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	<title>culpa &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>A visão Karmica da realidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2019 14:48:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não é fácil lidar todos os dias com quem ainda não conhecemos. Cada um de nós é um pequeno Universo, com a sua própria energia, padrões, passado e proposta de evolução. A máscara que usamos dos nossos papeis sociais escondem, na maior parte das vezes, a verdade complexa do que nos vai dentro. Claro que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é fácil lidar todos os dias com quem ainda não conhecemos. Cada um de nós é um pequeno Universo, com a sua própria energia, padrões, passado e proposta de evolução. A máscara que usamos dos nossos papeis sociais escondem, na maior parte das vezes, a verdade complexa do que nos vai dentro.</p>
<p>Claro que os mapas astrológicos e numerológicos ajudam e dão pistas claras dos padrões de cada um. Mas o que eles não mostram é o grau de consciência e evolução em que cada pessoa está a viver as suas energias.<br />
Por esta razão, para conhecer a história da pessoa e para perceber se ela está consciente e alinhada ou não com as suas energias, ouço a sua versão e o que a trouxe a uma consulta.</p>
<p>Não há muito tempo alguém me dizia que se sentia presa num trabalho frustrante que nada lhe dizia, ainda por cima sujeita a uma chefe autoritária e agressiva incapaz de a respeitar. A bandeira vermelha surge quando afirma que não precisa falar sobre a mãe porque deixou de falar com ela há anos e já fez 5 anos de psicoterapia que a ajudou finalmente a perdoar as mágoas que a mãe lhe deixou porque era extremamente autoritária e agressiva.</p>
<p>Talvez para uma mentalidade conservadora / religiosa / julgadora / vítima, este discurso ainda faça sentido e despolete até sentimentos de pena da ´má sorte´ desta pessoa. Mas acredito que para quem está já familiarizado com os conceitos de responsabilidade Karmica, este discurso esconde imensos sinais de alarme de quem não está ainda consciente da dualidade da vida, das leis universais, da responsabilidade pessoal ou sequer do propósito de evolução espiritual.</p>
<p>Antes de mais precisamos perceber o papel da mãe que não foi &#8220;escolhida&#8221; ao acaso. Diz a Lei do karma que apenas colhemos os frutos dos nossos plantios. Somos por isso, cada um de nós nas vidas uns dos outros, na maior parte das vezes completamente inconscientes disso, os &#8220;entregadores&#8221; dessas cargas Karmicas que cada um precisa colher. A Lei da Atração ajuda-nos trazendo à nossa realidade as pessoas que fazem parte dessa tarefa. A posição da Lua no mapa, dá-nos, para além de muitas outras, duas pistas básicas; um imaturo passado inconsciente do próprio e também a mãe da pessoa em questão e neste caso confirma o autoritarismo e a agressividade que ela própria carrega como sombra, projetada inconscientemente na mãe.</p>
<p>Deste ponto de vista, e usando outros aspetos de ambos os mapas, podemos então contar a história Karmica perante os mesmos factos;<br />
Algures em vidas passadas, pelas mais variadas razões, esta pessoa não fez o seu trabalho de responsabilidade pessoal, não amadureceu as suas emoções, não seguiu o seu caminho individual ou sequer cumpriu a sua missão espiritual. Essa imaturidade e traição a si mesma, gerou frustração e raiva que acabou por ser manifestada na forma de agressividade, usando e abusando de quem a rodeava como forma de compensação. Este formato de vida, prisioneiro de crenças limitadoras e uma profunda ignorância espiritual fê-la assumir uma postura autoritária, ou seja, incapaz de amadurecer, crescer e ser autora da sua própria vida, projetou esse autoritarismo, mandando na vida dos outros.</p>
<p>Esta pessoa, ou melhor dizendo, estas energias passadas que ela esconde dentro de si mesma e que vêm em busca de cura na vida presente, estão representadas na própria mãe que aparece na sua vida como &#8220;lembrete&#8221; do seu próprio passado, como consciência da sua própria sombra. A nossa mãe faz, na maior parte das vezes, esse difícil papel de nos lembrar de onde viemos para que, através dela, possamos curar e transformar o que dela em nós ainda sobrevive. Somos assim a proposta de cura desse velho padrão que embora ainda seja visível na nossa mãe, vem em nós e no nosso mapa, preparado para ser limpo.</p>
<p>Perante esta visão Karmica, o perdão não faz sentido. Não há nada para perdoar a não ser a nós próprios pelo que criámos sem qualidade e sem amor e que pelas Leis a nós retorna em busca de aprendizagem, cura e libertação. Aliás, se trocássemos o conceito de perdão por entendimento karmico, deixariam de haver tantos dilemas familiares, culpas e projeções das próprias sombras nos outros.</p>
<p>Perante esta nova visão esta menina não só afirma que depois de anos de psicoterapia, nunca nada lhe fizera tanto sentido, e com os olhos cheios de água diz que há anos que não sentia uma vontade enorme de ir dar um abraço à mãe.<br />
Alertei que a mãe veio para fazer aquele papel e está também sujeita às suas próprias energias. Que embora ela tivesse expandido a sua consciência e percebido finalmente o papel da mãe na sua vida, a mãe ainda era a mãe de sempre. Mas mudando a sua atitude e energia perante a mãe, daria assim início à possibilidade de cura da relação e da própria mãe também.</p>
<p>Sem esta visão Karmica, esta menina não teria amadurecido e entendido a sua energia e a sua história. Teria ficado presa no estado de vítima da má sorte, no julgamento da mãe como pessoa má. Incapaz de entender o papel da mãe, fecharia-se para a cura da sua própria sombra, ficando presa nas mesmas frequências até que a cura acontecesse. Ter atraído aquela chefe era já prova disso. Sem esta visão o laço karmico que prende as duas não seria dissolvido com o amor que ela agora aprendia a ter pela mãe pela primeira vez na vida. Pela primeira vez também, ao iluminar a sua sombra, revelaram-se também aspectos do seu potencial e da sua Luz verbalizando a sua vontade de profissionalmente, ajudar pessoas.</p>
<p>Em duas horas, uma diferente e mais espiritual visão do mundo desabou velhas crenças e deu início a um maravilhoso processo de consciência e transformação pessoal. A mãe passou de carrasco a Mestre. Como dizia Rumi; &#8220;A ferida é o lugar por onde a luz entra.&#8221;</p>
<p>Grata pelo voto de confiança no meu trabalho e parabéns a todos os que saem das suas zonas de conforto e se atrevem a ir em busca da sua cura e da sua felicidade.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p><a href="https://veraluz.pt/terapias/" target="_blank" rel="noopener">Clica aqui para marcares a tua consulta!</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/mysticsartdesign-322497/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=863418">Mystic Art Design</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=863418">Pixabay</a></p>
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		<title>As desilusões das nossas ilusões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 18:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Têm-me chegado muitas pessoas ultimamente em estado de profundo sofrimento, cansadas, zangadas, desiludidas com a vida, com Deus, com o próximo, não raramente medicadas para a sua &#8220;depressão&#8221;, da qual, não raras vezes também, se sentem vítimas de lhes ter calhado tão penoso fado. Normalmente pouca ou nenhuma consciência de que o seu estado actual [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Têm-me chegado muitas pessoas ultimamente em estado de profundo sofrimento, cansadas, zangadas, desiludidas com a vida, com Deus, com o próximo, não raramente medicadas para a sua &#8220;depressão&#8221;, da qual, não raras vezes também, se sentem vítimas de lhes ter calhado tão penoso fado.</p>
<p>Normalmente pouca ou nenhuma consciência de que o seu estado actual é uma responsabilidade sua, consequência das suas próprias escolhas passadas. Estes trânsitos de Saturno são o &#8220;reality check&#8221; necessário.</p>
<p>Quando lhes peço para me contarem um pouco da sua história, relações com pais, parceiros, filhos e trabalho, é comum a postura passiva/vitimizadora perante a sua própria vida, culpando as pessoas que as desiludiram e julgando como azares e injustiças as coisas más* que lhes foram acontecendo.</p>
<p>A grande maioria ainda acredita que a criação de uma vida perfeita é a fórmula da felicidade. A ignorância quanto às leis universais e dinâmicas inteligentes da vida é ainda muito assustador.</p>
<p>A ideia de que a vida é a busca da perfeição nos estágios tradicionais de escola, trabalho, casamento, filhos e amigos, não leva em conta que a nossa existência é muito mais complexa do que isso.</p>
<p>Aliás, dizem os antigos sábios desde o princípio dos tempos que a verdadeira viagem da vida é a viagem de evolução do espírito que usa sim as dinâmicas terrenas acima citadas para fazer as suas aprendizagens. Ou seja, a nossa realidade é uma projeção inconsciente da nossa própria energia, palco perfeito onde se desenrola o nosso processo de evolução e tudo e todos os que lá estão, fazem parte.</p>
<p>Viver apenas o plano social sem consciência do plano espiritual, é, pela minha observação, a grande causa do estado de depressão actual. Ou seja, viver sem significado ou propósito maior, torna-nos incapazes de confiar na vida, de crescer e aprender com cada situação, seja ela mais fácil ou mais desafiante. Vivemos cegos para a magia da vida, incapazes de ler sinais, fazer aprendizagens e evoluir.</p>
<p>Muitos são os que sentem uma enorme culpa porque o que têm a nível social ou exterior, embora seja abundante, como bons empregos, boas casas e carros, filhos saudáveis e dinheiro no banco, nunca parece preencher o doloroso vazio interior. Mas o vazio tem a sua razão de existir e a frustração é apenas a vida a mostrar-nos que um vazio energético não se preenche com pessoas ou tralhas.</p>
<p>É geral a ilusão de que o curso perfeito irá dar o emprego perfeito, colegas e patrões perfeitos, a relação romântica perfeita, os filhos perfeitos na escola perfeita &#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>Vivemos em permanente desilusão das nossas próprias ilusões.</p>
<p>A frustração de não sermos capazes de integrar a experiência exterior com as aprendizagens interiores, faz-nos viver desconectados do nosso mundo interior, do propósito da nossa alma, acabando normalmente por culparmos o exterior de nos desiludir na busca da sensação de felicidade.</p>
<p>É triste o estado em que a maioria ainda está e sei o que dói pois um dia também já o senti. Mas aprendi também que se a minha ilusão na forma de escolhas inconscientes, ideias erradas, crenças limitadoras, valores distorcidos, filosofias castradoras criaram as minhas desilusões, só mudando essas mesmas escolhas, ideias, crenças, valores e filosofias poderia alguma vez criar novos e mais positivos desfechos na minha vida.</p>
<p>Depois de feita minha transformação, esse é hoje o propósito do meu trabalho. Ajudar a tirar os óculos da ilusão, reaprender a ver a magia que nos rodeia, perceber porque as coisas nos acontecem, porque atraímos determinadas pessoas para a nossa realidade pessoal, libertar velhos moldes e padrões sobreviventes de vidas passadas que precisam de actualização e que já não devolvem a qualidade desejada.</p>
<p>Temos na nossa mão o poder de mudar a nossa vida. A educação que nos deram falhou com o como e por isso a maioria se sente presa, frustrada e impotente.</p>
<p>A fórmula que nos deram não funciona e só depois de esgotadas todas as tentativas, estamos preparados e abertos para receber uma nova visão do mundo onde viveremos conscientes do nosso poder interior e onde seremos responsáveis pela nossa felicidade.<br />
Cá te espero quando sentires que estás pront@ para fazer a tua mudança e reclamares o teu poder pessoal!</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/spirit111-5026413/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3014605">beate bachmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3014605">Pixabay</a></p>
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		<title>Não libertamos o que não amamos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 08:51:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não libertamos o que não amamos. Não é raro saírmos de situações difíceis e desafiantes com mágoas, ressentimentos e até revolta. O impacto energético, emocional e mental desses momentos mais fortes ou dessas exepriências mais violentas é tão intenso que é comum a sensação de injustiça e a vontade até de vingança, não por maldade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não libertamos o que não amamos.</p>
<p>Não é raro saírmos de situações difíceis e desafiantes com mágoas, ressentimentos e até revolta. O impacto energético, emocional e mental desses momentos mais fortes ou dessas exepriências mais violentas é tão intenso que é comum a sensação de injustiça e a vontade até de vingança, não por maldade pura mas apenas o desejo de que o outro também um dia sinta a mesma dor pois só aí poderá parar de a causar.<br />
Na maior parte das vezes, o simples afastamento não chega para curar o impacto que esses eventos ou pessoas deixam em nós.</p>
<p>Não libertamos o que não amamos.</p>
<p>Ainda tomados pela densidade dos mesmos, longe estamos ainda de aceder a um patamar mais elevado onde com mais calma e uma perspectiva mais ampliada, iremos ser capazes de entender o quanto aquele trambolhão que tantas nódoas negras deixou, foi afinal a cama elástica que nos permitiu libertar aqueles velhos padrões e aceder a uma nova consciência e visão da realidade.</p>
<p>Einstein dizia que não resolvemos problemas com a mesma mente que os criou.</p>
<p>Será então neste novo patamar de consciência que iremos descobrir que a viagem espiritual é solitária e pessoal, que os eventos e pessoas à nossa volta são apenas hologramas da nossa dualidade interior, que a nossa energia é magnética e como tal faz atrair eventos e pessoas na mesma vibração, que cada momento é um teste à nossa capacidade de escolhermos entre a luz e o medo, que enquanto cairmos na tentação de projetarmos as nossas questões em algo ou alguém, vivemos irresponsáveis para a nossa capacidade de mudarmos a nossa energia.</p>
<p>Não libertamos o que não amamos.</p>
<p>Amar implica então aceitar que o que quer que esteja a manifestar-se na nossa realidade tem uma proposta escondida.<br />
Amar implica descobrir a aprendizagem por traz do encontro ou acontecimento.<br />
Amar pede de nós humildade, compaixão, tolerância e paciência por quem ainda não vê a luz.<br />
Amar pede rendição aos movimentos inteligentes da vida e uma atitude não de julgamento mas sim de curiosidade perante os eventos.<br />
Amar significa resistir à cega RE-ação violência-por-violência e aprender a agir com a consciência de que podemos perante a violência escolher qualquer uma das infinitas manifestações do amor.<br />
Amar pede de nós responsabilidade por elevarmos a nossa vibração e de sermos um farol de luz na densidade que ainda circula à nossa volta.<br />
Amar implica libertar todos os ressentimentos, projeções, culpas, sensações de injustiça, vingança ou vitimização e pede de nós a coragem de nos elevarmos desses estágio de aprendizagens e experiências em estado de amor.<br />
Amar é um verbo que implica movimento, expressão, manifestação. Da mesma maneira que a Lei do karma devolve a consequência da má ação, também devolve a consequência da ação amorosa por isso trabalhemos inteligentemente com ela. Por isso ama porque amar é a tua natureza.</p>
<p>Se queres mudar a tua vida, ama tudo, ama todos, ama as experiências que te rodeiam essenciais à tua evolução, ama as pessoas que fazem parte da tua história karmica, ama a tua densidade e ilumina-a com o teu amor, ama-te a ti mesmo o suficiente para poderes viver em amor. &lt;3</p>
<p>Não libertamos o que não amamos.</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/peggy_marco-1553824/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1046658">Peggy und Marco Lachmann-Anke</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1046658">Pixabay</a></p>
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		<title>O choque de gerações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2018 18:10:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É conhecido o choque de gerações. Embora a maturidade e a experiência de vida sejam as duas normais grandes fontes de atrito entre pais e filhos, existe uma outra bem pior que, ao contrário da maturidade e a experiência de vida, poderia ser evitável; a idealização. Todos os dias nas consultas, pais queixam-se dos filhos, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É conhecido o choque de gerações. Embora a maturidade e a experiência de vida sejam as duas normais grandes fontes de atrito entre pais e filhos, existe uma outra bem pior que, ao contrário da maturidade e a experiência de vida, poderia ser evitável; a idealização.</p>
<p>Todos os dias nas consultas, pais queixam-se dos filhos, filhos queixam-se dos pais, ambos curiosamente pela mesma razão; “Eles não são/foram o que eu queria que eles fossem ou não me dão/deram o que eu precisava.”</p>
<p>Esta ilusão de procurarmos a perfeição no outro e de o idealizarmos exageradamente, leva-nos a grandes desilusões, frustrações e as mais variadas dores emocionais que normalmente passam pela solidão, rejeição, abandono, violência, etc. sem o devido entendimento das forças invisíveis que fizeram juntar pais e filhos, vamos perpetuar essas mesmas dores e viver num estado permanente de vitimização, de sensação de injustiça, de impotência e resistência que nada mais são do que fruto da ignorância em relação aos movimentos da vida.</p>
<p>Resistimos o mais que podemos a assumir a responsabilidade pelo que a nossa energia atrai pois é tão mais fácil por a “culpa” nas costas do outro do que assumirmos o poder de sermos criadores da nossa realidade, seja ela negativa ou positiva. O problema com a projeção é que culpar o outro não resolve o problema, não nos permite evoluir e transcender a frequência em que estamos.</p>
<p>Mais cedo ou mais tarde, por consciência ou desespero, procuramos abordagens diferentes e acabamos por perceber o que até ali nos recusávamos a aceitar:</p>
<p>Que somos responsáveis pelo estado da nossa energia.<br />
Que o fenómeno dos espelhos é o que nos permite ver de fora o que carregamos em nós.<br />
Que a lei do karma irá sempre devolver-nos as consequências dos nossos atos passados.<br />
Que a lei da atração irá mostrar-nos o estado da nossa energia fazendo-nos atrair energias idênticas.<br />
Que o que atraímos não se limita ao que somos hoje, mas ao que carregamos também de inconsciente, tanto de vidas passadas como de potencial futuro.</p>
<p>Porque a nossa educação espiritual não nos ensinou esta visão e estas leis, passámos a julgar, criticar, projectar e culpar o outro quando na verdade o outro foi escolhido e está na nossa vida, não por aquilo que idealizámos como pais ou filhos, mas porque são as energias que precisamos para cumprirmos a nossa história.</p>
<p>Percebermos por exemplo que as desafiantes características daquela mãe ou daquele pai difíceis, são na verdade velhas expressões de nós próprios em vidas passadas, que ainda precisamos curar em nós, irá ajudar-nos a olhar esses mesmos pais com a humildade e compaixão de quem já aceita essas mesmas características em si mesmo. Idêntico fenómeno se passa com os filhos que tanto podem ser espelhos das nossas questões passadas e por isso nos escolheram como pais para os ajudarmos a curá-las, como podem ser a representação de um potencial futuro de cura e por isso nos chocam pela sua diferença e por serem capazes do que para nós ainda é difícil ou impensável.</p>
<p>Porque cada um de nós tem uma energia pessoal, condicionada pelos padrões karmicos tanto pessoais como familiares, cada história deve ser analisada individualmente e por isso a comparação é inútil e impede-nos de ver das verdadeiras razões do papel das pessoas na nossa vida. E embora pais e filhos escondam muitas vezes as propostas mais fortes, precisamos levar o mesmo principio para todas, mas mesmo todas as pessoas que estão presentes na nossa realidade pessoal.</p>
<p>Se ainda não percebeste quem te rodeia e te achas vitima de pais ou filhos difíceis, vem descobrir qual o papel deles para que possas curar e transcender essas energias. Sem esse entendimento, elas irão manter-se e materializar-se noutras pessoas à nossa volta.</p>
<p>Bem hajam!<br />
<a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/veraluzterapias?fref=mentions&amp;__xts__%5B0%5D=68.ARCK8TCusETYsXvSSqNw9KEmljha9i6ux7pw2ZesSR3_dLnKLF249oxcBLr6OQm-GRQsg6WoGjuBydI5qMvCCu1-cYPXBYhJLggCkqH0feKvg_WzqbWyMcugbeXlmuySK5nkYGRUfb8h&amp;__tn__=K-R" data-hovercard="/ajax/hovercard/user.php?id=100004455123376&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Vera Luz</a></p>
<p>Leia mais sobre o tema aqui:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="5gDaAWJg97"><p><a href="https://veraluz.pt/choque-de-geracoes-uma-visao-espiritual%e2%80%8b/">Choque de Gerações &#8211; Uma visão espiritual​</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;Choque de Gerações &#8211; Uma visão espiritual​&#8221; &#8212; Vera Luz" src="https://veraluz.pt/choque-de-geracoes-uma-visao-espiritual%e2%80%8b/embed/#?secret=MQnKw0ZDYF#?secret=5gDaAWJg97" data-secret="5gDaAWJg97" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Da agenda social para a agenda espiritual..</title>
		<link>https://veraluz.pt/da-agenda-social-para-a-agenda-espiritual/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jan 2018 10:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Finalmente, aos poucos, a velha teoria da reencarnação e o conceito oriental de Karma começam a ser mais do que simples ideias &#8220;New Age&#8221;. Para muitos, estes antigos mas sábios conceitos estão a oferecer o que a psicologia há muito não consegue; responder às questões existenciais com que todos somos confrontados mais cedo ou mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente, aos poucos, a velha teoria da reencarnação e o conceito oriental de Karma começam a ser mais do que simples ideias &#8220;New Age&#8221;.</p>
<p>Para muitos, estes antigos mas sábios conceitos estão a oferecer o que a psicologia há muito não consegue; responder às questões existenciais com que todos somos confrontados mais cedo ou mais tarde nas nossas vidas.</p>
<p>A humanidade em peso está a ser convidada a fazer a tão necessária revisão regular de crenças e de velhos dogmas para um essencial ajuste a novas crenças que ressoem com a energia da Nova Era.</p>
<p>Depois de séculos condicionados por crenças limitadoras de carência, culpa e medo, é a sabedoria ancestral que renasce e refresca o que há muito estava abafado e esquecido.</p>
<p>Um pouco por todo o lado a mudança de paradigma começa finalmente a ser levada mais a sério tanto psicológica como emocionalmente no nosso dia a dia, principalmente por todos aqueles que já se desiludiram com a velha fórmula de sucesso da agenda social:</p>
<p>estudo+emprego+dinheiro+controle+perfeccionismo+familia+estabilidade = Felicidade</p>
<p>Ao longo de tantos anos de partilhas com milhares de pessoas comecei a perceber que só depois de testarmos essa velha fórmula ao limite e comprovarmos que ela é apenas uma enorme experiência de ilusão / desilusão é que estamos então prontos para integrar a agenda espiritual:</p>
<p>consciência+sabedoria+responsabilidade+amor-próprio+equilíbrio+missão = Evolução</p>
<p>Ao contrário da agenda social que apenas se preocupa com a abundância imediata e material, com a imagem exterior e tudo o que é superficial, a agenda espiritual, quando integrada com a social, está preparada para proporcionar ao espírito a abundância a todos os níveis.</p>
<p>Ou seja, regra geral, a primeira metade da nossa vida é passada a tentar cumprir a agenda social e só depois de descobrirmos que ela não garante a felicidade e a abundância prometida, é que nos permitimos ir em busca de outros conceitos de felicidade e de uma nova agenda. E é normalmente nesta altura que despertamos para a agenda espiritual.</p>
<p>Embora ela muitas vezes surja como a tábua de salvação ou a peça do puzzle que nos faltava até ali, aceder a ela não é fácil&#8230;</p>
<p>O momento maravilhoso da nossa história em que tomamos consciência da agenda espiritual e em que recebemos o convite cósmico para poder disfrutá-la é muito mágico e sagrado.</p>
<p>É como entrar numa espécie de clube secreto onde só acedemos por convite e onde nos irão ser dados códigos de acesso, fórmulas sagradas, leis ancestrais, autênticos mapas do tesouro que têm o poder de nos abrir portas até ali desconhecidas.</p>
<p>Viver de acordo com as leis da agenda espiritual é de facto uma bênção. Mas uma das primeiras condições de acesso é que já tenhamos percorrido os passos básicos de desilusão da agenda social pois só dessa maneira estaremos receptivos a uma nova visão.</p>
<p>É neste momento que a famosa frase faz sentido:<br />
“Quando o aluno está pronto, o mestre aparece..”</p>
<p>Nunca observaste como todos fomos educados para cumprir todos os requisitos da agenda social como fórmula infalível para tingir a felicidade, e mesmo depois de cumprirmos todos os passos, a felicidade parece ser sempre adiada?</p>
<p>Conheces alguém que já a tenha atingido por completo cumprindo esses ditos passos?</p>
<p>Se és daqueles que percebe que de facto ninguém a atinge, porque insistimos em acreditar tanto em algo que não é possível atingir? Porque a continuamos a ensinar aos nossos filhos essa mesma agenda como uma certeza absoluta de felicidade sem que tenhamos no entanto um único caso que lhes sirva de referência?</p>
<p>Porque a dualidade em que vivemos precisa de referências do que é e do que não é. Do que funciona e do que não funciona.</p>
<p>Só assim, entre a ilusão, desilusão e a aspiração mantemos viva a viagem da nossa evolução e nos obrigamos a sair do lugar em que estamos.</p>
<p>Caso contrário estaríamos ainda felizes e contentes a viver nas cavernas sem aspiração a mais &#8230;</p>
<p>Todos os dias, a cada momento, a cada evento e a cada encontro, esta mesma proposta de evolução está lá a trazer-nos infinitas oportunidades de sermos mais fortes, mais felizes, mais livres, mais autênticos, mais amorosos, mais capazes, ou seja, cada vez mais nós próprios do que éramos antes.</p>
<p>Mas por mais sentido que esta viagem de evolução faça a todos nós, o processo diário de identificação das propostas ainda é difícil e a aceitação da perda e da desilusão como parte essencial desse processo de crescimento e evolução ainda não é fácil para todos.</p>
<p>Infelizmente ainda precisamos evoluir muito pela dor e pelo sofrimento quando temos como opção fazer pelo entendimento e pela escolha consciente.</p>
<p>Seja de que maneira for, só depois de vermos a imagem do nosso ego estilhaçada pela vida das mais variadas maneiras, e de inutilmente a tentarmos reconstruir pelos moldes antigos é que aos poucos nos começamos a render, a desiludir e a considerar novos caminhos.</p>
<p>No caso da nossa evolução, novos degraus, uma nova agenda que integre o propósito espiritual&#8230;</p>
<p>Os primeiros 40 anos das nossas vidas andamos normalmente tão ocupados a preencher os ditos items da agenda social para atingirmos a tão ansiada felicidade que damos por nós a aturar relacionamentos difíceis, a fazer fretes, a aguentar sacrifícios, a cumprir tarefas aborrecidas e varias vezes a vendermos a alma ao diabo, sempre fieis à crença de que um dia iremos atingir a tão prometida</p>
<p>F e l i c i d a d e !</p>
<p>Só depois dos 40 é que conseguimos identificar o factor ilusão neste conceito pois já todos fomos “des-iludidos”. Antes dos 30 a “des-ilusão” ainda não aconteceu.<br />
E como acontece esta “Des-ilusão”?</p>
<p>Não é difícil nem tem que ser violento, embora para alguns nem possa ser de outra maneira. Basta que o nosso espírito desperte, observe atentamente onde, com quem, de que maneira e com que objectivo temos vivido até ali e nos confronte com as mais desconfortáveis e difíceis perguntas que alguém nos poderia fazer;</p>
<p>&#8211; És Feliz com a agenda que escolheste?<br />
Encontraste a paz interior, a valorização pessoal, a segurança interior, o respeito de quem te rodeia, a liberdade de seres quem és, a plenitude, fé e a alegria no teu dia a dia?<br />
Já te pacificaste com a ideia de que a vida presente é apenas uma de muitas e que és responsável por tudo o que já fizeste de bom e menos bom? Tens já noção das tuas responsabilidades karmicas<br />
Já assumiste a responsabilidade pela tua felicidade e qualidade da tua energia?<br />
Tens noção do estágio da tua evolução espiritual?</p>
<p>Se aos 40 anos não temos respostas para estas questões e a nossa obra se resume a um emprego maçudo, um relacionamento cheio de dilemas, filhos problemáticos e algum dinheiro no banco, a crise existencial instala-se levando-nos à perda e à proposta de transformação.</p>
<p>O objectivo da perda não é que a agenda social não se cumpra. O objetivo da perda é que a agenda social se cumpra ao serviço da agenda espiritual.</p>
<p>Ou seja, cumprir a agenda social com um propósito superior alinhada com a agenda espiritual. Tomar consciência que o emprego, o relacionamento, os filhos e tudo que consideramos importante lá fora no mundo não é um fim em si, mas está a servir um crescimento interior, dilemas kármicos pessoais, transformação pessoal e uma evolução espiritual.</p>
<p>Costuma-se dizer que aos 40 ou começamos a viver ou começamos a morrer. Depende sem duvida se nos ajustamos internamente, ou não à proposta que a vida nos coloca de realinharmos as duas agendas.</p>
<p>Depois de séculos sem noção nenhuma destas dinâmicas, a transição e adopção destes novos conceitos irá levar o seu tempo.</p>
<p>Para além de estarmos sempre tentados a cumprir a dita agenda social, nos últimos dois mil anos a agenda religiosa falou ainda mais alto.</p>
<p>Através da sua exigência de perfeição, pureza, bondade e ameaças de culpa, julgamento e condenação divina, o resultado é o que vemos nos dias de hoje, pessoas com a melhor das boas intenções a tentar de tudo para cumprir agendas que simplesmente não funcionam, nunca funcionaram e jamais funcionarão.</p>
<p>Que agenda devo então seguir, perguntas tu?</p>
<p>A tua, a única, pessoal e intransmissível e normalmente incompreensível ou sequer apoiada pelos outros!<br />
A que te faz SENTIdo com ênfase em sentir.<br />
A que tem o poder de te alinhar com os eventos do mundo e te permite fazer a ponte tanto com as propostas maravilhosas como com as propostas desafiantes como sendo oportunidades de crescimento.<br />
A que te ajuda e convida a ver Deus e a magia da atração e da lei do karma em tudo e em todos.<br />
A que te convida a seguir um caminho não melhor nem pior mas original e diferente de todos os outros<br />
A que te ajuda a reconhecer as tuas sombras e que ao mesmo tempo te reconhece os teus potenciais.</p>
<p>Enquanto não levarmos esta agenda a sério, caímos no risco de sermos engolidos pela agenda social, abdicando assim do poder que temos de viver uma vida plena e consciente, alinhada com a pessoa que planeámos vir à Terra ser&#8230;</p>
<p>Bem Hajas</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/doreen_kinistino-2176825/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2111341">Doreen Sawitza</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2111341">Pixabay</a></p>
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		<title>As coordenadas da tua vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2017 21:35:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O sentido da vida é encontrado quando o plano de evolução do espírito se harmoniza com a personalidade. Embora seja uma das aspirações maiores do ser humano, parece mais fácil dito do que feito sem dúvida! Iremos viver e vidas sem que esta harmonia seja possível, ou seja, em que o ego ou a personalidade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sentido da vida é encontrado quando o plano de evolução do espírito se harmoniza com a personalidade. Embora seja uma das aspirações maiores do ser humano, parece mais fácil dito do que feito sem dúvida!<br />
Iremos viver e vidas sem que esta harmonia seja possível, ou seja, em que o ego ou a personalidade toma decisões e age em prol da sua sobrevivência social, familiar e profissional, sem qualquer validação ou respeito pelo plano espiritual.<br />
Este desencontro entre os dois planos ou estas duas agendas, tem como consequência o desconforto interno, a sensação de vazio, a falta de energia, a confusão mental, a agressividade, a depressão e o acumular de frustrações emocionais que facilmente nos descompensam. Basta olhar para o mundo para percebermos que a maior parte está longe desta harmonia interna pois não fomos ensinados a respeitar estas duas agendas e claramente a agenda social sobrepôs-se à espiritual.</p>
<p><em>E porque a maioria vive assim?<br />
Como estas duas realidades dentro de nós se desconectaram desta maneira?<br />
Será mesmo possível harmonizarmos estas duas necessidades dentro de nós?</em></p>
<p>Eu acredito que sim!<br />
A maioria vive em estado de ignorância espiritual profunda, consequência de sistemas filosóficos que distorceram a verdade maior que existe para além de qualquer religião. Aliás, qualquer sistema religioso peca precisamente por ajustar a verdade original aos seus interesses, cultura, tradições e pela tendência em formatar uma mensagem que depois deve ser seguida por todos, independentemente se faz sentido à história pessoal de cada um ou não.<br />
Por essa e outras razões, as religiões acabam por se mostrar redutoras e restritivas, cristalizadas ao longo do tempo, fazendo cada vez menos sentido às propostas individuais de cada um. Incapazes de acompanhar os tempos, tornam-se assim desatualizadas e incapazes de serem seguidas nos tempos modernos.<br />
Qualquer religião ou crença que nos desvie do nosso centro, da nossa intuição e das nossas necessidades internas de seguir o nosso propósito karmico único, deve ser questionada, pois traz consigo o risco de nos afastar do nosso propósito pessoal e condicionar negativamente o nosso livre arbítrio.<br />
Reaprendendo a reconectar com a nossa fonte de sabedoria interior, como por exemplo através da meditação com o eu superior e recorrendo à interpretação de linguagens simbólicas como o caso da Astrologia e Numerologia, podemos então ganhar alguma autonomia e aproximarmo-nos da nossa proposta Karmica pessoal. Ou seja, analisando os nossos códigos pessoais, planetários e numerológicos únicos e intransmissíveis, descobrimos que se escondem pistas valiosíssimas da nossa história pessoal de evolução espiritual. Ou seja, de que maneira única o nosso espirito se propôs evoluir na vida presente.</p>
<p><em>Porque então não estudamos essas ciências esotéricas? Porque ninguém nos ensinou a decifrar esses códigos sagrados que tanto dizem sobre nós e como aceder à nossa abundância?</em></p>
<p>Antes de mais por pura ignorância e falta de conhecimento acerca destas temáticas que foram simplesmente vandalizadas pela arrogante ignorância e mentalidades cépticas. Porque cedemos o nosso poder a certas ideologias em troca de uma hipotética salvação. Porque nos vendemos a crenças que nos fizeram acreditar que se as seguíssemos, estaríamos protegidos e seríamos abençoados. Porque fomos condicionados a temer e a rejeitar o diferente, o alternativo, o &#8220;fora da caixa&#8221;. Porque a vitimização, culpar e julgar o outro é bem mais fácil do que olhar para dentro. Porque a desresponsabilização e a filosofia da “sorte &amp; azar” são bem mais confortáveis do que assumir o nosso poder. Porque em última análise estas linguagens sagradas falam-nos precisamente de poder pessoal, relembram-nos a nossa autonomia, pregam a liberdade ou livre arbítrio que sempre tivemos de seguir a nossa verdade e devolvem-nos a responsabilidade pelas consequências de todas as nossas acções passadas, presentes e futuras, o que obviamente não convém a quem ainda vive no medo, a quem ainda controla e projeta fora e não tem ainda a maturidade para se empoderar da sua história.<br />
A nossa ligação à Fonte não depende de religião nenhuma nem Deus se encontra numa qualquer Igreja ou Templo do mundo. Para além da informação riquíssima e personalizada dos códigos numerológicos e planetários, a nossa viagem pessoal tem o potencial de ser bem conduzida quando fazemos bom uso do nosso GPS interno, escolhendo com coragem o que nos faz sentido e rejeitando o que claramente a nossa intuição nos alerta.<br />
Isto não quer dizer que não possas seguir uma ideologia / religião que te agrade, obviamente. Se gostas de frequentar um qualquer espaço sagrado que te ajuda a reconectar interiormente com quem és e que te permite sentir e seguir o que te faz sentido, claro que és livre de o fazer. Sê livre da mesma maneira se pelo contrário a mensagem / ideologia / livro / mensageiro já não confere ou te possa condicionar ou impedir de seguires o que sentes e o que faz ressonância com a tua verdade interior.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/stokpic-692575/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=600497">stokpic</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=600497">Pixabay</a></p>
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		<title>Muda a tua história mudando a tua energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jul 2017 13:30:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estado de solidão e carência é resultado da falta de validação pessoal e amor próprio e torna-se ainda mais doloroso quando ainda esperamos que seja curado ou preenchido de fora para dentro. Quando estamos vazios acreditamos que nada merecemos, somos incapazes de fazer boas escolhas, aceitamos o que não tem qualidade e permitimos todo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de solidão e carência é resultado da falta de validação pessoal e amor próprio e torna-se ainda mais doloroso quando ainda esperamos que seja curado ou preenchido de fora para dentro. Quando estamos vazios acreditamos que nada merecemos, somos incapazes de fazer boas escolhas, aceitamos o que não tem qualidade e permitimos todo o tipo de abusos.<br />
Infelizmente a maior parte vive inconsciente do seu próprio estado e por isso só mesmo através das experiências da vida vamos percebendo o que funciona e o que não funciona. Se estamos ou não no bom caminho.<br />
Quem nos rodeia e o que a nós chega vai aos poucos contando a história, mostrando em que estado real está a nossa energia.</p>
<p>Quando estamos em estado de carência, ainda acreditando que virá alimento de fonte externa, todo o nosso foco está fora num qualquer exagero que apenas serve de compensação do vazio.<br />
Ou está na comida como fonte de alimento emocional, ou está nos filhos como fonte de amor, ou está numa qualquer relação como fonte de segurança, ou está num emprego como fonte de estabilidade, ou está nos amigos como fonte de aceitação e apoio, ou está nas compras e no dinheiro como fonte de valor pessoal e muitos outros exemplos que poderia dar aqui. Atenção, nada de errado em ter tudo isto. Aliás, tudo o que está fora é essencial a uma viagem maravilhosa que vem colorir as várias áreas de vida que viemos experienciar.<br />
A questão está apenas na maneira como o experienciamos e na direcção em que a energia circula.</p>
<p>Ainda temos a tendência de ir buscar fora o que acreditamos precisar dentro, quando na verdade a energia trabalha ao contrário; primeiro reconhecemos, validamos e sentimos dentro para que depois se manifeste ou materialize fora.</p>
<p>Mesmo em rotinas algo idênticas e tão facilmente nos iludimos com quem connosco se cruza, é muito diferente a experiência interna de alguém que vive vazio e em carência e de alguém que vibra já em amor e se sente preenchido.</p>
<p>Há pouco tempo uma mãe desabafava comigo que todos os dias no carro depois do trabalho, sentia uma imensa vontade de chegar a casa e de dar um enorme abraço ao seu filho de 3 anos. À parte do imenso e incondicional amor que todos temos pelos nossos filhos eu deixo a pergunta;</p>
<p><em>&#8211; Escondida no seu inconsciente, sentes que esta mãe tem na verdade a intenção de ir DAR energia ao filho ou de ir BUSCAR energia ao filho?<br />
</em><br />
Estamos a falar de uma mulher que se sente vazia e numa rotina sem sentido, a viver um relacionamento sem qualidade, presa a um emprego que não gosta e veio para uma consulta em busca de entender porque dá o seu melhor em tudo e se sente cada vez pior, mais vazia e mais perdida.</p>
<p>À parte de todas as questões práticas e externas que obviamente ela terá que enfrentar para equilibrar a sua vida, como mudar a sua rotina, investir numa nova profissão ou trabalho mais preenchedor e decidir como pretende resolver a sua questão relacional, o grande e maior problema desta mulher esconde-se na maneira como ela gere a sua energia. Esconde-se na raiz da sua própria árvore na sua incapacidade de auto-sustento emocional e por isso tudo lá fora é uma expressão da sua própria falta de energia.<br />
Ficou algo chocada embora tenha reconhecido, quando lhe fiz ver que a única fonte de energia do momento era o filho que apenas com 3 anos estava a ter a responsabilidade de dar energia à mãe.</p>
<p>É importante percebermos que este mundo energético e emocional é invisível para nós e logo algo inconsciente para a maioria.<br />
Esta mulher não tinha qualquer consciência do que estava a a acontecer a nível energético.<br />
Neste dia esta mãe percebeu a cura que teria que fazer dentro de si para que conseguisse restaurar a sua energia e ser a mãe que todas queremos ser; a verdadeira fonte de amor, principalmente para uma criança de 3 anos que ainda precisa de sentir esse suporte e é ainda incapaz de autonomia emocional.</p>
<p>É neste acordar, é nesta tomada de consciência que temos o poder de direcionar as nossas energias que passamos então a usá-las inteligente e conscientemente.<br />
Quando reconhecermos o poder que temos de nos valorizarmos e amarmos a nós próprios e passamos a fazer escolhas que o expressem, aprendemos a manifestar a nossa energia de dentro para fora. Aprendemos a valorizar essa mesma energia, a sentir verdadeiro amor e carinho por ela e logo aprendemos a investi-la correctamente.</p>
<p>Por exemplo; se já temos consciência que temos um dom maravilhoso para lidar com crianças, que é com elas que nos sentimos &#8220;em casa&#8221;, que temos uma paciência e tolerância com elas que a maioria não tem, que somos capazes de uma empatia enorme com elas, que elas são o palco perfeito onde a nossa energia flui e aumenta, seria uma má escolha, um desperdício de energia e uma traição ao que nos faz sentido(sentir) esta alma investir por exemplo numa carreira na banca, certo?<br />
Claro que o podemos fazer mas a energia nunca irá fluir naquele ambiente austero e frio da mesma maneira que iria fluir onde temos o coração aberto e a alma feliz.</p>
<p>Quando lemos que somos responsáveis pela nossa energia, há que depois então manifestar essa responsabilidade nas nossas escolhas, sejam elas profissionais como o exemplo acima, sejam elas relacionais, de comida, livros, amigos, tempos livres, etc.</p>
<p>Há muitas maneiras de estudarmos a nossa energia. Nunca antes tivemos tantas ferramentas disponíveis para percebermos quem somos, o que trazemos das vidas passadas, e qual o nosso propósito pois só dessa consciência iremos perceber que padrões negativos ainda vivemos a alimentar impedindo-nos de atingir a nossa abundância.</p>
<p>Deixo-te com uma pequena ferramenta para que possas ir começando o teu processo interno;<br />
&#8211; O nosso discurso revela muitos segredos acerca do funcionamento da nossa energia. Ou seja; Que lógica teria ansiarmos por água e pedirmos água aos outros se temos a nossa garrafa cheia?</p>
<p>Se no teu discurso predominam os outros, a vida dos outros, o que os outros fizeram, disseram, deveriam ter feito ou deveriam ser, se há ainda muito tema e densidade emocional em volta de acontecimentos passados ou mesmo presentes menos felizes, é sinal de que ainda não há responsabilização pelos mesmos e ainda se escondem dependências na forma de crenças de que caso os outros mudassem, a tua vida seria mais feliz.</p>
<p>Se o teu discurso gira à volta de ti e das tuas necessidades, dos investimentos e escolhas que queres fazer, de como queres elevar a tua energia, do que precisas fazer para te sentires bem, da responsabilidade que tens pelo que atrais, de como podes harmonizar as necessidades de quem amas com as tuas próprias, acredito que já estarás no bom caminho.</p>
<p>A nossa cura só pode acontecer de acordo com a consciência que temos do nosso estado. Primeiro precisamos reconhecer que não estamos bem, que não estamos felizes, que as escolhas que fizemos não trouxeram bons resultados, que a nossa rotina é vazia de energia e sentido.<br />
Só desta tomada de consciência virão então as oportunidades de mudar de rumo. A todos os que se atreveram um dia olhar para o espelho e ouvir a alma e resolveram tomar uma atitude, o meu aplauso pela coragem de pedir ajuda e acreditarem que merecem melhor.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p><a href="https://veraluz.pt/informacoes/" target="_blank" rel="noopener">Mais informações aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/stocksnap-894430/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=923882">StockSnap</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=923882">Pixabay</a></p>
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		<title>Só em estado de Amor, podemos Amar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2017 13:22:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Somos feitos de dualidade. Onde quer que vamos, com quem quer que estejamos, o que quer que andemos a atrair, iremos ter provas dessa dualidade. A Natureza expressa-a no frio e no quente, nas estações do ano, no dia e na noite, na doçura e agressividade, no deserto e no Oceano, no homem e na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Somos feitos de dualidade.<br />
Onde quer que vamos, com quem quer que estejamos, o que quer que andemos a atrair, iremos ter provas dessa dualidade.<br />
A Natureza expressa-a no frio e no quente, nas estações do ano, no dia e na noite, na doçura e agressividade, no deserto e no Oceano, no homem e na mulher com o seu mundo interior e exterior, no Céu e na Terra, no medo e no Amor, enfim, TUDO é uma expressão do TODO.<br />
Sabendo então que todos somos feitos da mesma energia, apenas expressa de maneira diferentes, nas suas infinitas manifestações na realidade 3D, torna-se ridículo julgar o outro pelo que afinal também existe em nós. Qual peixe que goza com as escamas do outro&#8230;<br />
O nosso trabalho não é julgar o que é feio ou aplaudir o e que é bonito pois já percebemos então que o feio e o bonito habitam em todos nós e são apenas manifestações do TODO.<br />
O nosso trabalho é escolher.<br />
Constantemente confrontados com ambos aspectos da dualidade, o nosso trabalho é observar e escolher qual parte da dualidade queremos alimentar e dar energia. Que parte da realidade nos encanta e vibra na nossa frequência e que ainda escolhemos dançar com ela. Sim porque há muitas partes da dualidade que no momento actual nada nos dizem, não estão na nossa frequência, não vibram connosco.<br />
Por isso repara que frequências te rodeiam e valida todas e apenas escolhe com qual queres dançar.<br />
E porque onde colocamos energia criamos laços energéticos e Karmicos, analisa bem onde, de que maneira e com quem pretendes investir a tua valiosa energia.<br />
Muitos ainda acreditam que julgar, dizer mal, apontar dedo, criticar ou simplesmente falar mal sobre o que não querem, que os distancia dessa realidade. Estão enganados, pois na verdade, energeticamente falando, ainda estão a dançar com ela sem a consciência que o que mais julgam e condenam também habita dentro de si a um nível inconsciente. E como ao que resistes persiste, e porque o grande objectivo é a harmonização dos opostos, aquilo que mais condenamos irá manifestar-se até que façamos essa integração.</p>
<p>Qual a proposta então perante essas energias que activam e fazem disparar em nós a nossa sombra?<br />
&#8211; Validar. Reconhecer que estão na nossa realidade e que são espelho do que vive inconsciente em nós.<br />
Trabalhar a compaixão. Lembrar que a nossa luta não é com o espelho que aparece fora, mas sim com o respectivo demónio interior. O outro foi apenas o carteiro.<br />
Quando é feito esse trabalho de reconhecimento interno do papel do outro e de cura da respectiva sombra, percebemos e validamos o maravilhoso papel que o outro teve em trazer a sombra à luz para que pudesse ser integrada.<br />
Libertar. É a partir deste processo que estamos então livres de poder escolher energias diferentes. Já não faz mais sentido dançar com aquelas velhas energias pois agora estão pacificadas. Só agora energias novas e mais leves poderão chegar a nós.</p>
<p>Onde quer e com quem quer que ainda sintas negatividade, faz silêncio, observa, considera todo o processo de reconhecimento interno e no fim, quando já não houver julgamento ou crítica mas apenas compaixão e amor, liberta. Não há mais dança, não há mais crítica, não há mais laço, não há mais densidade de medo. Não porque o outro mudou, mas sim porque nós parámos de dançar e de investir energia. Porque desactivámos a energia do medo e nos conectámos com a energia do Amor.<br />
Agora sim estamos livres para ir em busca de energias mais leves e mais amorosas. Agora sim podemos escolher livremente frequências diferentes com as quais escolhemos dançar&#8230; até que um dia deixem de fazer sentido..</p>
<p>Bem hajam &lt;3<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Image by <a href="https://www.wallpapermaiden.com/wallpaper/22216/heart-shape-low-poly-triangles-love/download/1920x1200">Wallpapermaiden</a></p>
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		<title>Tens consciência da tua história de evolução pessoal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2017 15:38:01 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A nossa realidade é como uma bola de espelhos; cada pessoa que nela entra, espelha algo em nós. Ou seja, os outros devolvem-nos partes de nós, que por viverem inconscientes em nós, precisam ser trazidas à luz.<br />
A nossa verdadeira energia é muito mais profunda e complexa do que possamos imaginar e nada tem a ver com a pseudo auto-imagem perfeccionista que cada um de nós gosta de alimentar de si mesmo.<br />
Para acedermos à dualidade que DE FACTO somos ou carregamos em nós, representada na imensa bagagem inconsciente que trazemos de vidas passadas, temos que nos disponibilizar para aceitar o que temos de positivo mas principalmente o que carregamos de negativo e que precisa evolução.</p>
<p>Temos uma frequência própria, única, resultado precisamente desse passado e por isso iremos atrair outros, com energias idênticas, que nos trazem a proposta de sabermos mais sobre a nossa energia e sobre a nossa história pessoal. Tanto sobre as coisas maravilhosas que já fizemos e fomos como onde e como um dia ainda agimos sem luz e sem amor.<br />
Para conseguirmos aceder a esta visão inteligente e mágica da vida, é essencial fazermos um trabalho interno de reformulação de crenças de maneira a permitirmo-nos ver Ordem onde antes víamos caos.<br />
Ao contrário do ego pessoal e social que apenas se quer focar no positivo, rejeitando e condenando o pólo negativo, a visão energética e a linguagem científica implica a aceitação dos dois pólos como complementares e essenciais a qualquer noção de equilíbrio.<br />
É precisamente a falta de visão Cósmica que leva ainda muitos a acreditar que o mundo é um caos, que os outros ou as pessoas são más, que somos todos vítimas da sociedade ou de pessoas violentas.</p>
<p>Infelizmente o Deus do medo ainda tem mais poder do que o Deus do Amor e como é um dilema de crenças do ser humano, cabe a cada um fazer a sua evolução interna neste aspecto. E enquanto não há consciência, não há evolução.<br />
Para que esse trabalho interno possa começar, precisamos sair da visão do caos e aprender a ver a ordem. Precisamos parar de nos iludirmos a olhar para fora e começar a ver a verdade de quem somos. Precisamos libertar a frequência do medo e aceder à frequência do amor. Precisamos trocar conceitos de sorte/azar ou coincidência pelas leis universais que fazem movimentar inteligentemente a nossa realidade, como por exemplo a Lei do Karma ou a Lei da Atracção ou a Lei do Equilíbrio ou a Lei da Ressonância.</p>
<p>Porque não fomos ensinados a ver a Ordem e o Amor regidos por estas leis, ficamos iludidos na visão da desordem e do caos e por isso a vibração do medo domina a maioria.<br />
A violência, o egoísmo, o materialismo, a ignorância, a depressão, a revolta/frustração, a falta de energia ou ânimo e a necessidade de controle são a consequência da visão distorcida que temos do mundo, ou seja de ver o mundo com os olhos do medo. E porque não sabemos ler a realidade pelos olhos do amor e nem a percebemos como proposta de evolução pessoal, ela mantém-se, prendendo-nos a padrões velhos aguardando pela nossa evolução. Algo que só será possível com os olhos do amor.<br />
Quando a energia do amor circula em nós, quando os nossos olhos conseguem ver Ordem e Amor, quando o nosso Deus é um Deus de amor e equilíbrio, a nossa expressão energética será a paz, o espírito humanitário, a sensibilidade, a sabedoria, a alegria, a aceitação e a capacidade de confiarmos na Ordem Maior.</p>
<p>Não é propriamente o mundo que precisamos curar mas sim o ser humano que sofre da pior das doenças; a desconexão com a sua essência de Amor permitindo que o medo se instale.<br />
Embora esta mudança pareça difícil ou tarefa quase impossível, tenho comprovado que não só não é, como é mais acessível do que parece.<br />
O primeiro passo e talvez o mais desafiante a superar seja mesmo a resistência a aceitar uma nova visão do mundo.<br />
Por exemplo, não é fácil viver uma vida inteira a acreditar que fomos vítimas de uma infância miserável ou de pais sem amor que julgamos e condenamos até hoje e que culpamos pelo nosso estado infeliz e um dia sermos convidados a aceitar a visão de que na nossa vida passada tivemos o mesmo comportamento que julgamos no presente e que a presença dos pais, tal como são, obedece às dinâmicas kármicas que nos convidam a experienciar as nossas escolhas passadas.<br />
É tão mais fácil ser vítima do que ganhar responsabilidade!<br />
Mas enquanto que a vitimização nos prende ao padrão, a responsabilidade liberta.<br />
Aprender a ver a Ordem e o Amor obriga a mudanças internas profundas sim, mas quando há disponibilidade, são feitas de maneira tranquila e amorosa ao contrário da resistência que, essa sim, provoca a perda violenta.<br />
Não é novidade que todo o Ocidente está a sofrer de uma gigante crise existencial, atingindo aqueles a quem muitos ainda recorrem em busca de respostas; padres e psicólogos. Estamos aos poucos a aprender que a verdade de quem somos reside dentro de nós. A Astrologia e Numerologia são ferramentas valiosas na busca de quem somos. Os outros são apenas espelhos para que esse trabalho de autodescoberta possa ser mais fácil.<br />
O nosso processo de amadurecimento e evolução pessoal é interno e somos nós os únicos capazes de o fazer. Não passa por seguir cegamente rituais religiosos ou crenças desatualizadas, não se trata de alimentar uma filosofia perfeccionista e muito menos está numa caixa de comprimidos receitada por alguém que quantas vezes está sujeito à mesma crise do seu paciente, salvo, claro, casos extraordinários.<br />
O processo de evolução implica um movimento duplo e inteligente em nós de sabermos identificar o que já passou de data, o que já não confere, o que está desactualizado na nossa viagem pessoal e de abraçarmos o novo, o que vem trazer mais luz, o que nos leve mais perto da liberdade de sermos quem somos e do amor próprio.</p>
<p>Mais ou menos conscientes, mais depressa ou mais devagar, com mais violência ou mais amor, todos estamos a fazer a mesma viagem. Quanto mais conscientes dela, mais maravilhosa se torna&#8230;</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/photos/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1023340">Free-Photos</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1023340">Pixabay </a></p>
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		<title>Foco dentro vs Foco fora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2017 23:18:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de tantos anos no mundo da terapia, aprendemos a perceber padrões e sinais com alguma facilidade. São precisamente esses sinais que me ajudam não só a perceber como a pessoa está a ver o mundo naquele momento, mas principalmente o que posso fazer para ajudá-la a encontrar harmonia dentro de si para que depois [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de tantos anos no mundo da terapia, aprendemos a perceber padrões e sinais com alguma facilidade.<br />
São precisamente esses sinais que me ajudam não só a perceber como a pessoa está a ver o mundo naquele momento, mas principalmente o que posso fazer para ajudá-la a encontrar harmonia dentro de si para que depois a possa levar ao seu mundo pessoal.</p>
<p>Por exemplo, se o foco principal da conversa são acontecimentos externos, provocações dos outros, o que os outros fizeram, disseram, não fizeram ou deviam ter feito e detalhados relatos de memórias passadas, estamos perante alguém que ainda vive algo inconsciente de si próprio, da sua responsabilidade e do seu poder pessoal. Há normalmente nestes casos, ansiedade pois a pessoa ainda acredita que vive à mercê do evento exterior, insegurança pois a falta de amor próprio ainda não lhe deu acesso ao seu poder pessoal e à capacidade de mudar a sua história e vitimização pois não há ainda uma nova consciência e sabedoria que a ajude a escolher novas respostas.</p>
<p>Muito antes de começarmos a entender então o que o exterior está a devolver da nossa história, é essencial nesta fase corrigir a distorcida visão do mundo e ajudar a ver a magia que se esconde por traz de cada evento e de cada pessoa. Só pela via da consciência e de uma mais sábia visão do mundo, a ansiedade, a insegurança e a vitimização deixam de fazer sentido e serão substituídas por confiança, segurança, fé e responsabilidade.</p>
<p>Mas nos dias que correm, muitos são já os que fizeram este trabalho interno e que se encontram já num diferente patamar de consciência. Não direi que estão mais evoluídos, apenas mais conscientes. Não tem menos desafios, mas sim desafios diferentes.<br />
O foco principal de conversa centra-se no que a pessoa está a sentir, resultado de um qualquer evento ou encontro no exterior. Há uma preocupação em encontrar a mensagem ou melhor dito, aprendizagem escondida que fez a pessoa atrair aquele evento ou pessoa. Há uma disponibilidade para encontrar sombras, lixo escondido, a verdade nua e crua do que ainda vive no inconsciente.<br />
Não é raro sentir nestas pessoas alguma tranquilidade interior mesmo que afundadas em desafios externos pois há já uma postura de observação mais do que total identificação. A sabedoria que entretanto ganharam já lhes permite aceitar a responsabilidade tanto pelo que atraem como pela resposta que vão dando aos seus desafios. o seu foco é o seu estado interior e a busca do seu equilíbrio interno. Nesta etapa queremos saber mais da nossa sombra e da nossa luz. Queremos curar as nossas feridas independentemente de quem as abriu. Queremos-nos religar com a fonte e com o nosso centro de poder e amor muito mais do que &#8220;resolver&#8221; as questões externas pois aprendemos finalmente que o exterior irá ser sempre um espelho do nosso estado interno.</p>
<p>O ser humano é imensamente complexo e mais ainda é o processo de evolução e por isso é natural que vás encontrar espelhos de ti nos dois exemplos acima. Não interessam de todo as comparações, interessa sim a auto-análise de cada um perceber quem é, em que estado está, o que precisa ser validado e o que precisa mudança. As descrições acima são apenas referências para que consigas perceber onde, como, com quem e de que maneira na tua vida poderás encontrar mais equilibrio interior. Só olhando para dentro irás poder celebrar o ser único que és, individual, diferente, fruto de uma história que só tu conheces com anseios que só tu sentes. Rejeita comparações que abafam a tua essência e atreve-te a viver a tua diferença!</p>
<p>Gratidão por tudo o que tenho aprendido com cada pessoa que por mim passa. Mantenho desde sempre um imenso respeito por quem se disponibiliza a crescer e uma enorme gratidão por me permitirem fazer o que mais amo assim como me devolver tanto de mim.</p>
<p>Bem Hajam<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/inkie-1718769/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2323275">INKIE</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2323275">Pixabay</a></p>
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