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	<title>ilusão &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>A Vida, pesa-te?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 13:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[consciência]]></category>
		<category><![CDATA[ilusão]]></category>
		<category><![CDATA[karma]]></category>
		<category><![CDATA[maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[reencarnação]]></category>
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					<description><![CDATA[Porque a vida parece mais leve para uns do que para outros?  Porque certas pessoas sofrem coisas imagináveis para outras? Porque há tanta gente má no mundo? Porque pessoas boas, passam por sofrimento enquanto que os maus parecem passar impunes? A resposta para todas as questões é; A Lei do Karma. Não o Karma como [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Porque a vida parece mais leve para uns do que para outros? </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Porque certas pessoas sofrem coisas imagináveis para outras?</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Porque há tanta gente má no mundo?</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Porque pessoas boas, passam por sofrimento enquanto que os maus parecem passar impunes?</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A resposta para todas as questões é; A Lei do Karma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não o Karma como termo com conotação negativa de castigo, azar ou injustiça, mas sim Karma como Lei da Vida, como dívida karmica, como consequência de acções passadas, como consciência das leis da vida e da inteligência Divina, como responsabilidade pessoal e capacidade de transformação e cura, como oportunidade de libertação de velhos padrões e ascensão a patamares superiores de experiência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a Lei do Karma, também chamada a Lei do Retorno, também chamada a Roda do Karma, também chamada a justiça divina, toda a ação gera reação de igual qualidade e intensidade. A Lei é neutra, não premeia, não castiga, não julga se são escolhas boas ou más, ela simplesmente devolve na mesma moeda. O nosso poder reside apenas em escolher o que queremos plantar e logo o fruto aparecerá.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, sejam escolhas positivas ou negativas, plantemos batatas ou morangos, paz ou tempestades, tudo o que vai, volta, tal como um boomerang retorna intacto ao lançador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por estarmos condicionados pela realidade tridimensional do tempo e do espaço, esses retornos são certos, mas não são imediatos nem óbvios, principalmente para quem não sabe ler sinais ou conhece a Lei do Karma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, o que colocamos em movimento volta sempre, embora como já vimos, condicionado pela diversidade de circunstâncias, distorcido no espaço e atrasado no tempo. Ou seja, o Universo irá decidir quais as melhores circunstâncias, pessoas, tempo e local para o boomerang retornar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo: Hoje no trabalho, eu dei com muito carinho uma maçã a alguém, algures num tempo futuro, noutro espaço e circunstâncias, serei alvo da generosidade e carinho de alguém que me dará algo igual ou equivalente a uma maçã.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O mesmo funciona com energias mais pesadas, por exemplo: eu hoje perdi o controle e gritei e bati em alguém. Algures, num outro tempo e espaço, serei alvo da violência verbal e física de alguém. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não interessa se somos maus e demos a maçã com má intenção ou se somos bons e apenas perdemos o controle quando batemos em alguém. mais cedo ou mais tarde, iremos ter a oportunidade de sentir o que o outro sentiu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta Lei nada tem a ver com castigo mas sim e mais com auto-conhecimento, com responsabilidade, com o respeito pelo princípio de causa-efeito. É um princípio cósmico que faça ou não sentido, gostemos dele ou não, acreditemos nele ou não, ele funciona sempre, 24h por dia a vida inteira, acompanhando-nos inclusive, de vida para vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, a nossa vida e tudo o que a ela chega, logo desde o nascimento, na forma de pessoas, eventos e circunstâncias, paixões e aversões, prazeres e frustrações, desde a presença/ausência e vibração dos pais, familiares, colegas de escola, professores, relacionamentos, profissão, filhos, etc, tudo está ligado ao nosso Karma pessoal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa vida é o palco preparado antes do nascimento para que as aprendizagens da vida presente possam acontecer com as pessoas certas, no tempo certo, da forma certa. à nossa volta estará sempre a oportunidade de repetir os velhos padrões e repetir o Karma, ou de reconhecê-lo e alterá-lo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso a consciência do nosso Karma, o papel dos nossos pais e das pessoas que fazem parte da nossa história, é essencial à libertação do Karma. não nos livramos dele apenas com limpezas e rituais mas sim com transformação dos velhos padrões em novos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo e todos os que aparecem ou entram na nossa vida, estão dentro da nossa roda, fazem parte da nossa história Karmica, com quem temos ligações e acordos espirituais e que aparecem como consequência de acções passadas que só agora encontram a oportunidade, o tempo, o espaço e as circunstâncias certas para serem reconhecidos, processadas e aceites.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que quer dizer reconhecidos, processadas e aceites?</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Quer dizer que, através do outro, teremos a oportunidade de ver o que em nós está inconsciente, as velhas escolhas e sementes que já não lembramos. Que através do outro, somos convidados a rever e pagar o preço das velhas escolhas. Que teremos a oportunidade de aceitar a proposta de transformação e cura encontrando novas escolhas, plantando novas sementes.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, se na vida passada fomos ladrões, a roda do Karma irá devolver aquele passado à nossa vida presente, tornando-nos vítimas de roubo. Com que intenção? </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Primeiro para pagar o preço da velha escolha. Segundo, para fechar o ciclo da roda Karmica, terceiro, para aproveitar a oportunidade de manter o velho padrão ou alterá-lo e criar um novo mais leve e mais saudável.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Como podemos perceber, a régua de possibilidades de “boas e más” escolhas e acções disponíveis ao ser humano é infinita. Aliás, basta olharmos para o mundo ou para as notícias e percebemos bem a roda do karma observando estes dois movimentos; o que cada pessoa está a plantar / o que cada pessoa está a colher.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em cada escolha que fazemos, estamos a abrir precedentes, saibamos ou não, estamos a predefinir eventos futuros dos quais não poderemos fugir ou evitar pois a Lei, tal como o boomerang, volta sempre à fonte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Lei do Karma não tem a ver com intenções, forma comum com que o nosso ego insiste em desculpar as suas acções. Há pessoas a fazer más escolhas com a melhor das intenções e pessoas que acreditam estar a fazer boas escolhas sem consciência da má intenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, nas escolhas de hoje e em tudo o que envolve uma escolha (o plano mental, emocional, físico e espiritual), prevemos o futuro. No que colhemos hoje, percebemos o passado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O peso da roda do karma acontece precisamente quando não conhecemos a lei e nos aprisionamos à repetição de velhos padrões, coisa muito fácil de acontecer quando vivemos ignorantes da força e presença dessas Leis e rejeitamos a ideia de que a dor que recebemos fomos nós próprios que a criámos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais um exemplo: em vidas passadas fomos violentos. Na vida presente a Lei do Karma irá condicionar-nos a nascer numa família onde a violência está presente para que possamos reconhecer o velho padrão que iniciamos no passado, processar os efeitos dessas escolhas e aceitar a responsabilidade pessoal sobre esse Karma; repetimos ou mudamos? </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Temos então sempre duas hipóteses perante essa família: </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; ou fazemos o trabalho de consciência que a lei do Karma exige, de cura e transformação do velho padrão de violência pessoal que vemos espelhado nos familiares e aprendemos a responder numa energia mais leve e amorosa capaz de nos libertar do velho padrão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; ou mantemos a inconsciência do padrão pessoal, projetamos a culpa no outro, procuramos fugir e evitar violência a qualquer custo, não fazemos trabalho de cura e transformação, ficamos presos na roda do Karma, atraindo novas pessoas e circunstâncias pela vida fora que irão repetir o velho padrão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Voltando às perguntas iniciais; porque a vida pesa mais a uns do que a outros?</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Não porque uns merecem e outros não.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não porque uns têm sorte e outros azar. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Não porque para uns há justiça e para outros não.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Mas sim porque uns conseguem reconhecer, transmutar e libertar o seu Karma e outros recusam-se a reconhecer as Leis da Vida, recusam-se a ver que estão presos a uma roda de sofrimento que eles próprios criaram, continuam a projetar culpa em tudo e em todos, a verem-se vítimas da vida, incapazes de se libertar da sua prisão pessoal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta ignorância em que vivemos sobre as leis da vida é a grande responsável pelas prisões Karmicas que vejo na vida das pessoas que por mim passam. Foi a responsável pelo meu próprio sofrimento nos primeiros anos da minha vida e por isso hoje sei, que só através da humildade, do conhecimento e da consciência do nosso karma pessoal, estamos habilitados a reconhecê-lo e a libertá-lo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso se sentes que a vida te pesa, seja qual for o teu peso, lembra-te que não és vítima de azares, nem de nada nem de ninguém. Que a palavra injustiça não existe na máquina cósmica inteligente. Que todo o peso que carregas é apenas o teu pois a justiça divina não permitiria que carregássemos o que não é nosso. Descobre sim como esse peso foi gerado no passado e como te propuseste aliviá-lo nesta vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se queres perceber melhor as tuas relações, a tua pessoa, os teus desafios passados e oportunidades presentes, a tua história Karmica, a tua missão, o teu momento actual, envia email para veraluz@veraluz.pt ou ou encaminha para alguém que precise de ajuda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais informações consulta</span><a href="https://linktr.ee/veraluz_?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTAAYnJpZBExWHdGNW9XT2plamRGTnZuNgEepmyZWhE7nKP3e8PMTQ6PKYq3tsOULVWQYFZqvjASll1RLPfz0x9rqBsGy9Q_aem_giatWykZVrrIvVuotwzkeg"> <span style="font-weight: 400;">https://linktr.ee/veraluz_</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bem hajas e até já!</span></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/veraluzterapias?__cft__[0]=AZWMpObfw2RBPIpVQKU64LhBefdsRD43r32MCp88gwo20ah449mCp-Y59y1UM6ccKAZT6p-z1kk3AKchZVDl-R6CDjt-IVPgOtul_RikCT6dDL5dri8IZ1poxE_ybwkYOku6INV6QSuLNYN750AHbXXaEv2qkHQSLpraNtLseAaFoGueRMXXUA-OGq1qhTK8vMoKeg3_gVyaaVCknp3M_R82&amp;__tn__=-]K-R"><span style="font-weight: 400;">Vera Luz</span></a></p>
<p>Image by <a href="https://pixabay.com/users/kalhh-86169/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=379370">kalhh</a> from <a href="https://pixabay.com//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=379370">Pixabay</a></p>
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		<title>Janeiro, mês Mundial da Religião &#x1f319;</title>
		<link>https://veraluz.pt/dia-21-de-janeiro-dia-mundial-da-religiao-%f0%9f%8c%99/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2023 12:17:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[espiritual]]></category>
		<category><![CDATA[ilusão]]></category>
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					<description><![CDATA[Religião ou Espiritualidade? O que é o Caminho Certo e o que é o Caminho errado? Desde sempre o homem caiu na tentação de procurar respostas fora, de ser orientado por referências externas de certo e errado na forma de regras, leis, opiniões, cultura, religião, educação, tradições, família, etc. para ser aceite e sentir-se parte [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Religião ou Espiritualidade?</p>
<p>O que é o Caminho Certo e o que é o Caminho errado?</p>
<p>Desde sempre o homem caiu na tentação de procurar respostas fora, de ser orientado por referências externas de certo e errado na forma de regras, leis, opiniões, cultura, religião, educação, tradições, família, etc. para ser aceite e sentir-se parte do grupo, pagando o preço muitas vezes da sua anulação pessoal.</p>
<p>Desde sempre também que o homem que ignorasse o exterior, fosse autónomo e mostrasse seguir a sua vontade pessoal, respeitasse a sua bússola interna, seguisse a sua verdade ou a sua própria referência de certo e errado, quase sempre se deu mal, era excluído, rejeitado e não raras vezes, morto a defender a sua liberdade e verdade pessoal.</p>
<p>Como é óbvio não existe caminho errado ou certo a não ser o que nós internamente decidimos como tal a cada momento e que jamais poderá ser uma referência externa. Por exemplo;</p>
<p>Se nascemos para aprender sobre coragem e independência, ceder por medo ao outro, trai o nosso propósito.<br />
Se nascemos para aprender sobre esforço, disciplina e trabalho, viver dependente de alguém, trai o nosso propósito.<br />
Se nascemos para ganhar responsabilidade e maturidade, esperar que os outros nos apoiem e ajudem, trai o nosso propósito.<br />
Se nascemos para nos aceitarmos e amarmos tal como somos, esperar reconhecimento e validação dos outros, trai o nosso propósito.<br />
Se nascemos para expandir, ampliar a nossa mente e visão do mundo, manter apegos e resistir à mudança, trai o nosso propósito.<br />
Se nascemos para reconectar com Deus, para aprendermos sobre a inteligência cósmica e as leis do Universo, o ceticismo e a resistência, trai o nosso propósito.<br />
Se nascemos para amar, não amar trai o nosso propósito.<br />
Etc&#8230;Etc&#8230;Etc&#8230;</p>
<p>Ambas as necessidades, tanto de seguir e pertencer a um rebanho como a da liberdade e transformação da Ovelha Negra, fazem parte do ser humano. Gerir as duas é que se torna por vezes muito desafiante se não soubermos internamente a lista de lições da vida presente, pois ingénua e inocentemente, podemos facilmente estar a trair o nosso propósito. Não esqueçamos que todas as escolhas que vamos fazendo, vão criando consequências com as quais teremos que lidar algures num tempo futuro, nesta ou noutra encarnação e obviamente quanto mais qualidade têm as as nossas escolhas, melhor será o fruto a colher.</p>
<p>Não é por isso surpresa nenhuma que ao fim de 20 anos a acompanhar pessoas, tenha observado que as mais religiosas, são as mais ingénuas, são as que ainda mais sofrem, são as que se sentem mais perdidas e desiludidas com a vida, estão ainda presas a crenças e verdades exteriores que na maior parte dos casos nunca foram questionadas internamente ou sequer estão alinhadas com o propósito da sua vida. É evidente então que alguém que investe no seu mundo interior, na cura das suas emoções e transformação das mesmas e na consciência da sua história e padrões pessoais e sabe muito bem escolher de acordo com as lições que precisa aprender para evoluir, está francamente mais saudável e equilibrada.</p>
<p>Por alguma razão os astrólogos foram perseguidos pois o mapa astral É uma via directa para a bússola interna, É o plano de evolução da Alma, É o nosso GPS pessoal.<br />
Quem conhece o seu mapa, os seus desafios, o seu propósito, não depende mais de referências exteriores, sejam elas familiares, políticas, sociais ou religiosas e sabemos pela história que não é do interesse dos poderes exteriores que o indivíduo desenvolva o seu poder pessoal. Obviamente que o exterior, pessoas e eventos estão sempre lá, mas já não são referência ou fonte de orientação.<br />
Quem conhece o seu mapa, percebe que a sua felicidade, alinhamento, saúde, harmonia e paz interior estão dependentes do equilíbrio entre os desafios da sua personalidade e o propósito da sua Alma e só o próprio pode gerir positiva e conscientemente essas duas necessidades.<br />
Sem a consciência do propósito da Alma, a personalidade entra em auto-gestão, passando a fazer escolhas e tomar decisões que não só não levam o equilíbrio em conta como irá criar problemas graves de ilusão, ignorância, dependências e apegos. Curiosamente, os grandes venenos do mundo dizem os Budistas há 2500 anos.</p>
<p>Acredito que as religiões mais dogmáticas e fundamentalistas, serviram o seu propósito de orientação espiritual num longo tempo de “Noite escura da Alma” da humanidade, em que o homem pouca ou nenhuma consciência da sua Luz interna e origem Divina tinha e precisava de uma qualquer referência externa. Mas sabemos bem que o hábito não faz o monge e os mesmos que prometiam a salvação e o caminho para Deus, foram os mesmos que mataram, destruíram e abusaram de quem se opusesse às suas verdades absolutas.</p>
<p>Estamos à beira de uma gigante mudança de paradigma de consciência, a espiritualidade e o desenvolvimento pessoal são hoje, na transição para a Nova Era, um movimento humanitário gigantesco cada vez maior de responsabilidade e saúde pessoal e espiritual.<br />
Temos cada vez mais seres Despertos, Conscientes e preparados para assumir a sua Responsabilidade Pessoal e Espiritual sobre si mesmos e obviamente os velhos poderes materiais e moralismos religiosos já não servem às novas e despertas almas que estão a nascer já desde há alguns anos e que vêm preparadas para fazer parte desta maravilhosa mudança.<br />
Se estás a ler este texto, és provavelmente uma delas e está na tua mão contribuir para a criação de um Mundo Novo. Os nossos descendentes irão agradecer.</p>
<p>Bem hajas e até já!<br />
Vera Luz</p>
<p><a href="https://veraluz.pt/da-religiao-para-a-espiritualidade%e2%80%8b/">Mais sobre o tema da Religião / Espiritualidade aqui:</a></p>
<p>Foto by Pexels  <a href="https://www.pexels.com/pt-br/foto/horoscopo-adivinhacao-mapa-natal-fechar-se-10780188/" target="_blank" rel="noopener">Ксения Вохминцева</a></p>
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		<title>As Teorias de Conspiração #coronavírus</title>
		<link>https://veraluz.pt/as-teorias-de-conspiracao-coronavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 16:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<category><![CDATA[propósito]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[vitimização]]></category>
		<category><![CDATA[yin-yang]]></category>
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					<description><![CDATA[Circulam por aí algumas &#8220;teorias da conspiração&#8221;, habituais em tempos difíceis. O que todas têm em comum é precisamente o medo que provocam e de se tornarem mais presentes em épocas de fragilidade humana, onde o pânico e o estado de impotência dominam. Ou seja, o perigo deste tipo de informação é desconectar-nos da nossa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="d33sm-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="d33sm-0-0"><span data-offset-key="d33sm-0-0">Circulam por aí algumas &#8220;teorias da conspiração&#8221;, habituais em tempos difíceis. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="dvsab-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="dvsab-0-0"><span data-offset-key="dvsab-0-0">O que todas têm em comum é precisamente o medo que provocam e de se tornarem mais presentes em épocas de fragilidade humana, onde o pânico e o estado de impotência dominam. Ou seja, o perigo deste tipo de informação é desconectar-nos da nossa luz, da nossa fé e da confiança que os desafios têm uma razão amorosa para acontecer, que escondem uma maravilhosa oportunidade de crescimento e que são condição essencial da evolução a que estamos sujeitos no momento presente. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="fp892-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="fp892-0-0"><span style="font-size: 14px;">Os factos e ideias de uma conspiração muitas vezes tentadoramente credíveis, fazem-nos duvidar da inteligência cósmica e empurram-nos para o polo oposto do medo e da impotência de estarmos na mão de um caos desgovernado ou da República das Bananas aproveitada e controlada por meia dúzia de mentes diabólicas que não se importam de dizimar a população a troco de estatuto e de poder financeiro.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="8ln4f-0-0">
<blockquote class="modern-quote full">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8ln4f-0-0"><span style="color: #ff6600;">Mas perguntas tu;<br />
<span style="font-size: 14px;">&#8211; O que faço quando essas ditas teorias da conspiração começam a fazer sentido?<br />
</span><span style="font-size: 14px;">&#8211; Como lido com informações que parecem ter a sua lógica ou até provas da sua veracidade?<br />
</span><span style="font-size: 14px;">&#8211; Será mesmo o povo uns ratinhos de laboratório, num esquema gigante e inimaginável que nos usa de acordo com os seus jogos perversos?</span></span></div>
</blockquote>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="2ddjq-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2ddjq-0-0"><span data-offset-key="2ddjq-0-0">Segundo o Wikipédia; </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="8dkqg-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8dkqg-0-0"><span style="font-size: 14px;">&#8220;Paranoia é um instinto ou processo de pensamento que se acredita ser fortemente influenciado pela ansiedade ou medo, muitas vezes ao ponto de delírio ou irracionalidade. O pensamento paranóico geralmente consiste na crença de que a pessoa está a ser alvo de perseguição ou de uma conspiração.&#8221;<br />
</span><span style="font-size: 14px;">&#8220;Pronoia por sua vez é um estado oposto à paranóia que nos leva a acreditar que tudo conspira a favor do indivíduo.&#8221;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="bnb5n-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bnb5n-0-0"><span style="font-size: 14px;">Claro que qualquer um dos polos em exagero está sujeito a beirar o disparate e é capaz de nos afastar do tão saudável meio termo ou Caminho do Meio, como lhe chamava Buda.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="ark8l-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ark8l-0-0"><span data-offset-key="ark8l-0-0">Se conheces o meu trabalho sabes que não há um texto, um livro ou em consulta que eu não fale sobre a dualidade da vida e sobre a busca do equilíbrio das várias formas a que estamos sujeitos no nosso dia a dia. Sobre a forma como estamos expostos aos aspectos da sombra e da Luz, como reconhecê-los nos nossos mapas natais e que só conscientes desta dualidade poderemos agir positivamente; ou seja, resistindo aos aspectos da sombra e escolhendo sempre corajosamente o caminho da Luz e do Amor.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="1c506-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1c506-0-0"><span data-offset-key="1c506-0-0">Se realmente confias na Vida, na Lei do Equilíbrio, na Intelgiência Cósmica, na Lei do Karma, num Deus de Amor, na tua Fé interna de que a Vida é Sagrada e será sempre maior do que qualquer mente humana, mantém o teu foco na Luz;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="apcf8-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="apcf8-0-0"><span data-offset-key="apcf8-0-0">Irás então ser capaz de te reconectar com a Luz e não permitir que a sombra te invada mental, emocional e espiritualmente. Confia que todos os movimento são inteligentes e geridos pelas Leis Herméticas que para quem conhece, falam de equilíbrio, justiça e amor. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="8lrnb-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8lrnb-0-0"><span data-offset-key="8lrnb-0-0">Irás conseguir sentir compaixão pelo estado de perdição dessas almas, caso existam mesmo, que vivem ainda na escuridão e as condições miseráveis em que irão viver numa futura encarnação de acordo com as escolhas egoístas, inconsequentes e desiluminadas feitas na vida presente. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="3u2re-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3u2re-0-0"><span style="font-size: 14px;">Irás resistir à visão da &#8220;injustiça&#8221;, aceitando como cada pessoa irá ser atingida de acordo com o seu plano espiritual. Umas mais no plano emocional (medo), outras mais no plano mental (controle), outras mais no plano espiritual (Fé), outras mais no plano físico (saúde ou morte). Seja qual for o impacto, ele é um alerta para um RE-equilíbrio.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="6bvs6-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="6bvs6-0-0"><span data-offset-key="6bvs6-0-0">Irás ser capaz de aceitar que um plano superior irá acelerar o plano de evolução da humanidade fazendo partir com o vírus quem chegou o seu tempo e irá provavelmente em breve reencarnar mais aberto e mais consciente, mais disponível para cumprir o seu plano de evolução espiritual e contribuir para a construção do novo mundo. Como dizia Einstein; &#8220;A cabeça que cria o problema nunca é a mesma que o resolve&#8221;. Para muitos a cura irá precisar de uma nova encarnação, de novas energias numerológicas e astrológicas.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="7k2g7-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="7k2g7-0-0"><span data-offset-key="7k2g7-0-0">Irás ser capaz de te render à ideia de que este momento, embora pareça catastrófico, esconde um imenso potencial de cura pessoal e social que pode ser bem aproveitado se tivermos com esse foco. O medo irá impedir que vejamos a jóia no meio da lama. Sê um foco de realismo positivo na tua vida mas também na vida de quem te rodeia.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="9pj90-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9pj90-0-0"><span data-offset-key="9pj90-0-0">Irás ganhar humildade e lembrar que a morte faz parte da vida, que o excesso de controle de nada vale perante a vontade superior do espírito, que cada um irá lidar com o desafio de acordo com o seu estado de consciência no momento. Como diz uma famosa frase, &#8220;Só tem medo da morte, quem ainda não aprendeu a Viver.&#8221; Que grande oportunidade estamos a ter de RE-aprender a Viver!</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="1islc-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1islc-0-0"><span data-offset-key="1islc-0-0">Irás aproveitar este momento limite de emergência e paragem extrema para olhar para dentro, para questionar a tua existência, para limpares e mudares o que já não serve, para mudar padrões e situações limitadoras, para desativares medos e reaprenderes a confiar no natural, espiritual e inteligente desenrolar da Vida. Precisamos para de fugir de nós próprios e reconectar com o &#8220;PRAZER DE VIVER&#8221;.</span></div>
<div data-offset-key="1islc-0-0"></div>
<div data-offset-key="1islc-0-0">Irás, perante a sombra (medo), ter a oportunidade perfeita para transcender a ilusão do mundo material e escolher viver o conceito de Pronoia; a fé, a confiança, a visão divina, o optimismo, a positividade, a capacidade de ver a jóia no meio da lama e de descobrir as aprendizagens e propostas de superação no meio do desafio.</div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="c095l-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="c095l-0-0"><span data-offset-key="c095l-0-0">Irás conseguir então sentir que, mesmo que todas as teorias da conspiração sejam verdadeiras, mesmo que haja alminhas tão perdidas ao ponto de elaborar tais planos, mesmo que te revolte a inconsciência de tantos, a tua fé será mais forte, o teu compromisso com a Luz e o Amor irão prevalecer, que um dia que vires este momento delicado como um teste, irás sentir orgulho da tua fidelidade à Luz e ao Amor.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="47gsm-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="47gsm-0-0"><span data-offset-key="47gsm-0-0">Claro que a escolha onde colocas o teu foco, irá ditar a qualidade da tua energia.</span></div>
</div>
<div data-offset-key="47gsm-0-0">Isto tudo não quer dizer que não devas dar atenção ao que se passa. Que não devas ler, estudar, ouvir visões e opiniões diferentes que possam abalar as tuas ideias e crenças e até mostrar-te como a luz e a sombra se manifestam no mundo. Mas em última análise as tuas pesquisas devem apenas servir para ajudar-te a decidir e a fazeres escolhas inteligentes  e que defendam os teus interesses e a tua dignidade e não a alimentar medos em excesso.</div>
<div data-offset-key="47gsm-0-0">Neste altura em que as forças estão mais expostas do que nunca, o mais difícil não é acreditar ou rejeitar teorias de conspiração. O mais difícil é manter o centro, é filtrar informação, é aceitar a ideia de que em muitos aspectos nos deixámos enganar e iludir durante muito tempo. Que quem tomámos por bons, fidedignos e respeitosos que é o caso dos telejornais, jornalistas, médicos e políticos, nem sempre têm os nossos interesses em consideração. E que os rebeldes defensores das teorias da consipração nem sempre estão errados ou loucos.</div>
<div data-offset-key="47gsm-0-0">Ou seja, acabou o tempo de nos regularmos pelo que está fora, de procurarmos autoridade, segurança e proteção no exterior e de resgatarmos o nosso poder interior e de seguirmos a nossa verdade interna, apoiada na segurança pessoal.</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="ak73p-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ak73p-0-0"><span style="font-size: 14px;">O medo, caso seja alimentado, irá baixar o teu sistema imunitário, enfraquecer a tua vibração e inconscientemente tornar-te co-responsável pelo pior cenário.<br />
</span><span style="font-size: 14px;">Tens neste momento, um teste cósmico à tua Fé!</span></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ak73p-0-0"><span style="font-size: 14px;">Uma oportunidade de viver à altura do que acreditas.<br />
</span><span style="font-size: 14px;">Um convite que te permite escolher entre a paranóia ou a pronoia.<br />
</span><span style="font-size: 14px;">Entre o medo e o amor.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="bn6sl-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bn6sl-0-0"><span data-offset-key="bn6sl-0-0">Confiemos Positivamente na Ordem Maior </span><span class="_3gl1 _5zz4" data-offset-key="bn6sl-1-0"><span class="_ncl"><span data-offset-key="bn6sl-1-0">☯️</span></span></span><span class="_3gl1 _5zz4" data-offset-key="bn6sl-2-0"><span class="_ncl"><span data-offset-key="bn6sl-2-0"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f497.png" alt="💗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="cfjcr-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="cfjcr-0-0"><span class="_247o" spellcheck="false" data-offset-key="cfjcr-0-0"><span data-offset-key="cfjcr-0-0">Vera Luz</span></span></div>
</div>
<div data-offset-key="cfjcr-0-0"></div>
<div data-offset-key="cfjcr-0-0">Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/geralt-9301/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3452582">Gerd Altmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3452582">Pixabay</a></div>
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		<title>Achas que o mundo é um caos? Acorda!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 11:29:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[São comuns as emoções que as pessoas trazem para as consultas; Frustração Raiva Culpa Medo Solidão Abandono Tristeza Há muitos anos que percebi, não só por observação, mas também na minha própria vida, que não são propriamente os eventos do mundo que despoletam essas emoções tão densas, mas sim a maneira como lidamos com os [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São comuns as emoções que as pessoas trazem para as consultas;<br />
Frustração<br />
Raiva<br />
Culpa<br />
Medo<br />
Solidão<br />
Abandono<br />
Tristeza</p>
<p>Há muitos anos que percebi, não só por observação, mas também na minha própria vida, que não são propriamente os eventos do mundo que despoletam essas emoções tão densas, mas sim a maneira como lidamos com os eventos.<br />
Não é difícil encontrar reações diferentes para o mesmo evento, por exemplo, um despedimento para uma pessoa pode ser encarado como o fim do mundo que irá gerar revolta, injustiça e pânico. Para outra, com o mesmo grau de responsabilidades, pode ser sentido como uma libertação e a maravilhosa oportunidade e sinal divino de que chegou o tempo de seguir um projecto pessoal e dar-lhe vida na forma de um negócio próprio.</p>
<p>Para explicar este fenômeno e perceber o que difere de cada um, temos que ir à raiz da nossa árvore emocional e tomar consciência do estado em que estão as nossas fundações.<br />
Será que a nossa árvore tem uma raíz de medo ou uma raiz de amor?<br />
Será que acreditamos que a terra onde a nossa árvore se alimenta é árida, seca, sem água ou nutrientes ou pelo contrário confiamos que ela é amorosamente sustentada pela Mãe Natureza e pelo Pai Céu e terá sempre as melhores condições para crescer apoiada, forte e amada?</p>
<p>Por observação, vejo que a maioria vive inconsciente da sua própria árvore e pior ainda, da responsabilidade que têm pelo estado de saúde dela. Logo não é de admirar que se sintam sem “chão”, sem força, sem “ânimo” = Vida, e com o seu mundo emocional em total desequilíbrio, cheio de emoções reprimidas, vivendo em permanente medo da próxima tempestade.</p>
<p>O denominador comum de todas estas pessoas é uma visão extremamente idealista ou perfeccionista da realidade, cheia de expectativas irrealistas e fantasiosas, que depois, obviamente com o tempo, apenas gera embates violentos com a realidade na forma de desilusão, frustração, raiva e sentimento de injustiça.<br />
Enquanto esta visão falsa e distorcida da realidade não for posta em causa por algum evento da vida, estas pessoas vivem em negação, escondidas numa bolha ilusória, tentando recriar dentro dela uma fantasiosa vida perfeita, até ao dia em que a Vida vem rebentar a bolha.</p>
<p>Será que a Vida é assim tão “má” quando vem rebentar a bolha?</p>
<p>Mais uma vez depende da nossa visão.<br />
Para o nosso ego, o mestre do drama e o grande construtor de ilusões, o rebentar da bolha “É” o que causa todas as emoções acima citadas, e logo não irá parar enquanto não encontrar um bode expiatório para culpar em quem irá projectar a sua dor, seja ele Deus ou alguém lá fora no mundo. Sempre numa atitude infantil, o ego irá aproveitar estas situações catastróficas para se vitimizar, desresponsabilizar e confirmar a sua crença de que o mundo é um sítio feio, frio e injusto.</p>
<p>Espiritualmente falando, o rebentar da bolha é um acto de amor da Vida.<br />
É um convite para voltarmos à realidade e nos empoderarmos da nossa viagem.<br />
É uma proposta de cura das nossas raízes.<br />
É uma oportunidade de crescimento e maturidade em que teremos que deixar ir a fantasia para assim podermos fazer as pazes com a realidade dual.<br />
É um empurrão cósmico da Vida que melhor do que nós, sabe que é ancorada na realidade que a nossa árvore pode criar raízes fortes e saudáveis e viver em abundância entre a Mãe Terra e o Pai Sol. Jamais dentro de uma bolha de ilusão.</p>
<p>Não é fácil abrir mão da nossa ilusão. Dentro dela tudo é perfeito ao contrário do mundo lá fora que, por vezes, parece violento demais para o que possamos suportar. Mas aos poucos a sabedoria irá chegar a nós com a confirmação de que todos os movimentos da vida são inteligentes e mesmo aquilo que é aparentemente violento, esconde leis inteligentes e dinâmicas amorosas que precisamos urgentemente aprender.</p>
<p>Infelizmente a ignorância sobre o que é a vida e os processos de maturidade emocional e evolução espiritual prendem-nos nestas ilusões de como as coisas &#8220;deveriam&#8221; ser e que pode, durar uma vida inteira ou mesmo várias vidas.<br />
Mesmo quando a vida nos tenta rebentar a bolha, a nossa resistência à mudança trata logo de recriar outra.<br />
Não é de estranhar então a célebre frase “Está-me sempre a acontecer a mesma coisa! “.<br />
Se o Universo pudesse falar, diria, “Passo o tempo a rebentar bolhas de ilusão! “<br />
Novamente duas visões diferentes da mesma realidade&#8230;<br />
Levamos tempo, por vezes vidas, a aprender que fonte da dor não vem do rebentamento das nossas bolhas, mas sim de as criarmos e da nossa resistência em mantê-las.</p>
<p>Quando todos conseguirmos ver o mundo pelo olho do espírito, iremos ver um espectáculo maravilhoso de leis cósmicas universais que estão a cada momento a levar ordem e equilíbrio a todos os eventos. Que por trás do mais bonito gesto ou do mais violento acto se esconde a mais bela dádiva do livre-arbítrio. Um presente dos Deuses para cada um de nós para podermos fazer as nossas experiências livremente. Que esse livre arbítrio faz accionar a lei do karma responsabilizando cada um pelas acções escolhe por em movimento. E para que a realidade não fosse de facto exageradamente violenta, o tempo e o espaço foram desacelerados, dando-nos tempo para sentir, aprender e mudar a nossa acção.  Que pela lei da ressonância estaremos protegidos e nunca iremos atrair o que não é nosso assim como também não conseguiremos escapar ao que está na mesma vibração em que estamos.</p>
<p>Nas mais variadas situações ou áreas de vida, todos estamos a fazer estas aprendizagens. E como disse acima, o estado emocional em que estamos, o nosso discurso e as nossas atitudes podem dar-nos pistas verdadeiras sobre o estado da nossa árvore e é esse é precisamente o propósito das consultas. Antes que a vida venha rebentar a bolha, rebentamo-la nós, que é claramente muito menos violento e obviamente muito mais corajoso.<br />
Dessa perspectiva não seremos mais vítimas do caos, mas sim mestres da nossa vida, responsáveis por curar o que atraímos.</p>
<p>Não temeremos mais as tempestades mas usaremos as mesmas para nos elevarmos e chegar a novos portos, a realidade mais abundantes que não conhecíamos antes.<br />
E ao invés de reprimirmos e negarmos as nossas emoções, iremos fazer delas a seiva que a nossa árvore precisa para se fortalecer, viver forte, enraizada e segura.</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/parallelvision-15128111/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5619648">ParallelVision</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5619648">Pixabay</a></p>
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		<title>Escolhe evoluir!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 13:36:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O livre arbítrio é um conceito muito mais complexo do que possa parecer. Não se trata de simplesmente termos o poder de fazermos o que queremos. Se assim fosse, o mundo seria um sítio caótico que mais pareceria a república das bananas, o que não é. Todas as ecolhas que todos os dias fazemos e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O livre arbítrio é um conceito muito mais complexo do que possa parecer.<br />
Não se trata de simplesmente termos o poder de fazermos o que queremos. Se assim fosse, o mundo seria um sítio caótico que mais pareceria a república das bananas, o que não é. Todas as ecolhas que todos os dias fazemos e vemos fazer, são apenas experiências que fazem parte da nossa viagem de evolução. E para nos ajudar a aprender a distinguir entre as energias do amor e do medo, a Lei do Karma devolve-nos as consequências de cada escolha.</p>
<p>As notícias que invadem as televisões não são mais do que a visão desse fenómeno da roda karmica onde podemos ver o que andamos a fazer e o que andamos a colher.</p>
<p>O livre arbítrio só faz sentido a partir do conceito Oriental da dualidade e serve precisamente para nos permitir fazer as nossas escolhas a partir da energia do amor ou da energia do medo. E se durante séculos sempre associámos amor ao outro, a viagem espiritual ensina que antes de chegar ao outro, temos uma responsabilidade pessoal pela nossa própria manutenção. Precisamente porque ninguém nos ensinou sobre esta responsabilidade pessoal, sofremos todos da mais triste das doenças; A falta de amor próprio.</p>
<p>O amor próprio não nos pode ser dado por ninguém, comprado numa farmácia ou ganho com o Euromilhões. Ele é o resultado da ação amorosa, da capacidade de escolher o amor, de criteriosamente escolhermos antes de mais, o que nos mantêm nessa vibração elevada.</p>
<p>Então como sabemos se estamos a escolher pelo medo ou pelo amor?</p>
<p>Tanto o medo como o amor são energias, tal como combustível, são o que nos impulsiona e tanto uma como a outra se disfarçam de infinitas formas no nosso dia a dia.<br />
Por exemplo:</p>
<p>Medo é:<br />
Resistência à mudança<br />
Controle de pessoas e circunstâncias<br />
Autoritárismo sobre os outros<br />
Manter-se na ignorância<br />
Julgar os outros<br />
Crença na sorte e azar<br />
Apego a pessoas e bens materiais<br />
Vitimização<br />
Conservadorismo<br />
Violência<br />
Submissão<br />
Necessidade de agradar<br />
Perfeccionismo<br />
e outras &#8230;.</p>
<p>Amor é:<br />
Arriscar novas experiências<br />
Tolerância<br />
Sair da zona de conforto<br />
Optimismo<br />
Compaixão<br />
Espirito humanitário / igualdade<br />
Responsabilidade pessoal<br />
Amor próprio<br />
Aceitação pessoal<br />
Coragem<br />
Assertividade<br />
Aceitação da diferença<br />
Liberdade<br />
Humildade<br />
e outras&#8230;.</p>
<p>Obviamente que a pessoa que ainda vive na densidade do medo, sujeitando os seus campos espiritual, físico, mental e emocional a essas baixas vibrações, irá co-criar uma realidade pessoal cheia de pessoas e circunstâncias que estão na sua vibração negativa.<br />
Para quê?<br />
Para que aprenda pela experiência que a escolha do medo nunca gera felicidade ou abundância. Em qualquer momento o seu livre arbítrio pode escolher pelo amor e começar o seu processo de elevação.</p>
<p>Pelo contrário, a pessoa que já aprendeu a respeitar a sua dualidade, a iluminar e transformar os seus aspectos mais sombrios e a dignificar os seus aspectos mais positivos, terá uma vibração mais elevada.<br />
Esta será já capaz de inspirar pois já descobriu o segredo da evolução e já aprendeu a fazer escolhas de qualidade e como tal já começou a atrair circunstâncias de qualidade.</p>
<p>Costumo durante a primeira sessão fazer um exercício onde vamos perceber as pessoas que nos rodeiam, porque estão lá, qual o seu papel, o que têm para nos ensinar que nós precisamos aprender. É durante este trabalho que percebemos também o desperdício de energia diária que fazemos sem nos darmos conta. Vamos perceber que tipo de escolhas fizemos no passado que precisam vir à luz para que sejam transformadas e libertas.</p>
<p>Sem esta consciência corremos o risco de desperdiçar energia pois ou ela está a ser gasta a manter ou velho ou a criar o novo, nós escolhemos!</p>
<p>Bem hajas! &lt;3<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/jillwellington-334088/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=570881">Jill Wellington</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=570881">Pixabay</a></p>
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		<title>A Missão Espiritual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 11:55:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vejo ainda muitas pessoas a lutar contra as suas realidades, a acreditarem que estão rodeadas das pessoas erradas, tristes porque ainda não acertaram no trabalho certo e a idealizarem uma vida perfeita quando encontrarem a sua missão espiritual. A resposta acaba por ser sempre a mesma: Todos os sítios por onde vamos passando e todas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vejo ainda muitas pessoas a lutar contra as suas realidades, a acreditarem que estão rodeadas das pessoas erradas, tristes porque ainda não acertaram no trabalho certo e a idealizarem uma vida perfeita quando encontrarem a sua missão espiritual.<br />
A resposta acaba por ser sempre a mesma:</p>
<p>Todos os sítios por onde vamos passando e todas as pessoas com quem nos cruzamos, já fazem parte do nosso caminho, estão todos programados acontecer e aparecer como se fizessem parte de um gigante mapa que nem sempre somos capazes de ler mas que estamos a cumprir.</p>
<p>Os nossos códigos numerológicos e astrológicos mostram bem que a nossa encarnação não é caótica nem casual. O nosso mapa é como um bilhete de avião que nos condiciona a um determinado destino embora nos permita cumpri-lo à nossa maneira.</p>
<p>A par das experiências externas como por exemplo os parceiros que vamos tendo, as ligações familiares e de amigos ou o tipo de trabalhos onde iremos parar, aprendizagens internas, desbloqueios emocionais, libertações karmicas, pacificações e equilibrios energéticos estão a acontecer permanentemente dentro de nós.</p>
<p>A dor que algumas dessas experiências nos causam tem sempre a proposta alquímica de nos transformar de alguma maneira pois a transformação é a grande intenção.<br />
Se for feita, superamos o momento e elevamo-nos para um patamar superior de experiência, desfrutando como consequência da sensação de libertação e prazer. Se resistimos ao processo de transformação por simples resistência ou por ignorância, o sofrimento, das mais variadas formas, acaba por ser uma consequência até que a transformação seja feita.</p>
<p>A nossa visão curta do presente permite-nos espreitar apenas um passado relativamente recente e a ideia do que gostaríamos de criar de novo num também relativo futuro próximo. A nossa limitada mente não abarca as nossas vidas passadas nem o nosso potencial 20 anos para a frente. Se assim fosse, tomaríamos decisões no presente com muito mais qualidade. Sem essa informação, o presente é então onde passado e futuro se cruzam, onde se escondem as pistas do que precisamos fechar e transformar assim como o que precisamos abrir ou criar de novo.</p>
<p>Ou seja, o presente é onde vamos abrindo mão das experiências que já foram feitas e abrindo espaço para as que ansiamos experimentar. Perceber e aprender a ler as pistas do momento presente é então importantíssimo. É essencial para que façamos escolhas de qualidade que nos permitam que a evolução aconteça da maneira mais fluída possível.</p>
<p>Conhecermos os nosso códigos é então um sinal de inteligência e até de responsabilidade pois conhecendo a nossa história karmica permite-nos pacificarmo-nos com ela muito melhor e muito mais rapidamente.</p>
<p>Umas das maneiras mais rápidas de nos alinharmos e vivermos conscientemente presentes no momento é estarmos sempre disponíveis para a questão:<br />
&#8211; &#8220;O que esse momento tem para me ensinar? O que posso aprender de mim aqui, neste evento, com esta pessoa?&#8221;</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/jordan_singh-4343948/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4851331">Ajay kumar Singh</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4851331">Pixabay</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Choque de Gerações &#8211; Uma visão espiritual​</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 08:39:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O choque de gerações é uma realidade quase sempre intensa e algo desconfortável​ na vida de quase todas as famílias​. Não é apenas a questão de idade que nos afasta aos poucos daqueles que um dia foram o nosso porto seguro. E também não é apenas a questão da maturidade que impede a saudável relação quando os nossos filhos chegam à ​desafiante ​adolescência. O que realmente dói, são as projeções que fazemos​ e​ as desilusões das expectativas idealistas que temos tanto em relação aos pais como aos filhos. É o estado de ignorância que nos incapacita de percebermos porque afinal a lei da atração nos juntou a todos na mesma família.<br />
​<br />
Não é raro sentirmo-nos deslocados, que não fazemos parte, que não tivemos sorte com a familia que nos calhou​. Ralhamos e rogamos pragas ao que nem sempre parece fazer sentido ​quando apenas precisamos aprender a analisar estas dinâmicas pelos olhos da espiritualidade;</p>
<p>Projeção: A projeção é um mecanismo de defesa no qual os atributos pessoais inaceitáveis ou indesejados são atribuídos a outra pessoa mantendo-se o próprio em negação dos mesmos. A Projeção psicológica ocorre quando culpamos outros do que ainda não aceitamos em nós.</p>
<p>Ilusão: A ilusão é uma confusão dos sentidos que provoca uma distorção da percepção. Na nossa língua, &#8220;iludir&#8221; significa ter a esperança de algo desejável. É a busca do que gostaríamos que fosse e a não aceitação daquilo que é. E não estamos todos iludidamente à procura do mundo/vida/pessoa/casa/filhos/pais perfeitos? e não serão as nossas dores apenas a constatação de que os outros não são o que gostaríamos?</p>
<p>A viagem da vida obedece a um propósito de evolução que tanto acontece dentro de nós a nível individual como nas dinâmicas da própria família. A lei do karma, a lei da atração e a lei da vibração criam antes de encarnarmos o cenário perfeito para que o projeto individual de evolução possa acontecer. Nesse projeto estão já a família e cada membro da mesma, a cultura, ​a ​forma de pensamento, ideologias, crenças, hábitos, circunstância​s​ diversas que farão parte da história​ e do que precisamos viver para nos cumprirmos​. Na maior parte das vezes ela não será o que gostaríamos mas o nosso trabalho é procurar que lições pessoais o nosso espírito está a fazer com ela.</p>
<p>Tal como na preparação de uma peça de teatro, tudo o que está presente, foi escolhido com um propósito; usar a encarnação presente para fechar e curar os padrões negativos ​do passado ​de onde viemos e ter a coragem de abrir novo padrões que definam as experiências que desejamos algures no futuro para onde vamos.</p>
<p>Deste ponto de vista, a geração seguinte (os filhos) traz sempre a responsabilidade e potencial energético de ir mais além do que ​a geração ​dos pais foram capazes. ​A família escolhida é precisamente a que lhe permite rever ou relembrar de onde vem pois antes de abrir um novo padrão, há que fechar o velho em estado de amor e gratidão pelas aprendizagens feitas. ​E esta é normalmente a parte mais desafiante pois velhas mágoas e ressentimentos podem sem dúvida adiar o processo.</p>
<p>Mas precisamente porque vêm preparados para transcender os velhos padrões, não percebem, durante algum tempo, que também os carregam dentro de si​, projetando assim o seu velho passado, nos pais que ainda o estão a viver.</p>
<p>E se a projeção já é um mecanismo violento de rejeição da própria sombra, a idealização ainda torna estas vivências mais complexas pois condiciona-nos a vermo-nos a nós e a esperar dos outros nada menos do que a visão ideal de perfeição. ​Precisamente porque não entendemos a razão de atraírmos uns pais desafiantes, sofremos com a ideia de que são tudo menos perfeitos. Que &#8220;deveriam&#8221; estar a comportar-se de forma ideal. Que se fossem ​ideais e ​o que gostaríamos que eles fossem, a nossa vida seria tão mais fácil​ e seríamos tão mais felizes​.</p>
<p>Tanto a projeção como a idealização são mecanismos de defesa inconscientes que apenas são usados enquanto a verdade nua e crua não vem ao de cima. Enquanto não nos atrevermos a olhar para nós próprios e a termos a coragem de assumirmos em nós o que até ali projetávamos facilmente nos outros. Até ganharmos a responsabilidade de termos nós mesmos escolhido a família em que estamos. Escolhida não para ser a familia perfeita que queremos mas sim porque JÁ É a família perfeita que precisamos.</p>
<p>Aprender a reconhecer quem é quem é essencial para sabermos como agir de acordo com cada um, que aprendizagens diferentes cada pessoa nos vem propor e como aproveitar a presença de cada um para a nossa própria evolução pessoal.<br />
Do ponto de vista da lei da atração há uma intenção positiva e aprendizagens valiosas que leva a juntar determinados elementos na mesma família. Ou seja, filhos saberão ver nos pais sombras de si mesmos que precisam ser transformadas e pais verão nos filhos novos caminhos e formas de ser, um potencial futuro, normalmente só realizável numa futura encarnação.</p>
<p>Se soubermos reconhecer estas ligações e aprendizagens pelo olho da alma, temos tudo a ganhar, desenvolvemos a compaixão pelos que representam o passado e gratidão pelos que representam o nosso potencial. Pelo olho do ego caímos no julgamento e na infantil projeção e idealização que nos impede de evoluir e nos prende a violentas e dolorosas dinâmicas familiares.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>Leia mais sobre o tema aqui:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="9rtOLJhjN3"><p><a href="https://veraluz.pt/o-choque-de-geracoes/">O choque de gerações</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;O choque de gerações&#8221; &#8212; Vera Luz" src="https://veraluz.pt/o-choque-de-geracoes/embed/#?secret=ySzpPpnnCL#?secret=9rtOLJhjN3" data-secret="9rtOLJhjN3" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/sasint-3639875/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1807515">Sasin Tipchai</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1807515">Pixabay</a></p>
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		<title>A Mudança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2019 10:04:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[apego]]></category>
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					<description><![CDATA[A mudança. Essa realidade tão temida mas tão certa na nossa viagem. Quem nunca viveu mudanças que ponha o dedo no ar. É curioso como a maioria das pessoas teme ou pelo menos fica desconfortável perante a ideia de mudança mas, internamente, todos a desejamos. Mas paradoxalmente se a ideia de mudança assusta, a ideia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mudança.</p>
<p>Essa realidade tão temida mas tão certa na nossa viagem.<br />
Quem nunca viveu mudanças que ponha o dedo no ar.<br />
É curioso como a maioria das pessoas teme ou pelo menos fica desconfortável perante a ideia de mudança mas, internamente, todos a desejamos. Mas paradoxalmente se a ideia de mudança assusta, a ideia de não mudança por vezes assusta ainda mais.<br />
&#8211; Desde que sejam mudanças positivas e para melhor, elas não me assustam, pensas tu.<br />
E eu respondo: As mudanças são sempre para melhor. Elas trazem sempre a intenção da superação. A mudança existe como oportunidade de crescimento e evolução.<br />
A questão é que nem sempre percebemos isso e por isso mesmo lhe resistimos e nos recusamos a fazer todo o processo que ela implica.</p>
<p>Passar de uma situação boa directamente para outra melhor é uma ilusão. Seria negar a lei dos opostos, a lei do equilíbrio, a lei da polaridade, a lei do género, a lei do karma, o processo de transformação e outras.</p>
<p>A mudança faz-se necessária quando o estado actual já cumpriu o seu objectivo de experimentação. Quando as aprendizagens do estado de coisas actual já foram feitas e estamos entretanto disponíveis para novas experiências que implicam um novo estado de coisas cheio de potencia e com elas novas aprendizagens.</p>
<p>Cada palco entre mudanças esconde variadíssimas experiências que irão ser trabalhadas tanto ao nível da alma onde iremos trabalhar o nosso mundo interior, como ao nível da personalidade onde iremos experienciar, testar e superar as questões do nosso mundo interior lá fora no mundo.</p>
<p>Aqui começa o nosso dilema; a nossa alma está sempre disponível para as mudanças pois é através delas que ela irá resgatar o seu potencial de luz mas a personalidade e os seus medos oferece resistência, agindo inclusive contra a mudança de maneira a manter sempre um velho estado de coisas em busca de uma ilusória segurança.</p>
<p>Este esforço é inútil pois o Cosmos age sobre o nosso espírito e os movimentos energéticos irão levar a mudança a cabo quer queiramos quer não. Resistir irá sempre criar mais sofrimento do que rendermo-nos à sua proposta e nos deixarmos fluir com ela.</p>
<p>Perceber então em que consiste o processo de mudança ajuda-nos a cooperar com ele pois como disse antes, passar directamente de uma situação boa para outra melhor é uma ilusão.<br />
A mudança implica sempre então alguns passos para que se cumpra de forma consciente e construtiva:</p>
<p>1- Reconhecer a realidade actual e que em última análise foi um dia desejada e materializada.</p>
<p>2- Validar o que ela ensinou e despertou em nós. Seja um potencial positivo escondido seja a transformação de aspectos negativos que há muito pediam cura.</p>
<p>3- Abrir mão dessa realidade em estado de amor e gratidão por tudo o que ela representou e ensinou.</p>
<p>4- Dar os primeiros passos já sem essa velha realidade de maneira a reconectarmos com a nossa essência e relembrarmos o nosso próprio equilíbrio. Depois de anos a viver com bengala há que aprender a caminhar sem ela.</p>
<p>5- Estarmos disponíveis para escolhermos conscientemente uma nova realidade, um novo palco de experiências, ir rejeitando lições aprendidas que não precisam ser repetidas mas estarmos abertos a novas experiências que tragam lições novas.</p>
<p>6- Entrar na nova experiência com a consciência que algures no tempo, também irá ser questionada e iremos ser convidados a seguir em frente.</p>
<p>Assim começou o meu ano. A mudança perante um velho estado de coisas que ainda parecia tão válido e confortável mas que internamente já tinha sido explorado ao limite e pedia agora uma nova realidade, novas emoções, um diferente estado de espírito.<br />
Muitas vezes resistimos à mudança justificando que a velha realidade ainda serve, ainda &#8220;funciona&#8221;, ainda está boa para durar mais tempo, mas são apenas desculpas para abafarmos e escondermos o nosso medo de mudar. É dessas pequenas mas poderosas mentiras pessoais, desse desalinhamento entre alma e personalidade, que nasce a frustração diária, o vazio, a depressão que tão bem poderiam ser curados se estivéssemos abertos ao processo de mudança e transformação permanente. Admito que nem sempre é um processo confortável, mas é sem dúvida essencial à busca da felicidade e realização interior.<br />
A mudança é uma realidade inescapável. A questão é então se és tu a criá-la ou se estás à espera que o Universo a crie por ti. O meu conselho é, empodera-te e cria-a tu!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/alberto68a-2593919/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5157176">alberto agostini</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5157176">Pixabay</a></p>
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		<title>O estado hipnótico</title>
		<link>https://veraluz.pt/o-estado-hipnotico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2018 13:28:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[consciência]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
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		<category><![CDATA[reencarnação]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado hipnótico é um fenómeno natural no ser humano. Estudado e observado desde o princípio dos tempos, e presente em quase todas as culturas à volta do mundo, a hipnose tem sido usada de forma lúdica mas muito mais como forma de cura, principalmente nos meios espirituais. Os Xamãs e Sacerdotes das civilizações antigas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado hipnótico é um fenómeno natural no ser humano. Estudado e observado desde o princípio dos tempos, e presente em quase todas as culturas à volta do mundo, a hipnose tem sido usada de forma lúdica mas muito mais como forma de cura, principalmente nos meios espirituais. Os Xamãs e Sacerdotes das civilizações antigas como a Grécia, Mesopotamia ou o Egípto, tribos várias à volta do mundo e mesmo no Oriente, a hipnose era e continua a ser usada regularmente em formas de transe que procuram transcender a realidade física em busca de sabedoria sagrada, comunicação espiritual, limpeza e cura.</p>
<p>Embora a hipnose seja uma palavra que até hoje causa fascínio e até medo à maioria, o estado hipnótico é normal a todos nós e pode ser tão simples como a leitura de um livro, uma paixão amorosa ou o mergulho num filme interessante e que é muito comummente designado como estado alterado de consciência. Diz o Wikipédia que; &#8220;Hipnose, segundo a atual definição pela Associação Americana de Psicologia, é um estado de consciência que envolve atenção focada e consciência periférica reduzida, caracterizado por uma maior capacidade de resposta à sugestão.&#8221;</p>
<p>Só por aqui percebemos então como em tantos assuntos no nosso dia a dia podemos estar de facto a viver em estado hipnótico, onde perdemos a capacidade de nos dissociarmos, de desfocar, ver o mesmo assunto por outros ângulos, de relativizar de maneira a sermos capazes de dar respostas conscientes e não tanto reações inconscientes induzidas por factores externos. Ou seja, o estado hipnótico não depende da presença de um hipnotizador propriamente dito pois podemos estar em estado hipnótico quanto a ideias, crenças, sugestões, visões do mundo, ideologias sem qualquer consciência de que só estamos a ver aquela realidade por um prisma e que há de facto outras maneiras diferentes de olhas para a mesma realidade.<br />
A experiência de hipnoterapia mostrou-me que quanto mais inconscientes estamos acerca do que é o estado hipnótico, mais sujeitos estamos a cair nele. O estado hipnótico, embora raramente leve a um estado de inconsciência total, ele reduz bastante a nossa visão da realidade, torna-nos vulneráveis a sugestões variadas pondo em causa o nosso livre arbítrio e estado oposto de alerta ou consciência como o nosso estado ideal, de saúde, de poder pessoal e equilíbrio.<br />
Podemos perceber um pouco sobre o fenómeno por exemplo quando em estado de consciência decidimos fazer uma dieta, comer bem, deixar o cigarro mas uma alternativa e sempre presente sugestão parece sempre desafiar e boicotar essas iniciativas e levar a sua avante.<br />
Por exemplo, o famoso Despertar espiritual que tantos tão bem conhecem que nos mostrou como vivemos em estado hipnótico presos a velhos moldes de vida, crenças e prioridades sociais e de repente um novo estado de consciência surge e nos vem convidar a ver a mesma realidade sob um novo e diferente prisma obrigando-nos a rever todo o nosso molde de vida.</p>
<p>Utilizada como forma de cura, e responsavelmente assistido, o estado hipnótico é extremamente útil e o portal essencial para transcendermos a realidade material e aceder a partes nossas (energias, memórias, emoções, crenças) que não conseguiríamos de outra maneira. O perigo esconde-se quando percebemos que tanto podemos estar sujeitos a estados hipnóticos a uma micro escala como macro. Por exemplo, velhas crenças religiosas que não foram ainda actualizadas ou os anúncios de publicidade a que estamos todos sujeitos, nada mais são do que meios que condicionam a nossa escolha e o nosso estado de consciência.<br />
Para facilitar percebermos então melhor como estes estados acontecem dentro de nós, vamos considerar que temos então duas lentes dentro de nós;</p>
<p>&#8211; A lente da personalidade, muito ligada ao nosso corpo físico, que usa e vai focar exageradamente no mundo material para satisfazer os seus desejos e necessidades básicas como a proteção, a deslocação, o alimento, o sexo e a sobrevivência de uma idêntidade social.</p>
<p>&#8211; A lente da alma ou o olho do espírito, vê e usa o mundo material como manifestação das energias opostas, como meio de evolução espiritual, como palco de dinâmicas kármicas e como meio de transcendência da dualidade de maneira a cumprir a nossa missão individual.</p>
<p>Conhecendo então um pouco do fenómeno e sabendo que cada uma das nossas lentes irá focar no que lhe interessa, podemos então passar a estar mais atentos ao momento presente de maneira a conseguirmos harmonizar ambas as necessidades. Como disse antes, quanto mais inconscientes estamos do fenómeno mais facilmente caímos nele e uma das agendas passa então a condicionar a maioria das nossas escolhas, colocando as necessidades da agenda oposta em causa.</p>
<p>Como em tudo, a consciência, o espírito crítico e o estado de alerta é o que nos permite fazer escolhas de qualidade que por sua vez irão criar consequências positivas. Sem este trabalho interno, torna-mo-nos presas fáceis de visões redutoras e energias densas que irão condicionar a nossa vida e a nossa evolução. Para evitar isto precisamos estudar, ler, viver conscientes, estudar as antigas sabedorias e leis universais, colocar em causa as nossas crenças e ideias, estarmos sempre disponíveis para mudanças em todas as áreas da nossa vida, ou seja ir descristalizando velhas visões do homem e do mundo para dar lugar ao ser iluminado.</p>
<p>Haja Consciência <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f60a.png" alt="😊" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/geralt-9301/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4041583">Gerd Altmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4041583">Pixabay</a></p>
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		<title>&#8220;Já devo ter feito muito mal para sofrer tanto nesta vida!&#8221;</title>
		<link>https://veraluz.pt/ja-devo-ter-feito-muito-mal-para-sofrer-tanto-nesta-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jul 2018 17:35:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A partir do momento em que começamos a abraçar a teoria da reencarnação e a imaginar as várias vidas que já vivemos, tomamos finalmente consciência da nossa dualidade, que se expressa na personalidade exterior e na alma no nosso interior. Começamos finalmente a darmo-nos conta que se o corpo é efémero, a alma é eterna [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do momento em que começamos a abraçar a teoria da reencarnação e a imaginar as várias vidas que já vivemos, tomamos finalmente consciência da nossa dualidade, que se expressa na personalidade exterior e na alma no nosso interior. Começamos finalmente a darmo-nos conta que se o corpo é efémero, a alma é eterna e é a ela que devemos dar atenção e prioridade pois é através dela que iremos experienciar a vida, é nela que se esconde a bagagem trazida de outras vidas, e é ela que irá sobreviver à vida presente levando consigo as consequências criadas no presente, tanto positivas como negativas.</p>
<p>O estado de felicidade que todos ansiamos jamais acontecerá com o egoísta e agressivo acumular de bens materiais ou de procurar o amor em relações perfeitas.  A felicidade e abundância serão facilmente atraídas a partir do equilíbrio interior entre as duas partes. Ou seja, quando personalidade e alma aprenderem a cooperar e a agir em estado de amor.<br />
Esta proposta de equilíbrio, ensinada desde sempre no Oriente, como por exemplo no Caminho do Meio como ensinava Buda há mais de 2500 anos atrás, ou no antigo símbolo Taoísta Yin Yang, implica o conhecimento e a experiência dos polos opostos. Precisamos então conhecer a fórmula sagrada de 1+1=3 que nos sugere que só da aceitação e integração de cada polo oposto poderemos transcendê-las e criar uma terceira realidade.<br />
Por exemplo frio+quente=morno, medo+coragem=ação, tristeza+alegria=pazinterior, ignorância+sabedoria=consciência, etc.  Ou seja, não há evolução sem integração dos opostos. Não há transcendência sem a experiência dos polos. Não há acesso à luz enquanto não amarmos a sombra.<br />
Deste ponto de vista, o mundo é então um gigante palco onde cada um de nós, regidos e apoiados por leis universais justas e pelo relógio astrológico, estamos em plena experimentação da nossa dualidade sempre ansiando pela próxima transcendência.  Os movimentos planetários mais não fazem do que gerir a balança cósmica, boicotando e incentivando excessos e faltas, propondo a cada momento, oportunidades de equilíbrio pois é nesse ponto mágico que resgatamos o nosso poder e manifestamos a nossa abundância.</p>
<p>A ignorância sobre estes movimentos faz-nos resistir à inteligente fluidez das energias entre os polos, fazendo de nós tantas vezes, os nossos piores inimigos, impedindo ignorantemente o equilíbrio de acontecer.<br />
O mundo é então esse laboratório atómico onde cada um de nós, em níveis de frequência diferentes, em vibrações próprias, vamos fazendo experiências com a nossa dualidade interna através do exterior, sempre em busca do novo elixir só acessível pela transcendência.</p>
<p>Esta visão convida-nos então a aceitar que todas as experiências são válidas e que cada um de nós irá experienciar o mundo de maneiras diferentes que estão diretamente alinhadas com o seu interior. Socialmente não é fácil lidar com a polaridade pois perdemos a visão da unidade. Num momento gostamos de acreditar no amor, na amizade, na justiça, na responsabilidade e em todos os outros valores universais. Mas logo a seguir somos confrontados com os aspectos negativos dos mesmos na forma de medo, agressividade, violência, e tantos outros. Incapazes de ver que a vida nada mais é do que uma dança permanente entre opostos, acabamos por nos iludirmos com as partes, julgando erradamente umas de boas e outras de más quando mais não são do que dois lados da mesma moeda.</p>
<p>A proposta é então aprendermos a olhar para o mundo sem julgamento, aprendendo a reconhecer sim o que são expressões dos polos. Focarmos a nossa energia e procuramos curar a parte que nos toca. Descobrirmos a polaridade dentro de nós assim como maneiras de a transcender.<br />
Não é raro ouvir o desabafo; &#8220;Já devo ter sido muito mázinha na vida passada para sofrer tanto nesta vida!&#8221;.<br />
E cabe-me a mim a difícil resposta de dizer que sim, que todos trazemos conosco uma sombra onde se esconde as consequências de experiências desiluminadas, onde foi necessário ir ao polo negativo para gerar o equilíbrio com o polo positivo. Este tipo de desabafo ainda esconde a velha medieval visão de castigo divino que perante a visão da polaridade/equilíbrio não faz sentido nenhum.</p>
<p>Por isso para quem ainda tem dúvidas, sim, todos já fomos muito mauzinhos mas também bonzinhos. Todos já agimos por medo e por amor. Todos precisamos da experiência dos polos para os podermos transcender. Sejamos então mais observadores da magia do que julgadores do que não entendemos. Foquemos mais no que podemos mudar (nós próprios) do que gastemos energia a comentar os desiquilíbrios dos outros. Aprendamos sim a perceber e a rendermo-nos à magia que nos rodeia.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
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<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/18121281-18121281/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5533487">18121281</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5533487">Pixabay</a></p>
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