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	<title>apego &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>Os pais não são heróis, são apenas humanos..</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 19:36:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8220;Não falo com a minha mãe há anos.&#8221; &#8220;Preferia não falar da minha mãe.&#8221; &#8220;A minha mãe é culpada da minha infância miserável.&#8221; &#8220;Se não fosse a minha mãe eu era feliz.&#8221; &#8220;Não me identifico de todo com a minha mãe&#8221;. e quem diz mãe, diz pai ou não raras vezes, os dois. Sempre o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não falo com a minha mãe há anos.&#8221;<br />
&#8220;Preferia não falar da minha mãe.&#8221;<br />
&#8220;A minha mãe é culpada da minha infância miserável.&#8221;<br />
&#8220;Se não fosse a minha mãe eu era feliz.&#8221;<br />
&#8220;Não me identifico de todo com a minha mãe&#8221;.<br />
e quem diz mãe, diz pai ou não raras vezes, os dois.</p>
<p>Sempre o julgamento a impedir que vejamos nos nossos criadores (pais), os mesmos dilemas que se escondem na criatura (sim, nós próprios)!</p>
<p>Sempre a projeção no outro, daquilo que nos recusamos a ver em nós.</p>
<p>Sempre o idealismo que espera do outro a perfeição, a santidade, o sacrifício, o exemplo ou modelo daquilo que &#8220;EU QUERO!&#8221; que o outro seja.</p>
<p>Sempre a ilusão e respetivas desilusões de olharmos para o mundo como gostaríamos que ele fosse, mas incapazes de o ver perfeito como ele é pela lente das leis universais e das aprendizagens que cada um de nós vem fazer.</p>
<p>Sempre a ignorância sobre a lei da atracção que nos fez nascer na família que temos e a do Karma que nos fez viver através da mãe ou do pai ou de ambos, consequências de velhos formatos de conduta que vêm agora ser curados e transformados.</p>
<p>Sempre a incapacidade de reconhecer que atraímos o que precisamos e não o que queremos. O que os pais não deram, cabe-nos a nós encontrar.</p>
<p>Sempre a deprimente vitimização que continua a ter mais aplauso e atenção do que o trabalho de terapia, consciência, responsabilidade e transformação pessoal.</p>
<p>Sempre a falta de consciência e responsabilidade pessoal sobre o estado da nossa energia pessoal e de tudo o que ela atrai, manifesta e precisa manifestar para libertar a densidade que carrega e atrai.</p>
<p>Sempre a cegueira quanto aos padrões que nos rodeiam e que nos impedem de ver que o pior que vejo no outro também está em mim.</p>
<p>Sempre o julgamento a impedir que percebamos que quem admiramos nos mostra os nossos padrões já curados e quem nos desafia representa os nossos padrões por curar.</p>
<p>Todos os dias lido com uma ou várias destas vertentes quando ouço as pessoas a relatarem a sua realidade, principalmente na sua relação com os pais.</p>
<p>Independentemente se estão vivos ou já partiram, se estão presentes ou distantes, se há violência ou não há contacto nenhum, a cura acontece não propriamente com os pais mas sim com as representações internas que temos deles.<br />
Com as ilusões e expectativas irrealistas que tivemos em relação a eles de serem os pais perfeitos. Com os espelhos que eles representam que nos levam à nossa própria cura. Com a nossa incapacidade de os vermos como humanos com o seu próprio percurso evolutivo.</p>
<p>Não é raro ouvir pessoas dizerem que precisam de perdoar ou que já perdoaram os pais.<br />
Perdoar implica que alguém falhou.<br />
Perdoar é querer ficar como superior.<br />
No entanto, a antiga sabedoria oriental diz que:<br />
&#8220;Tudo está certo, no tempo certo, com a pessoa certa.&#8221;</p>
<p>A cura não acontece de fora para dentro, mudando os outros ou as circunstâncias. Tudo o que te aconteceu, estava pre-destinado, está escrito no teu mapa desde a primeira respiração.</p>
<p>A cura é a pacificação com a realidade, partindo do princípio que a realidade é inteligente e representa as condições perfeitas, os eventos e pessoas que irão incentivar a nossa evolução.</p>
<p>Deixo então a questão;</p>
<p>&#8220;- Já fizeste as aprendizagens e as pazes com a realidade que atraíste?&#8221;</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/skalekar1992-7886055/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3120717">skalekar1992</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3120717">Pixabay</a></p>
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		<title>Escolhe evoluir!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 13:36:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O livre arbítrio é um conceito muito mais complexo do que possa parecer. Não se trata de simplesmente termos o poder de fazermos o que queremos. Se assim fosse, o mundo seria um sítio caótico que mais pareceria a república das bananas, o que não é. Todas as ecolhas que todos os dias fazemos e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O livre arbítrio é um conceito muito mais complexo do que possa parecer.<br />
Não se trata de simplesmente termos o poder de fazermos o que queremos. Se assim fosse, o mundo seria um sítio caótico que mais pareceria a república das bananas, o que não é. Todas as ecolhas que todos os dias fazemos e vemos fazer, são apenas experiências que fazem parte da nossa viagem de evolução. E para nos ajudar a aprender a distinguir entre as energias do amor e do medo, a Lei do Karma devolve-nos as consequências de cada escolha.</p>
<p>As notícias que invadem as televisões não são mais do que a visão desse fenómeno da roda karmica onde podemos ver o que andamos a fazer e o que andamos a colher.</p>
<p>O livre arbítrio só faz sentido a partir do conceito Oriental da dualidade e serve precisamente para nos permitir fazer as nossas escolhas a partir da energia do amor ou da energia do medo. E se durante séculos sempre associámos amor ao outro, a viagem espiritual ensina que antes de chegar ao outro, temos uma responsabilidade pessoal pela nossa própria manutenção. Precisamente porque ninguém nos ensinou sobre esta responsabilidade pessoal, sofremos todos da mais triste das doenças; A falta de amor próprio.</p>
<p>O amor próprio não nos pode ser dado por ninguém, comprado numa farmácia ou ganho com o Euromilhões. Ele é o resultado da ação amorosa, da capacidade de escolher o amor, de criteriosamente escolhermos antes de mais, o que nos mantêm nessa vibração elevada.</p>
<p>Então como sabemos se estamos a escolher pelo medo ou pelo amor?</p>
<p>Tanto o medo como o amor são energias, tal como combustível, são o que nos impulsiona e tanto uma como a outra se disfarçam de infinitas formas no nosso dia a dia.<br />
Por exemplo:</p>
<p>Medo é:<br />
Resistência à mudança<br />
Controle de pessoas e circunstâncias<br />
Autoritárismo sobre os outros<br />
Manter-se na ignorância<br />
Julgar os outros<br />
Crença na sorte e azar<br />
Apego a pessoas e bens materiais<br />
Vitimização<br />
Conservadorismo<br />
Violência<br />
Submissão<br />
Necessidade de agradar<br />
Perfeccionismo<br />
e outras &#8230;.</p>
<p>Amor é:<br />
Arriscar novas experiências<br />
Tolerância<br />
Sair da zona de conforto<br />
Optimismo<br />
Compaixão<br />
Espirito humanitário / igualdade<br />
Responsabilidade pessoal<br />
Amor próprio<br />
Aceitação pessoal<br />
Coragem<br />
Assertividade<br />
Aceitação da diferença<br />
Liberdade<br />
Humildade<br />
e outras&#8230;.</p>
<p>Obviamente que a pessoa que ainda vive na densidade do medo, sujeitando os seus campos espiritual, físico, mental e emocional a essas baixas vibrações, irá co-criar uma realidade pessoal cheia de pessoas e circunstâncias que estão na sua vibração negativa.<br />
Para quê?<br />
Para que aprenda pela experiência que a escolha do medo nunca gera felicidade ou abundância. Em qualquer momento o seu livre arbítrio pode escolher pelo amor e começar o seu processo de elevação.</p>
<p>Pelo contrário, a pessoa que já aprendeu a respeitar a sua dualidade, a iluminar e transformar os seus aspectos mais sombrios e a dignificar os seus aspectos mais positivos, terá uma vibração mais elevada.<br />
Esta será já capaz de inspirar pois já descobriu o segredo da evolução e já aprendeu a fazer escolhas de qualidade e como tal já começou a atrair circunstâncias de qualidade.</p>
<p>Costumo durante a primeira sessão fazer um exercício onde vamos perceber as pessoas que nos rodeiam, porque estão lá, qual o seu papel, o que têm para nos ensinar que nós precisamos aprender. É durante este trabalho que percebemos também o desperdício de energia diária que fazemos sem nos darmos conta. Vamos perceber que tipo de escolhas fizemos no passado que precisam vir à luz para que sejam transformadas e libertas.</p>
<p>Sem esta consciência corremos o risco de desperdiçar energia pois ou ela está a ser gasta a manter ou velho ou a criar o novo, nós escolhemos!</p>
<p>Bem hajas! &lt;3<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/jillwellington-334088/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=570881">Jill Wellington</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=570881">Pixabay</a></p>
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		<title>A Mudança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2019 10:04:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A mudança. Essa realidade tão temida mas tão certa na nossa viagem. Quem nunca viveu mudanças que ponha o dedo no ar. É curioso como a maioria das pessoas teme ou pelo menos fica desconfortável perante a ideia de mudança mas, internamente, todos a desejamos. Mas paradoxalmente se a ideia de mudança assusta, a ideia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mudança.</p>
<p>Essa realidade tão temida mas tão certa na nossa viagem.<br />
Quem nunca viveu mudanças que ponha o dedo no ar.<br />
É curioso como a maioria das pessoas teme ou pelo menos fica desconfortável perante a ideia de mudança mas, internamente, todos a desejamos. Mas paradoxalmente se a ideia de mudança assusta, a ideia de não mudança por vezes assusta ainda mais.<br />
&#8211; Desde que sejam mudanças positivas e para melhor, elas não me assustam, pensas tu.<br />
E eu respondo: As mudanças são sempre para melhor. Elas trazem sempre a intenção da superação. A mudança existe como oportunidade de crescimento e evolução.<br />
A questão é que nem sempre percebemos isso e por isso mesmo lhe resistimos e nos recusamos a fazer todo o processo que ela implica.</p>
<p>Passar de uma situação boa directamente para outra melhor é uma ilusão. Seria negar a lei dos opostos, a lei do equilíbrio, a lei da polaridade, a lei do género, a lei do karma, o processo de transformação e outras.</p>
<p>A mudança faz-se necessária quando o estado actual já cumpriu o seu objectivo de experimentação. Quando as aprendizagens do estado de coisas actual já foram feitas e estamos entretanto disponíveis para novas experiências que implicam um novo estado de coisas cheio de potencia e com elas novas aprendizagens.</p>
<p>Cada palco entre mudanças esconde variadíssimas experiências que irão ser trabalhadas tanto ao nível da alma onde iremos trabalhar o nosso mundo interior, como ao nível da personalidade onde iremos experienciar, testar e superar as questões do nosso mundo interior lá fora no mundo.</p>
<p>Aqui começa o nosso dilema; a nossa alma está sempre disponível para as mudanças pois é através delas que ela irá resgatar o seu potencial de luz mas a personalidade e os seus medos oferece resistência, agindo inclusive contra a mudança de maneira a manter sempre um velho estado de coisas em busca de uma ilusória segurança.</p>
<p>Este esforço é inútil pois o Cosmos age sobre o nosso espírito e os movimentos energéticos irão levar a mudança a cabo quer queiramos quer não. Resistir irá sempre criar mais sofrimento do que rendermo-nos à sua proposta e nos deixarmos fluir com ela.</p>
<p>Perceber então em que consiste o processo de mudança ajuda-nos a cooperar com ele pois como disse antes, passar directamente de uma situação boa para outra melhor é uma ilusão.<br />
A mudança implica sempre então alguns passos para que se cumpra de forma consciente e construtiva:</p>
<p>1- Reconhecer a realidade actual e que em última análise foi um dia desejada e materializada.</p>
<p>2- Validar o que ela ensinou e despertou em nós. Seja um potencial positivo escondido seja a transformação de aspectos negativos que há muito pediam cura.</p>
<p>3- Abrir mão dessa realidade em estado de amor e gratidão por tudo o que ela representou e ensinou.</p>
<p>4- Dar os primeiros passos já sem essa velha realidade de maneira a reconectarmos com a nossa essência e relembrarmos o nosso próprio equilíbrio. Depois de anos a viver com bengala há que aprender a caminhar sem ela.</p>
<p>5- Estarmos disponíveis para escolhermos conscientemente uma nova realidade, um novo palco de experiências, ir rejeitando lições aprendidas que não precisam ser repetidas mas estarmos abertos a novas experiências que tragam lições novas.</p>
<p>6- Entrar na nova experiência com a consciência que algures no tempo, também irá ser questionada e iremos ser convidados a seguir em frente.</p>
<p>Assim começou o meu ano. A mudança perante um velho estado de coisas que ainda parecia tão válido e confortável mas que internamente já tinha sido explorado ao limite e pedia agora uma nova realidade, novas emoções, um diferente estado de espírito.<br />
Muitas vezes resistimos à mudança justificando que a velha realidade ainda serve, ainda &#8220;funciona&#8221;, ainda está boa para durar mais tempo, mas são apenas desculpas para abafarmos e escondermos o nosso medo de mudar. É dessas pequenas mas poderosas mentiras pessoais, desse desalinhamento entre alma e personalidade, que nasce a frustração diária, o vazio, a depressão que tão bem poderiam ser curados se estivéssemos abertos ao processo de mudança e transformação permanente. Admito que nem sempre é um processo confortável, mas é sem dúvida essencial à busca da felicidade e realização interior.<br />
A mudança é uma realidade inescapável. A questão é então se és tu a criá-la ou se estás à espera que o Universo a crie por ti. O meu conselho é, empodera-te e cria-a tu!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/alberto68a-2593919/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5157176">alberto agostini</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5157176">Pixabay</a></p>
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		<title>O desapego como via de evolução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Aug 2018 10:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dizem os Budistas que um dos venenos do mundo é o apego. A partir do momento em que o espírito encarna, começa o litígio que irá durar a vida inteira, entre a vontade do espírito e as necessidades do corpo. Entre o que queremos e o que precisamos. Entre ir ou ficar. Entre ser ou [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dizem os Budistas que um dos venenos do mundo é o apego. A partir do momento em que o espírito encarna, começa o litígio que irá durar a vida inteira, entre a vontade do espírito e as necessidades do corpo. Entre o que queremos e o que precisamos. Entre ir ou ficar. Entre ser ou ter. Entre o que está dentro e o que está fora. Entre o nosso Sol e a nossa Lua.<br />
Espírito e corpo é a dualidade encarnada e o segredo de uma vida feliz passa por fazermos deste equilíbrio interno uma prioridade.</p>
<p>No entanto, embora seja relativamente simples de explicar, o conceito de equilíbrio é um processo desafiante que vai ser vivenciado através de inúmeras experiências ao longo de várias vidas a ser atingido.<br />
A ignorância sobre o processo de evolução espiritual, leva a maioria a nem sequer reconhecê-lo e muito menos a cumpri-lo positivamente e prova disso são os poucos seres humanos, de diferentes culturas, tempos e formas que atingiram o grau de Mestria.</p>
<p>Mas se a Mestria é o equilíbrio da dualidade, muito antes de estarmos preparados e despertos para o equilíbrio, precisamos antes fazer a experiência da dualidade e isso implica a aceitação de ambas as partes. Implica a rendição e a aceitação dos dois polos da realidade. Implica fazer o despego daquilo que queremos (só uma das partes ou a parte positiva) para podermos então estar disponíveis para aceitar o outro lado. Ou seja, precisamos aprender a confiar que todos os movimentos da vida estão apoiados neste princípio. Que há que respeitar os dois pratos da balança quando o objectivo é o meio.</p>
<p>Quanto mais abertos estivermos para as várias experiências de ambos os lados, mais vamos sendo capazes de observar o fenómeno. O mundo tal como o vemos é isso mesmo, um parque gigante de experiências da dualidade onde cada um, apoiado pelas leis universais, irá atingir o seu equilíbrio algures no tempo.</p>
<p>Diz uma frase de Gandhi que &#8220;Não há caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho&#8221;.<br />
Felicidade ou equilíbrio é o objectivo e obviamente que não deve depender de circunstâncias exteriores, como nos mostraram todos os mestres das mais variadas maneiras.<br />
Infelizmente ainda há muitos que fazem da felicidade um destino, ignorando a riqueza da viagem e pagando preços caríssimos pela mesma.</p>
<p>Este ano e em particular estes dois últimos meses trouxeram muitas propostas intensas, levaram muitos aos seus limites, revelaram onde, como e com quem estávamos a criar apegos e dependências que impedem a balança de atingir o seu equilíbrio. Confiemos que tudo faz parte, tanto o que vai como o que chega, tanto o positivo como o negativo, por isso resta-nos sermos observadores das energias em movimento. Abençoemos o processo e preparemo-nos para novas propostas de equilíbrio até ao fim do ano.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/truthseeker08-2411480/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5843719">truthseeker08</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5843719">Pixabay</a></p>
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		<title>Apego e o processo de emancipação</title>
		<link>https://veraluz.pt/apego-e-o-processo-de-emancipacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 19:12:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O apego é um dos venenos do mundo, dizem os budistas. O apego acontece como uma resistência à vida, ao próprio processo de encarnação ou nascimento, à tentativa de ficar preso a algo que nos adia o amadurecimento, a capacidade de amadurecermos e nos empoderarmos da nossa história de maneira a assumir a responsabilidade pelas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O apego é um dos venenos do mundo, dizem os budistas.<br />
O apego acontece como uma resistência à vida, ao próprio processo de encarnação ou nascimento, à tentativa de ficar preso a algo que nos adia o amadurecimento, a capacidade de amadurecermos e nos empoderarmos da nossa história de maneira a assumir a responsabilidade pelas escolhas que fomos e vamos fazendo ao longo da nossa viagem.</p>
<p>O apego é a prisão a algo ou alguém que nos transmite segurança, amor e proteção na ilusão de que vai haver sempre alguém responsável que irá tomar conta de nós. É um estado semelhante ao que o feto sente dentro do útero; alguém está a tomar conta e a proporcionar o necessário para a sobrevivência do bebé. Do ponto de vista do bebé, a postura é de passividade, espera, irresponsabilidade, imaturidade, incapacidade de autonomia total.</p>
<p>Em vez de acompanhar os movimentos de evolução, de responsabilidade e de autonomia, a energia do apego tem o movimento oposto tentando recriar a dependência e a permanente busca de algo ou alguém que seja o provedor de amor, alimento, segurança e proteção.<br />
Porque idade não é sinal de maturidade, não é raro encontrarmos adultos que inconscientemente resistiram toda a vida ao processo de emancipação e maturidade emocional e vivem &#8220;apegados&#8221; a algo ou alguém a quem disfarçadamente vão buscar o que precisam. Amor, segurança, alimento, proteção.</p>
<p>O marido que casa em busca da &#8220;mãe&#8221;. A mulher que casa em busca do &#8220;pai&#8221; ou que acha graça o marido ser mais um &#8220;filho&#8221;. A mulher que se anula a favor do papel de mãe e que se apega exageradamente aos filhos. A pessoa que nutre todos à sua volta em busca de recriar a dependência/apego ou o adulto que não amadurece e que se comporta como a eterna criança achando sempre que todos à sua lhe devem algo a que tem direito.<br />
E quando não são pessoas, será o dinheiro a fazer o papel da segurança, a comida a fazer o papel do alimento e conforto, o sexo a substituir o amor.</p>
<p>O processo de maturidade obedece a uma sequência. Primeiro como crianças aprendemos a pedir e a receber para mais tarde sermos capazes de dar e proporcionar. Se resistimos à sequência saudável, ficamos presos à necessidade de receber, por vezes a vida toda e tornamo-nos incapazes de dar. Mais cedo ou mais tarde, a vida virá propor o equilíbrio proporcionando maneiras de curar estas resistências e desequilíbrios.<br />
Ficam algumas pistas de como a vida nos vem convidar a sarar estas histórias;</p>
<p>&#8211; Ausência de amor na infância<br />
&#8211; Mãe emocionalmente indisponível<br />
&#8211; Abandono, rejeição, solidão<br />
&#8211; Falta de &#8220;colo&#8221;<br />
&#8211; Frieza emocional de quem a rodeia<br />
&#8211; Assumir responsabilidades muito cedo<br />
&#8211; Sentimento de ser empurrad@ para o mundo<br />
&#8211; Medo de não ser capaz</p>
<p>Estas infâncias difíceis escondem a intenção de cura, consciência e equilíbrio destes apegos que podem não só durar uma vida inteira como vazar para vidas futuras. Ou seja, se a &#8220;doença&#8221; nos leva a agarrarmo-nos a alguém e a recriar a dependência e apegos, então iremos escolher uma vida onde os mesmos sejam difíceis para não dizer impossíveis de serem recriados, tal como vimos na lista acima. Do ponto de vista do espírito, esses acordos de desapego são então actos de amor combinados que irão permitir que o processo de emancipação aconteça. Do ponto de vista do ego, iremos sofrer e projectar a nossa dor nos &#8220;maus&#8221; que não nos deram amor&#8221;.</p>
<p>O apego acontece quando o processo de maturidade emocional não se faz, seja por resistência da criança pelo seu apego à mãe, seja pelo apego da própria mãe que boicota a autonomia da criança, mantendo-a na situação de dependência e promovendo o apego.</p>
<p>Idealmente o processo de maturidade emocional começa aquando do nascimento onde o cordão umbilical é cortado, assinalando nesse pequeno ritual, o começo da viagem de emancipação desse novo ser.<br />
Num mundo perfeito, o papel da mãe ou de quem esteja a substituir/ajudar, é então o de acolher o novo ser e aos poucos ir promovendo a sua autonomia, a sua independência e a capacidade do novo ser funcionar sozinho.</p>
<p>Mas este não é um mundo perfeito. Caso fosse teríamos mães e pais e filhos perfeitos e não haveria sofrimento no mundo. O convite da viagem na Terra é a vivência da dualidade onde cada um de nós possui o livre arbítrio para a experienciar à sua maneira.</p>
<p>Logo, embora o processo de maturidade seja a proposta ideal, cada um de nós irá experienciá-lo de várias maneiras, seja a resistência ao mesmo seja pelo contrário, feito cedo demais, fenómeno que podemos observar em certas crianças que se revelam muito maduras desde cedo. E embora lhes achemos muita graça e sejam de facto mais fáceis de lidar, não quer isso dizer que sejam emocionalmente mais saudáveis. Ou seja, podem estar a fazer uma compensação de várias vidas de apegos.</p>
<p>Embora seja um tema e um processo comum a todos nós, pois todos temos como proposta a viagem de maturidade emocional, tenho observado que está inconsciente em muitas pessoas. Não são difíceis de encontrar os que vivem pela vida fora como se tivessem 4 anos, cobrando, pedindo, fazendo birras, esperando e exigindo de quem os rodeia a mesma atenção e disponibilidade que tem a mãe para com o recém nascido. E porque são movimentos inconscientes, facilmente resvalamos nos seus desequilíbrios, e nos perdemos numa qualquer fonte de apego, colocando em causa o nosso processo de maturidade e evolução pessoal e espiritual.</p>
<p>O processo de emancipação convida a todos nós à libertação gradual de qualquer tipo de apego ou dependência. Pede-nos autonomia, maturidade, capacidade de assumirmos o nosso caminho pessoal confiando que temos em nós os recursos suficientes para ir navegando pela vida. Pede que identifiquemos onde é que ainda vivemos infantilmente na forma de pedir, exigir e esperar e aprendamos a ser o adulto capaz de se auto-sustentar sozinho. Será desta autonomia que iremos então estar preparados para criar relacionamentos maduros e de qualidade. Relacionamentos onde o respeito pela individualidade e proposta pessoal de cada um é uma prioridade. Relacionamentos livres de exigências, cobranças e jogos psicológicos que mais não são do que repetições das birras infantis.</p>
<p>Sabendo isto procura então na tua vida onde possam haver relações que escondam apego. Serás tu que estás apegada a alguém que se esconde atrás de um qualquer papel na tua vida? Estarás tua ser o apego de alguém que olha para ti como uma fonte de amor, proteção, alimento e segurança? A tua consciência e intuição te levarão à verdade. Fomentar o desapego não implica perdermos as pessoas em questão. Implica sim incentivar a autonomia e o processo de emancipação emocional de cada um. Dessa maneira haverão dois seres livres e responsáveis e não dois seres imaturos que se manipulam um ao outro.</p>
<p>O ritual do corte do cordão umbilical assinala a nossa chegada à Terra e o início do processo de emancipação. Algures no tempo, é suposto a mãe entregar a criança à Mãe Terra que a irá sustentar e servir de apoio para percorrer o seu caminho. O pai deverá religá-la ao Pai Céu a quem irá buscar orientação e os sinais de como percorrer o caminho e cumprir a sua viagem. O processo de maturidade não implica perder ou deixar pessoas para trás. Implica apenas libertarmo-nos de dependências interiores que temos que nos fazem acreditar que nos são essenciais quando na verdade não são..<br />
Para as identificares, procura na tua vida onde os termos; &#8220;preciso, dependo, faz-me falta, é-me essencial, não vivo sem, X é o meu pilar, etc&#8221; possam estar a esconder apegos inconscientes. Por mais que os amemos e queiramos que estejam sempre por perto, podemos e devemos trabalhar dentro de nós a consciência de que somos seres individuais, com histórias únicas, caminhos únicos preparados interiormente para os trilhar sozinhos. Libertemos então o apego e abençoemos e desfrutemos sim da sua companhia mas em estado de liberdade pois é dessa liberdade que nasce o verdadeiro amor.</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/sasint-3639875/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1807513">Sasin Tipchai</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1807513">Pixabay</a></p>
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		<title>Qual é o meu futuro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Aug 2017 14:12:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Recebo tantas mensagens a perguntar se os meus &#8220;tratamentos&#8221; funcionam, se com uma sessão ficam curadas, se os ataques de pânico desaparecem, se o medo se evapora, se depois já conseguem isto e aquilo, etc. Ou seja, a era do click chegou ao mundo da terapia! Admito que é uma tentação a ideia de que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recebo tantas mensagens a perguntar se os meus &#8220;tratamentos&#8221; funcionam, se com uma sessão ficam curadas, se os ataques de pânico desaparecem, se o medo se evapora, se depois já conseguem isto e aquilo, etc. Ou seja, a era do click chegou ao mundo da terapia!<br />
Admito que é uma tentação a ideia de que possa haver fast-healing tal como há fast-food, mas obviamente há que separar as águas&#8230;</p>
<p>1º Eu não faço &#8220;tratamentos&#8221;. Aplico ferramentas, exercícios, técnicas que têm como objectivo levar a pessoa a tomar consciência da sua história, perceber que energias carrega e como pode transformá-las. Cada um fará os devidos ajustes e mudanças na sua vida lá fora de acordo com o que percebeu em consulta.</p>
<p>2º Nada irá mudar se TU não mudares também. Quando não fazemos mudanças, a realidade à nossa volta mantém-se, os padrões repetem-se o que origina queixume, vitimização e tendência a culpar os outros. Cada um terá a disciplina mental interior ou não para mudar estes padrões dentro de si.</p>
<p>3º Não somos vítimas de sorte ou azar, de bons ou maus pais, de ter ou não emprego, de ter bons ou maus relacionamentos, de ter filhos mais ou menos difíceis. Tudo o que nos rodeia é um espelho da relação que temos connosco próprios. Cada um irá ou não aproveitar os espelhos para corrigir em si os seus próprios desequilíbrios.</p>
<p>4º Responsabiliza-te pela tua cura. A cura não se faz numa sessão ou com um livro. Ela é a viagem da nossa vida, implica trabalho permanente a nível fisico, mental, emocional e espiritual. Implica respeitar os ciclos da vida, tanto naturais como astrológicos e numerológicos. Implica ir fluindo com a vida fazendo do nosso equilíbrio interior, uma prioridade. Cada um irá ser capaz de aplicar esta visão ou não.</p>
<p>5º Não controlamos seja o que for. Apenas temos o poder de responder aos eventos da vida e de colocar em acção determinadas forças. Não controlamos o impacto que elas irão ter ou a que nos irão chegar. Saber isto ajuda-nos a desactivar a ansiedade e os medos e a aprender a confiar no movimento inteligente das energias. Cada um irá manter ou não esta consciência e fará ou não este trabalho.</p>
<p>6º Temos TUDO dentro de nós. &#8220;sou insegura, não tenho auto-estima, estou presa no medo&#8221; estas e outras são afirmações falsas que acreditamos erradamente. Cada um de nós traz energias desequilibradas que precisam de novos movimentos nossos para se equilibrarem. O medo precisa de coragem. O pânico precisa de fé. A tristeza precisa de alegria. A raiva precisa de criatividade. A frieza precisa de amor, etc. Cada um irá ou não responsabilizar-se pelos novos movimentos que contrariem os velhos excessos ou faltas.</p>
<p>7º O amor é um estado de SER e não um estado de ter. São muito poucos os que já perceberam o conceito de amor próprio. A maioria tem apenas noção de amor em termos românticos a dois e por isso a rejeição, abandono, solidão, violência, cobrança e julgamento abundam dentro das relações. Antes de chegarmos ao outro temos que fazer a nossa parte para que depois então não haja nem submissão nem exigência. Cada um irá ou não fazer este resgate de amor próprio.</p>
<p>8º Adivinhação e futurismo&#8230;. Sim ainda há quem pague, e muito, para ouvir alguém que lhes dizer quando vão casar, ter filhos, ser promovidos, etc. Pior do que viverem enganados é viverem inconscientes do poder que têm de mudar as suas vidas. Cada um irá lá fora investir o seu tempo e dinheiro onde bem entende.</p>
<p>Poderia dar infinitos exemplos de como podemos cair no erro de achar que uma consulta pode &#8220;curar&#8221; seja o que for. O trabalho de crescimento interior e desenvolvimento pessoal é e será sempre um trabalho interno, pessoal, individual que terá, quando assim o entendermos, a ajuda de um facilitador, terapeuta ou simplesmente um anjo disfarçado de agente de transformação que nos irá empurrar para o nosso equilíbrio.</p>
<p>Todo o meu trabalho tem como base a responsabilidade que cada um tem pela sua existência, pelo estado da sua energia, pelas energias que traz do passado e como aceder ao potencial a que se propôs.<br />
Foi inspirada por estes princípios que mudei a minha vida e encontrei o trilho da minha existência e logo são estes mesmos princípios que acredito irão fazer magia na vida de quem os aplicar.<br />
Tenho perfeita consciência que há infinitos caminhos para a luz e que o primeiro passo tem que acontecer dentro de nós. Não pretendo por isso indicar caminhos, apenas ajudar quem se perdeu a voltar ao seu.</p>
<p>Bem hajam<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/thedigitalartist-202249/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2034990">Pete Linforth</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2034990">Pixabay</a></p>
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		<title>Muda a tua história mudando a tua energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jul 2017 13:30:41 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de solidão e carência é resultado da falta de validação pessoal e amor próprio e torna-se ainda mais doloroso quando ainda esperamos que seja curado ou preenchido de fora para dentro. Quando estamos vazios acreditamos que nada merecemos, somos incapazes de fazer boas escolhas, aceitamos o que não tem qualidade e permitimos todo o tipo de abusos.<br />
Infelizmente a maior parte vive inconsciente do seu próprio estado e por isso só mesmo através das experiências da vida vamos percebendo o que funciona e o que não funciona. Se estamos ou não no bom caminho.<br />
Quem nos rodeia e o que a nós chega vai aos poucos contando a história, mostrando em que estado real está a nossa energia.</p>
<p>Quando estamos em estado de carência, ainda acreditando que virá alimento de fonte externa, todo o nosso foco está fora num qualquer exagero que apenas serve de compensação do vazio.<br />
Ou está na comida como fonte de alimento emocional, ou está nos filhos como fonte de amor, ou está numa qualquer relação como fonte de segurança, ou está num emprego como fonte de estabilidade, ou está nos amigos como fonte de aceitação e apoio, ou está nas compras e no dinheiro como fonte de valor pessoal e muitos outros exemplos que poderia dar aqui. Atenção, nada de errado em ter tudo isto. Aliás, tudo o que está fora é essencial a uma viagem maravilhosa que vem colorir as várias áreas de vida que viemos experienciar.<br />
A questão está apenas na maneira como o experienciamos e na direcção em que a energia circula.</p>
<p>Ainda temos a tendência de ir buscar fora o que acreditamos precisar dentro, quando na verdade a energia trabalha ao contrário; primeiro reconhecemos, validamos e sentimos dentro para que depois se manifeste ou materialize fora.</p>
<p>Mesmo em rotinas algo idênticas e tão facilmente nos iludimos com quem connosco se cruza, é muito diferente a experiência interna de alguém que vive vazio e em carência e de alguém que vibra já em amor e se sente preenchido.</p>
<p>Há pouco tempo uma mãe desabafava comigo que todos os dias no carro depois do trabalho, sentia uma imensa vontade de chegar a casa e de dar um enorme abraço ao seu filho de 3 anos. À parte do imenso e incondicional amor que todos temos pelos nossos filhos eu deixo a pergunta;</p>
<p><em>&#8211; Escondida no seu inconsciente, sentes que esta mãe tem na verdade a intenção de ir DAR energia ao filho ou de ir BUSCAR energia ao filho?<br />
</em><br />
Estamos a falar de uma mulher que se sente vazia e numa rotina sem sentido, a viver um relacionamento sem qualidade, presa a um emprego que não gosta e veio para uma consulta em busca de entender porque dá o seu melhor em tudo e se sente cada vez pior, mais vazia e mais perdida.</p>
<p>À parte de todas as questões práticas e externas que obviamente ela terá que enfrentar para equilibrar a sua vida, como mudar a sua rotina, investir numa nova profissão ou trabalho mais preenchedor e decidir como pretende resolver a sua questão relacional, o grande e maior problema desta mulher esconde-se na maneira como ela gere a sua energia. Esconde-se na raiz da sua própria árvore na sua incapacidade de auto-sustento emocional e por isso tudo lá fora é uma expressão da sua própria falta de energia.<br />
Ficou algo chocada embora tenha reconhecido, quando lhe fiz ver que a única fonte de energia do momento era o filho que apenas com 3 anos estava a ter a responsabilidade de dar energia à mãe.</p>
<p>É importante percebermos que este mundo energético e emocional é invisível para nós e logo algo inconsciente para a maioria.<br />
Esta mulher não tinha qualquer consciência do que estava a a acontecer a nível energético.<br />
Neste dia esta mãe percebeu a cura que teria que fazer dentro de si para que conseguisse restaurar a sua energia e ser a mãe que todas queremos ser; a verdadeira fonte de amor, principalmente para uma criança de 3 anos que ainda precisa de sentir esse suporte e é ainda incapaz de autonomia emocional.</p>
<p>É neste acordar, é nesta tomada de consciência que temos o poder de direcionar as nossas energias que passamos então a usá-las inteligente e conscientemente.<br />
Quando reconhecermos o poder que temos de nos valorizarmos e amarmos a nós próprios e passamos a fazer escolhas que o expressem, aprendemos a manifestar a nossa energia de dentro para fora. Aprendemos a valorizar essa mesma energia, a sentir verdadeiro amor e carinho por ela e logo aprendemos a investi-la correctamente.</p>
<p>Por exemplo; se já temos consciência que temos um dom maravilhoso para lidar com crianças, que é com elas que nos sentimos &#8220;em casa&#8221;, que temos uma paciência e tolerância com elas que a maioria não tem, que somos capazes de uma empatia enorme com elas, que elas são o palco perfeito onde a nossa energia flui e aumenta, seria uma má escolha, um desperdício de energia e uma traição ao que nos faz sentido(sentir) esta alma investir por exemplo numa carreira na banca, certo?<br />
Claro que o podemos fazer mas a energia nunca irá fluir naquele ambiente austero e frio da mesma maneira que iria fluir onde temos o coração aberto e a alma feliz.</p>
<p>Quando lemos que somos responsáveis pela nossa energia, há que depois então manifestar essa responsabilidade nas nossas escolhas, sejam elas profissionais como o exemplo acima, sejam elas relacionais, de comida, livros, amigos, tempos livres, etc.</p>
<p>Há muitas maneiras de estudarmos a nossa energia. Nunca antes tivemos tantas ferramentas disponíveis para percebermos quem somos, o que trazemos das vidas passadas, e qual o nosso propósito pois só dessa consciência iremos perceber que padrões negativos ainda vivemos a alimentar impedindo-nos de atingir a nossa abundância.</p>
<p>Deixo-te com uma pequena ferramenta para que possas ir começando o teu processo interno;<br />
&#8211; O nosso discurso revela muitos segredos acerca do funcionamento da nossa energia. Ou seja; Que lógica teria ansiarmos por água e pedirmos água aos outros se temos a nossa garrafa cheia?</p>
<p>Se no teu discurso predominam os outros, a vida dos outros, o que os outros fizeram, disseram, deveriam ter feito ou deveriam ser, se há ainda muito tema e densidade emocional em volta de acontecimentos passados ou mesmo presentes menos felizes, é sinal de que ainda não há responsabilização pelos mesmos e ainda se escondem dependências na forma de crenças de que caso os outros mudassem, a tua vida seria mais feliz.</p>
<p>Se o teu discurso gira à volta de ti e das tuas necessidades, dos investimentos e escolhas que queres fazer, de como queres elevar a tua energia, do que precisas fazer para te sentires bem, da responsabilidade que tens pelo que atrais, de como podes harmonizar as necessidades de quem amas com as tuas próprias, acredito que já estarás no bom caminho.</p>
<p>A nossa cura só pode acontecer de acordo com a consciência que temos do nosso estado. Primeiro precisamos reconhecer que não estamos bem, que não estamos felizes, que as escolhas que fizemos não trouxeram bons resultados, que a nossa rotina é vazia de energia e sentido.<br />
Só desta tomada de consciência virão então as oportunidades de mudar de rumo. A todos os que se atreveram um dia olhar para o espelho e ouvir a alma e resolveram tomar uma atitude, o meu aplauso pela coragem de pedir ajuda e acreditarem que merecem melhor.</p>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p><a href="https://veraluz.pt/informacoes/" target="_blank" rel="noopener">Mais informações aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/stocksnap-894430/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=923882">StockSnap</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=923882">Pixabay</a></p>
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		<title>O papel do &#8220;outro&#8221; na nossa vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jun 2017 10:06:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Numa história Oriental: &#8220;O discípulo pergunta ao Mestre; &#8211; Mestre, como posso tratar os outros, principalmente os que ainda expressam violência e raiva? O Mestre responde; &#8211; Não há outros&#8230;&#8221; Até ao momento em que despertamos para o nosso mundo interior, para a nossa história individual e começamos a assumir responsabilidade pela nossa energia e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa história Oriental:</p>
<p>&#8220;O discípulo pergunta ao Mestre;<br />
&#8211; Mestre, como posso tratar os outros, principalmente os que ainda expressam violência e raiva?<br />
O Mestre responde;<br />
&#8211; Não há outros&#8230;&#8221;</p>
<p>Até ao momento em que despertamos para o nosso mundo interior, para a nossa história individual e começamos a assumir responsabilidade pela nossa energia e pela nossa contribuição ao mundo, vivemos ausentes de nós próprios, deslumbrados com a diversidade e complexidade do mundo.<br />
Ainda inconscientes da nossa responsabilidade pessoal de sermos co-criadores dessa realidade e que ela faz parte do nosso desafio pessoal, tudo faremos para a controlar de maneira a criarmos o mundo perfeito, com as pessoas perfeitas que ansiamos viver.<br />
Não sabemos ainda que a única maneira de mudar o mundo, é mudando a nossa energia interior, desactivando todas as frequências do medo e activando as energias do amor. Será apenas uma questão de tempo até que essas idealizações e fantasias de perfeição e controle rebentem, tal como bolas de sabão, para que possamos cumprir a proposta original da vida;<br />
&#8211; Rendermo-nos à vida tal como ela é.<br />
&#8211; Aprender a ver todos os movimentos como inteligentes e cheios de sinais para cada história individual.<br />
&#8211; Estudar as Leis Universais de maneira a percebermos esses movimentos.<br />
&#8211; Relembrar que talentos e dons trazemos dentro de nós para levar mais luz ao mundo. Cada ser humano que aceder à Luz deixará de ser.<br />
&#8211; Aproveitarmos cada momento para expressarmos a mais elevada versão de nós próprios.</p>
<p>Até acedermos a essa maravilhosa sabedoria e visão superior, a ilusão de que a nossa felicidade, equilíbrio e segurança se encontra algures no mundo continua&#8230;</p>
<p>&#8211; &#8220;Vera eu vivo com uma pessoa muito difícil. É uma pessoa insensível, sem empatia nenhuma, um tanto bruta. Nunca senti esta pessoa como um parceiro pois faz a sua vida como se eu não existisse e quando está comigo não me valoriza ou respeita. Mas como a mãe dessa pessoa já era assim eu até entendo e desculpo. Se ele fizesse um esforço ou desse valor à minha paciência e dedicação tudo seria maravilhoso.&#8221;</p>
<p>Sempre que ouço alguém ainda preso neste discurso, eu pergunto;<br />
-&#8220;Já percebeste porque atraíste essa pessoa e o que pretendes fazer com essa relação?&#8221;</p>
<p>E esta é a pergunta que a maior parte tenta evitar&#8230;&#8230;.<br />
Perceber esta pergunta implica aceitar a responsabilidade de ter co-criado uma relação sem qualidade. Implica que está na minha mão fazer o que é melhor para mim. Implica aceitar que o outro tem a liberdade de ser quem é. Implica que para fazer o que é melhor para mim terei que mudar a minha vida e ir em busca de uma nova realidade mais feliz para mim.<br />
Infelizmente a maior parte das pessoas ainda está presa no jogo &#8220;eu mudo para ti e tu mudas para mim&#8221;, jogo esse que nos cria apegos e obsessões doentias pelo outro.</p>
<p>A maior parte das pessoas, se eu deixasse, seria capaz de estar a falar dos comportamentos dos outros por horas. O que o outro fez ou disse ou devia ter feito. O que o outro não fez ou fazia mas já não faz. O que o outro podia ter feito e mais as razões que explicam ou justificam os mais variados comportamentos. De vez em quando, se eu não disser nada, ouço profundas análises dissecando de todas as maneiras, o outro.</p>
<p>Muitos são os que ainda não aprenderam a ver o outro como um meio de saberem mais sobre si mesmos. Não percebem que o que estão a ver é apenas um espelho do que vive inconsciente dentro de si mesmos em frequências diferentes. O outro é uma materialização de energias nossas que vêm à nossa vida para serem reconhecidas e actualizadas. A partir do momento em que as reconhecemos e saramos interiormente, mudando assim a nossa energia, a relação irá também consequentemente mudar. Ou o outro acompanha o nossa mudança vibratória ou a relação irá tornar-se impossível.</p>
<p>Ninguém nos ensinou que a nossa vida é uma continuação de uma história que já vem de traz. Que esta vida é apenas mais um episódio de uma gigante novela que já não nos lembramos como começou e está longe de terminar. Dentro ou fora das relações, o nosso trabalho pessoal interior irá ser feito.</p>
<p>Se queremos viver sob a lei do amor e integrar a espiritualidade na nossa vida, é essencial aprendermos a olhar para os outros como extensões da nossa energia. Como espelhos do que em nós não vemos. Como espíritos companheiros que inconscientemente conspiram para o nosso equilíbrio interior. Como carteiros cósmicos que de maneiras mais amorosas ou violentas, não desistem de entregar o seu correio. Como testes desafiantes que nos convidam a escolher. O outro é um meio para nos conhecermos e não um fim em si. O outro é apenas um visitante na nossa história que nos vem dar a oportunidade de a reconhecermos e de nos empoderarmos. Assim não interessa então o que o outro fez ou disse ou é mas sim o que NÓS escolhemos fazer com o que o outro fez ou disse ou é.</p>
<p>Bem Hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Image by <a href="https://pixy.org/author/Annemarie_Sutterfield/">Annemarie Sutterfield</a></p>
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		<title>Só em estado de Amor, podemos Amar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2017 13:22:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Somos feitos de dualidade. Onde quer que vamos, com quem quer que estejamos, o que quer que andemos a atrair, iremos ter provas dessa dualidade. A Natureza expressa-a no frio e no quente, nas estações do ano, no dia e na noite, na doçura e agressividade, no deserto e no Oceano, no homem e na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Somos feitos de dualidade.<br />
Onde quer que vamos, com quem quer que estejamos, o que quer que andemos a atrair, iremos ter provas dessa dualidade.<br />
A Natureza expressa-a no frio e no quente, nas estações do ano, no dia e na noite, na doçura e agressividade, no deserto e no Oceano, no homem e na mulher com o seu mundo interior e exterior, no Céu e na Terra, no medo e no Amor, enfim, TUDO é uma expressão do TODO.<br />
Sabendo então que todos somos feitos da mesma energia, apenas expressa de maneira diferentes, nas suas infinitas manifestações na realidade 3D, torna-se ridículo julgar o outro pelo que afinal também existe em nós. Qual peixe que goza com as escamas do outro&#8230;<br />
O nosso trabalho não é julgar o que é feio ou aplaudir o e que é bonito pois já percebemos então que o feio e o bonito habitam em todos nós e são apenas manifestações do TODO.<br />
O nosso trabalho é escolher.<br />
Constantemente confrontados com ambos aspectos da dualidade, o nosso trabalho é observar e escolher qual parte da dualidade queremos alimentar e dar energia. Que parte da realidade nos encanta e vibra na nossa frequência e que ainda escolhemos dançar com ela. Sim porque há muitas partes da dualidade que no momento actual nada nos dizem, não estão na nossa frequência, não vibram connosco.<br />
Por isso repara que frequências te rodeiam e valida todas e apenas escolhe com qual queres dançar.<br />
E porque onde colocamos energia criamos laços energéticos e Karmicos, analisa bem onde, de que maneira e com quem pretendes investir a tua valiosa energia.<br />
Muitos ainda acreditam que julgar, dizer mal, apontar dedo, criticar ou simplesmente falar mal sobre o que não querem, que os distancia dessa realidade. Estão enganados, pois na verdade, energeticamente falando, ainda estão a dançar com ela sem a consciência que o que mais julgam e condenam também habita dentro de si a um nível inconsciente. E como ao que resistes persiste, e porque o grande objectivo é a harmonização dos opostos, aquilo que mais condenamos irá manifestar-se até que façamos essa integração.</p>
<p>Qual a proposta então perante essas energias que activam e fazem disparar em nós a nossa sombra?<br />
&#8211; Validar. Reconhecer que estão na nossa realidade e que são espelho do que vive inconsciente em nós.<br />
Trabalhar a compaixão. Lembrar que a nossa luta não é com o espelho que aparece fora, mas sim com o respectivo demónio interior. O outro foi apenas o carteiro.<br />
Quando é feito esse trabalho de reconhecimento interno do papel do outro e de cura da respectiva sombra, percebemos e validamos o maravilhoso papel que o outro teve em trazer a sombra à luz para que pudesse ser integrada.<br />
Libertar. É a partir deste processo que estamos então livres de poder escolher energias diferentes. Já não faz mais sentido dançar com aquelas velhas energias pois agora estão pacificadas. Só agora energias novas e mais leves poderão chegar a nós.</p>
<p>Onde quer e com quem quer que ainda sintas negatividade, faz silêncio, observa, considera todo o processo de reconhecimento interno e no fim, quando já não houver julgamento ou crítica mas apenas compaixão e amor, liberta. Não há mais dança, não há mais crítica, não há mais laço, não há mais densidade de medo. Não porque o outro mudou, mas sim porque nós parámos de dançar e de investir energia. Porque desactivámos a energia do medo e nos conectámos com a energia do Amor.<br />
Agora sim estamos livres para ir em busca de energias mais leves e mais amorosas. Agora sim podemos escolher livremente frequências diferentes com as quais escolhemos dançar&#8230; até que um dia deixem de fazer sentido..</p>
<p>Bem hajam &lt;3<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Foco dentro vs Foco fora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2017 23:18:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de tantos anos no mundo da terapia, aprendemos a perceber padrões e sinais com alguma facilidade. São precisamente esses sinais que me ajudam não só a perceber como a pessoa está a ver o mundo naquele momento, mas principalmente o que posso fazer para ajudá-la a encontrar harmonia dentro de si para que depois [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de tantos anos no mundo da terapia, aprendemos a perceber padrões e sinais com alguma facilidade.<br />
São precisamente esses sinais que me ajudam não só a perceber como a pessoa está a ver o mundo naquele momento, mas principalmente o que posso fazer para ajudá-la a encontrar harmonia dentro de si para que depois a possa levar ao seu mundo pessoal.</p>
<p>Por exemplo, se o foco principal da conversa são acontecimentos externos, provocações dos outros, o que os outros fizeram, disseram, não fizeram ou deviam ter feito e detalhados relatos de memórias passadas, estamos perante alguém que ainda vive algo inconsciente de si próprio, da sua responsabilidade e do seu poder pessoal. Há normalmente nestes casos, ansiedade pois a pessoa ainda acredita que vive à mercê do evento exterior, insegurança pois a falta de amor próprio ainda não lhe deu acesso ao seu poder pessoal e à capacidade de mudar a sua história e vitimização pois não há ainda uma nova consciência e sabedoria que a ajude a escolher novas respostas.</p>
<p>Muito antes de começarmos a entender então o que o exterior está a devolver da nossa história, é essencial nesta fase corrigir a distorcida visão do mundo e ajudar a ver a magia que se esconde por traz de cada evento e de cada pessoa. Só pela via da consciência e de uma mais sábia visão do mundo, a ansiedade, a insegurança e a vitimização deixam de fazer sentido e serão substituídas por confiança, segurança, fé e responsabilidade.</p>
<p>Mas nos dias que correm, muitos são já os que fizeram este trabalho interno e que se encontram já num diferente patamar de consciência. Não direi que estão mais evoluídos, apenas mais conscientes. Não tem menos desafios, mas sim desafios diferentes.<br />
O foco principal de conversa centra-se no que a pessoa está a sentir, resultado de um qualquer evento ou encontro no exterior. Há uma preocupação em encontrar a mensagem ou melhor dito, aprendizagem escondida que fez a pessoa atrair aquele evento ou pessoa. Há uma disponibilidade para encontrar sombras, lixo escondido, a verdade nua e crua do que ainda vive no inconsciente.<br />
Não é raro sentir nestas pessoas alguma tranquilidade interior mesmo que afundadas em desafios externos pois há já uma postura de observação mais do que total identificação. A sabedoria que entretanto ganharam já lhes permite aceitar a responsabilidade tanto pelo que atraem como pela resposta que vão dando aos seus desafios. o seu foco é o seu estado interior e a busca do seu equilíbrio interno. Nesta etapa queremos saber mais da nossa sombra e da nossa luz. Queremos curar as nossas feridas independentemente de quem as abriu. Queremos-nos religar com a fonte e com o nosso centro de poder e amor muito mais do que &#8220;resolver&#8221; as questões externas pois aprendemos finalmente que o exterior irá ser sempre um espelho do nosso estado interno.</p>
<p>O ser humano é imensamente complexo e mais ainda é o processo de evolução e por isso é natural que vás encontrar espelhos de ti nos dois exemplos acima. Não interessam de todo as comparações, interessa sim a auto-análise de cada um perceber quem é, em que estado está, o que precisa ser validado e o que precisa mudança. As descrições acima são apenas referências para que consigas perceber onde, como, com quem e de que maneira na tua vida poderás encontrar mais equilibrio interior. Só olhando para dentro irás poder celebrar o ser único que és, individual, diferente, fruto de uma história que só tu conheces com anseios que só tu sentes. Rejeita comparações que abafam a tua essência e atreve-te a viver a tua diferença!</p>
<p>Gratidão por tudo o que tenho aprendido com cada pessoa que por mim passa. Mantenho desde sempre um imenso respeito por quem se disponibiliza a crescer e uma enorme gratidão por me permitirem fazer o que mais amo assim como me devolver tanto de mim.</p>
<p>Bem Hajam<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/inkie-1718769/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2323275">INKIE</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2323275">Pixabay</a></p>
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