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	<title>abundância &#8211; Vera Luz</title>
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	<description>Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual</description>
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		<title>Mensagem de Natal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 10:00:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mensagem de Natal Queridos Todos! E está a chegar ao fim mais um ano .. um fim que será também um recomeço e muitas novas oportunidades de nos revelarmos, superarmos e evoluirmos rumo à vida de paz e abundância que todos ansiamos. Que virão desafios e bênçãos já todos sabemos. A proposta é mantermos o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header class="entry-header">
<h1 class="entry-title">Mensagem de Natal</h1>
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<p>Queridos Todos!</p>
<p>E está a chegar ao fim mais um ano .. um fim que será também um recomeço e muitas novas oportunidades de nos revelarmos, superarmos e evoluirmos rumo à vida de paz e abundância que todos ansiamos.</p>
<p>Que virão desafios e bênçãos já todos sabemos.</p>
<p>A proposta é mantermos o centro perante cada um deles. Reconhecermos a mensagem em cada um deles. Sabermos usar a espada da Coragem e da Humildade com a mesma mestria. Lembrar que cada trás consigo a intenção de transformação e de nos desafiar a amar.</p>
<div>
<p>A Felicidade, o Espirito Positivo, a Fé, a Liberdade de sermos quem somos, a Gratidão e o Amor são responsabilidade nossa. São emoções e estados de espirito poderosos que só nós os podemos permitir que fluam em nós. São um acto de amor próprio. São uma escolha consciente onde finalmente nos “autorizamos” a senti-los sem culpa, sem medo, sem jogo. São uma conquista interior, discreta e invisível fruto de uma longa intemporal  batalha entre o nosso ego e a nossa Alma.</p>
<p>Nada tem a ver com algo ou alguém exterior a nós.</p>
<p>Enquanto não atingirmos este “Momento Sagrado”, enquanto não se acender esta “lâmpada” dentro de nós, enquanto estamos presos ao jogo com o “outro” dependentes e fechados em relações tóxicas de cobrança e manipulação, estamos a declarar tanto pública como pessoalmente; “eu ainda não me sei amar, e por isso faço TUDO o que for preciso para alguém me amar a mim”.</p>
<p>Ou seja, ainda não acreditamos que temos uma lâmpada ou que podemos acender a nossa lâmpada e por isso nos apegamos a quem acreditamos ter uma.</p>
<p>Na paisagem eterna das muitas vidas que vivemos ninguém sabe quando esse momento acontece. Quando se acende a lâmpada. Mas ele acontece, e isso é o que mais importa.</p>
<p>Sabermos que estamos a viver para esse momento, que tudo conspira para que essa magia possa acontecer dentro de nós, ajuda sem dúvida a tornar tudo mais fácil e a vivermos muito mais atentos ao que vem parar à nossa vida.</p>
<p>Esse é então o meu desejo.</p>
<p>Que se dê uma conspiração universal, que possamos criar uma revolução cósmica que irá ter como prioridade acender as lâmpadas pessoais de cada um e onde finalmente possamos sentir e viver o Amor como uma dádiva e não mais como uma carência.</p>
<p>Chegou o Tempo de dizermos *Eu Mereço* (re)acender a minha Luz…</p>
<p>Festas Felizes!!<br />
Vera Luz</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/alexei_other-9114223/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4720588">Alexei Chizhov</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4720588">Pixabay</a></p>
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		<title>Este Natal, não dês tralhas, dá de ti!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 10:00:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O fosso que existe entre as nossas expectativas e a nossa realidade é o que nos causa stress e ansiedade. É nesse fosso que vivem as ilusões/desilusões, os medos, a revolta, a vitimização, a ansiedade e outros poderosos monstrinhos interiores.. Infelizmente a maioria ainda vive preso a expectativas muito altas de conseguir atingir ideais de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fosso que existe entre as nossas expectativas e a nossa realidade é o que nos causa stress e ansiedade. É nesse fosso que vivem as ilusões/desilusões, os medos, a revolta, a vitimização, a ansiedade e outros poderosos monstrinhos interiores..</p>
<p>Infelizmente a maioria ainda vive preso a expectativas muito altas de conseguir atingir ideais de sucesso, poder, riqueza, perfeição que na maioria apenas alimentam uma frustração sem fim, pois uma energia invisível e inteligente parece sempre boicotar esses esforços tão bem-intencionados e trazer-nos à nossa vida o que tanto queremos evitar.</p>
<p>A maior parte vive sem noção nenhuma de que por trás da aparente liberdade que temos de lutarmos por ou de conseguirmos atingir esses ideais, há uma força maior que nos faz chegar nem sempre o que queremos, mas sempre o que precisamos.<br />
Ou seja, há um propósito muito maior para a nossa existência do que os nossos limitados desejos imediatos nos fazem acreditar. Muito mais do que acumular meia dúzia de tralhas, um emprego e construir uma família, há um trabalho pessoal interior, emocional, profundo e espiritual a fazer e esse sim irá sempre criar na nossa vida as condições que ele precisa para que seja feito.</p>
<p>O ideal será então começarmos a olhar a vida sob essa perspectiva mais humilde que sempre questiona;</p>
<p>&#8220;Para que é que isto me está a acontecer?&#8221;, &#8220;Por que razão fui encontrar esta pessoa?&#8221;, &#8220;Como escolho responder a este evento sabendo que da minha acção virá uma reacção kármica idêntica de retorno?&#8221;</p>
<p>Achamos que vivemos numa sociedade dita &#8220;civilizada&#8221; comparada a tribos primitivas pelo mundo fora ou com países não industrializados.<br />
De facto temos acesso a máquinas maravilhosas, artigos infinitos que nos facilitam a vida e nos enfeitam a personalidade mas que cada vez mais servem para esconder o vazio interior, a frustração e a revolta de não só não conseguirmos adquirir os infinitos artigos que achamos que precisamos como quando conseguimos adquiri-los, sofremos ao perceber que não nos trouxeram a tão ansiada felicidade.</p>
<p>Qualquer pessoa que já tenha viajado para países pobres e subdesenvolvidos choca-se sem duvida com o grau de pobreza e miséria desses locais e pessoas, mas percebe também que a maioria tem algo que nós não temos; a capacidade de aceitação das suas condições.<br />
Há uma rendição à vida, o viver o momento. A alegria que têm é real, vem das profundezas do seu ser e não produto final de um qualquer “ter”. O fosso entre aquilo que têm e aquilo que querem é mínimo. Materialmente vivem na pobreza mas emocionalmente são muito mais ricos.</p>
<p>Basta uma ida nossa a qualquer shopping para sentirmos essa frustração e a altura do Natal que se aproxima ainda agrava mais pois gostaríamos de encher de tralhas quem mais amamos projectando as nossas carências emocionais e necessidades materiais nos outros.<br />
Mais cedo ou mais tarde a vida convida-nos a parar para REalinharmos o mundo material e emocional. O equilíbrio surgirá quando a necessidade interior estiver alinhada com a possibilidade exterior. Quando fizermos as pazes com a vida e conseguirmos finalmente ver que é nas perdas e nos ganhos que a nossa balança se equilibra e tudo serve apenas esse propósito.</p>
<p>A maior parte dos processos de cura começa precisamente aqui. Em ajudar cada um a identificar as suas projecções, a desactivar as suas buscas automáticas de algo que está fora para preencher o vazio interior e permitir que a rendição se faça com a sua realidade.<br />
Perceber que por trás da dor, do evento, da aparente sorte, do acaso está uma rede inteligente que nos trás as condições ideais do que precisamos.<br />
Por exemplo a falta de dinheiro para comprar bons presentes convida-nos à criatividade, é uma proposta desafiante de valorizarmos algo que antes tomávamos por garantido ou que nunca valorizámos de todo, pede-nos que façamos chegar ao outro o amor que lhe temos de outras maneiras criativas.</p>
<p>Costuma-se dizer que o que é mau para o ego é bom para a alma e por isso numa realidade actual tão dominada ainda pelos desejos do ego, aproveitemos para tomar consciência das maneiras como afinal tratamos a nossa alma e a de quem nos rodeia.</p>
<p>Que este Natal que se aproxima nos permita dar aos outros mais do que somos do que propriamente o que compramos. Que a gratidão pelo que já temos e a aceitação pela pessoa que somos domine este tempo mágico. Que possamos criar novos rituais e tradições que contrabalancem o consumismo material do último século e que se foquem mais nas pessoas, no que não custa dinheiro e onde podemos dar mais de quem somos. Um prato especial confecionado por nós, adornos para a árvore de natal criados em casa, postais escritos relembrando o quanto os outros são importantes para nós, fotografias emolduradas de momentos maravilhosos, enfim, haja criatividade!<br />
Que as pessoas passem de novo a ser o centro do Natal e não as tralhas que damos e recebemos..</p>
<p>De uma maneira ou de outra, que seja um Feliz Natal!</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/armennano-9097212/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4677648">armennano</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4677648">Pixabay</a></p>
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		<title>A Magia do Caminho do Meio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 11:53:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho graça quando as pessoas dizem que são muito racionais, ou que têm uma mente científica, ou que são cépticas quanto a certos temas mais abstractos como se me quisessem fazer acreditar que não possuem os seus opostos. Nestes casos então estas pessoas não seriam emocionais, não teriam uma mente criativa ou rejeitariam o invisível [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acho graça quando as pessoas dizem que são muito racionais, ou que têm uma mente científica, ou que são cépticas quanto a certos temas mais abstractos como se me quisessem fazer acreditar que não possuem os seus opostos. Nestes casos então estas pessoas não seriam emocionais, não teriam uma mente criativa ou rejeitariam o invisível mundo do oculto e seriam apenas &#8220;ver para crer&#8221;.</p>
<p>A falta de consciência da nossa essência dual, que sempre nos convidou a integrar esses dois mundos tão opostos e a ignorância de como reconhecê-los no nosso mundo interior e exterior, levou-nos a separar as duas partes, criando a ilusão de que ou somos uma ou outra. Que uma está certa e a outra está errada ou até que temos de escolher entre elas.</p>
<p>Dizem os antigos Orientais que o Caminho da Evolução acontece pela rendição à Vida. Quando nos rendemos ao plano maior Cósmico. Quando reconhecemos que a Vida é inteligente. Que este caos aparente que vemos, são afinal as Duas Forças Sagradas Yin Yang em permanente movimento, regidas por leis sagradas, a dançar infinitas danças.<br />
Os 4 Elementos são 4 janelas pelas quais a Natureza nos mostra como esta Sagrada Dualidade se expressa através do Fogo, Terra, Ar e Água.</p>
<p>Esta antiga mas sábia visão oriental do mundo pede equilíbrio, integração, responsabilidade pessoal, respeito pela Vida, sabedoria e muita consciência de viver desperto para a magia tanto do mundo físico como do mundo espiritual a cada momento.</p>
<p>Só aos poucos o nosso Ocidente vai acordando do sono da ignorância religioso, em que caiu durante tantos séculos. Ao contrário da filosofia Oriental da integração da dualidade e do equilíbrio das duas partes, a visão Ocidental do mundo ainda separa, rejeita, critíca partes, sem perceber que as partes são partes do Todo. Que cada um de nós é um mini-cosmos e logo o que rejeitamos fora rejeitamos dentro. O que rejeitamos no outro, rejeitamos em nós. O que julgamos no outro é o que ainda não está consciente em nós.</p>
<p>Podemos ver isto na separação que ainda hoje criamos entre ciência e espiritualidade. Entre racional e emocional. Entre criativo e científico. Entre concreto e abstracto. Entre real e simbólico. Entre energia feminina e energia masculina. Entre inteligência e lógica e intuição e sensibilidade. Debates e discussões inúteis pela razão quando ambas as partes têm razão de existir e um lugar importante no nosso sistema, macro ou micro.</p>
<p>Esta visão da dualidade gerou no Oriental o Princípio do Equilíbrio, base de quase todos os sistemas e filosofias de cura, de abundância, de saúde, de força interior e física; Yoga, Feng Shui, Acupunctura, Artes Marciais, Ayurveda, citando apenas algumas que já nos são relativamente familiares. O Ocidente está a viver uma crise espiritual, uma crise de valores, as consequências da obsessão material devido à desconexão espiritual do fim do século passado.</p>
<p>É essencial recuperarmos a visão do Todo. Trocar o Deus religioso do medo pela visão Divina do Amor. Ensinar às nossas crianças que elas já são completas. Que elas, tal como os adultos, têm o direito a expressar a sua dualidade de forma única e original. Que o caminho do equilíbrio para uns é diferente para outros e que TODOS são válidos.</p>
<p>Depois da derrocada do velho mundo que o vírus veio propor, começa a chegar aos poucos a tão ansiada Nova Era. A Era da Consciência Sagrada. A Era da Unidade e da visão HUmanitária ou Sistémica, ou seja, que o Cosmos é um sistema organizado e inteligente e nós, não só fazemos parte dele, como somos individualmente responsáveis pelo equilíbrio do todo.</p>
<p>Enquanto continuarmos a olhar o mundo, os comportamentos das pessoas, a nossa história pelos olhos da ignorância, iremos manter-nos doentes, cheios de emoções densas, em permanente litígio com o que nos rodeia. Só o entendimento da visão Oriental permite dar sentido à diferentes realidade de cada um e através das lentes da sabedoria, descobrir como tudo e todos encaixam maravilhosamente no nosso sistema tanto pessoal como colectivo.</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/tama66-1032521/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3024773">Peter H</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3024773">Pixabay</a></p>
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		<title>Achas que o mundo é um caos? Acorda!</title>
		<link>https://veraluz.pt/achas-que-o-mundo-e-um-caos-acorda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 11:29:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[São comuns as emoções que as pessoas trazem para as consultas; Frustração Raiva Culpa Medo Solidão Abandono Tristeza Há muitos anos que percebi, não só por observação, mas também na minha própria vida, que não são propriamente os eventos do mundo que despoletam essas emoções tão densas, mas sim a maneira como lidamos com os [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São comuns as emoções que as pessoas trazem para as consultas;<br />
Frustração<br />
Raiva<br />
Culpa<br />
Medo<br />
Solidão<br />
Abandono<br />
Tristeza</p>
<p>Há muitos anos que percebi, não só por observação, mas também na minha própria vida, que não são propriamente os eventos do mundo que despoletam essas emoções tão densas, mas sim a maneira como lidamos com os eventos.<br />
Não é difícil encontrar reações diferentes para o mesmo evento, por exemplo, um despedimento para uma pessoa pode ser encarado como o fim do mundo que irá gerar revolta, injustiça e pânico. Para outra, com o mesmo grau de responsabilidades, pode ser sentido como uma libertação e a maravilhosa oportunidade e sinal divino de que chegou o tempo de seguir um projecto pessoal e dar-lhe vida na forma de um negócio próprio.</p>
<p>Para explicar este fenômeno e perceber o que difere de cada um, temos que ir à raiz da nossa árvore emocional e tomar consciência do estado em que estão as nossas fundações.<br />
Será que a nossa árvore tem uma raíz de medo ou uma raiz de amor?<br />
Será que acreditamos que a terra onde a nossa árvore se alimenta é árida, seca, sem água ou nutrientes ou pelo contrário confiamos que ela é amorosamente sustentada pela Mãe Natureza e pelo Pai Céu e terá sempre as melhores condições para crescer apoiada, forte e amada?</p>
<p>Por observação, vejo que a maioria vive inconsciente da sua própria árvore e pior ainda, da responsabilidade que têm pelo estado de saúde dela. Logo não é de admirar que se sintam sem “chão”, sem força, sem “ânimo” = Vida, e com o seu mundo emocional em total desequilíbrio, cheio de emoções reprimidas, vivendo em permanente medo da próxima tempestade.</p>
<p>O denominador comum de todas estas pessoas é uma visão extremamente idealista ou perfeccionista da realidade, cheia de expectativas irrealistas e fantasiosas, que depois, obviamente com o tempo, apenas gera embates violentos com a realidade na forma de desilusão, frustração, raiva e sentimento de injustiça.<br />
Enquanto esta visão falsa e distorcida da realidade não for posta em causa por algum evento da vida, estas pessoas vivem em negação, escondidas numa bolha ilusória, tentando recriar dentro dela uma fantasiosa vida perfeita, até ao dia em que a Vida vem rebentar a bolha.</p>
<p>Será que a Vida é assim tão “má” quando vem rebentar a bolha?</p>
<p>Mais uma vez depende da nossa visão.<br />
Para o nosso ego, o mestre do drama e o grande construtor de ilusões, o rebentar da bolha “É” o que causa todas as emoções acima citadas, e logo não irá parar enquanto não encontrar um bode expiatório para culpar em quem irá projectar a sua dor, seja ele Deus ou alguém lá fora no mundo. Sempre numa atitude infantil, o ego irá aproveitar estas situações catastróficas para se vitimizar, desresponsabilizar e confirmar a sua crença de que o mundo é um sítio feio, frio e injusto.</p>
<p>Espiritualmente falando, o rebentar da bolha é um acto de amor da Vida.<br />
É um convite para voltarmos à realidade e nos empoderarmos da nossa viagem.<br />
É uma proposta de cura das nossas raízes.<br />
É uma oportunidade de crescimento e maturidade em que teremos que deixar ir a fantasia para assim podermos fazer as pazes com a realidade dual.<br />
É um empurrão cósmico da Vida que melhor do que nós, sabe que é ancorada na realidade que a nossa árvore pode criar raízes fortes e saudáveis e viver em abundância entre a Mãe Terra e o Pai Sol. Jamais dentro de uma bolha de ilusão.</p>
<p>Não é fácil abrir mão da nossa ilusão. Dentro dela tudo é perfeito ao contrário do mundo lá fora que, por vezes, parece violento demais para o que possamos suportar. Mas aos poucos a sabedoria irá chegar a nós com a confirmação de que todos os movimentos da vida são inteligentes e mesmo aquilo que é aparentemente violento, esconde leis inteligentes e dinâmicas amorosas que precisamos urgentemente aprender.</p>
<p>Infelizmente a ignorância sobre o que é a vida e os processos de maturidade emocional e evolução espiritual prendem-nos nestas ilusões de como as coisas &#8220;deveriam&#8221; ser e que pode, durar uma vida inteira ou mesmo várias vidas.<br />
Mesmo quando a vida nos tenta rebentar a bolha, a nossa resistência à mudança trata logo de recriar outra.<br />
Não é de estranhar então a célebre frase “Está-me sempre a acontecer a mesma coisa! “.<br />
Se o Universo pudesse falar, diria, “Passo o tempo a rebentar bolhas de ilusão! “<br />
Novamente duas visões diferentes da mesma realidade&#8230;<br />
Levamos tempo, por vezes vidas, a aprender que fonte da dor não vem do rebentamento das nossas bolhas, mas sim de as criarmos e da nossa resistência em mantê-las.</p>
<p>Quando todos conseguirmos ver o mundo pelo olho do espírito, iremos ver um espectáculo maravilhoso de leis cósmicas universais que estão a cada momento a levar ordem e equilíbrio a todos os eventos. Que por trás do mais bonito gesto ou do mais violento acto se esconde a mais bela dádiva do livre-arbítrio. Um presente dos Deuses para cada um de nós para podermos fazer as nossas experiências livremente. Que esse livre arbítrio faz accionar a lei do karma responsabilizando cada um pelas acções escolhe por em movimento. E para que a realidade não fosse de facto exageradamente violenta, o tempo e o espaço foram desacelerados, dando-nos tempo para sentir, aprender e mudar a nossa acção.  Que pela lei da ressonância estaremos protegidos e nunca iremos atrair o que não é nosso assim como também não conseguiremos escapar ao que está na mesma vibração em que estamos.</p>
<p>Nas mais variadas situações ou áreas de vida, todos estamos a fazer estas aprendizagens. E como disse acima, o estado emocional em que estamos, o nosso discurso e as nossas atitudes podem dar-nos pistas verdadeiras sobre o estado da nossa árvore e é esse é precisamente o propósito das consultas. Antes que a vida venha rebentar a bolha, rebentamo-la nós, que é claramente muito menos violento e obviamente muito mais corajoso.<br />
Dessa perspectiva não seremos mais vítimas do caos, mas sim mestres da nossa vida, responsáveis por curar o que atraímos.</p>
<p>Não temeremos mais as tempestades mas usaremos as mesmas para nos elevarmos e chegar a novos portos, a realidade mais abundantes que não conhecíamos antes.<br />
E ao invés de reprimirmos e negarmos as nossas emoções, iremos fazer delas a seiva que a nossa árvore precisa para se fortalecer, viver forte, enraizada e segura.</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/parallelvision-15128111/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5619648">ParallelVision</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5619648">Pixabay</a></p>
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		<title>As Leis Herméticas no dia a dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2020 09:14:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Lei do Karma não é um sistema de punição. O conceito de “castigo” com que fomos educados ainda leva muitos a pensar dessa forma. O que a lei do karma faz é apenas devolver feedback ao próprio da sua própria escolha. Como uma câmara de eco inteligente onde todas as leis se manifestam para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lei do Karma não é um sistema de punição.</p>
<p>O conceito de “castigo” com que fomos educados ainda leva muitos a pensar dessa forma. O que a lei do karma faz é apenas devolver feedback ao próprio da sua própria escolha. Como uma câmara de eco inteligente onde todas as leis se manifestam para gerir a realidade pessoal e coletiva, a lei do karma usa convenientemente o tempo, o espaço, as circunstâncias e as pessoas, de forma a que cada um receba apenas aquilo que lhe diz respeito.</p>
<p>Por exemplo, alguém observa que a maioria das pessoas à sua volta são autoritárias e agressivas. A tendência natural da maioria ainda é julgar e condenar essas atitudes “negativas” nos outros como se fosse imune a essas experiências ou simplesmente vitimizar-se por tê-las na sua vida. Mas se usarmos as Leis Herméticas e o princípio da evolução espiritual, podemos encontrar uma maneira saudável e espiritualmente correta de ver a mesma realidade;</p>
<p>Relata-se em textos árabes antigos que um sábio que viveu no Egito antigo chamado Hermes Trismegistro ou Hermes, o Três Vezes Grande, também identificado com o deus egípcio Thot, desenvolveu várias áreas como a alquimia, filosofia, magia, cosmologia, astrologia, medicina e outras matérias que exploravam o entender da alma, do universo e de Deus. Deixou textos importantes como o <u>Corpus </u><u>Hermeticum</u><u> e a Tábua de Esmeralda</u> de onde saíram as Leis Herméticas.</p>
<p>Em 1908, as 7 Leis foram publicadas pelo autor que usou o pseudónimo “Três Iniciados”, autores da obra Caibalion, que preferiu ficar anônimo e que reúne trechos dos escritos herméticos, entre outros. O livro aborda as sete leis herméticas que se baseiam nos princípios que regem todas as coisas manifestadas.</p>
<blockquote class="modern-quote full"><p><span style="color: #ff6600;">1. Princípio da Mentalidade &#8211; Percepção é projeção. O que eu vejo no outro não define o outro, apenas assinala que o que eu vejo no outro me devolve algo de mim mesma que provavelmente vive no meu inconsciente, no exemplo acima, autoritarismo e agressividade.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">2. Princípio da Correspondência &#8211; Se está fora, está dentro e se está dentro, está fora. Se não estivesse dentro a frequência do autoritarismo, ele não apareceria fora.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">3- Princípio da Vibração &#8211; Semelhante atrai semelhante. Se pessoas autoritárias e agressivas estão na nossa realidade, foram atraídas por uma vibração semelhante existente algures dentro de nós, não raras vezes de vidas passadas.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">4- Princípio da Polaridade &#8211; Quando nos vemos muito diferentes, melhores ou piores do que os outros, é uma ilusão. Este princípio e as leis acima apenas mostram que somos iguais apenas em polaridades opostas que irão alternar entre Yin/Yang, neste caso, submisso e autoritário até que haja equilíbrio.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">5- Princípio do Género &#8211; Nuns momentos seremos mais Yang, mais assertivos, &#8220;autoritários&#8221; (masculino), noutros seremos mais Yin, mais passivos, mais &#8220;tolerantes&#8221; (feminino) até que a integração e fluidez dos dois planos se manifeste.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">6- O princípio do Ritmo &#8211; Todas as forças irão oscilar, garantindo que não nos prenderemos nunca numa só polaridade e que possamos sempre ter a experiência dos dois lados, neste caso do autoritarismo e seu pólo oposto. Se estamos num seremos puxados para o outro e vice-versa.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">7- Lei da Causa e Efeito &#8211; Também conhecida por Lei do Karma ou justiça divina, garante que jamais chegará a nós o que não nos pertence e que o que nos chega traz feedback de velhas ações/criações. Se te chegou autoritarismo e agressividade, foi isso que criaste.</span></p></blockquote>
<p>É importante frisar que qualquer uma destas Leis existe para além do que conhecemos por Espaço e Tempo. Elas trabalham com a energia nas suas várias frequências e vibrações e funcionam para além da visão separatista do nosso ego; do bom e do mau, da boa vontade, boa intenção, sacrifício, merecimento, culpa ou justiça social. Tal como a lei da gravidade, ela não é boa nem má, elas apenas faz o que lhe compete.</p>
<p>Como pequenas células atómicas que somos, qualquer uma destas leis gere tanto o nosso pequeno micro-cosmos como o Macro, garantindo que ambas as expressões manifestem a sua luz, restaurando o seu equilíbrio.<br />
É a partir do conhecimento delas que podemos então afirmar com mais convicção que realmente, tudo acontece por uma razão e esconde em si, valiosas aprendizagens, que enquanto não foram feitas pelo próprio, tenderão a repetir-se eternamente.</p>
<p>Se ainda não consegues dar entendimento aos eventos da tua vida, se ainda te apanhas a julgar o que e quem te rodeia, perdendo assim mensagens valiosíssimas à tua evolução, marca já a tua sessão e vem descobrir os segredos da tua história Karmica!</p>
<p>Envia email para veraluz@veraluz.pt</p>
<p>Até já!<br />
Vera Luz</p>
<p><a href="https://veraluz.pt/wp-content/uploads/2020/02/as-leis-hermeticas1.png"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3941" src="https://veraluz.pt/wp-content/uploads/2020/02/as-leis-hermeticas1.png" alt="" width="2011" height="1127" srcset="https://veraluz.pt/wp-content/uploads/2020/02/as-leis-hermeticas1.png 2011w, https://veraluz.pt/wp-content/uploads/2020/02/as-leis-hermeticas1-300x168.png 300w, https://veraluz.pt/wp-content/uploads/2020/02/as-leis-hermeticas1-768x430.png 768w, https://veraluz.pt/wp-content/uploads/2020/02/as-leis-hermeticas1-1024x574.png 1024w" sizes="(max-width: 2011px) 100vw, 2011px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/travelspot-62116/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4912734">travelspot</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4912734">Pixabay</a></p>
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		<title>A busca da Felicidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 15:05:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que é o amor próprio? Como se define auto estima? O que significa gostar de mim? O que preciso fazer para ter confiança? Estas e outras questões idênticas são familiares a todos nós e comuns em ambiente de consulta. E por serem temas abstractos, que nos remetem ao nosso mundo interior, emocional, espiritual, existencial, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="modern-quote full"><p><span style="color: #ff6600;">O que é o amor próprio?</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">Como se define auto estima?</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">O que significa gostar de mim?</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">O que preciso fazer para ter confiança?</span></p></blockquote>
<p>Estas e outras questões idênticas são familiares a todos nós e comuns em ambiente de consulta. E por serem temas abstractos, que nos remetem ao nosso mundo interior, emocional, espiritual, existencial, nem sempre são fáceis de entender e muito menos de vivenciar.</p>
<p>Sabemos dentro de nós o que representam, sabemos que ansiamos por experienciá-los, mas nem sempre são fáceis de incorporá-los na nossa vida e no nosso dia a dia.</p>
<p>Todos os dias me sinto frustrada de ver pessoas maravilhosas, com mapas poderosos, cheios de potencial que não chega a ser manifestado em grande parte devido à ignorância em que vivemos sobre a nossa existência e propósito de evolução!</p>
<p>Já diziam os antigos sábios que a vida é uma viagem.</p>
<p>No entanto, a maior parte de nós aqui no Ocidente foi educado ou condicionado a acreditar que a felicidade é um objetivo final que resulta de algumas condições. Por um lado, por seguir as velhas regras de conduta moral/religiosa que todos aprendemos na catequese e por outro por um acumular de coisas tais como: curso superior, um bom emprego, uma boa casa, um bom casamento e um casal de filhos saudáveis. Conseguidas estas propostas, ficamos à espera que a felicidade magicamente se manifeste como um prémio devido.</p>
<p>A crise existencial instala-se, o mundo parece desmoronar quando percebemos que mesmo atingindo elevados patamares de abundância material e de conduta moral, o doloroso vazio teima em não desaparecer e as mais profundas crenças a que nos agarrámos quase meia vida, são abaladas ao limite.</p>
<p>Ao contrário da nossa ideia de felicidade, a filosofia oriental baseia-se na ideia de que Deus é a expressão da dualidade dentro e fora de nós. É a manifestação no mundo visível e invisível, da luz e da sua sombra que mais comumente aprendemos a chamar de bem e mal. Dentro da pior pessoa está o bem assim como dentro da melhor pessoa está o mal.</p>
<p>A Iluminação (estado de felicidade) é então a rendição à dualidade, é a aceitação de ambas as suas vertentes e expressões e a transcendência da mesma de nos vermos como seres Unos, completos e inteiros depois de integrada a sombra e a luz.</p>
<p>Por esta razão, a palavra <span style="color: #ff6600;"><strong><em>Equilíbrio</em></strong></span> no Oriente é significado de Felicidade, de Saúde, de Poder, de Sabedoria, de Mestria.</p>
<p>Ou seja, Iluminar é levar luz ao que não está iluminado, todos os dias, todos os momentos, das mais variadas maneiras, através de todos com quem nos cruzamos no nosso dia a dia. Ser feliz é então manter este equilíbrio, ser capaz de gerir opostos, de flutuar pela dualidade tal como um rio flui pela encosta abaixo.</p>
<p>E gerir opostos implica reconhecer onde há tristeza, levemos alegria. Onde há medo levemos coragem. Onde há violência levemos paz. Onde há julgamento levemos compaixão. Onde há ignorância levemos sabedoria, etc.</p>
<p>Porque não fomos ensinados quanto ao processo de Dualidade e Iluminação, vivemos inconscientes da nossa dualidade, incapazes de iluminarmos as nossas sombras interiores, mas em permanente julgamento das sombras exteriores. Vivemos inconscientes de que o estado da felicidade é um estado de SER e não um estado de TER e por isso vivemos em permanente desilusão da nossa própria ilusão.</p>
<p>De acordo com esta visão Oriental que subscrevo totalmente, não acederemos à nossa luz e aos nossos potenciais sem antes integrarmos os seus opostos do lado sombra. O bem que tanto ansiamos implica a integração do mal que insistentemente rejeitamos. Quando admitirmos que a felicidade é um estado de ser interno, da nossa única e exclusiva responsabilidade, acredito que as nossas escolhas terão critérios diferentes e serão feitas a partir do nosso equilíbrio interior, como sempre deveria ter sido.</p>
<p>Se quiseres saber mais sobre a tua dualidade individual e as propostas do teu mapa astrológico e numerológico, envia email para <a href="mailto:veraluz@veraluz.pt">veraluz@veraluz.pt</a></p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/indi75ecu-2111956/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1221063">Indira Andrade</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1221063">Pixabay</a></p>
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		<title>A mensagem do Black Friday</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2019 12:07:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Todos os anos é a mesma coisa. O Black Friday, o Cyber Monday e o materialismo Natalício a relembrar o nosso eterno dilema; como harmonizar o mundo material com o mundo espiritual. Como valorizar o nosso dinheiro e tirar partido dos prazeres, coisas e experiências que o mundo tem hoje à nossa disposição sem nos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos é a mesma coisa.<br />
O Black Friday, o Cyber Monday e o materialismo Natalício a relembrar o nosso eterno dilema; como harmonizar o mundo material com o mundo espiritual. Como valorizar o nosso dinheiro e tirar partido dos prazeres, coisas e experiências que o mundo tem hoje à nossa disposição sem nos desconectarmos dos nossos valores interiores, da nossa verdade e da responsabilidade de nos sentirmos felizes e em paz com a realidade à nossa volta.</p>
<p>E não é raro vermos posturas radicais de um ou do outro lado da balança. Seja os que estão neste momento apinhados em Shoppings a tentar levar mais uma tralha para casa, seja os que aproveitaram o dia para fugir da &#8220;loucura&#8221;, ambos terão algures na sua vida que integrar e fazer as pazes com o outro lado.</p>
<p>Os que estão nas compras irão, algures no tempo, chegar a casa e humildemente reconhecer que o que está dentro do saco não preenche nem cura o vazio interior, a solidão, a tristeza ou resolve a relação tóxica em que está preso.<br />
Os que fogem e criticam exageradamente os que estão na loja, irão algures humildemente admitir que parte do seu conforto do dia a dia vem das tralhas materiais e reconhecer que seria ideal comprar um computador novo ou renovar o armário por metade do preço.<br />
Como sempre são os exageros que nos afastam do equilíbrio, que nos fazem adoptar posições extremistas, que nos fazem esquecer que cada um de nós está no seu estágio de evolução, a aprender na sua realidade pessoal, as mais valiosas lições. O livre arbítrio de cada um mostrará o estado de consciência em que cada um se encontra e irá trazer-lhe as lições que ainda precisa.</p>
<p>Se uns já aprenderam a passar estes dias no descanso da casa ou num passeio pela Natureza com quem mais amam, óptimo! desfrutem da vossa aprendizagem e escolha do momento. Como já atingiste um estágio saudável, procura então como elevá-lo ainda mais.<br />
Se outros ainda precisam do desgaste e ainda vivem na ilusão do preciso de TER para SER, então deixemo-los estar a aprender as suas lições lá no meio da multidão. A desilusão virá ajudar a restaurar o equilíbrio.</p>
<p>Não é raro ver pessoas e até terapeutas com dificuldade em lidar com as questões do dinheiro e dos valores. O mundo material, seja ele das &#8220;coisas&#8221; ou das &#8220;máscaras&#8221;, é de facto tentador e tem esse magnetismo de nos afastar da nossa essência e consciência pessoal. Mas a verdade é que cá estamos e tanto o corpo como o espírito precisam de alimento. Deixo assim algumas sugestões para nos lembrarmos acredito é de facto importante para qualquer um de nós. Ou melhor dito, o que tem realmente VALOR e onde queremos então investir o nosso dinheiro.</p>
<p>A parte física tem necessidades básicas tais como;<br />
&#8211; Comida e bebida<br />
&#8211; Tecto para viver<br />
&#8211; Roupa para nos protegermos<br />
&#8211; Transporte básico</p>
<p>A parte mental precisa de;<br />
&#8211; Livros<br />
&#8211; Cursos<br />
&#8211; Formular objectivos que nos tirem da zona de conforto<br />
&#8211; Aprender a estar na causa e não no efeito<br />
&#8211; Manter uma mente positiva e optimista<br />
&#8211; e cada vez mais uma boa máquina que nos conecte com os outros e com a informação do mundo</p>
<p>A parte emocional precisa de;<br />
&#8211; Paz e liberdade<br />
&#8211; Respeito e espaço para sentir a emoção de cada momento<br />
&#8211; Terapia e integração de experiências presentes e passadas<br />
&#8211; Alegria pura, sentido de humor<br />
&#8211; Desenvolver o estado de gratidão<br />
&#8211; Sentir amor próprio e compaixão pelos outros<br />
&#8211; Entender o papel de quem nos rodeia</p>
<p>A parte espiritual precisa de;<br />
&#8211; Filosofar / questionar<br />
&#8211; Ter consciência de si mesmo<br />
&#8211; Procurar dar significado à sua vida<br />
&#8211; Aprender Astrologia e Numerologia<br />
&#8211; Estudar as antigas filosofias e leis cósmicas<br />
&#8211; Aprender e evoluir com todas as experiências e encontros</p>
<p>Que seja um tempo feliz e principalmente de consciência individual para cada um &lt;3</p>
<p>Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://pixabay.com/ko/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1705604">Pixabay</a>로부터 입수된 <a href="https://pixabay.com/ko/users/mariagullestrup-3418678/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1705604">Maria Gullestrup</a>님의 이미지 입니다.</p>
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		<title>Escolhe evoluir!</title>
		<link>https://veraluz.pt/escolhe-evoluir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 13:36:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O livre arbítrio é um conceito muito mais complexo do que possa parecer. Não se trata de simplesmente termos o poder de fazermos o que queremos. Se assim fosse, o mundo seria um sítio caótico que mais pareceria a república das bananas, o que não é. Todas as ecolhas que todos os dias fazemos e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O livre arbítrio é um conceito muito mais complexo do que possa parecer.<br />
Não se trata de simplesmente termos o poder de fazermos o que queremos. Se assim fosse, o mundo seria um sítio caótico que mais pareceria a república das bananas, o que não é. Todas as ecolhas que todos os dias fazemos e vemos fazer, são apenas experiências que fazem parte da nossa viagem de evolução. E para nos ajudar a aprender a distinguir entre as energias do amor e do medo, a Lei do Karma devolve-nos as consequências de cada escolha.</p>
<p>As notícias que invadem as televisões não são mais do que a visão desse fenómeno da roda karmica onde podemos ver o que andamos a fazer e o que andamos a colher.</p>
<p>O livre arbítrio só faz sentido a partir do conceito Oriental da dualidade e serve precisamente para nos permitir fazer as nossas escolhas a partir da energia do amor ou da energia do medo. E se durante séculos sempre associámos amor ao outro, a viagem espiritual ensina que antes de chegar ao outro, temos uma responsabilidade pessoal pela nossa própria manutenção. Precisamente porque ninguém nos ensinou sobre esta responsabilidade pessoal, sofremos todos da mais triste das doenças; A falta de amor próprio.</p>
<p>O amor próprio não nos pode ser dado por ninguém, comprado numa farmácia ou ganho com o Euromilhões. Ele é o resultado da ação amorosa, da capacidade de escolher o amor, de criteriosamente escolhermos antes de mais, o que nos mantêm nessa vibração elevada.</p>
<p>Então como sabemos se estamos a escolher pelo medo ou pelo amor?</p>
<p>Tanto o medo como o amor são energias, tal como combustível, são o que nos impulsiona e tanto uma como a outra se disfarçam de infinitas formas no nosso dia a dia.<br />
Por exemplo:</p>
<p>Medo é:<br />
Resistência à mudança<br />
Controle de pessoas e circunstâncias<br />
Autoritárismo sobre os outros<br />
Manter-se na ignorância<br />
Julgar os outros<br />
Crença na sorte e azar<br />
Apego a pessoas e bens materiais<br />
Vitimização<br />
Conservadorismo<br />
Violência<br />
Submissão<br />
Necessidade de agradar<br />
Perfeccionismo<br />
e outras &#8230;.</p>
<p>Amor é:<br />
Arriscar novas experiências<br />
Tolerância<br />
Sair da zona de conforto<br />
Optimismo<br />
Compaixão<br />
Espirito humanitário / igualdade<br />
Responsabilidade pessoal<br />
Amor próprio<br />
Aceitação pessoal<br />
Coragem<br />
Assertividade<br />
Aceitação da diferença<br />
Liberdade<br />
Humildade<br />
e outras&#8230;.</p>
<p>Obviamente que a pessoa que ainda vive na densidade do medo, sujeitando os seus campos espiritual, físico, mental e emocional a essas baixas vibrações, irá co-criar uma realidade pessoal cheia de pessoas e circunstâncias que estão na sua vibração negativa.<br />
Para quê?<br />
Para que aprenda pela experiência que a escolha do medo nunca gera felicidade ou abundância. Em qualquer momento o seu livre arbítrio pode escolher pelo amor e começar o seu processo de elevação.</p>
<p>Pelo contrário, a pessoa que já aprendeu a respeitar a sua dualidade, a iluminar e transformar os seus aspectos mais sombrios e a dignificar os seus aspectos mais positivos, terá uma vibração mais elevada.<br />
Esta será já capaz de inspirar pois já descobriu o segredo da evolução e já aprendeu a fazer escolhas de qualidade e como tal já começou a atrair circunstâncias de qualidade.</p>
<p>Costumo durante a primeira sessão fazer um exercício onde vamos perceber as pessoas que nos rodeiam, porque estão lá, qual o seu papel, o que têm para nos ensinar que nós precisamos aprender. É durante este trabalho que percebemos também o desperdício de energia diária que fazemos sem nos darmos conta. Vamos perceber que tipo de escolhas fizemos no passado que precisam vir à luz para que sejam transformadas e libertas.</p>
<p>Sem esta consciência corremos o risco de desperdiçar energia pois ou ela está a ser gasta a manter ou velho ou a criar o novo, nós escolhemos!</p>
<p>Bem hajas! &lt;3<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/jillwellington-334088/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=570881">Jill Wellington</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=570881">Pixabay</a></p>
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		<title>O que te faz feliz?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 21:22:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quantas coisas fazemos e decisões tomamos sem a consciência necessária? Por que causas lutamos e defendemos sem um questionamento saudável? Sem o devido critério que é afinal honrar o nosso caminho pessoal e equilíbrio interior? Sem a necessária liberdade e responsabilidade pessoal que nos faria questionar porque fazemos o que fazemos? o que nos faz [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas coisas fazemos e decisões tomamos sem a consciência necessária? Por que causas lutamos e defendemos sem um questionamento saudável? Sem o devido critério que é afinal honrar o nosso caminho pessoal e equilíbrio interior? Sem a necessária liberdade e responsabilidade pessoal que nos faria questionar porque fazemos o que fazemos? o que nos faz decidir o que decidimos, porque estamos onde estamos e com quem estamos.</p>
<p>Pelo que vou observando, a maioria vive em piloto automático, somando tarefas sem qualquer questionamento ou validação interna, só parando pela perda, frustração ou sofrimento.<br />
Esta inconsciência de que assim funcionamos, quase inconsciente na maioria, não é por acaso, mas sim fruto da educação que recebemos que também ela, tal como todo o resto, não é questionada. Tal como na corrida do testemunho, o importante é passá-lo ao próximo que por sua vez repete o gesto, sem nunca dar a devida atenção ao que é passado.</p>
<p>A maior parte de nós é encaminhado para uma escola que nos dará acesso a um curso que por sua vez garantiria um emprego e o dinheiro que precisamos para sobreviver neste planeta. É &#8220;normal&#8221; que durante esse mesmo caminho tenhamos amigos, nos apaixonemos e depois construamos a nossa família pois esse é o molde social do que define uma vida &#8220;normal&#8221;. Quando as coisas não correm dentro desta &#8220;normalidade&#8221; e não fluem de acordo com este molde social, são imediatamente vistas como desafios, julgadas como azares capazes de baixar a valorização pessoal e a noção de merecimento de qualquer um!</p>
<p>O que a maior parte de nós NÃO recebeu foi a oportunidade de questionar, de pensar e fazer diferente, de sair da caixa e experimentar novos e diferentes moldes de vida e busca de felicidade. O medo do fracasso, a solidão, a rejeição e a necessidade de validação e reconhecimento externo continuam a manter a maioria prisioneira dos moldes &#8220;normais&#8221;, condicionando-nos a manter fechada a porta do novo, do diferente, do que é atual aos tempos modernos ou simplesmente faz sentido ao nosso processo de evolução.</p>
<p>Não é raro encontrar assustadoras contradições nas pessoas que atendo: &#8220;quero salvar o meu casamento.&#8221; mas depois reconhece que &#8220;não há amor há anos&#8221;. &#8220;Agradeço ter emprego mas detesto o que faço.&#8221;, &#8220;Amo os meus filhos mas não tenho tempo para mim.&#8221;</p>
<p>Por essa mesma deixo-te algumas questões pertinentes que irás fazer com a tua mente, mas permitindo que seja o coração a responder:</p>
<p><em><strong>&#8211; O que te faz feliz?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; O que seria a tua ocupação ideal?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; Queres mesmo apenas um emprego bem pago ou ganhar dinheiro cumprindo uma missão maravilhosa?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; Conhecendo as tuas qualidades e talentos naturais o que seria o lugar ideal para ti?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; De que forma imaginas realizares-te interiormente e ainda ganhar o teu dinheiro no exterior?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; Qual é a tua &#8220;praia&#8221; a nível profissional?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; Qual é o tipo de pessoa que te atrai?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; Escolhendo livremente, casarias ou não?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; Preferes emprego maçudo mas de segurança e estabilidade ou trabalho excitante, instável e flutuante?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; O que representa para ti um casamento?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; O que representa para ti um filho?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; Já aprendeste a perceber o tipo de pessoas que atrais?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; Conhecendo-te bem como conheces e realista q.b., o que e como seria a tua realidade ideal? profissional/pessoal/amorosa/)</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; O que é para ti evoluir pessoalmente?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; Qual é a tua mais bela versão de ti mesmo?</strong></em><br />
<em><strong> &#8211; O que é para ti! sair da zona de conforto?</strong></em></p>
<div class="" data-block="true" data-editor="biduu" data-offset-key="b335h-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="b335h-0-0"><span data-offset-key="b335h-0-0">Não são precisas respostas precisas pois a ideia é fazer pensar, questionar, deixar em aberto, permitir que novas energias tragam novas propostas de resposta e descristalizem as velhas verdades e moldes de vida. Em cada pequena ou grande escolha, o teu livre arbítrio está a mexer com as tuas energias e com o teu futuro próximo trazendo-te consequências das mesmas. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="biduu" data-offset-key="2ofon-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2ofon-0-0"><span data-offset-key="2ofon-0-0">Num tempo de tanta transformação colectiva e pessoal, procura dentro de ti a tua nova versão que apenas poderá ser real com a tua permissão e através das tuas escolhas conscientes e que honrem, não o molde social que esperam de ti, mas sim o que potencia a tua existência e contributo pessoal ao mundo.</span></div>
</div>
<p>Bem hajam!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/terric-4014469/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2039176">Terri Cnudde</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2039176">Pixabay</a></p>
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		<title>As desilusões das nossas ilusões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 18:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Têm-me chegado muitas pessoas ultimamente em estado de profundo sofrimento, cansadas, zangadas, desiludidas com a vida, com Deus, com o próximo, não raramente medicadas para a sua &#8220;depressão&#8221;, da qual, não raras vezes também, se sentem vítimas de lhes ter calhado tão penoso fado. Normalmente pouca ou nenhuma consciência de que o seu estado actual [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Têm-me chegado muitas pessoas ultimamente em estado de profundo sofrimento, cansadas, zangadas, desiludidas com a vida, com Deus, com o próximo, não raramente medicadas para a sua &#8220;depressão&#8221;, da qual, não raras vezes também, se sentem vítimas de lhes ter calhado tão penoso fado.</p>
<p>Normalmente pouca ou nenhuma consciência de que o seu estado actual é uma responsabilidade sua, consequência das suas próprias escolhas passadas. Estes trânsitos de Saturno são o &#8220;reality check&#8221; necessário.</p>
<p>Quando lhes peço para me contarem um pouco da sua história, relações com pais, parceiros, filhos e trabalho, é comum a postura passiva/vitimizadora perante a sua própria vida, culpando as pessoas que as desiludiram e julgando como azares e injustiças as coisas más* que lhes foram acontecendo.</p>
<p>A grande maioria ainda acredita que a criação de uma vida perfeita é a fórmula da felicidade. A ignorância quanto às leis universais e dinâmicas inteligentes da vida é ainda muito assustador.</p>
<p>A ideia de que a vida é a busca da perfeição nos estágios tradicionais de escola, trabalho, casamento, filhos e amigos, não leva em conta que a nossa existência é muito mais complexa do que isso.</p>
<p>Aliás, dizem os antigos sábios desde o princípio dos tempos que a verdadeira viagem da vida é a viagem de evolução do espírito que usa sim as dinâmicas terrenas acima citadas para fazer as suas aprendizagens. Ou seja, a nossa realidade é uma projeção inconsciente da nossa própria energia, palco perfeito onde se desenrola o nosso processo de evolução e tudo e todos os que lá estão, fazem parte.</p>
<p>Viver apenas o plano social sem consciência do plano espiritual, é, pela minha observação, a grande causa do estado de depressão actual. Ou seja, viver sem significado ou propósito maior, torna-nos incapazes de confiar na vida, de crescer e aprender com cada situação, seja ela mais fácil ou mais desafiante. Vivemos cegos para a magia da vida, incapazes de ler sinais, fazer aprendizagens e evoluir.</p>
<p>Muitos são os que sentem uma enorme culpa porque o que têm a nível social ou exterior, embora seja abundante, como bons empregos, boas casas e carros, filhos saudáveis e dinheiro no banco, nunca parece preencher o doloroso vazio interior. Mas o vazio tem a sua razão de existir e a frustração é apenas a vida a mostrar-nos que um vazio energético não se preenche com pessoas ou tralhas.</p>
<p>É geral a ilusão de que o curso perfeito irá dar o emprego perfeito, colegas e patrões perfeitos, a relação romântica perfeita, os filhos perfeitos na escola perfeita &#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>Vivemos em permanente desilusão das nossas próprias ilusões.</p>
<p>A frustração de não sermos capazes de integrar a experiência exterior com as aprendizagens interiores, faz-nos viver desconectados do nosso mundo interior, do propósito da nossa alma, acabando normalmente por culparmos o exterior de nos desiludir na busca da sensação de felicidade.</p>
<p>É triste o estado em que a maioria ainda está e sei o que dói pois um dia também já o senti. Mas aprendi também que se a minha ilusão na forma de escolhas inconscientes, ideias erradas, crenças limitadoras, valores distorcidos, filosofias castradoras criaram as minhas desilusões, só mudando essas mesmas escolhas, ideias, crenças, valores e filosofias poderia alguma vez criar novos e mais positivos desfechos na minha vida.</p>
<p>Depois de feita minha transformação, esse é hoje o propósito do meu trabalho. Ajudar a tirar os óculos da ilusão, reaprender a ver a magia que nos rodeia, perceber porque as coisas nos acontecem, porque atraímos determinadas pessoas para a nossa realidade pessoal, libertar velhos moldes e padrões sobreviventes de vidas passadas que precisam de actualização e que já não devolvem a qualidade desejada.</p>
<p>Temos na nossa mão o poder de mudar a nossa vida. A educação que nos deram falhou com o como e por isso a maioria se sente presa, frustrada e impotente.</p>
<p>A fórmula que nos deram não funciona e só depois de esgotadas todas as tentativas, estamos preparados e abertos para receber uma nova visão do mundo onde viveremos conscientes do nosso poder interior e onde seremos responsáveis pela nossa felicidade.<br />
Cá te espero quando sentires que estás pront@ para fazer a tua mudança e reclamares o teu poder pessoal!</p>
<p>Bem hajas!<br />
Vera Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/spirit111-5026413/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3014605">beate bachmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3014605">Pixabay</a></p>
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