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	<title>célula &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>A Vida é Maravilhosa!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jun 2018 11:23:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A vida é uma viagem, é uma frase muito comum. Mas nem sempre percebemos o que esse conceito de permanente mudança que uma viagem implica. Sempre que saímos de férias num qualquer pacote organizado, experienciamos esse fenómeno. Nos dias de férias, estamos entusiasmados com o tempo que vamos viver de experiências diferentes. Estamos mais despertos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida é uma viagem, é uma frase muito comum. Mas nem sempre percebemos o que esse conceito de permanente mudança que uma viagem implica. Sempre que saímos de férias num qualquer pacote organizado, experienciamos esse fenómeno. Nos dias de férias, estamos entusiasmados com o tempo que vamos viver de experiências diferentes. Estamos mais despertos e atentos a cada momento do que nunca, sabendo que alguém anda por ali a organizar o tour. Temos como objectivo o bem estar interior e por isso mesmo estamos mais observadores do que intervenientes e vamos lidando com os pequenos desafios do dia a dia sem drama, com a consciência de que quanto mais depressa os superarmos e colocarmos a atenção no nosso prazer e bem estar, melhor será para nós. Sabendo que existe um &#8220;organizador&#8221; estamos atentos aos sinais e chamadas pois assim garantimos que a viagem flui melhor.</p>
<p>Não seria maravilhoso conseguirmos manter esta visão, prioridades e atitude o ano inteiro?<br />
Claro que o dia a dia, o trabalho e as responsabilidades diárias tendem a roubar-nos muita energia e repetir todos os dias a mesma rotina rouba o entusiasmo e o deslumbramento a qualquer um. Mas a verdade é que se nem sempre podemos mudar o que está fora, temos sempre uma escolha sobre o que está dentro.</p>
<p>Dizia a Anais Nin que nós não vemos o mundo como ele é mas sim como nós somos. Partindo deste princípio podemos então muito facilmente encontrar provas disto onde na mesma casa, família ou empresa, perante os mesmos dilemas, pessoas e desafios, encontramos pessoas com uma atitude positiva, optimistas, sorridentes e gratas, capazes de ver o mais fino fio dourado à volta da nuvem mais negra da mesma maneira que vemos pessoas pessimistas, ressentidas, cobradoras e negativas incapazes de reconhecer a abundância e a beleza de que estão rodeadas.</p>
<p>Qual então a diferença entre elas para além da óbvia?<br />
Como conseguem essas pessoas manter essa atitude tão positiva?<br />
E porque não vemos o bem que nos rodeia quando ele supera o negativo?</p>
<p>Ao longo dos anos de consulta fui percebendo que as lentes com que vemos o mundo estão completamente ligadas à nossa crença sobre o que é a vida e por tabela à nossa visão pessoal, individual de Deus.<br />
Teremos na verdade sequer uma relação com Deus?<br />
É o nosso Deus o Deus do medo, do castigo, do inferno e da punição que nos culpa pela nossa imperfeição?<br />
Ou será o nosso Deus o Deus cósmico do amor, da dualidade e da responsabilidade karmica sobre tudo o que nos acontece?<br />
A cura terá que acontecer a partir daqui. Os positivos, felizes e optimistas, aqueles que parecem já ter feito as pazes com a vida / Deus e que sentem que a vida é maravilhosamente perfeita são precisamente os que já se renderam à visão do Deus cósmico que nos ensina que a realidade é a manifestação física da dualidade Yin Yang, regida por leis justas e amorosas que incentivam a nossa volta à Luz através da exeperimentação desses mesmos polos.<br />
Para simplificar e nomear apenas alguns, podemos separá-los entre:</p>
<p>Amor e medo<br />
Consciência e inconsciência<br />
Sabedoria e ignorância<br />
Fé e resistência<br />
Ordem e caos<br />
Luz e escuridão</p>
<p>Através da experimentação permanente entre as duas energias, a nossa evolução irá sempre pedir-nos para transcendermos o medo escolhendo o amor. Curando a inconsciência escolhendo a consciência. Transcendendo a ignorância escolhendo a sabedoria, etc.<br />
Confiar que este &#8220;aparente&#8221; caos que vemos lá fora é na verdade uma maravilhosa ordem e que nos cabe apenas fazer a nossa pequena parte na contribuição para o nosso bem pessoal e para o bem maior, deixa-nos livres para podermos então disfrutar do momento, brincar com as situações, agradecer cada movimento como inteligente e correto e sermos capazes de os libertar com humildade e leveza sabendo que tiveram o seu papel na nossa vida.</p>
<p>Que as férias de Verão te permitam ajustar as tuas lentes com o amor, a sabedoria e a consciência superior de maneira a seres também tu uma expressão dessas energias.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/photos/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=690034">Free-Photos</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=690034">Pixabay</a></p>
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		<title>Dor vs Sofrimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2018 10:54:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ainda muitos confundem as palavras dor e sofrimento sem perceber a diferença entre as duas. A nossa essência dual sugere que manter o equilíbrio das nossas duas partes, seja ela física, emocional, mental e espiritual, proporciona naturalmente o estado de saúde. Esse estado de equilíbrio é uma responsabilidade nossa. Para que o possamos manter equilibrado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda muitos confundem as palavras dor e sofrimento sem perceber a diferença entre as duas.</p>
<p>A nossa essência dual sugere que manter o equilíbrio das nossas duas partes, seja ela física, emocional, mental e espiritual, proporciona naturalmente o estado de saúde. Esse estado de equilíbrio é uma responsabilidade nossa. Para que o possamos manter equilibrado e para que possamos fazer as devidas correções, tem de haver uma comunicação interna. A dor e o bem-estar ou prazer ajudam-nos assim a perceber como equilibrar e corrigir esses pratos da balança interna.</p>
<p>Antes ainda de chegarmos à Terra e de termos um corpo físico, já somos seres espirituais numa imensa viagem de evolução.<br />
Embora haja mais, podemos dividir a nossa energia em 4 campos básicos; físico, mental, emocional e espiritual. Ou seja, todos são energia em vibrações diferentes e todos estão em permanente interação uns com os outros. Porque uns dependem dos outros, quando qualquer um deles está em desequilíbrio, envia sinais à nossa consciência para que possamos fazer os respectivos ajustes.</p>
<p>Dor é o primeiro impacto que sentimos de desconforto interno. É o aviso óbvio de que há algo a que dar atenção. É a maneira como a nossa energia faz o seu chamamento para que demos atenção a uma determinada &#8220;parte&#8221; do nosso ser. Uma espécie de alarme cósmico que pede a nossa atenção para uma determinada área. A dor, seja ela física, emocional ou psicológica, seja ela criada pelo corpo ou materializada por acidente, é um sinal de desequilíbrio energético, que só poderá ser corrigido e ajudado a retornar ao seu centro, se formos chamados à atenção do que representa. É para isso que a dor serve. Para percebermos o que temos de fazer ou aprender através dela. Para que saibamos onde dar atenção, seja directamente seja através da simbologia do que ela representa no corpo energético. Sem a dor, não saberíamos o estado de desequilíbrio em que estamos. Não teríamos a oportunidade de atender ao desequilíbrio e muito menos de fazer a respectiva correção. Não seríamos capazes de usá-la para fazer as essenciais alquimias e processos de transformação internos, essenciais à nossa viagem de evolução espiritual.</p>
<p>O sofrimento é, pelo contrário, a nossa resistência à dor. É a incapacidade de reconhecermos a dor como convite à mudança. É o estender da dor desnecessariamente pois quando feita a correção interna ela deixa de se fazer sentir. É a desresponsabilização pelo próprio processo de co-criação e cura do próprio desequilíbrio. Quando ainda não conhecemos as leis universais, vivemos cegos para a magia da vida. Não percebemos os movimentos karmicos que levam a cada um retornos das suas escolhas passadas. Ainda não sabemos identificar as vibrações das pessoas que nos rodeiam como presentes dentro de nós próprios. Ainda não aprendemos a percepcionar o fenómeno dos espelhos que devolve a cada um reflexos do que em si vive inconsciente. Ainda estamos inconscientes das exigências que a nossa evolução espiritual nos devolve. O sofrimento é então a consequência da ignorância que por sua vez gera raiva, que por sua vez gera julgamento, que por sua vez causa solidão, que por sua vez causa rejeição, que por sua vez alimenta a vitimização. O sofrimento é a consequência da falta de amor próprio que, incapaz de se auto-nutrir, a todos cobra, exige e violenta. O sofrimento, a vitimização, o queixume e a lamentação são sinais externos de inconsciência interna que só através da exaustão irão procurar ajuda.</p>
<p>Tratada com o devido respeito, analisada em todas as vertentes possíveis, tanto no trato directo como na representação simbólica, a dor é normalmente a escada para um patamar melhor, uma proposta de melhoramento e de retorno ao equilíbrio. Desta perspectiva, o sofrimento é um desperdício de energia. Consciente ou inconsciente é uma escolha visto termos como alternativa aceitar a mensagem da dor e fazer o respetivo ajuste de maneira à cura acontecer.</p>
<p>A maravilhosa Louise Hay foi uma pioneira na tentativa de encontrar significado para a dor. Foi um exemplo quando através do ajuste interno, curou o seu cancro e a dor que ainda estava escondida dentro de si. Martin Brofman, Lise Bourbeau deram-nos também livros maravilhosos e inspiradores e embora não seja a única, a terapeuta Cristina Cairo aprofundou esses ensinamentos dando-nos pistas ainda mais interessantes da representação interna do que chamamos &#8220;dor&#8221; e do poder de cura (equilíbrio e consciência) que temos em nós.</p>
<p>Termino com a famosa frase que condensa toda esta mensagem;</p>
<p>&#8220;A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.”<br />
<span style="font-size: 14px;">Carlos Drummond de Andrade</span></p>
<p>Que todos possamos transcender a limitada mente racional e aceder ao patamar da sabedoria onde seremos capazes de identificar e intuir os nossos desequilíbrios e fazer os respetivos ajustes a favor da nossa saúde interna.</p>
<p>Bem hajam!<br />
<span style="font-size: 14px;">Vera Luz</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/sasint-3639875/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1822702">Sasin Tipchai</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1822702">Pixabay</a></p>
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		<title>Passos essenciais para a cura interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2017 09:51:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Recebo tantas mensagens a perguntar se os meus &#8220;tratamentos&#8221; funcionam, se com uma sessão ficam curadas, se os ataques de pânico desaparecem, se o medo se evapora, se depois já conseguem isto e aquilo, etc. Ou seja, a era do click chegou ao mundo da terapia! Admito que é uma tentação a ideia de que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recebo tantas mensagens a perguntar se os meus &#8220;tratamentos&#8221; funcionam, se com uma sessão ficam curadas, se os ataques de pânico desaparecem, se o medo se evapora, se depois já conseguem isto e aquilo, etc. Ou seja, a era do click chegou ao mundo da terapia!<br />
Admito que é uma tentação a ideia de que possa haver fast-healing tal como há fast-food, mas obviamente há que separar as águas&#8230;</p>
<p>1º Eu não faço &#8220;tratamentos&#8221;. Aplico ferramentas, exercícios, técnicas que têm como objectivo levar a pessoa a tomar consciência da sua história, perceber que energias carrega e como pode transformá-las. Cada um fará os devidos ajustes e mudanças na sua vida lá fora de acordo com o que percebeu em consulta.</p>
<p>2º Nada irá mudar se TU não mudares também. Quando não fazemos mudanças, a realidade à nossa volta mantém-se, os padrões repetem-se e o que origina queixume, vitimização e tendência a culpar os outros, mantêm-se até que a mudança interior aconteça. Cada um terá a disciplina mental interior ou não para mudar estes padrões dentro de si.</p>
<p>3º Não somos vítimas de sorte ou azar, de bons ou maus pais, de ter ou não emprego, de ter bons ou maus relacionamentos, de ter filhos mais ou menos difíceis. Tudo o que nos rodeia é um espelho da relação que temos connosco próprios. Cada um irá ou não aproveitar os espelhos para corrigir em si os seus próprios desequilíbrios.</p>
<p>4º Responsabiliza-te pela tua cura. A cura não se faz numa sessão ou com um livro. Ela é a viagem da nossa vida, implica trabalho permanente a nível fisico, mental, emocional e espiritual. Implica respeitar os ciclos da vida, tanto naturais como astrológicos e numerológicos. Implica ir fluindo com a vida fazendo do nosso equilíbrio interior, uma prioridade. Cada um irá ser capaz de aplicar esta visão ou não.</p>
<p>5º Não controlamos seja o que for. Apenas temos o poder de responder aos eventos da vida e de colocar em acção determinadas forças. Não controlamos o impacto que elas irão ter ou a que nos irão chegar. Saber isto ajuda-nos a desactivar a ansiedade e os medos e a aprender a confiar no movimento inteligente das energias. Cada um irá manter ou não esta consciência e fará ou não este trabalho.</p>
<p>6º Temos TUDO dentro de nós. &#8220;sou insegura, não tenho auto-estima, estou presa no medo&#8221; estas e outras são afirmações falsas que acreditamos erradamente. Cada um de nós traz TODAS as energias embora obviamente, desequilibradas que por isso precisam de novos movimentos nossos para se poderem equilibrar. O medo precisa de coragem. O pânico precisa de fé. A tristeza precisa de alegria. A raiva precisa de criatividade. A frieza precisa de amor, etc. Cada um irá ou não responsabilizar-se pelos novos movimentos que contrariem os velhos excessos ou faltas.</p>
<p>7º O amor é um estado de SER e não um estado de ter. São muito poucos os que já perceberam o conceito de amor próprio. A maioria tem apenas noção de amor em termos românticos a dois e por isso a rejeição, abandono, solidão, violência, cobrança e julgamento abundam dentro das relações. Antes de chegarmos ao outro temos que fazer a nossa parte para que depois então não haja nem submissão nem exigência. Cada um irá ou não fazer este resgate de amor próprio.</p>
<p>8º Adivinhação e futurismo&#8230;. Sim ainda há quem pague, e muito, para ouvir alguém que lhes dizer quando vão casar, ter filhos, ser promovidos, etc. Pior do que viverem enganados é viverem inconscientes do poder que têm de mudar as suas vidas. Cada um irá lá fora investir o seu tempo e dinheiro onde bem entende.</p>
<p>Poderia dar infinitos exemplos de como podemos cair no erro de achar que uma consulta pode &#8220;curar&#8221; seja o que for. O trabalho de crescimento interior e desenvolvimento pessoal é e será sempre um trabalho interno, pessoal, individual que terá quando assim o entendermos, a ajuda de um facilitador, terapeuta ou simplesmente um agente de transformação disfarçado que nos irá empurrar para o nosso equilíbrio. É o trabalho de uma vida inteira que se vai fazendo com muita humildade, responsabilidade e amor próprio.</p>
<p>Todo o meu trabalho tem como base a responsabilidade que cada um tem pela sua existência, pelo estado da sua energia, pelas energias que traz do passado e como aceder ao potencial a que se propôs.<br />
Foi inspirada por estes princípios que mudei a minha vida e encontrei o trilho da minha existência e logo são estes mesmos principios que acredito irão fazer magia na vida de quem os aplicar.<br />
Tenho perfeita consciência que há infinitos caminhos para a luz e que o primeiro passo tem que acontecer dentro de nós. Não pretendo por isso indicar caminhos, apenas ajudar quem se perdeu a voltar ao seu.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/geralt-9301/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4153925">Gerd Altmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4153925">Pixabay</a></p>
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		<title>Os papéis que representamos na vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Nov 2016 17:28:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A nossa vida aqui na Terra convida-nos a dar vida e a experienciar variadíssimos papéis diferentes. Por exemplo, o que é ser mãe, o que é ser filho, o que é ser famoso, o que é ser deficiente, o que é sensível ou agressivo ou gordo ou milionário, enfim, basta olhar para o mundo para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nossa vida aqui na Terra convida-nos a dar vida e a experienciar variadíssimos papéis diferentes. Por exemplo, o que é ser mãe, o que é ser filho, o que é ser famoso, o que é ser deficiente, o que é sensível ou agressivo ou gordo ou milionário, enfim, basta olhar para o mundo para percebermos que são infinitas as experiências possíveis dentro da dualidade.</p>
<p>Quando olhamos para a nossa vida, percebemos que papéis anda o nosso espírito a representar na nossa realidade pessoal. Temos o papel de filhos perante os nossos pais, irmãos dos nossos irmãos, o papel de marido ou mulher na vida de alguém, somos empregados da empresa X ou talvez patrões e a maior parte já é mãe ou pai dos seus filhos. Temos ainda papéis menores de primos, de vizinhos de, afilhados ou padrinhos de, colegas de&#8230;</p>
<p>Importante mesmo é percebermos que são apenas papéis que estamos a representar. Não são quem nós somos.<br />
Idealmente deveríamos ter um espaço/tempo onde relembramos que somos um espírito numa maravilhosa viagem de experimentação e evolução pessoal neste planeta. Que cada vida, cada experiência e cada encontro vivido através dos papeis que representamos, faz parte do nosso processo de evolução PESSOAL. É através desses papéis que o espírito cumpre a sua proposta. Infelizmente a maior parte vive ignorante deste processo pessoal e faz da relação com os outros a sua prioridade, passa a acreditar que ele É os papéis que representa sem noção da sua essência.</p>
<p>Inconscientes da nossa essência, vivemos desresponsabilizados da nossa viagem individual e do nosso processo pessoal e logo deixamos de entender o propósito profundo dos nossos papéis .<br />
Toda a violência, seja ela interior, relacional ou global é fruto da exagerada identificação com os nossos papéis . Esquecemo-nos de que o objectivo final é a nossa evolução e equilíbrio interior. E porque nunca retornamos ao nosso interior, à nossa essência, deixamos de perceber o porquê dos papéis .</p>
<p>No momento em que nos desidentificamos com o papel que representamos e retornamos à fonte de criação dentro de nós, resgatamos o poder que temos de mudar a nossa energia.<br />
Temos dentro de nós o poder de resgatar o amor próprio, o equilíbrio interior e a expressão do amor incondicional. Todo o ser humano carrega dentro de si este ponto de poder capaz de transformar a sua energia e por consequência, a sua vida. É a partir desta essência interior que percebemos para que servem os nossos papéis e todas as dinâmicas de acção / reacção que eles activam.</p>
<p>Deixo então a proposta; encontra dentro de ti um tempo e um espaço onde podes despir todos os papéis que andas a representar na tua vida. Nesse tempo e nesse espaço algures dentro de ti, não és mãe nem pai, não és filho ou irmão, não trabalhas em lado nenhum como vendedor, engenheiro ou doutor. És simplesmente um espírito de Luz na viagem de experimentação na Terra.<br />
É a partir desse poderoso ponto que podes então analisar os múltiplos papéis que andas a representar. Se já os entendeste? Se estás ou não feliz e realizado com cada um deles. Quais precisam de actualização ou mudança? Quais precisam de amor e consciência?</p>
<p>Tudo o que vemos lá fora nos nossos papéis, são energias inteligentes em funcionamento. São dinâmicas kármicas apenas entendíveis a quem quer de facto compreendê-las. Cada acção gera uma reacção e só podemos alterar as reacções dos outros, mudando a nossa própria acção.<br />
A Lei do karma lembra-nos que somos responsáveis pelo que a nossa essência anda a plantar através dos papéis que representamos. Cabe á nossa essência garantir que plantamos o melhor&#8230;</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/vait_mcright-327613/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=386673">Henning Westerkamp</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=386673">Pixabay</a></p>
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		<title>#loveyourself</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2016 14:49:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não é raro encontrar pessoas que afirmam convitamente que a sua missão na terra é ajudar os outros. Infelizmente não percebem que o movimento de apoio, amor, ajuda, incentivo e disponibilidade começa com eles próprios para que então depois possam SER o exemplo. Outros simplesmente vivem estado de &#8220;ajudar&#8221;, totalmente inconscientes do seu imenso esquema [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é raro encontrar pessoas que afirmam convitamente que a sua missão na terra é ajudar os outros. Infelizmente não percebem que o movimento de apoio, amor, ajuda, incentivo e disponibilidade começa com eles próprios para que então depois possam SER o exemplo.<br />
Outros simplesmente vivem estado de &#8220;ajudar&#8221;, totalmente inconscientes do seu imenso esquema de manipulação e sobrevivência energética, vampirizando quem encontram pelo caminho, oferecendo o seu tempo, companhia, ajuda, espaço, colo, atenção, sacrifícios, favores, sempre a dar aos outros o que afinal não conseguem fazer por eles próprios.</p>
<p>As rejeições constantes de que são alvo geram então um ressentimento difícil de superar, acumulado por anos a dar demais, a serem submissos, a agradar, a apoiar, a ajudar, a calar, a perdoar, a dar o que quer que seja e que nunca foi ou irá ser reconhecido ou devolvido.<br />
Este ressentimento / revolta / culpa pode durar uma vida inteira ou mesmo vidas que irão estar condicionadas por esta ação / reação.<br />
A libertação acontecerá quando percebemos e pararmos a dinâmica que estamos a alimentar. Quando interrompermos o jogo, os esquemas escondidos, a dinâmica por trás do &#8220;caridoso e amoroso&#8221; acto de dar e ajudar. Quando colocamos pela primera vez o &#8220;bom samaritano&#8221; ao serviço das nossas necessidades e gostos.</p>
<p>Conforme explico no meu livro &#8220;Regressão a vidas passadas&#8221;, a vida é uma viagem pela matéria de retorno à nossa Essência. É a experimentação lá fora do que somos dentro. É a integração entre o exterior e o interior. Até que esse reencontro se dê, muitas são as experiências onde nos iremos perder e desconectar dessa intenção sagrada. Ou ficamos deslumbrados pelo exterior e negamos o interior ou ficamos presos no interior, incapazes de lidar com o exterior.</p>
<p>Um dos muitos actos de sobrevivência quando o foco está no exterior é precisamente o disfarce do bom samaritano, do disponível, do bonzinho. Um dos propósitos do ego é evitar a todo o custo o estado de consciência desperta pois tem o poder de o pôr em causa.<br />
Para isso ele encanta, espanta, ajusta a sua máscara e o seu comportamento para representar o papel do perfeito, do socialmente aceite e assim mais uma vez escapar ao revelador e transformador trabalho interior de transformação e iluminação.</p>
<p>A necessidade de ajudar os outros preenche então esses pontos; fugimos ao nosso interior, somos aplaudidos socialmente, recebemos energia e ainda ficaremos em crédito perante o &#8216;ajudado&#8217;.<br />
A eterna frase tão ouvida &#8220;Dou tanto e não recebo nada&#8221; é a prova de que estamos a viver esta dinâmica.</p>
<p>Proposta; fazer um grandioso trabalho de casa, uma qualquer sessão de terapia que devolva a consciência ao interior. Meditação e exercícios para ouvir as nossas vozes interiores do Eu Superior ou da Criança Interior, resistir às fugas para &#8216;ajudar&#8217; alguém sem que antes as nossas necessidade essenciais ao nosso equilíbrio estejam conscientes e  preenchidas, e trabalhar e consciencializar o seu caminho pessoal para que possa inspirar os outros com o seu exemplo e energia pois essa sim é a melhor ajuda que poderemos dar.<br />
Vera Luz​</p>
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		<title>A magia de manifestar abundância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Oct 2016 13:07:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por mais apelativo que seja o conceito de evoluir, ainda há muitas pessoas que ainda não o entenderam muito bem. Já algumas que ainda acreditam que evoluir é ter uma vida materialmente mais abundante mas de preferência que tudo caia do céu ou que saia no totoloto.  Outras acreditam que irão atingir um estado de paz [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais apelativo que seja o conceito de evoluir, ainda há muitas pessoas que ainda não o entenderam muito bem.<br />
<span style="font-size: 14px;">Já algumas que ainda acreditam que evoluir é ter uma vida materialmente mais abundante mas de preferência que tudo caia do céu ou que saia no totoloto.  </span><span style="font-size: 14px;">Outras acreditam que irão atingir um estado de paz interior e para isso todas as pessoas &#8220;más, injustas e desafiantes&#8221; que as rodeiam devem passar a ser milagrosamente perfeitas e maravilhosas.</span></p>
<p>Outras sonham com a validação e reconhecimento dos outros que por sua vez não podem ter liberdade ou autonomia e deverão viver apenas para as satisfazer e adorar.<br />
Outras ainda acham que evoluir é ser bonzinho, estar disponível, acudir, ajudar, disponibilizar para assim justificarem não ter energia para a sua própria vida.<br />
A maioria sem duvida ainda acredita que evoluir é manter relacionamentos a qualquer custo, justificados pelo tempo, filhos, dinheiro, medo, pressão familiar que camuflam tão bem os piores demónios interiores.</p>
<p>Estes e outros exemplos são infelizmente muitos comuns e revelam o quanto ainda não aprendemos a trabalhar com a energia.<br />
Ou seja, ainda estamos em busca do preenchimento interior através de algo exterior quando o poderoso mecanismo é ao contrário. Primeiro somos, depois materializamos.<br />
Quando insistimos em materializar para depois então ser, vivemos em estado de fósforo sempre com medo que ele apague.</p>
<p>Vivemos em estado de apego emocional, tudo fazendo para manter aquela dependência.<br />
Vivemos em estado de medo pois se nos falta a dependência, somos confrontados com o vazio.<br />
Vivemos desempoderados pois para manter o outro cedemos-lhe todo o nosso poder pessoal.<br />
Vivemos desalinhados da nossa essência pois para manter o que está fora precisamos fazer cedências que não raramente chegam à anulação pessoal.<br />
Vivemos desenergizados pois a nossa energia serve para manter quem precisamos por perto.<br />
Vivemos iludidos acreditando sem questionar que a nossa fórmula é a certa e que o mundo é que está louco.</p>
<p>Cada um levará o seu tempo e desgaste para perceber que a fórmula de ir buscar fora primeiro não funciona. Tudo o que insistimos TER para SER vem armadilhado.<br />
Lá chegará o dia em que percebemos que ao investir toda a nossa energia no SER, o TER simplesmente cai-nos no colo, é atraído por ressonância, aparece sem esforço, é sentido como uma benção.</p>
<p>Não é fácil identificarmos as nossas lentes e o nosso ego irá sempre fazer-nos acreditar que já estamos a fazer tudo bem.<br />
É essencial sermos capazes de nos pormos em causa, de pedir ajuda, de questionar até que ponto ainda estamos presos na armadilha de ir buscar fora em vez de desenvolver dentro e é precisamente para isso mesmo que servem os livros e as consultas.<br />
REaprender a ajustar as nossas prioridades, valores, crenças dá um trabalho imenso, obriga a escolhas dificílimas e traz sempre alguma dor, mas é o preço a pagar por vivermos alinhados e sermos capazes de materializar sem esforço..</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/ksyfffka07-10596932/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5659775">ksyfffka07</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5659775">Pixabay</a></p>
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		<title>Um comprimido de alegria de 8h em 8h</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2016 16:46:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Já começam a ser muitas as pessoas que, em conversa informal, me desabafam que numa consulta com o médico de família, por assuntos que nada têm a ver, lhes é dito que têm um ar depressivo, lhes perguntam se está tudo bem nas suas vidas pois estão com um ar depressivo, lhes são prescritos anti-depressivos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já começam a ser muitas as pessoas que, em conversa informal, me desabafam que numa consulta com o médico de família, por assuntos que nada têm a ver, lhes é dito que têm um ar depressivo, lhes perguntam se está tudo bem nas suas vidas pois estão com um ar depressivo, lhes são prescritos anti-depressivos porque estão com um ar depressivo&#8230;<br />
A todas foi sugestionado e a algumas receitado, juntamente com os Brufen’s ou o antibiótico para uma inflamação da garganta, uma caixa de anti-depressivos e a uma delas inclusive, o médico perguntou se já se tinha visto bem ao espelho ultimamente pois estava com uma depressão profunda e tinha um olhar de muito sofrimento recalcado! Até comigo, há uns anos atrás, em desabafo com um médico sobre uma crise de pânico e a melhor maneira de lidar com o fenómeno, me foi aconselhada uma consulta urgente de psiquiatria e uma caixa de ansiolíticos!</p>
<p>O que é que é isto afinal???</p>
<p>Para além da minha, todas estas histórias são-me conhecidas. Todas estão a passar por processos de mudança de vida normais e comuns a todos nós, estão à procura dos seus equilíbrios como todos nós, têm dores e alegrias como todos nós, dias melhores e dias piores, como todos nós.<br />
Mas pelo menos estas que conheço, têm algo de muito valioso que muitos outros na mesma situação ainda não têm; a consciência de que a sua felicidade não está dentro de uma caixa de comprimidos, a sabedoria de que são responsáveis pelo seu estado emocional e ferramentas para fazerem as mudanças que forem precisas de maneira a se re-alinharem com o seu centro de equilíbrio. E tal como Roma não se fez num dia, cada uma está a levar o tempo que precisa e consegue para as fazer.<br />
E não é a isso que se chama viver &#8230;?</p>
<p>Tenho perfeita noção de que existem casos limite, que há descompensações profundas que precisam de medicação e acompanhamento permanente ou mesmo internamento, mas não é desses que estamos aqui a falar.<br />
Aqui estamos a falar da mulher ou homem normal com uma vida cheia, preso nos milhões de responsabilidades, que por ter caído na trama do sucesso social, colocou o seu equilíbrio pessoal e espiritual em risco e por isso, por consequência, a sua vida não é, no momento, um espelho de equilíbrio e felicidade.</p>
<p>A busca do equilíbrio entre a nossa vida social e o o nosso lado espiritual, entre o mundo interior e o mundo exterior, é um desafio a que todos nós estamos sujeitos.<br />
Eu diria mesmo que é o grande propósito da vida.<br />
Mais cedo ou mais tarde, todos iremos ser chamados a fazer ajustes internos e externos que, embora nem sempre sejam fáceis, são essenciais na busca pessoal do nosso farol.<br />
É por isso importante lembrarmos que a dualidade é a nossa natureza e está presente em tudo na natureza e como tal este processo de lidar com a alegria e a tristeza é perfeitamente NORMAL e essencial na vida de todos nós.<br />
A bússola que nos orienta rege-se precisamente pela tristeza e pelo entusiasmo, mostrando-nos claramente desta maneira, os caminhos a evitar e os caminhos a seguir.<br />
Como poderemos então fazer escolhas de qualidade, distinguir o que faz SENTido e o que não faz SENTido se a nossa bússola do SENTir está bloqueada com medicações?</p>
<p>A nossa passagem pela Terra é, na perspectiva espiritual, uma viagem emocional de experimentação de todas as emoções. É um constante subir da escada que nos leva do medo até ao amor incondicional. O processo de evolução Karmico convida a que cada um de nós seja responsável pelo estágio em que se encontra assim como lhe caberá apenas a si, subir para estágios mais elevados.</p>
<p>A que propósito então o ser humano aceita tomar drogas que o impedem de fazer esta viagem?<br />
Desde quando então é que sentir emoções é um estado de doença?<br />
Desde quando é que o ser humano passou a achar que precisa de remédio para a tristeza?<br />
Desde quando estes Pseudo-Deuses da medicina têm a liberdade de fazer este tipo de diagnóstico e de sugestionar quem não conhecem?<br />
Desde quando a simples tristeza, nostalgia, melancolia ou luto são doenças para ser medicadas?<br />
Desde quando alguém olha para alguém e receita fármacos sem qualquer análise mais profunda da pessoa?</p>
<p>Tenho um imenso respeito e admiração pela comunidade cientifica, pelos progressos feitos nos últimos cem anos, mas como a dualidade está presente em tudo na vida, também nesta área iremos encontrar a luz e a sombra.<br />
Pior do que vermos tantos médicos a fazerem os seus negócios farmacêuticos, sem qualquer ética ou moral do mal psicológico e fisiológico que estão a causar, é percebermos que por trás da bata branca se esconde também um ser humano, provavelmente tão ou mais desconectado do seu centro de equilíbrio do que o próprio paciente, a prescrever a outro ser humano a mesma droga que ele próprio toma;<br />
A repressão da sua essência!</p>
<p>Tenho sido a feliz testemunha de muitas pessoas que, ao darem inicio aos seus processos de mudança profunda e resgate do seu poder pessoal, são as primeiras a querer largar as medicações que as adormeceram durante anos.<br />
De facto, quando vivemos sob um tenso papel social em anulação da nossa essência única e criativa, a vida torna-se difícil, deprimente e as consequências karmicas dessa traição interna ainda vêm escurecer mais o cenário.<br />
Mas quando percebemos que está na nossa mão mudar a nossa energia e nos atrevemos a fazer o realinhamento perdido, percebemos que dentro do nosso caldeirão emocional onde está a tristeza, é onde se esconde a alegria, a vontade de viver e o poder pessoal.</p>
<p>A ignorância em relação ao nosso processo de vida, da viagem interna e espiritual que viemos fazer, é o que nos leva a estes infelizes, infantis e perigosos esquemas de fuga.<br />
Chegou o tempo de sairmos do papel da vitima passiva e impotente de uma sociedade doentia (que somos afinal todos nós) e resgatarmos o poder de fazer alguma coisa.<br />
Responsabilidade é então a grande palavra chave para mudarmos a nossa vida. Não a responsabilidade social de sermos bons cidadãos, mas sim a responsabilidade Karmica pelo estado da nossa energia, pelo rumo da nossa história e pela nossa felicidade.<br />
Está à vista que muitos não só perderam a noção de que fizeram más escolhas como perderam a noção de que podem ainda fazer novas escolhas&#8230;<br />
Resgatemos então a responsabilidade pelo que nos faz bem, pelo que nos faz sentido, pelo que nos devolve energia, pelo que vem parar à nossa vida, atraído pela nossa energia, pela capacidade de colocar limites ao que nos ofende ou não tem qualidade ou nos rouba a liberdade de sermos a mais elevada versão de nós próprios.</p>
<p>Viver é uma arte. É um processo único e individual. É a vivência da dualidade com todos os seus desafiantes opostos.<br />
A diferença entre os felizes e os infelizes é a de que os felizes quando eram infelizes, perceberam que eram eles que tinham que assumir a a responsabilidade pela sua infelicidade como consequência de más escolhas passadas e decidiram voltar a ser felizes, fazendo escolhas novas e de qualidade.</p>
<p>Se te identificaste com as histórias deste texto, se vives dependente de medicação prescrita sem uma profunda análise da tua história, se o teu problema é um imenso vazio, uma dor na alma, uma desorientação no rumo da tua vida, um questionamento de quem afinal és ou o que andas cá a fazer, considera que a tua cura começará a acontecer quando levares a sério uma mudança interna que claramente tens vindo a resistir. A tua cura começará quando ganhares consciência da tua história espiritual e do teu passado Karmico, pois explicará muito do estado da tua vida actual. Virá quando resgatares o teu poder pessoal para fazeres novas escolhas. Virá quando voltares a confiar que a vida apoiará magicamente as tuas tentativas de reequilíbrio.<br />
Não a encontrarás magicamente na caixa de anti-depressivos.</p>
<p>Nos dias que correm há informação e ferramentas disponíveis para que possas dar inicio a essa viagem consciente e bem acompanhad@.<br />
O primeiro passo terá que ser o teu&#8230;<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/fernandozhiminaicela-6246704/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3097852">fernando zhiminaicela</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3097852">Pixabay</a></p>
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		<title>E o que é afinal evoluir?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 12:31:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maior parte de nós foi educado para cumprir uma série de leis e regras &#8220;terrenas&#8221; que quando seguidas fariam de nós seres &#8220;semi-perfeitos&#8221; e dessa maneira garantiríamos a paz, o amor, a alegria e a abundância que tanto ansiamos. Temos regras para as dinâmicas sociais, profissionais, familiares e amorosas. Temos regras de trânsito, regras [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maior parte de nós foi educado para cumprir uma série de leis e regras &#8220;terrenas&#8221; que quando seguidas fariam de nós seres &#8220;semi-perfeitos&#8221; e dessa maneira garantiríamos a paz, o amor, a alegria e a abundância que tanto ansiamos.</p>
<p>Temos regras para as dinâmicas sociais, profissionais, familiares e amorosas. Temos regras de trânsito, regras de cozinha, regras de saúde, regras e leis para gerir dinheiro, compras, impostos e todo o tipo de burocracias e até a religião tem os seus compêndios de exigentes regras a cumprir. Temos regras para aprender, para brincar, para escrever, para comportar e até arranjámos profissões que garantem que se essas regras não forem cumpridas, pesadas consequências nos esperam&#8230;</p>
<p>Poucos de nós fomos educados quanto à nossa existência espiritual e ao propósito que trás o espirito à matéria. Ou seja qual a nossa intenção de vir à Terra e que regras e leis cósmicas já nos regiam ainda antes de encarnarmos num corpo?</p>
<p>Tenho observado ao longo dos anos, principalmente nas pessoas da meia idade embora o veja já em jovens, que por trás das mais variadas emoções pesadas, depressões, frustrações, desânimos e sentido de desorientação, estão todos os que se dedicaram anos a fio a cumprir as ditas regras terrenas e a procurar atingir os impossíveis e irrealistas níveis de perfeição, apenas para descobrirem que, mesmo depois de cumpridas todas as leis e regras na perfeição, elas simplesmente não devolveram a tal paz, o amor, a alegria e a abundância.</p>
<p>&#8211; E porquê?</p>
<p>Precisamente porque vivemos ignorantes, resistentes, fechados ou descrentes desse mesmo propósito espiritual anterior ao propósito terreno.</p>
<p>Enquanto o lado espiritual da nossa existência não é levado em conta na fórmula da nossa vida terrena, a paz, o amor, a alegria e a abundância não acontecem.</p>
<p>Claro que estou a falar de estados de SER e não estados de TER&#8230;</p>
<p>Num mundo cheio de tralha tentadora, é muito fácil iludirmo-nos com o brilho exterior e confundirmos o TER com o SER.</p>
<p>Das mais variadas maneiras, mais cedo ou mais tarde, a máquina cósmica irá boicotar todas as tentativas de compensação que consciente ou inconscientemente fazemos para mascarar o enorme desequilíbrio que se esconde dentro de nós.</p>
<p>Infelizmente e mais uma vez a nossa ignorância não nos permite ver que toda a perda é um convite a evoluir, é uma oportunidade de tornar consciente o que vive inconsciente.</p>
<p>São muitas as maneiras com que nos iludimos a acreditar que finalmente já atingimos o tão ansiado patamar superior&#8230; poder, dinheiro, cargos e títulos, filhos, carros, marcas de luxo e todo o tipo de ostentação que não é mais do que ilusão e brilho externo para esconder o drama interno. Infelizmente e mais uma vez a nossa ignorância não nos permite ver que se harmonizarmos o interior com o exterior, a história terrena com a história espiritual, a perda deixa de fazer sentido e a abundância surge sem esforço.</p>
<p>&#8211; Então afinal que propósito é esse ou que peça do puzzle é essa que tanto falta ao mundo para começarmos a subir os degraus da paz, a alegria e a abundância?</p>
<p>Simplesmente mantendo consciente em nós o propósito de evolução a cada momento.</p>
<p>&#8211; E o que é afinal evoluir?</p>
<p>Lembrando que a experiência terrena é uma experiência emocional, será sempre a superação das emoções mais pesadas em direcção às emoções mais leves que nos irá aos poucos libertando e permitindo evoluir para estados mais leves, amorosos e abundantes.</p>
<p>Imagina uma escala emocional desde a mais fria indiferença, medo, revolta, trsteza Às mais leves alegria, esperança, confiança e amor incondicional.</p>
<p>Evoluir é então a consciência de que cada um de nós é responsável por libertar as bolas de ferro provenientes de experiências passadas que nos prendem aos velhos dramas.</p>
<p>Evoluir é permitirmo-nos acompanhar e fluir no movimento rumo ao amor.</p>
<p>Tal como nos mostra a Natureza no processo da semente até à flor, evoluir é sempre abrir, desbloquear, crescer, maturar, permitir a viagem da terra para o céu, sair da prisão da semente em busca da beleza, cor e aroma da flor. É sair da densidade escura da Terra para a luz do Sol.</p>
<p>Evoluir podemos então resumir que será sempre passarmos de um determinado estado interno de ser para outro mais leve e mais amoroso e deste ponto de vista, todo o desafio, confronto ou perda são oportunidade de dar uma nova, mais positiva e amorosa resposta às velhas energias, independentemente se o resto do mundo concorda ou entende. A validação do processo de evolução jamais estará dependente do exterior mas apenas de uma escolha nossa&#8230;</p>
<p>A Humanidade não chegou ainda ao ponto de viver o seu expoente espiritual aqui na terra ou seja, a vivência permanente da paz, do amor, da alegria e da abundância.</p>
<p>Depois de séculos desligados da Luz a dar poder às energias menos positivas do medo, da vitimização e da culpa, estamos todos em peso num imenso processo de ajustes kármicos, equilíbrios internos, libertação de densidades e limpezas internas que infelizmente ainda não nos permitem viver esse tão ansiado estado.</p>
<p>Mas será nas minúsculas, pequenas e invisíveis escolhas pessoais que cada um está a fazer dentro de si de superação das suas próprias energias que iremos mudar o todo&#8230;</p>
<p>Tal como a semente os faz por si até chegar a flor &lt;3</p>
<p>Bon Voyage!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/photoshopper24-81349/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=683437">Bela Geletneky</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=683437">Pixabay</a></p>
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		<title>Responsabilizemo-nos!!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 12:11:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[“Nada jamais ira desaparecer, até nos ensinar o que precisávamos saber”. Pema Chodron Não é o que o outro é, diz ou faz que deve ser analisado e compreendido&#8230; É o que o outro desperta, expõe e provoca em nós através do que é, diz ou faz que deve ser analisado e compreendido. O outro [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Nada jamais ira desaparecer, até nos ensinar o que precisávamos saber”. Pema Chodron</p>
<p>Não é o que o outro é, diz ou faz que deve ser analisado e compreendido&#8230;<br />
É o que o outro desperta, expõe e provoca em nós através do que é, diz ou faz que deve ser analisado e compreendido.</p>
<p>O outro é apenas um veículo cósmico que nos vem trazer o recado da nossa evolução.<br />
É um espelho para o que somos ainda incapazes de ver em nós próprios.<br />
Até compreendermos isto, o outro é a fuga, é o adiamento da nossa cura, é a projecção exterior, é a desresponsabilização, é o saco do nosso lixo que somos ainda incapazes de reciclar dentro de nós próprios.</p>
<p>Somos responsáveis pela nossa célula individual no que toca à sua existência, felicidade, valor, evolução, cura, manutenção. Tudo começa e acaba em nós.</p>
<p>O grau de ignorância e inconsciência desta mecânica é ainda tão forte que perdemos maior parte do nosso tempo a injectar energia nas duas posturas de fuga que em nada servem o propósito de evolução;</p>
<p>&#8211; Ou estamos presos à revolta a julgar e a projectar no outro a violência, abandono e frustração que negamos e precisamos sarar em nós.</p>
<p>&#8211; Ou estamos presos à vitimização, à lamúria e sentimento ilusório de injustiça que nos convém alimentar para nos mantermos na negação.</p>
<p>Os canais de televisão em geral hoje em dia servem bem de alimento a estas duas posturas.<br />
Ou estamos a ser carrascos ou estamos a ser vitimas e em ambas as posturas uma infantil e deprimente falta de responsabilidade de reconhecermos tanto o melhor como o pior que existe em nós.<br />
Lá chegará o dia em que o carrasco irá assumir a sua violência e perceber que um dia já foi vitima. A vitima também um dia irá perceber que um dia também já foi o carrasco. Ou seja, ambas as energias vivem em todos nós.</p>
<p>Nova postura responsável e espiritualmente evoluída;<br />
A postura do meio como nos inspirou Buda.<br />
Ou seja, assumir que os dois lados fazem parte de nós e que o lado do amor tem a capacidade interna de pacificar o lado do medo fechando assim o circuito interno de cura e evolução.</p>
<p>Na práctica</p>
<p>&#8211; Pacificamente confiar que tudo o que vem a nós é karmicamente atraído pela nossa vibração e como tal traz um recado de evolução para a nossa história.</p>
<p>&#8211; Agradecer internamente ao outro a oportunidade que ele trouxe de despertar sombras escondidas que podem agora sair da negação e ser saradas.</p>
<p>&#8211; Reconhecer as emoções que o outro despertou em nós.</p>
<p>&#8211; Libertar o outro.</p>
<p>&#8211; Assumir a responsabilidade pela cura dessas emoções em nós e transformação das mesmas em amor, humildade, aceitação e rendição aos processos de evolução karmicos.</p>
<p>&#8211; Após libertação das posturas internas da vitima e do carrasco, dá-se a integração dos dois lados como essenciais ao nosso equilíbrio e consciência.</p>
<p>A maturidade que todos tanto valorizamos não vem de cargos superiores, títulos ou acumulação de riqueza e bens materiais. Ela é sim e apenas fruto de quem consciente ou inconscientemente tem a capacidade de fazer este processo de integração da luz e sombra em si.<br />
Enquanto a integração dos dois lados não acontecer, iremos sempre atrair situações que nos vêm mostrar o estado de desequilíbrio em que insistimos em nos manter.</p>
<p>Bem Hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/kriemer-932379/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3963916">Kerstin Riemer</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3963916">Pixabay</a></p>
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