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	<title>equilíbrio &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Aug 2024 08:35:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>São dois os movimentos básicos do ser humano; &#8211; A busca do amor &#8211; A fuga à dor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 08:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[As dores, feridas e traumas que experienciamos na infância, vão colorir as lentes com que iremos ver o mundo em adultos. Como dizia Anais Nin, nós vemos o mundo, não como ele é, mas sim como nós somos, e por isso são as nossas experiências que irão condicionar as nossas crenças, ideias e emoções sobre [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As dores, feridas e traumas que experienciamos na infância, vão colorir as lentes com que iremos ver o mundo em adultos.</p>
<p>Como dizia Anais Nin, nós vemos o mundo, não como ele é, mas sim como nós somos, e por isso são as nossas experiências que irão condicionar as nossas crenças, ideias e emoções sobre a vida.</p>
<p>São dois os movimentos básicos do ser humano;<br />
&#8211; A busca do amor<br />
&#8211; A fuga à dor</p>
<p>Tanto um como outro, activam internamente desde muito cedo, de acordo com as circunstâncias, formas e fórmulas de conseguir amor e fugir da dor.</p>
<p>Seja a postura de submissão e tentativa de agradar ou, pelo contrário, o ataque ou a rebeldia, ambas servem mecanismos de sobrevivência e de adaptação ao momento, mas que não servirão a longo prazo.</p>
<p>Para além de não serem saudáveis e na maioria das vezes inconscientes, pois são reactivos, estes mecanismos automáticos não estão ao serviço da consciência, do amor próprio e da evolução pessoal.</p>
<p>Algures na viagem de crescimento pessoal, iremos perceber que o amor e a proteção que precisamos está dentro de nós. Que aqueles jogos de defesa e ataque com o mundo exterior são completamente inúteis e um desgaste permanente de energia vital.</p>
<p>Grande parte do trabalho de terapia é numa primeira fase, interromper estes mecanismos, tirar as defesas, identificar os bloqueios, desapegar de escolhas tóxicas, desistir de procurar fora.</p>
<p>Depois de identificadas todas as dependências, ilusões e apegos com o mundo exterior, começa a Grande Viagem ao interior, a aprendizagem de que o amor, a proteção, a segurança, o respeito, o apoio, , a coragem, a liberdade, a responsabilidade, seja lá o que for que tanto procurámos e exigimos dos outros, é afinal uma responsabilidade pessoal.</p>
<p>Mas como posso tirar as minhas defesas e ficar à mercê do mundo e dos outros?</p>
<p>Porque a criança confiava e precisava da proteção e segurança de alguém. Como adultos, precisamos lembrar que já seremos capazes de nos proteger e manter em segurança por nós próprios.</p>
<p>A dança já não é com o outro. O sim e o não já não são expressos como técnica de manipulação para conseguirmos o que queremos do outro. O estado de amor e proteção agora depende de nós. De como corajosamente dizemos SIM de ir em busca do que precisamos e de dizermos NÃO ao que se revela negativo e tóxico para nós.</p>
<p>É a partir deste centro, desta força interna que a energia flui e onde cada Chakra, cada área de vida, cada emoção e potencial, irá contribuir para o equilíbrio de quem somos.</p>
<p>Se queres conhecer a tua história Karmica, a tua missão, os teus padrões nesta vida, envia email para veraluz@veraluz.pt ou liga 967988990 para marcares a tua consulta.<br />
<span class="xv78j7m" spellcheck="false">Vera Luz</span></p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/vika_glitter-6314823/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=6988318">Victoria</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=6988318">Pixabay</a></p>
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		<title>Tudo Foi, É e Será como tem de Ser</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 13:25:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
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					<description><![CDATA[✨Há males que vêm por bem e finalmente percebo que aprendi que _______ através daquele desafio ✨Até foi bom aquele problema acontecer porque me ajudou a ser mais ________ ✨Ainda bem que passei por aquela perda pois aprendi que _________ ✨Não teria aprendido ________ não tivesse passado por aquela perda ✨Hoje agradeço a dor que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span>Há males que vêm por bem e finalmente percebo que aprendi que _______ através daquele desafio</p>
<p><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span>Até foi bom aquele problema acontecer porque me ajudou a ser mais ________</p>
<p><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span>Ainda bem que passei por aquela perda pois aprendi que _________</p>
<p><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span>Não teria aprendido ________ não tivesse passado por aquela perda</p>
<p><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span>Hoje agradeço a dor que vivi pois foi ela que me ensinou a _________</p>
<p><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span>Aquela experiência dolorosa permitiu-me ser a pessoa mais __________ que sou hoje</p>
<p><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span>Aquele problema/doença/perda/despedimento/divórcio/ ensinou-me que sou mais _________ do que eu imaginava</p>
<p>Todos conhecemos estas frases, certo? E acredito que a maioria já disse algumas ao longo da vida.</p>
<p>Elas são o sumo das experiências. São o Néctar dos Deuses. São a sabedoria Divina. São a verdadeira intenção por trás dos eventos. São as tão esperadas aprendizagens das mais dolorosas experiências por que vamos passando ao longo da vida.</p>
<p>Por resistência do nosso ego, pela ignorância espiritual em que vivemos, pela densidade violenta em que se encontra o nosso campo emocional, levamos muito tempo a chegar à jóia das experiências que é afinal a sabedoria, a verdadeira lição de vida, a pacificação com os eventos e até, à gratidão pelos mesmos.</p>
<p>Até que aprendamos que a dor é alquímica, que tem um propósito evolutivo, o movimento por instinto ainda é a luta contra a dor, a resistência às experiências de dor, o ataque às pessoas que provocam dor, a fuga a tudo o que possa provocar dor, a vitimização perante as experiências de dor.</p>
<p>Mas sabemos bem que nenhum destes esquemas funciona a longo prazo pois são todos vindos da vibração do medo.</p>
<p>E porque não funcionam?</p>
<p>Porque o propósito da vida é a reconexão com a energia do Amor e é essa a intenção por trás de todos os movimentos. Sendo a energia do Amor superior e mais poderosa, será apenas uma questão de tempo até que as dinâmicas do medo sejam boicotadas.</p>
<p>Logo, a posição certa da energia do Amor é a abertura à experiência, é manter o coração aberto, é permitir que a emoção circule, é aceitar que tal como vivemos as experiências de alegria, também as tristes devem ter o mesmo espaço e disponibilidade interna, é a rendição total à experiência, vista como perfeita e necessária para a aprendizagem.</p>
<p>Venho por isso propor, no fim deste ano terapêutico, um exercício maravilhoso.</p>
<p>O reenquadramento como abordagem positiva da realidade.</p>
<p>Ou seja, é precisamente aprender a ver as situações pela perspectiva positiva. Sermos capazes de focar não no problema, mas sim na oportunidade que ele é de mudança, no que ele pretende ensinar, o que temos a aprender com ele, como nos podemos superar, transformar, melhorar a nós próprios através daquele problema/perda/dor/doença/desafio.</p>
<p>O facto de não nos terem ensinado que o Universo é uma máquina inteligente, ou sequer nos terem ensinado as Leis pelas quais ele se rege, leva-nos a viver desorientados, perdidos, frustrados em busca de experiências ilusórias de prazer e amor que obviamente irão gerar desilusões e frustrações dolorosas.</p>
<p>Infelizmente a maioria ainda vive presa nessas dinâmicas onde a ilusão, a dependência e o apego geram ainda tanto sofrimento.</p>
<p>Mas quando aprendemos a ver a magia da vida, quando estudamos Astrologia e começamos a perceber as Leis do Universo e percepcionar a intenção evolutiva, individual e coletiva do Universo, nasce em nós uma profunda humildade e rendição perante essa Divina Ordem Maior.</p>
<p>Só a partir desse patamar superior, só acedendo a essa visão divina da realidade, podemos então juntar os pontos, perceber o trajecto evolutivo e finalmente descobrir e integrar como todas as experiências proporcionaram as tão ansiadas aprendizagens.</p>
<p>Se olharmos para trás uns anos, é fácil fazer isto.</p>
<p>Por exemplo;</p>
<p><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span>Ainda bem que sofri tanta rejeição e desilusão nos amores. Essas dores ensinaram-me o caminho da consciência pessoal, do amor próprio e da confiança em mim mesma.</p>
<p><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span>Eu hoje agradeço a toxidade e mau ambiente que vivi durante anos no meu trabalho pois ajudou-me a relembrar a minha verdadeira paixão interna e investir em mim e em novas fontes de rendimento.</p>
<p><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span>Não teria hoje consciência da minha sombra se não fossem os espelhos dela à minha volta e por isso agradeço a cada um deles.</p>
<p><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span>Até foi bom aquele problema acontecer porque me ajudou a ser mais disciplinada, responsável e organizada.</p>
<p><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span>Compreendo agora que todos os desafios que atraí, estavam perfeitamente alinhados com a missão do meu mapa astrológico.</p>
<p>Este é o meu convite;</p>
<p>Reconhecer que as velhas abordagens da culpa, do julgamento, da vitimização, do ataque, fuga ou crítica perante o desafio, já não funcionam, nem nunca irão funcionar. Se ainda alimentas estas velhas abordagens é porque assim te ensinaram, mas questiona se essas pessoas são inspiradoras e amorosas na sua vida e se te faz sentido manter esses padrões.</p>
<p>Aprender então a abordagem do amor, é viver com o coração aberto para sentir tudo, é aceitar que tudo e todos fazem parte e têm uma função na nossa história, é manter a mente curiosa em busca da aprendizagem ou terapia quando necessário, é permitir através da alma ver o reenquadramento positivo necessário pois sabe que tudo tem uma razão de ser.</p>
<p>A proposta é seres capaz de olhar para as tuas dinâmicas, pessoas, desafios, problemas, doenças mais difíceis, através do coração e das lentes do amor, da compreensão, da descoberta da jóia, da aprendizagem e depois então da gratidão.</p>
<p>Só com a energia do Amor estarás livre dos desafios e tens hoje, como aliás todos os dias da tua vida, a oportunidade de fechar o passado nessa vibração.<br />
Como tudo, é uma escolha mas seria sem dúvida um começo de ano 2024 mais leve, com menos medo e mais amor e mais capaz de te fazer atrair dinâmicas mais amorosas.</p>
<p>Fechemos então com uma pequena Oração;</p>
<p>&#8220;Agradeço às experiências passadas pelo tanto que me ensinaram. Agradeço às pessoas do passado por me terem devolvido tanto de mim. Agradeço às dores que tanto me fizeram crescer. Agradeço às alegrias que tanto me fizeram sorrir. Agradeço às alegrias, desafios e pessoas no presente e às que virão no futuro, pelas infinitas oportunidades de eu ser quem vim ser. Finalmente Aceito e Agradeço que tudo foi, é e será como tem que ser.&#8221;</p>
<p>Bem Hajas!! <span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2b50.png" alt="⭐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></p>
<p><span class="xv78j7m" spellcheck="false">Vera Luz</span><span class="x1xsqp64 xiy17q3 x1o6pynw x19co3pv xdj266r xcwd3tp xat24cr x39eecv x2b8uid" data-testid="emoji"><span class="xexx8yu xn5pp95 x18d9i69 x2fxd7x x1yqt14a x1bhl96m"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/stocksnap-894430/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2559030">StockSnap</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2559030">Pixabay</a></p>
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		<title>O Amor e um poema by nUno Michaels</title>
		<link>https://veraluz.pt/o-amor-e-um-poema-by-nuno-michaels/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2023 08:46:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre Vénus e Marte &#8211; a Lua, digo: o Masculino reconcilia-se com o seu emocional, o Feminino persegue uma paixão, desejo, ou projecto. O Masculino descobre o seu lugar quando atende o Feminino, e quando o faz, recebe o seu apoio. O Feminino descobre o seu poder quando dá ao Masculino o que fazer, o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre Vénus e Marte &#8211; a Lua, digo:</p>
<p>o Masculino reconcilia-se com o seu emocional,</p>
<p>o Feminino persegue uma paixão, desejo, ou projecto.</p>
<p>O Masculino descobre o seu lugar quando atende o Feminino,</p>
<p>e quando o faz,</p>
<p>recebe o seu apoio.</p>
<p>O Feminino descobre o seu poder quando dá ao Masculino o que fazer,</p>
<p>o Masculino o seu poder quando se põe ao serviço do Feminino,</p>
<p>o Feminino o seu poder quando apoia o Masculino</p>
<p>a atender a si próprio &#8211; ao Feminino, digo,</p>
<p>porque o Feminino é o Poder de Pedir</p>
<p>e o Masculino,</p>
<p>o Poder de Atender.</p>
<p>O Masculino cumpre-se quando Atende,</p>
<p>o Feminino quando Sente, Pede,</p>
<p>e Entrega</p>
<p>o briefing ao Masculino</p>
<p>para lhe dar</p>
<p>o que Fazer *</p>
<p>Estão os dois em recepção mútua:</p>
<p>ou aprendem a interdepender e colaborar,</p>
<p>cada Um ocupando o seu lugar e exercendo o seu poder próprio,</p>
<p>ou está tudo perdido, dissociado, e desligado</p>
<p>neste Mundo</p>
<p>neste Mundo perto de Si,</p>
<p>nesse Mundo</p>
<p>dentro de Ti *</p>
<p>O Rei que depende da Rainha,</p>
<p>e a Rainha que depende do Rei:</p>
<p>há Esperança Amor e Dignidade neste Reino, embora</p>
<p>no essencial,</p>
<p>o nosso Reino não seja deste mundo.</p>
<p>Embora seja neste</p>
<p>que se reflicta *</p>
<p>O Masculino tem de se abrir, ser sensível e receptivo,</p>
<p>e o Feminino</p>
<p>precisa Confiar(-se)</p>
<p>nele,</p>
<p>na Vida,</p>
<p>e em Si,</p>
<p>e no Poder que só Ele (Feminino) Sabe Sentir</p>
<p>do que precisam os dois, e Ele (Masculino)</p>
<p>para por Si, por Eles:</p>
<p>os Dois *</p>
<p>Como Um:</p>
<p>é o que se chama,</p>
<p>ter uma Vida em Comum,</p>
<p>uma Vida como um,</p>
<p>e uma Vida como Um</p>
<p>é uma Vida Extraordinária, ou mais simplesmente:</p>
<p>a Verdadeira Vida *</p>
<p>Chama-se Amor,</p>
<p>quando casamos os dois</p>
<p>e (n)os sentamos nos Tronos respectivos,</p>
<p>os Tronos que lhes respeitam,</p>
<p>os Tronos que se respeitam *</p>
<h2><em><strong><a href="https://www.patreon.com/unomichaels">nUno Michaels </a></strong></em></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/victoria_regen-6314823/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=6020751">Victoria_Regen</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=6020751">Pixabay</a></p>
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		<title>Despertar; o convite da Era de Aquário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2022 10:37:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante os últimos 2000 anos da velha Era de Peixes, habituámo-nos a pensar que matar, roubar, trair, mentir, apanhar um ataque de raiva, contradizer ou desobedecer estava errado, era feio ou mesmo proibido, justificações suficientes para castigo, exclusão, punição tanto social, como familiar, como religiosa. Fez parte deste tipo de educação condicionada levarem-nos também e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Durante os últimos 2000 anos da velha Era de Peixes, habituámo-nos a pensar que matar, roubar, trair, mentir, apanhar um ataque de raiva, contradizer ou desobedecer estava errado, era feio ou mesmo proibido, justificações suficientes para castigo, exclusão, punição tanto social, como familiar, como religiosa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fez parte deste tipo de educação condicionada levarem-nos também e por contrário a acreditar que bastava ser “bem” educado, obediente, humilde, trabalhador, respeitoso e capaz de seguir regras e ditames externos para se ser aceite, respeitado, integrado, visto como Santo ou Herói ou simplesmente, abençoado por Deus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se sabemos alguma coisa sobre a história do mundo, também sabemos que nem sempre os “maus” eram realmente maus e nem sempre os bonzinhos, eram realmente bonzinhos.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tal como cada um de nós, sabe na sua própria consciência, que somos uma mistura dos dois, que somos capazes tanto do melhor como do pior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao contrário do princípio Oriental da polaridade sagrada, que tudo integra e harmoniza, este tipo de visão separatista Ocidental, Deus = Céu = Luz = Perfeição vs Homem = Terra = Sombra = Imperfeição, afastou-nos da nossa Essência Divina, do nosso Equilíbrio, da nossa Consciência Interior, impedindo-nos de gerir essas duas poderosas forças dentro de nós, o medo e o Amor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A consequência de tão ignorante e ingênua visão do mundo e educação ou melhor dito, condicionamento mental a que estivemos sujeitos, levou-nos pelo medo, a rejeitar e a desconectar do nosso mundo interior, da fonte de Amor interna e a subjugar-nos às vontades externas, vindas não raras vezes de abusadores autoritário ditatoriais na forma de Pais, Reis e chefes religiosos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foram vidas e vidas vividas em desconexão profunda de nós mesmos e da fonte de Amor interior, numa vibração de medo permanente, de inconsciência da nossa Essência Divina. Ou seja, encarnações várias onde sem sabermos, estávamos a anular-nos a nós próprios, a abafar as nossas sombras, a criar variadíssimos desequilíbrios, ou seja, a gerar karma que teremos que limpar, se queremos realmente aproveitar esta encarnação para evoluir. Não é por acaso que vemos no tempo presente, a imensa onda de terapias e terapeutas em busca do retorno à sua Essência e Consciência Divina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta longa Noite Escura da Alma onde estivemos dormentes durante tantos séculos, convida-nos agora a um enorme Despertar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas afinal o que é Despertar, perguntam ainda muitos?</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Despertar implica antes de mais relembrar o verdadeiro propósito da nossa existência, ou seja, reconectar com a nossa Essência Divina, Evoluir Espiritualmente, aceder a um novo patamar de experiências onde o Amor seja o Grande Valor, libertar e resistir às tentações do lado sombra e escolher corajosamente a expressão da luz e do Amor, seja em que ambiente for.<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Despertar não significa então ser bonzinho, obediente, humilde como nos ensinaram a viver em busca do amor externo. A Nova Era está a exigir Amor interno, Amor Próprio, e para o conseguirmos, implica resgatar o Poder Pessoal de dizer sim ou não a tudo o que nos afasta de nós mesmos e da nossa integridade espiritual. O Amor passa a ser um estado de SER e não um estado de TER.</span></p>
<p>Despertar é aprender a viver a partir do centro, como dizia Buda, o Caminho do Meio onde a agenda social e a agenda espiritual, trabalham para o mesmo fim; a nossa evolução pessoal.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se durante séculos, a fórmula da felicidade era TER uma relação, ter filhos, ter um bom trabalho, ter conforto material, ter reconhecimento social, mesmo que custasse o bem estar e a liberdade individual, a Nova Era convida-nos a descobrir o Indivíduo, a dar prioridade ao SER, a prezar o respeito pela diferença, a recuperar o seu Livre Arbítrio de poder escolher como quer viver de forma a poder SER quem realmente nasceu para ser.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estamos a viver um tempo de gigante Revolução da Consciência. Pela primeira vez em milénios, estamos a ter a oportunidade de revolucionar totalmente a forma como vemos e vivemos no mundo. Principalmente a libertar a prisão do ego onde vivemos apenas para o exterior, para os papéis sociais, profissionais e familiares, para as infinitas tentações do plano material. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Claro que vamos continuar a ter famílias, empregos, pais e o dinheiro tem o seu papel, mas não como fins em si e únicas razões de viver como tantos ainda vivem. Precisamos aprender a levar a Alma para a nossa vida, a sacralizar a rotina, a voltar a vermo-nos como irmãos de alma, a ouvir o que esta pede, a respeitar o que lhe faz ou não sentido, que plano ela traçou para a encarnação presente, que lições e aprendizagens se escondem no nosso mapa natal, de que formas a nossa história e patamar de evolução, difere de quem nos rodeia como honrá-la e ser-lhe fiel a cada momento da nossa vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é um convite fácil nem vai ser conquistado nesta vida. Mas num tempo em que assistimos ao fim de Século, fim de Milénio, fim de Era, à transição do primeiro para o segundo milénio e à conjunção de Júpiter, Plutão e Saturno em 2020, não tenhamos dúvidas que chegou o tempo da mudança e quem não entrar no comboio da transformação pessoal, irá sentir a frustração da sua própria resistência, adiando para uma nova encarnação esta tão extraordinária oportunidade de evolução.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não desanimes com o estado do mundo actual pois o sofrimento que ainda vemos foi criado e ainda está a ser mantido por seres da velha Era dos abusadores, ainda desconectados da luz, envolvidos em karmas pessoais / sociais que não podemos compreender. Se queres fazer parte da mudança do mundo e evoluir como indivíduo, ocupa-te de ti mesmo, leva a paz ao teu mundo pessoal, foca a tua energia no Amor e não dês atenção ou alimentes o medo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Da minha parte, cá estarei a honrar o meu compromisso de apoiar, de levar alguma luz, cura e consciência a quem sinta que precisa dessa ajuda e orientação. O stress, a ansiedade, a depressão, a resistência à vida são a consequência da desconexão da luz. Ou seja, vivemos muito tempo numa literal escuridão espiritual. Mas já não tem que ser assim. Chegou o tempo de reacender a Luz interna. E por mais difícil ou mais trabalho que vá dar, vai valer a pena!<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Bem hajas!</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Vera Luz</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/jordan_singh-4343948/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4851331">Ajay kumar Singh</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4851331">Pixabay</a></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="T1Wgg1T77x"><p><a href="https://veraluz.pt/em-que-consiste-uma-consulta-comigo/">Em que consiste uma consulta comigo?</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://veraluz.pt/em-que-consiste-uma-consulta-comigo/embed/#?secret=T1Wgg1T77x" data-secret="T1Wgg1T77x" width="600" height="338" title="&#8220;Em que consiste uma consulta comigo?&#8221; &#8212; Vera Luz" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Este Natal, não dês tralhas, dá de ti!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 10:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[abundância]]></category>
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					<description><![CDATA[O fosso que existe entre as nossas expectativas e a nossa realidade é o que nos causa stress e ansiedade. É nesse fosso que vivem as ilusões/desilusões, os medos, a revolta, a vitimização, a ansiedade e outros poderosos monstrinhos interiores.. Infelizmente a maioria ainda vive preso a expectativas muito altas de conseguir atingir ideais de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fosso que existe entre as nossas expectativas e a nossa realidade é o que nos causa stress e ansiedade. É nesse fosso que vivem as ilusões/desilusões, os medos, a revolta, a vitimização, a ansiedade e outros poderosos monstrinhos interiores..</p>
<p>Infelizmente a maioria ainda vive preso a expectativas muito altas de conseguir atingir ideais de sucesso, poder, riqueza, perfeição que na maioria apenas alimentam uma frustração sem fim, pois uma energia invisível e inteligente parece sempre boicotar esses esforços tão bem-intencionados e trazer-nos à nossa vida o que tanto queremos evitar.</p>
<p>A maior parte vive sem noção nenhuma de que por trás da aparente liberdade que temos de lutarmos por ou de conseguirmos atingir esses ideais, há uma força maior que nos faz chegar nem sempre o que queremos, mas sempre o que precisamos.<br />
Ou seja, há um propósito muito maior para a nossa existência do que os nossos limitados desejos imediatos nos fazem acreditar. Muito mais do que acumular meia dúzia de tralhas, um emprego e construir uma família, há um trabalho pessoal interior, emocional, profundo e espiritual a fazer e esse sim irá sempre criar na nossa vida as condições que ele precisa para que seja feito.</p>
<p>O ideal será então começarmos a olhar a vida sob essa perspectiva mais humilde que sempre questiona;</p>
<p>&#8220;Para que é que isto me está a acontecer?&#8221;, &#8220;Por que razão fui encontrar esta pessoa?&#8221;, &#8220;Como escolho responder a este evento sabendo que da minha acção virá uma reacção kármica idêntica de retorno?&#8221;</p>
<p>Achamos que vivemos numa sociedade dita &#8220;civilizada&#8221; comparada a tribos primitivas pelo mundo fora ou com países não industrializados.<br />
De facto temos acesso a máquinas maravilhosas, artigos infinitos que nos facilitam a vida e nos enfeitam a personalidade mas que cada vez mais servem para esconder o vazio interior, a frustração e a revolta de não só não conseguirmos adquirir os infinitos artigos que achamos que precisamos como quando conseguimos adquiri-los, sofremos ao perceber que não nos trouxeram a tão ansiada felicidade.</p>
<p>Qualquer pessoa que já tenha viajado para países pobres e subdesenvolvidos choca-se sem duvida com o grau de pobreza e miséria desses locais e pessoas, mas percebe também que a maioria tem algo que nós não temos; a capacidade de aceitação das suas condições.<br />
Há uma rendição à vida, o viver o momento. A alegria que têm é real, vem das profundezas do seu ser e não produto final de um qualquer “ter”. O fosso entre aquilo que têm e aquilo que querem é mínimo. Materialmente vivem na pobreza mas emocionalmente são muito mais ricos.</p>
<p>Basta uma ida nossa a qualquer shopping para sentirmos essa frustração e a altura do Natal que se aproxima ainda agrava mais pois gostaríamos de encher de tralhas quem mais amamos projectando as nossas carências emocionais e necessidades materiais nos outros.<br />
Mais cedo ou mais tarde a vida convida-nos a parar para REalinharmos o mundo material e emocional. O equilíbrio surgirá quando a necessidade interior estiver alinhada com a possibilidade exterior. Quando fizermos as pazes com a vida e conseguirmos finalmente ver que é nas perdas e nos ganhos que a nossa balança se equilibra e tudo serve apenas esse propósito.</p>
<p>A maior parte dos processos de cura começa precisamente aqui. Em ajudar cada um a identificar as suas projecções, a desactivar as suas buscas automáticas de algo que está fora para preencher o vazio interior e permitir que a rendição se faça com a sua realidade.<br />
Perceber que por trás da dor, do evento, da aparente sorte, do acaso está uma rede inteligente que nos trás as condições ideais do que precisamos.<br />
Por exemplo a falta de dinheiro para comprar bons presentes convida-nos à criatividade, é uma proposta desafiante de valorizarmos algo que antes tomávamos por garantido ou que nunca valorizámos de todo, pede-nos que façamos chegar ao outro o amor que lhe temos de outras maneiras criativas.</p>
<p>Costuma-se dizer que o que é mau para o ego é bom para a alma e por isso numa realidade actual tão dominada ainda pelos desejos do ego, aproveitemos para tomar consciência das maneiras como afinal tratamos a nossa alma e a de quem nos rodeia.</p>
<p>Que este Natal que se aproxima nos permita dar aos outros mais do que somos do que propriamente o que compramos. Que a gratidão pelo que já temos e a aceitação pela pessoa que somos domine este tempo mágico. Que possamos criar novos rituais e tradições que contrabalancem o consumismo material do último século e que se foquem mais nas pessoas, no que não custa dinheiro e onde podemos dar mais de quem somos. Um prato especial confecionado por nós, adornos para a árvore de natal criados em casa, postais escritos relembrando o quanto os outros são importantes para nós, fotografias emolduradas de momentos maravilhosos, enfim, haja criatividade!<br />
Que as pessoas passem de novo a ser o centro do Natal e não as tralhas que damos e recebemos..</p>
<p>De uma maneira ou de outra, que seja um Feliz Natal!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/armennano-9097212/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4677648">armennano</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4677648">Pixabay</a></p>
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		<title>O que fazes reflecte o que sentes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2020 13:37:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[propósito]]></category>
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					<description><![CDATA[Alguém me dizia há uns dias que sempre se sentiu frustrada nos trabalhos todos que teve. (sector comercial de várias fábricas) Que embora as coisas se fossem desenrolando e tudo acabasse sempre por &#8220;correr bem&#8221;, havia sempre aquele sabor agri-doce de que algo não estava certo. Mas como as coisas acabavam por &#8220;correr bem&#8221;, ela [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém me dizia há uns dias que sempre se sentiu frustrada nos trabalhos todos que teve. (sector comercial de várias fábricas) Que embora as coisas se fossem desenrolando e tudo acabasse sempre por &#8220;correr bem&#8221;, havia sempre aquele sabor agri-doce de que algo não estava certo. Mas como as coisas acabavam por &#8220;correr bem&#8221;, ela deixava-se ficar, arrastando assim esse sentimento desconfortável dentro de si e adiando o entendimento e cura dessa sua relação estranha nos postos de trabalho que ia tendo.</p>
<p>A primeira pergunta que lhe fiz foi; &#8220;corre bem&#8221; para quem?</p>
<p>Quando ela deu a resposta, percebeu imediatamente onde estava o problema; &#8220;corre bem&#8221; para os patrões que têm em mim alguém de confiança, dedicado e extremamente profissional mas não corre bem de todo para mim que não me identifico em nada com aquele tipo de ambiente nem com aquele tipo de trabalho.</p>
<p>Esta conversa não é rara de acontecer nas consultas de terapia.<br />
A maioria de nós não foi ensinada sobre a responsabilidade pessoal que temos sobre a nossa própria felicidade e capacidade de escolhermos o que nos &#8220;faz sentido&#8221;.</p>
<p>Ensinaram-nos a portar bem, a obedecer, a respeitar o próximo, a ajudar os necessitados, a sermos profissionais, a agradar os outros e a cumprirmos as nossas responsabilidades perante quem nos rodeia.</p>
<p>Mas não fomos educados a cuidar de nós próprios, a ouvir a nossa intuição, a seguir a nossa verdade, a cumprir o nosso propósito, a reconhecer e a usar os nossos dons, talentos e recursos internos, a distinguir o que nos faz ou não sentido, o que nos dá ou não prazer e paixão.</p>
<p>Ou seja, aprendemos a interagir com os outros e com o mundo exterior, mas pouco ou nada sabemos de nós mesmos ou do nosso mundo interior. Usamos e treinamos bem a cabeça e preparamo-nos para o TER, mas não sabemos gerir as emoções e necessidades do coração e por isso não sabemos SER.</p>
<p>Resultado; o equilíbrio entre mente e coração, entre pensar e sentir, entre ter e ser, entre interior e exterior, entre personalidade e alma, raras vezes acontece, já para não dizer que é mesmo um objectivo desconhecido para muita gente.</p>
<p>Esta desconexão interna é o princípio da depressão, da ansiedade, do apego, do materialismo, da dependência e de tantos outros desequilíbrios que vemos no nosso dia a dia.</p>
<p>Enquanto não nos sentirmos inteiros, sentimo-nos incompletos.</p>
<p>Sem percebermos que o bem estar, a plenitude e a realização é uma responsabilidade pessoal, teremos uma tendência a ir buscar o que nos falta das mais variadas maneiras. Seja em apegos e dependências emocionais aos outros na forma de relações, filhos ou pais, seja em apegos e dependências materiais diversas, desde dinheiro, bens materiais, títulos, comidas, etc.</p>
<p>Qual o segredo então da abundância e da plenitude; fechar o ciclo dentro de nós honrando sempre o que ambas as partes que nos compõe precisam. Que o que escolhemos no mundo exterior, seja um espelho do nosso mundo interior. Que o que o mundo exterior nos devolve como experiencia, seja curado e integrado no nosso mundo interior.</p>
<p>Enquanto não nos responsabilizarmos por atingirmos sozinhos este bem estar interior, todas as fugas e corta-matos de ir buscá-lo ao exterior, estarão destinadas ao fracasso.</p>
<p>Para trabalharmos a arte de saber escolher, de gerar abundância, de manter o nosso equilíbrio, precisamos-nos conhecer bem. Precisamos descobrir o que é ou não para nós, o que nos faz ou não sentido, o que nos repele ou apaixona, o que nos permite ou impede de cumprirmos o propósito para que nos nascemos.</p>
<p>Sem este conhecimento, as nossas escolhas perdem qualidade, deixam de ter critério pessoal, não reflectem quem nós somos, de onde viemos e para onde vamos.</p>
<p>Os mapa astrológico e numerológico são fontes inesgotáveis de informação valiosa, capaz de nos relembrar as lições que preparámos aprender na encarnação presente e a partir dessa informação percebermos porque certos eventos, empregos ou relações fluem e devolvem qualidade e porque outros só geram densidade e sofrimento.<br />
Para saberes mais sobre a tua história Karmica, marca a tua consulta enviando email para; veraluz@veraluz.pt</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/silviarita-3142410/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2827304">silviarita</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2827304">Pixabay</a></p>
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		<title>A Vida começa aos 40!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2020 08:43:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quem já se perdeu a tentar entender o significado desta frase ponha o dedo no ar! Lembro de ouvir esta frase em criança pela boca da minha avó e de ficar profundamente frustrada por não me fazer sentido. Se só começa aos 40 e os meus 40 estão ainda tão longe, então quem sou eu [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já se perdeu a tentar entender o significado desta frase ponha o dedo no ar!</p>
<p>Lembro de ouvir esta frase em criança pela boca da minha avó e de ficar profundamente frustrada por não me fazer sentido. Se só começa aos 40 e os meus 40 estão ainda tão longe, então quem sou eu e o que estou a viver?</p>
<p>Acredito que quem ainda se encontre abaixo dos 40, ande ainda confuso com o seu verdadeiro significado. Quem já os ultrapassou, já começou a perceber o que significa.</p>
<p>A experiência de consultório, as tantas regressões que já facilitei e nos últimos anos, a Astrologia e a Numerologia foram ajudando a montar o puzzle daquilo que é o processo de evolução pessoal e espirtual a que estamos sujeitos.</p>
<p>Infelizmente a educação religiosa que nos deram nos últimos séculos está longe de explicar a intenção primordial de evolução espiritual, a visão micro e macro da realidade, os ciclos Karmicos em que estamos inseridos, o relógio cósmico que rege a nossa realidade e o calendário astrológico que nos orienta quanto às lições que temos a aprender em cada fase de vida. Não nos ensinaram as Leis Universais, não nos despertaram para a nossa consciência individual e logo o nosso poder pessoal ficou comprometido. O estado da sociedade ou do colectivo é nada mais do que um espelho dos dramas que estão ainda por resolver dentro de nós.</p>
<p>Não só o lado espiritual e filosófico perdeu a sua riqueza e importância durante os séculos de dogmas e visões de Deus distorcidas e limitadoras, como entretanto a ciência tomou conta de todo o &#8220;saber e conhecimento&#8221; descartando erradamente o lado sagrado, espiritual e invisível da vida.</p>
<p>Uma coisa é questionar crenças religiosas, outra é questionar a espiritualidade. A primeira é saudável e desejável, a segunda problemática e baseia-se em ignorância filosófica.</p>
<p>Aproveito para deixar aqui uma homenagem e gratidão a todos os visionários da história, aos inconformados de mente aberta, que à custa muitas vezes da sua própria segurança e vida, mantiveram tantos conhecimentos antigos, sábios, filosóficos e esotéricos vivos e dos quais podemos usufruir nos dias de hoje. Sem eles, seria tudo muito mais difícil e levaríamos muito mais tempo para evoluir.</p>
<p>Mas voltemos ao tema do título&#8230;</p>
<p>Embora a Psicologia reconheça o fenómeno de uma grande mudança interna e externa por volta dos 40 anos, a chamada &#8220;Crise da meia idade&#8221;, a Astrologia e a Numerologia explicam-na inteligentemente na forma de ciclos e movimentos planetários que assinalam que chegou o tempo, a consciência e a coragem de assumirmos uma maravilhosa e melhorada versão de nós próprios, assim como as rédeas da nossa missão.</p>
<p>Mas se isto só acontece aos 40, então o que significa o que vivemos antes dos 40?</p>
<p>Até aos 40 a nossa realidade e as pessoas que atraímos, são ainda &#8220;restos&#8221; de experiências de vidas passadas que precisamos resolver. São heranças Karmicas que só na vida presente têm possibilidade de serem curadas. É um periodo de profunda &#8220;ressaca&#8221; do estado em que morremos numa vida passada e a busca de uma nova forma de estar e viver.<br />
A primeira fase de vida serve para nos dar pistas das problemáticas que foram vividas em vidas anteriores e que chegaram até aqui em busca de luz e transformação. Todas as escolhas que fizemos que nos afastaram da nossa Essência e equilíbrio pessoal, serão adiadas para um momento futuro onde as poderemos ir corrigir.<br />
Por essa razão os pais serão as primeiras referências dessas questões pendentes e caso não consigamos entender essas propostas, essas mesmas energias irão recriar-se nas pessoas à nossa volta, ao longo da nossa vida.</p>
<p>Os 40 são então um tempo de chegar ao limite, de convite à mudança, de libertação  desses padrões velhos que nos aprisionaram não só durante a vida passada mas também durante a primeira fase da vida presente. Os 40 são a Vida a dizer que chegou o tempo de fechar esses padrões e essas ligações.</p>
<p>Entre mais ou menos os 37 e os 43 é-nos dada uma gigante oportunidade de limpeza, consciência, transformação e libertação de tudo o que nos era familiar e &#8220;normal&#8221; até ali. Esta fasquia de tempo esconde 4 movimentos planetários que têm o poder de limpar o passado e nos expor perante a nossa missão e por isso é também nesta fase que nos é dada a oportunidade de recomeçar uma nova vida. Ou melhor, de nos alinharmos com o propósito da vida presente que apenas esteve em segundo plano e adiado até aqui. Todos os Planetas Transpessoais, ou seja, aqueles que nos despertam para a viagem espiritual da alma, são acordados por aspectos fortes;</p>
<p>Plutão faz a sua famosa quadratura a ele próprio convidando-nos ao processo de morte e renascimento, libertar algo velho para que acedamos a algo novo.</p>
<p>Neptuno faz quadratura aos 42 mostrando que o que idealizávamos para esta vida eram apenas as velhas memórias transferidas para a vida presente.</p>
<p>Urano faz a única oposição a ele mesmo convidando-nos à libertação de tudo o que &#8220;cheira a velho&#8221;, é tóxico e não permite que atinjamos os nossos maiores anseios.</p>
<p>É um tempo desconcertante e instável para quem acreditava que aos 40 já estaria com a vidinha &#8220;resolvida&#8221;. Mas espiritualmente falando, é o tempo mais rico da nossa vida, é a grande oportunidade de nos alinharmos com a nossa abundância e essência interior. Sim porque o facto da vida nos dar essa oportunidade, não quer dizer que todos a iremos reconhecer e aproveitar..<br />
Há pouco tempo fiquei a saber que existe outro ditado que se refere a este tempo mágico;</p>
<p>&#8220;Aos 40, ou começamos a viver, ou começamos a morrer.&#8221;</p>
<p>Sabe Deus onde os antigos se apoiavam para fazer estas afirmações tão sábias!<br />
Não é por acaso por isso que tantas pessoas aos 60 parecem ter 30 e outros parecem ter 80&#8230;<br />
Há quem aceite e flua com as mudanças e há aqueles que lhes resistem&#8230;!</p>
<p>Estejamos antes ou depois dos 40, importante é conhecermos a agenda cósmica, situarmo-nos nas intenções de evolução do momento através dos trânsitos que estamos a viver. Os 40 são o convite de passar de estado A para estado B e só um mapa nos poderá ajudar a perceber o que cada letra significa para cada um de nós.</p>
<p>A proposta é então actualizar o conceito de sucesso e realização pessoal pois por esta visão já não trata apenas de conquistas exteriores, mas exige sim de um enorme e consciente trabalho de evolução pessoal que nos convida a deixar ir uma velha pele que nos deu identidade durante a primeira fase de vida, mas que precisa ser libertada para que consigamos Ser a pessoa que nascemos para ser.</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/jillwellington-334088/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=887272">Jill Wellington</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=887272">Pixabay</a></p>
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		<title>&#8220;A verdade é filha do tempo, e não da autoridade.&#8221; Galileu Galilei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2020 15:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[O processo de evolução espiritual pouco ou nada tem a ver com a nossa ideia de boa conduta moral ou mesmo de sucesso social/profissional ou financeiro. Embora personalidade (mundo exterior) e alma (mundo interior) sejam sem dúvida a dualidade que somos e que teremos que gerir a vida inteira através das suas diferentes agendas, a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de evolução espiritual pouco ou nada tem a ver com a nossa ideia de boa conduta moral ou mesmo de sucesso social/profissional ou financeiro.</p>
<p>Embora personalidade (mundo exterior) e alma (mundo interior) sejam sem dúvida a dualidade que somos e que teremos que gerir a vida inteira através das suas diferentes agendas, a verdade é que o paradigma social e religioso em que vivemos nos últimos séculos, apenas deu prioridade ao que está fora.</p>
<p>Regras, proibições, obrigações, normas, ideias de certo e errado, bonito e feio #paraosoutros, rituais que se generalizaram e perpetuaram no tempo, mas que estavam desconectados da verdade e essência individual de cada um. Nunca ouvimos um padre por exemplo a dizer-nos para ouvirmos a nossa intuição, seguirmos a nossa verdade, colocarmos limites a quem nos ofende ou a percorrer um caminho que só a nós nos faz sentido.</p>
<p>Durante séculos a pessoa &#8220;correcta&#8221; era a que aceitava, era a que se submetia, era a que seguia cegamente instruções exteriores, fossem elas religiosas, familiares ou políticas. O reconhecimento ou respeito vinha de quem se anulava e cedia todo o seu poder pessoal a algo ou alguém exterior. E numa sociedade patriarcal como a nossa, estava inconscientemente implícito que quem mandava eram as figuras masculinas e quem se submetia eram as figuras femininas.</p>
<p>Ao contrários dos Orientais que vêm o masculino e feminino em tudo, em todos, e em cada um de nós, tornando-nos seres inteiros e responsáveis pelo equilíbrio dessas energias, o Ocidente separou-as, perdeu a visão do todo, afundou-se no microscópio em busca da prova científica e desligou-se da visão holística da própria natureza que tanto quer estudar e provar, julgou erradamente o feminino e masculino como fraco e forte respectivamente, criando uma visão separatista, julgadora e competitiva que vemos até hoje no nosso dia a dia das mais variadas formas. Tornámo-nos metades, incompletos, sempre em busca da outra metade que ilusoriamente nos falta.</p>
<p>As palavras liberdade, igualdade, individualidade, espírito humanitário, cooperação só começaram a ter palco e qualidade na nossa consciência a partir da descoberta de Urano em 1781, tempo em que começaram as primeiras revoluções sociais, as primeiras ideias de direitos humanos e de liberdade social.</p>
<p>Não é por acaso que Aquário, regido por Urano, vem a seguir ao conservador e tradicionalista Signo de Capricórnio regido pelo duro e exigente Saturno. Todos nós, tanto como individuos como como sociedade, teremos algures que fazer esta viagem de libertação, de deixar ir as referências externas de poder e reconhecimento social e reclamar um responsável e livre poder pessoal. De deixarmos ir o poder social e proteção do homem e transitarmos para um poder pessoal e proteção divinas.</p>
<p>Este ano de 2020 teve como pano de fundo estas propostas ou mudanças. Plutão, Saturno e Júpiter a transitar por Capricórnio, a mostrar-nos como é fácil perdermos o chão quando delegamos o nosso poder e equilíbrio pessoal a algo exterior. Quando permitimos que as nossas liberdades sejam retiradas sob ameaças de medo. Quando permitimos ser direcionados para regras que violam a nossa liberdade de escolher. Seja o poder político, o dinheiro de plástico, pessoas ou ideologias separatistas que ainda não reconhecem o nosso poder pessoal ou a nossa liberdade individual.</p>
<p>Estes mesmos 3 grandes Senhores estão agora a caminho do Signo de Aquário para que depois da derrocada e desilusão com os poderes exteriores, possamos então começar a mudar o paradigma do poder, liberdades e responsabilidades para o interior do individuo de decidir sobre si mesmo, onde sempre esteve e sempre estará.</p>
<p>Está para breve o tempo em que o poder existe para servir o indivíduo e assegurar os seus direitos de responsabilidade e liberdade e não para os adulterar e fazer desaparecer, que é o que estamos a ver neste momento ainda.</p>
<p>Como é óbvio, nem todos estamos conscientes destas elevadas e inteligentes propostas cósmicas.<br />
E por isso a dualidade está instalada.</p>
<p>O poder político que temos ainda é o do velho paradigma, a impor autoritariamente as suas regras sem qualquer respeito pela liberdade individual. Ainda temos muitos óculos Capricornianos submetidos pelo medo a defender esses velhos poderes &#8220;protetores&#8221; e a julgar toda e qualquer visão rebelde, visionária e diferente tal como foi Galileu Galilei julgado há cerca de 400 anos atrás.</p>
<p>Mas como não poderia deixar de ser, já há muitos Aquarianos a rebelar-se e a defender a igualdade de direitos e a tão prezada liberdade e responsabilidade pessoal de cada um fazer as escolhas mais ecológicas para si e para o todo. Daqui a 3 anos Plutão entra pela primeira vez em Aquário depois da sua última visita há cerca de 248 anos atrás. Ninguém que está vivo alguma vez sentiu o que aí vem e por isso é mais inteligente e saudável que sejamos flexíveis e humildes nas novas lições que nos esperam do que rígidos e resistentes a deixar ir o que já não serve.</p>
<p>Não tenho dúvida nenhuma que o Cosmos irá cumprir a sua agenda de nos ensinar a viver em equilíbrio pessoal, consciência e amor.</p>
<p>Basta olhar para o mundo para reconhecermos que ainda temos muito a aprender. Mas quanto mais depressa percebermos a agenda cósmica, mais depressa nos alinharemos com ela, mais depressa libertamos as agendas políticas, familiares, sociais, religiosas que nada têm a ver com equilíbrio pessoal, consciência e amor e que estão já desatualizadas das propostas da Era de Aquário.</p>
<p>A proposta que estamos a viver não é apenas exterior. Ela é sim e muito mais a nível interior. É um convite a libertarmos condicionamentos, visões conservadoras, ideias tradicionalistas que nos impedem de acedermos a uma nova e mais saudável forma de viver. O sítio onde temos Capricórnio e Aquário e seus regentes são as áreas de vida em obras no momento e cabe-nos a nós melhorar e fazer evoluir a parte que nos compete neste momento tão singular da nossa história.</p>
<p>&#8220;Não se pode ensinar nada a um homem; só é possível ajudá-lo a encontrar a coisa dentro de si.&#8221;<br />
&#8220;A verdade é filha do tempo, e não da autoridade.&#8221;<br />
Galileu Galilei</p>
<p>Bem hajam</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/msandersmusic-1972097/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1181864">msandersmusic</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1181864">Pixabay</a></p>
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		<title>A Magia do Caminho do Meio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 11:53:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho graça quando as pessoas dizem que são muito racionais, ou que têm uma mente científica, ou que são cépticas quanto a certos temas mais abstractos como se me quisessem fazer acreditar que não possuem os seus opostos. Nestes casos então estas pessoas não seriam emocionais, não teriam uma mente criativa ou rejeitariam o invisível [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acho graça quando as pessoas dizem que são muito racionais, ou que têm uma mente científica, ou que são cépticas quanto a certos temas mais abstractos como se me quisessem fazer acreditar que não possuem os seus opostos. Nestes casos então estas pessoas não seriam emocionais, não teriam uma mente criativa ou rejeitariam o invisível mundo do oculto e seriam apenas &#8220;ver para crer&#8221;.</p>
<p>A falta de consciência da nossa essência dual, que sempre nos convidou a integrar esses dois mundos tão opostos e a ignorância de como reconhecê-los no nosso mundo interior e exterior, levou-nos a separar as duas partes, criando a ilusão de que ou somos uma ou outra. Que uma está certa e a outra está errada ou até que temos de escolher entre elas.</p>
<p>Dizem os antigos Orientais que o Caminho da Evolução acontece pela rendição à Vida. Quando nos rendemos ao plano maior Cósmico. Quando reconhecemos que a Vida é inteligente. Que este caos aparente que vemos, são afinal as Duas Forças Sagradas Yin Yang em permanente movimento, regidas por leis sagradas, a dançar infinitas danças.<br />
Os 4 Elementos são 4 janelas pelas quais a Natureza nos mostra como esta Sagrada Dualidade se expressa através do Fogo, Terra, Ar e Água.</p>
<p>Esta antiga mas sábia visão oriental do mundo pede equilíbrio, integração, responsabilidade pessoal, respeito pela Vida, sabedoria e muita consciência de viver desperto para a magia tanto do mundo físico como do mundo espiritual a cada momento.</p>
<p>Só aos poucos o nosso Ocidente vai acordando do sono da ignorância religioso, em que caiu durante tantos séculos. Ao contrário da filosofia Oriental da integração da dualidade e do equilíbrio das duas partes, a visão Ocidental do mundo ainda separa, rejeita, critíca partes, sem perceber que as partes são partes do Todo. Que cada um de nós é um mini-cosmos e logo o que rejeitamos fora rejeitamos dentro. O que rejeitamos no outro, rejeitamos em nós. O que julgamos no outro é o que ainda não está consciente em nós.</p>
<p>Podemos ver isto na separação que ainda hoje criamos entre ciência e espiritualidade. Entre racional e emocional. Entre criativo e científico. Entre concreto e abstracto. Entre real e simbólico. Entre energia feminina e energia masculina. Entre inteligência e lógica e intuição e sensibilidade. Debates e discussões inúteis pela razão quando ambas as partes têm razão de existir e um lugar importante no nosso sistema, macro ou micro.</p>
<p>Esta visão da dualidade gerou no Oriental o Princípio do Equilíbrio, base de quase todos os sistemas e filosofias de cura, de abundância, de saúde, de força interior e física; Yoga, Feng Shui, Acupunctura, Artes Marciais, Ayurveda, citando apenas algumas que já nos são relativamente familiares. O Ocidente está a viver uma crise espiritual, uma crise de valores, as consequências da obsessão material devido à desconexão espiritual do fim do século passado.</p>
<p>É essencial recuperarmos a visão do Todo. Trocar o Deus religioso do medo pela visão Divina do Amor. Ensinar às nossas crianças que elas já são completas. Que elas, tal como os adultos, têm o direito a expressar a sua dualidade de forma única e original. Que o caminho do equilíbrio para uns é diferente para outros e que TODOS são válidos.</p>
<p>Depois da derrocada do velho mundo que o vírus veio propor, começa a chegar aos poucos a tão ansiada Nova Era. A Era da Consciência Sagrada. A Era da Unidade e da visão HUmanitária ou Sistémica, ou seja, que o Cosmos é um sistema organizado e inteligente e nós, não só fazemos parte dele, como somos individualmente responsáveis pelo equilíbrio do todo.</p>
<p>Enquanto continuarmos a olhar o mundo, os comportamentos das pessoas, a nossa história pelos olhos da ignorância, iremos manter-nos doentes, cheios de emoções densas, em permanente litígio com o que nos rodeia. Só o entendimento da visão Oriental permite dar sentido à diferentes realidade de cada um e através das lentes da sabedoria, descobrir como tudo e todos encaixam maravilhosamente no nosso sistema tanto pessoal como colectivo.</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/tama66-1032521/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3024773">Peter H</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3024773">Pixabay</a></p>
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		<title>O vírus do medo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 15:24:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
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		<category><![CDATA[evolução]]></category>
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					<description><![CDATA[Que a internet está cheia de lixo não é novidade para ninguém. Opiniões &#8220;pessoais&#8221;, notícias adulteradas ou manipuladas por interesses vários, visões distorcidas, &#8220;fakenews&#8221; e toda a espécie de &#8220;especialistas e cientistas&#8221; que insistem em fazer afirmações e defender a sua &#8220;verdade&#8221;. Se ainda não percebemos que o medo e o controle irão sempre caminhar [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="9q4m3-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9q4m3-0-0"><span data-offset-key="9q4m3-0-0">Que a internet está cheia de lixo não é novidade para ninguém. Opiniões &#8220;pessoais&#8221;, notícias adulteradas ou manipuladas por interesses vários, visões distorcidas, &#8220;fakenews&#8221; e toda a espécie de &#8220;especialistas e cientistas&#8221; que insistem em fazer afirmações e defender a sua &#8220;verdade&#8221;.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="cq031-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="cq031-0-0"><span data-offset-key="cq031-0-0">Se ainda não percebemos que o medo e o controle irão sempre caminhar lado a lado com o amor, a luz e a fé, é natural que o medo nos domine, como energia mais densa que é e logo com mais probabilidade de nos condicionar mental, emocional e até idealisticamente. E não nos deixemos tentar a acreditar que o cientista está sempre do lado do amor e que o rebelde questionador apenas alimenta medo. Quem sabe um dia vamos descobrir exactamente o contrário&#8230;.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="dj9ab-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="dj9ab-0-0"><span data-offset-key="dj9ab-0-0">Aliás estamos a ver esse fenómeno a acontecer, precisamente neste momento da história onde a maioria está a alimentar a energia do medo, sintonizando-se apenas com pessoas e fontes de informação que estão em sintonia com nessa energia como os noticiários. Caem de tal forma para esse lado do muro que chegam ao ponto de rejeitarem visões alternativas, opiniões diferentes ou até mais iluminadas e cheias de sentido que poderiam devolver alguma tranquilidade interior de quem está do lado do muro do amor.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="ctaj0-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ctaj0-0-0"><span data-offset-key="ctaj0-0-0">Para quem não conhece, fica a sugestão de pesquisa, o &#8220;Síndrome de Estocolmo&#8221; estudado em Psicologia, fala precisamente da tendência que o ser humano tem de defender o que quem lhe é mais familiar, mostrando assim uma natural resistência ao que é novo, diferente e desafia as nossas crenças, a nossa segurança e a nossa visão do mundo.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="61b5v-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="61b5v-0-0"><span data-offset-key="61b5v-0-0">&#8220;De acordo com o Wikipédia, &#8220;FUD&#8221; &#8211; Fear, uncertainty, and doubt is a disinformation strategy used in sales, marketing, public relations, politics, cults, and propaganda. FUD is generally a strategy to influence perception by disseminating negative and dubious or false information and a manifestation of the appeal to fear.&#8221;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="5hne0-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5hne0-0-0"><span data-offset-key="5hne0-0-0">E o conceito não só existe, como é estudado em economia, marketing, vendas e relações públicas e usado, mais ou menos conscientemente em tantas áreas do nosso dia a dia.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="8j6as-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8j6as-0-0"><span data-offset-key="8j6as-0-0">Por exemplo, quem tem medo de ficar com os dentes amarelos, vai ou não a correr comprar a pasta de dentes que garante que eles ficam brancos?? é um exemplo simples e básico mas que podemos aplicá-lo hoje no medo de adoecer ou morrer e na &#8220;necessidade&#8221; urgente de uma vacina. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="8njuu-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8njuu-0-0"><span data-offset-key="8njuu-0-0">Na verdade quem precisa da vacina é mais o medo do que propriamente o corpo como mostram os números dos recuperados no mundo inteiro num momento em que a vacina ainda não existe.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="57eme-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="57eme-0-0"><span data-offset-key="57eme-0-0">Não há problema nenhum em assumir medo, receio ou ter dúvidas especialmente num momento tão especial como o que estamos a viver. Mas para darmos ouvidos ao medo, também teremos que dar ao amor. Se não soubermos ir ao outro lado, não só iremos adoecer de medo como nunca teremos a visão do meio, do equilíbrio. A visão global de cima do muro!</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="95n7o-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="95n7o-0-0"><span data-offset-key="95n7o-0-0">E como ir ao outro lado numa altura destas?</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="dul9o-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="dul9o-0-0"><span data-offset-key="dul9o-0-0">O exterior irá sempre ser o teste. Hoje é um vírus, antes era a guerra, a sida, o cancro, o estado islâmico, os mísseis, o comunismo, o antrax, o terrorismo nos aviões, o kim jong un, a gripe das aves, dos morcegos e dos porcos e das vacas loucas. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="4ok30-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="4ok30-0-0"><span data-offset-key="4ok30-0-0">Não interessa que cara ele tem, será sempre o medo disfarçado a testar-nos ao limite.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="d88rc-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="d88rc-0-0"><span data-offset-key="d88rc-0-0">Ir ao outro lado implica antes de mais, enfrentar o medo. Significa aceder à confiança de que um plano maior de evolução espiritual e humanitária se está a desenrolar à frente dos nossos olhos. Lembrar que o Universo é um espaço inteligente com uma &#8220;agenda&#8221; própria que é afinal a grandiosa lição do amor para cada um de nós. Que independentemente das condições exteriores, temos o poder de manter o nosso centro e nos ligarmos à energia da fé e de sermos agentes da paz e da serenidade.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="7ie6i-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="7ie6i-0-0"><span data-offset-key="7ie6i-0-0">As nossas mentes condicionadas pelo medo não têm capacidade de aceder a esse plano inteligente e por isso irão sempre duvidar e rejeitar a ideia da sua existência. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="6stcb-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="6stcb-0-0"><span data-offset-key="6stcb-0-0">A única forma de espreitarmos e descobrirmos algum sentido em tudo isto, é estar &#8220;em cima do muro&#8221;. Ou seja, nem cair no medo da realidade, nem cair na negação da realidade e viver como se nada fosse ou à espera que isto passe para voltarmos ao &#8220;normal&#8221;. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="84jpb-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="84jpb-0-0"><span data-offset-key="84jpb-0-0">Em cima do muro temos uma visão global que nenhum dos lados nos permite. Temos as linguagens sagradas astrológicas e numerológicas a dar-nos pistas maravilhosas acerca do momento que estamos a viver, já faladas há anos. Temos o nosso equilíbrio PESSOAL que não deve estar na mão de ninguém decidir por nós. Em cima do muro há aceitação dos dois lados sem nos perdermos em nenhum.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="iqt4-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="iqt4-0-0"><span data-offset-key="iqt4-0-0">Nem cair na negação da proposta de transformação, nem cair no medo e nos sujeitarmos a tudo. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="4k9vt-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="4k9vt-0-0"><span data-offset-key="4k9vt-0-0">Manter a visão global. Como diram os árabes, confia em Allah mas amarra o camelo. Não te deixes cair no medo das visões fatalistas que nos impõe via TV e de quem vive infectado pelo vírus do medo, mas não negues a realidade do momento, mantendo o estado de presença e a atenção com que devemos viver cada minuto.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="5g0d-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5g0d-0-0"><span data-offset-key="5g0d-0-0">Tanta ordem, regra, lei, limite, confinamento e direção externa, apenas irão gerar resistência e irão nos desconectar cada vez mais do nosso instinto, bom senso, intuição de escolhermos o que faz ou não sentido a cada momento.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="5mkv7-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5mkv7-0-0"><span data-offset-key="5mkv7-0-0">Não te deixes perder de ti mesm@!</span></div>
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<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="7ohs-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="7ohs-0-0"><span data-offset-key="7ohs-0-0">Mantém-te em cima do muro!</span></div>
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<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="etgqh-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="etgqh-0-0"><span class="_5zk7" spellcheck="false" data-offset-key="etgqh-0-0"><span data-offset-key="etgqh-0-0">#stayawake</span></span> <span class="_5zk7" spellcheck="false" data-offset-key="etgqh-2-0"><span data-offset-key="etgqh-2-0">#keepyourbalance</span></span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="5uabd-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5uabd-0-0"><span style="font-size: 14px;">Vera Luz</span></div>
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<div data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="6tigb-0-0"></div>
<div class="" data-block="true" data-editor="11k10" data-offset-key="6tigb-0-0">Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/thedigitalartist-202249/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2593743">Pete Linforth</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2593743">Pixabay</a></div>
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