Bem vindo ao Clube da Ovelha Negra!

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“O que é demais é moléstia!
A sério, sê forte e reconhece quando já chega.
Afirma-te, defende-te e recusa a deixar que te magoem.
Ao longo da tua vida, algumas pessoas irão desacreditar-te, desrespeitar-te e tratar-te mal sem razão aparente.
Não gastes a tua energia a mudá-las, a provar-lhes nada ou sequer a ser aceite. Mas também não guardes ressentimentos delas. Tu não tens nenhum controle sobre o que os outros pensam ou fazem mas tens controle sobre como lidas, respondes e digeres o que os outros te causam ou dizem. Liberta todos os que ainda te julgam e mantém os que te amam e aceitam como és e não como eles querem que tu sejas. Se tu assim escolheres, ninguém tem o poder de te magoar. Deixa apenas que as opiniões dos outros sejam apenas isso, opiniões e não a verdade.”

Resumo do programa que toda a Ovelha Negra irá ter que aprender ao longo da vida. Precisamos sempre lembrar que as dores, a rejeição, a solidão, o desamparo, o desconforto da distância de quem nos rodeia; FOI UMA ESCOLHA NOSSA!

Algures no passado percebemos que as relações que tínhamos, os apegos que ganhámos, a dependência de quem nos rodeava, a identificação energética com um qualquer rebanho, os valores, ideologias, crenças, princípios por que nos regemos nesse rebanho, tornaram-se uma prisão no nosso processo de evolução. Passaram a impedir que a viagem de transformação acontecesse, afastaram-nos perigosamente da nossa essência espiritual e por isso nos propusemos a fazer a libertação de todas essas âncoras.

A vida da Ovelha Negra é por isso um resgate. Uma gigante proposta de cura que irá levar algum tempo, normalmente na segunda fase de vida, a sarar as velhas feridas.

A família, na maioria dos casos, ainda representa o rebanho onde um dia pertencemos e por isso será a primeira experiência de desapego e libertação que iremos viver. Numa primeira fase da infância e adolescência, não iremos perceber porque nos sentimos de fora, rejeitados, não aceites e julgados de todas as maneiras. Por isso quanto mais cedo entendermos a proposta, mais depressa deixaremos de esperar a aceitação do velho rebanho, mais cedo partiremos na viagem solitária a que nos propusemos de forma a encontrar o novo rebanho que viemos conhecer.

 

Estas dores sentidas na infância, quando não bem acompanhadas e curadas, podem arrastar-se pela vida fora e levar-nos a escondê-las ilusoriamente atrás de relações românticas, desejos de ter um filho, ambições desmedidas de sucesso ou riqueza. Todas essas fugas à dor interior ou esquemas de sobrevivência, irão sair furados.

A luz e o amor que procuramos só irá surgir quando identificarmos esses esquemas e desistirmos deles. Quando nos rendermos à ideia que são precisamente as dores que sentimos, o portal de mudança que tanto ansiamos. Quando descobrirmos que afinal é por trás daquela dor que se esconde o amor próprio, a segurança e confiança que tanto desejamos.

No momento em que conseguirmos agradecer a dor como despertador cósmico, a perda como oportunidade de cura, o desafio como alinhamento energético, as portas fechadas como desvios inteligentes, as pessoas difíceis como espelhos das velhas feridas, será o momento da rendição à inteligência da vida. Será o funeral de um velho ego manhoso cheio de desejos menores que não estava a dar espaço aos maravilhosos anseios de luz e amor da Alma.

Embora a Vida e a rotina escondam estas propostas o tempo todo, em cada encontro e circunstância, nos ofereçam a cada segundo a oportunidade de escolhermos servir ego ou a Alma, quanto mais conscientes estivermos do processo, menos energia iremos desperdiçar com o manhoso ego e mais depressa nos disponibilizamos para estar ao serviço da Alma.

Se te reviste no texto e te identificas com o conceito da Ovelha Negra, adere ao Clube clicando na imagem, onde irás perceber mais sobre a tua fantástica viagem de evolução <3

 

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