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	<title>espírito &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>Este Natal, não dês tralhas, dá de ti!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 10:00:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O fosso que existe entre as nossas expectativas e a nossa realidade é o que nos causa stress e ansiedade. É nesse fosso que vivem as ilusões/desilusões, os medos, a revolta, a vitimização, a ansiedade e outros poderosos monstrinhos interiores.. Infelizmente a maioria ainda vive preso a expectativas muito altas de conseguir atingir ideais de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fosso que existe entre as nossas expectativas e a nossa realidade é o que nos causa stress e ansiedade. É nesse fosso que vivem as ilusões/desilusões, os medos, a revolta, a vitimização, a ansiedade e outros poderosos monstrinhos interiores..</p>
<p>Infelizmente a maioria ainda vive preso a expectativas muito altas de conseguir atingir ideais de sucesso, poder, riqueza, perfeição que na maioria apenas alimentam uma frustração sem fim, pois uma energia invisível e inteligente parece sempre boicotar esses esforços tão bem-intencionados e trazer-nos à nossa vida o que tanto queremos evitar.</p>
<p>A maior parte vive sem noção nenhuma de que por trás da aparente liberdade que temos de lutarmos por ou de conseguirmos atingir esses ideais, há uma força maior que nos faz chegar nem sempre o que queremos, mas sempre o que precisamos.<br />
Ou seja, há um propósito muito maior para a nossa existência do que os nossos limitados desejos imediatos nos fazem acreditar. Muito mais do que acumular meia dúzia de tralhas, um emprego e construir uma família, há um trabalho pessoal interior, emocional, profundo e espiritual a fazer e esse sim irá sempre criar na nossa vida as condições que ele precisa para que seja feito.</p>
<p>O ideal será então começarmos a olhar a vida sob essa perspectiva mais humilde que sempre questiona;</p>
<p>&#8220;Para que é que isto me está a acontecer?&#8221;, &#8220;Por que razão fui encontrar esta pessoa?&#8221;, &#8220;Como escolho responder a este evento sabendo que da minha acção virá uma reacção kármica idêntica de retorno?&#8221;</p>
<p>Achamos que vivemos numa sociedade dita &#8220;civilizada&#8221; comparada a tribos primitivas pelo mundo fora ou com países não industrializados.<br />
De facto temos acesso a máquinas maravilhosas, artigos infinitos que nos facilitam a vida e nos enfeitam a personalidade mas que cada vez mais servem para esconder o vazio interior, a frustração e a revolta de não só não conseguirmos adquirir os infinitos artigos que achamos que precisamos como quando conseguimos adquiri-los, sofremos ao perceber que não nos trouxeram a tão ansiada felicidade.</p>
<p>Qualquer pessoa que já tenha viajado para países pobres e subdesenvolvidos choca-se sem duvida com o grau de pobreza e miséria desses locais e pessoas, mas percebe também que a maioria tem algo que nós não temos; a capacidade de aceitação das suas condições.<br />
Há uma rendição à vida, o viver o momento. A alegria que têm é real, vem das profundezas do seu ser e não produto final de um qualquer “ter”. O fosso entre aquilo que têm e aquilo que querem é mínimo. Materialmente vivem na pobreza mas emocionalmente são muito mais ricos.</p>
<p>Basta uma ida nossa a qualquer shopping para sentirmos essa frustração e a altura do Natal que se aproxima ainda agrava mais pois gostaríamos de encher de tralhas quem mais amamos projectando as nossas carências emocionais e necessidades materiais nos outros.<br />
Mais cedo ou mais tarde a vida convida-nos a parar para REalinharmos o mundo material e emocional. O equilíbrio surgirá quando a necessidade interior estiver alinhada com a possibilidade exterior. Quando fizermos as pazes com a vida e conseguirmos finalmente ver que é nas perdas e nos ganhos que a nossa balança se equilibra e tudo serve apenas esse propósito.</p>
<p>A maior parte dos processos de cura começa precisamente aqui. Em ajudar cada um a identificar as suas projecções, a desactivar as suas buscas automáticas de algo que está fora para preencher o vazio interior e permitir que a rendição se faça com a sua realidade.<br />
Perceber que por trás da dor, do evento, da aparente sorte, do acaso está uma rede inteligente que nos trás as condições ideais do que precisamos.<br />
Por exemplo a falta de dinheiro para comprar bons presentes convida-nos à criatividade, é uma proposta desafiante de valorizarmos algo que antes tomávamos por garantido ou que nunca valorizámos de todo, pede-nos que façamos chegar ao outro o amor que lhe temos de outras maneiras criativas.</p>
<p>Costuma-se dizer que o que é mau para o ego é bom para a alma e por isso numa realidade actual tão dominada ainda pelos desejos do ego, aproveitemos para tomar consciência das maneiras como afinal tratamos a nossa alma e a de quem nos rodeia.</p>
<p>Que este Natal que se aproxima nos permita dar aos outros mais do que somos do que propriamente o que compramos. Que a gratidão pelo que já temos e a aceitação pela pessoa que somos domine este tempo mágico. Que possamos criar novos rituais e tradições que contrabalancem o consumismo material do último século e que se foquem mais nas pessoas, no que não custa dinheiro e onde podemos dar mais de quem somos. Um prato especial confecionado por nós, adornos para a árvore de natal criados em casa, postais escritos relembrando o quanto os outros são importantes para nós, fotografias emolduradas de momentos maravilhosos, enfim, haja criatividade!<br />
Que as pessoas passem de novo a ser o centro do Natal e não as tralhas que damos e recebemos..</p>
<p>De uma maneira ou de outra, que seja um Feliz Natal!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/armennano-9097212/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4677648">armennano</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4677648">Pixabay</a></p>
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		<title>A visão Karmica da realidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2019 14:48:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não é fácil lidar todos os dias com quem ainda não conhecemos. Cada um de nós é um pequeno Universo, com a sua própria energia, padrões, passado e proposta de evolução. A máscara que usamos dos nossos papeis sociais escondem, na maior parte das vezes, a verdade complexa do que nos vai dentro. Claro que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é fácil lidar todos os dias com quem ainda não conhecemos. Cada um de nós é um pequeno Universo, com a sua própria energia, padrões, passado e proposta de evolução. A máscara que usamos dos nossos papeis sociais escondem, na maior parte das vezes, a verdade complexa do que nos vai dentro.</p>
<p>Claro que os mapas astrológicos e numerológicos ajudam e dão pistas claras dos padrões de cada um. Mas o que eles não mostram é o grau de consciência e evolução em que cada pessoa está a viver as suas energias.<br />
Por esta razão, para conhecer a história da pessoa e para perceber se ela está consciente e alinhada ou não com as suas energias, ouço a sua versão e o que a trouxe a uma consulta.</p>
<p>Não há muito tempo alguém me dizia que se sentia presa num trabalho frustrante que nada lhe dizia, ainda por cima sujeita a uma chefe autoritária e agressiva incapaz de a respeitar. A bandeira vermelha surge quando afirma que não precisa falar sobre a mãe porque deixou de falar com ela há anos e já fez 5 anos de psicoterapia que a ajudou finalmente a perdoar as mágoas que a mãe lhe deixou porque era extremamente autoritária e agressiva.</p>
<p>Talvez para uma mentalidade conservadora / religiosa / julgadora / vítima, este discurso ainda faça sentido e despolete até sentimentos de pena da ´má sorte´ desta pessoa. Mas acredito que para quem está já familiarizado com os conceitos de responsabilidade Karmica, este discurso esconde imensos sinais de alarme de quem não está ainda consciente da dualidade da vida, das leis universais, da responsabilidade pessoal ou sequer do propósito de evolução espiritual.</p>
<p>Antes de mais precisamos perceber o papel da mãe que não foi &#8220;escolhida&#8221; ao acaso. Diz a Lei do karma que apenas colhemos os frutos dos nossos plantios. Somos por isso, cada um de nós nas vidas uns dos outros, na maior parte das vezes completamente inconscientes disso, os &#8220;entregadores&#8221; dessas cargas Karmicas que cada um precisa colher. A Lei da Atração ajuda-nos trazendo à nossa realidade as pessoas que fazem parte dessa tarefa. A posição da Lua no mapa, dá-nos, para além de muitas outras, duas pistas básicas; um imaturo passado inconsciente do próprio e também a mãe da pessoa em questão e neste caso confirma o autoritarismo e a agressividade que ela própria carrega como sombra, projetada inconscientemente na mãe.</p>
<p>Deste ponto de vista, e usando outros aspetos de ambos os mapas, podemos então contar a história Karmica perante os mesmos factos;<br />
Algures em vidas passadas, pelas mais variadas razões, esta pessoa não fez o seu trabalho de responsabilidade pessoal, não amadureceu as suas emoções, não seguiu o seu caminho individual ou sequer cumpriu a sua missão espiritual. Essa imaturidade e traição a si mesma, gerou frustração e raiva que acabou por ser manifestada na forma de agressividade, usando e abusando de quem a rodeava como forma de compensação. Este formato de vida, prisioneiro de crenças limitadoras e uma profunda ignorância espiritual fê-la assumir uma postura autoritária, ou seja, incapaz de amadurecer, crescer e ser autora da sua própria vida, projetou esse autoritarismo, mandando na vida dos outros.</p>
<p>Esta pessoa, ou melhor dizendo, estas energias passadas que ela esconde dentro de si mesma e que vêm em busca de cura na vida presente, estão representadas na própria mãe que aparece na sua vida como &#8220;lembrete&#8221; do seu próprio passado, como consciência da sua própria sombra. A nossa mãe faz, na maior parte das vezes, esse difícil papel de nos lembrar de onde viemos para que, através dela, possamos curar e transformar o que dela em nós ainda sobrevive. Somos assim a proposta de cura desse velho padrão que embora ainda seja visível na nossa mãe, vem em nós e no nosso mapa, preparado para ser limpo.</p>
<p>Perante esta visão Karmica, o perdão não faz sentido. Não há nada para perdoar a não ser a nós próprios pelo que criámos sem qualidade e sem amor e que pelas Leis a nós retorna em busca de aprendizagem, cura e libertação. Aliás, se trocássemos o conceito de perdão por entendimento karmico, deixariam de haver tantos dilemas familiares, culpas e projeções das próprias sombras nos outros.</p>
<p>Perante esta nova visão esta menina não só afirma que depois de anos de psicoterapia, nunca nada lhe fizera tanto sentido, e com os olhos cheios de água diz que há anos que não sentia uma vontade enorme de ir dar um abraço à mãe.<br />
Alertei que a mãe veio para fazer aquele papel e está também sujeita às suas próprias energias. Que embora ela tivesse expandido a sua consciência e percebido finalmente o papel da mãe na sua vida, a mãe ainda era a mãe de sempre. Mas mudando a sua atitude e energia perante a mãe, daria assim início à possibilidade de cura da relação e da própria mãe também.</p>
<p>Sem esta visão Karmica, esta menina não teria amadurecido e entendido a sua energia e a sua história. Teria ficado presa no estado de vítima da má sorte, no julgamento da mãe como pessoa má. Incapaz de entender o papel da mãe, fecharia-se para a cura da sua própria sombra, ficando presa nas mesmas frequências até que a cura acontecesse. Ter atraído aquela chefe era já prova disso. Sem esta visão o laço karmico que prende as duas não seria dissolvido com o amor que ela agora aprendia a ter pela mãe pela primeira vez na vida. Pela primeira vez também, ao iluminar a sua sombra, revelaram-se também aspectos do seu potencial e da sua Luz verbalizando a sua vontade de profissionalmente, ajudar pessoas.</p>
<p>Em duas horas, uma diferente e mais espiritual visão do mundo desabou velhas crenças e deu início a um maravilhoso processo de consciência e transformação pessoal. A mãe passou de carrasco a Mestre. Como dizia Rumi; &#8220;A ferida é o lugar por onde a luz entra.&#8221;</p>
<p>Grata pelo voto de confiança no meu trabalho e parabéns a todos os que saem das suas zonas de conforto e se atrevem a ir em busca da sua cura e da sua felicidade.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p><a href="https://veraluz.pt/terapias/" target="_blank" rel="noopener">Clica aqui para marcares a tua consulta!</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/mysticsartdesign-322497/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=863418">Mystic Art Design</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=863418">Pixabay</a></p>
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		<title>Chegou o tempo da cura e da verdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 11:48:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A espiritualidade, ou seja, a consciência das leis universais e da viagem de evolução pessoal, acordam-nos para cumprirmos o nosso propósito e para a responsabilidade sobre tudo o que vamos colhendo como consequências de ações passadas e também sobre o que vamos semeando através das nossas escolhas presentes. Enquanto este Despertar para o nosso mundo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A espiritualidade, ou seja, a consciência das leis universais e da viagem de evolução pessoal, acordam-nos para cumprirmos o nosso propósito e para a responsabilidade sobre tudo o que vamos colhendo como consequências de ações passadas e também sobre o que vamos semeando através das nossas escolhas presentes.</p>
<p>Enquanto este Despertar para o nosso mundo interior não acontece, vivemos adormecidos presos à Matrix, ou seja, às realidades exteriores e materiais, sejam elas objectivos e metas profissionais, sociais, familiares ou mesmo românticas.</p>
<p>Este estado de inconsciência espiritual impede-nos de percebermos o que nos acontece, porque nos acontece, quando nos acontece e quem nos rodeia e faz-nos acreditar que somos impotentes e que estamos sujeitos ao caos, à sorte e ao azar.</p>
<p>O Despertar faz-nos perceber que a realidade exterior é afinal um holograma da realidade interior. Que o Universo é um espaço cheio de Magia. Que TODOS os movimentos são inteligentes e apoiados por leis, que uma máquina cósmica muito mais avançada do que o melhor dos nossos relógios ou computadores, rege o processo de evolução espiritual de cada um de nós ao longo das nossas encarnações, através das propostas sincrónicas que vamos atraindo a cada momento. É tão avançada e inteligente que, mesmo rodeados de tecnologia avançada, se torna difícil de concebermos a inteligência e potencial desta máquina cósmica, capaz de levar a cada um de nós, propostas únicas e diferentes que fazem parte do caminho individual de cada um.</p>
<p>São muitos os filósofos e cientistas que começaram a perceber que a fonte de energia do cosmos é uma só, que é inteligente, que é dual, que é intemporal e que se manifesta tanto no plano físico (ciência) como no plano metafísico (espiritual).</p>
<p>Tenho reparado que ainda há muita gente que vê o caminho espiritual como um caminho de amor, alegria e paz interior. Um caminho onde os testes se tornam mais leves e os desafios são cada vez menores. A ilusão de só querermos ver e experienciar a luz, a paz e o amor é uma das ratoeiras do caminho espiritual.</p>
<p>A consciência do caminho espiritual é precisamente a capacidade de ver o mundo pelos olhos da dualidade, de a reconhecermos em tudo lá fora no mundo e dentro de nós próprios. De sermos capazes de substituir o velho julgamento e resistência perante a sombra e de sermos a luz e o amor perante a mesma. Ou seja, o caminho espiritual pede de nós a atitude do Mestre que enfrenta e ilumina a sombra quando ela se manifesta e não do velho conceito de &#8220;santo&#8221; que nos ilude na busca da perfeição.</p>
<p>É por esta razão que muitos sentem o fenómeno de atraírem ainda mais sombra na forma de desafios, quando despertam e se começam a iluminar por dentro. Quanto mais luz resgatarmos dentro mais preparados estamos para iluminar a sombra.</p>
<p>Enquanto vivemos inconscientes da nossa dualidade, luz e sombra são projetados nos outros e por isso tanto amamos, como odiamos. A consciência de que os outros são apenas projeções das nossas próprias energias e que nos cabe a nós curá-las no nosso interior, é uma das mais poderosas e libertadoras propostas do caminho espiritual.</p>
<p>Porque temos o livre arbítrio, muitas vidas se passarão em que iremos escolher a resistência e a projeção, adiando assim a tão ansiada cura e evolução e, claro, acumulando assim situações karmicas por resolver e iluminar.<br />
Não é de estranhar por isso que, de vez em quando, o Cosmos se organize precisamente para &#8220;arrumarmos a casa&#8221;, ou seja, para pormos em dia todas essas cargas acumuladas.</p>
<p>Tenho observado muitas histórias em que a encarnação presente parece ter sido tirada para isso mesmo. Ou anos como foi por exemplo o de 2010 ou o de 2018 e que ainda temos a viver até 2020. Embora desafiantes, são tempos muito mágicos e que muitas vezes fazem por nós, o que não conseguíamos fazer sozinhos. Muito exigentes a todos os níveis pois escondem curas de vidas passadas nem sempre fáceis de reconhecer no presente, mas cheias de potencial de cura e libertação que nos irá finalmente permitir aceder a experiências com muito mais qualidade e amor.</p>
<p>Temos assim pela frente dois anos de intensidade, de cura, cheios de oportunidade de trazer à consciência velhos padrões que já não fazem sentido manter para que possamos estar livres para a abundância que temos em potencial e que irá aparecer lá mais à frente.</p>
<p>Caso queiras aproveitar este tempo mágico para entenderes os teus padrões e cooperares na resolução dos mesmos, clica no<br />
link abaixo, envia email para veraluz@veraluz.pt ou liga 967988990.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="0ZF1roYy8p"><p><a href="https://veraluz.pt/informacoes/">Informações</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://veraluz.pt/informacoes/embed/#?secret=0ZF1roYy8p" data-secret="0ZF1roYy8p" width="600" height="338" title="&#8220;Informações&#8221; &#8212; Vera Luz" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Bem hajas! &lt;3<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/geralt-9301/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5144249">Gerd Altmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5144249">Pixabay</a></p>
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		<title>Karma, Regressão e Orientação espiritual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2017 08:46:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este artigo foi publicado na revista &#8220;Maya Guia Astrológico 2016&#8221; A felicidade é o resultado do trabalho de consciência espiritual e equilíbrio interior Está chegar ao fim o tempo da sorte e do azar, o tempo em que culpávamos os outros pelas nossas dores, o tempo em que a resolução dos nossos problemas dependia do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo foi publicado na revista &#8220;Maya Guia Astrológico 2016&#8221;</p>
<p>A felicidade é o resultado do trabalho de consciência espiritual e equilíbrio interior<br />
Está chegar ao fim o tempo da sorte e do azar, o tempo em que culpávamos os outros pelas nossas dores, o tempo em que a resolução dos nossos problemas dependia do que acontecia de fora para dentro.<br />
A Nova Era pede-nos responsabilização pela nossa história, pede escolhas corajosas e de qualidade, pede paixão, coragem e liberdade de agir de acordo com o que só a nós nos faz sentido pois essa é mais bela via para chegar ao amor. </p>
<p>É tempo de despertarmos e resgatarmos o nosso poder interior!<br />
Aos poucos a linguagem espiritual e os termos esotéricos orientais começam a fazer parte do nosso dia a dia.<br />
Palavras como Karma, Dharma, Chakra, Guru, Prana, Yoga são já comuns na rotina de muitos e trazem com elas conceitos e crenças espirituais profundas que vêm revolucionar as filosofias Ocidentais e a nossa maneira de lidar com a vida. </p>
<p>Depois de séculos presos a conceitos religiosos altamente dogmáticos e castradores que nos distanciaram da maravilhosa sabedoria antiga, esta fresca energia oriental começa a ser sentida como um bálsamo para a alma.<br />
Poderosos movimentos planetários estão a trazer à humanidade uma proposta de evolução e consciência espiritual como há muito tempo este planeta não via. Cabe-nos a nós aproveitar então esta onda para nos realinharmos com a nossa história espiritual, mesmo que para isso tenhamos que por em causa a nossa máscara social.</p>
<p>Trazemos dentro de nós a luz e a sombra<br />
Cada um de nós é um espírito completo, composto de energia feminina e masculina, Yin e Yang, que que vem à Terra em busca de infinitas experiências onda possa integrar ambos os lados. A partir da visão da alma, todas as experiências são então válidas e essenciais ao nosso equilíbrio.<br />
A viagem terrena é, no entanto, acompanhada por um ego que tende a criar uma realidade mais limitada fazendo-nos acreditar que cumprir na perfeição a agenda social, familiar e profissional é suficiente para atingir a felicidade. </p>
<p>Mais cedo ou mais tarde uma crise espiritual vem mostrar que é impossível ser fiel à história social e espiritual ao mesmo tempo e somos convidados a escolher.<br />
Não é fácil virar a mesa e mudar radicalmente as nossas crenças e a nossa vida em prol de um novo caminho ou de um sentimento forte que nos diz que “é o que me faz sentido!”. Mas sem dúvida que vale a pena!<br />
Vivermos desligados desta sabedoria, inconscientes da intenção sagrada do nosso espírito, é vivermos sem alegria, sem energia e sem consciência do potencial interior.<br />
Se não tivermos um sentido ou direção de qualidade e se formos incapazes de entender as questões karmicas que se escondem por trás dos eventos do dia a dia, a apatia, a raiva e a frustração começam a tomar conta e a depressão instala-se. </p>
<p>Muitas são então as propostas espirituais na forma de ideias e crenças que nos chegam e que nos vêm obrigar a libertar as velhas crenças que já não nos servem. Por exemplo;</p>
<p>Muda o teu interior para mudares o teu exterior<br />
&#8211; Somos pacotes de energia em busca da harmonização entre a luz e sombra que carregamos em nós. O propósito é o equilíbrio e não a perfeição.<br />
&#8211; Já vivemos antes e logo a vida presente deve ser vista como continuidade de uma história anterior sempre acompanhada da intenção de evoluir e amar. Paraíso e inferno não existem.<br />
&#8211; Com o nosso livre arbítrio já fizemos boas e más escolhas que agora se reflectem na nossa vida presente nos desafios e nas bênçãos que atraímos. Não há pessoas boas nem más.<br />
&#8211; Somos seres magnéticos e logo eventos e pessoas são atraídos para a nossa realidade pela nossa energia para que as nossas aprendizagens sejam possíveis. Não somos apenas de carne e osso.<br />
&#8211; A Lei do Karma é a mecânica que trás à nossa vida o que um dia para ela lançámos, convidando-nos a responsabilizarmo-nos humildemente por esses retornos. Não existe a sorte e o azar.<br />
&#8211; A humildade, a aceitação e a rendição são o que em muitos casos nos permite superar situações difíceis. A força, a luta e a resistência nem sempre são a resposta.</p>
<p>O Universo recompensa sempre actos de coragem e amor próprio.<br />
O trabalho de consciência, de limpeza e de mudança é tanto mais fácil quanto mais o abraçamos e levamos a sério e será nele que pela primeira vez iremos sentir o que é amor próprio e a abundância interior.<br />
No estágio de evolução em que a humanidade se encontra, a evolução é feita ainda pelo conflito. Precisamos de testes, tentações e dragões para que possamos relevar o herói que há em nós. E quando todos formos heróis e a causa comum for o amor, iremos finalmente materializar na Terra o tão ansiado paraíso.<br />
Tu estás cá, fazes parte, és essencial como parte do todo, contribuindo com o que tens de melhor.<br />
Só resgatando e acendendo a tua luz poderás ir pelo mundo fora ajudar, ou seja, lembrar a quem anda no escuro as suas esquecidas naturezas.<br />
Cabe-te a ti aceitar o convite!</p>
<p>Que este novo ano te devolva a consciência do Ser de Luz que és e te traga a coragem de saíres da zona de conforto em busca do que mereces lá fora no mundo e de fazer brilhar a  tua essência pois essa será sem duvida, a mais bela viagem da tua vida!<br />
Bem Hajas..</p>
<p>Vera Luz</p>
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		<title>O problema da humanidade não nasce da maldade.. Nasce da ignorância.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Apr 2017 08:02:17 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A violência, o ódio, o egoísmo, a injustiça, o materialismo, a frieza, a manipulação e outros tantos miseráveis estados de ser, são apenas subprodutos da nossa ignorância quanto à nossa essência, existência e propósito espiritual. Poucos ainda acordaram para a ideia de que a vida é um processo de evolução espiritual que envolve responsabilidade por si mesmo e logo ainda estão presos à ilusão do exterior, acreditando que a vida é um &#8220;jogo&#8221; de conquista material e que ganha quem tem mais. Coisas, razão, dinheiro&#8230;.</p>
<p>Desconectados do nosso mundo interior, ignorantes sobre o que as antigas sabedorias já nos tentam ensinar há séculos, em infantil negação quanto à nossa herança energética e propósito de evolução espiritual, vivemos num culto iludido pela persona que representamos, pelo corpo e identidade que temos, pelos papeis que representamos, pelo visível, pelo superficial, pela matéria, pelo Ego, completamente desconectados do que em nós é eterno, invisível e intemporal chamado Alma.</p>
<p>A consequência de vivermos apenas a densidade material, fez-nos ficar presos à sua emoção dominante; o medo, e esse sim tem dominado o mundo e cada um de nós nos últimos séculos. Incapazes de aceder à energia do Amor, não sabemos ainda cooperar, tolerar, criar empatia ou diplomacia e está à vista o mundo que temos dominado pelo medo.</p>
<p>Embora seja uma antiga batalha que faz parte da dualidade em que vivemos, o grande antibiótico capaz de curar a profunda ignorância de que sofre a humanidade será sempre o Amor. Tal como a escuridão se rende à presença da Luz. Enquanto não tomarmos consciência que temos no nosso livre arbítrio a capacidade de escolher a Luz e o Amor em cada momento, encontro e desafio, a resposta por defeito será a reactiva do medo.</p>
<p>Por conhecerem bem estes mecanismos do ser humano, por saberem bem que reagimos mais depressa ao medo do que ao Amor, desde sempre, figuras de poder o usaram para exercer o seu domínio sobre a população. Sejam figuras de estado na busca de impostos e controle, seja no trânsito através de multas e coimas, nas escolas na tentativa de organização e disciplina, seja nas religiões na busca de atenção e obediência. Seja até entre pais e filhos em frases tão simples como; &#8220;não comes a sopa, não vais brincar&#8221;. O medo é uma arma eficaz e só perderá o poder que tem quando lhe deixarmos de vender a alma.</p>
<p>Se escolher agir ou responder à vida pelo Amor, pela tolerância e paciência já é um desafio gigantesco para a maioria dos conscientes, o que podemos esperar daqueles que nem sequer estão conscientes da dualidade, que nem têm noção do poder que têm de escolher o medo ou o amor e que simplesmente reagem automaticamente sempre e por defeito, pelo medo?</p>
<p>Nesta Era tão surreal, mágica, instável mas rica na mudança de paradigma que estamos a viver, o desafio C o v i d foi de facto o teste perfeito que a humanidade precisava para esta velha batalha cósmica.<br />
A ameaça invisível (e não é o medo também?), a trazer a proposta de agir ou reagir.<br />
O convite para observar, pensar, investigar e então escolher com Luz e consciência ou o medo, a reação, a defesa e a ilusão do controle. A Era do Amor não vai aparecer magicamente. Ela irá ser uma realidade quando a maioria já for capaz de escolher o Amor.<br />
<span style="font-size: 14px;"><br />
Até lá, o medo ainda irá causar a sua destruição. O medo paralisa, torna-nos reactivos, impulsiona movimentos sem consciência. Quem tem medo não sabe estar em equilíbrio, aliás, não sabe estar. </span><span style="font-size: 14px;">A hormona do cortisol, activada pelo medo prende-nos a dois movimentos básicos conhecidos por; fight or flight; enfrentar ou fugir. </span><span style="font-size: 14px;">Ambos estão ligados ao corpo físico para que possamos agir, caso a nossa sobrevivência seja posta em causa. </span><span style="font-size: 14px;">Para que o corpo responda, os circuitos da mente são temporariamente desligados para que não percamos tempo a pensar como vamos reagir à situação. </span><span style="font-size: 14px;">O medo não nos torna mais inteligentes e capazes de boas ações. Antes pelo contrário. Leva a maioria muito perto do perigoso estado seguinte; o pânico! e esse sim é perigoso e capaz inclusive de criar problemas adicionais, tão ou mais graves do que o que já temos que lidar.</span></p>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q"> A única forma de não nos deixarmos levar pela corrente do medo, é manter a consciência, é manter a ligação entre a mente e o coração, é travar todo e qualquer impulso inconsciente, é exercer uma escolha com amor e qualidade sobre a realidade, é analisar factos, ideias, relatos e deixá-los passar pelo filtro do que nos faz ou não sentido. Do que é ou não ecológico para cada um de nós.</div>
<p>Parece que nos dias que correm a dialética hegeliana perdeu-se por completo na sua capacidade de refletir acerca da realidade nas suas mais variadas e diferentes visões. Diz o Wikipédia; &#8220;<span class="no-conversion"><b>Dialética</b></span> é um método de diálogo cujo foco é a contraposição e contradição de ideias que levam a outras ideias e que tem sido um tema central na filosofia ocidental e oriental desde os tempos antigos. A tradução literal de <i>dialética</i> significa &#8220;caminho entre as ideias&#8221;. (&#8230;) A dialética é a história das contradições. (&#8230;)Na Grécia Antiga, a dialética era considerada a arte de argumentar no diálogo. Atualmente é considerada como o modo de pensarmos as contradições da realidade, o modo de compreendermos a realidade como essencialmente contraditória e em permanente transformação.&#8221;</p>
<p>De um dia para o outro, perante uma informação não analisada e investigada correctamente perante variados factos, milhões reagiram por medo, que entretanto, à conta da máquina de propaganda do media, passou a ser a atitude nobre, a escolha certa, a postura responsável e o que precisou ou foi capaz de manter o centro, pensar, investigar, questionar e analisar a mesma informação sob diferentes e variadas fontes passou a ser o irresponsável, o problemático, o negacionista.<br />
Acredito que os velhos filósofos gregos estão a dar cambalhotas nos túmulos, chocados com a falta de bom senso que reina no nosso tempo! Claro que eles não tinham a máquina de propaganda diária a dizer-lhe o que pensar ou em que acreditar e tenho a certeza que essa é um dos grandes monstros sociais que criámos para nós próprios. Infelizmente, seja na escola ou nas TV´s, ensinam-nos a decorar, dizem-nos O QUE pensar mas não nos ensinam a questionar, a filosofar, a fazer teses e antíteses e por isso não chegamos às sínteses, não respeitamos as diferenças e diferentes formas de pensar.</p>
<p>As consequências mostrarão com o tempo a cada um, a qualidade das suas escolhas.<br />
Para quem ainda vê o mundo como um palco de doidos, um caos desgovernado, a teoria do &#8220;salve-se quem puder&#8221; faz todo o sentido.<br />
Para quem já aprendeu a ver a Ordem por trás dos eventos codificada nas estrelas, para quem já descobriu que a realidade é um palco de teste ao nosso processo de evolução individual, não só já não se ilude facilmente, como escolhe com muito cuidado e consciência, a resposta a dar a cada momento. É para isso que o livre arbítrio serve!</p>
<p>Só a partir desta consciência, o mundo dual em que vivemos faz sentido. Só com a consciência da dualidade percebemos o poder e a responsabilidade que temos em escolher.<br />
O estado da nossa energia depende unicamente das escolhas que temos vindo a fazer assim como das escolhas que estamos a fazer hoje. A vida será então sempre este permanente plantar e colher que tal como a imagem do egípcio mantêm uma mão virada para o passado e outra a plantar o futuro.<br />
Para percebermos essas velhas e esquecidas escolhas, feitas já em outras existências precisamos ir ao passado encontrar a linha que nos trouxe até aqui pois é a partir dela que iremos perceber a direcção rumo ao futuro. E por isso, embora a realidade seja sempre a mesma, ela é percepcionada de forma diferente e pessoal por cada um de nós.<br />
Enquanto não descobrirmos a nossa linha, a nossa rota única, vivemos doentes, a sofrer dos males causados pela sabedoria que desconhecemos. Por exemplo;</p>
<p>Não sabemos que somos partículas de energia em busca do próprio equilíbrio.<br />
Não sabemos que somos seres duais capazes do melhor e do pior conforme o nosso nível de consciência.<br />
Não estudámos as leis universais que nos regem. Não conhecemos a lei da atracção que nos faz chegar o que e quem precisamos para cumprir o nosso propósito. Não conhecemos a lei da ressonância que nos permite ver nos outros o estado da nossa energia.<br />
Não nos ensinaram que somos herdeiros de uma história muito mais antiga do que a que conhecemos com o nosso nome.<br />
Não nos avisaram que o que fizermos na vida presente terá consequências na próxima. Não nos explicaram que esta vida é já uma consequência da anterior.<br />
Não nos explicaram que a nossa vida serve para fazermos uma imensa transformação da pessoa que nascemos para uma outra bem diferente quando morrermos. Não nos ensinaram que nós somos os únicos responsáveis pelo estado da nossa energia e pela evolução da mesma. Não sabemos que embora o mundo pareça um caos, há leis universais que estão para além das experiências e comprovações científicas que regem as nossas vidas.</p>
<p>A maior parte de nós vive sem noção de que as circunstâncias da vida presente estão directamente ligadas à história que trazemos das vidas passadas. É o espírito que tem uma história e não a nossa personalidade. A personalidade e os papeis que representamos são os palcos de experiência onde a Alma evolui, são um meio  de crescimento e não um fim em si. Por consequência não entendemos o que nos acontece, quem nos rodeia ou qual o nosso propósito.<br />
O nosso ego ou personalidade investe tudo para conseguir criar uma vida estável, segura e feliz. Mas o espírito tem intenções diferentes, muito mais elevadas e inteligentes.<br />
Para o espírito, a vida serve para colher as consequências de actos passados, conhecer as leis universais de maneira a conseguir fazer a transformação interior e aprender sobre o amor, e como plantar sementes de qualidade.<br />
Conclusão: as duas intenções são diferentes e isso cria um dilema dentro de nós pois as Leis Universais e os movimentos do planetas agem a favor da intenção do espírito e não dos desejos do ego.<br />
O crescimento espiritual acontece quando abrimos mão do controle e de querermos que a vida seja à nossa maneira e nos rendemos ao propósito superior de evolução que ela tem para nós.<br />
Aprender sobre as leis universais é essencial para entendermos as dinâmicas à nossa volta de maneira a conseguirmos dar entendimento e resposta positiva ao que quer que venha à nossa vida.<br />
Reconectados com essas leis e com o nosso interior reaprendemos a ver a dualidade. Percebemos que o nosso ego nunca irá ter o que quer, iremos sim atrair o que o nosso espírito precisa para cumprir o seu propósito. E é desta dualidade que estamos em condições de voltar à Unidade.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/8385-8385/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=196541">Reimund Bertrams</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=196541">Pixabay</a></p>
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		<title>Tens consciência da tua história de evolução pessoal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2017 15:38:01 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A nossa realidade é como uma bola de espelhos; cada pessoa que nela entra, espelha algo em nós. Ou seja, os outros devolvem-nos partes de nós, que por viverem inconscientes em nós, precisam ser trazidas à luz.<br />
A nossa verdadeira energia é muito mais profunda e complexa do que possamos imaginar e nada tem a ver com a pseudo auto-imagem perfeccionista que cada um de nós gosta de alimentar de si mesmo.<br />
Para acedermos à dualidade que DE FACTO somos ou carregamos em nós, representada na imensa bagagem inconsciente que trazemos de vidas passadas, temos que nos disponibilizar para aceitar o que temos de positivo mas principalmente o que carregamos de negativo e que precisa evolução.</p>
<p>Temos uma frequência própria, única, resultado precisamente desse passado e por isso iremos atrair outros, com energias idênticas, que nos trazem a proposta de sabermos mais sobre a nossa energia e sobre a nossa história pessoal. Tanto sobre as coisas maravilhosas que já fizemos e fomos como onde e como um dia ainda agimos sem luz e sem amor.<br />
Para conseguirmos aceder a esta visão inteligente e mágica da vida, é essencial fazermos um trabalho interno de reformulação de crenças de maneira a permitirmo-nos ver Ordem onde antes víamos caos.<br />
Ao contrário do ego pessoal e social que apenas se quer focar no positivo, rejeitando e condenando o pólo negativo, a visão energética e a linguagem científica implica a aceitação dos dois pólos como complementares e essenciais a qualquer noção de equilíbrio.<br />
É precisamente a falta de visão Cósmica que leva ainda muitos a acreditar que o mundo é um caos, que os outros ou as pessoas são más, que somos todos vítimas da sociedade ou de pessoas violentas.</p>
<p>Infelizmente o Deus do medo ainda tem mais poder do que o Deus do Amor e como é um dilema de crenças do ser humano, cabe a cada um fazer a sua evolução interna neste aspecto. E enquanto não há consciência, não há evolução.<br />
Para que esse trabalho interno possa começar, precisamos sair da visão do caos e aprender a ver a ordem. Precisamos parar de nos iludirmos a olhar para fora e começar a ver a verdade de quem somos. Precisamos libertar a frequência do medo e aceder à frequência do amor. Precisamos trocar conceitos de sorte/azar ou coincidência pelas leis universais que fazem movimentar inteligentemente a nossa realidade, como por exemplo a Lei do Karma ou a Lei da Atracção ou a Lei do Equilíbrio ou a Lei da Ressonância.</p>
<p>Porque não fomos ensinados a ver a Ordem e o Amor regidos por estas leis, ficamos iludidos na visão da desordem e do caos e por isso a vibração do medo domina a maioria.<br />
A violência, o egoísmo, o materialismo, a ignorância, a depressão, a revolta/frustração, a falta de energia ou ânimo e a necessidade de controle são a consequência da visão distorcida que temos do mundo, ou seja de ver o mundo com os olhos do medo. E porque não sabemos ler a realidade pelos olhos do amor e nem a percebemos como proposta de evolução pessoal, ela mantém-se, prendendo-nos a padrões velhos aguardando pela nossa evolução. Algo que só será possível com os olhos do amor.<br />
Quando a energia do amor circula em nós, quando os nossos olhos conseguem ver Ordem e Amor, quando o nosso Deus é um Deus de amor e equilíbrio, a nossa expressão energética será a paz, o espírito humanitário, a sensibilidade, a sabedoria, a alegria, a aceitação e a capacidade de confiarmos na Ordem Maior.</p>
<p>Não é propriamente o mundo que precisamos curar mas sim o ser humano que sofre da pior das doenças; a desconexão com a sua essência de Amor permitindo que o medo se instale.<br />
Embora esta mudança pareça difícil ou tarefa quase impossível, tenho comprovado que não só não é, como é mais acessível do que parece.<br />
O primeiro passo e talvez o mais desafiante a superar seja mesmo a resistência a aceitar uma nova visão do mundo.<br />
Por exemplo, não é fácil viver uma vida inteira a acreditar que fomos vítimas de uma infância miserável ou de pais sem amor que julgamos e condenamos até hoje e que culpamos pelo nosso estado infeliz e um dia sermos convidados a aceitar a visão de que na nossa vida passada tivemos o mesmo comportamento que julgamos no presente e que a presença dos pais, tal como são, obedece às dinâmicas kármicas que nos convidam a experienciar as nossas escolhas passadas.<br />
É tão mais fácil ser vítima do que ganhar responsabilidade!<br />
Mas enquanto que a vitimização nos prende ao padrão, a responsabilidade liberta.<br />
Aprender a ver a Ordem e o Amor obriga a mudanças internas profundas sim, mas quando há disponibilidade, são feitas de maneira tranquila e amorosa ao contrário da resistência que, essa sim, provoca a perda violenta.<br />
Não é novidade que todo o Ocidente está a sofrer de uma gigante crise existencial, atingindo aqueles a quem muitos ainda recorrem em busca de respostas; padres e psicólogos. Estamos aos poucos a aprender que a verdade de quem somos reside dentro de nós. A Astrologia e Numerologia são ferramentas valiosas na busca de quem somos. Os outros são apenas espelhos para que esse trabalho de autodescoberta possa ser mais fácil.<br />
O nosso processo de amadurecimento e evolução pessoal é interno e somos nós os únicos capazes de o fazer. Não passa por seguir cegamente rituais religiosos ou crenças desatualizadas, não se trata de alimentar uma filosofia perfeccionista e muito menos está numa caixa de comprimidos receitada por alguém que quantas vezes está sujeito à mesma crise do seu paciente, salvo, claro, casos extraordinários.<br />
O processo de evolução implica um movimento duplo e inteligente em nós de sabermos identificar o que já passou de data, o que já não confere, o que está desactualizado na nossa viagem pessoal e de abraçarmos o novo, o que vem trazer mais luz, o que nos leve mais perto da liberdade de sermos quem somos e do amor próprio.</p>
<p>Mais ou menos conscientes, mais depressa ou mais devagar, com mais violência ou mais amor, todos estamos a fazer a mesma viagem. Quanto mais conscientes dela, mais maravilhosa se torna&#8230;</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/photos/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1023340">Free-Photos</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1023340">Pixabay </a></p>
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		<title>Foco dentro vs Foco fora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2017 23:18:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de tantos anos no mundo da terapia, aprendemos a perceber padrões e sinais com alguma facilidade. São precisamente esses sinais que me ajudam não só a perceber como a pessoa está a ver o mundo naquele momento, mas principalmente o que posso fazer para ajudá-la a encontrar harmonia dentro de si para que depois [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de tantos anos no mundo da terapia, aprendemos a perceber padrões e sinais com alguma facilidade.<br />
São precisamente esses sinais que me ajudam não só a perceber como a pessoa está a ver o mundo naquele momento, mas principalmente o que posso fazer para ajudá-la a encontrar harmonia dentro de si para que depois a possa levar ao seu mundo pessoal.</p>
<p>Por exemplo, se o foco principal da conversa são acontecimentos externos, provocações dos outros, o que os outros fizeram, disseram, não fizeram ou deviam ter feito e detalhados relatos de memórias passadas, estamos perante alguém que ainda vive algo inconsciente de si próprio, da sua responsabilidade e do seu poder pessoal. Há normalmente nestes casos, ansiedade pois a pessoa ainda acredita que vive à mercê do evento exterior, insegurança pois a falta de amor próprio ainda não lhe deu acesso ao seu poder pessoal e à capacidade de mudar a sua história e vitimização pois não há ainda uma nova consciência e sabedoria que a ajude a escolher novas respostas.</p>
<p>Muito antes de começarmos a entender então o que o exterior está a devolver da nossa história, é essencial nesta fase corrigir a distorcida visão do mundo e ajudar a ver a magia que se esconde por traz de cada evento e de cada pessoa. Só pela via da consciência e de uma mais sábia visão do mundo, a ansiedade, a insegurança e a vitimização deixam de fazer sentido e serão substituídas por confiança, segurança, fé e responsabilidade.</p>
<p>Mas nos dias que correm, muitos são já os que fizeram este trabalho interno e que se encontram já num diferente patamar de consciência. Não direi que estão mais evoluídos, apenas mais conscientes. Não tem menos desafios, mas sim desafios diferentes.<br />
O foco principal de conversa centra-se no que a pessoa está a sentir, resultado de um qualquer evento ou encontro no exterior. Há uma preocupação em encontrar a mensagem ou melhor dito, aprendizagem escondida que fez a pessoa atrair aquele evento ou pessoa. Há uma disponibilidade para encontrar sombras, lixo escondido, a verdade nua e crua do que ainda vive no inconsciente.<br />
Não é raro sentir nestas pessoas alguma tranquilidade interior mesmo que afundadas em desafios externos pois há já uma postura de observação mais do que total identificação. A sabedoria que entretanto ganharam já lhes permite aceitar a responsabilidade tanto pelo que atraem como pela resposta que vão dando aos seus desafios. o seu foco é o seu estado interior e a busca do seu equilíbrio interno. Nesta etapa queremos saber mais da nossa sombra e da nossa luz. Queremos curar as nossas feridas independentemente de quem as abriu. Queremos-nos religar com a fonte e com o nosso centro de poder e amor muito mais do que &#8220;resolver&#8221; as questões externas pois aprendemos finalmente que o exterior irá ser sempre um espelho do nosso estado interno.</p>
<p>O ser humano é imensamente complexo e mais ainda é o processo de evolução e por isso é natural que vás encontrar espelhos de ti nos dois exemplos acima. Não interessam de todo as comparações, interessa sim a auto-análise de cada um perceber quem é, em que estado está, o que precisa ser validado e o que precisa mudança. As descrições acima são apenas referências para que consigas perceber onde, como, com quem e de que maneira na tua vida poderás encontrar mais equilibrio interior. Só olhando para dentro irás poder celebrar o ser único que és, individual, diferente, fruto de uma história que só tu conheces com anseios que só tu sentes. Rejeita comparações que abafam a tua essência e atreve-te a viver a tua diferença!</p>
<p>Gratidão por tudo o que tenho aprendido com cada pessoa que por mim passa. Mantenho desde sempre um imenso respeito por quem se disponibiliza a crescer e uma enorme gratidão por me permitirem fazer o que mais amo assim como me devolver tanto de mim.</p>
<p>Bem Hajam<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/inkie-1718769/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2323275">INKIE</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2323275">Pixabay</a></p>
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		<title>Como usas a tua energia? É bem investida ou é desperdiçada?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2017 13:56:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A educação ocidental não contempla ainda, de um modo sério, a reencarnação e a evolução espiritual. Ao contrário do Oriente que, das mais variadas maneiras, cultiva o desenvolvimento do espírito, aqui no Ocidente é-nos ensinado que chegamos aqui pela barriga da mãe e saímos por uma caixa de madeira. Há uma exagerada ligação ao corpo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A educação ocidental não contempla ainda, de um modo sério, a reencarnação e a evolução espiritual. Ao contrário do Oriente que, das mais variadas maneiras, cultiva o desenvolvimento do espírito, aqui no Ocidente é-nos ensinado que chegamos aqui pela barriga da mãe e saímos por uma caixa de madeira.</p>
<p>Há uma exagerada ligação ao corpo físico em detrimento do que realmente lhe dá vida; O Espírito.<br />
O conceito de nascimento biológico, o crescimento físico, o desenvolvimento intelectual e a vida social passam a ser os nossos principais focos e onde investimos a maior parte da nossa energia, deixando para trás o que afinal o que &#8216;anima&#8217; a nossa existência; o nosso Espírito, a viagem de maturidade emocional e o cumprir da nossa missão espiritual.</p>
<p>Se não soubermos que existem de facto duas propostas a harmonizar e damos apenas atenção a uma delas, mais cedo ou mais tarde a crise instala-se e surge a proposta de transformação e o convite ao realinhamento.<br />
A falta de energia, o desânimo, a depressão, a ansiedade, o sentimento de desorientação e falta de propósito são sinais e consequências deste desalinhamento.<br />
O processo de cura ou de equilíbrio, na maior parte das vezes, tem início nesta consciência. Ou seja, que não são as circunstâncias exteriores as responsáveis pelo nosso estado mas sim o nosso próprio estado interno de desalinhamento que as está a criar.</p>
<p>É-nos então proposto fazer os respectivos ajustes começando por identificar onde investimos demais e nos perdemos, mas também onde não investimos nada e onde secámos.<br />
Só a partir daqui nos podemos sintonizar com a intenção original da nossa existência e a proposta da vida presente. Só conscientes desta dualidade nos podemos realinhar com a nossa história espiritual pessoal e conciliar a proposta da alma com os desafios da personalidade.<br />
Tens consciência de onde, com quem e como investes a tua energia?</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/mohamed_hassan-5229782/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5322255">mohamed Hassan</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5322255">Pixabay</a></p>
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		<title>A magia de manifestar abundância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Oct 2016 13:07:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por mais apelativo que seja o conceito de evoluir, ainda há muitas pessoas que ainda não o entenderam muito bem. Já algumas que ainda acreditam que evoluir é ter uma vida materialmente mais abundante mas de preferência que tudo caia do céu ou que saia no totoloto.  Outras acreditam que irão atingir um estado de paz [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais apelativo que seja o conceito de evoluir, ainda há muitas pessoas que ainda não o entenderam muito bem.<br />
<span style="font-size: 14px;">Já algumas que ainda acreditam que evoluir é ter uma vida materialmente mais abundante mas de preferência que tudo caia do céu ou que saia no totoloto.  </span><span style="font-size: 14px;">Outras acreditam que irão atingir um estado de paz interior e para isso todas as pessoas &#8220;más, injustas e desafiantes&#8221; que as rodeiam devem passar a ser milagrosamente perfeitas e maravilhosas.</span></p>
<p>Outras sonham com a validação e reconhecimento dos outros que por sua vez não podem ter liberdade ou autonomia e deverão viver apenas para as satisfazer e adorar.<br />
Outras ainda acham que evoluir é ser bonzinho, estar disponível, acudir, ajudar, disponibilizar para assim justificarem não ter energia para a sua própria vida.<br />
A maioria sem duvida ainda acredita que evoluir é manter relacionamentos a qualquer custo, justificados pelo tempo, filhos, dinheiro, medo, pressão familiar que camuflam tão bem os piores demónios interiores.</p>
<p>Estes e outros exemplos são infelizmente muitos comuns e revelam o quanto ainda não aprendemos a trabalhar com a energia.<br />
Ou seja, ainda estamos em busca do preenchimento interior através de algo exterior quando o poderoso mecanismo é ao contrário. Primeiro somos, depois materializamos.<br />
Quando insistimos em materializar para depois então ser, vivemos em estado de fósforo sempre com medo que ele apague.</p>
<p>Vivemos em estado de apego emocional, tudo fazendo para manter aquela dependência.<br />
Vivemos em estado de medo pois se nos falta a dependência, somos confrontados com o vazio.<br />
Vivemos desempoderados pois para manter o outro cedemos-lhe todo o nosso poder pessoal.<br />
Vivemos desalinhados da nossa essência pois para manter o que está fora precisamos fazer cedências que não raramente chegam à anulação pessoal.<br />
Vivemos desenergizados pois a nossa energia serve para manter quem precisamos por perto.<br />
Vivemos iludidos acreditando sem questionar que a nossa fórmula é a certa e que o mundo é que está louco.</p>
<p>Cada um levará o seu tempo e desgaste para perceber que a fórmula de ir buscar fora primeiro não funciona. Tudo o que insistimos TER para SER vem armadilhado.<br />
Lá chegará o dia em que percebemos que ao investir toda a nossa energia no SER, o TER simplesmente cai-nos no colo, é atraído por ressonância, aparece sem esforço, é sentido como uma benção.</p>
<p>Não é fácil identificarmos as nossas lentes e o nosso ego irá sempre fazer-nos acreditar que já estamos a fazer tudo bem.<br />
É essencial sermos capazes de nos pormos em causa, de pedir ajuda, de questionar até que ponto ainda estamos presos na armadilha de ir buscar fora em vez de desenvolver dentro e é precisamente para isso mesmo que servem os livros e as consultas.<br />
REaprender a ajustar as nossas prioridades, valores, crenças dá um trabalho imenso, obriga a escolhas dificílimas e traz sempre alguma dor, mas é o preço a pagar por vivermos alinhados e sermos capazes de materializar sem esforço..</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/ksyfffka07-10596932/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5659775">ksyfffka07</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5659775">Pixabay</a></p>
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		<title>A ignorância, o apego, o ódio, os 3 venenos do mundo segundo o Budismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 12:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivemos numa dimensão onde a dualidade energética Yin / Yang é visível, palpável e experienciável fisicamente nas suas infinitas representações. Enquanto que na Fonte, em dimensões mais elevadas existimos fundidos com o Todo, ou seja somos Um Só tal como o Oceano, aqui nas 3 dimensões a frequência energética desacelera, é de tal maneira lenta [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos numa dimensão onde a dualidade energética Yin / Yang é visível, palpável e experienciável fisicamente nas suas infinitas representações.</p>
<p>Enquanto que na Fonte, em dimensões mais elevadas existimos fundidos com o Todo, ou seja somos Um Só tal como o Oceano, aqui nas 3 dimensões a frequência energética desacelera, é de tal maneira lenta que conseguimo-nos materializar, separar parte da nossa energia criando individualidades a partir do todo tal como acontecem com as gotas de água do mesmo Oceano.</p>
<p>Por exemplo, num avião a uma velocidade de 900km por hora a viajar por cima do mar, vemos apenas uma enorme superfície azul. Vemos o todo. Mas se sairmos do avião, abrandarmos a velocidade, baixarmos à superfície e observarmos com atenção a mesma água, iremos ver centenas de variedades de peixes e plantas, iremos poder observar as mais variadas cores do arco-íris, iremos sentir o cheiros e texturas e podemos até decompor a gota de água quimicamente encontrando não só a formula que a compõe como a dualidade energética que cada átomo representa.</p>
<p>De cima, a 900km à hora víamos o todo.</p>
<p>Parados, em baixo conseguimos ver a diversidade.</p>
<p>O mesmo se passa entre a nossa própria realidade e o mundo microscópico. Totalmente invisível aos nossos olhos mas sem duvida existente e bastante poderoso.<br />
É então na realidade 3D em que vivemos que podemos experimentar o bom o mau, o quente o frio, o alto o baixo, o inverno o verão, o masculino o feminino, o dentro o fora, a noite o dia, o positivo o negativo, o preto o branco e todas as cores do espectro, e por aí fora tomando consciência das experiencias de cada polo.</p>
<p>Esta é, para mim, a razão do espírito encarnar; experienciarmos a Luz que já somos nas mais variadas facetas, em frequências mais lentas e baixas, trocando permanentemente de polos pois só a perspectiva de cada polo nos dará a visão completa da realidade.</p>
<p>As mais velhas filosofias, as religiões do mundo, a antiga sabedoria esotérica desde sempre nos tentou relembrar esta visão e fazer esta ponte entre a nossa existência terrena e uma existência para além da do corpo físico.</p>
<p>A própria palavra religião vem do latim RE-LI-GA-RE.</p>
<p>Religare o quê?</p>
<p>Precisamente a nossa mente ou visão terrena à visão do espírito superior pois só dessa perspectiva conseguimos perceber a realidade.</p>
<p>Infelizmente o materialismo das sociedades modernas e o deslumbramento com a ciência abafaram este lado sagrado da vida chegando mesmo ao ponto de o desacreditar.</p>
<p>Negarmos esse lado da vida é tão ignorante ou infantil como se alguém negar a existência de micróbios e bactérias apenas porque não os vê.</p>
<p>Sem noção nenhuma então de qual é o propósito energético da vida, incapazes de perceber a lógica do Todo e as dinâmicas de atracção e equilíbrio energético a que nos propusemos antes de encarnar, passamos a por o foco no nosso ser inferior, vivendo na ilusão da separação, no espírito da competição e sobrevivência, no deslumbramento do imediato e no culto do lado físico e material.</p>
<p>Cada vez mais desidentificados com as frequências altas do amor e cada vez mais apegados ao ser inferior e a tudo o que mundo tem para oferecer, o medo passa a tomar o lugar do amor, os valores interiores são substituídos por valores exteriores e as nossas acções agressivas, egoístas e violentas passam a ser um reflexo do estado de medo em que vivemos.</p>
<p>Estamos cada vez mais identificados com a nosso mundo material alheios ao mundo superior a nós tal como os micróbios sem noção nenhuma da nossa própria existência e do poder que temos sobre eles.</p>
<p>Que existem varias dimensões já os cientistas perceberam há muito. Que o tempo e espaço são relativos já foi comprovado. Que existe um lado misterioso e sagrado da vida incompreensível até hoje, todos concordamos. Todas as culturas e filosofias do mundo, desde as mais antigas à mais modernas, sugerem que a realidade em que vivemos não é um caos biológico e material mas sim uma realidade energética, organizada e extremamente inteligente.</p>
<p>Está então na nossa mão, ou melhor dentro de nós, a escolha de como queremos ver o mundo. De como escolhemos experienciá-lo. De como queremos acreditar que ele realmente é.</p>
<p>Podemos então escolher duas grandes e opostas visões;</p>
<p>&#8211; A visão do Amor que percebe e intui a lógica sagrada, capaz de ver os fios invisíveis que nos ligam, as leis universais em acção levando a cada um individualmente as suas propostas pessoais de evolução.</p>
<p>Ou</p>
<p>&#8211; A visão do medo, da competição e do egoísmo através da limitada perspectiva 3D, rejeitando tudo o que não é palpável e manipulável.</p>
<p>Há muito que os Budistas conseguiram sair da visão do medo e se renderam à experiência terrena como uma enorme escola de evolução espiritual. Deles está o Ocidente agora a herdar os conceitos de Karma, Dharma, vidas passadas, evolução, rendição, responsabilidade pela própria existência.</p>
<p>Capaz de ver o mundo e a nossa existência de uma perspectiva superior e mais sábia, o Budismo fala de três grandes venenos que tornam esta visão espiritual ainda difícil à humanidade;</p>
<p>&#8211; A ignorância</p>
<p>&#8211; O apego</p>
<p>&#8211; O ódio</p>
<p><strong>A ignorância</strong> é responsável pelo estado de desorientação no que toca ao significado da nossa existência e papel espiritual no mundo.</p>
<p>A vida vista apenas pelos olhos do corpo é uma espécie de violento parque jurássico sem regras nem leis, cheio de desafios permanentes ao estado de paz e alegria que o ser humano tanto precisa e onde temos de agressivamente lutar para sobreviver.</p>
<p>Pelos olhos do espírito a vida são infinitas oportunidades de aprender a amar e elevar a nossa energia. É o palco onde as energias dançam e se atraem levando inteligentemente a cada um exatamente o que precisa para se libertar e elevar ainda mais.</p>
<p>Quando a visão da alma e do amor substitui a visão do medo e do ego, a paz instala-se, a rendição, a fé e a humildade passam a ser a novas abordagens aos desafios da vida, o amor passa a ser a lei maior.</p>
<p><strong>O apego</strong> é uma consequência da ignorância. Ou seja, quando não percebemos que tudo são experiencias que trazem o poder de nos transformar, enquanto o nosso foco não está na constante transmutação das nossas energias mais densas em energias mais leves, estamos ainda a viver a visão egocêntrica. Completamente fechados para o mundo interior e cegos para a magia da vida, o mundo é então um espaço onde tudo e todos existem para alimentar os nossos caprichos e compensar o enorme e doloroso vazio interior. Resolver o apego é então abrir mão do controle e confiar que o que é nosso, a nós virá e o que não é, não virá.</p>
<p><strong>O ódio</strong>, a agressividade, a violência, a maldade também não deixam de ser outro tipo de consequências advindas precisamente da falta de consciência do propósito da vida. E onde não há propósito há controle e onde há controle há MEDO. Se cada pessoa conseguisse sentir e observar a lei do Karma, que todas as experiências, boas ou menos boas que atraiu foram por si mesmo criadas e que as que está a causar no presente irão ter idênticas consequências, acredito que o mal acabaria.</p>
<p>Todos estamos continuamente a receber as consequências de acções passadas, muitas delas bastante violentas e pesadas. Sem a visão da Lei do Karma elas são vistas como injustas e más causando o pior dos ódios, do ressentimento e da necessidade de reagir violentamente a esses embates. O estado do mundo mostra o ciclo vicioso em que estamos. Este ódio é apenas uma resistência, uma força reactiva que enquanto não gastar todos os seus cartuchos, não desistirá da lutar. Infelizmente na maior parte das vezes, só mesmo pela perda e pela violência a passagem do medo para o amor acontece.</p>
<p>Mais cedo ou mais tarde, o relógio planetário trará a proposta de mudança na forma de eventos variados, onde a intensidade da violência dos mesmos será sempre proporcional à resistência à luz.</p>
<blockquote><p><em><strong>Resumindo; os 3 venenos advêm da ilusão de buscar no exterior o que ainda não resgatámos no interior. Seja o amor, a segurança, o controle, a paz e harmonia. Agimos por carência, procuramos no outro por ilusão e aprisionamo-nos por apego. É precisamente destes três movimentos tóxicos que iremos depois experienciar a perda, a desilusão e o desapego forçado. </strong></em></p></blockquote>
<p>O estudo das antigas sabedorias, dos Mestres que passaram pela Terra, da meditação e silêncio, ajudam a acelerar o processo de evolução. Sem resistência podemos finalmente fluir e permitirmo-nos experienciar vibrações mais altas onde a magia da vida é visível e as leis cósmicas observáveis.</p>
<p>Deixo assim a sugestão que, com o devido bom-senso e responsabilidade, sejas cada vez mais observador e não tanto participante. Que estejas mais atento aos processos interiores e não tanto aos exteriores. Que consideres mais o que atrais do que propriamente o que acontece. Que desenvolvas mais a humildade do que alimentas o orgulho. Que aprendas mais sobre a vida e Deus do que sobre política e futebol.</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/pexels-2286921/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1845861">Pexels</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1845861">Pixabay</a></p>
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