As doenças emocionais / espirituais do nosso tempo..

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– Não há nada mais deprimente do que ver pessoas maravilhosas cheias de potencial que não têm consciência dessa Luz interior se perderem na sombra de alguém que as desvaloriza e tudo faz para as abafar!

É bom que tomemos consciência que jamais será o outro, seja ele quem for, que irá fazer o processo de resgate do nosso poder, da nossa luz e do nosso equilíbrio interior. Podemos evitar, recusar ou até adiar … mas mais cedo ou mais tarde teremos que nos render a ele e dar início à nossa aventura pessoal…

E assim vamos evoluindo, desactivando as energias que nos prendem e activando as que nos libertam…

Sem dúvida que uma das grandes doenças deste tempo é a falta de autonomia (espiritual, emocional, mental e financeira) e consciência tanto da nossa herança espiritual como do nosso valor pessoal.

É daqui, acredito eu, que surgem todas as mazelas que andam a encher os bolsos às grandes farmacêuticas:

– A depressão (claro que o nosso espirito anda deprimido e sem “ânimo” quando o obrigamos a viver relacionamentos ou eventos sem alma e sem noção nenhuma do que nos faz sentido e do que não faz sentido ou sequer do propósito da nossa existência! Mas se até há bem pouco tempo a ignorância protegia-nos da transformação, hoje em dia não temos desculpa para não irmos em busca de respostas e novas fórmulas que substituam as que nos levaram a tão triste desfecho)

– A ansiedade (claro que vivemos ansiosos. Quando vivemos para alimentar os caprichos do ego, se iremos conseguir conquistar os seus infinitos desejos e posses e nos prendemos permanentemente ao medo de os perder, a ansiedade é uma das consequências.. Reaprender a confiar na abundância do Universo que nos chega sempre que estamos alinhados com ele, ajuda-nos a reconquistar tanto a responsabilidade pelo nosso equilíbrio interno como a fé num Universo abundante)

– A insegurança (claro que somos todos inseguros! sendo os piores não raramente os que se escondem por trás das máscaras mais fortes. Quando nos fazem acreditar que temos que ser perfeitos para sermos aceites e amados em vez de nos garantir que já somos maravilhosos tal como somos, claro que ficamos e vivemos inseguros)

– O medo (claro que temos medo de tudo!. Perdemos a noção da nossa eternidade espiritual, de vivermos num Universo inteligente e justo onde TUDO conspira para o nosso equilíbrio. Sem a sensação de protecção e apoio superior e sagrado, a vida é de facto um filme de terror e tudo e todos uma constante ameaça!)

– Revolta (claro que temos revolta implodida dentro de nós! ..e ainda bem pois mais cedo ou mais tarde, quando chegarmos ao limite e nos cansarmos de engolir sapos e trair a nossa essência, será a energia que nos fará virar a mesa e lutar pelo que nos alimenta a alma!)

– Resistência (claro que nos tornamos resistentes a mostrar a nossa vulnerabilidade, sensibilidade e verdade! não é fácil abrir o coração e pagar os preços lá fora no mundo por seguir o que ele nos pede, mas é a moeda de troca para a abundância que tanto ansiamos)

– Vitimização (claro que ainda nos vitimizamos! depois de 2000 anos em que a Igreja nos ensinou que façamos o que fizermos somos maus, culpados e imperfeitos e que nos espera o inferno após uma vida de sacrifícios, cedências e fretes não haveríamos nós de nos vitimizarmos?!… mas agora já chega não??)

Grata a cada dia de estar já fora desta velha bolha…

Grata pela tarefa que escolhi de mostrar a cada um como identificar e sair da bolha…

Grata a este tempo de consciência, informação e libertação que finalmente permite, a quem se disponibiliza, de rachar o ovo da nossa essência e pela primeira vez fazer nascer o verdadeiro Ser que viemos Ser.

A todos os que comigo se cruzam assim como a todos os que jamais se cruzarão, deixo a minha intenção de cura, de transformação, de disponibilidade de se libertarem, tanto interna como externamente, de todas as mazelas acima citadas e de rendição a uma existência cada vez mais consciente, inteligente, sensível e sagrada pois é esse o caminho da libertação….

Ao contrário do que todas as farmacêuticas e a própria ciência nos fazem acreditar, a única maneira que temos de resgatar o nosso equilíbrio e poder interior é a desenvolver todas as energias contrárias e isso é algo que ninguém poderá nunca fazer por nós.

A dependência desses fármacos será então apenas um adiar desse momento em que finalmente resgatamos e assumimos o nosso poder.. sem pressa .. sem culpa … será o momento sagrado em que finalmente estaremos prontos…

Assim sendo e para que tenhamos uma orientação mínima, vejamos algumas dicas de como agir de acordo com cada sintoma;

– A depressão trabalha-se quando reconhecemos que estamos a alimentar o nosso deprimente ego e sua “birra” interior de reconhecer que nada controla. A segunda parte do processo é começar a dirigir a nossa energia para o que nos dá prazer e nos alegra sem qualquer sentimento de culpa, medo ou insegurança reconhecendo que só mesmo dessa maneira voltaremos ao nosso trilho.

– A ansiedade pacifica-se quando adoptamos o Mantra mental

“Eu confio num Universo inteligente que me trás o que eu preciso e não o que eu quero”.

Quando finalmente nos rendemos ao mistério da vida e reconhecemos a nossa ignorância perante a sabedoria do Universo e perante as poderosas Leis Universais como a Lei do karma, toda a nossa ansiedade é transformada em rendição à vida, em fé em cada evento e encontro e como último estágio, em comédia! pois bem vistas as coisas, da fonte de amor viemos e depois de todo o drama, à fonte amor iremos voltar e desse ponto de vista, tudo não deixa de ter a sua graça!

– A insegurança dissolve-se no exercício da criança interior quando o adulto (nós grandes) faz a criança (nós pequenos) sentirmos interiormente que independentemente do que quer que o mundo ou os outros mostrem, ela é amada, protegida e está sempre segura por nós próprios.

– O medo retêm-nos vitimas do mesmo até ao dia em que aceitamos que a única maneira de nos livrarmos dele, é precisamente enfrentando o que mais nos aterroriza. Tal como um jogo de PlayStation, não passamos de nível sem superarmos os obstáculos do nível anterior. Faz do medo um desafio a superar e o medo deixou de existir na tua vida!

– A revolta, tal como todas as energias, tem que ser bem direccionada pois tanto tem o poder de destruir algo de bom como de transformar positivamente o que não faz sentido. Não a julgues ou abafes. Não a escondas como se fosse uma vergonha ou algo feio, mas usa-a sim construtivamente para destruires o que te prende e para ires atrás do que te chama. O mundo agradece!

– A resistência ou mesmo o cepticismo tem sido o que infelizmente mais nos tem afastado do mundo que todos ansiamos viver. Trabalha-se a resistência, a força, a teimosia, a descrença ou indiferença nos pólos opostos ou seja nas crenças de que a fragilidade, a vulnerabilidade, o amor, a fé, a entrega, a desistência e a rendição são tão OU MAIS poderosas na conquista do nosso poder interior.

– A vitimização começa por se resolver na consciência deprimente da mesma e do que ela representa, ou seja, uma declaração pública de incapacidade de resiliência e de aceitação e superação de provas! A maior inspiração de como se supera e transforma a vitimização é a Madre Teresa de Calcutá que ao invés de ficar presa na lamúria do estado do mundo e na vitimização das injustiças sociais, simplesmente arregaçou as mangas e fez o que podia, onde estava e como sabia!

Para quem está pronto para o processo de transformação por favor seguir o link abaixo:

http://www.veraluz.pt/terapias.html

Bem Hajam e até breve!

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