consulta.</p>
<p>2º Nada irá mudar se TU não mudares também. Quando não fazemos mudanças, a realidade à nossa volta mantém-se, os padrões repetem-se e o que origina queixume, vitimização e tendência a culpar os outros, mantêm-se até que a mudança interior aconteça. Cada um terá a disciplina mental interior ou não para mudar estes padrões dentro de si.</p>
<p>3º Não somos vítimas de sorte ou azar, de bons ou maus pais, de ter ou não emprego, de ter bons ou maus relacionamentos, de ter filhos mais ou menos difíceis. Tudo o que nos rodeia é um espelho da relação que temos connosco próprios. Cada um irá ou não aproveitar os espelhos para corrigir em si os seus próprios desequilíbrios.</p>
<p>4º Responsabiliza-te pela tua cura. A cura não se faz numa sessão ou com um livro. Ela é a viagem da nossa vida, implica trabalho permanente a nível fisico, mental, emocional e espiritual. Implica respeitar os ciclos da vida, tanto naturais como astrológicos e numerológicos. Implica ir fluindo com a vida fazendo do nosso equilíbrio interior, uma prioridade. Cada um irá ser capaz de aplicar esta visão ou não.</p>
<p>5º Não controlamos seja o que for. Apenas temos o poder de responder aos eventos da vida e de colocar em acção determinadas forças. Não controlamos o impacto que elas irão ter ou a que nos irão chegar. Saber isto ajuda-nos a desactivar a ansiedade e os medos e a aprender a confiar no movimento inteligente das energias. Cada um irá manter ou não esta consciência e fará ou não este trabalho.</p>
<p>6º Temos TUDO dentro de nós. &#8220;sou insegura, não tenho auto-estima, estou presa no medo&#8221; estas e outras são afirmações falsas que acreditamos erradamente. Cada um de nós traz TODAS as energias embora obviamente, desequilibradas que por isso precisam de novos movimentos nossos para se poderem equilibrar. O medo precisa de coragem. O pânico precisa de fé. A tristeza precisa de alegria. A raiva precisa de criatividade. A frieza precisa de amor, etc. Cada um irá ou não responsabilizar-se pelos novos movimentos que contrariem os velhos excessos ou faltas.</p>
<p>7º O amor é um estado de SER e não um estado de ter. São muito poucos os que já perceberam o conceito de amor próprio. A maioria tem apenas noção de amor em termos românticos a dois e por isso a rejeição, abandono, solidão, violência, cobrança e julgamento abundam dentro das relações. Antes de chegarmos ao outro temos que fazer a nossa parte para que depois então não haja nem submissão nem exigência. Cada um irá ou não fazer este resgate de amor próprio.</p>
<p>8º Adivinhação e futurismo&#8230;. Sim ainda há quem pague, e muito, para ouvir alguém que lhes dizer quando vão casar, ter filhos, ser promovidos, etc. Pior do que viverem enganados é viverem inconscientes do poder que têm de mudar as suas vidas. Cada um irá lá fora investir o seu tempo e dinheiro onde bem entende.</p>
<p>Poderia dar infinitos exemplos de como podemos cair no erro de achar que uma consulta pode &#8220;curar&#8221; seja o que for. O trabalho de crescimento interior e desenvolvimento pessoal é e será sempre um trabalho interno, pessoal, individual que terá quando assim o entendermos, a ajuda de um facilitador, terapeuta ou simplesmente um agente de transformação disfarçado que nos irá empurrar para o nosso equilíbrio. É o trabalho de uma vida inteira que se vai fazendo com muita humildade, responsabilidade e amor próprio.</p>
<p>Todo o meu trabalho tem como base a responsabilidade que cada um tem pela sua existência, pelo estado da sua energia, pelas energias que traz do passado e como aceder ao potencial a que se propôs.<br />
Foi inspirada por estes princípios que mudei a minha vida e encontrei o trilho da minha existência e logo são estes mesmos principios que acredito irão fazer magia na vida de quem os aplicar.<br />
Tenho perfeita consciência que há infinitos caminhos para a luz e que o primeiro passo tem que acontecer dentro de nós. Não pretendo por isso indicar caminhos, apenas ajudar quem se perdeu a voltar ao seu.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/geralt-9301/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4153925">Gerd Altmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4153925">Pixabay</a></p>
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		<title>Será que eu me amo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 08:31:15 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A gratidão e as afirmações positivas nem sempre são fáceis de sentir e aplicar.<br />
Para uma mente que está habituada a ser negativa, agradecer o que nos rodeia ou sermos capazes de afirmar que somos maravilhosos e perfeitos e nos amamos incondicionalmente, é um esforço imenso que faz muitos inclusive sentirem-se ridículos. Somos nós que temos que inverter esta visão distorcida dentro de nós, aprender a validar a energia do amor de maneira a que um dia sejamos capazes de dizer; Ridículo é o medo!</p>
<p>Torna-se mais fácil de entender esta dinâmica se percebermos que estamos a falar de duas energias opostas, cada uma delas com uma agenda própria.</p>
<p>&#8211; A voz da mente, normalmente dominada pelo nosso ego, é a voz do medo, é a voz do pessimismo e da negatividade. É a voz que antecipa desfechos catastróficos, que prevê desastres e acidentes, que tudo faz para nos manter ilusoriamente protegidos de um mundo que na sua visão, é caótico e cheio de gente má.</p>
<p>&#8211; A voz da alma é a expressão do amor e é deste canal que somos capazes de sentir empatia, amor próprio, tolerância e aceitação. É no coração que nasce a esperança e a fé de que tudo o que chega a nós tem um propósito superior e inteligente. O coração é então a voz da humildade mas também da coragem, da liberdade e do equilíbrio.</p>
<p>Enquanto a energia do amor não estiver enraizada numa verdade maior, numa consciência de Cosmos Inteligente, a energia do medo supera-a e usa a nossa mente para fazê-lo. Por isso hoje em dia, todos somos testemunhas diárias dos tantos que pregam a luz e o amor mas que emocionalmente ainda estão presos a vidas, rotinas e relacionamentos condicionados pelo medo.</p>
<p>A expressão livre do amor só é conseguida depois de superado o desafio do medo. E todos temos na nossa vida infinitas oportunidades de identificar e superar os nossos medos pessoais. É a enfrentar o medo que nasce a verdadeira e pura energia do amor numa oitava acima. Até sermos capazes de o superar, ele é apenas um pobre conceito mental que nos ilude a nós próprios.</p>
<p>Deixo algumas perguntas que servirão para sentires onde ainda há medo:</p>
<p>Sentes resistência em acreditar que és uma pessoa maravilhosa e imperfeitamente perfeita?</p>
<p>Acreditas que és uma representante cósmica de potenciais extraordinários?</p>
<p>Consegues-te aceitar a abundância em forma de dinheiro, presentes, ajuda e amor e recebê-los em estado de merecimento?</p>
<p>Já és capaz de rejeitar o que sabes não ter qualidade, com a convicção de mereces melhor?</p>
<p>Festejas em alegria e gratidão a pessoa que és e a vida que escolheste?</p>
<p>Usas a tua energia, coragem e iniciativa para materializares os teus sonhos?</p>
<p>Mostras transparentemente a tua verdade? a tua sombra e a tua luz sem resistência?</p>
<p>Consegues afirmação com convicção?; &#8220;Eu aceito-me exactamente como sou, tanto as minhas incapacidades como potenciais!&#8221;</p>
<p>Já agradeceste os desafios que te permitem evoluir?</p>
<p>Se ainda há resistência, ainda há medo. É a voz do amor que tem que expor as ilusões do medo. O amor só por si, sem integração do medo, é ilusão. Descobre então onde está o medo, como é que ele se veste, como é que ele te fala, como é que ele te provoca e diz-lhe de frente;</p>
<p>Eu não tenho medo de ti pois o Amor é muito mais poderoso do que tu!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/kranich17-11197573/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5190672">Kranich17</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5190672">Pixabay</a></p>
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		<title>Muda a tua história mudando a tua energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jul 2017 13:30:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estado de solidão e carência é resultado da falta de validação pessoal e amor próprio e torna-se ainda mais doloroso quando ainda esperamos que seja curado ou preenchido de fora para dentro. Quando estamos vazios acreditamos que nada merecemos, somos incapazes de fazer boas escolhas, aceitamos o que não tem qualidade e permitimos todo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de solidão e carência é resultado da falta de validação pessoal e amor próprio e torna-se ainda mais doloroso quando ainda esperamos que seja curado ou preenchido de fora para dentro. Quando estamos vazios acreditamos que nada merecemos, somos incapazes de fazer boas escolhas, aceitamos o que não tem qualidade e permitimos todo o tipo de abusos.<br />
Infelizmente a maior parte vive inconsciente do seu próprio estado e por isso só mesmo através das experiências da vida vamos percebendo o que funciona e o que não funciona. Se estamos ou não no bom caminho.<br />
Quem nos rodeia e o que a nós chega vai aos poucos contando a história, mostrando em que estado real está a nossa energia.</p>
<p>Quando estamos em estado de carência, ainda acreditando que virá alimento de fonte externa, todo o nosso foco está fora num qualquer exagero que apenas serve de compensação do vazio.<br />
Ou está na comida como fonte de alimento emocional, ou está nos filhos como fonte de amor, ou está numa qualquer relação como fonte de segurança, ou está num emprego como fonte de estabilidade, ou está nos amigos como fonte de aceitação e apoio, ou está nas compras e no dinheiro como fonte de valor pessoal e muitos outros exemplos que poderia dar aqui. Atenção, nada de errado em ter tudo isto. Aliás, tudo o que está fora é essencial a uma viagem maravilhosa que vem colorir as várias áreas de vida que viemos experienciar.<br />
A questão está apenas na maneira como o experienciamos e na direcção em que a energia circula.</p>
<p>Ainda temos a tendência de ir buscar fora o que acreditamos precisar dentro, quando na verdade a energia trabalha ao contrário; primeiro reconhecemos, validamos e sentimos dentro para que depois se manifeste ou materialize fora.</p>
<p>Mesmo em rotinas algo idênticas e tão facilmente nos iludimos com quem connosco se cruza, é muito diferente a experiência interna de alguém que vive vazio e em carência e de alguém que vibra já em amor e se sente preenchido.</p>
<p>Há pouco tempo uma mãe desabafava comigo que todos os dias no carro depois do trabalho, sentia uma imensa vontade de chegar a casa e de dar um enorme abraço ao seu filho de 3 anos. À parte do imenso e incondicional amor que todos temos pelos nossos filhos eu deixo a pergunta;</p>
<p><em>&#8211; Escondida no seu inconsciente, sentes que esta mãe tem na verdade a intenção de ir DAR energia ao filho ou de ir BUSCAR energia ao filho?<br />
</em><br />
Estamos a falar de uma mulher que se sente vazia e numa rotina sem sentido, a viver um relacionamento sem qualidade, presa a um emprego que não gosta e veio para uma consulta em busca de entender porque dá o seu melhor em tudo e se sente cada vez pior, mais vazia e mais perdida.</p>
<p>À parte de todas as questões práticas e externas que obviamente ela terá que enfrentar para equilibrar a sua vida, como mudar a sua rotina, investir numa nova profissão ou trabalho mais preenchedor e decidir como pretende resolver a sua questão relacional, o grande e maior problema desta mulher esconde-se na maneira como ela gere a sua energia. Esconde-se na raiz da sua própria árvore na sua incapacidade de auto-sustento emocional e por isso tudo lá fora é uma expressão da sua própria falta de energia.<br />
Ficou algo chocada embora tenha reconhecido, quando lhe fiz ver que a única fonte de energia do momento era o filho que apenas com 3 anos estava a ter a responsabilidade de dar energia à mãe.</p>
<p>É importante percebermos que este mundo energético e emocional é invisível para nós e logo algo inconsciente para a maioria.<br />
Esta mulher não tinha qualquer consciência do que estava a a acontecer a nível energético.<br />
Neste dia esta mãe percebeu a cura que teria que fazer dentro de si para que conseguisse restaurar a sua energia e ser a mãe que todas queremos ser; a verdadeira fonte de amor, principalmente para uma criança de 3 anos que ainda precisa de sentir esse suporte e é ainda incapaz de autonomia emocional.</p>
<p>É neste acordar, é nesta tomada de consciência que temos o poder de direcionar as nossas energias que passamos então a usá-las inteligente e conscientemente.<br />
Quando reconhecermos o poder que temos de nos valorizarmos e amarmos a nós próprios e passamos a fazer escolhas que o expressem, aprendemos a manifestar a nossa energia de dentro para fora. Aprendemos a valorizar essa mesma energia, a sentir verdadeiro amor e carinho por ela e logo aprendemos a investi-la correctamente.</p>
<p>Por exemplo; se já temos consciência que temos um dom maravilhoso para lidar com crianças, que é com elas que nos sentimos &#8220;em casa&#8221;, que temos uma paciência e tolerância com elas que a maioria não tem, que somos capazes de uma empatia enorme com elas, que elas são o palco perfeito onde a nossa energia flui e aumenta, seria uma má escolha, um desperdício de energia e uma traição ao que nos faz sentido(sentir) esta alma investir por exemplo numa carreira na banca, certo?<br />
Claro que o podemos fazer mas a energia nunca irá fluir naquele ambiente austero e frio da mesma maneira que iria fluir onde temos o coração aberto e a alma feliz.</p>
<p>Quando lemos que somos responsáveis pela nossa energia, há que depois então manifestar essa responsabilidade nas nossas escolhas, sejam elas profissionais como o exemplo acima, sejam elas relacionais, de comida, livros, amigos, tempos livres, etc.</p>
<p>Há muitas maneiras de estudarmos a nossa energia. Nunca antes tivemos tantas ferramentas disponíveis para percebermos quem somos, o que trazemos das vidas passadas, e qual o nosso propósito pois só dessa consciência iremos perceber que padrões negativos ainda vivemos a alimentar impedindo-nos de atingir a nossa abundância.</p>
<p>Deixo-te com uma pequena ferramenta para que possas ir começando o teu processo interno;<br />
&#8211; O nosso discurso revela muitos segredos acerca do funcionamento da nossa energia. Ou seja; Que lógica teria ansiarmos por água e pedirmos água aos outros se temos a nossa garrafa cheia?</p>
<p>Se no teu discurso predominam os outros, a vida dos outros, o que os outros fizeram, disseram, deveriam ter feito ou deveriam ser, se há ainda muito tema e densidade emocional em volta de acontecimentos passados ou mesmo presentes menos felizes, é sinal de que ainda não há responsabilização pelos mesmos e ainda se escondem dependências na forma de crenças de que caso os outros mudassem, a tua vida seria mais feliz.</p>
<p>Se o teu discurso gira à volta de ti e das tuas necessidades, dos investimentos e escolhas que queres fazer, de como queres elevar a tua energia, do que precisas fazer para te sentires bem, da responsabilidade que tens pelo que atrais, de como podes harmonizar as necessidades de quem amas com as tuas próprias, acredito que já estarás no bom caminho.</p>
<p>A nossa cura só pode acontecer de acordo com a consciência que temos do nosso estado. Primeiro precisamos reconhecer que não estamos bem, que não estamos felizes, que as escolhas que fizemos não trouxeram bons resultados, que a nossa rotina é vazia de energia e sentido.<br />
Só desta tomada de consciência virão então as oportunidades de mudar de rumo. A todos os que se atreveram um dia olhar para o espelho e ouvir a alma e resolveram tomar uma atitude, o meu aplauso pela coragem de pedir ajuda e acreditarem que merecem melhor.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p><a href="https://veraluz.pt/informacoes/" target="_blank" rel="noopener">Mais informações aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/stocksnap-894430/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=923882">StockSnap</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=923882">Pixabay</a></p>
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		<title>Fecha os olhos e Ama-te!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Apr 2017 10:05:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos são os sinais que revelam falta de amor próprio. Timidez, medo, pensamentos ilusórios, falsos e negativos, falta de assertividade e coragem, crença de desvalorização, incapacidade de ser, fazer, sentir ou conseguir, excesso de influência dos outros, agressividade, frieza e arrogância, sentimento de inferioridade e muitas outras atitudes que revelam como o ser humano vive [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos são os sinais que revelam falta de amor próprio.</p>
<p>Timidez, medo, pensamentos ilusórios, falsos e negativos, falta de assertividade e coragem, crença de desvalorização, incapacidade de ser, fazer, sentir ou conseguir, excesso de influência dos outros, agressividade, frieza e arrogância, sentimento de inferioridade e muitas outras atitudes que revelam como o ser humano vive desconectado da sua fonte de amor próprio, luz e valorização pessoal.<br />
A falta de amor próprio não se deve propriamente aos pais que atraímos, à falta de amor que recebemos na infância, às brigas com os irmãos, àquela professora ou colega da escola que insistia em embirrar connosco, à falta de dinheiro ou reconhecimento ou ao marido ou mulher que não demonstra amor como gostaríamos.<br />
A falta de amor próprio deve-se à nossa incapacidade de sentir e resgatar o amor dentro de nós próprios, POR nós próprios. Deve-se à baixa ou mesmo ausente noção do nosso valor e dos potenciais únicos que só nós carregamos. Deve-se a uma auto-imagem distorcida que apenas vê o nosso pior e que não se acredita merecedor de algo melhor.</p>
<p>Enquanto não activarmos esta fonte de amor interna, uma deprimente ladainha canta no fundo da nossa mente;<br />
“eu não sou capaz, eu nunca consigo, eu não mereço, eu não posso, eu não&#8230;.., é difícil, é impossível, eu não, eu nunca&#8230;”<br />
Os outros, o exterior, os eventos e comentários que atraímos e de que somos alvo, são apenas hologramas externos dessa energia interna, macro cenários desse nosso micro dilema, agulhas de acupunctura que vêm activar o trabalho interno que ainda não fizemos.</p>
<p>Em Astrologia este tema da valorização pessoal e do amor próprio é representado pelo Planeta Vénus e pela energia de Touro que simboliza os nossos valores tanto interiores como, por correspondência, exteriores.<br />
Dependendo da posição dos Planetas e aspectos que eles fazem uns aos outros, eles irão facilitar ou complicar a nossa relação com o nosso valor, seja a exagerá-lo, a distorcê-lo ou a diminuí-lo.<br />
Por exemplo, uma pessoa com fraca auto-imagem, baixo amor próprio e pobre sensação de valor pessoal, pode estar rodeada de familiares e amigos que a enchem de afecto, incentivo e entusiasmo pela pessoa maravilhosa que ela é.<br />
Mas dentro dela, ela não só não o sente como suspeita da veracidade das pessoas que lhe fazem chegar esses comentários. Como se costuma dizer, entram por um ouvido e saem pelo outro&#8230; e porquê?<br />
Porque nada dentro dela faz ressonância com o que ouviu. Porque aquelas qualidades ou aqueles valores ainda não foram reconhecidos ou sequer aceites pela própria pessoa. Os outros são “activadores” do trabalho ainda por fazer, mas terá que ser o próprio a dar inicio a essa viagem e a acender a sua própria luz.</p>
<p>Só depois dessa energia ser validada dentro de nós mesmos, é que podemos aceitar e concordar com a imagem maravilhosa que alguém tem de nós.<br />
Mas até chegarmos aí a caminhada é longa&#8230;<br />
O que faz afinal uma pessoa perder a noção de quem é e da sua valorização?<br />
Eu acredito que é o excesso de distracção exterior que aos poucos nos vai fazendo esquecer quem somos e desligando a nossa própria capacidade de auto-análise e valorização pessoal. Ficamos assim, robótica e totalmente à mercê do que o outro diz ou pensa de nós. É um padrão como tantos outros e que pode durar vidas seguidas.<br />
Mais cedo ou mais tarde, depois de experienciar essa ausência de identidade ou consciência própria e de força interior, a Alma irá propor-se ao resgate da mesma.</p>
<p>Talvez o que provoque mais estrago no processo de resgate da nossa valorização pessoal seja o da comparação que insistentemente fazemos e permitimos que façam connosco.<br />
A comparação é talvez a primeira observação de que somos alvo desde o momento em que nascemos.<br />
É igual ao pai, tem as mãos da mãe, é simpático como o irmão e franze o os olhos como o avô.<br />
Depois de esgotado o reportório em casa e na família, das milhares de comparações possíveis, eis que se abre uma nova porta; a da escola. E volta mais uma vez a eterna comparação mas agora perante o mundo, desconhecidos, que a única coisa que têm em comum connosco, numa primeira fase, é o ano em que nasceram e a escola onde andam.<br />
Só mais tarde nos iremos agrupar de acordo com interesses comuns. Durante estes primeiros 20 anos, em que estamos em plena descoberta da nossa identidade, e dependendo da nossa energia mais ou menos vulnerável e sensível à questão da comparação e do valor próprio, vamos sentir o desafio social dos estereótipos, tão fortes na fase da adolescência, mas que não raras vezes se estendem por toda a fase adulta. Nesta primeira fase de vida a identidade é ainda muito vivida ao nível do ego, do exterior, da imagem e é de tal maneira forte que quem não seguir certos códigos, arrisca-se a uma rejeição colectiva. Escusado será dizer que o maior perigo desta fase é a desconexão com o que o ser humano tem de mais valioso; a sua essência.<br />
Por essência refiro-me ao que somos e logo ao que gostamos ou não gostamos. Ao que nos faz sentido e ao que não faz sentido. Ao que nos é confortável e ao que não é. Ao que nos é querido e ao que temos resistência. Ao que nos valoriza e ao que nos desgasta. Nos primeiros anos estas referências tendem a vir de fora. Só mais tarde iremos então arrumar a casa dentro e resgatar o que, entretanto, abafámos.</p>
<p>Seja em que idade for, o fenómeno dos espelhos lembra-nos que os outros não existem para nos definir ou contribuir de maneira nenhuma para a nossa felicidade. Os outros existem para nos espelhar o que em nós ainda é sombra ou potencial. Quanto mais cedo conseguirmos descobrir isto, melhor!<br />
Há espelhos que nos vêm chocar com energias densas e negativas que vivem algures negadas em nós e que jamais acreditámos poderem viver dentro de nós. Pelo contrário também nos chegam o que temos de melhor mas que infelizmente, tal como as negativas, vivem tão negadas ou inconscientes como a confiança, a coragem, o atrevimento, a assertividade, a determinação e outras tantas de que somos capazes mas que ainda se consciencializaram dentro de nós.<br />
Logo, quando comparamos ou nos permitimos ser vítimas de comparação, perdemos o foco com o processo do espelho, saímos do centro da nossa essência e passámos a estar identificados com uma qualquer referência externa de algo ou alguém que, nada sabe de nós e que nada tem a ver com a nossa essência.</p>
<p>Vamos usar o exemplo de dois irmãos completamente diferentes.<br />
Um é sensível, intuitivo, reservado, profundo, algo aéreo e fechado.<br />
O outro é desportista, transparente, leve, focado, práctico e aberto.<br />
O primeiro é Yin o segundo é Yang.<br />
O primeiro pode cair no risco de ficar preso na sua própria profundidade e assim dramatizar demais as situações e a controlar demais as suas emoções, afundar-se na sua eterna busca de significado por não ter o sentido práctico e leveza do irmão de viver de uma maneira mais simples e leve.<br />
O segundo pode cair no risco de agir sem sensibilidade, ficar preso no que está fora, no corpo, no exterior, na sua auto-exigência e dar por ele a controlar demais a vida e os eventos. Este precisa desacelerar, relembrar que a vida não são só resultados externos. Que há uma sabedoria universal e profundidade intuitiva que nos permite encontrar o significado da vida de maneira viver em equilíbrio.</p>
<p>Resumindo e analisando superficialmente, são ou não os dois irmãos dois lados diferentes da mesma moeda? São ou não os dois complementares? Têm ou não têm os dois características maravilhosas que qualquer um gostaria de conseguir em si próprio?<br />
Sabendo que existe o outro lado da moeda, e que são precisos dois lados para ela ser completa, é ou não cada um deles algo incompleto até começar a desenvolver as características do outro? E não será por isso mesmo que o outro está ali como irmão?<br />
E não é afinal encontrar o equilíbrio o propósito da vida?<br />
Eu acredito que sim!</p>
<p>Neste sentido e com esta intenção, a comparação torna-se então construtiva para ajudarmos o outro no resgate do que lhe falta com o objectivo de o tornar completo.<br />
E tal como os nossos irmãos, todos temos nas nossas vidas esses espelhos maravilhosos que devem ser vistos como exemplos do que temos a desenvolver e não como bitolas do que não ainda não somos ou julgamento superficiais do que os outros deveriam ser.<br />
Até porque não existe ninguém que represente o equilíbrio entre todas as emoções. Todos sem excepção estamos em busca de algo que nos falta. A Astrologia mostra bem que energias são essas e em que áreas de vida elas se encontram.<br />
Por ser ainda tão automática em nós e longe de percebermos a gravidade de tal acto, comparar é algo que fazemos milhares de vezes por dia.</p>
<p>A comparação nua e crua é um julgamento disfarçado, uma tentativa discreta de manipular o outro no sentido de fazê-lo acreditar que ele como é não serve, é inferior e que deveria ser outra pessoa ao invés de ser ele próprio.<br />
Embora as intenções de quem compara nem sempre sejam más ou destrutivas, o que é certo é que o efeito final é sempre negativo se não temos o cuidado de explicar que o propósito é apenas o de ajudar a pessoa a inspirar-se, não na pessoa A ou B mas sim na característica que ela representa e que pode ser aproveitada.</p>
<p>A partir do momento em que acordamos para este fenómeno. Quando finalmente percebemos que já somos maravilhosos como somos, que somos perfeitamente imperfeitos tal como somos e estamos conscientes e em paz com a pessoa que JÁ somos, podemos então dar inicio a essa maravilhosa viagem que é afinal a Vida.<br />
Nuns encontros vamos-nos inspirar em quem já não queremos ser, partes de nós de um passado longínquo que já não nos servem na viagem rumo ao amor.<br />
Noutros vamos aprender a personificar novas energias que estavam adormecidas em nós e que por vezes por serem tão poderosas e maravilhosas, achávamos-nos incapazes de tal.</p>
<p>Lembra por isso que o que quer que já tenha entrado na tua realidade, já foi atraído por ti e como tal existe já em ti!<br />
Como diz o ditado antigo; “De médico e de louco todos temos um pouco”. E não é a vivência dos opostos que nos torna maravilhosos? Deixemos então de lado a comparação que trás sempre uma conotação negativa e passemos a chamar-lhe inspiração que é afinal o que nos ajuda a despertar todas as partes que vivem em nós.</p>
<p>Bem Hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/silviarita-3142410/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3141766">silviarita</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3141766">Pixabay</a></p>
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