Somos consciência dentro de um corpo

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Somos consciência dentro de um corpo.
Evoluir implica trabalhar e desenvolver a nossa consciência e a maneira como interagimos com o mundo material através do corpo. A consciência é o denominador comum entre os nossos corpos mental, emocional, físico e espiritual.
É através da nossa consciência que percebemos a realidade, que chegamos a conclusões, que geramos crenças, decidimos prioridades e aprendemos as nossas lições.

Um bom estado de consciência permite-nos viver uma vida de qualidade fazendo boas e conscientes escolhas activando assim o nosso estado de cooperação. O estado de inconsciência, baixa a nossa frequência e leva-nos a activar a nossa violência e estado de competição.

Embora todos os campos interajam o tempo todos, a frequência que eles emanam condiciona a nossa consciência.
Por exemplo, se as emoções do campo emocional são baixas de ressentimento, culpa e revolta, vai afectar o campo mental com pensamentos negativos, pessimistas e julgadores que por sua vez baixa a frequência do espírito que por sua vez causa mazelas e efeitos secundários no corpo. O estado de consciência desta pessoa será muito reduzido, incapaz ainda de aplicar as leis universais à sua realidade, ver-se-á preso a essa mesma realidade até que algo a ponha em causa.

Se por contrário temos alguém responsável pelo seu campo emocional, que o limpa regularmente através da expressão dos seus sentimentos ou mesmo com a ajuda de terapia, que procura manter o seu campo mental positivo e direcionado para informação de qualidade, que cuida do seu corpo com amor e que por isso o seu espírito mantém uma frequência alta de amor, tolerância e humildade, verá portas abrirem-se, oportunidades aparecerem, sincronias revelarem a sua magia.

Ao contrário das condições do mundo que nem sempre são fáceis ou até possíveis de mudar como gostaríamos, podemos sempre trabalhar a nossa consciência. E tal como subir um escadote, não acontecerá por acaso ou por sorte mas sim e apenas por escolha ou vontade própria. Começa no momento em que nós mesmos admitimos que chegámos ao limite, que esgotámos todas as hipóteses de sobrevivência na realidade presente, quando aceitamos que as velhas crenças já não dão resposta positiva às propostas da realidade presente.

Embora a expansão da consciência seja assunto comum em todas as antigas correntes filosóficas e seja uma proposta que nos acompanhe a vida toda, há alturas ou momentos em que o convite a ver o mundo por uma nova lente, é mais forte do que nunca e é importante estarmos atentos. Por exemplo, frustrações, perdas, rejeições, resistências externas de várias naturezas, ou seja, como diz uma célebre frase; “Quando não podes mudar o que está fora, chegou a altura de mudar o que está dentro”.

Este ano de 2018 foi/é um desses anos e logo todo o esforço que nos leve a por em causa a nossa visão do mundo e nos leve a ver a mesma realidade por um prisma mais sábio e mais amoroso, será recompensado.
Seja um livro novo, um filme, uma consulta, um desabafo com alguém ou simplesmente a curiosidade que nos leva a querer saber mais ou encontrar formas de viver mais feliz, tudo vale.

Até já!
Vera Luz

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