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	<title>dinheiro &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Mar 2025 18:24:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Este Natal, não dês tralhas, dá de ti!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 10:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[O fosso que existe entre as nossas expectativas e a nossa realidade é o que nos causa stress e ansiedade. É nesse fosso que vivem as ilusões/desilusões, os medos, a revolta, a vitimização, a ansiedade e outros poderosos monstrinhos interiores.. Infelizmente a maioria ainda vive preso a expectativas muito altas de conseguir atingir ideais de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fosso que existe entre as nossas expectativas e a nossa realidade é o que nos causa stress e ansiedade. É nesse fosso que vivem as ilusões/desilusões, os medos, a revolta, a vitimização, a ansiedade e outros poderosos monstrinhos interiores..</p>
<p>Infelizmente a maioria ainda vive preso a expectativas muito altas de conseguir atingir ideais de sucesso, poder, riqueza, perfeição que na maioria apenas alimentam uma frustração sem fim, pois uma energia invisível e inteligente parece sempre boicotar esses esforços tão bem-intencionados e trazer-nos à nossa vida o que tanto queremos evitar.</p>
<p>A maior parte vive sem noção nenhuma de que por trás da aparente liberdade que temos de lutarmos por ou de conseguirmos atingir esses ideais, há uma força maior que nos faz chegar nem sempre o que queremos, mas sempre o que precisamos.<br />
Ou seja, há um propósito muito maior para a nossa existência do que os nossos limitados desejos imediatos nos fazem acreditar. Muito mais do que acumular meia dúzia de tralhas, um emprego e construir uma família, há um trabalho pessoal interior, emocional, profundo e espiritual a fazer e esse sim irá sempre criar na nossa vida as condições que ele precisa para que seja feito.</p>
<p>O ideal será então começarmos a olhar a vida sob essa perspectiva mais humilde que sempre questiona;</p>
<p>&#8220;Para que é que isto me está a acontecer?&#8221;, &#8220;Por que razão fui encontrar esta pessoa?&#8221;, &#8220;Como escolho responder a este evento sabendo que da minha acção virá uma reacção kármica idêntica de retorno?&#8221;</p>
<p>Achamos que vivemos numa sociedade dita &#8220;civilizada&#8221; comparada a tribos primitivas pelo mundo fora ou com países não industrializados.<br />
De facto temos acesso a máquinas maravilhosas, artigos infinitos que nos facilitam a vida e nos enfeitam a personalidade mas que cada vez mais servem para esconder o vazio interior, a frustração e a revolta de não só não conseguirmos adquirir os infinitos artigos que achamos que precisamos como quando conseguimos adquiri-los, sofremos ao perceber que não nos trouxeram a tão ansiada felicidade.</p>
<p>Qualquer pessoa que já tenha viajado para países pobres e subdesenvolvidos choca-se sem duvida com o grau de pobreza e miséria desses locais e pessoas, mas percebe também que a maioria tem algo que nós não temos; a capacidade de aceitação das suas condições.<br />
Há uma rendição à vida, o viver o momento. A alegria que têm é real, vem das profundezas do seu ser e não produto final de um qualquer “ter”. O fosso entre aquilo que têm e aquilo que querem é mínimo. Materialmente vivem na pobreza mas emocionalmente são muito mais ricos.</p>
<p>Basta uma ida nossa a qualquer shopping para sentirmos essa frustração e a altura do Natal que se aproxima ainda agrava mais pois gostaríamos de encher de tralhas quem mais amamos projectando as nossas carências emocionais e necessidades materiais nos outros.<br />
Mais cedo ou mais tarde a vida convida-nos a parar para REalinharmos o mundo material e emocional. O equilíbrio surgirá quando a necessidade interior estiver alinhada com a possibilidade exterior. Quando fizermos as pazes com a vida e conseguirmos finalmente ver que é nas perdas e nos ganhos que a nossa balança se equilibra e tudo serve apenas esse propósito.</p>
<p>A maior parte dos processos de cura começa precisamente aqui. Em ajudar cada um a identificar as suas projecções, a desactivar as suas buscas automáticas de algo que está fora para preencher o vazio interior e permitir que a rendição se faça com a sua realidade.<br />
Perceber que por trás da dor, do evento, da aparente sorte, do acaso está uma rede inteligente que nos trás as condições ideais do que precisamos.<br />
Por exemplo a falta de dinheiro para comprar bons presentes convida-nos à criatividade, é uma proposta desafiante de valorizarmos algo que antes tomávamos por garantido ou que nunca valorizámos de todo, pede-nos que façamos chegar ao outro o amor que lhe temos de outras maneiras criativas.</p>
<p>Costuma-se dizer que o que é mau para o ego é bom para a alma e por isso numa realidade actual tão dominada ainda pelos desejos do ego, aproveitemos para tomar consciência das maneiras como afinal tratamos a nossa alma e a de quem nos rodeia.</p>
<p>Que este Natal que se aproxima nos permita dar aos outros mais do que somos do que propriamente o que compramos. Que a gratidão pelo que já temos e a aceitação pela pessoa que somos domine este tempo mágico. Que possamos criar novos rituais e tradições que contrabalancem o consumismo material do último século e que se foquem mais nas pessoas, no que não custa dinheiro e onde podemos dar mais de quem somos. Um prato especial confecionado por nós, adornos para a árvore de natal criados em casa, postais escritos relembrando o quanto os outros são importantes para nós, fotografias emolduradas de momentos maravilhosos, enfim, haja criatividade!<br />
Que as pessoas passem de novo a ser o centro do Natal e não as tralhas que damos e recebemos..</p>
<p>De uma maneira ou de outra, que seja um Feliz Natal!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/armennano-9097212/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4677648">armennano</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4677648">Pixabay</a></p>
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		<title>As Teorias de Conspiração #coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 16:16:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Circulam por aí algumas &#8220;teorias da conspiração&#8221;, habituais em tempos difíceis. O que todas têm em comum é precisamente o medo que provocam e de se tornarem mais presentes em épocas de fragilidade humana, onde o pânico e o estado de impotência dominam. Ou seja, o perigo deste tipo de informação é desconectar-nos da nossa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="d33sm-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="d33sm-0-0"><span data-offset-key="d33sm-0-0">Circulam por aí algumas &#8220;teorias da conspiração&#8221;, habituais em tempos difíceis. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="dvsab-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="dvsab-0-0"><span data-offset-key="dvsab-0-0">O que todas têm em comum é precisamente o medo que provocam e de se tornarem mais presentes em épocas de fragilidade humana, onde o pânico e o estado de impotência dominam. Ou seja, o perigo deste tipo de informação é desconectar-nos da nossa luz, da nossa fé e da confiança que os desafios têm uma razão amorosa para acontecer, que escondem uma maravilhosa oportunidade de crescimento e que são condição essencial da evolução a que estamos sujeitos no momento presente. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="fp892-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="fp892-0-0"><span style="font-size: 14px;">Os factos e ideias de uma conspiração muitas vezes tentadoramente credíveis, fazem-nos duvidar da inteligência cósmica e empurram-nos para o polo oposto do medo e da impotência de estarmos na mão de um caos desgovernado ou da República das Bananas aproveitada e controlada por meia dúzia de mentes diabólicas que não se importam de dizimar a população a troco de estatuto e de poder financeiro.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="8ln4f-0-0">
<blockquote class="modern-quote full">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8ln4f-0-0"><span style="color: #ff6600;">Mas perguntas tu;<br />
<span style="font-size: 14px;">&#8211; O que faço quando essas ditas teorias da conspiração começam a fazer sentido?<br />
</span><span style="font-size: 14px;">&#8211; Como lido com informações que parecem ter a sua lógica ou até provas da sua veracidade?<br />
</span><span style="font-size: 14px;">&#8211; Será mesmo o povo uns ratinhos de laboratório, num esquema gigante e inimaginável que nos usa de acordo com os seus jogos perversos?</span></span></div>
</blockquote>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="2ddjq-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2ddjq-0-0"><span data-offset-key="2ddjq-0-0">Segundo o Wikipédia; </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="8dkqg-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8dkqg-0-0"><span style="font-size: 14px;">&#8220;Paranoia é um instinto ou processo de pensamento que se acredita ser fortemente influenciado pela ansiedade ou medo, muitas vezes ao ponto de delírio ou irracionalidade. O pensamento paranóico geralmente consiste na crença de que a pessoa está a ser alvo de perseguição ou de uma conspiração.&#8221;<br />
</span><span style="font-size: 14px;">&#8220;Pronoia por sua vez é um estado oposto à paranóia que nos leva a acreditar que tudo conspira a favor do indivíduo.&#8221;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="bnb5n-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bnb5n-0-0"><span style="font-size: 14px;">Claro que qualquer um dos polos em exagero está sujeito a beirar o disparate e é capaz de nos afastar do tão saudável meio termo ou Caminho do Meio, como lhe chamava Buda.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="ark8l-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ark8l-0-0"><span data-offset-key="ark8l-0-0">Se conheces o meu trabalho sabes que não há um texto, um livro ou em consulta que eu não fale sobre a dualidade da vida e sobre a busca do equilíbrio das várias formas a que estamos sujeitos no nosso dia a dia. Sobre a forma como estamos expostos aos aspectos da sombra e da Luz, como reconhecê-los nos nossos mapas natais e que só conscientes desta dualidade poderemos agir positivamente; ou seja, resistindo aos aspectos da sombra e escolhendo sempre corajosamente o caminho da Luz e do Amor.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="1c506-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1c506-0-0"><span data-offset-key="1c506-0-0">Se realmente confias na Vida, na Lei do Equilíbrio, na Intelgiência Cósmica, na Lei do Karma, num Deus de Amor, na tua Fé interna de que a Vida é Sagrada e será sempre maior do que qualquer mente humana, mantém o teu foco na Luz;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="apcf8-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="apcf8-0-0"><span data-offset-key="apcf8-0-0">Irás então ser capaz de te reconectar com a Luz e não permitir que a sombra te invada mental, emocional e espiritualmente. Confia que todos os movimento são inteligentes e geridos pelas Leis Herméticas que para quem conhece, falam de equilíbrio, justiça e amor. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="8lrnb-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8lrnb-0-0"><span data-offset-key="8lrnb-0-0">Irás conseguir sentir compaixão pelo estado de perdição dessas almas, caso existam mesmo, que vivem ainda na escuridão e as condições miseráveis em que irão viver numa futura encarnação de acordo com as escolhas egoístas, inconsequentes e desiluminadas feitas na vida presente. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="3u2re-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3u2re-0-0"><span style="font-size: 14px;">Irás resistir à visão da &#8220;injustiça&#8221;, aceitando como cada pessoa irá ser atingida de acordo com o seu plano espiritual. Umas mais no plano emocional (medo), outras mais no plano mental (controle), outras mais no plano espiritual (Fé), outras mais no plano físico (saúde ou morte). Seja qual for o impacto, ele é um alerta para um RE-equilíbrio.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="6bvs6-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="6bvs6-0-0"><span data-offset-key="6bvs6-0-0">Irás ser capaz de aceitar que um plano superior irá acelerar o plano de evolução da humanidade fazendo partir com o vírus quem chegou o seu tempo e irá provavelmente em breve reencarnar mais aberto e mais consciente, mais disponível para cumprir o seu plano de evolução espiritual e contribuir para a construção do novo mundo. Como dizia Einstein; &#8220;A cabeça que cria o problema nunca é a mesma que o resolve&#8221;. Para muitos a cura irá precisar de uma nova encarnação, de novas energias numerológicas e astrológicas.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="7k2g7-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="7k2g7-0-0"><span data-offset-key="7k2g7-0-0">Irás ser capaz de te render à ideia de que este momento, embora pareça catastrófico, esconde um imenso potencial de cura pessoal e social que pode ser bem aproveitado se tivermos com esse foco. O medo irá impedir que vejamos a jóia no meio da lama. Sê um foco de realismo positivo na tua vida mas também na vida de quem te rodeia.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="9pj90-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9pj90-0-0"><span data-offset-key="9pj90-0-0">Irás ganhar humildade e lembrar que a morte faz parte da vida, que o excesso de controle de nada vale perante a vontade superior do espírito, que cada um irá lidar com o desafio de acordo com o seu estado de consciência no momento. Como diz uma famosa frase, &#8220;Só tem medo da morte, quem ainda não aprendeu a Viver.&#8221; Que grande oportunidade estamos a ter de RE-aprender a Viver!</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="1islc-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1islc-0-0"><span data-offset-key="1islc-0-0">Irás aproveitar este momento limite de emergência e paragem extrema para olhar para dentro, para questionar a tua existência, para limpares e mudares o que já não serve, para mudar padrões e situações limitadoras, para desativares medos e reaprenderes a confiar no natural, espiritual e inteligente desenrolar da Vida. Precisamos para de fugir de nós próprios e reconectar com o &#8220;PRAZER DE VIVER&#8221;.</span></div>
<div data-offset-key="1islc-0-0"></div>
<div data-offset-key="1islc-0-0">Irás, perante a sombra (medo), ter a oportunidade perfeita para transcender a ilusão do mundo material e escolher viver o conceito de Pronoia; a fé, a confiança, a visão divina, o optimismo, a positividade, a capacidade de ver a jóia no meio da lama e de descobrir as aprendizagens e propostas de superação no meio do desafio.</div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="c095l-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="c095l-0-0"><span data-offset-key="c095l-0-0">Irás conseguir então sentir que, mesmo que todas as teorias da conspiração sejam verdadeiras, mesmo que haja alminhas tão perdidas ao ponto de elaborar tais planos, mesmo que te revolte a inconsciência de tantos, a tua fé será mais forte, o teu compromisso com a Luz e o Amor irão prevalecer, que um dia que vires este momento delicado como um teste, irás sentir orgulho da tua fidelidade à Luz e ao Amor.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="47gsm-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="47gsm-0-0"><span data-offset-key="47gsm-0-0">Claro que a escolha onde colocas o teu foco, irá ditar a qualidade da tua energia.</span></div>
</div>
<div data-offset-key="47gsm-0-0">Isto tudo não quer dizer que não devas dar atenção ao que se passa. Que não devas ler, estudar, ouvir visões e opiniões diferentes que possam abalar as tuas ideias e crenças e até mostrar-te como a luz e a sombra se manifestam no mundo. Mas em última análise as tuas pesquisas devem apenas servir para ajudar-te a decidir e a fazeres escolhas inteligentes  e que defendam os teus interesses e a tua dignidade e não a alimentar medos em excesso.</div>
<div data-offset-key="47gsm-0-0">Neste altura em que as forças estão mais expostas do que nunca, o mais difícil não é acreditar ou rejeitar teorias de conspiração. O mais difícil é manter o centro, é filtrar informação, é aceitar a ideia de que em muitos aspectos nos deixámos enganar e iludir durante muito tempo. Que quem tomámos por bons, fidedignos e respeitosos que é o caso dos telejornais, jornalistas, médicos e políticos, nem sempre têm os nossos interesses em consideração. E que os rebeldes defensores das teorias da consipração nem sempre estão errados ou loucos.</div>
<div data-offset-key="47gsm-0-0">Ou seja, acabou o tempo de nos regularmos pelo que está fora, de procurarmos autoridade, segurança e proteção no exterior e de resgatarmos o nosso poder interior e de seguirmos a nossa verdade interna, apoiada na segurança pessoal.</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="ak73p-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ak73p-0-0"><span style="font-size: 14px;">O medo, caso seja alimentado, irá baixar o teu sistema imunitário, enfraquecer a tua vibração e inconscientemente tornar-te co-responsável pelo pior cenário.<br />
</span><span style="font-size: 14px;">Tens neste momento, um teste cósmico à tua Fé!</span></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ak73p-0-0"><span style="font-size: 14px;">Uma oportunidade de viver à altura do que acreditas.<br />
</span><span style="font-size: 14px;">Um convite que te permite escolher entre a paranóia ou a pronoia.<br />
</span><span style="font-size: 14px;">Entre o medo e o amor.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="bn6sl-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bn6sl-0-0"><span data-offset-key="bn6sl-0-0">Confiemos Positivamente na Ordem Maior </span><span class="_3gl1 _5zz4" data-offset-key="bn6sl-1-0"><span class="_ncl"><span data-offset-key="bn6sl-1-0">☯️</span></span></span><span class="_3gl1 _5zz4" data-offset-key="bn6sl-2-0"><span class="_ncl"><span data-offset-key="bn6sl-2-0"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f497.png" alt="💗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a7pdr" data-offset-key="cfjcr-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="cfjcr-0-0"><span class="_247o" spellcheck="false" data-offset-key="cfjcr-0-0"><span data-offset-key="cfjcr-0-0">Vera Luz</span></span></div>
</div>
<div data-offset-key="cfjcr-0-0"></div>
<div data-offset-key="cfjcr-0-0">Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/geralt-9301/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3452582">Gerd Altmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3452582">Pixabay</a></div>
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		<title>Desempregado ou desconectado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jan 2019 18:01:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A mentalidade antiga dizia: ⭐️Quanto eu encontrar um trabalho vou sentir-me realizada e receber um bom ordenado. Neste molde antigo projectávamos a felicidade de fora para dentro, ficávamos presos e dependentes de um qualquer emprego que garantisse um cheque ao fim do mês, vivíamos à espera que os outros ou a sociedade nos dessem algo, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mentalidade antiga dizia:<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2b50.png" alt="⭐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Quanto eu encontrar um trabalho vou sentir-me realizada e receber um bom ordenado.<br />
Neste molde antigo projectávamos a felicidade de fora para dentro, ficávamos presos e dependentes de um qualquer emprego que garantisse um cheque ao fim do mês, vivíamos à espera que os outros ou a sociedade nos dessem algo, correndo o risco de o perder e de vivermos frustrados sem saber o que fazer ao enorme vazio interno.</p>
<p>A mentalidade nova pede:<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2b50.png" alt="⭐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Quando eu descobrir o que me torna único e especial, onde está o meu entusiasmo e talento natural, eu irei realizar-me a investir nele e a colocá-lo ao serviço do mundo, o qual me irá pagar maravilhosamente pela minha dádiva.<br />
Neste molde há uma responsabilidade pela nossa existência, pela consciência de quem somos e pela nossa contribuição individual, por contribuirmos com os nossos talentos únicos e esforços para uma sociedade e um mundo melhor. Neste molde a realização depende de nós, do nosso esforço, da qualidade da nossa dádiva à qual a Lei do karma responde sempre com justiça. (emanamos amor, recebemos amor. Emanamos frustração, recebemos frustração).</p>
<p>Assusta-me ver pessoas que se assumem como &#8220;desempregadas&#8221;. &#8220;Desempregado&#8221; não é uma identidade mas sim e apenas um estado temporário de falta de emprego. A passividade com que algumas pessoas se assumem como desempregadas faz parecer que o mundo lhes deve algo ou que são vítimas de uma sociedade injusta e que não são nada até que um emprego as defina.<br />
O olho superior das leis universais descarta a palavra injustiça e substitui pela Lei do Karma pois o que cada pessoa está a viver foi co-criado e faz parte da sua própria história. Seja um emprego milionário, seja o desemprego.</p>
<p>Pior do que a passiva vitimização no estado de desempregado é ver pessoas cheias de potencial, detentoras de qualidades e talentos dos quais vivem completamente inconscientes. Sem dúvida que nem os pais nem a escola, principalmente das gerações mais velhas, foram incentivadas a descobrirem o seu mundo interior, aplaudidas nos seus talentos ou apoiadas no que as tornava excepcionalmente e extraordinariamente diferentes. Pelo contrário, muitos foram ridicularizados, abafados, proibidos de seguir, investir e expressar livremente a sua essência. Mas se em crianças estávamos condicionados pelos pais, em adultos temos a liberdade de questionar e cada dia é uma oportunidade nova de nos alinharmos com quem somos e com o potencial que trazemos de criarmos um mundo melhor. De investirmos no nosso desenvolvimento pessoal e consciência individual para que possamos verdadeiramente brilhar e levar luz ao mundo.<br />
Todos somos um. Cada um de nós faz parte de um puzzle cósmico que ficará incompleto se não assumirmos a nossa &#8220;peça&#8221; individual. Seja ela a nível pessoal, familiar ou colectivo.</p>
<p>Por isso pergunta-te a ti mesmo:<br />
&#8211; Onde me sinto capaz de fazer coisas que outros não são?<br />
&#8211; O que para mim é fácil e óbvio e que para os outros é um desafio?<br />
&#8211; O que é a minha paixão?<br />
&#8211; Como posso criar o trabalho de sonho?<br />
&#8211; Que ideias tenho para criar um mundo melhor?<br />
&#8211; Que tipo de contribuição pessoal faria se fosse chamada a fazê-lo?<br />
&#8211; Que qualidades minhas são reconhecidas e comentadas regularmente por quem me rodeia?<br />
&#8211; Quem mais me inspira e porquê?<br />
&#8211; Que ideias e sonhos de criar algo novo já tive que poderia por em prática?<br />
&#8211; O que a Astrologia e Numerologia dizem dos meus talentos e qualidades?</p>
<p>Nunca tivemos tantas oportunidades como o presente para nos alinharmos internamente.<br />
A nossa vontade é poderosa, o nosso livre arbítrio é uma dádiva da vida para ser usada positiva e criativamente para cumprirmos a nossa viagem pessoal e contribuirmos para um mundo melhor. Mas tal como a luz só se manifesta com dois polos, a nossa abundância acontecerá sem esforço quando Personalidade e Alma se harmonizarem e se encontrarem mais vezes para decidirem como agir e aproveitar da melhor maneira estes &#8220;vazios&#8221; da vida, seja um despedimento, uma mudança radical ou um fim relacional.<br />
Se não formos nós a dizer à Vida que queremos criar algo novo, ela irá recriar mais do mesmo respondendo à vibração em que estamos.</p>
<p>&#8220;Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país. &#8211; John F. Kennedy&#8221;</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/pixel2013-2364555/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4335710">S. Hermann &amp; F. Richter</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4335710">Pixabay</a></p>
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		<title>Apego e o processo de emancipação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 19:12:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O apego é um dos venenos do mundo, dizem os budistas. O apego acontece como uma resistência à vida, ao próprio processo de encarnação ou nascimento, à tentativa de ficar preso a algo que nos adia o amadurecimento, a capacidade de amadurecermos e nos empoderarmos da nossa história de maneira a assumir a responsabilidade pelas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O apego é um dos venenos do mundo, dizem os budistas.<br />
O apego acontece como uma resistência à vida, ao próprio processo de encarnação ou nascimento, à tentativa de ficar preso a algo que nos adia o amadurecimento, a capacidade de amadurecermos e nos empoderarmos da nossa história de maneira a assumir a responsabilidade pelas escolhas que fomos e vamos fazendo ao longo da nossa viagem.</p>
<p>O apego é a prisão a algo ou alguém que nos transmite segurança, amor e proteção na ilusão de que vai haver sempre alguém responsável que irá tomar conta de nós. É um estado semelhante ao que o feto sente dentro do útero; alguém está a tomar conta e a proporcionar o necessário para a sobrevivência do bebé. Do ponto de vista do bebé, a postura é de passividade, espera, irresponsabilidade, imaturidade, incapacidade de autonomia total.</p>
<p>Em vez de acompanhar os movimentos de evolução, de responsabilidade e de autonomia, a energia do apego tem o movimento oposto tentando recriar a dependência e a permanente busca de algo ou alguém que seja o provedor de amor, alimento, segurança e proteção.<br />
Porque idade não é sinal de maturidade, não é raro encontrarmos adultos que inconscientemente resistiram toda a vida ao processo de emancipação e maturidade emocional e vivem &#8220;apegados&#8221; a algo ou alguém a quem disfarçadamente vão buscar o que precisam. Amor, segurança, alimento, proteção.</p>
<p>O marido que casa em busca da &#8220;mãe&#8221;. A mulher que casa em busca do &#8220;pai&#8221; ou que acha graça o marido ser mais um &#8220;filho&#8221;. A mulher que se anula a favor do papel de mãe e que se apega exageradamente aos filhos. A pessoa que nutre todos à sua volta em busca de recriar a dependência/apego ou o adulto que não amadurece e que se comporta como a eterna criança achando sempre que todos à sua lhe devem algo a que tem direito.<br />
E quando não são pessoas, será o dinheiro a fazer o papel da segurança, a comida a fazer o papel do alimento e conforto, o sexo a substituir o amor.</p>
<p>O processo de maturidade obedece a uma sequência. Primeiro como crianças aprendemos a pedir e a receber para mais tarde sermos capazes de dar e proporcionar. Se resistimos à sequência saudável, ficamos presos à necessidade de receber, por vezes a vida toda e tornamo-nos incapazes de dar. Mais cedo ou mais tarde, a vida virá propor o equilíbrio proporcionando maneiras de curar estas resistências e desequilíbrios.<br />
Ficam algumas pistas de como a vida nos vem convidar a sarar estas histórias;</p>
<p>&#8211; Ausência de amor na infância<br />
&#8211; Mãe emocionalmente indisponível<br />
&#8211; Abandono, rejeição, solidão<br />
&#8211; Falta de &#8220;colo&#8221;<br />
&#8211; Frieza emocional de quem a rodeia<br />
&#8211; Assumir responsabilidades muito cedo<br />
&#8211; Sentimento de ser empurrad@ para o mundo<br />
&#8211; Medo de não ser capaz</p>
<p>Estas infâncias difíceis escondem a intenção de cura, consciência e equilíbrio destes apegos que podem não só durar uma vida inteira como vazar para vidas futuras. Ou seja, se a &#8220;doença&#8221; nos leva a agarrarmo-nos a alguém e a recriar a dependência e apegos, então iremos escolher uma vida onde os mesmos sejam difíceis para não dizer impossíveis de serem recriados, tal como vimos na lista acima. Do ponto de vista do espírito, esses acordos de desapego são então actos de amor combinados que irão permitir que o processo de emancipação aconteça. Do ponto de vista do ego, iremos sofrer e projectar a nossa dor nos &#8220;maus&#8221; que não nos deram amor&#8221;.</p>
<p>O apego acontece quando o processo de maturidade emocional não se faz, seja por resistência da criança pelo seu apego à mãe, seja pelo apego da própria mãe que boicota a autonomia da criança, mantendo-a na situação de dependência e promovendo o apego.</p>
<p>Idealmente o processo de maturidade emocional começa aquando do nascimento onde o cordão umbilical é cortado, assinalando nesse pequeno ritual, o começo da viagem de emancipação desse novo ser.<br />
Num mundo perfeito, o papel da mãe ou de quem esteja a substituir/ajudar, é então o de acolher o novo ser e aos poucos ir promovendo a sua autonomia, a sua independência e a capacidade do novo ser funcionar sozinho.</p>
<p>Mas este não é um mundo perfeito. Caso fosse teríamos mães e pais e filhos perfeitos e não haveria sofrimento no mundo. O convite da viagem na Terra é a vivência da dualidade onde cada um de nós possui o livre arbítrio para a experienciar à sua maneira.</p>
<p>Logo, embora o processo de maturidade seja a proposta ideal, cada um de nós irá experienciá-lo de várias maneiras, seja a resistência ao mesmo seja pelo contrário, feito cedo demais, fenómeno que podemos observar em certas crianças que se revelam muito maduras desde cedo. E embora lhes achemos muita graça e sejam de facto mais fáceis de lidar, não quer isso dizer que sejam emocionalmente mais saudáveis. Ou seja, podem estar a fazer uma compensação de várias vidas de apegos.</p>
<p>Embora seja um tema e um processo comum a todos nós, pois todos temos como proposta a viagem de maturidade emocional, tenho observado que está inconsciente em muitas pessoas. Não são difíceis de encontrar os que vivem pela vida fora como se tivessem 4 anos, cobrando, pedindo, fazendo birras, esperando e exigindo de quem os rodeia a mesma atenção e disponibilidade que tem a mãe para com o recém nascido. E porque são movimentos inconscientes, facilmente resvalamos nos seus desequilíbrios, e nos perdemos numa qualquer fonte de apego, colocando em causa o nosso processo de maturidade e evolução pessoal e espiritual.</p>
<p>O processo de emancipação convida a todos nós à libertação gradual de qualquer tipo de apego ou dependência. Pede-nos autonomia, maturidade, capacidade de assumirmos o nosso caminho pessoal confiando que temos em nós os recursos suficientes para ir navegando pela vida. Pede que identifiquemos onde é que ainda vivemos infantilmente na forma de pedir, exigir e esperar e aprendamos a ser o adulto capaz de se auto-sustentar sozinho. Será desta autonomia que iremos então estar preparados para criar relacionamentos maduros e de qualidade. Relacionamentos onde o respeito pela individualidade e proposta pessoal de cada um é uma prioridade. Relacionamentos livres de exigências, cobranças e jogos psicológicos que mais não são do que repetições das birras infantis.</p>
<p>Sabendo isto procura então na tua vida onde possam haver relações que escondam apego. Serás tu que estás apegada a alguém que se esconde atrás de um qualquer papel na tua vida? Estarás tua ser o apego de alguém que olha para ti como uma fonte de amor, proteção, alimento e segurança? A tua consciência e intuição te levarão à verdade. Fomentar o desapego não implica perdermos as pessoas em questão. Implica sim incentivar a autonomia e o processo de emancipação emocional de cada um. Dessa maneira haverão dois seres livres e responsáveis e não dois seres imaturos que se manipulam um ao outro.</p>
<p>O ritual do corte do cordão umbilical assinala a nossa chegada à Terra e o início do processo de emancipação. Algures no tempo, é suposto a mãe entregar a criança à Mãe Terra que a irá sustentar e servir de apoio para percorrer o seu caminho. O pai deverá religá-la ao Pai Céu a quem irá buscar orientação e os sinais de como percorrer o caminho e cumprir a sua viagem. O processo de maturidade não implica perder ou deixar pessoas para trás. Implica apenas libertarmo-nos de dependências interiores que temos que nos fazem acreditar que nos são essenciais quando na verdade não são..<br />
Para as identificares, procura na tua vida onde os termos; &#8220;preciso, dependo, faz-me falta, é-me essencial, não vivo sem, X é o meu pilar, etc&#8221; possam estar a esconder apegos inconscientes. Por mais que os amemos e queiramos que estejam sempre por perto, podemos e devemos trabalhar dentro de nós a consciência de que somos seres individuais, com histórias únicas, caminhos únicos preparados interiormente para os trilhar sozinhos. Libertemos então o apego e abençoemos e desfrutemos sim da sua companhia mas em estado de liberdade pois é dessa liberdade que nasce o verdadeiro amor.</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/sasint-3639875/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1807513">Sasin Tipchai</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1807513">Pixabay</a></p>
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		<title>Destino vs Livre-Arbítrio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2017 14:43:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ainda se vê muita confusão entre o conceito de destino e livre arbítrio. O conceito de destino só por si quase que nos leva a acreditar que vivemos impotentes perante os movimentos inesperados da vida, mas perde força quando percebemos que temos na mão o poder de escolher. O conceito de livre arbítrio baseia-se no [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda se vê muita confusão entre o conceito de destino e livre arbítrio.<br />
O conceito de destino só por si quase que nos leva a acreditar que vivemos impotentes perante os movimentos inesperados da vida, mas perde força quando percebemos que temos na mão o poder de escolher.<br />
O conceito de livre arbítrio baseia-se no facto de que realmente somos livres e podemos mudar a nossa história mudando as nossas escolhas, mas também perde força perante o que não podemos mudar e o imprevisto que nos chega.</p>
<p>A proposta é conciliar ambas.</p>
<p>Cada um de nós traz consigo uma proposta de evolução pessoal. Considerando que a nossa evolução é um processo permanente e não um patamar final a que iremos chegar, ela é a constante alquimia interna dentro de cada um de nós, de transformação de tudo o que é medo em amor. De tudo o que é inconsciente, em consciente. De tudo o que é excesso ou falta, em equilíbrio. Evoluir é então gerir o que nos chega e o que sai de nós. É tomar consciência do que chega para que possamos melhorar o que sai.</p>
<p>Conforme a frequência da nossa energia, iremos ser inconscientemente arrastados pela vida fora, para condições de nascimento, eventos, encontros e circunstâncias imprevisíveis (destino ou o que não podemos mudar) que se revelam perfeitas para que possamos lidar com elas e encontrar respostas mais positivas e amorosas (livre arbítrio ou o que podemos mudar).</p>
<p>De acordo com a lei do karma, esses mesmos eventos trazem padrões que colocámos em movimentos noutras existências e que agora nos chegam para que possamos tomar consciência deles e alterá-los para frequências mais leves. Ou seja, o que de facto está na nossa mão é a resposta interna que damos a esses eventos externos.</p>
<p>Quando não há consciência destes mecanismos, iremos ver o positivo que nos chega como sorte e o negativo como azar, sem noção de que podemos alterar esses movimentos dando novas e mais evoluídas respostas. É essa inconsciência que nos faz resistir e temer o negativo e infantil e inutilmente correr atrás do positivo. É essa inconsciência que nos leva a alimentar os velhos padrões, mantendo-nos presos aos mesmos.<br />
Só uma nova consciência mais iluminada nos permite libertar esses mesmos padrões, simplesmente dando-lhes respostas mais positivas.</p>
<p>Por exemplo se trazemos em nós violência e medo, iremos atrair pessoas violentas e medrosas para aprendermos a responder com amor e tolerância. Se trazemos em nós vitimização, iremos atrair pessoas que se vitimizam para aprendermos a responder com coragem e responsabilidade. Se trazemos em nós arrogância e orgulho, iremos atrair pessoas que são arrogantes e orgulhosas para aprendermos a responder com humildade e amor. E por aí fora&#8230;</p>
<p>A partir desta visão há sempre um jogo interativo entre nós e a vida. Há sempre uma responsabilização da nossa parte em repetir a velha resposta ou conseguir dar uma nova mais elevada e positiva à proposta da vida.<br />
Infelizmente as filosofias Ocidentais dos últimos dois mil anos levaram-nos a acreditar que somos impotentes. Que estamos na mão de um Deus que tudo pode. Que não temos liberdade alguma. Que se nos atrevermos a fazer diferente, seremos castigados. Ou melhor que o único caminho para Deus é a perfeição.<br />
Este pensamento / crença desconectou-nos do nosso poder pessoal, da convicção de que podemos dizer Sim e Não de acordo com o que nos faz sentido. Esta submissão e temor a um Deus castigador, levou-nos a um desempoderamento tal, que muitos simplesmente deixaram de escolher. Vivem sem consciência alguma de que podem e devem escolher de acordo com a sua verdade interna e o seu caminho pessoal. Quem assim vive, vive rendido à sua “sorte” ou destino, aceitando simplesmente “o que Deus quer”, vivendo apenas como humildes observadores da sorte e azar de cada um. Estes são os que consultam oráculos apenas no sentido de saberem o seu futuro, como se ele já estivesse escrito e pudessem espreitar o que lhes espera.<br />
Para curar esta visão distorcida e limitadora da realidade, temos que ir ao Oriente em busca de referências que façam mais sentido e que expliquem as dinâmicas da vida e crenças mais maduras no que toca à nossa responsabilidade pessoal sobre a resposta que damos ao que atraímos. É desta visão que iremos consultar as antigas ciências esotéricas não para controlar o que está fora, mas sim para mudar o que está dentro. Enquanto andamos perdidos no caminho da perfeição, não sabemos ainda que carregamos em nós uma história da qual somos responsáveis e que trás com ela a proposta da mudança. Quantos tristemente, nascem, vivem e morrem sem nunca saberem quem na realidade são, sem nunca perceberem a bagagem que carregam. Sem consciência alguma que essa bagagem é magnética e que enquanto não for transformada irá fazer atrair mais do mesmo.</p>
<p>Vamos imaginar alguém que numa vida passada viveu desconectado do amor e inconsciente das dinâmicas Karmicas. Agiu egoistamente, roubou dinheiro, traiu a mulher, descuidou a sua relação com os filhos e abusou do seu poder financeiro para explorar os seus empregados.<br />
Completamente inconsciente da noção de que o que plantamos a nós voltará, ele simplesmente age pelo seu ego ditador. Karma não é castigo. É apenas um movimento completo que nos mostra a acção e sua consequência pois só na consequência podemos avaliar a qualidade da acção. Só no fruto podemos avaliar a qualidade da semente, certo?<br />
A primeira fase da vida seguinte desta pessoa serve então apenas o propósito de lhe vir mostrar as consequências das suas acções.<br />
Vamos supor que vai nascer numa família sem amor, com uma mãe submissa, com um pai autoritário que não o trata com o devido respeito e a quem vê usar o dinheiro para dominar e maltratar a mãe. Quando entra para o mundo do trabalho, ele vai ver as suas tentativas de ter muito dinheiro algo frustradas, e até que ele aprenda as suas lições internas, ele irá atrair um patrão materialista, egoísta e explorador.<br />
Como disse acima, karma não é castigo. O nosso amigo está apenas a tomar consciência do outro lado. De como se sente alguém no lugar contrário e é nesta posição que ele consegue perceber que patrão ele gostaria de ter, como ele gostaria de ser tratado. Que pai ele gostaria de ter tido. Como ele gostaria que o pai tivesse tratado a sua querida mãe, como gostaria que a sua mãe tivesse força, independência e amor próprio para se impor aos abusos do pai. Que afinal o dinheiro nas mãos erradas poder ser fonte de muito sofrimento, etc.<br />
Aos poucos, esta alquimia interna vai limpando os excessos do passado, vai alterando as velhas crenças, vai limpando a densidade, vai equilibrando as suas energias e trazendo mais luz e mais consciência à viagem desta alma.<br />
Começa aos poucos a reconhecer que o que de pior vê no outro, vive escondido também em si e toma consciência pela primeira vez que pode e deve mudar os seus padrões. 1º libertando todos os que vieram ajudar a que ele tomasse consciência dos mesmos. 2º criando novos padrões mais felizes, mais leves e mais amorosos.</p>
<p>Não é raro ver nas regressões e padrões pessoais que quando um novo padrão é acionado, a vida volta a recriar o velho cenário para que o possamos aplicar. No caso do nosso amigo, o destino irá trazer-lhe novas oportunidades para ele crescer profissionalmente, irá fazer atrair a pessoa certa para ele voltar a casar e ter filhos, mas será o livre arbítrio que lhe dará a responsabilidade de agir de uma nova maneira criando um novo padrão.<br />
Embora hajam padrões geracionais e temporais que mostram que a primeira fase de vida é mais densa pela proposta de transformação que esconde, o processo de transformação acontece a vida inteira.<br />
A inconsciência e resistência a estes mecanismos prende-nos nos padrões velhos, recriando a mesma densidade e as mesmas perdas, até que haja mudança. Quanto mais conscientes estivermos do mecanismo, melhor o reconhecemos, mais depressa o mudamos, mais leve se vai tornando a nossa vida.</p>
<p>Procura na tua vida o que o destino te trouxe e como pretendes usar o teu livre arbítrio para o muda?</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.pexels.com/photo/advent-artistic-astral-astronomical-355710/">Image by Pexels</a></p>
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		<title>Manual para ver Televisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2017 11:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
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					<description><![CDATA[Ultimamente o mundo parece mais louco do que nunca. Ou são ataques terroristas dia sim dia não, ou é a impotência de conseguir ajudar tantos refugiados ou é a nossa destruição da mãe natureza ou é a mãe natureza a destruir o que tanto prezamos, ou são líderes sem o espírito humanitário e sem valores [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente o mundo parece mais louco do que nunca.<br />
Ou são ataques terroristas dia sim dia não, ou é a impotência de conseguir ajudar tantos refugiados ou é a nossa destruição da mãe natureza ou é a mãe natureza a destruir o que tanto prezamos, ou são líderes sem o espírito humanitário e sem valores nobres para as funções que representam, ou é a fome em África ou é a guerra em Israel ou são tantas outras coisas que facilmente nos desanimam quando vemos o estado de sítio em que a humanidade se encontra.</p>
<p>Admito que não é fácil abrir a televisão e ser testemunha da desgraça alheia, mas acredito que todos partilhamos de uma envergonhada gratidão por tais desgraças não baterem com a mesma violência à nossa porta. Nada podemos perante os actos da mãe natureza. Quanto aos outros pelos quais o homem é responsável, acredito que os actos, sejam de violência ou de amor, ficam com quem os pratica, e a lei do karma é implacável e muito superior aos nossos corruptos tribunais e ferrugento sistema judicial.</p>
<p>A pior consequência de nos expormos a realidades que não nos atingem directamente, é sem dúvida o medo que cada notícia activa em cada um de nós. E o papel do medo é exactamente esse, prender-nos na sua energia bloqueadora, desconectando-nos momentaneamente da visão cósmica e da energia do amor, que apenas nos condiciona a movimentos que nos levam a fechar, proteger, fazer muros, isolar, defender, temer, reagir, agredir como se fosse possível controlar alguma coisa, sobreviver dessa maneira ou evitar a Vida, seja ela em que forma for.</p>
<p>O medo apenas alimenta mais medo. O medo está no pólo oposto do amor, das leis universais, da justiça divina,  da aceitação e da paz interior e nada sabe sobre a eternidade do espírito. Por estar no pólo oposto, o medo não sabe ser luz, amar, abrir, confiar, cooperar, incluir, unir, tolerar, sentir ou entender.<br />
A energia expressa-se através de dois polos opostos mas complementares; Yin &amp; Yang. O maravilhoso potencial do ser humano nasce do equilíbrio destas duas forças.<br />
Da mesma maneira que os seus excessos, faltas e desequilíbrios estão à vista na diversidade do mundo.<br />
Por exemplo, a força bruta Yang só por si tem o poder e força de destruir. Mas o mesmo poder aliado à sensibilidade e amor da energia Yin mudará por completo a ação da energia Yang gerando equilíbrio e movimentos inteligentes.<br />
Cada um de nós é representante destas duas forças e logo somos responsáveis por escolher que rumo damos à nossa energia pessoal e o que fazemos através das nossas acções, crenças e palavras para encontrar o nosso equilíbrio.</p>
<p>Apoiados em estatísticas sociais que nada sabem sobre o comportamento das energias e não têm em conta as dinâmicas Karmicas das leis universais, a realidade mostra que a violência e o terrorismo são um facto e os números mostram que houve x mortes no sitio y às tantas horas e repetem-nos por horas ou dias se for preciso.<br />
Mas o que as estatísticas não mostram é; porque quem atrai o quê, onde e de que maneira? Que linhas invisíveis condicionam certas pessoas a estarem num determinado sítio? Que energias se escondem que fazem cada um de nós atrair realidades tão diferentes? Que forças são essas que nos levam a desistir de um encontro que mais tarde se viria a revelar mortal? Ou pelo contrário, que nos empurram precisamente para o centro do problema?</p>
<p>Responder a estas questões implicaria estudos profundos de filosofias antigas, mudanças de crenças sobre a nossa existência, investigações diferentes acerca de sincronias, perspectivas novas e uma visão mais esotérica, planetária e numerológica da mesma realidade. Mas por alguma razão o ser humano resiste ao que é diferente, mesmo quando o diferente mostre ser algo melhor. Todos os movimentos da Vida são inteligentes. Leis Universais poderosas trabalham invisivelmente a favor da nossa evolução, levando a cada um as experiências e pessoas que fazem parte do seu projecto pessoal. Resistir e não entender estas dinâmicas prende-nos a duas fugas temporárias;  a vitimização e o julgamento negativo dessas mesmas experiências e pessoas.<br />
<em>Seria ou não mais tranquilizante acreditarmos que jamais poderemos fugir ao que está destinado para nós e que jamais iremos viver o que não faz parte do nosso caminho?</em></p>
<p>Este tipo de pensamento não desculpa actos violentos, não impede que se faça o que for preciso para acabar com o terrorismo, não impede a ajuda ou compaixão por quem de facto faz parte ou é apanhado nesses momentos. Apenas convida a uma visão mais inteligente, pessoal e a outro tipo de entendimento da mesma realidade que não seja apenas a deprimente visão da &#8220;sorte &amp; azar ou injustiça &amp; injustiça&#8221;.<br />
A limitada visão do ego vê caos, azar, vê as pessoas no sítio errado à hora errada. Vê pessoas más, vê vítimas, maldade e injustiça.<br />
A visão cósmica diz tudo está certo, no tempo certo, no sítio certo, com a pessoa certa, de acordo com as mecânicas karmicas.</p>
<p>Longe de mim defender actos violentos, sejam eles quais forem. A verdade é que o livre arbítrio assim o permite ao ser humano. A proposta é apenas a de aprender a olhar a mesma realidade por olhos diferentes, capazes de descobrir as redes que nos ligam e as propostas de vida que temos. Uma visão alternativa, que nos ajude a acreditar que existe realmente uma ordem inteligente por trás do aparente caos. Uma perspectiva que nos ajude a confiar que independentemente da justiça ou injustiça dos homens, uma muito superior irá sempre corrigir as energias.<br />
Estarão assim os orientais, crentes na reencarnação e na lei do karma, tão enganados? Estará a Física Quântica tão errada no estudo das energias?</p>
<p>Sem dúvida que a internet e a televisão nos abriram janelas para o mundo, permitindo-nos observar e constatar mais do que nunca, como a família humana tem tanto em comum.<br />
O lado menos feliz da televisão, pela sua reduzida visão do imediato, manipulada e manipuladora das mais variadas maneiras, esconde um propósito; expor-nos ao mundo e a outras realidades, que por serem tão diferentes da nossa, têm o poder de chocar, bloquear a nossa energia e pior, activar o nosso medo, baixando assim a nossa energia.<br />
Caso não fosse, porque não existem programas inteligentes, documentários informativos sobre como fazer do mundo um sítio melhor? Porque não há mais filmes inspiradores baseados em história verídicas cheias de espírito humanitário, coragem, amor, igualdade e compaixão? Porque não fazem um Big Brother numa família feliz e funcional ou acompanhando grupos ativistas humanitários, ou simplesmente a mostrar a rotina diária de seres humanos a viver em circunstâncias diferentes da nossa, mostrando um pouco como a vida dos outros poderia inspirar a nossa? Porque os milhões que diariamente fazem o bem, ajudam o próximo, contribuem para a felicidade alheia, salvam animais, ajudam idosos, apoiam crianças, defendem o ambiente, têm 0* tempo de antena nas notícias? Porque não vemos programas de qualidade que promovam o estudo das antigas filosofias do mundo e o que teríamos a aprender com elas nos tempos modernos? Porque ao invés de debatermos as nossas diferenças, não fazemos debates para encontrar o que nos une? de modos de vida alternativos, de casos de vidas diferentes que se atreveram a pôr o programa social em causa e a seguir um caminho diferente?</p>
<p>No caso da internet é ainda pior. Ao contrário da televisão em que absorvemos sem resposta, a internet e as caixas de comentários das várias redes sociais tornaram-se verdadeiros depósitos de veneno resultante das frustrações diárias que vivemos. É chocante ler e sentir a densidade e ignorância que ainda tanto abunda dentro do ser humano, onde protegidos atrás de um ecrân são projetados julgamentos, culpas, acusações e palavrões de dar verdadeiramente a volta ao estômago.<br />
Dizia o autor que nos deixou tanta obra, Wayne Dyer, que o julgador não define o outro, define-se a ele próprio. Visto desta perspectiva temos na internet deprimentes e assustadoras revelações de carácter quando confundimos opinião pessoal com julgamento das ações dos outros. Mas pior do que se lê sobre o que dizem uns dos outros é a raiva, o julgamento e a condenação que revelam, que mostra o seu estado energético, emocional, mental e até espiritual interno. Provas do fenómeno da projeção no seu pior. Declarações públicas da sua ignorância em relação ao funcionamento das Leis Universais. Incapacidade de absorver conceitos filosóficos profundos como o livre arbítrio ou a Lei do Karma.<br />
A internet permitiu-nos a visão global, a interação social mas o seu uso e abuso está a trazer como consequência, a cegueira pessoal de cada um olhar para si mesmo. Julgamos o vizinho e perdemos tempo a comentar pública e privadamente as ações dos outros mas somos incapazes de perder o mesmo tempo a analisar e questionar as nossas próprias ações e os nossos próprios padrões.</p>
<p><em>Estará a internet a servir de campo de batalha, onde infantil e imaturamente nos fazemos de fortes para compensar as nossas frustrações internas?</em><br />
<em> <span style="font-size: 14px;">Não serão as caixas de comentários da internet autênticos ringues de boxe onde a violência mental e escrita ultrapassa qualquer dose de bom senso, respeito e civismo?<br />
Como poderemos educar crianças e jovens de maneira a não se tornarem &#8216;bullies&#8217; sociais quando os próprios adultos assim se revelam em debates e comentários online?<br />
Seremos assim tão emocionalmente imaturos e espiritualmente ignorantes que precisemos de nos fazer</span><span style="font-size: 14px;"> de fortes e alimentarmos o nosso ego atrás de um teclado?<br />
Não admitimos que alguém nos julgue ou nos venha questionar e reclamamos autoritariamente o poder que temos de tomar as nossas próprias decisões. Mas, paradoxal e curiosamente, matamos o outro julgando, criticando e questionando as suas ações!!</span></em></p>
<p><span style="font-size: 14px;">Haja inconsciência e incoerência&#8230;</span></p>
<p>O mundo nada mais é do que a materialização das energias que habitam todo o ser humano; Yin / Yang.<br />
Por fazerem parte da nossa essência, iremos sempre materializá-las conforme a nossa consciência das mesmas. O nosso livre arbítrio permite-nos experienciá-las nas suas várias frequências e por isso tanto vemos amor como vemos violência no mundo. Cada um de nós, gestor da sua própria energia, irá manifestar as suas próprias frequências quer esteja consciente disso ou não. Infelizmente os media, na sua doentia parcialidade, insistem em apenas relatar o lado negativo ativado pelo medo. E a internet corre o risco de se tornar um playground de uma escola problemática onde dominam os gangs e bullies.</p>
<p>Aprender a ver a realidade por outros ângulos pode ser a diferença entre ver as notícias em estado choque e medo permanente ou pelo contrário, viver em estado de entendimento da realidade, responsabilização por mantermos a nossa energia elevada, em compaixão e disponibilidade para com quem precisa de ajuda, e aceitação que todas as dinâmicas da vida são inteligentes e escondem propósitos muito maiores do que possamos entender.<br />
Não é porque vemos Marte e as suas temperaturas elevadíssimas nas câmeras que iremos passar a temer que a Terra aqueça, certo?<br />
O telescópio simplesmente mostra &#8220;outra&#8221; realidade diferente da nossa. Permite-nos espreitar para dentro de outras “bolhas” que, no caso de Marte, jamais farão parte da nossa “bolha” ou realidade pessoal.</p>
<p>Quando então percebemos ou passamos a acreditar que cada pessoa irá materializar eventos únicos de acordo com a sua frequência, já iremos conseguir ser simples observadores de outras realidades que de facto, não são nossas pois não foram materializadas pela nossa energia pessoal, e por isso mesmo, não as entendemos. E porque não são nossas e porque não estamos preparados interiormente para lidar com elas, porque foram criadas por frequências diferentes, corremos o risco de ficarmos impotentes presos ao écran, bloqueados pelo medo que tais tragédias nos atinjam. Ou, passamos a julgar e criticar precisamente porque não entendemos.</p>
<p>Esta visão pode parecer um tanto egoísta embora não seja de todo a intenção. Sou a primeira a sentir uma enorme compaixão pelo estado do mundo e todo o meu trabalho serve precisamente para levar entendimento, aceitação e cura aos eventos que cada um atrai. Só dessa maneira poderemos ir para além do aparente caos, e encontrarmos uma ordem por trás do caos aparente. E mais do que encontrar entendimento, aprendemos que podemos fazer algo para evitar tais tragédias; manter a nossa energia alinhada com o amor.</p>
<p>Acredito que todos somos representantes da energia do amor. Quando nos alinhamos com essa energia, ela irá co-criar mais abundância e mais luz. Quando está negada e coberta pelo medo, irá co-criar resistência e mais experiências que virão alimentar o medo. “Semelhante atrai semelhante” funciona tanto na frequência do medo como na do amor.<br />
Enquanto não conhecermos uma visão alternativa e soubermos que podemos escolher, o medo irá sempre ganhar. E quando o medo ganha, ele infecta tudo e todos que o tocam exceto os que já tenham a vacina da consciência do amor.</p>
<p>Qual então a proposta perante as insistentes notícias que nos atingem todos os dias;</p>
<p>1. Mais do que ver a notícia na sua visão sensacionalista que apenas pretende chocar, sê um observador das dinâmicas energéticas e Karmicas do evento. Foca a atenção nas aprendizagens que cada pessoa envolvida estará a ter e a fazer dentro de si.<br />
2. Não te iludas com o caos aparente. Vai para além do 3D e aplica às situações; a lei da atração, a lei do equilíbrio, a lei dos opostos, a lei da frequência, a reencarnação da alma, o livre arbítrio e a lei do Karma.<br />
3. Não alimentes o medo sentindo mais medo que nada ou ninguém ajuda. Aproveita o momento para enviares mais luz e amor para o evento e agradece já não estares nas vibrações baixas de que és testemunha.<br />
4. Sente se poderás oferecer alguma ajuda ou contribuição pessoal em cada caso específico para o bem maior. Caso não, desliga e mantém a tua energia elevada e em amor, confiando que o que é teu, a ti chegará e o que não é, jamais virá.<br />
5. Protege a tua energia, escolhendo bons programas na televisão ou canais de Youtube, bons postos de rádio no carro, posts positivos no Facebook, boas conversas com colegas e bons livros.<br />
6. Questiona até que ponto é que a mesma violência que vês no mundo, não existe também, noutra intensidade, na tua própria energia, na tua vida pessoal e em quem te rodeia. O macro é apenas espelho do micro e logo ao curarmos o micro, curamos o macro.<br />
7. Que a exposição ao que sabes que não queres, te impulsione no caminho do que queres e por isso trabalha a gratidão, o amor, a compaixão, a tolerância, a igualdade, a cooperação e outros tantos valores universais na tua real realidade. Ou seja por onde quer que estejas.<br />
8. Que o estado actual do mundo te ajude a despertar o teu espírito humanitário e te relembre que tesouros, dons, talentos, capacidades trazes contigo capazes de levar luz e amor onde ainda há tanto medo e violência.<br />
9. Aprende a separar as notícias vendo-as como realidades com frequências diferentes onde nas notícias positivas e inspiradoras vês o amor em acção e nas notícias violentas vês o poder do medo em acção.<br />
10.Questiona até que ponto a violência no mundo cresceu com a ajuda do mediatismo que tem o terrorista nos dias de hoje. Aliás, descaradamente esses grupos “reivindicam” os seus actos usando os media para se promoverem e exibirem. Não perderiam algum poder e popularidade se fosse proibida qualquer tipo de notícia relacionada com grupos terroristas?</p>
<p>Nos dias que correm os media estão maioritariamente ao serviço do medo alimentando-se de drama, violência, tragédia e desgraça. O resto do tempo de antena serve para nos vender tralhas, para nos distrair a mente através do futebol e das novelas, ao ponto de adormecermos o espírito crítico e o medo tomar conta da nossa rotina.<br />
Gosto de acreditar que o fazem mais por ignorância do que por manipulação de massas, embora as teorias da conspiração defendam o contrário.</p>
<p>Quem sabe quando os media descobrirem que o ser humano anseia mais pela luz e pelo amor do que anseia pelo medo, irão perceber que serão as notícias do bem que irão atrair os milhões de audiências que tanto anseiam. Aí e só aí, a televisão estará ao serviço do amor, fazendo girar não mais o medo como nos dias que correm, mas sim inspirando e levando a luz e o amor às nossas casas e ao mundo.</p>
<p>Dizia a maravilhosa Madre Teresa de Calcutá; &#8220;Se queres mudar o mundo, vai para casa e ama a tua família&#8221;. Uma maneira discreta de nos incentivar a olhar, sentir e lidar com a nossa real realidade individual, a nossa “bolha” pessoal, e amar quem nos rodeia todos os dias.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="iFQ1GkGn4O"><p><a href="https://veraluz.pt/o-terror-das-noticias/">O terror da propaganda televisiva</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;O terror da propaganda televisiva&#8221; &#8212; Vera Luz" src="https://veraluz.pt/o-terror-das-noticias/embed/#?secret=PwGLovCBhs#?secret=iFQ1GkGn4O" data-secret="iFQ1GkGn4O" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Bem hajam<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/alexantropov86-2691829/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2213140">Alexander Antropov</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2213140">Pixabay</a></p>
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		<title>A Vénus e o Amor Próprio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2017 12:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Astrologia]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Deusa]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[valorização]]></category>
		<category><![CDATA[Vénus]]></category>
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					<description><![CDATA[O Amor próprio, a Valorização Pessoal, Confiança e Segurança Interior são das mais poderosas e desejadas qualidades que o ser humano pode ansiar. Desenvolver e trabalhar estas qualidades internas, é condição essencial para as conseguirmos experienciar no mundo material através do amor, do dinheiro, dos prazeres, da abundância, do luxo, da beleza e do conforto. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr">
<p>O Amor próprio, a Valorização Pessoal, Confiança e Segurança Interior são das mais poderosas e desejadas qualidades que o ser humano pode ansiar. Desenvolver e trabalhar estas qualidades internas, é condição essencial para as conseguirmos experienciar no mundo material através do amor, do dinheiro, dos prazeres, da abundância, do luxo, da beleza e do conforto.</p>
<p>Quando este trabalho de Amor próprio, a Valorização Pessoal e a Segurança Interior não é feito, quando não investimos dentro nesses valores pessoais, procuramos fora na forma de relacionamentos, dinheiro, objetos de valor que nos façam sentir o que ainda não resgatámos dentro de nós e que jamais preencherão um vazio emocional e espiritual.</p>
<p>Sempre que afirmamos que o outro é; o meu amor, o meu pilar, a minha vida, a minha segurança, a minha razão de viver, temos um problema com Vénus!</p>
<p>A famosa Lei da Atração está associada à nossa vibração pessoal que, dependendo da maneira como vibramos, nos amamos e valorizamos a nós próprios, nos faz chegar experiências com vibrações idênticas. Então, se o valor interior se expressa no exterior na forma de abundãncia financeira e relações de qualidade, podemos então analisar pela nossa carteira e pelas pessoas que nos rodeiam, se nos andamos a valorizar ou a vender barato.</p>
<p>Qualquer uma destas qualidades Amor próprio, a Valorização Pessoal e a Segurança Interior é domínio da Deusa Vénus que se comum e romanticamente é apelidada de Deusa do Amor, eu gosto de vê-la como Deusa do Valor. Até porque Amor e Valor são apenas duas faces da mesma moeda.</p>
<p>Vénus trata do amor, qualidade, exigência e cuidado na maneira como nos tratamos a nós próprios e como dizemos ao mundo que merecemos ser tratados. Vénus é a harmonia, a beleza, a arte bela, o equilíbrio, o luxo, as 5 estrelas, o gourmet, enfim, todos os prazeres da vida.  Vénus significa respeito, dignidade, beleza, harmonia, merecimento. Por esta altura já deves ter pensado que a tua Vénus está em muito mau estado pois a maioria, está longe de manifestar o seu potencial. E não porque não merecemos viver com prazer e abundância, mas sim e apenas porque ainda não aprendemos a trabalhar positiva e inteligentemente com ela, ou seja, ainda não sabemos viver à altura da sua proposta.</p>
<p>Viver Vénus é antes de mais um estado de SER e infelizmente a maioria acredita na ilusão de que é a TER pessoas, dinheiro, beleza ou abundância material que curamos a nossa Vénus, que nos sentimos valorizados, que nos amamos a nós próprios.</p>
<p>Então porque vemos pessoas no mundo da beleza sem amor próprio nenhum e vemos pessoas sem nada mas confiantes, seguras e cheias de amor próprio?</p>
<p>Vénus é a tabela interna que cada um de nós define, consciente ou inconscientemente sobre o que gostamos, o que merecemos, o que valorizamos e muito importante, o que permitimos ou não. É o grau de amor próprio, respeito pessoal e exigência que temos com a nossa pessoa, o nosso tempo, o nosso espaço, o nosso corpo,  o nosso dinheiro, as nossas tralhas e, claro, os nossos relacionamentos.<br />
Vénus é a capacidade que todo o ser humano tem de investir no seu amor próprio, de fazer correr o merecimento e amor próprio nas veias, de desenvolver a essencial capacidade de nos valorizarmos e amarmos a nós próprios, muito antes de chegarmos a qualquer relacionamento ou de acumularmos dinheiro no banco. Vénus é SER e não ter apenas..</p>
<p>Como Deusa do Valor que é, e porque tudo é energia, Vénus dá-nos a capacidade de materializarmos exteriormente na forma de dinheiro, relações e bens materiais o seu estado interior de valor interior. Por isso mesmo, seja a abundância seja  a escassez, ambas as experiências são as polaridades da Deusa.</p>
<p>Infelizmente, o desconhecimento dos seus princípios e as tentações do mundo exterior, levou-nos a inverter o seu princípio de manifestação natural de &#8220;de-dentro-para-fora&#8221;, ou seja, quando eu tenho valor eu materializo, tentando forçar o fenómeno oposto &#8220;de-fora-para-dentro&#8221;, quando eu tenho no exterior, eu valorizo-me no interior.<br />
Além de extremamente difícil, o movimento contra-natura de &#8220;fora-para-dentro&#8221;, fracassa sempre pois implica sempre dependência e apego a algo ou alguém.<br />
Seja no milionário solitário e de coração vazio ou no sem abrigo que precisou de se despojar de tudo para reencontrar Deus e o amor, ambos mostram que o equilíbrio que a Deusa nos pede, não é de todo fácil e que tanto as duras lições da abundância ou da escassez, são muito mais profundas do que possamos imaginar.</p>
<p>Deste ponto de vista podemos então dizer que uma Vénus &#8220;saudável&#8221; tem o poder de criar  naturalmente abundância e beleza na nossa vida tal como uma Vénus &#8220;problemática&#8221; e não integrada irá manifestar carência e escassez.</p>
<p>Uma Vénus poderosa sabe que o amor nasce dentro de cada um, é um estado de SER e como tal é uma dádiva, uma fonte interna, jamais uma exigência.<br />
Consciente do seu movimento natural de amor e valor, uma Vénus consciente não ficará muito tempo perto de fontes secas, Vénus pobres que ainda estão no movimento de sugar quem as rodeia. Uma Vénus saudável jamais reclama amor ou valor visto ela ser a fonte de si mesma, e retira-se quando sente que está a ser sugada.</p>
<p>Como sabe que tem a capacidade de ser auto-suficiente, uma &#8220;Boa&#8221; Vénus jamais dependerá do outro para se nutrir, valorizar ou respeitar. E porque valoriza o seu maravilhoso néctar dos Deuses, irá apenas oferecê-lo a quem se mostre merecedor e já conheça a Reciprocidade. Uma Vénus &#8220;Fraca&#8221; irá cobrar, exigir e manipular revelando assim a sua secreta carência e falta de valorização interna.</p>
<p>Uma maneira que temos de analisar em que estado anda a nossa Vénus é precisamente a perceber que frequências de outras Vénus andamos a atrair.<br />
Independentemente do que o nosso ego nos faz acreditar sobre a nossa Vénus, o que gira à nossa volta trazido pela lei da atração não mente e nunca estará longe da representação da nossa.<br />
Os conflitos, guerras, corrupção, materialismo e falta de amor que vemos no mundo mostra o quão longe  a humanidade ainda está de manifestar o maravilhoso potencial da Vénus, ao qual só acederemos pela via do Amor, da harmonia, da cooperação, do respeito, do equilíbrio e da paz.<br />
A falta de amor que sentimos no mundo mostra o estado de amor que temos por nós próprios, e por mais que nos choque a ideia de que estamos pior do que pensamos, mostra também o importante que é curar esta energia. Primeiro em nós e depois contribuindo para o colectivo.</p>
<p>Outra maneira ainda mais poderosa de analisarmos a nossa Vénus é através da auto-validação profunda, honesta, real da consciência que temos no que toca ao nosso valor. Por exemplo, apenas no que respeita à tua frequência geral de amor próprio, atribui-te um numero de 0 &#8211; 10.<br />
Cuidado pois o nosso ego tende a avaliar alto mas a alma sabe bem onde estamos&#8230; Importante mesmo é definirmos o nosso número pois tendo consciência dele, facilmente resistiremos às ilusões exteriores, tanto de quem nos vê abaixo ou acima do mesmo.</p>
<p>Partindo então desse numero, real e honesto para ti, questiona o que tens feito para o aumentar. Procura &#8220;ganchos&#8221;, entraves, desculpas, mentiras pessoais, crenças limitadoras e ilusões que a impeçam de ser a mais elevada versão da tua Vénus. Esse número é fruto de uma &#8220;Boa&#8221; Vénus ou de uma Vénus &#8220;Fraca&#8221;? Em quem vejo representada uma versão inferior da minha Vénus? e em quem vejo representada uma versão melhorada da minha?<br />
Aproveita para ler estas perguntas e deixa que as respostas surjam;</p>
<ul>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Amo-me a mim mesmo?</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Reconheço os meus defeitos e incapacidades e procuro transformá-los e superá-los?</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Valorizo os meus talentos e qualidades e invisto neles inteligentemente?</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>O meu bem estar depende de alguém?</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Como reages quando alguém te desvaloriza?</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>A palavra amor ainda está relacionada com alguém?</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>A palavra valor ainda está presa ao dinheiro?</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Já pensaste no que significa Amor-Próprio?</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>O dinheiro que ganho corresponde ao que sinto que mereço?</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Onde e com quem ainda cobro respeito, amor, atenção, valor?</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>O que faço por simples prazer?</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>O que faço quando algo ou alguém condiciona o meu bem estar, o meu valor e prazer de viver?</em></span></h4>
</li>
</ul>
<p>Alguns Mantras da Vénus;</p>
<ul>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Eu Mereço Melhor!</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Eu Amo-me e aceito-me incondicionalmente!</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Viver é um Prazer!</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Eu contribuo para a Vida!</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Eu Sou auto-suficiente</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Eu liberto toxidade, desarmonia, cobrança,</em></span></h4>
</li>
<li>
<h4><span style="color: #ff6600;"><em>Reciprocidade é um valor essencial</em></span></h4>
<p><span style="color: #ff6600;"><em> </em></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #666699;">Procura juntar os teus próprios das tuas aprendizagens pois serão muito mais valiosos e poderosos do que simples palavras que nem sempre ressoam.</span><br />
Porque nos desconectámos desta capacidade de nos amarmos a nós próprios, porque perdemos a noção de como resgatar este poder interior, porque ninguém ensinou ou incentivou a activar esta fonte de amor, prazer e valor interior, começámos a ir em busca lá fora no mundo, nas tralhas, no dinheiro, as pessoas e nos amores, projectando e exigindo dos outros o que nós próprios ainda não nos demos, tornado-nos assim presas fáceis e ingénuas da ideia de amor/valor na forma de TER. Enquanto não reconhecermos que o amor jamais estará em algo ou alguém, não seremos iniciados na elevada propostas de amor = SER da Vénus.</p>
<p>Aprender a Amar, sempre foi, é e sempre será a Grande Aprendizagem do Espírito na matéria e logo todo o tipo de amor inferior, sem qualidade, manipulado, exigido, comprado e dependente de fontes exteriores, irá ser regularmente identificado e posto em causa para que possa então dar lugar a versões mais elevadas, saudáveis, inteligentes e verdadeiras de amar. O Signo e Casa astrológica onde está a tua Vénus Natal te mostrará o que viste aprender a valorizar a esta enarcarnação, como trabalhar o teu Amor próprio e valorização pessoal. Deixo algumas dicas sobre cada Signo:</p>
<blockquote>
<ul>
<li><span style="color: #ffffff;"><em>Vénus em Carneiro &#8211; Vem aprender a ser corajosa, impulsiva, competitiva, independente, a agir com iniciativa própria e autónoma. Desporto, movimento, conquistas e espírito de competição são formas de valorização e de trabalhar o amor próprio. Deve resistir aos exageros brutos e agressivos que possam prejudicar quem a rodeia.</em></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="color: #ffffff;"><em>Vénus em Touro &#8211; Vem aprender a valorizar a auto-subsistência, tirar prazer de viver, amar-se e respeitar-se incondicionalmente e explorar os 5 sentidos como por exemplo apreciar a boa comida, gerir o seu dinheiro, criar a sua própria estrutura, apreciar a beleza da arte nas suas várias formas, trabalhar a segurança e a estabilidade, reconectar com as leis do amor. Deve resistir à extrema passividade, aos excessos alimentares e ao materialismo.</em></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="color: #ffffff;"><em>Vénus em Gémeos &#8211; Vem aprender a valorizar a sociabilidade, interação de igual para igual, a curiosidade, o estudo, a comunicação, aprender e ensinar, a abrir-se para a diversidade, ser flexível, versátil, ou seja, as várias formas de criar pontes de ligação de informação e relação. Deve resistir à superficialidade e dispersão.</em></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="color: #ffffff;"><em>Vénus em Caranguejo &#8211; Vem aprender a valorizar a capacidade de cuidar e nutrir-se emocionalmente a si mesma, de criar a sua própria estrutura emocional, de usar os seus dons e talentos maternais tanto profissionalmente como em relações familiares, resistindo sempre à tentação do apego e de se manter em estados infantis de cobrança e dependência.</em></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="color: #ffffff;"><em>Vénus em Leão &#8211; Vem aprender a valorizar a sua identidade, os seus talentos e criatividade, a sua necessidade de ser e fazer diferente dos outros, de ser livre, de resistir a seguir o rebanho.  Vénus em leão vem aprender a sair do anonimato, a superar a timidez e a atrever-se a ser uma fonte de alegria e criatividade onde quer que vá, sempre resistindo à tentação do exagero ou mesmo do narcisismo.</em></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="color: #ffffff;"><em>Vénus em Virgem &#8211; Vem aprender a valorizar a organização, a exigência, o auto-aperfeiçoamento, o detox, a limpeza, o serviço e a ordem tanto dentro como fora de si. Vénus em Virgem vem descobrir que Deus está em tudo, em todos e por isso ela ama e integra o perfeito e o imperfeito em si mesma, nos outros e no mundo. Deve resistir à busca da perfeição e controle exagerado.</em></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="color: #ffffff;"><em>Vénus em Balança &#8211; Vem aprender a valorizar a diplomacia, a arte da relação, a reciprocidade, a paciência e tolerância. Esta Vénus tende a resistir ao conflito mas vem perceber que ao dizer &#8220;sim&#8221; ao outro pode estar a dizer &#8220;não&#8221; a si mesma, que a harmonia que deseja não é algo entre si e outro ou o mundo mas sim um estado interno, vem desenvolver a coragem de dizer sim ou não ao mundo de acordo com as suas próprias necessidades.  Deve resistir ao excesso de passividade ou permissividade assim como a dependências tóxicas.</em></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="color: #ffffff;"><em>Vénus em Escorpião &#8211; Vem aprender a valorizar a verdade nua e crua, vem descobrir as energias que se escondem por trás da rotina do dia a dia, o que faz afinal o mundo girar e as coisas acontecerem. Este Vénus vem sentir tudo intensamente, vem aprofundar e descobrir o mundo invisível, vem aprender a viver corajosamente a partir de dentro, das suas paixões e vontades. Deve resistir a jogos de manipulação e dependências, principalmente amorosas.</em></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="color: #ffffff;"><em>Vénus em Sagitário &#8211; Vem aprender a valorizar a busca do sentido da vida, o estudo e conhecimento, a encontrar respostas ás perguntas existenciais, a expandir o seu mundo tanto interno como externo. Esta Vénus está feliz a aprender sobre as leis cósmicas, a viajar para culturas distantes, a descobrir a sua própria verdade e caminho espiritual. Deve resistir à rigidez mental e à arrogância de achar que só a sua verdade está certa.</em></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="color: #ffffff;"><em>Vénus em Capricórnio &#8211; Vem aprender a valorizar a maturidade, o sentido de responsabilidade pessoal, a capacidade de assumir a sua vida e o seu crescimento interior, libertando-se de apegos e dependências que a impeçam de amadurecer. Esta Vénus vem descobrir que a &#8220;sorte, faz-se&#8221; com trabalho, esforço, responsabilidade e empenho. Que as ações geram consequências, que a sorte e azar não existem. Deve resistir ao autoritarismo, seja ele exercido sobre os outros ou dos outros sobre si e à vitimização!</em></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="color: #ffffff;"><em>Vénus em Aquário &#8211; Vem aprender a valorizar a liberdade, a individualidade, a coragem de se atrever a ser e a fazer diferente de quem a rodeia e a lidar positivamente com o julgamento e a rejeição dos outros. Esta Vénus vem descobrir que cada um tem o seu caminho, o seu propósito, as suas prioridade e valores únicos e que ninguém saberá o que é melhor para nós. Por isso mesmo o desapego, a liberdade e a autonomia são importantíssimos para cumprir o seu caminho e não se perder nas expectativas dos outros. Deve resistir ao conservadorismo e a esconder-se atrás de grupos.</em></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="color: #ffffff;"><em>Vénus em Peixes &#8211; Vem aprender a valorizar a espiritualidade e a humanidade em si e nos outros e por isso a empatia, a tolerância, a capacidade de aceitar o diferente, o imperfeito e de ver Deus em tudo e em todos fará parte da proposta. Vénus em Peixes vem descobrir que a vida É uma viagem de evolução espiritual que implica rendição ao projeto pessoal. Para isso terá que libertar as suas resistências, curar as suas feridas, pacificar os seus ressentimentos e descobrir que afinal todos os desafios estavam alinhados com o seu projeto de evolução pessoal. Deve resistir à vitimização e à idealização de pessoas e da vida no geral.</em></span></li>
</ul>
</blockquote>
<p>Conhecer a nossa Vénus por Casa, Signo e Aspectos é essencial para percebermos a nossa vida amorosa, as relações que atraímos, a relação que temos com o dinheiro e todas as dinâmicas internas de amor próprio e valorização pessoal. Se ainda não conheces a tua, eu posso ajudar-te.</p>
<p>Em datas específicas no calendário de efemérides, de 18 em 18 meses, durante 40 dias e 40 noites dos seus períodos retrógrados, ou sempre que a nossa Vénus é visitada por trânsitos principalmente dos Planetas &#8220;Grandes&#8221;, iremos ser convidados a perceber, sentir, reconhecer, atrair pistas, sinais e sincronias ou seja, actualizar e fazer um upgrade, ao estado interior da nossa Vénus.<br />
Serão tempos sagrados e oportunidades de acedermos à mais elevada versão de nós próprios, para que possamos actualizar e reconhecer o imenso trabalho que já fizemos entretanto assim como o tanto que ainda temos por fazer.</p>
<p>Tudo o que irá doer obviamente não tinha qualidade.<br />
Tudo o que irá sair, terá algo melhor à espera.<br />
Tudo o que irá chegar será sempre espelho.<br />
Tudo o que é puro e verdadeiro, irá sobreviver e ganhar ainda mais poder e valor.</p>
<p>Love YourSelves Always!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/wikiimages-1897/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=63186" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://pixabay.com/pt/users/wikiimages-1897/?utm_source%3Dlink-attribution%26utm_medium%3Dreferral%26utm_campaign%3Dimage%26utm_content%3D63186&amp;source=gmail&amp;ust=1741165858015000&amp;usg=AOvVaw0KsAiDSBRaeRLNLH8HuTcg">WikiImages</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=63186" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://pixabay.com/pt/?utm_source%3Dlink-attribution%26utm_medium%3Dreferral%26utm_campaign%3Dimage%26utm_content%3D63186&amp;source=gmail&amp;ust=1741165858016000&amp;usg=AOvVaw11CKfToiK4IDXy9gbZdGRL">Pixabay</a></p>
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		<title>Os 4 medos básicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2016 10:41:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A escala emocional mostra-nos a viagem do medo para o amor. Até chegarmos ao amor máximo e incondicional, o medo irá sempre fazer parte da equação em todas as situações. Não há como evitá-lo ou fingir que não existe pois ele é afinal, o grande teste que a alma vem superar. Ou seja, é a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A escala emocional mostra-nos a viagem do medo para o amor.<br />
Até chegarmos ao amor máximo e incondicional, o medo irá sempre fazer parte da equação em todas as situações. Não há como evitá-lo ou fingir que não existe pois ele é afinal, o grande teste que a alma vem superar. Ou seja, é a conquista do medo que nos permite subir mais um pouco rumo ao amor.</p>
<p>Porque não nos ensinaram que o medo é para ser superado, vivemos seus prisioneiros. Vidas inteiras inconscientemente condicionadas para nos mantermos ilusoriamente seguros, falsamente poderosos e iludidamente protegidos, verdadeiras teias de aranha emaranhadas e pegajosas dificílimas de nos libertarmos delas. São poderosos os infinitos e deprimentes esquemas e jogos que fazemos para evitar enfrentar o medo.</p>
<p>A partir do momento em que o medo se apodera da nossa mente, iremos enfrentar os mais variados esquemas de sobrevivência que nos irão impedir de seguir viagem rumo ao amor.<br />
Através da dúvida, da descrença, do pânico, do stress, o medo irá congelar-nos e impedir a nossa evolução.<br />
Embora sejam infinitos os medos dentro do ser humano, eu tenho observado ao longo dos anos serem 4 os que estão na raiz de todos os outros.<br />
Trabalhando estes 4, acredito que muitos outros se irão dissolver por si.</p>
<p><strong>* Medo de não ser aceite por quem sou.</strong><br />
<strong> Mostro a alma e atrevo-me a ser quem sou ou vivo para alimentar a máscara e viver a altura das expectativas dos outros?</strong></p>
<p><strong>* Medo de perder segurança que normalmente gera apego a bens materiais ou pessoas.</strong><br />
<strong> A segurança interior é um estado de ter ou um estado de SER?</strong></p>
<p><strong>* Medo da rejeição e solidão tanto romântica como social.</strong><br />
<strong> É mais importante a ilusão do &#8220;juntos para sempre&#8221; ou investir na autonomia emocional e no amor próprio?</strong></p>
<p><strong>* Medo de não encontrar sentido para a nossa vida.</strong><br />
<strong> É mais importante ter sucesso profissional ou resgatar os anseios da nossa alma e evoluir espiritualmente?</strong></p>
<p>O medo alimenta-se principalmente da nossa cobardia, da nossa inconsciência, ou seja da nossa ignorância quanto ao papel que ele representa na nossa evolução.<br />
Acredito que todos nós temos muitos ramos em cada um destes medos básicos, que depois se escondem nas nossas rotinas e condicionam a nossa liberdade de festejarmos a vida. Mas tal como a árvore, se acabarmos com a raiz, todos acabam por morrer.</p>
<p>Como restaurar então a raiz da nossa árvore para que ela viva apenas de amor, fé e coragem? Investindo nas energias capazes de superar o medo; a coragem, a sabedoria e a responsabilidade. Só a partir destas posturas poderemos então afirmar;</p>
<p><em><strong>&#8211; Eu aceito-me como sou, valorizo os meus talentos e celebro a minha diferença. Rodeio-me de quem me aceita e faz sentir bem e rejeito quem me rouba energia e coloca o meu equilíbrio em causa.</strong></em></p>
<p><em><strong>&#8211; Eu sou responsável pela minha segurança interior cuidando com respeito das minhas emoções e também da minha independência material.</strong></em></p>
<p><em><strong>&#8211; Eu sou um ser completo e maravilhoso e não dependo de ninguém para me sentir completa ou feliz pois essa é uma responsabilidade minha.</strong></em></p>
<p><em><strong>&#8211; Eu tenho a liberdade de ser quem sou e de seguir o coração e o que me faz sentido, rejeitando abafar-me atrás de papéis variados, status social ou poder financeiro.</strong></em></p>
<p>Procura em cada área da tua vida em que estado está cada um destes medos assim como os esquemas que te mentêm presa a ele. Reforça dentro de ti que tens o que precisas para mudar a tua vida e enfrentar os teus medos, começando primeiro com a mudança interior de os veres como um adversário a enfrentar e não como algo a evitar.<br />
Questionar a nossa vida e predispormo-nos a enfrentar os nossos medos para sermos quem somos é um acto de coragem que por vezes espera anos ou mesmo vidas para acontecer. É o momento mágico em que finalmente dizemos corajosamente, eu enfrento os meus medos com coragem porque mereço chegar mais perto da luz. É precisamente da perspectiva da luz que iremos perceber como o medo afinal era ridiculo!</p>
<p>Coragem e Determinação!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/kellepics-4893063/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2231796">Stefan Keller</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2231796">Pixabay</a></p>
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		<title>Valor interior, abundância exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 12:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[abundância]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Na ciência da Astrologia o Planeta Vénus representada na antiga mitologia grega como a Deusa do Amor representa também o nosso Valor, como valorizamos ou somos valorizados e que se manifesta tanto dentro de nós como fora na nossa vida. Ou seja, tanto representa o valor interior, pessoal e emocional normalmente designado por amor-próprio ou [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na ciência da Astrologia o Planeta Vénus representada na antiga mitologia grega como a Deusa do Amor representa também o nosso Valor, como valorizamos ou somos valorizados e que se manifesta tanto dentro de nós como fora na nossa vida.</p>
<p>Ou seja, tanto representa o valor interior, pessoal e emocional normalmente designado por amor-próprio ou valorização pessoal, como pode ser exterior na forma pessoas, bens, dinheiro ou posses materiais.</p>
<p>A visão energética não separa e como tal ambas as vertentes representam a mesma energia. Logo o que existe de amor e valor na nossa realidade pessoal interior vibra na mesma frequência exterior e vice-versa.</p>
<p>Então o que dizer dos milionários por esse mundo fora, capazes das maiores atrocidades e actos egoístas? Será que a abundância material deles é espelho de abundância emocional?</p>
<p>E o que dizer também de pessoas verdadeiramente altruístas, com corações gigantes, embaixatrizes do verdadeiro amor incondicional, mas privadas de abundância material?</p>
<p>Eu diria que ambas as experiências são lados diferentes da mesma moeda&#8230;<br />
Passo a explicar,</p>
<p>Vivemos na dualidade, logo o equilíbrio apenas se atinge com a experiência dos dois polos ao longo de várias experiências e até vidas e como tal jamais iremos reconhecer o patamar mais elevado da energia venusiana sem que antes tenhamos passado pelos patamares mais baixos da ausência da mesma.</p>
<p>Ou seja, primeiro iremos perceber e sentir o amor e o valor nas suas frequências mais baixas como por exemplo a posse, o apego, o ciúme, a valorização exterior sem a respectiva valorização interior, o valor através do dinheiro. Só depois da desilusão e cansaço com todas estas formas de amar e valorizar é que passamos a ir então em busca de frequências mais elevadas como a empatia, o respeito, a liberdade e a individualidade.</p>
<p>É nesta viagem ascendente rumo à experiência mais elevada do amor incondicional que iremos de degrau em degrau viver os vários tipos de amor e experienciar o valor em todas as suas vertentes.</p>
<p>Por exemplo, não é difícil encontrarmos milionários frustrados, solitários, deprimidos e até suicidas, verdade? Não estarão então eles a viver a difícil e dolorosa aprendizagem de que o dinheiro por si só não traz amor, valorização pessoal, felicidade, saúde ou amizade?</p>
<p>Só depois de integrada esta experiência de dor vinda da desilusão com os bens materiais como fonte de felicidade é que o espírito está pronto para ir em busca de energias mais leves e mais amorosas.</p>
<p>É bastante provável que por exemplo este espírito, desiludido com o mundo material como fonte de felicidade se auto proponha a encarnar numa vida onde sem grande acesso à riqueza material irá conseguir explorar o mundo emocional, onde terá muitas propostas de valorizar o ser humano, a pequenez, a simplicidade, as emoções e o mundo espiritual.</p>
<p>Desta perspectiva então, o que vemos no exterior pode-nos iludir e esconder uma aprendizagem interior bem diferente do que nos parece à primeira vista. Ou seja um pobre pode ter uma imensa riqueza interior assim como um milionário não ter consciência nenhuma dos mais básicos valores humanos.</p>
<p>As nossas vidas são uma imensa viagem rumo à abundância, à luz e à experiência do amor incondicional. Como tal não é uma aprendizagem de uma vida só tendo em conta que precisaremos de muitas oportunidades de experienciar o que o amor é e também o que o amor não é. A diferença entre valorização pessoal e dinheiro, como nos sentimos junto a frequências baixas e junto a frequências elevadas. Seria então impossível atingir elevados patamares e equilíbrio numa vida só e como a humanidade num todo espelha o estado do nosso interior, basta ver pelas noticias que estamos todos longe de saber o que Amor, com A grande é..</p>
<p>Tenho observado quanto a este tema do Amor / Valor que a Vida traz-nos essas aprendizagens em vivências bem comuns do nosso dia a dia:</p>
<p>&#8211; Na primeira lição condiciona-nos os bens materiais, dificulta a abundância material e atrasa o acesso ao sucesso financeiro para que possamos encontrar primeiro dentro de nós o amor e valor próprio e a abundância emocional, mental e espiritual.<br />
Mais cedo ou mais tarde, depois de aceite o convite para um enorme trabalho interior de cura e integração emocional, o desenvolvimento desta abundância interior e o resgate do valor pessoal interior irá ser finalmente materializado e gerar a respectiva abundância exterior e material.</p>
<p>&#8211; Na segunda lição condiciona-nos a abundância emocional, dificulta-nos o sentir, as ligações emocionais profundas, transparentes e íntimas com os outros para que nos possamos desiludir com a crença de que as posses materiais poderão compensar o doloroso vazio e uma baixa valorização pessoal.<br />
Mais cedo ou mais tarde, o vazio emocional, espiritual, social e familiar e a constante desilusão com as posses materiais como fontes de valorização pessoal e felicidade irão proporcionar a busca da valorização pessoal, interior, do amor próprio e das verdadeiras ligações emocionais.</p>
<p>Ou seja, o dinheiro e os bens materiais devem proporcionar experiências que desenvolvam a valorização pessoal, interior, emocional, espiritual, social e familiar, nunca serem um fim em si como substituição desses mesmos valores interiores.</p>
<p>Quando o são, o desequilíbrio acontece e mais cedo ou mais tarde, cairemos numa das lições acima.</p>
<p>Da mesma maneira, a abundância emocional e até espiritual por si só sem valorizar a vertente prática e materializada em estrutura responsável é quase impraticável no mundo cheio de responsabilidades em que vivemos.</p>
<p>O Universo é abundante por Natureza.</p>
<p>O Planeta Terra é riquíssimo e abundante para todos.</p>
<p>Há mais do que suficiente para que cada um de nós manifeste abundância interior e exterior.</p>
<p>São as nossas más escolhas e actos EGOístas que ainda mantêm o desequilíbrio global e pessoal.</p>
<p>A nossa cura pessoal e até do próprio planeta passa assim e antes de mais por reconhecermos o nosso valor e amor próprio e reconhecer que muito antes de poder desfrutar da verdadeira abundância, ela tem que acontecer primeiro dentro de cada um sem que dependa do retorno de algo ou alguém.</p>
<p>As aparentes injustiças que vemos no mundo, a falta de amor e o excesso de materialismo que a energia pessoal de cada um de nós atrai, são espelhos do desequilíbrio que está a acontecer no nosso mundo interior e como tal está na nossa mão mudar a nossa parte.</p>
<p>Tudo começa e acaba em nós. O mundo material é o quadro onde poderemos ver projectadas todas as dinâmicas que dentro de nós circulam, incluindo o estado da nossa valorização pessoal.</p>
<p>Por isso uns têm muito dentro e pouco fora e outros têm muito fora e pouco dentro.</p>
<p>Tira então um momento para analisar as dinâmicas e as pessoas que te rodeiam;</p>
<p>De que maneira abordam o mundo do amor e o mundo do dinheiro?</p>
<p>Quais são as que te cansam e chocam pelas suas atitudes relacionadas com o dinheiro e com o amor?</p>
<p>Quais são as que te inspiram e te causam admiração pela segurança que transmitem?</p>
<p>Quem te está a testar a tua valorização pessoal e segurança interior’?</p>
<p>Quem define a tua valorização pessoal e segurança interior? Já és tu propri@ ou ainda estão na mão de alguém no exterior??</p>
<p>Quem consideras ainda a tua ‘segurança’? Ou será que é o dinheiro que está a representar esse papel?</p>
<p>Através da dinâmica dos espelhos facilmente irás perceber o “drama interior” através do “drama exterior”.</p>
<p>Amor, valor, preço são apenas designações diferentes que damos à mesma energia Venusiana dentro de nós. As duas lições acima, com os seus respectivos desequilíbrios e experiências exteriores expressam a mesma carência; A capacidade ou não que temos de expressar a energia do Amor.</p>
<p>Costuma-se dizer que a maneira como lidamos com o dinheiro é idêntica à maneira como lidamos com o amor.</p>
<p>Analisemo-nos então por um momento a dinâmica dinheiro / amor:</p>
<p>Seremos avarentos, gananciosos e forretas?<br />
Seremos esbanjadores, generosos e gastadores?<br />
Sabemos dar incondicionalmente?<br />
Sabemos receber incondicionalmente?<br />
Tenho noção do que o outro merece?<br />
Tenho noção do que eu mereço?<br />
Estaremos longe ou perto do equilibrado manejo das duas?</p>
<p>Identifica dentro de ti estas energias reconhecendo e fazendo a respectiva compensação interior e exterior.</p>
<p>Investe em ti e no teu interior de maneira a que a tua vibração de valor e amor próprio seja o mais alta que te é possível no momento presente &#8230; Depois é só ficar a ver a magia a acontecer&#8230;</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/tumisu-148124/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5246185">Tumisu</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5246185">Pixabay</a></p>
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